Vida dupla (24)Passaram-se vários dias e chegou o momento em que Ricardo, meu chefe, ia viajar 15 dias para os EUA pra começar a montar o negócio de lá.
O primeiro dia foi de nervoso total. Me senti sobrecarregado, achando que não ia dar conta de nada, mas no fim dei conta de tudo, só que acabei saindo do escritório às 10 da noite e trouxe coisa pra fazer no quarto.
Passaram mais dois ou três dias e já comecei a lidar melhor, com menos estresse.
Numa das conversas, Ricardo me fala que a Luciana, uma corretora de imóveis, vai aparecer pra me mostrar um apartamento. Perguntei por quê, e ele disse que já era hora de eu ir morar sozinho. Reconheci que ele não estava errado.
No dia seguinte, às 13h, a Luciana aparece e se apresenta, dizendo que ia me levar pra ver um apartamento em Puerto Madero.
Pra situar vocês, a Luciana transbordava simpatia, mas sem dar margem pra confusão. Dava pra ver que o tratamento comigo era só profissional. Entramos no prédio de Puerto Madero e eu não acreditava que um dia seria eu morando num lugar daquele. Quando subimos juntos no elevador, olhei pra ela e achei ela muito gostosa. Só pra deixar claro, como não me considero um cara bonito, acho que toda mulher é o alvo ideal.
Saímos no quinto andar e ela pegou uma chave pra abrir a porta. O que vi foi inacreditável. Era um ambiente super iluminado, com uma varanda que dava pros diques. Uma verdadeira beleza de imóvel. Me chamou a atenção que estava todo mobiliado e com muito bom gosto. Inocente, perguntei:
- Alguém mora aqui?
- Por enquanto tá alugado por temporadas curtas, mas o dono não tem problema em fazer um contrato de 2 anos em dólar na mão.
Quando ouvi "dólar na mão", soube que aquele apartamento não era pra mim, mas fiquei bem tranquilo e continuei a visita.
Era um apartamento de dois cômodos grandes: cozinha integrada com sala de estar e jantar, quarto e um banheirão. Perfeito pra mim, que tava sozinho. acostumado aos 2 x 3 metros do meu quarto.
Depois de percorrer o apartamento, sentamos na mesa da sala de jantar e ela tirou uma pastinha pequena e começou a ler em detalhes a quantidade de metros quadrados, quanto eu pagava de condomínio e o detalhe do valor em dólares.
O condomínio me pareceu caro, e devo ter demonstrado isso com um gesto, porque ela rapidamente esclareceu:
- O prédio tem segurança privada 24 horas, muito útil também pra receber entregas – fez uma pausa – academia, que agora vamos ver, e piscina na cobertura.
- Agora entendo o valor do condomínio – esclareci.
Na minha casa em Barracas, não se pagava isso nem somando impostos, reformas, luz e gás. Me pareceu muito caro, mas eu precisava me tocar que podia pagar aquilo. Ainda faltava saber o preço do aluguel em dólares e quis perguntar:
- Você não me disse o preço do aluguel em dólares – soltei.
- Ah, desculpa, mas não posso te falar – ela respondeu.
- Ricardo me pediu pra te mostrar o apartamento, te dar o detalhe do condomínio e que você confirmasse se gostou.
- Não entendi – falei.
- O quê? – ela disse.
- E como vou confirmar se não sei quanto tenho que pagar?
- Ahhh hahaha – ela sorriu com o rosto todo.
- Não entendi.
- Ahhhh, o Ricardo não te falou? – ela soltou.
- O quê?
- O aluguel é pago pela empresa.
- Mas...
- Sim, só preciso saber se você concorda com todo o resto.
Juro que na hora fiquei mudo e comecei a pensar em tudo que tinha rolado nos últimos meses. Conseguir um trampo estável pra começar e que tudo seguisse como até agora era um sonho do qual eu não queria acordar.
Não sei quanto tempo fiquei abstraído, mas a voz da Luciana me tirou do devaneio:
- Juan.
- Sim, desculpa – falei todo agitado.
- O que você tá pensando?
- Em muitas coisas – disse sem conseguir segurar a emoção na frente dessa mulher estranha. Bom, então vamos assinar?
– Sim, vamos assinar – encerrei o assunto
O apartamento já estava mobiliado e com tudo que precisava pra morar na hora. A posse seria imediata, então passei no escritório pra pegar umas caixas pra levar as coisas.
