Cielo Yamile: Minhas aventuras sexuais com coroas


Cielo Yamile River-os mis aventuras sexuales con viejos 22

Claudia, ao se sentir novamente deitada de costas, mas com a diferença de que agora o nojento homem de dom Pedro se jogava em cima dela com claras intenções de estuprá-la, não conseguiu reagir quando já sentiu o contato e o calor daquele tremendo falo que já estavam metendo à força, e bem no momento em que foi obrigada a abrir as pernas, sentiu a irrupção completa do pau dele para dentro do mais recôndito da sua intimidade.

No começo, aquela tremenda e grossa piroca não entrou tão fácil, pois apesar de estar bem lubrificada com os líquidos de Cielo Riveros, a cabeça dela era um pouco grande para o seu buraquinho vaginal, então o velho, ciente dessa situação, segurou firme nos quadris daquele corpo e empurrou com força.

— Arrrrrrrrrrrrrrghhhhhttttttt...!!!!!! — rugiu dom Pedro ao sentir o pau enfiado na caverna amorosa da loira... — Então esse é o gosto da sua buceta de loira, puta que pariu...!!!! — berrou o mecânico, ao mesmo tempo que cuspia nojento na cara dela e dava outro empurrão feroz, enfiando o mais fundo que suas forças permitiam.

— Mmmmmmmffffsssssssssssss...!!! — gemeu Claudia com a cara cuspida, ao se sentir cheia de pau, enquanto tinha que aguentar.

O gemido de dor que a loira soltou ao se sentir penetrada tão bestialmente por um tronco daqueles mostrava a todos os presentes que a estudante metida estava completamente atravessada; ela tinha sentido aquele pau grosso deslizando devagar até bater de vez no seu colo do útero, deixando os dois corpos bem colados.

Assim ficou por uns deliciosos momentos o mecânico eufórico, sem se mexer, curtindo o calorzinho que emanava daquela caverninha tão apertada que a garota metida, que tinha se achado a foda braba com ele, usava. Ele sentia a carne interna da garota apertando deliciosamente o pau dele, então, depois de um momento, decidiu que já era hora. chegou a hora de começar a se mexer sobre aquele corpo delineado que ele
vinha avaliando desde que as meninas tinham chegado na feira.
Em poucos minutos, o velhote já a estava enfiando
selvagemente, enquanto, com o peito levemente erguido, a olhava com cara
de bravo, como se estivesse comendo ela com raiva. Claudia só recebia
com os olhos fechados e com lágrimas escorrendo deles, sabendo que
estavam estuprando ela pura e simplesmente.
Por sua vez, seu Cipriano e Cielo Riveros observavam o
tratamento violento que Claudia estava recebendo, já que seu Pedro tinha
começado a comer ela como um louco, investindo de forma animal sobre seu corpo curvilíneo
e tonificado, enquanto a loira recebia soltando uns gemidos
lamentosos de dor e resistência a cada estocada que levava com forças
descomunais.
--Jejejejeje... depois me empresta ela, filho da puta, eu
também quero pisar nela, jejejeje, dizia seu Cipriano ao irmão, já que
sua pica ameaçava explodir a qualquer momento por causa das reações
que os gemidos da loira provocavam nele.
Seu Pedro, que enquanto investia sem dar trégua pra
Claudia aprender bem quem é que mandava, virou a cabeça como pôde pra
dizer ao irmão:
--Pois é, ali tem a Cielo Riveros, cuida dela que
eu vou ensinar a essa potranca quem é o cavalo dela desde hoje,
jejejeje, depois que ela for domada, te empresto um pouco pra você usar,
jejejejeje..., ria o velho sinistro com a cara toda suada.
--Jajajaja... vai nessa, otário...!, disse o mecânico
do Pé Grande ao irmão, que continuava tão tarado e desequilibrado
como tinha sido desde que eram moleques. --E você, putaaa...!!!!, disse depois, mas
agora se referindo a Cielo Riveros, que continuava de joelhos sem saber o que fazer,
--Vai chupar minha pica, já falei, se não quiser que eu te esbofeteie por idiota,
jajajajaja...!!!!
A menina assustada, ao ver como estavam
estuprando a amiga, se aplicou na hora pra não fazer Irritar de novo os velhotes, já que ela tinha sido uma das primeiras a levar uma surra naquela noite quente e luxuriosa de sexo sem limites. Então, com a pica do seu Cipriano bem perto da boca dela, não foi muito trabalho que ela teve pra pegar com uma das mãozinhas e enfiar o máximo que conseguiu na boca, começando a chupar como se realmente quisesse devorar aquilo, só pra fazer o velho se sentir bem com o que ela tava fazendo. Com a rola já na boquinha, ela olhava pra cima com os olhos verdes, piscando de um jeito sensual — embora isso fosse sem querer — e, ao mesmo tempo, dava uma olhada de canto pro lado do corpo pra ver como tava a foda que a amiga tava levando.

Cielo Riveros, enquanto chupava a pica do irmão do seu Pedro, tentava se dedicar ao máximo pra que a amiga não passasse por algo ruim nas mãos do velho que tava estuprando ela. Enquanto isso, seu Cipriano continuava enfiando a rola cada vez mais fundo na boca daquela gostosa novinha, segurando ela pela nuca de vez em quando pra ajudar a meter o mais fundo possível, enquanto com as mãos enormes passava a mão nos peitos dela, apertando e amassando do jeito que bem queria.

Depois de alguns minutos disso tudo, Cielo Riveros tava dando o melhor boquete da vida dela no seu Cipriano, que só se segurava na cabeça dela, babando e com os olhos virados. Do lado deles, seu Pedro continuava com os movimentos de vai e vem no corpo gostoso da loira, às vezes devagar, depois acelerando o ritmo. Claudia já não reclamava mais; pelo contrário, nessa altura já tava se deixando levar, com os olhos bem fechados e respirando só pela boquinha, mostrando pra qualquer um que tava adorando aquilo, além de soltar suspiros gostosos de prazer.

