Nesse tempo ausente, terminei algumas histórias e essa é uma delas. Vou postando aos poucos conforme for me ajeitando com minhas coisas.musaO final desta história éDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.(Instagrammer e twitcher brasileira. Por algum motivo, no capítulo anterior eu falei que era portuguesa kkk). Já sabem, não sejam pão-duros: se gostaram, comentem, avaliem, whatever. É o melhor jeito que tenho de saber se a história agradou ou não.



Era uma noite de verão em 2013, em Las Grutas, uma daquelas noites mágicas de verão em que a felicidade e a paz em Carla eram tão avassaladoras que ela mal conseguia pegar no sono, mesmo com o cansaço físico. Passando as férias em família, quando ainda era uma família típica naquele destino turístico da província de Río Negro, junto com a irmã mais velha, a irmã mais nova e os pais, Paula e Norberto.
Eram daquelas semanas em que Carla se sentia nas nuvens. Sob um céu estrelado cuja luminosidade entrava por uma claraboia triangular que parecia a pirâmide Illuminati das notas de dólar, aproveitando as águas patagônicas a manhã inteira, parte da tarde e a família completa, sem saber que aqueles tempos não durariam para sempre… nem sequer durariam muito mais. Na sua ingenuidade quase infantil, ela achava que os bons tempos seriam eternos e que aquelas férias se repetiriam todos os anos.
Naquela mesma noite de férias, a mente de Carla ficaria tão perturbada que poderia ser considerada um ponto de virada na sua vida, o antes e o depois que separa as crianças dos adolescentes. Quando, no meio da noite, no andar de baixo onde os pais dormiam, ela começou a ouvir uns sons estranhos que a impediam de pegar no sono.
Carla tinha uma mentalidade cruel. Quando era suposto encontrar pensamentos felizes para dormir, a mente dela se autoflagelava com os perrengues do dia a dia, como as gozações dos colegas de escola, os apelidos humilhantes, a frieza da Jimena com ela, o quanto se sentia infeliz desde o nascimento da Cíntia, que roubava o pouco tempo que os pais tinham para administrar. Era coisa demais para lidar, e ela ainda não conseguia administrar tudo, mesmo estando de férias, que era o momento ideal para afastar esses fantasmas da cabeça.
Eles alugavam uma casa de veraneio por três semanas na rua Caleta de los Loros, a poucos metros da rua Caleta. Falsa, que os levava em linha reta até o oceano patagônico. O caminho era exaustivo, vários quarteirões, muitos deles descampados sob o sol, às vezes escaldante, carregando os brinquedos da caçula da família, ou alguma cadeira de praia, guarda-sol, seja lá o que os braços jovens da Carla pudessem carregar. Por isso, quando era hora de voltar pra casa, depois de jogar algum jogo de tabuleiro em família ou caminhar pela avenida principal, as irmãs caíam no sono de tão cansadas… mas ela, não.
Naquela noite, ela estava sendo perturbada demais por aquele som de sucção, repetitivo, constante, como de alguém comendo sem nenhum recato, feito um bicho, fazendo um barulho de ventosa muito desagradável… Será que o pai dela estava comendo algo escondido? Ou algum bicho tinha entrado pra comer as coisas dela?
No silêncio da noite, com cuidado, a Carlita desceu da cama beliche que dividia com as duas irmãs (a Jimena e a Cíntia dormiam na de baixo, como sempre a pequena era mais apegada à mais velha e essa aceitava de má vontade) e como ela ficava na de cima, era só virar pra dar uma olhada na cama dos pais… onde eles não estavam.
Aquele som peculiar, parecido com quando se tampa um canudinho e chupa com força, vinha da sala de estar lá embaixo. Tomando cuidado pra não pisar no tabuleiro de Banco Imobiliário, com seus hotéis, propriedades e dinheirinhos organizados pra poderem continuar o jogo depois (embora com certeza começariam um novo), a Carlita se espiou por entre as ripas do mezanino que dava pro andar de baixo… e o que ela viu marcaria a vida dela pra sempre.
Dava pra ver só uma luz e, nela, a cabeça de uma mulher de cabelo escuro, a da mãe dela, se mexendo de um jeito que achou estranho, percebeu que ela estava entre duas pernas grossas de homem, as do pai dela, e era ele quem iluminava ela como se tivesse um refletor apontado enquanto ela fazia algo que provocava aquele som.
O pai dela iluminava a Paula com um celular, anos depois, quando ela revisitasse essas lembranças, saberia que ele estava filmando. Filmando durante uma sessão de sexo oral furtivo. Além disso, revisitando suas memórias, Carla descobriria que sua mãe, ajoelhada entre as pernas do pai, balançando a cabeça de forma monótona e profunda, estava fazendo o que mais tarde ela saberia que chamavam de boquete. Incontáveis vezes, Carlita voltaria àquela cena para encontrar combustível para suas excitações noturnas, sem saber bem por quê, sem saber bem como aquela lembrança de espionar a intimidade dos pais gerava sensações tão contraditórias.