Chamei um Uber, subi com várias caixas desmontadas e fui pra minha casa, onde minha família me esperava. Ia contar pra eles que tava saindo de casa.
Cheguei e só tinha a minha mãe.
– Oi, mãe – falei
– O que você vai fazer com essas caixas? – ela perguntou, curiosa
– Bom, eu… – tava difícil contar pra minha mãe que ia embora de casa
– O que foi, meu amor? – ela disse quando me viu perturbado
– É que vou embalar minhas coisas porque vou me mudar
– Se mudar? Pra onde?
– Pra um apartamento
Não quis ser muito específico, mas com minha mãe ia ser impossível esconder as coisas por muito tempo.
– Um apartamento? Onde? – ela continuou
– Em Puerto Madero
– E com que dinheiro? O que você tá tramando, Juan? – minha mãe ficou preocupada e não entendia bem minha situação
– Vem cá, mãe, senta – pedi
– Tá bom – ela disse, resignada
Contei com o máximo de detalhes possível tudo que eu tinha conseguido no trabalho ultimamente. Falei maravilhas do Ricardo, meu chefe, e disse que a empresa ia pagar o aluguel do apartamento. Minha mãe ficou desconfiada mais de uma vez e me mandou tomar cuidado.
– Tô orgulhosa de você – ela disse finalmente
– Valeu, mãe – falei, me levantando
– Sempre confiei na sua capacidade – disse e me abraçou
Senti o contato dos peitos dela contra os meus e uma corrente de excitação me percorreu. O que tava acontecendo comigo? Não podia ficar excitado com a minha mãe.
Mesmo com esse pensamento cruzando minha mente, me agarrei mais forte nela, e ela correspondeu. Naquele momento, lembrei que ela tinha ficado excitada quando me viu com a María e lembrou do meu pau, e aí aconteceu o inevitável: meu pau começou a endurecer. Soube que minha mãe não conseguiria não notar.
Foi então que minha mãe, no momento em que sentiu meu pau, se apertou ainda mais em vez de se afastar. Eu não soube o que fazer.
Acho que naquele momento minha mãe percebeu tudo e, se afastando, me disse:
- Vamos pro teu quarto que eu te ajudo a guardar algumas coisas
- Beleza – falei, visivelmente contrariado
Fomos pro quarto e fui montando primeiro as caixas enquanto minha mãe tirava coisas do armário e colocava na minha cama. Realmente era muito pouca roupa que servia, o resto era do meu corpo antigo. Minha mãe me olhou e disse:
- O que você vai fazer com toda essa roupa grande? A gente doa pra igreja?
- O que você acha? – falei
- Eu te vejo tão firme na sua nova vida que não acho que você vai ter aquele sobrepeso nunca mais
- Espero que não…
- Vamos fazer uma caixa que diga roupa de homem grande – ela disse
- Coloca GORDO – falei rindo
- Kkkk
Pouco depois meu pai chegou e contei a situação da mudança iminente. Minha mãe se agarrou nele e chorou, mas entendeu que tudo fazia parte do ciclo da vida. O que tinha acontecido com minha maturidade tardia era algo que não era esperado, mas na minha idade já era hora de sair do ninho familiar.
Aproveitei pra mostrar fotos do apartamento e eles se emocionaram ainda mais. Daí a pouco, quando já tínhamos embalado tudo, tive uma ideia muito boa. No sábado seguinte, iríamos os quatro comer no Madero depois de fazer a pequena mudança.
Chegou o dia da mudança, 5 caixas loucas com livros, pouca roupa, enfeites, calçados e roupa íntima. Fomos os quatro juntos no carro, como não acontecia há muito tempo. Ao chegar, todos estavam ansiosos pra ver o prédio e o apartamento.
Avisei o pessoal da segurança e me deixaram acessar uma garagem de cortesia pra visitas, e descemos tudo rapidinho e fomos pro apartamento. Com minha mãe, arrumávamos tudo no meu quarto, enquanto meu pai e minha irmã colocavam alguns livros na biblioteca. Eram 11:30 e já tínhamos terminado tudo. Sugeri irmos dar uma volta. Fomos nós quatro e, quando cansamos, entramos numa churrascaria onde não hesitei em convidá-los de novo:
- Temos um filho gostoso – brincou meu pai
- Que legal ter um irmão milionário – disse minha irmã
Natália ajeitou o guardanapo sobre as pernas e aproveitou para acariciar minha perna e aproximar a mão do meu volume. Quase me assustei, mas por sorte ninguém da família percebeu, ou pelo menos foi o que achei na hora. Almoçamos e nos divertimos muito.
