Minhas aventuras sexuais com coroas - Cielo Yamile




Minhas aventuras sexuais com coroas - Cielo YamileOs velhos, como se tudo aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, depois de deixá-las naquela condição tão lamentável e após fumarem um cigarro comentando como tinham se divertido pra caralho com aquelas duas gostosas de 18 anos, limparam os paus com as roupas das jovens e simplesmente foram embora na caminhonete do seu Cipriano, deixando-as peladas e todas fodidas lá dentro do barraco.

— Ehhh... parece que já foram, disse Cielo Riveros, jogada no chão, com os dedinhos dobrados na boquinha, quando sentiu o motor da caminhonete se afastando. A menina já tinha voltado à sua personalidade tímida de sempre.

A loira, depois de olhar aquele lugar imundo onde tinham sido comidas, se levantou e respondeu pra amiga:

— Pelo menos deixaram a roupa e nossas coisas... levanta também e se veste que a gente vai embora... olha, já tá clareando...As duas colegiais gostosas caminhavam em silêncio por aquele caminho rural empoeirado e solitário onde tinham sido largadas, suas figuras eram imponentes e destoavam da paisagem daqueles lugares. Ambas avançavam rebolando deliciosamente seus corpos, quem as visse nunca acreditaria que aquelas belezas maravilhosas tinham acabado de sair de uma sessão selvagem de sexo duro e bestial com dois mecânicos velhos de baixa laia, sessão que tinha durado quase uma noite inteira, mas agora só a sombra escura das árvores e o frescor da manhã as acompanhavam.Claudia, apesar de estar ciente do que tinha acontecido com elas e do que fizeram com os dois amigos nojentos do Cielo Riveros, tinha um comportamento bem reprovável. Mesmo assim, não parava de olhar pra amiga com um sorriso no rosto, morrendo de vontade de fazer mil perguntas. Mas a expressão séria e preocupada que via na cara da nossa desejada colegial, enquanto ela caminhava rebolando, a impedia de perguntar qualquer coisa.

Elas iam com o rosto abatido e o corpo dolorido. No cabelo das duas, mesmo depois de terem limpado, ainda secavam alguns vestígios das porcarias venéreas que os mecânicos tinham vomitado das rolas deles segundos antes. Porque todo mundo sabe, como já foi dito, que aqueles dois velhos ordinários passaram a noite inteira comendo elas, em várias posições, praticamente jogadas no chão, até que os dois ficaram com os sacos vazios, depois de soltarem uma quantidade enorme de porra quente e viscosa nas carinhas delas no momento em que encerraram a orgia celestial que tinham aprontado com elas.

Com tudo isso, naquelas condições físicas deploráveis e com as roupas sujas de terra e esperma seco do jeito que foram deixadas abandonadas, as gostosas, aos olhos de qualquer um, continuavam sendo claramente apetitosas como sempre foram.

Depois de caminhar pelo menos 20 minutos, finalmente chegaram a uma estrada asfaltada. Então, rapidamente foram sentar numa parada de ônibus solitária e caindo aos pedaços, que estava cheia de lixo. Em vários pontos daquela garagem imunda de passageiros, havia manchas visíveis de mijo que ainda soltavam fedor, porque mais do que ponto de ônibus, aquele lugar era usado pelos transeuntes pra dar umas mijadas boas.