Talvez porque ela se perguntasse o gosto daquele membro paterno (ou de qualquer um, no geral), já que Paula o chupava, lambia e saboreava com um prazer incontrolável, até parecia cuspir (coisa que ela nem imaginava pra quê)… devia ser muito gostoso. Talvez porque seu pai tivesse uma ferramenta que, anos depois, graças à pornografia e experiências frustradas, ela descobriria que era muito grande, mesmo vendo de cima já dava pra notar que era um cara dotado. Talvez porque a consumia a inveja de que sua mãe pudesse ter essas liberdades e ela, por ser filha, não.
- Me fala o quanto você gosta da minha pica, me fala… - Exigiu o pai naquele momento, sem saber que gravava suas palavras na mente da filha no andar de cima.Ssshhh— Vão nos ouvir. — Preocupou-se Paula, parando de chupar pra lamber o tronco de lado, sem saber que com essa ação deixava a filha ver sobre ela o aspecto da pica que lhe deu a vida. Inclinada sobre a barriga dele como uma alavanca de escotilha, passava bem do umbigo do pai.
Embora estivesse a quase três metros de altura, conseguiu ver a pica iluminada pelo celular, especialmente a glande apontando pra cima, na direção dela… era a primeira vez que via um pau ao vivo e a cores, dessas coisas que nunca se esquecem.
— Quero saber o quanto você gosta, não se preocupa que as meninas apagaram e tão dormindo. — Disse pegando a pica pela base e usando pra dar tapas na mulher, fazendo um som de tapa bem safado. Carla até conseguiu ver gotinhas e fios de saliva voando pros lados.
— Para, bruto, devagar, você já é grande pra me fazer falar essas barbaridades de sempre, ainda por cima me grava? Pra quê, se eu chupo sua pica toda noite?
— Fala ou não como mais pica, quero ver o quanto você gosta de comer pica. — Ameaçou esfregando o tronco duro na bochecha dela (ignorando a pergunta).
— Sigh, você já sabe o quanto eu gosto de chupar sua pica, Norberto, deixa eu comer em silêncio, por favor… — E ele, pegando ela pelos cabelos, levou até a glande e a obrigou a rebolar a cabeça de um jeito muito mais dominante, segurando firme e na velocidade que gostava, tão rápida quanto funda, provocando engasgos que eram respondidos com novas enfiadas.
— Isso, assim que eu gosto, isso…uuh, uuuh, uuuuh... chupa essa picauuhsim.uuhsim.
Carla viu o pai com a cabeça jogada contra o encosto arredondado do sofá, deixando escapar da boca aqueles gemidos de prazer que ela não entendia direito… foi naquele momento em que, enquanto com uma mão filmava e com a outra conduzia o boquete, que Norberto abriu os olhos e viu a filha espionando ele lá de cima, com os cabelos caindo sobre o andar superior e mesmo assim, continuou na dele sem se importar que tivesse uma penetra na sua aventura.
Tinha sido tipo assinar um acordo pro futuro, um pacto de silêncio que mostrava um pequeno vislumbre do mundo desconhecido do sexo em troca de abrir mão de parte da infância dela. Numa época em que não era moda googlar qualquer dúvida tarada, Carla assinou o pacto e observou, mesmo sabendo que estava deixando a doce inocência pra trás, cedo demais. O pai dela, sendo cúmplice dela e da curiosidade dela, foi o que mais gerou perguntas sem resposta no futuro.
Depois de anos seguindo a linha reta das normas sociais e respeitando o que era tido como bons costumes na sociedade, Carla foi construindo, na base de momentos, indiretas e diretas, aquela lembrança congelada na mente, transformada em realidade e tendo ela como protagonista entre as pernas do pai.
— Disso não tem volta, amor. Tem certeza? — Perguntou ele, fazendo a última colaboração dele como pai certinho e normal, enquanto acariciava o cabelo curto da filha.
Carlita olhou nos olhos dele, depois pro volume enorme na frente dela e, devagar, com os polegares por baixo da cueca, foi puxando pra baixo… a virilha dele estava depilada, como toda rola ocupada, toda rola requisitada de daddy, até que, igual nos vídeos, ficou livre e se ergueu como se fosse acionada por uma mola poderosa, balançando que nem uma catapulta.
— Sempre foi uma menina curiosa. — Afirmou o pai vendo ela admirar o falo que a gerou.
Se usassem modelos de pinto nos livros de biologia ou de medicina, o do papai bem que podia ser um deles, se não talvez porque era grande demais. Naqueles livros, costumava-se apelar para a mínima expressão das formas, e um caralho tão grande e grosso, por mais que fosse lindo, podia beirar o obsceno.