Seu Pedro, percebendo o estado real da loira, passava a mão no corpo todo dela enquanto metia. pegava, e também começou a dar uns beijos enormes na boca dela. Cielo Riveros, da posição dela e sem parar de chupar aquele instrumento longo e grosso que, pelo jeito que pulsava entre os lábios, parecia que ia explodir a qualquer momento, via a amiga dela e o Dom Pedro cruzando as línguas e juntando as bocas de um jeito apaixonado. As mãozinhas da Claudia já abraçavam ele pelas costas, e a menina teve a impressão de que a amiga dela estava adorando tudo que estavam fazendo com ela, já que a cada momento parecia abrir mais as pernas pro velhote.

Dom Cipriano, por outro lado, soltava uns urros de prazer de dar medo, porque percebia que o pau dele não cabia inteiro naquela boquinha doce com lábios de morango, mas a menina tava fazendo de tudo pra enfiar aquela ferramenta bruta de touro inteira na boca, chupando, depois lambendo as próprias palmas das mãozinhas pra masturbar ele rápido com elas, em seguida acariciando com os lábios, beijando a glande roxa e tentando enfiar a ponta da língua no buraquinho daquele pau descomunal.

Até que o velho tarado do Dom Cipriano não aguentou mais e, tirando o pau da boca dela de uma vez, se jogou no colchão imundo e depois pegou a garota pela cintura e colocou ela em cima do pau dele. Cielo Riveros, que nesses assuntos também era uma aluna adiantada e já montada naquela barriga enorme de cerveja do Dom Cipriano, abriu as coxas mais do que a posição exigia pra ser comida, com o único objetivo de, na hora que tentassem, o pau entrar mais fácil, porque, devido à experiência anterior, ela sabia que o instrumento viril do irmão do Dom Pedro era muito grosso.

O desesperado do Dom Cipriano, ao se ver com uma jovem amazona montada na barriga dele e olhando pra ele com uma carinha entre assustada e excitada ao mesmo tempo, com muita dificuldade apontou a vara dele na entrada vaginal dela, e, assim que Teve pousada numa abertura tão sublime, fechou os olhos e forçou pra cima.
Com Cielo Riveros apoiada no peito peludo do velho,
fechando os olhinhos num claro sinal de estar aguentando a pressão da pica
na entrada da buceta dela, e com o velho Cipriano com o rosto todo
desfigurado pela força que fazia com o apêndice sem parar a porrada feroz,
sentiram que finalmente ele conseguiu enfiar a cabeça daquela
ferramenta descomunal na carne da novinha e putinha.

A guria, ao sentir a entrada da cabeça daquele
grosso pau de carne quente, soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo
tempo, ficando parada e respirando convulsivamente pelo nariz, até que,
ao sentir aquela monstruosidade de pica começando a deslizar pra dentro
da buceta dela, fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, mostrando
claramente que tava sentindo e curtindo a penetração daquele tronco
de carne cheio de nervos e veias, até ficar totalmente atravessada
vaginalmente pelo instrumento animalesco de seu Cipriano.

Assim que Cielo Riveros e seu Cipriano se acoplaram
sexualmente, se juntando à putaria de sexo em que Claudia já tava
entregue com seu Pedro, tudo dentro do barraco era som de madeira
se soltando e caindo, outras rangendo freneticamente no mesmo ritmo
das duas fodas que tavam rolando lá dentro.

Enquanto Cielo Riveros cavalgava de olhos fechados
desesperadamente no macho dela, subindo e descendo a bunda na pica
oleosa e bem dura, o velho segurava ela pelas ancas ajudando a subir
e descer, enquanto Claudia continuava recebendo as estocadas ferozes
que seu Pedro enfiava sadicamente.

Depois, um seu Cipriano enlouquecido por estar
comendo uma potranca daquelas começou a deslizar as mãos pelas bundas
redondas e macias da colegial, apalpando com gosto o rabão enorme
que a danada carregava, e aproveitando também pra Enfiar um dos dedos no buraco que ainda continuava dilatado por causa do tratamento selvagem que tinha levado minutos antes, Cielo Riveros, no mesmo ritmo em que cavalgava ele, enfiava as tetonas dela na boca do velho pra ele chupar.
Do lado deles, seu Pedro, já meio cansado de tanto meter daquele jeito e percebendo que a qualquer momento podia gozar dentro da loira, foi diminuindo as estocadas até tirar o pau de dentro dela. O pau saiu todo molhado de vários tipos de líquidos, e quando ele se levantou, um fio grosso de porra pendurado na cabeça do pau, que continuava duro igual no começo.
Cláudia, sentindo o vazio na barriga, abriu os olhos verdes. A menina estava toda suada, com a pele rosada por causa do tesão que o velho Pedro tinha deixado nela. Quando viu do lado do corpo a cavalgada magistral que Cielo Riveros estava dando no pau do seu Cipriano, ela se animou na hora a se satisfazer sozinha com a mão na buceta bem molhada, já que viu que o velho que tinha acabado de comer ela estava acendendo um cigarro.
— Jejejejeje... bem... bem... olha só como essa gostosa se remexe no teu pau, meu bom — disse seu Pedro pro irmão dele. O velhote foi sentar no catre vazio pra descansar um pouco. — Que tal se a gente descansar um pouco? Acho que essa puta que tá te cavalgando melhor que uma prostituta de aluguel devia cuidar da amiga dela, jeje. Acabei de deixar a vagabunda toda no tesão, e isso pode fazer mal pra ela, hahahaha...!!!
Seu Cipriano, que estava no paraíso do prazer por causa do jeito que aquela maldita menina se mexia no pau dele, lembrou de fazer aquelas putinhas se esfregarem uma na outra pra dar o show da vida deles. Só com isso, ele rapidamente colocou as mãos grandes nas cadeiras da jovem, claramente fazendo ela parar os movimentos.
Assim que Cielo Riveros parou, mas Ainda empalada na ferramenta do mecânico, ela ficou olhando pra todos os lados, já que, por causa do tesão, não tinha escutado as intenções de Dom Pedro, até que o próprio Dom Cipriano a colocou a par.

— Já ouviu, gata, agora tem que cuidar da sua amiguinha que ficou toda excitada, kkkkkk...

Cielo Riveros ainda não acreditava no que estava ouvindo, e no momento em que levou o olhar pro corpo da amiga, que com certeza ia se opor àquela situação como tinha feito antes, se surpreendeu ao ver a Claudia, que com cara de necessitada continuava se masturbando e olhando pra ela, como se esperasse que ela fizesse o que os velhos estavam pedindo.