Ainda era cedo e, na área onde ficava aquela parada de ônibus rústica e miserável, não se via viva alma. Era só mato, terrenos de plantação e só a estrada asfaltada mostrava para as duas novinhas que... Finalmente estavam a caminho da civilização. Foi Cielo Riveros a primeira a mostrar preocupação por nem saber onde estavam.
— Ai, Clau…!! E a gente faz o quê agora!? Já é tarde e não passa ninguém por aqui…
— Não se preocupa, Cielo Riveros, logo vem um ônibus e a gente volta pra casa. Você não imagina a vontade que eu tô de entrar num chuveiro, me ensaboar toda e tirar do corpo essa porcaria que seus amigos espalharam por todo lado… — de alguma forma, ali era a Claudia quem mantinha a calma. A loirinha já tinha passado por situações mais ou menos parecidas antes, claro que não tão brutais e cruéis quanto a da noite anterior, onde os machinhos daquelas outras investidas também não tinham conseguido muito na parte sexual — e obviamente esses foram quase três vezes mais jovens comparados com os últimos dois com quem elas tinham transado de verdade, como Deus manda.
— Mas é que por aqui não se vê ninguém, nem carro passa…! Tô com medo de acontecer alguma coisa ruim com a gente…!! — a garotinha falava isso olhando pra todos os lados, enquanto Claudia não conseguia parar de rir com as palavras da amiga.
— Kkkk… Ai, Cielo Riveros… não me faz rir… com o que a gente passou ontem à noite com seus amigos, o que mais poderia acontecer com a gente…!? Kkkk. — A loira estudante estava sentada a só um metro de onde a mamasota estava e não parava de olhar pra ela com safadeza enquanto falava, porque só de lembrar como tinha visto ela transando com os dois velhos ao mesmo tempo, com a carinha desfigurada de prazer que ela devia ter sentido naqueles momentos em que dois cacetes diferentes deslizavam e entravam alternadamente nos seus dois buracos principais. Só de pensar e imaginar isso, a loira ainda sentia umas sensações estranhas, tanto mental quanto fisicamente, se perguntando quem é que ia acreditar?
Nossa sortuda e curvilínea garotinha, que estava sentadinha com as duas coxas poderosas bem juntas, em Aquele ponto solitário notava o jeito peculiar como sua amiga de infância falava e olhava pra ele ao mesmo tempo, e depois de ouvir o que ela acabou de dizer, resolveu responder.
— Eles… eles não são meus amigos… — respondeu, olhando pro horizonte do asfalto por onde o transporte pra voltar pra casa deveria chegar.
— Como assim não são…!? — respondeu Claudia na sequência, — se foi você mesma quem me apresentou eles ontem à noite, ou será que já esqueceu…!? Além disso, quase implorou pra gente sair e se encontrar com eles, — respondeu a estudante loira, que já começava a achar que sua amiga do peito não tinha nada de ingênua.—Tipo sim…! Cielo Riveros falou com um tom de preocupação na voz ao perceber que Claudia não parecia acreditar no que ela dizia, então continuou explicando: — Eu conheço um pouco mais o seu Pedro, mas o irmão dele era a primeira vez que eu via…!!
— Mmmmm…! Parece que não tô muito acreditando em você, amiga, kkkk. Você me fala essas coisas e mesmo assim te encontrei deitada com esse tal de seu Cipriano quando cheguei com o irmão dele depois de dar uma volta de caminhonete, kkkk… — a loira falava, buscando o olhar dela com o seu, então continuou: — Fico me perguntando agora… como é que teria sido se você já conhecesse ele!?, kkkk… — Agora Claudia olhava para Cielo Riveros de um jeito tão acusador quanto cúmplice pelo que tinham feito juntas, seu sorriso malicioso e safado deixava isso bem claro.
— Ai, Clau…! Juro que não tô mentindo pra você, o que aconteceu… o… o que aconteceu… — A tentadora adolescente de cabelos azulados e negros não encontrava as palavras certas pra explicar pra amiga como as coisas tinham rolado com seu Cipriano no momento em que ficaram sozinhos naquela casinha nojenta do campo, ou pelo menos como foi no começo daquela investida sexual em que Claudia a encontrou quando voltou com seu Pedro, até que finalmente disse, sem muita convicção: — Na hora que você chegou, eu… eu… t… tava… sendo… es… es… tu… pra… da…! — a gostosa falou entrecortado, quase morrendo de vergonha e olhando pro chão, a única coisa que queria naquele momento era que a amiga acreditasse nas palavras dela, mas bem lá no fundo, nem ela mesma acreditava, desejava que a terra se abrisse e a engolisse pra não ter que encarar a realidade.
— Kkkkk… Cielo Riveros…! Não me olha com cara de besta, porque quando eu entrei naquela casinha, sua cara era de uma verdadeira pu…, ai, desculpa…!!! — Claudia rapidamente tapou a boca com as mãozinhas delicadas de menina mimada, e na mesma hora continuou com a conversa acalorada. apreciações,--Me desculpa, Cielo Riveros, é que quase escapou, quer dizer, o que eu quero dizer é que dava pra ver que você tava se divertindo pra caramba com o que aquele seu Cipriano tava fazendo, kkkk…!
A decidida Claudia observava atentamente a amiga pra notar quais eram as reações dela diante da sua enxurrada de verdades, e percebeu que com suas últimas explicações a menina encheu os olhinhos verdes de lágrimas, já que praticamente tinha chamado ela de piranha sem querer, então rapidamente se arrependeu de estar sendo tão dura com ela e quis fazer ela se sentir menos culpada.
--Já, Cielo Riveros…, não faz essa cara… não é tão grave assim o que você tava fazendo, além disso, eu sei que você não é assim, lembra que eu também tive que fazer, olha, vou te contar uma coisa bem pessoal, pra você ver que não é a única que dá pra velhos, kkkk…
A colegial rapidamente ficou olhando pra amiga com os lábios tremendo, ela queria dizer qualquer coisa pra defender a reputação, pensava que, embora até aquele momento tivesse dormido com vários velhos, essas coisas eram totalmente involuntárias da parte dela, embora soubesse que a essa altura dificilmente conseguiria provar o contrário, pelo menos pra amiga.
Claudia, que percebeu o estado emocional em que Evelin se encontrava, logo soltou o que queria dizer.
--Me escuta, Cielo Riveros… olha, isso é segredo, hein, ps…, ps…, outro dia lá em casa eu também fiz com um velho, --a loira via que a amiga aos poucos prestava atenção nas palavras dela, então continuou, --Mais precisamente e pra você saber, foi com o professor Túlio, kkkk, viu…? Você não é a única que deu pra homens mais velhos…
Cielo Riveros mudou rapidamente de expressão diante de uma confissão tão íntima de Claudia, claro que a loira tava contando isso só pra menina não se sentir tão mal, já que ela, por conhecê-la há tanto tempo, sabia do caráter reservado e retraído dela. da amiga dela.—Vo… vo… cê fez com o professor Túlio…? Cielo Riveros por um instante esqueceu seu estado emocional, a confissão de Claudia era muito comprometedora…
— Pois é… e daí?, além disso ela me prometeu fazer um favor em troca de deixar ela me comer…
— E que favor ela vai te fazer em troca de ter transado com ela?, — Agora Cielo Riveros se mostrava mais confiante e de mente aberta diante de uma declaração dessas vinda de Claudia.
— Mmmm… rsrs, por enquanto não posso te contar, mas queria que você soubesse pra não se sentir tão culpada, e também pra saber que você não tá sozinha nessa, — respondeu solidariamente a Cielo Riveros a jovem patricinha.—Claudia…! Você… você… tá me tirando…! Eu… eu… não acredito que você fez isso com o mestre Túlio…!, só tá falando isso pra eu não me sentir tão mal.Cielo Riveros olhava com cara de pouca surpresa pra loira enquanto ela dizia isso.
Claudia, por sua vez, olhava pras próprias unhas com cara de sonsa, mas a verdade é que a nossa colegial de parar o coração acreditava nela, porque conhecendo a amiga sabia que ela era capaz de qualquer coisa por algo que quisesse. Na escola já rolavam vários comentários que sujavam a reputação dela, e ainda por cima a mente dela rapidamente trouxe as imagens de ver a Claudia toda pelada se masturbando e falando do professor Tulio naquela vez que ela teve que sair correndo de casa antes que a amiga fizesse uma loucura ao vê-la nua, ou antes que o bom professor acordasse e comesse ela de novo. Foi a loira quem a tirou do devaneio.
— Kkkkkk…!!, tô te falando que sim, boba, transei com ele naquele dia que fomos na feira quando você se perdeu na área do touro mecânico, aconteceu um pouco antes de você chegar na minha casa. Sacou…?, agora você sabe que a sua boa Claudia já deu pro professor mais feio da escola, kkkk, e pra você saber, o professor Tulio também foi meio bruto na hora que me comeu…