Carla o olhou da base limpa até a glande lá no alto, e parecia não terminar nunca de percorrê-lo com os olhos. Nos cruéis verões de Buenos Aires, podia se refugiar na sombra daquele tronco. Se seus cálculos não falhavam, ele tinha entre 19 e 22 centímetros, fácil.
— Nem que fosse a primeira vez que você vê ele. — Disse ele, lembrando do mesmo momento que ela, observando maravilhado como sua filha parecia até contar os poros da pica.
— É a primeira vez que vejo ele tão de pertinho… você tem ele muito grande e grosso, papai, já vejo por que meu Zeus deixou tanta descendência.
Norberto sorriu, nem ele, que tinha vivido tanta coisa, podia acreditar no que estava prestes a acontecer.
— Sabe qual é a diferença entre a mamãe e eu? Eu nunca vou parar de dizer o quanto amo mamar sua pica.
Legitimando suas palavras, Carla criou coragem e, aproximando os lábios e o nariz da pica da qual um dia brotou, cheirou, beijou e, deixando escorrer um jato de saliva na glande, a introduziu na boca para passar a língua por toda a base da cabeça.
Por alguns segundos, pai e filha conectaram seus olhares, enquanto estavam ligados de uma pica a uma boca. Carlita espalhou sua saliva quente por toda a glande até escorrer e, quando sentiu ele lubrificado, começou a rebolar a cabeça. Agora entendia por que sua mãe tinha dito que mamava ele todo dia — uma pica daquelas era um prato impossível de ignorar em qualquer circunstância, e ela se sentia plena e gostosa por finalmente levá-lo à boca. Tantas respostas foram respondidas com um simples movimento de cabeça.Ahhh, fiuuuuFinalmente, finalmente posso chupar essa sua piroca enorme, papai. — Ela disse depois de soltá-lo devagar, deixando cair mais babinha borbulhante na glande e passando a língua para espalhar.
— Você queria fazer isso há muito tempo, meu amor?
Carlita concordou enquanto chupava a glande e, sem tirar os olhos dele, esperando sua aprovação (como toda filhinha de papai), começou a descer formando um anel perfeito com os lábios até onde sua anatomia permitia, até que a cabeça avermelhada encostou na garganta, além da campainha. Lutando contra os engasgos, produzindo saliva como uma menina com um pirulito gigante, Carla manteve a rola enfiada e, assim que se acostumou com ela, começou a balançar a cabeça.Sluurp, sluuurp, sluuurp, chupei, chupei, sluuuch…As onomatopeias molhadas que inundaram a sala eram difíceis de recriar, pareciam uma linguagem subaquática baseada em estalos úmidos.Aí, aí, aí, aí...—, mi amor, que bom que chupa a pica minha neném. — Disse o pai dela, sentado no sofá como um rei, parecendo que se fundia com o courino do mesmo, tão relaxado que suas costas se curvavam cada vez mais.
Carlita, tão satisfeita quanto ele, continuou balançando a cabeça no mesmo ritmo, na mesma velocidade, esticando a pele do tronco com os lábios formando um anel perfeito. Seu rosto magro ao sugar se contraía numa imagem tão erótica quanto inédita. O papi dela nunca a tinha visto com uma careta daquelas.
Conforme o boquete ia se desenrolando, ambos se transformavam diante um do outro. Carlita parecia mais despenteada, com os lábios e o queixo brilhando de saliva, com um olhar fogoso que parecia segui-lo mesmo quando virava o rosto ou quando levava a chupada ao limite, também quando a pica invadia sua boca empurrando contra suas bochechas, dedicando a ele uma expressão obscena que seu pai nunca achou que veria: a cara de uma puta gulosa, faminta de pica.
Por outro lado, ele, sentado como um patriarca, começou a acariciar os cabelos escuros da filha, aproveitando o presente proibido mais do que jamais poderia aproveitar os equivalentes legais dados por outras vadias. Havia um plus no proibido, em toda aquela tensão desatada construída por tantos anos. Diante de seus olhos, aquele nó górdio explodia em mil pedaços, soltando todos os seus demônios e se deixando levar. Ele pegou a filha pelos cabelos com ambas as mãos, como costumava fazer tanto com Paula quanto com suas amantes, e conduziu o boquete no ritmo que gostava: forte, profundo e constante.
Carlita relaxou cada músculo do pescoço, apoiou as mãos pegajosas nas coxas nuas do pai e deixou que ele usasse a boca dela como bem entendesse, neste caso, como um buraco de foder, como um buraco sexual, um simples orifício criado para o prazer do homem, com a lubrificação e adstringência certas. Sem parar de olhar na cara dele, vendo como seu pai mudava fotograma por fotograma, Carlita foi uma boa menina e se entregou. Se esforçou para revirar os olhos como sinal de total submissão ao pai dela.“Toc, toc, toc, toc, toc…”se ouvia por causa do bater molhado e contínuo na garganta da filha, enquanto ela mantinha os olhos virados e depois os deixava vesgos quase por reflexo, sem saber como o pai reagiria àquilo.