— Tá esperando o quê, sua piranha?! Sai dessa e faz suas putarias com a sua amiga gostosa, kkkkkk, contribuiu Dom Pedro do lugar dele.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. CieloRiveros - Ehhh... é que eu não sei...
--Você nunca sabe nada, piranhaaaa...! Só deita do lado dela e começa a fazer umas coisinhas gostosas nela, kkkkkk
Nisso, ela foi pega pela cintura por seu Cipriano, que já queria se divertir vendo aquelas criaturas dando um belo show, fazendo safadezas entre si. O velho tirou ele mesmo e deixou uma Cielo Riveros toda nervosa deitada ao lado do corpo de Cláudia, que continuava se tocando bem devagarzinho, de olhos fechados. A única verdade em tudo isso era que a loira tinha se entregado de novo, porque depois da porrada de foda que o seu Pedro tinha dado nela, ela tava fervendo de tesão.

Seu Cipriano se posicionou do lado do irmão, e os dois, se masturbando, ficaram esperando o que aquelas gostosas iam fazer.

--E o que vocês tão esperando, suas putasssss...!? Se toquem, porraaaaa...!!!, gritou seu Cipriano da posição dele.

Cláudia, percebendo a inexperiência da amiga nessa parada por causa da respiração acelerada que mostrava o nervosismo que ela tava sentindo, e como ela já tinha um pouco de experiência em brincadeiras lésbicas com algumas amigas patricinhas que saíam com ela, foi levantando o corpo pra se virar pra onde estava uma Cielo Riveros cheia de expectativa, que ainda pensava que aquilo que tava prestes a acontecer não tava acontecendo (tão me entendendo, né?).

Cielo Riveros, quando viu a amiga se ajoelhar no colchão e se aproximar dela, simplesmente fechou os olhos. Não queria participar daquela aberração. Ela não era lésbica, pensava, e tinha certeza que a Cláudia também não, mas tava claro que se não fizessem o que os velhos pediram, iam levar uma surra, e era por isso que a Clau tava se comportando daquele jeito tão estranho.

A menina nervosa nem percebeu quando se viu deitada com o corpo de Cláudia bem colado no dela. Só ficava de olhos fechados, até sentir a mãozinha da sua amiga acariciando a cabeça dela, as unhas muito bem cuidadas da loira e da outra mão ela já sentia passando delicadamente pela pele dos seus quadris, acariciava com tanta delicadeza como se ela fosse uma bebezinha, a menina estava quase se mijando ali mesmo porque o coração dela disparou quando lembrou de um certo sonho que teve com a loira há um tempo, onde faziam coisas muito mais ousadas do que as carícias que a Claudia estava fazendo.
Cielo Riveros só ficava quietinha, mas tremendo de nervoso e vermelha que nem um tomate, enquanto continuava sentindo as carícias da Claudia em diferentes partes do corpo, até já tinha passado a mão na bunda dela, a colegial naquela hora queria morrer, porque bem no momento em que a loira acariciava o cabelo dela perto da orelha, sentiu um formigamento gostoso no estômago que descia até a parte mais sensível do corpo, e pra completar a loira aproximou os lábios sensuais na orelha da garota e perguntou:
— Tá gostando...?
Cielo Riveros abriu os olhos pensando que a Claudia agora tinha pirado de vez, como é que perguntava uma coisa tão antinatural, uma perversidade em letras maiúsculas, pensou, mas ficou mais chocada ainda quando, sem saber por que respondeu, saiu um categórico da boca dela:
Cielo Riveros — Siiiiim...
Claudia se inclinou sobre o corpo da menina que estava quase deitada no colchão surrado, os peitos das duas já se apertavam uma contra a outra, até que a loira simplesmente entreabriu os lábios e introduziu com suavidade a língua fresca na boquinha doce da Evelin, até que as duas boquinhas ficaram unidas num beijo delicioso de língua entre elas.
A garota, que estava à beira de um ataque cardíaco, correspondeu aquele beijo sensual e começou a mexer a língua com a mesma delicadeza que a amiga de infância fazia, nisso a mãozinha da Clau foi descendo pela barriga da menina até chegar na buceta dela e, como se aquilo fosse normal entre elas começou a masturbá-la bem delicadamente.
As duas gatinhas enquanto se beijavam e uma delas masturbava a outra, ao fundo ouviram os aplausos dos velhos que as ovacionaram ao vê-las entregues ao sexo proibido.
Cláudia, depois de ficar se beijando com Cielo Riveros, foi aos poucos abandonando os lábios da amiga para ir descendo pelo pescoço dela até chegar nos peitos. A loira, antes de chupá-los, arrumou seus cabelos loiros e se posicionou de quatro, abrindo um pouco as pernas para dar uma postura mais sugestiva para o par de degenerados que as obrigavam a fazer tudo aquilo.
Já na posição e sem esperar mais nada, a loira estudante abriu sua boquinha e começou a chupar as tetonas da amiga, alternando lambidas delicadas nos bicos e lambuçadas por todo o contorno delas, passando de uma para a outra, enquanto a menina já sentia uma eletricidade gostosa que a amiga transmitia dos lábios dela para os peitos, o que virou uma respiração ofegante de boca aberta por parte da gatinha que já estava começando a se excitar com aquela sessão de lambidas que nunca tinha sentido antes.
Cielo Riveros sentindo os lábios da amiga nos bicos, levantou a carinha para olhar para ela, viu a loira de quatro enquanto tentava arrancar gozo com um dos peitos dela na boca, sugando.
Instintivamente, a nossa colegial que ainda estava com as coxas encolhidas e abertas de pernas largas com a mãozinha da Cláudia fazendo carícias delicadas na buceta dela, também colocou uma das mãozinhas na cintura da amiga e começou a deslizar até o cu da Clau, o que deu coragem para a loira ir descendo com os lábios pela barriga lisinha de Cielo Riveros até chegar na parte mais desejada pela matilha de homens que conheciam a gatinha.
A loira nua, que também se sentiu atraída por aquela fenda erótica e feminina depois de olhar bem e quase devorá-la com os olhos verdes semicerrados Ela fechou os olhos e abriu os lábios até juntá-los com a parte superior da buceta de Cielo Riveros, que, ao sentir aquele contato quase mágico e delicioso, automaticamente ergueu os quadris para tornar ainda mais completa a união da sua buceta com a boquinha da amiga.
Claudia, depois de sentir e se deliciar com os sabores ácidos da buceta de Cielo Riveros, sempre com os lábios bem grudados nela, tirou sua linguinha e a enfiou o máximo que pôde naquela fruta fresca e madura que a amiga mexia suavemente no mesmo ritmo em que ela lambia, até que em um momento se separou e virou o rosto para olhar para Cielo Riveros. A garota abriu os olhos e viu que a amiga a encarava daquela posição, ouvindo ela dizer:
— Ricaaa... você tem uma buceta muito yummy, Cielo Riveros...
A colegial, que ainda não acreditava no que a amiga da alma estava dizendo, se arrepiou com uma sensação estranha que aquelas palavras deliciosas provocaram no seu estômago. A loira perguntou:
— Quer que eu continueee?
Evelin, ao ouvir, só balançou a cabeça afirmativamente.
Nisso, levantou-se do catre um eufótico don Pedro, que já estava doido pra comer as duas juntas por causa das safadezas que estavam fazendo, mas ele queria mais:
— Kkkkkkkkk... delicioso par de putas...!!! Mas... você, garota — disse se referindo a Claudia —, pergunta pra essa vadia se ela gosta que você coma a boceta dela... e você, gostosa, vai dizer que adora... kkkkkkk...!!! Vamos, loira, pergunta pra ela...!!!
A loira, que por um momento tinha esquecido do par de velhos, ficou olhando para ele e viu sua ferramenta enorme, bem dura e escorrendo fios de porra por causa do tesão danado que elas mesmas estavam mantendo nele com toda aquela sessão luxuriosa de sexo lésbico que estavam oferecendo. E por motivos estritamente carnais, já que ela queria sentir de novo a pica do velho furando seu estômago, ela soltou da boquinha, de forma entrecortada, a putaria que ele queria ouvir. safado decrépitoClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro (mantendo o formato e o tom natural, com gírias brasileiras):