A contrariada gostosona que ouvia as confidências íntimas da amiga foi traída pelo próprio temperamento quente na hora de entrar em detalhes safados numa conversa tão ardente e nas lembranças quentes, ainda mais porque com a própria amiga tinham acabado de se esfregar num quarteto antológico com dois velhos de paus descomunais. Então ela soltou sem perceber outra intimidade ainda mais perturbadora pra loira. Claudia captou na hora e o que ouviu a deixou de boca aberta.
— Ah sim…!, o mestre Tulio pode ser meio bruto e grosso na hora que come a gente, mas não tem uma tão grande quanto a do seu Pedro ou do seu Cipriano… ou pelo menos foi assim que eu senti quando ele meteu em você na sua casa... — A garota, nas últimas palavras, percebeu a revelação indiscreta que tinha feito. fazendo com sua amiga loira, e depois de ficar em silêncio de forma marcada ao perceber o erro que cometeu, lentamente foi virando o rostinho para onde Claudia estava, para ficar olhando pra ela com seus preciosos olhos verdes bem abertos, saltados e mais vidrados do que nunca.

A linda Claudia ficou pasma, não podia acreditar, sua amiga de infância e de alma, a mais quietinha da escola e aluna exemplar diante de todo o corpo docente, a mesma que tirava as notas máximas em todas as matérias, e que era disputada pelos garotos mais bonitos do colégio, também se deitava com o nojento professor Túlio!?, já que claramente era a mesma Cielo Riveros que estava confirmando pra ela que conhecia as dimensões do pau do professor nojento e que, pra completar, não sentiu ele tão grande quando o professor com cara de girino doentio enfiou na casa dela mesma, segundo acabara de confidenciar ao comparar com os de dom Pedro e dom Cipriano.

— Nãããooo…!!! Cielo Riveros…!!!! você tá me dizendo que o professor Túlio também te comeu…!!?? — o corpo curvilíneo da loira enfiado no vestido preto delicioso que tinha manchas secas misteriosas de um líquido meio esbranquiçado e viscoso tremia de emoção diante desse novo sopro de safadeza que Cielo Riveros acabara de soltar, e ao ver que a garota tinha ficado petrificada com sua confissão imprudente, começou a incentivá-la a confirmar ela mesma de novo e que ela não tinha ouvido errado — Não fica calada, amiga…!!, me diz, você também se deitou com o professor Túliooo!?

Cielo Riveros, que naqueles momentos se sentia morrendo de vergonha pela imprudência da sua confissão, soube que não tinha outra alternativa a não ser reconhecer o que tinha dito com a própria boca.

— Éhhh… é que eeeu… não queriaaaa… mas siiiiiim… também me feeez… e foi na sua casaaaa…! — disse agora mordendo o lábio inferior e olhando pra qualquer lugar.