Na hora de encerrar o almoço, percebi que eles iriam embora e eu ficaria no meu apartamento sozinho pela primeira vez.
Fomos todos andando até o prédio e uma sensação de nervosismo começou a percorrer meu corpo, que não entendi na hora, mas sabia que estava dando um passo importante na minha independência. Em poucos meses, estava começando a amadurecer o que não tinha feito nos últimos 15 anos.
Quando chegamos ao prédio, pedi que me acompanhassem até o apartamento para dar um jogo de chaves a eles, caso precisassem.
- Eu subo – minha irmã se adiantou
- Não, eu subo. Quero ver algumas coisas antes de ir – disse minha mãe
- Tá bom – minha mãe se resignou
Eu e minha mãe estávamos subindo no elevador quando, atrás de nós, entram um casal de caras com duas malas grandes.
- Entramos? – disse um dos caras
- Sim, sim – falei, me jogando para trás e segurando minha mãe, colocando-a na minha frente
Os caras colocaram as malas e, na hora de nos acomodarmos, a bunda da minha mãe ficou apoiada no meu volume. O elevador começou a subir e meu corpo começou a me trair de um jeito que foi meu pau que começou a subir e ficar bem duro contra a bunda da minha mãe. Não tinha como ela não notar minha ereção. Minha mãe não parecia incomodada, muito pelo contrário, já que os caras desceram no andar deles e ela demorou bastante para se afastar. de mim
- Desculpa, mãe, é que eu... – falei tentando me desculpar
- Ah, por isso? – ela disse e roçou a mão no meu volume
- Mãe! – falei me assustando
- Não se preocupa e não se assusta! – ela disse e voltou a acariciar a área
Isso fez com que meu pau não baixasse nem um pouco.
- É legal saber que essa bunda velha ainda desperta algum desejo, mesmo não sendo certo que seja meu filho, mas é um afago no meu ego
- Sim, mãe, essa bunda ainda tá muito boa – falei e me arrependi de usar a palavra "ainda"
- Ainda? Quer dizer que me resta pouco? – ela disse e eu quis morrer ainda mais
- Não, mãe, não, você tá uma gostosa. Juro – falei e agora acho que tinha exagerado pro outro lado
- Ah, bom, isso já é melhor – ela disse, divertida
Nesse momento, ela fez algo que eu não esperava. Antes de sair do elevador, jogou a bunda pra trás e esfregou ela toda no meu pau duro
- Você tinha razão, vejo que essa bunda AINDA tem seu charme – ela enfatizou a palavra "ainda"
Eu fiquei duro, em todos os sentidos, na porta do elevador e minha mãe já estava na porta do apartamento.
Abri, entramos e procurei o jogo de chaves enquanto ela percorria o apartamento. Eu olhava pra ela e a achava incrivelmente sexy na sua calça justa, seus saltos altos e seus peitos apertados e proeminentes.
Acho que ela sentiu meu olhar, mas não disse nada na hora. Eu me afastei um pouco mais pra olhar melhor e aí ela falou
- O que foi que você tá me olhando assim?
- É que você tá muito gostosa, mãe – soltei
- Ahhhh olha só meu filho o que fala pra mamãe! – ela ria
Eu a via linda, ali de pé no meu apartamento. Juro que naquele momento tive uma vontade repentina de ir abraçar ela, apoiar, apalpar descaradamente e beijar.
Acho que ela percebeu o desejo nos meus olhos e foi por isso que disse:
- Bom, melhor eu ir descendo porque sua irmã e seu pai vão preocupar
- Sim, sim, melhor
- Ah – ela disse quando chegou na porta e virou pra me olhar
- O que foi, mãe?
- Se você não se importar, um dia venho trazer umas coisas pra você ir enchendo a geladeira.
- Claro, mãe, você pode vir quando quiser, já tem as chaves
- Mas você podia estar com alguém! – ela disse
- Acho que não – falei meio triste
- Não se faz de coitado, que agora com esse corpo e essa dureza que eu senti, mais de uma vai vir nesse apartamento
- Você tá me deixando vermelho, mãe – falei
- Tchau, meu amor – ela disse
Minha mãe me deu um beijo curto e suave, mas dessa vez foi na metade da minha boca e a outra metade na bochecha. Meu pau deu um pulo e quase abracei ela e puxei pra perto
- Tchau, mãe – só consegui falar
(continua…)
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
O primeiro dia foi de nervoso total. Me senti sobrecarregado, achando que não ia dar conta de nada, mas no fim dei conta de tudo, só que acabei saindo do escritório às 10 da noite e trouxe coisa pra fazer no quarto.