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**Tradução:**

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais."

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**Texto em espanhol original (não fornecido):**
*(Como você não forneceu o texto em espanhol, não posso traduzi-lo. Por favor, compartilhe o texto em espanhol para que eu possa traduzi-lo conforme solicitado.)*
CieloRiveros te gos... ta... que te co...ma a buc... etaaaaa...vadia sim?!!!
Cielo Riveros engolindo saliva e olhando como os dois velhos se batiam uma bronha, já que agora estavam de pé, um de cada lado do colchão, também respondeu pra amiga como seu Pedro queria ouvir,
Cielo Riveros —Sim Clau... eu a... mo como você come minha b... uc... etaaaaa...!!!
É claro que as duas novinhas estavam sendo obrigadas a se falar com um vocabulário mais vulgar, mas também é verdade que só de falar aquelas putarias as duas se esquentaram ainda mais do que já estavam, no fundo adoraram dizer aquelas sacanagens.
Nisso, Claudia enterrou a cara na buceta de Cielo Riveros, enquanto começou a mexer os joelhos, claramente jogando o tronco e a cintura na posição oposta à da menina, que via a amiga aproximar as coxas perto dos peitos dela, e enquanto Claudia lambia, chupava e sugava a buceta da nossa gatinha, a loira desgraçada, feito uma aberração, levantou uma das coxas pra passar por cima do corpo da amiga até se acomodar do jeito que queria. O 69 já tava pronto, com Claudia montada ao contrário no corpo de Cielo Riveros.
A menina, que pela primeira vez na vida tava naquela situação com uma mulher, não entendeu por que reagiu daquele jeito quando, depois de olhar a centímetros dos seus olhinhos verdes a bucetinha dourada da Claudia e se deliciar com os pelinhos loiros que ela tinha na parte íntima, acabou quase desesperada se agarrando com as duas mãozinhas nas cadeiras da amiga gostosa pra, depois de olhar tudo o que queria, abrir a boquinha de rosa e começar também a chupar a periquita da amiga íntima.
Os velhos não acreditavam, ali estavam as duas novinhas fazendo um lindo 69 feminino que ninguém tinha pedido, as duas gatinhas se contorciam e se mexiam no ritmo, sentindo que derretiam de tão gostoso que tava. sentindo cada uma com a boca na buceta da outra.
Foi a Claudia que num dado momento levantou a carinha dela, que tava possuída pela lascívia, pra transmitir pra todo mundo o quanto tava gostoso,
— Aaaiii céus...! que delícia que eu tô chu...pando a puta... a vadiiiiiaaaa...!! — falou enquanto esfregava a buceta na boca da amiga como uma puta no cio, enquanto continuava com as sacanagens, — Assim... assimmmmm... passa a língua na minha buceta amigaaaaa... agoraaaaa... come ela inteiraaaa...!!! — implorou a loira enquanto mandava uma enxurrada de sucos vaginais enquanto sofria uma onda de orgasmos gostosos, sucos que a Cielo Riveros, tão safada quanto a Claudia, foi engolindo tudo à medida que saíam da buceta da amiga.
Assim que a loira terminou de gozar, deu uma última série de lambidas na buceta gostosa da Evelin e depois passou os dois braços por baixo da cintura da Cielo Riveros e se deixou cair pro lado até ficar de costas, com a Evelin montada ao contrário em cima do corpo dela.
Esse novo 69 foi alucinante por si só, o corpo escultural da colegial naquela posição celestial convidava qualquer macho a devorar ela, e era isso que os velhos estavam fazendo, devorando ela com os olhares cheios de tesão e com os paus. Olhavam aqueles peitões perfeitos que balançavam e se mexiam a cada movimento da menina, e aqueles furinhos lindos que se formavam nas costas dela, bem na parte onde começavam as curvas da cintura.
Foi o seu Pedro que, não aguentando mais a vontade que sempre teve daquela garota, sem respeitar o 69 das meninas, se posicionou atrás da Cielo Riveros e meteu o pau na buceta dela sem pedir permissão pra nenhuma das duas.
A menina, que naquele momento tava bem concentrada lambendo a buceta azeda e salgada da Claudia, sentiu a invasão na buceta dela e se virou como pôde até o olhar dela encontrar o Olhar zombeteiro de Dom Pedro, que estava maravilhado por ter aquela bunda enorme na frente dele, e enfiado na buceta da frente da garota gostosa, até que ouviu ele dizer:
— Não se preocupa, vadiazinha... só vou te comer um pouquinho pra depois vocês continuarem na de vocês, kkkkk...
Céu Riveros não respondeu, só respirando ofegante ao se sentir cheia de pau de novo, virou o olhar e levou seus lábios vermelhos até a buceta dourada da Cláudia pra continuar lambendo, até interromper de novo essa nova e deliciosa tarefa porque o velho tinha começado a comer ela que nem um maluco.
Céu Riveros — Aahhh... ahhh... uhhh... siiiim... ahh... ahh..., gemeu a puta com as porradas violentas que Dom Pedro dava, enquanto Dom Cipriano não parava de bater punheta vendo o irmão em ação.
— Tá gostando de como eu como essa sua bucetaaaa...?!!!, perguntou o velho enfiando o pau o mais fundo que podia enquanto sentia a Cláudia lambendo as bolas dele de vez em quando nos momentos em que conseguia alcançar.
— Aahhhhhh...! siiiiiiiiiii...!!! Aahhh...!!! Aahhh...!!! t... tô... amandooo...!!!!, respondeu a garota de olhos fechados sentindo cada atrito interno que o velho dava com a vara dele.
— Muito bem, putinhhaaaa...!!!, se prepara que vou gozaaaar...!!!
Dom Pedro começou a meter uma série acelerada de estocadas que fizeram a menina explodir num orgasmo delirante. — Plafff...! Plafff...!! Plafff...!!! Plafff...!!! Plafff...!!!!, ecoavam as bundinhas macias e vibrantes a cada batida na cintura do velho.
Céu Riveros — Aaaaaahhhhh...!!! siiiim...!!!!! Dom Pedrooooo... p... papai...! Ssiiiim...! Aahhh…!!!
— Toma, vadiazinhaaaa...!! tomaaaaaa...!!!!, bufava o velho bem agarrado na cintura de Céu Riveros com os olhos arregalados por causa do tesão danado que as duas garotas estavam dando nele.
Dom Pedro, se dando por satisfeito, tirou o pau de uma só puxada pra trás, deixando a pobre Céu Riveros à beira do orgasmo, mas... A mina se deu bem com os lábios mornos da amiga queen, quando viu desocupada a gostosa bocetinha íntima da amiga, não pensou duas vezes pra começar a chupar ela na hora e com fome, o que animou a gata a também se enfiar na virilha da amiga, se entregando as duas de novo no que estavam fazendo quando foram interrompidas pelo mecânico tarado.