— Não acredito…!!! Isso… isso… é Incrível…!!! Me diz de novo e me belisca pra eu não acreditar que tô sonhando… me diz, o professor Tulio tava te comendo na minha própria casa…!!?? – a loira agora já tava de pé e andava nervosamente de um lado pro outro na frente da amiga, ela de um minuto pro outro já tava tipo louca e totalmente excitada pelo rumo da conversa.
— Ah, Clau…! Não fala assim, naquela vez não sei o que deu em mim, mas foi assim, do jeito que você tá falando…! – respondeu Cielo Riveros das tábuas velhas e ressecadas onde tava sentada.
— Então fala você também pra eu acreditar…!!! – um brilho estranho nos olhos da loirinha mostrava o estado alterado de safadeza que a amiga do coração tinha deixado ela, e ela ficava ainda mais excitada nos momentos em que a doce amiga era quem começava a soltar putarias, bem parecido com a conversa que tinham tido antes de sair de casa.
— Já… para com isso, Cláudia, que eu tenho vergonha de falar dessas coisas… – a menina não sabia onde se enfiar, enquanto a loira sabia que a Evelin tava baixando a guarda e que só bastava apertar um pouco pra ela continuar soltando as safadezas gostosas que tava aprontando.
— Fala você mesma…!!! E juro que não encho mais o saco…!!! – exigia de forma alterada e já meio molhada só de imaginar a amiga do coração se enfiando no nojento do professor, a safada da Cláudia falava agora parada imponentemente na frente dela e com as mãos na cintura, as pernas bem torneadas e douradas tremiam.
— Mas o que você quer que eu fale? – a menina de novo levou os dedinhos dobrados à boquinha linda de lábios tão vermelhos quanto framboesas maduras, enquanto olhava pra qualquer lugar menos pra amiga.
— Ué, que te comeram na minha casa, uai…! Se é disso que a gente tá falando…!!! – a loira incrivelmente tava quase tendo um orgasmo ali mesmo, parada como tava.
— Tá bom, vou falaaaar…! Mas pelo amor de Deus, para com essas suas saídas…: olha… o professor Tulio tava me co… co… co… mendo na sua própria c… Ca… casa…!, cê tá satisfeita agora!?, —perguntou finalmente a garota pra amiga, se fazendo de sonsa enquanto passava as roupinhas com as mãozinhas, a menina tava muito nervosa.
A essa altura, Claudia tava destilando da buceta suculenta jorros grossos de fluidos íntimos misturados com o esperma dos dois velhos que também tinham gozado dentro dela. A loira sentia uma ou duas dessas gotas safadas de fluido escapando do meio da calcinha já encharcada, escorrendo devagar pelas coxas dela. Mesmo assim, o que mais importava naquele momento era o que a amiga tava revelando. Ela também pensava que tinha se comprometido a não fazer mais perguntas, mas ela (Claudia) queria saber mais…
—E eles fizeram… sem roupa nenhuma…?, tipo, completamente p… pe… pelados…!?, —a fogosa Claudia já tava tirando o vestido e se masturbando ali mesmo, jogada no chão de terra, imaginando a amiga transando pelada com o professor de cara de cu.
A colegial, que também tava numa situação foda com a entreperna quase igual à da loira depois de uma conversa tão quente, inexplicavelmente confirmou balançando a cabecinha.
—Ai, Cielo Riveros…!!, —exclamou Claudia, começando a andar de um lado pro outro de novo, rápido, com os olhos fechados, tentando segurar e não deixar vazar da fenda íntima dela um jorro de aguinha quente que, sem vergonha, escorreu da buceta pras coxas douradas, se misturando com as gotas anteriores.
Depois de se recuperar meio que, ela virou pra onde a amiga tava sentada pra continuar o interrogatório tarado.
—Ei…!, e cê não vai me dizer que, além dos dois velhos de ontem à noite e do professor Túlio…, também já deu pra outros velhos…?
Cielo Riveros voltou de repente pra realidade. As pernas e o corpaço gostoso dela começaram a tremer de susto com a pergunta sem noção. Pergunta da amiga, ela só ficou olhando chocada e com os lábios gesticulando qualquer coisa só pra evitar a resposta que tinha que dar pra Claudia, a loira jovem e gostosa tinha cara de ser uma autêntica depravada pelo que ela via naquele momento.
— Clauuu…! Lá vem um ônibus… faz sinal pra ele…!!! — a alterada Cielo Riveros viu o ônibus chegando como se ele viesse salvá-la da própria execução sumária diante da pergunta cruel da amiga.
Claudia rapidamente virou o olhar e viu o transporte se aproximando, então, sem ter mais jeito, começou a fazer sinais pra ele parar.
— Não sei por que, amiga, mas acho que já sei qual ia ser sua resposta, Ahhh…! E não pense que isso vai ficar por aqui, Ehhh… nós duas temos uma conversa séria pendente — disse Claudia de forma terminante pra Cielo Riveros antes de colocar a coxa dourada no degrau do transporte.
— Ehhh, sim, claro…! — foi a resposta da envergonhada colegial que subiu atrás de Claudia.
As duas mãezonas gostosas fizeram o percurso até o centro da cidade em silêncio, com uma Cielo Riveros ensimesmada que só ficava olhando pela janela, enquanto Claudia, com um sorriso inquisidor e safado, não parava de estudar as reações da amiga, agora observando e imaginando ela deitada com o professor Tulio.
Assim que desceram do ônibus, uma Cielo Riveros confusa perguntou pra amiga pra onde elas iam agora, já que a direção da casa da Claudia ficava no sentido contrário da rua em que estavam andando.
— Pra onde a gente vai agora!? Pô… vamos num posto de saúde pedir a pílula, ou você quer engravidar de qualquer um dos seus dois amigos? — a estudante loira respondeu com semblante sério por causa da importância daquele procedimento pra ela.
Cielo Riveros se sentiu estranha andando naquelas aventuras com a amiga, já que, segundo ela e pelo que a mãe tinha ensinado, aquilo que iam fazer era um absurdo. fazer isso agora era coisa pra jovem libertina, e não pra mocinha direita e estudiosa como ela era, mas sabia que a amiga tinha razão, infelizmente tava ciente de que tinham passado a noite inteira comendo ela e não tinha outra opção senão se deixar levar pela Cláudia.