- Oooh, isso aí, adoro essas carinhas de boba que você faz nas suas lives. – Ele disse enquanto continuava guiando o boquete com a mão.
Ver as lives dela era uma das tantas liberdades que Norberto tomava com ela. Era tanta a devoção pela filha do meio, que contra todas as expectativas geracionais ele tinha uma conta no Twitch onde, sempre que podia, via a sua Carlita fazendo lives, onde o homem culto se instruía na gíria dos jovens, nos gostos da filha, nos videogames favoritos dela, no jeito dela com os outros... embora alguns termos dos moleques ainda escapassem, o que era compreensível.
- Carinhas de boba? – Perguntou Carla depois de tirar o pau do pai, que ficou tão ereto quanto molhado. –AhAs caras de ahegao! Com certeza é isso.
— Bom, papai é velho, não entende dessas coisas, só sei que os caras te pedem direto e lembro da explicação que você deu pra quem não sabia o que era, igual eu. — Explicou o pai enquanto fazia o gesto carinhoso de acariciar os cabelos dela, o que seria quase fraternal se não fosse o fato de que a filha estava a centímetros do pau dele babado e olhando com desejo.
— Nunca é tarde pra aprender coisas novas, e experimentar também.
Não era comum que, no meio de uma multidão virtual desenfreada, estivesse o pai de uma twitchtuber. Era como uma simbiose: ela começava a live quando sabia que o papai chegava do trabalho pra ele poder vê-la por alguns minutos antes de dormir e deixava ele descobrir uma faceta dela que ninguém na família conhecia: uma gamer putona.
Às vezes de cosplay, às vezes mostrando os braços ou abdômen trabalhados, naquela semana ela tinha dado duro no beat 'em up.Garotas de River City(daí o nome da conta delaBeat’em’CarlyEla era viciada nesses jogos, e toda vez que suas lutadoras femininas levavam dano pesado, aproveitava pra zoar os gritinhos de dor delas fazendo uma paródia hentai com cara de ahegao, coisa que virou costume em todo jogo onde uma personagem feminina soltava algum gemido de dor. Cada canal tinha que ter sua marca registrada, e ela conseguiu isso com louvor, vendo como muitos pagavam pra ela fazer essas caretas obscenas ao vivo.
Coincidindo com ela, com o dedo indicador debaixo do queixo dela, ele indicou que queria beijá-la. Carlita se esticou pra alcançar os lábios do pai, e ele quase lambeu a boca dela, chupou os lábios babados, a língua, e enfiou a própria língua na boca da filha, torcendo ela toda por dentro. As línguas se encontraram pra fora das bocas, se acariciando como criaturas autônomas que escaparam da jaula dos lábios.
— Agora pode continuar. — Ele disse, se lambendo com o gostinho que tinha ficado da boca da própria filha, aquela mistura de sabor e cheiro de pica com saliva amassada e esbranquiçada.
— Nem precisava falar, a gente tá só começando, óbvio que vou continuar com meu presentinho.
Carla se posicionou de novo e, depois de cuspir um cuspe grosso e borbulhante que teve que espalhar com a mão, retomou o boquete na pica, se esforçando pra engolir o membro inteiro com sérias dificuldades, até semicerrar os olhos e não conseguir evitar que eles ficassem molhados… era um tronco muito comprido e grosso que nem toda a lubrificação do mundo ia fazer deslizar pela garganta dela. Toda vez que tentava, a cabeça da pica batia, e por causa da posição da cabeça dela, os ângulos não se alinhavam pra ela conseguir engolir o pau inteiro. Era uma questão de lógica: a garganta ficava pra baixo, e o pau, duro pra caralho, apontava pro cérebro dela.
— Não se esforce demais, papai já tá satisfeito com o jeito que você faz, você é uma boa menina. — Ele a confortou, acariciando o cabelo dela, a bochecha, e tirando a pica da boca.
— Nas minhas fantasias, eu chupava tudo até meu nariz bater nos teus pelos e meu queixo nas minhas bolas. — Disse ele enquanto lambia a glande e da ponta até a base do tronco. — Parece que do dito ao feito tem um longo caminho.
— Não importa, amor, mesmo assim estou muito, muito satisfeito. — Em seguida, o homem pegou a pica dele e, como se fosse uma alavanca, colocou de ré para que os testículos babados ficassem expostos. — Agora você pode continuar aqui, assim descansa um pouco essa garganta trabalhadeira. Se você forçar, vai ficar rouca e não vai conseguir transmitir ao vivo.
Injetando suspense na situação, ela foi se aproximando dos testículos do pai com a língua e, quando fez contato com a superfície enrugada, soltou uma risadinha nervosa que a fez tapar a boca com a mão.