Depois de uns minutos deliciosos em que as gostosinhas quentes ficaram rolando no colchão imundo sem parar de lamber as bucetas, foi a loira que, montada de novo na Cielo Riveros, se desmontou e virou o corpo pra começar a beijar ela, as duas gatinhas se comiam a boquinha naturalmente, como se tivessem feito isso a vida toda.

Claudia, que tava esquecida de tudo e nem ligava pros velhos que não paravam de se masturbar, depois de se separar de um beijo sensual, foi quem propôs pra amiga:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. CieloRiveros... vamos transar entre no... so... tra...!?, propôs a loira com seus cabelos dourados esvoaçantes e a respiração toda ofegante por causa da puta excitação que tava sentindo.
Agora sim que Cielo Riveros tava quase se mijando de nervoso, como assim a Claudia queria que elas duas transassem, isso era coisa de homem e mulher,
— Clauuuu.. o... o que você tá me dizendo...? a gente é mulher...
— Vamos Cielo Riveros... não seja bobinhaaaa...! por acaso nunca fez a tesourinha com uma amigaaa, jijiji. Claudia naquela hora só queria juntar a buceta dela com a da amiga, pensava que ia ser uma delícia ter esse tipo de comunhão com a Cielo Riveros.
A loira sem esperar resposta e com um sorrisinho de uma verdadeira safada começou a mexer o corpo até ficar na frente da Cielo Riveros pra depois começar a cruzar as pernas com as da menina assustada que, vendo a posição que a Claudia tava, a mente dela já tava imaginando como elas iam transar do jeito que a amiga pediu.
1 minuto antes, seu Cipriano quase teve que se segurar pela pica pra não soltar uma porrada de leite no ar quando ouviu a putinha loira falar pra amiga que praticamente queria comer ela, enquanto seu Pedro observava tudo do outro lado do colchão se masturbando que nem um sem-vergonha.
As duas bucetas tavam uma de frente pra outra com a Cielo Riveros de costas e apoiada nos cotovelos, enquanto a Claudia tinha se virado de lado, passando uma das coxas por baixo de uma das pernudas da Cielo Riveros e a outra por cima da barriga da menina.
Já tava tudo pronto pra tesourinha feminina que as garotas iam fazer.
Cielo Riveros, tomada por um estado louco de tesão e sem se importar se seu Pedro e o outro velho tavam ouvindo, com os olhinhos vidrados disse pra amiga,
— Me come... Clauuuu...,
A loira que tava possuída pelo demônio naquela hora, sem pensar nisso, mas me agarrei a uma coxa de Cielo Riveros e fiz minha buceta avançar até encostar na da menina.
As duas bucetas, assim que se juntaram, começaram a se mexer delicadamente e em uníssono, os pelinhos íntimos de cada uma das jovens se enroscavam por causa de como cada dona se esfregava uma na outra, faziam círculos alucinantes para depois se unir de novo, se frictionar pros dois lados e repetir aquelas ondulações enlouquecedoras com que se procuravam.

Em poucos minutos, os movimentos de cintura que as fêmeas faziam ficaram ainda mais insanos, as gurias estavam se entregando de verdade, e isso se via na parte baixa das duas pelves, já que suas bucetas estavam transbordando dos líquidos íntimos que cada uma soltava. A essa altura, as duas minas já sabiam o que tinham que fazer e como se mexer, suas panochas se beijavam e chupavam apaixonadamente, enquanto as meninas empurravam seus corpos ritmicamente. Naqueles momentos, o único som no quarto era o barulho molhado das bucetas se raspando, que se somava aos gemidos de prazer das duas jovens, que se misturavam com as respirações pesadas dos velhos que não perdiam nenhum detalhe de tudo que tava rolando ali.