Quando já estavam na entrada do centro de saúde público, que naquela hora tava lotado de gente, Cielo Riveros mostrou vergonha e não queria entrar, a loira teve que convencer ela a fazer isso, já que com tudo que tinham depositado dentro do corpo dela, as chances de uma gravidez indesejada eram muito altas.

— Ai, Clau, é que eu não tô acostumada com isso… me dá vergonha entrar aí… — a guria, junto com o que falou por último, olhava pra todos os lados, pensando que podia ser vista por alguém conhecido da mãe dela, que também trabalhava num hospital, claro que noutra parte da cidade.

— Não seja boba, Cielo Riveros, se aqui ninguém nos conhece, só vão pedir nossos documentos e dar a pílula, além disso esses assuntos são sigilosos, já te falei, ninguém vai saber, só nós duas, e se perguntarem a gente diz que uns caras nos embebedaram e comeram a gente, e assunto encerrado, para de ser infantil e vamos logo.

Com isso, a menina não teve escolha e entrou junto com a amiga pra pedir a famosa pílula.

Foi uma moça vestida de auxiliar de enfermagem que atendeu elas, essa era só uns dois anos mais velha que as gurias. Cielo Riveros e Cláudia, depois de ambas passarem seus documentos no balcão, ficaram esperando receber o remédio.

Nisso, as colegiais viram que a moça, depois de confirmar os documentos das duas, tirou de um móvel algo parecido com uma ficha clínica e também falava baixinho com uma velha gorda e com cara de sapatona que também usava um avental branco, ambas as funcionárias olhavam os documentos das gurias e os papéis que a mais nova tinha pego, como se estivessem Confirmando uma parada, foi a gorda que tomou conta da situação. Então, com as duas identificações na mão, mais os documentos entregues pela jovem auxiliar, foi se aproximando de onde as estudantes esperavam.
—Qual das duas é a Cielo Yamile Riveros Caballero…? —a velha perguntou autoritária e com cara de brava, além de gorda, era muito feia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. CieloRiveros - Ehhh... sou euuu...!, -respondeu a guria com medo e de um jeito estranho, a Claudia também tava meio curiosa.
- A senhora, -a véia agora falava com a Claudia, -Espera aí que vão trazer a pílula aqui no balcão, e a senhora, -disse agora se referindo à Cielo Riveros, -A senhora devia ser mais responsável com a sua situação, se vai se meter na prostituição há mais de duas semanas, já devia ter vindo pra esse centro de saúde ou qualquer outro pra fazer o exame médico que a gente faz nas putas... ou será que não tem medo da AIDS...!?, ou de pegar qualquer infecção com todos os homens que deve trepar toda noite?.
A incrédula Claudia escutava sem acreditar em tudo que aquela véia gorda tava falando pra amiga tímida dela, enquanto essa só ficava ouvindo com cara de susto e sem conseguir falar nada, nisso a Claudia sentiu que de novo precisava defender a amiga do coração.
- Ehhh...!, desculpa me intrometer dona, mas acho que tem um engano aqui, minha amiga e eu somos estudantes, ela não é puta nenhuma como a senhora tá dizendo...
- Engano o caralho...!, essa piranha é uma putinha dessas que ficam nos becos, se você não sabia..., -Na profissão dela, a véia odiava as prostitutas, mais por preconceitos sociais do que por essas pobres coitadas fazerem mal a alguém, e odiava ainda mais se elas fossem bonitas, então imagina como ela ficou ao ver a deslumbrante colegial, o negócio é que a véia falava com um ódio do caralho pra nossa assustada adolescente de 18 aninhos recém-feitos.
A loira não conseguiu evitar dar uma risadinha pelo engano enorme que aquela senhora tava fazendo, então tentou ficar mais séria e explicar de novo.
- Não...!, a senhora tá enganada...
- Então confirma você mesma, mocinha, -cortou a véia, -Aqui tá a ficha que a gente faz pra todas as putas com os documentos que chegam do Tribunal, aqui embaixo tá anexada a cópia do parte que deram pra ela faz pouco mais de um mês. Aqui diz clarinho: Cielo Yamile Riveros Caballero, 18 anos, domiciliada em... (no documento oficial aparecia clarinho o endereço da Cielo Riveros, e a Claudia conhecia muito bem). Causa: prostituição na via pública — continuava a velha berrando pros ouvidos de todo mundo que tava no centro de saúde naquela hora. — Além disso, a sem-vergonha foi pega fazendo isso pelada em cima de um carro, conforme tá detalhado mais abaixo. Vai, lê e confere você mesma e me diz se eu tô errada.

A loira Claudia tava com os olhos arregalados enquanto lia o que dizia o documento emitido por um tribunal oficial. Ali estavam clarinhos os dados pessoais da amiga de infância dela, e no final da cópia da infração tava a mesma assinatura que a amiga fazia nos cadernos dela. Ou seja, — pensava a loira — quem tinha assinado aquela infração por prostituição, sem dúvida, era a própria amiga de infância, com a letra dela. Enquanto isso, Cielo Riveros, vermelha que nem um tomate e à beira do choro, não sabia como reagir a uma situação tão comprometedora.

— E aí, o que me diz, mocinha? Acha que pode ter algum tipo de erro?
— Ehhh... não sei o que dizer... — respondeu a jovem loira pra velha enfermeira, antes de se virar pra amiga com cara de choque. — Cielo Riveros... me fala alguma coisa, pô! — A garota só olhava pra baixo, mordendo os lábios. Por enquanto, não tinha nada a dizer sobre aquilo.