— É demais, filha? Se te incomoda, pode continuar com...
— Não, não é isso! Papai, é que... fiquei me perguntando de qual eu saí, se do esquerdo ou do direito. — Disse ela, segurando o riso. — Em algum momento, essas bolinhas foram minha casinha.
— Você e suas ideias, Carlita, não se esqueça da sua mãe, de mim só saiu uma parte de você, bobinha.
Com um sorriso divertido, ela colou a boca no saco testicular e começou a dar longas lambidas, do ponto mais austral até o nascimento do rabo dianteiro. Afundando bem a língua entre as duas bolas, separando-as, depois juntando-as de novo com a língua e beijando-as, enfiando um pouco da pele salgada e sebosa na boca. Tudo o que Carla fazia, fazia de forma muito devota.
— Parece que minha filha praticou muito para dar um presente desses ao papai. — Observou ele, sem um pingo de surpresa. — Foi tudo teoria ou trabalho de campo?
— Bom, sim, fui uma filha malvada, sem dúvida, é que não queria chegar nesse momento sem saber nada. Era importante fazer direito, então me instruí bastante. — Confessou antes de enfiar um testículo na boca e chupá-lo. como se fosse um doce delicioso, até fechou os olhos e fezmmm, mmm, mmmenquanto chupava o ovo.Aaaah, aaaah, aaaah…— Gemeou o homem, sentindo o testículo sendo amassado dentro da boca de Carlita enquanto ela o revolvia com a língua, depois passou para o outro, já pegajoso de tanta saliva que tinha caído. Repetindo o processo em cada um várias vezes até que o homem os juntou, apertando pela base para formar um cacho de escroto que uma entregue Carlita levou à boca, metendo os dois de uma vez.
Ela chupou, balançou a cabeça de novo, lambeu, como um canivete suíço desfilou todos os truques e, com a excelência da relojoaria daquele país, foi levando o pai ao tão proibido orgasmo.
— Vai deixar o papai encher tua carinha de porra? — Perguntou, vendo ela balançar a cabeça como uma possessa.
— Onde o papai quiser, eu vou receber o leite dele… — Aceitou, vendo Norberto começar a se masturbar enquanto ela dava linguadas rápidas como de cobra na ponta da glande, por onde jorraria um caudal de esperma. — Tô pronta, joga os irmãozinhos na minha cara toda… é o que você quer há tempos, pintar uma máscara com seu sêmen em mim.Aaaah, aaaah, aaaaah, uuhsim, assim, assim, assim… – balbuceou o homem, vítima de uma contração que ergueu sua bacia como se tivesse levado um forte choque elétrico. As cortinas de carne relaxaram e abriram fogo contra a inocência de Carla tantas vezes que seu rosto ficou como uma criatura pantanosa, claro, que tinha se aventurado em águas nada convencionais.
Quando o pai do ano abriu os olhos (ele os tinha fechado quase inconscientemente), viu o rosto da filha do meio todo melado, com fios de porra de consistências diferentes escorrendo pela cara dela. Como um camaleão pegando um inseto, ela esticou a língua e deixou que um jato fosse capturado por ela para provar o leite do seu papai. Depois de saborear e engolir, não podia estar mais satisfeita por ter feito seu querido papai chegar a um orgasmo explosivo.
– Fui bem? Gostou do meu presente? – perguntou enquanto seu papai juntava com o polegar vários fios de sêmen para ela consumir.
– Foi o melhor presente que um pai pode receber, o melhor, sem dúvida. – admitiu ele, sem parar de levar os jatos de esperma para a boca de Carlita, que chupava os dedos dele cada vez que ele aproximava um grumo grosso de porra. – Você sempre foi uma porquinha, me lembra de quando você se lambuzava toda de molho comendo macarrão… sempre foi minha porquinha favorita.
– Bom… – disse ela, finalmente se levantando (por ficar tanto tempo naquela posição, os joelhos estralaram) – Tenho más notícias, estamos no ponto mais distante do próximo dia dos pais, diria que fizemos um checkpoint importante para avançar na próxima.
Carlita se virou e, sabendo que estava brincando com fogo, sabendo que um homem como ele podia perder o controle e dominá-la de todas as maneiras imagináveis (e outras que ela nem imaginava) contra um dos móveis caros dele até que tudo desabasse como numa cena de tiroteio, levantou a minissaia para mostrar sua bunda perfeita e dura de calcinha fio dental na frente dele, que ela rebolou com descaramento por vários segundos enquanto O homem dela ficou se lambendo.
- Fui uma menina muito má, essa bunda pequena merece uns bons corretivos pra eu perder essa putaria. – Ela disse, sem parar de mostrar a bunda pro pai dela. Claro que tinha uma fio dental presa entre os glúteos, mas mesmo assim aquela calcinha pouco podia fazer pra esconder um pêssego daquele no ponto do caramelo… e quando ela se arqueou um pouco, o homem não conseguiu mais se segurar.