— Issooo... assimmm... se mexeee... me comeeee...!!! — pedia Cielo Riveros, lascivamente, pra Claudia.

A loira, que percebeu que a amiga tava pronta pro orgasmo, aumentou a velocidade dos movimentos e ondulações da buceta, enquanto a menina sentiu uma onda de prazer feminino que fez ela arquear as costas e empinar a buceta em busca da de Claudia, que ficava grudada na dela até que a explosão orgásmica foi imparável, porque ela sentiu que da sua pussy se espalhavam inúmeras descargas elétricas que se expandiam pra cada canto do corpo dela.

— Ohhhhh...! gostosoooo...! Clauuuuu... minha vidaaaa...!! tô gozandooooooo...!!! yummy... sua putinhhaaaaa...!!! Aayyyyyy...!!!! Ayyyyy...!!! Mmmm...!!! Ayyyyyyy....!!! gostosooo...!!! gostosooo...!! gost...!! gostosooo...!
A menina, que ainda se esgoelava de prazer, foi tomada por uma série de espasmos que eletrificavam cada um dos seus membros, fazendo com que começasse a mexer a buceta de forma desesperada, enquanto a loira, ao sentir aqueles movimentos frenéticos da sua amiga fogosa, fez com que sua buceta quente se desmanchasse num orgasmo fenomenal que se fundiu com o da Cielo Riveros. As duas vaginas pareciam estar se mijando de tanta quantidade de sucos que jorravam forte para fora a cada contato que faziam entre si.
— Ohhhh...! eu também... vou gozar...!! vou gozar...!!! Cielo Riveros, que gostoso você se mexeee...!!! assim...!!! assim...!!! assim...!! meu amoooor...!!! Ahhhh...!!! Ahhhhhyyyyy...!!! gostosa...!!! gostosa...!!! Mmmmmmm...!!! gostosa...!!! e... e... esfrega a sua xota em mim...!!!! que eu tô gozando, mamãe...!!!
Foram 90 segundos de gritos, contorções e putarias que as vadias novinhas ficaram falando até que, assim que os músculos dos seus corpos e das bucetas de cada uma relaxaram, ficaram as duas estiradas em posições opostas, com suas lindas pernas abertas, respirando ofegantes de olhos fechados. Cielo Riveros com os dois braços abertos como se tivesse vindo de uma batalha, e Claudia com as duas mãozinhas no rosto.
— Vamos pegar a Cielo Riveros nós dois, meu bom, mas um de cada vez — disse seu Pedro ao irmão. — Mete nela primeiro, te veio meio broxa... hahahaha...!!! — concedeu o velho ao irmão o benefício, já que o via mais desesperado pra descarregar a semente.
— Valeu, filho da puta...!!! lá vou eu nessa vadiazinha desgraçada... hahahaha...!!!
Seu Cipriano, com o pau cheio de porra quente, viu a gostosa novinha estirada naquele colchão com suas belas pernas totalmente abertas. A menina ainda não se recuperava completamente do orgasmo delirante que teve depois de ter se acabado. Com a Claudia, ele também não percebeu que o irmão de Dom Pedro a olhava com a mesma cara de um canibal desequilibrado olhando um corpo humano antes de devorá-lo, e era exatamente isso que o velho desejava naquele momento: devorar literalmente aquela jovem ninfa que se exibia inconscientemente em todo o seu esplendor juvenil.
Já sem se aguentar, o mecânico ansioso se jogou sobre aquele corpo soberbo oferecido para ele e, sem dar tempo pra nada, enfiou tudo de uma só vez, fazendo com que a garota semi-inconsciente percebesse que tinham metido nela de novo. Por sua vez, Cielo Riveros, diante da enfiada violenta que recebeu e como se ela tivesse sido feita só pra dar prazer a quem quisesse, se limitou a se agarrar nas costas largas do mecânico e a recolher novamente as coxas pra que as estocadas fossem mais fáceis e profundas pro velhote.
Claudia, que estava deitada bem na frente de onde estavam metendo na amiga de novo, só se encolheu no colchão e ficou olhando o estupro em posição fetal, sentindo também novas sensações na buceta ao se sentir parte daquela bacanal de sexo sem limites em que tinha participado junto com a melhor amiga.
Seu Cipriano estava no paraíso, empurrava, metia, enfiava e saboreava o corpo imponente da colegial, que, bem agarrada ao peito do homem, também colaborava, mexendo a cintura pra frente e pra trás a cada estocada que recebia. Mas foi tanto sobe e desce da buceta dela e as enfiadas do homem que os dois não aguentaram mais e gozaram juntos numa explosão intensa de prazer. Nisso, Cielo Riveros, pra sentir ainda mais gostoso, aumentou o ritmo dos movimentos até que, dominada por tanta tesão que estava sentindo na mente, soltou um grito luxurioso de glória e gozo ao mesmo tempo, se agarrando com desespero ao corpo grotesco e peludo de Seu Cipriano, que, por sua vez, bem no momento em que a garotinha urrava de prazer, Injeto à força dentro da buceta dela uma porrada de porra quente e meio amarelada, inundando ela de tal jeito que, depois de cheia, escorria pelos lados do pau dela, que ainda não tinha diminuído de tamanho. Foram vários espasmos que jorravam jatos de esperma grosso e vigoroso, enchendo ela por completo até o fundo do útero.

Enquanto tudo isso rolava, a cena sexual alucinante era observada por uma Claudia assustada e tesuda, que, apesar de tudo que já tinha vivido, ainda não se convencia de que a mulher que naquele momento estava dando pra um velho dos mais ordinários era a amiga dela, Cielo Riveros — a menina mais tímida da sala, a mesma que tirava as melhores notas na escola e era a mais comportada de toda a turma. Por mais que repetisse isso pra si mesma, ainda não acreditava, e pra completar, há poucos minutos elas tinham mandado uma sessão colossal de sexo entre elas, a pedido daqueles caras que trabalhavam como mecânicos.