Passaram mais dois ou três dias e já comecei a lidar melhor, com menos estresse.
Numa das conversas, Ricardo me fala que a Luciana, uma corretora de imóveis, vai aparecer pra me mostrar um apartamento. Perguntei por quê, e ele disse que já era hora de eu ir morar sozinho. Reconheci que ele não estava errado.
No dia seguinte, às 13h, a Luciana aparece e se apresenta, dizendo que ia me levar pra ver um apartamento em Puerto Madero.
Pra situar vocês, a Luciana transbordava simpatia, mas sem dar margem pra confusão. Dava pra ver que o tratamento comigo era só profissional. Entramos no prédio de Puerto Madero e eu não acreditava que um dia seria eu morando num lugar daquele. Quando subimos juntos no elevador, olhei pra ela e achei ela muito gostosa. Só pra deixar claro, como não me considero um cara bonito, acho que toda mulher é o alvo ideal.
Saímos no quinto andar e ela pegou uma chave pra abrir a porta. O que vi foi inacreditável. Era um ambiente super iluminado, com uma varanda que dava pros diques. Uma verdadeira beleza de imóvel. Me chamou a atenção que estava todo mobiliado e com muito bom gosto. Inocente, perguntei:
- Alguém mora aqui?
- Por enquanto tá alugado por temporadas curtas, mas o dono não tem problema em fazer um contrato de 2 anos em dólar na mão.
Quando ouvi "dólar na mão", soube que aquele apartamento não era pra mim, mas fiquei bem tranquilo e continuei a visita.
Era um apartamento de dois cômodos grandes: cozinha integrada com sala de estar e jantar, quarto e um banheirão. Perfeito pra mim, que tava sozinho. acostumado aos 2 x 3 metros do meu quarto.
Depois de percorrer o apartamento, sentamos na mesa da sala de jantar e ela tirou uma pastinha pequena e começou a ler em detalhes a quantidade de metros quadrados, quanto eu pagava de condomínio e o detalhe do valor em dólares.
O condomínio me pareceu caro, e devo ter demonstrado isso com um gesto, porque ela rapidamente esclareceu:
- O prédio tem segurança privada 24 horas, muito útil também pra receber entregas – fez uma pausa – academia, que agora vamos ver, e piscina na cobertura.
- Agora entendo o valor do condomínio – esclareci.
Na minha casa em Barracas, não se pagava isso nem somando impostos, reformas, luz e gás. Me pareceu muito caro, mas eu precisava me tocar que podia pagar aquilo. Ainda faltava saber o preço do aluguel em dólares e quis perguntar:
- Você não me disse o preço do aluguel em dólares – soltei.
- Ah, desculpa, mas não posso te falar – ela respondeu.
- Ricardo me pediu pra te mostrar o apartamento, te dar o detalhe do condomínio e que você confirmasse se gostou.
- Não entendi – falei.
- O quê? – ela disse.
- E como vou confirmar se não sei quanto tenho que pagar?
- Ahhh hahaha – ela sorriu com o rosto todo.
- Não entendi.
- Ahhhh, o Ricardo não te falou? – ela soltou.
- O quê?
- O aluguel é pago pela empresa.
- Mas...
- Sim, só preciso saber se você concorda com todo o resto.
Juro que na hora fiquei mudo e comecei a pensar em tudo que tinha rolado nos últimos meses. Conseguir um trampo estável pra começar e que tudo seguisse como até agora era um sonho do qual eu não queria acordar.
Não sei quanto tempo fiquei abstraído, mas a voz da Luciana me tirou do devaneio:
- Juan.
- Sim, desculpa – falei todo agitado.
- O que você tá pensando?
- Em muitas coisas – disse sem conseguir segurar a emoção na frente dessa mulher estranha. Bom, então vamos assinar?
– Sim, vamos assinar – encerrei o assunto
O apartamento já estava mobiliado e com tudo que precisava pra morar na hora. A posse seria imediata, então passei no escritório pra pegar umas caixas pra levar as coisas.
Chamei um Uber, subi com várias caixas desmontadas e fui pra minha casa, onde minha família me esperava. Ia contar pra eles que tava saindo de casa.