- Falta muito pro dia dos pais… – Disse Norberto, se levantando e encostando a pica na pele nua dos glúteos dela, e uma mão sobre uma das tetas discretas, mas apetitosas. – Também falta pro meu aniversário, pro Natal… vou ter que usar a imaginação e dar um jeito de ganhar um segundo desejo.
As mãos do homenageado massageavam os limões dela, roçando os bicos por cima do top com os polegares, sentindo como eles reagiam mesmo debaixo do tecido… a pica dura dele, louca por mais, continuava esfregando os glúteos dela, tentando se acomodar… embora pudesse ser o momento ideal pra cometer o crime flagrante, Carla pegou a minissaia e baixou de repente, acabando com a perigosa esfregação.
- Quando você tiver uma ideia, me fala, senão vou ter que pensar em algo eu mesma. – Admitiu Carla, dando um jeito de escapar do pai ereto pra ir pro banheiro… - Licença, papai, preciso limpar o esperma da minha cara. – Falou com uma naturalidade que, sem dúvida, fazia ela merecer umas boas surras à moda antiga.
- Pode ir tranquila, coração. – Disse o pai, vendo ela caminhar toda faceira pro banheiro, rebolando aquele fruto que, um dia desses, faria mais do que olhar, mais do que esfregar.
Embora tivesse acontecido uma hecatombe que bem poderia perturbar a existência de qualquer um, a Carlita enfrentou os dias seguintes com um estoicismo admirável, tentando conter de qualquer jeito a excitação que sentia por ter visto a pica do pai, provado ela, ordenhado e até sentido o gosto do suco salgado e grosso dela. Era coisa demais pra esconder, e ela, que tinha muita experiência Escondendo coisas, ele superou heroicamente dia após dia. Sozinha em frente ao espelho do banheiro luxuoso do pai, Carlita deixou escapar um grito silencioso, mudo, carregado de alívio e euforia por finalmente ter tido coragem de fazer aquilo que tanto desejava.
Assim como a água levava os resíduos seminais do seu rosto na pia, também escorria pelo ralo a velha Carla, a boba, a covarde.
Apesar de algum olhar de suspeita da irmã mais velha desde sua visita quase furtiva (e prolongada), e da total indiferença que a mais nova tinha por ela (mergulhada no seu mundo de popularidade e divismo típico da idade), Carla retomou suas atividades normais e só teve contato com o pai nas lives seguintes da Twitch, onde já curtia uma sequência brilhante doRiver City Girlspra quem ela chupava até o talo por várias horas. Tinha completado os 29 troféus da primeira parte ao vivo e na cara, sob o olhar atento do seu seguidor número 1:Boomer81NorbyNum dia que ela achou que seria normal, Carla voltou pra sua academia de sempre, O Centurião, pensando na rotina daquele dia, na playlist que tinha preparado no Spotify e em comprar uns suplementos com o que ganhou nas lives. Aquele lugar tão urbano e movimentado, mesmo de madrugada, a transportava pro seu próprio mundinho interior, onde não tinha preocupação, só projeções dela mesma pro futuro enquanto, além disso, fazia algo de bom pelo seu corpo.inusitadasformas.
Mesmo tendo um instrutor noturno de luxo (um mulato gostoso de olhos claros que usava bermuda e regata mesmo em temperaturas abaixo de zero), ela não precisava que ele a seguisse. Por isso, se surpreendeu ao ver o instrutor fortão chegar no banco de peito dela pouco antes de ela começar, bem na hora em que terminava de colocar as luvas e os fones.
— Carla? Posso te incomodar antes de você começar? — pediu Tony, com um excesso de gentileza.gymbroPerfeito, educado, trabalhador, discreto e respeitoso – era um prazer treinar com ele. Ainda não sabia se era cubano, venezuelano ou uma mistura latino-americana perfeita com aquele toque refinado dos modos ingleses. Um alívio bem-vindo depois da grosseria e vulgaridade que Carla enfrentava todo santo dia. – Temos um novato e quero que você use este banco, porque é o mais perto da minha mesa. Quero ficar de olho pra gente poder ajudar ele. – Disse, flexionando o braço até o bíceps inchar que nem um balão.
– Claro, Raul! Vou me mandar pros bancos do fundo, sem problema. – Claro que daquelas máquinas não dava pra ver os encantos noturnos da cidade nem o povo passando na rua, mas Carla já tinha uma playlist nova pra viajar pra outras realidades… ou pelo menos era o que ela pensava. Na inocência dela, achou que seria um dia de treino igual aos outros.
– Oi, desculpa, você já tava pronta pra começar. – Disse meio culpado o novato, o cara que ia acabar usando aquele banco de supino. Um homem que não fazia atividade física há anos e parecia aquele típico pai que, apavorado com a velhice, queria se salvar na última hora.