Por sua vez, seu Pedro, que tinha olhado orgulhoso como o irmão dele comia a mulher dele, mal o cara se jogou como um bicho morto ao lado dela, não hesitou em se acomodar na mesma posição em que tinham deixado a garota quase desmaiada. O velho degenerado sentiu o sangue ferver de desejo e novas forças renascerem no corpo enrugado dele ao ver as condições lamentáveis em que a colegial estava, e notando o quanto ela estava indefesa, ainda do jeito que o irmão tinha deixado, aproveitou a chance, já que naquele momento tinha uma ereção tremenda. O pau dele, todo entortado, quase exigia que o dono se enfiasse e entrasse naquela buceta recém-preenchida com porra quente.

O mecânico luxurioso e feroz da feira, já quase montado no corpo escultural da colegial, contemplou pela última vez a presa antes de comer ela de novo. Viu a curva perfeita da cintura, com a pele branca e lisa, pra... seguir mais abaixo e de novo
esbarrar naquele triângulo alucinante, quase invisível, de pelinhos pretos — "Essa desgraçada é uma gostosa, agora mesmo você vai saber o que é uma boa pica, hehehehe", pensava e ria consigo mesmo o velho nojento.

Dom Pedro, já sem esperar mais nada, pegou seu membro descomunal, de características muito parecidas com as do irmão, e passou pelo estreito e escorregadio canal vaginal que se abria entre as duas coxas abertas da jovenzinha. Tinha deixado que seu irmão tarado aproveitasse com a bela puta que ele mesmo havia encontrado, mas estava disposto a se pagar com juros pelo tremendo prazer que acabara de conceder àquele infeliz e egoísta, pensava consigo, mas isso ficaria para depois. Por ora, tinha se contentado em foder a loira, assim como agora pretendia fazer de novo com Cielo Riveros. Então, sem pensar mais no assunto, colocou sua glande oleosa entre as dobras da vagina, que estavam bem úmidas pelos resíduos do irmão, e, depois de juntar as peles do peito com os peitos túrgidos daquela mamacita, instintivamente empurrou a pica para dentro.

O grosso e potente membro de Dom Pedro abriu caminho com força por aquele conduto vaginal que estava alagado de esperma amarelado. A garota gemeu ao sentir outra pica penetrando-a lentamente de novo, mas, sem parar, assumiu seu papel, como vinha fazendo desde que a meteram dentro daquela espelunca imunda e suja de campo.