— Bom, depois você pode falar com sua amiga, mas ela não é daqui. As putas a gente atende numa janelinha que dá pra rua dos fundos. Mas antes, vamos tirar uma amostra de sangue pra ver se ela tá infectada com alguma coisa. — Junto com a última fala, a velha maluca pegou a garota pelo braço e levou ela quase arrastando pelo corredor até enfiar ela dentro de uma das salas, tudo isso diante dos olhos acusadores. Olhares de todo o público presente e muitos
comentários por parte deles sobre como levavam a puta para
desinfetar.
— Nããão...! Não me leva...!! — gritava a gostosona ao ser
tratada publicamente como uma puta vulgar de rua enquanto era
arrastada pela coroa no meio da confusão que se formou no setor
onde estavam. — Clauuu... não deixa eles me levarem...!!!
— Cala a boca, guria, que todo mundo já tá sabendo do que
você faz à noite...! — latia a madura chefe das enfermeiras, que
estava acostumada a atender as muitas prostitutas que chegavam
para se tratar e tomar a pílula. — Vadias como você sempre
enrolam pra fazer os exames, e a gente só quer ajudar...
— Te espero lá fora...!! — conseguiu gritar a loira para Cielo
Riveros antes que a porta da sala onde a velha enfiou a assustada
garota se fechasse.
Claudia ficou esperando a Cielo Riveros do lado de fora do
posto de saúde público por quase duas horas, até que finalmente a
viu sair. Rapidamente, a jovem foi ao encontro da amiga.
— Ahhh... Cielo Riveros...!! Finalmente saiu, já tava
preocupada, me diz o que fizeram com você...!?
— Só tiraram uma amostrinha de sangue do meu braço, e
depois me fizeram esperar os resultados. Como deu tudo bem,
falaram pra eu ir embora e voltar daqui a uma semana pra me tratar
de novo...
— Tão loucos...!! Você não volta aqui nunca mais...!! O que
eles pensam!? — bufava a linda Claudia, que tinha visto como
trataram a amiga do mesmo jeito que tratam as putas de rua. A loira
tinha presenciado toda a situação que incriminava a amiga, e apesar
de tudo, ainda duvidava que a amiga tímida realmente se
prostituísse à noite. A situação simplesmente não fazia sentido, até
que, prestando atenção em Cielo Riveros, perguntou:
— E essa caixa que você tá segurando...!? — disse de repente.
A loira estudante, entre irritada e curiosa, viu. que a amiga dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela 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dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela dela 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dela dela dela dela dela dela dela dela dela Por isso a gostosona estava intrigada.
—Como você está, minha Cielo Riveros… estudou pra prova de hoje? — perguntou com naturalidade.
—Sim, estudei sim, e você? Conseguiu estudar alguma coisa…? — Cielo Riveros também respondeu de forma normal, embora por dentro tivesse dificuldade em olhar nos olhos da amiga, já que desde que os velhos as tinham deixado naquela casa, elas tinham falado de tudo, menos do que rolou entre elas a pedido dos dois velhos depravados, enquanto a loira já respondia.
—Ah, não…! Ontem saí o dia inteiro com meu namorado, então não tive tempo, mas não importa, vou me virar com a nota depois que saírem os resultados. — Cielo Riveros lembrou rapidamente da investida sexual de Claudia com o mestre Túlio e daquele acordo estranho que a loira tinha dito ter com aquele professor nojento. — E você conseguiu resolver sua situação com o Rodrigo? Ele deve estar muito puto porque você deu bolo nele outro dia…
—Sim, ontem falei com ele pelo telefone, disse que tive um problema pessoal em casa. Ele estava muito bravo e parecia não acreditar em mim, mas no fim ficou de boa, e combinamos de sair neste fim de semana.
—Bom, isso é ótimo, espero que dessa vez você não tenha algo urgente pra fazer como no outro dia, kkkk…
—Claudia…! Por favor, não começa de novo que me dá vergonha…! Além disso, alguém pode ouvir você… — disse a menina olhando pra todos os lados.
—Ok… ok… não liga pra mim… Mmmm… agora lembrei que nós duas temos uma conversa pendente, lembra, né?
—Sim… lembro, mas por favor, agora não… aqui no colégio não, alguém poderia nos ouvir…
—Fica tranquila, amiga, não vou te pressionar, mas que temos essa conversa, temos…! Ahhh…! Olha, vou te deixar, minha Cielo Riveros… que lá vêm minhas amigas e você não gosta delas, então a gente se vê na sala…
—Sim, vai lá…, ei, Clau, se quiser revisar a matéria antes da prova… — Cielo Riveros se preocupava com a situação acadêmica da melhor amiga, mas essa pouco ligava. Interessou ela, e rapidamente cortou o que a menina queria dizer.
—Não se preocupa, Cielo Riveros, eu me viro… — disse ela, morrendo de larissa, antes de sair.

Cielo Riveros viu Claudia se afastar com uma matilha de patricinhas metidas, todas materialistas empedernidas e muito produzidas artificialmente, exibindo celulares chamativos e de última geração.

Já na sala, depois de terminar a prova em menos de 20 minutos, a menina ficou contemplando a amiga loira, que estava com os cabelos dourados presos num prendedor pequeno, deixando o rostinho lindo totalmente à mostra, com o nariz bem definido e levemente empinado. Via ela totalmente despreocupada, passando brilho nas unhas, enquanto a folha de prova estava em branco.