– Sem problema, Norberto, aqui todo mundo é camarada. Carla é uma das nossas irmãs mais fiéis, não vai fazer drama por se mudar.
– Não, nenhum drama. – Ela admitiu com um sorrisão que não conseguia segurar, vendo o pai dela onde nunca imaginou que veria. – Bem-vindo a uma vida nova, Norberto. Algo me diz que você vai amar essa academia e a gente vai se dar super bem.
Continua…

Capítulo anterior:
Capítulo 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/5100901/El-deseo-de-papi.html



Era uma noite de verão em 2013, em Las Grutas, uma daquelas noites mágicas de verão em que a felicidade e a paz em Carla eram tão avassaladoras que ela mal conseguia pegar no sono, mesmo com o cansaço físico. Passando as férias em família, quando ainda era uma família típica naquele destino turístico da província de Río Negro, junto com a irmã mais velha, a irmã mais nova e os pais, Paula e Norberto.
Eram daquelas semanas em que Carla se sentia nas nuvens. Sob um céu estrelado cuja luminosidade entrava por uma claraboia triangular que parecia a pirâmide Illuminati das notas de dólar, aproveitando as águas patagônicas a manhã inteira, parte da tarde e a família completa, sem saber que aqueles tempos não durariam para sempre… nem sequer durariam muito mais. Na sua ingenuidade quase infantil, ela achava que os bons tempos seriam eternos e que aquelas férias se repetiriam todos os anos.
Naquela mesma noite de férias, a mente de Carla ficaria tão perturbada que poderia ser considerada um ponto de virada na sua vida, o antes e o depois que separa as crianças dos adolescentes. Quando, no meio da noite, no andar de baixo onde os pais dormiam, ela começou a ouvir uns sons estranhos que a impediam de pegar no sono.
Carla tinha uma mentalidade cruel. Quando era suposto encontrar pensamentos felizes para dormir, a mente dela se autoflagelava com os perrengues do dia a dia, como as gozações dos colegas de escola, os apelidos humilhantes, a frieza da Jimena com ela, o quanto se sentia infeliz desde o nascimento da Cíntia, que roubava o pouco tempo que os pais tinham para administrar. Era coisa demais para lidar, e ela ainda não conseguia administrar tudo, mesmo estando de férias, que era o momento ideal para afastar esses fantasmas da cabeça.
Eles alugavam uma casa de veraneio por três semanas na rua Caleta de los Loros, a poucos metros da rua Caleta. Falsa, que os levava em linha reta até o oceano patagônico. O caminho era exaustivo, vários quarteirões, muitos deles descampados sob o sol, às vezes escaldante, carregando os brinquedos da caçula da família, ou alguma cadeira de praia, guarda-sol, seja lá o que os braços jovens da Carla pudessem carregar. Por isso, quando era hora de voltar pra casa, depois de jogar algum jogo de tabuleiro em família ou caminhar pela avenida principal, as irmãs caíam no sono de tão cansadas… mas ela, não.
Naquela noite, ela estava sendo perturbada demais por aquele som de sucção, repetitivo, constante, como de alguém comendo sem nenhum recato, feito um bicho, fazendo um barulho de ventosa muito desagradável… Será que o pai dela estava comendo algo escondido? Ou algum bicho tinha entrado pra comer as coisas dela?
No silêncio da noite, com cuidado, a Carlita desceu da cama beliche que dividia com as duas irmãs (a Jimena e a Cíntia dormiam na de baixo, como sempre a pequena era mais apegada à mais velha e essa aceitava de má vontade) e como ela ficava na de cima, era só virar pra dar uma olhada na cama dos pais… onde eles não estavam.
Aquele som peculiar, parecido com quando se tampa um canudinho e chupa com força, vinha da sala de estar lá embaixo. Tomando cuidado pra não pisar no tabuleiro de Banco Imobiliário, com seus hotéis, propriedades e dinheirinhos organizados pra poderem continuar o jogo depois (embora com certeza começariam um novo), a Carlita se espiou por entre as ripas do mezanino que dava pro andar de baixo… e o que ela viu marcaria a vida dela pra sempre.
Dava pra ver só uma luz e, nela, a cabeça de uma mulher de cabelo escuro, a da mãe dela, se mexendo de um jeito que achou estranho, percebeu que ela estava entre duas pernas grossas de homem, as do pai dela, e era ele quem iluminava ela como se tivesse um refletor apontado enquanto ela fazia algo que provocava aquele som.