Enquanto Cielo Riveros já estava sendo comida com mais força, e a pica já perfurava furiosa o útero da garota, Dom Pedro continuava investindo implacavelmente com sua pica endurecida por entre as paredes internas da moça, ao mesmo tempo que a atacava com a boca, desde o ombro nu, passando pelo pescoço até chegar aos seus lábios semiabertos, lambendo tudo. Com isso, novamente se notava que a jovenzinha, além de abrir as pernas tal como tinha feito com seu irmão, mano, ela tinha acabado de sair do transe e já tava de novo cheia de calafrios que deixavam ela exasperada e esquentada até a loucura, a ponto de soltar dos lábios o que o próprio tesão pedia,
Cielo Riveros —Aaaaaaahhhhh…! Aaaaaaahhhh...!! — gemeu a colegial a cada nova estocada que o dom Pedro mandava com a pica dele, que tava em chamas por causa de toda a excitação acumulada nas horas de putaria que já tinham com as duas colegiais.
Agora, sem nenhuma consideração, ele enfiava estocadas com movimentos de penetração selvagens, sem parar de mexer o quadril e o pau pra trás e pra frente, empalando ela bestialmente, sentindo e absorvendo o impacto na buceta escorregadia da quase morta Evelin, que ainda se dava força pra responder pra qualquer um dos dois velhos.
Enquanto isso, Claudia, que via essa nova violação, ou lá o que fosse, com os olhos arregalados, porque tinha jurado de boca cheia que dessa vez a Cielo Riveros não ia reagir, mas lá tava a amiga dela de novo trepando e reclamando de tesão como a pior das putas.
Mais de 20 minutos o dom Pedro ficou bombando que nem um louco o corpaço surrado da colegial.
Enquanto isso, a mina naquelas horas quentes tinha perdido pelo menos um quilo e meio de tanto que tava suando, com o corpo esbelto todo suado e brilhando alucinantemente, se entregando e gozando ao máximo com os movimentos vigorosos que o mecânico usava pra comer ela como se fosse mulher dele, a cada momento as estocadas que ele dava iam ganhando mais intensidade, o corpo da garota se mexia ritmicamente pra trás e pra frente no colchão imundo por causa das enfiadas firmes que ela tava aguentando.
Dom Pedro, que tava preso pela luxúria e cheio de excitação, começou a dar umas estocadas fortes e aceleradas, enquanto todos os poros da pele dele junto com os músculos se envolveram nuns espasmos de prazer impressionantes na hora que ele gozou. jatos de porra dentro do estômago da garota que, ao perceber o que tava rolando, também gemia sem parar, chegando com gritos de todo tipo a outro orgasmo junto com o macho dela.
Agora sim, dava pra dizer que a garota tinha literalmente o estômago todo melado, o sêmen dentro do corpo dela cobria tudo, e ainda escorria por entre os órgãos internos.
O velhote, já mais calmo, depois de esperar uns segundos, relaxou e sem falar nada se levantou, deixando a garota no chão. A Cielo Riveros estranhou a rapidez com que o velhote se mandou, mas ficou mais surpresa ainda ao ver que a amiga dela tava cavalgando desenfreada em cima do Dom Cipriano.
A Cláudia tava agachada, de cócoras, com as duas mãozinhas apoiadas no peito peludo do Dom Cipriano, que tava esticado como se tivesse morto, babando sem perceber. A cavalgada que a loirinha tava dando nele era de campeonato, porque os dois não tinham se segurado, de tanto tesão de ver os outros dois trepando tão gostoso enquanto eles só olhavam.
O sinistro do Dom Pedro, que via o corpo delineado daquela jovenzinha loira, com cara de nórdica, pulando e espremendo a pica do irmão dele, aproveitou o momento pra ir até onde tava a calça dele e tirar do bolso o celular. Depois, como um verdadeiro bandido e sem interromper o casal, tirou umas fotos, e também fez um vídeo de 20 segundos da putaria colossal que eles tavam aprontando. Isso passou despercebido pelo Dom Cipriano. Dom Pedro, já satisfeito com a sacanagem dele, riu que nem um demônio enquanto guardava o celular com a gravação e as fotos na memória.
— Que merda é essa, seu filho da puta...!!! — bufou Dom Cipriano quando voltou a si e viu que o irmão dele tinha pegado a loira e arrastado ela pro lado da Cielo Riveros, que tava se recuperando do último orgasmo.
— Kkkkkkk fica frio, mano... essa loira tem uma missão, kkkkk.
Depois que Dom Pedro largou ela. deitada de costas, Claudia, surpresa, estava de novo com tesão por causa da foda que tinha levado de Dom Cipriano, e ouviu aquele velho nojento sem dentes agora falando com Cielo Riveros.
— Sua garota, vai devagar e coloca essa buceta na boca dessa puta...!!! hahaha...!!! vamos rápido...!!! antes que o ranho dessa vadia escorra...!!!, hahahaha...!!!!!
Cielo Riveros ficou olhando assustada pra Claudia, que estava deitada do lado dela, as duas meninas ainda excitadas, mas o que o velho pedia já era mais loucura do que tudo que já tinham feito. Nisso, a colegial sentiu que era a própria loira que pegava forte na mãozinha dela, como dando força pra cumprirem o que pediam.
A menina, vendo a cara de sádico com que Dom Pedro olhava, esperando seus desejos se realizarem, ouviu ele bufar de novo:
— Tá esperando o quê, puta...?!!, mexe essa bunda e joga todo o nosso gozo na boca dessa vagabunda...!!!, hahahaha...!!!. E sentindo Cielo Riveros que Claudia apertava a mão dela de novo, em sinal de solidariedade, ela foi se ajoelhando devagar, enquanto o velhote quase babava dando instruções. Dom Cipriano também se aproximou pra ver a operação: — Com cuidado, garota, tenta não deixar escorrer nenhum esperma até sentar na boca da sua amiguinha, hahahaha...!!!!
Cielo Riveros, já de joelhos com a mãozinha na boceta, tentando evitar que a vagina cheia de esperma de dois homens diferentes deixasse vazar, com muito cuidado passou uma das coxas enormes por cima da cabeça de Clau até ficar quase montada na cabeça dela. Ainda não ousava tirar a mão da buceta, só olhava com cara de medo pros dois velhos:
— Dá pra ela, puta...!!! a loira tem que provar e comer tudinho...!!!, hahahaha...!!!
Foi Claudia que, delicadamente, pra ajudar a amiga e evitar pra que não batessem nela de novo, facilitou o serviço, já que ela mesma fez com que Cielo Riveros limpasse a buceta pra imediatamente abrir sua boquinha e esperar o que a amiga ia soltar da buceta dela. A colegial não precisou fazer muito esforço, porque foi a própria força da gravidade que deu o primeiro passo pra Cielo Riveros cumprir aquela tarefa louca. Com a buceta jovem a apenas alguns centímetros dos lábios rosados e sensuais da loira, que esperava de boca aberta e com a linguinha pra fora, viu como da abertura íntima de Cielo Riveros foram aparecendo, no ritmo, grossos gotões do líquido branco e às vezes amarelado que caíam perfeitamente dentro da boca dela. Claudia, da posição dela, via em primeiro plano a buceta da amiga com seus poucos pelinhos pretos brilhando e como aquela fenda preciosa não se cansava de vomitar a essência masculina dos dois velhos. A colegial, por sua vez, enquanto ainda não acreditava que estava naquela situação com Claudia, sentia como o sêmen dos velhos escorria de dentro dela, só se tocava na barriga fazendo movimentos com a mãozinha pra que o conteúdo grosso que estava lá dentro descesse mais fácil. Num momento em que olhou pra baixo pra ver como Claudia estava, e quando os olhares femininos se cruzaram, viu que a amiga, de baixo e com a boca aberta e branca de sêmen, piscava um olho pra ela como quem diz que tava tudo bem, ou pelo menos foi o que Cielo Riveros entendeu. Quando da represa vaginal da nossa deliciosa Cielo Riveros não saiu mais daquele líquido viscoso, e no momento em que a garota já tinha se afastado do rosto da amiga, todos viram como Claudia, com uma coxa esticada e a outra encolhida pra cima, só ficava deitada com a boca cheia de espermatozoides e que, depois de mostrar de vez em quando a língua que parecia embalsamada naquela essência masculina prolífica, sem Esperar que ninguém mandasse, foi e engoliu tudo sem nem fazer cara feia.
Mas seu Cipriano, que tinha ficado de pau duro com a cachaça fracassada que tava tomando com a Claudia antes do irmão ter a brilhante ideia recém-realizada, que nem um desesperado avançou pra onde a Evelin tava, agarrou ela com força pelo braço e fez ela se deitar com a cara bem perto da amiga, e na hora se abaixou do lado delas, deu três punhetadas na piroca e soltou a segunda gozada de leite.

As neném assustadas viram aquela ferramenta masculina grotesca vomitar porra na cara delas, e ficaram mais traumatizadas ainda quando viram que a piroca do seu Pedro também entrou na festa dos tiros.
Três cordões grossos de líquido branco cortaram as duas caras das gostosas, outros mancharam grotescamente os cabelos delas, a visão ficou nublada com o líquido quente e esbranquiçado que banhava elas, nem as sobrancelhas, narizes e orelhas escaparam do banho de porra que levaram.

As duas neném ficaram deitadas no colchão imundo enquanto, como podiam, limpavam a cara e principalmente os olhos.
Os velhotes, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, depois de deixar elas naquela situação lamentável e após fumar um cigarro comentando como tinham se divertido com aquelas duas menininhas de 18 anos, limparam as pirocas nas roupas das jovens e simplesmente foram embora na caminhonete do seu Cipriano, deixando elas peladas e todas fodidas dentro do barraco.

— Ehhh... parece que já foram, falou Cielo Riveros com os dedinhos dobrados na boquinha quando sentiu o motor da caminhonete se afastando. A neném já tinha recuperado a personalidade tímida de sempre.
A loira, depois de olhar o lugar imundo onde tinham sido comidas, se levantou e respondeu pra amiga:
— Pelo menos deixaram a roupa e nossas coisas... vamos, se veste que a gente vai embora... olha, já tá clareando...

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