Cheguei e só tinha a minha mãe.
– Oi, mãe – falei
– O que você vai fazer com essas caixas? – ela perguntou, curiosa
– Bom, eu… – tava difícil contar pra minha mãe que ia embora de casa
– O que foi, meu amor? – ela disse quando me viu perturbado
– É que vou embalar minhas coisas porque vou me mudar
– Se mudar? Pra onde?
– Pra um apartamento
Não quis ser muito específico, mas com minha mãe ia ser impossível esconder as coisas por muito tempo.
– Um apartamento? Onde? – ela continuou
– Em Puerto Madero
– E com que dinheiro? O que você tá tramando, Juan? – minha mãe ficou preocupada e não entendia bem minha situação
– Vem cá, mãe, senta – pedi
– Tá bom – ela disse, resignada
Contei com o máximo de detalhes possível tudo que eu tinha conseguido no trabalho ultimamente. Falei maravilhas do Ricardo, meu chefe, e disse que a empresa ia pagar o aluguel do apartamento. Minha mãe ficou desconfiada mais de uma vez e me mandou tomar cuidado.
– Tô orgulhosa de você – ela disse finalmente
– Valeu, mãe – falei, me levantando
– Sempre confiei na sua capacidade – disse e me abraçou
Senti o contato dos peitos dela contra os meus e uma corrente de excitação me percorreu. O que tava acontecendo comigo? Não podia ficar excitado com a minha mãe.
Mesmo com esse pensamento cruzando minha mente, me agarrei mais forte nela, e ela correspondeu. Naquele momento, lembrei que ela tinha ficado excitada quando me viu com a María e lembrou do meu pau, e aí aconteceu o inevitável: meu pau começou a endurecer. Soube que minha mãe não conseguiria não notar.
Foi então que minha mãe, no momento em que sentiu meu pau, se apertou ainda mais em vez de se afastar. Eu não soube o que fazer.
Acho que naquele momento minha mãe percebeu tudo e, se afastando, me disse:
- Vamos pro teu quarto que eu te ajudo a guardar algumas coisas
- Beleza – falei, visivelmente contrariado
Fomos pro quarto e fui montando primeiro as caixas enquanto minha mãe tirava coisas do armário e colocava na minha cama. Realmente era muito pouca roupa que servia, o resto era do meu corpo antigo. Minha mãe me olhou e disse:
- O que você vai fazer com toda essa roupa grande? A gente doa pra igreja?
- O que você acha? – falei
- Eu te vejo tão firme na sua nova vida que não acho que você vai ter aquele sobrepeso nunca mais
- Espero que não…
- Vamos fazer uma caixa que diga roupa de homem grande – ela disse
- Coloca GORDO – falei rindo
- Kkkk
Pouco depois meu pai chegou e contei a situação da mudança iminente. Minha mãe se agarrou nele e chorou, mas entendeu que tudo fazia parte do ciclo da vida. O que tinha acontecido com minha maturidade tardia era algo que não era esperado, mas na minha idade já era hora de sair do ninho familiar.
Aproveitei pra mostrar fotos do apartamento e eles se emocionaram ainda mais. Daí a pouco, quando já tínhamos embalado tudo, tive uma ideia muito boa. No sábado seguinte, iríamos os quatro comer no Madero depois de fazer a pequena mudança.
Chegou o dia da mudança, 5 caixas loucas com livros, pouca roupa, enfeites, calçados e roupa íntima. Fomos os quatro juntos no carro, como não acontecia há muito tempo. Ao chegar, todos estavam ansiosos pra ver o prédio e o apartamento.
Avisei o pessoal da segurança e me deixaram acessar uma garagem de cortesia pra visitas, e descemos tudo rapidinho e fomos pro apartamento. Com minha mãe, arrumávamos tudo no meu quarto, enquanto meu pai e minha irmã colocavam alguns livros na biblioteca. Eram 11:30 e já tínhamos terminado tudo. Sugeri irmos dar uma volta. Fomos nós quatro e, quando cansamos, entramos numa churrascaria onde não hesitei em convidá-los de novo:
- Temos um filho gostoso – brincou meu pai
- Que legal ter um irmão milionário – disse minha irmã
Natália ajeitou o guardanapo sobre as pernas e aproveitou para acariciar minha perna e aproximar a mão do meu volume. Quase me assustei, mas por sorte ninguém da família percebeu, ou pelo menos foi o que achei na hora. Almoçamos e nos divertimos muito.