De repente, vieram à mente dela as lembranças daquela noite assustadora de sexo sem limites em que ela e a amiga se viram enredadas nas garras de dois velhos degenerados.

Enquanto continuava observando-a sentada na carteira, Cielo Riveros, inconscientemente, fixou os olhos verdes nas coxas douradas de Claudia e, inevitavelmente, as imagens do que os velhos as obrigaram a fazer vieram à tona. Seu coração começou a bater rápido, porque as imagens eram tão nítidas que ela conseguia despir a amiga gostosa dali mesmo e vê-la completamente pelada em todos os detalhes. Por isso, preferiu pedir licença para sair da sala, para tomar um ar e tentar pensar em outra coisa que não a deixasse alterada. Mas, ao sair, não conseguiu evitar olhar para Claudia, que naquele exato momento levantou a cabeça e devolveu o olhar com um sorriso lindo no rosto, que estranhamente fez a pobre menina murmurar baixinho:

—Ai, Clauuu…! — enquanto já saía da sala, inconscientemente, a colegial foi mordendo o lábio inferior, com a lembrança já na mente de quando ela esteve nua, sentada na boca da amiga, e como esta lambia sua buceta. de carne íntima forçada por aqueles dois velhos sinistros.
Isso foi o mais novo no primeiro dia da semana depois do ocorrido, os dias seguintes foram normais pra suculenta adolescente de cabelos pretos e olhos verdes. Suas lembranças luxuriosas da experiência vivida aos poucos começavam a sumir.

Só eram algumas mensagens de calibre pesado por parte de seu Pedro que tinham chegado no celular dela, onde ele falava dos litros de meleca quente que tinha guardado só pra ela, das 4 barrigas que ansiava que ela tivesse se um dia casassem, e que também, se ela se comportasse mal na ausência dele, faria ela dar o rabo de graça pro sindicato inteiro dos trabalhadores da feira dele e mais mil coisas. A menina, depois de ler, ia apagando, mas não conseguia evitar dar risada com algumas. O velho era um careca sem vergonha de nascença e muito mal-educado, pensava ela quando essas chegavam.

Por outro lado, o velho Anselmo tinha se dado ao trabalho de um dia esperar ela no mesmo ponto de ônibus pra que seu Lucas não visse, só pra dizer que o material que ele tava conseguindo já tava quase na mão. Nesse, supostamente, aparecia a mãe dela transando com seu Lucas na mesma cama de casal que na época ela dividia com o marido (o pai de Cielo Riveros). Mas a garota já sabia que aquilo era só lorota daquele gordo delinquente só pra ver se conseguia comer ela. Mas ela, nem louca, ia se deitar com aquele nojento, prometia pra si mesma uma e outra vez, já que os supostos vídeos nem deviam existir.

Por outro lado, ela mesma se propôs a não ir na casa de Rodrigo com o sogro presente depois que ele tinha estuprado ela (segundo ela). Só se atreveu a ir num par de vezes, desde que a sogra estivesse por perto.

Do sem-vergonha do sargento Sinforoso, de novo não sabia de nada, ele misteriosamente não tinha voltado a perturbar ela. Enquanto que o Juan e o professor Túlio ainda não tinham esgotado os esforços pra tentar conseguir se trancar no porão do colégio com a Cláudia e a Evelin. A ideia deles era passar o dia inteiro comendo as duas, se revezando e metendo em cada buraco delas, bem parecido com o que a dupla de mecânicos tinha feito. Mas, infelizmente pra eles, e de um jeito chato, ainda não tinham achado a fórmula certa pra realizar o plano.

O resto da semana seguiu sem novidades. No colégio, a menina tentava evitar encontrar a amiga loira, porque toda vez que esbarrava nela, lembrava da conversa pendente que as duas tinham, e depois ia paquerar os moleques pra eles comprarem refrigerante e guloseimas pra ela.

E assim, já num estado psicológico quase normal, a colegial, sabendo que a qualquer momento seus velhos assediadores iam cobrar o que ela tinha pra oferecer, decidiu que, de uma vez por todas, devia se entregar pro Rodrigo antes que um desses coroas sem-vergonha engravidasse ela.

Cielo Riveros sabia que com Rodrigo já tinham tido várias tentativas falhas em que não conseguiram consumar, e que no fim ela acabava dando pra algum velho mal vivido. Mas dessa vez não ia rolar. Ela ia dar tudo de si pelo seu amado Rodrigo, que tinha tanta paciência com ela nos momentos em que ela falhava. Além disso, mesmo que a Evelin já tivesse provado paus de vários tamanhos e de homens diferentes, com o Rodrigo seria totalmente diferente. Dessa vez ela não ia ser estuprada, dessa vez ela ia se entregar pra ele, e ia fazer por amor.

Já com tudo isso na cabeça, a menina começou a se preparar pra como seria sua pequena lua de mel adiantada com o Rodrigo. E a primeira coisa que fez foi avisar o interessado. Então, deitada na caminha dela e vestida com o uniforme escolar, ligou pra ele.