Na hora de encerrar o almoço, percebi que eles iriam embora e eu ficaria no meu apartamento sozinho pela primeira vez.
Fomos todos andando até o prédio e uma sensação de nervosismo começou a percorrer meu corpo, que não entendi na hora, mas sabia que estava dando um passo importante na minha independência. Em poucos meses, estava começando a amadurecer o que não tinha feito nos últimos 15 anos.
Quando chegamos ao prédio, pedi que me acompanhassem até o apartamento para dar um jogo de chaves a eles, caso precisassem.
- Eu subo – minha irmã se adiantou
- Não, eu subo. Quero ver algumas coisas antes de ir – disse minha mãe
- Tá bom – minha mãe se resignou
Eu e minha mãe estávamos subindo no elevador quando, atrás de nós, entram um casal de caras com duas malas grandes.
- Entramos? – disse um dos caras
- Sim, sim – falei, me jogando para trás e segurando minha mãe, colocando-a na minha frente
Os caras colocaram as malas e, na hora de nos acomodarmos, a bunda da minha mãe ficou apoiada no meu volume. O elevador começou a subir e meu corpo começou a me trair de um jeito que foi meu pau que começou a subir e ficar bem duro contra a bunda da minha mãe. Não tinha como ela não notar minha ereção. Minha mãe não parecia incomodada, muito pelo contrário, já que os caras desceram no andar deles e ela demorou bastante para se afastar. de mim
- Desculpa, mãe, é que eu... – falei tentando me desculpar
- Ah, por isso? – ela disse e roçou a mão no meu volume
- Mãe! – falei me assustando
- Não se preocupa e não se assusta! – ela disse e voltou a acariciar a área
Isso fez com que meu pau não baixasse nem um pouco.
- É legal saber que essa bunda velha ainda desperta algum desejo, mesmo não sendo certo que seja meu filho, mas é um afago no meu ego
- Sim, mãe, essa bunda ainda tá muito boa – falei e me arrependi de usar a palavra "ainda"
- Ainda? Quer dizer que me resta pouco? – ela disse e eu quis morrer ainda mais
- Não, mãe, não, você tá uma gostosa. Juro – falei e agora acho que tinha exagerado pro outro lado
- Ah, bom, isso já é melhor – ela disse, divertida
Nesse momento, ela fez algo que eu não esperava. Antes de sair do elevador, jogou a bunda pra trás e esfregou ela toda no meu pau duro
- Você tinha razão, vejo que essa bunda AINDA tem seu charme – ela enfatizou a palavra "ainda"
Eu fiquei duro, em todos os sentidos, na porta do elevador e minha mãe já estava na porta do apartamento.
Abri, entramos e procurei o jogo de chaves enquanto ela percorria o apartamento. Eu olhava pra ela e a achava incrivelmente sexy na sua calça justa, seus saltos altos e seus peitos apertados e proeminentes.
Acho que ela sentiu meu olhar, mas não disse nada na hora. Eu me afastei um pouco mais pra olhar melhor e aí ela falou
- O que foi que você tá me olhando assim?
- É que você tá muito gostosa, mãe – soltei
- Ahhhh olha só meu filho o que fala pra mamãe! – ela ria
Eu a via linda, ali de pé no meu apartamento. Juro que naquele momento tive uma vontade repentina de ir abraçar ela, apoiar, apalpar descaradamente e beijar.
Acho que ela percebeu o desejo nos meus olhos e foi por isso que disse:
- Bom, melhor eu ir descendo porque sua irmã e seu pai vão preocupar
- Sim, sim, melhor
- Ah – ela disse quando chegou na porta e virou pra me olhar
- O que foi, mãe?
- Se você não se importar, um dia venho trazer umas coisas pra você ir enchendo a geladeira.
- Claro, mãe, você pode vir quando quiser, já tem as chaves
- Mas você podia estar com alguém! – ela disse
- Acho que não – falei meio triste
- Não se faz de coitado, que agora com esse corpo e essa dureza que eu senti, mais de uma vai vir nesse apartamento
- Você tá me deixando vermelho, mãe – falei
- Tchau, meu amor – ela disse
Minha mãe me deu um beijo curto e suave, mas dessa vez foi na metade da minha boca e a outra metade na bochecha. Meu pau deu um pulo e quase abracei ela e puxei pra perto
- Tchau, mãe – só consegui falar
(continua…)
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
5 comentários - Dupla Vida (24)