— Sério, Cielo Riveros…? Tem certeza do que tá me dizendo…?
— Sim. meu Rodri… pensei várias vezes e acho que no nosso relacionamento já estamos no ponto de dar esse passo importante, até porque da outra vez na sua casa eu já tinha te falado — a garota se sentia nas nuvens com essa conversa tão romântica com o namorado.
— Mas é que a gente já tinha combinado antes, e não deu certo, e se na sua casa surgirem problemas de novo… Eu não aguentaria, desejo tanto que isso aconteça que você nem imagina.
— Vai dar certo, Rodrigo, então não se preocupa, dessa vez a gente vai fazer… — a menina garantia, olhando uma foto pequena do namorado que ele tinha dado a ela uma vez.

O moleque, mesmo entre feliz e nervoso, se mostrava descrente, já que a namorada andava meio estranha ultimamente, sem falar na dor que ele tinha sentido depois de ter sido deixado esperando de novo, igual na última vez que combinaram de se ver. Mesmo assim, a ideia o animava, e muito.
— Mas e aí, o que você vai falar pra sua mãe? Ela vai desconfiar se você não chegar em casa na noite de sábado.
— Não se preocupa… ela disse que ia sair pra jantar com as colegas do trabalho e depois ia dormir na casa de uma delas, então pedi permissão pra ficar na casa da Cláudia, vai ver que não vai dar problema. Então, depois de ir ao cinema ver aquele filme de romance que você tanto fala, a gente pode passar a noite inteira juntos. — Cielo Riveros estava muito nervosa falando tudo isso pro namorado amado, mas no fundo do coração sabia que tinha que ser assim, até estava disposta a engravidar do Rodrigo pra ver se a horda de velhos safados que comiam ela parava de encher o saco.

O jovem Rodrigo agora sim não cabia em si de felicidade, finalmente ia dividir a cama com a garota mais bonita e gostosa que já tinha conhecido na vida toda, imaginava a cara que o padrasto dele ia fazer quando soubesse que a mina dele finalmente tinha dado a prova de amor, sendo ele o único dono da buceta dela. Beleza e tudo que isso envolve, já que Dom Severiano, seu odioso padrasto, sempre que estavam sozinhos perguntava se ele finalmente tinha conseguido comer ela, zoando dele e dizendo que aquela potranca era mulher demais pra um pobre viadinho como ele, nas próprias palavras dele.

Assim, o casal de pombinhos combinou de finalmente concretizar a famosa prova de amor que existe entre dois apaixonados, ritual milenar onde a mulher aceita dar uma provinha das suas essências e encantos femininos pro macho escolhido. Dessa vez, seria Cielo Riveros quem se entregaria ao seu Rodrigo pra mostrar todo o amor que sentia por ele.

(Sexta-feira na casa do Rodrigo)

— E aí, cara… por que você tá tão de bom humor…? — perguntou seu Seve ao enteado enquanto alisava os bigodes italianos, descansando num dos sofás da sala. No peito grisalho, dava pra ver uma corrente de ouro grossa; o velho estava com a camisa desabotoada e a barriga peluda pra fora.

O velho Severiano, depois da investida sexual que tinha dado na própria casa há pouco tempo com a exquisita namorada do enteado, tava muito interessado no namoro deles, sempre queria saber como andavam as coisas.

— Isso não é da sua conta, só tô de bom humor e pronto — respondeu o garoto de forma seca, enquanto passava a camisa escolhida pra usar com a amada no dia seguinte.

— Kkkkkkk!!!! Não me diga que você já comeu ela, porque não acredito… — o velhote tava atento à resposta do enteado, de algum jeito queria arrancar informação. Só de saber dos avanços ou recuos que Rodrigo tivesse no namoro, ele ficava puto ou animado até a loucura, dependendo do caso, já que ainda não perdia a esperança de voltar a transar com a docinha. Ela até tinha lambido o cu dele sem ele pedir naquela ocasião em que ele, se jogando de corpo inteiro, tinha feito aquilo com ela. força no começo até fazer ela gozar.
—Não, não comi ela, porque ela não é pra isso…, amanhã vamos ao cinema, já tô te falando já que você tá tão interessado no que a gente faz ou não faz…! — o garoto não gostava de falar da namorada pro velho do padrasto, porque percebia pela cara de tesão que ele olhava pra ela nas vezes que ele tinha convidado ela pra casa, mas o velho era chato com o assunto.
—Vai ser burro assim lá na puta que pariu, guy, as vadias são pra meter a pica e pronto, não pra levar no cinema e gastar dinheiro com elas, por exemplo quando conheci sua mãe e descobri que ela era viúva, só trouxe ela pra minha casa pra cozinhar pra mim, depois disso simplesmente comi ela, e olha que ela gostou porque em poucos dias já tava instalada com você incluso debaixo desse mesmo teto…, mas esse não é seu caso, guy, essa mulher que você tem como namorada nunca vai te dar a buceta, aliás nem sei o que ela faz com você, como já te falei, essa mulher foi feita pra abrir as pernas pra macho de verdade e não pra viadinhos como você… otário…!!, hahahaha…!!!!
O garoto não aguentava mais de raiva, sabia que a conversa tava indo longe demais com o padrasto odioso dele, e se ele ficasse puto ia acabar batendo nele como sempre fazia, mesmo assim respondeu desafiando.
—Não ri…!, pra você saber que a Cielo Riveros depois do cinema vai me dar a prova de amor, então amanhã não vou dormir em casa.
Com as últimas palavras do Rodrigo onde ele avisava abertamente pro padrasto falastrão que no dia seguinte ia transar com a gostosona que o velho desejava com toda a alma, ficou um silêncio estranho no ar, até que o velho depois de dige

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