O pai dela iluminava a Paula com um celular, anos depois, quando ela revisitasse essas lembranças, saberia que ele estava filmando. Filmando durante uma sessão de sexo oral furtivo. Além disso, revisitando suas memórias, Carla descobriria que sua mãe, ajoelhada entre as pernas do pai, balançando a cabeça de forma monótona e profunda, estava fazendo o que mais tarde ela saberia que chamavam de boquete. Incontáveis vezes, Carlita voltaria àquela cena para encontrar combustível para suas excitações noturnas, sem saber bem por quê, sem saber bem como aquela lembrança de espionar a intimidade dos pais gerava sensações tão contraditórias.
Talvez porque ela se perguntasse o gosto daquele membro paterno (ou de qualquer um, no geral), já que Paula o chupava, lambia e saboreava com um prazer incontrolável, até parecia cuspir (coisa que ela nem imaginava pra quê)… devia ser muito gostoso. Talvez porque seu pai tivesse uma ferramenta que, anos depois, graças à pornografia e experiências frustradas, ela descobriria que era muito grande, mesmo vendo de cima já dava pra notar que era um cara dotado. Talvez porque a consumia a inveja de que sua mãe pudesse ter essas liberdades e ela, por ser filha, não.
- Me fala o quanto você gosta da minha pica, me fala… - Exigiu o pai naquele momento, sem saber que gravava suas palavras na mente da filha no andar de cima.Ssshhh— Vão nos ouvir. — Preocupou-se Paula, parando de chupar pra lamber o tronco de lado, sem saber que com essa ação deixava a filha ver sobre ela o aspecto da pica que lhe deu a vida. Inclinada sobre a barriga dele como uma alavanca de escotilha, passava bem do umbigo do pai.
Embora estivesse a quase três metros de altura, conseguiu ver a pica iluminada pelo celular, especialmente a glande apontando pra cima, na direção dela… era a primeira vez que via um pau ao vivo e a cores, dessas coisas que nunca se esquecem.
— Quero saber o quanto você gosta, não se preocupa que as meninas apagaram e tão dormindo. — Disse pegando a pica pela base e usando pra dar tapas na mulher, fazendo um som de tapa bem safado. Carla até conseguiu ver gotinhas e fios de saliva voando pros lados.
— Para, bruto, devagar, você já é grande pra me fazer falar essas barbaridades de sempre, ainda por cima me grava? Pra quê, se eu chupo sua pica toda noite?
— Fala ou não como mais pica, quero ver o quanto você gosta de comer pica. — Ameaçou esfregando o tronco duro na bochecha dela (ignorando a pergunta).
— Sigh, você já sabe o quanto eu gosto de chupar sua pica, Norberto, deixa eu comer em silêncio, por favor… — E ele, pegando ela pelos cabelos, levou até a glande e a obrigou a rebolar a cabeça de um jeito muito mais dominante, segurando firme e na velocidade que gostava, tão rápida quanto funda, provocando engasgos que eram respondidos com novas enfiadas.
— Isso, assim que eu gosto, isso…uuh, uuuh, uuuuh... chupa essa picauuhsim.uuhsim.
Carla viu o pai com a cabeça jogada contra o encosto arredondado do sofá, deixando escapar da boca aqueles gemidos de prazer que ela não entendia direito… foi naquele momento em que, enquanto com uma mão filmava e com a outra conduzia o boquete, que Norberto abriu os olhos e viu a filha espionando ele lá de cima, com os cabelos caindo sobre o andar superior e mesmo assim, continuou na dele sem se importar que tivesse uma penetra na sua aventura.
Tinha sido tipo assinar um acordo pro futuro, um pacto de silêncio que mostrava um pequeno vislumbre do mundo desconhecido do sexo em troca de abrir mão de parte da infância dela. Numa época em que não era moda googlar qualquer dúvida tarada, Carla assinou o pacto e observou, mesmo sabendo que estava deixando a doce inocência pra trás, cedo demais. O pai dela, sendo cúmplice dela e da curiosidade dela, foi o que mais gerou perguntas sem resposta no futuro.
Depois de anos seguindo a linha reta das normas sociais e respeitando o que era tido como bons costumes na sociedade, Carla foi construindo, na base de momentos, indiretas e diretas, aquela lembrança congelada na mente, transformada em realidade e tendo ela como protagonista entre as pernas do pai.
— Disso não tem volta, amor. Tem certeza? — Perguntou ele, fazendo a última colaboração dele como pai certinho e normal, enquanto acariciava o cabelo curto da filha.
Carlita olhou nos olhos dele, depois pro volume enorme na frente dela e, devagar, com os polegares por baixo da cueca, foi puxando pra baixo… a virilha dele estava depilada, como toda rola ocupada, toda rola requisitada de daddy, até que, igual nos vídeos, ficou livre e se ergueu como se fosse acionada por uma mola poderosa, balançando que nem uma catapulta.
— Sempre foi uma menina curiosa. — Afirmou o pai vendo ela admirar o falo que a gerou.
Se usassem modelos de pinto nos livros de biologia ou de medicina, o do papai bem que podia ser um deles, se não talvez porque era grande demais. Naqueles livros, costumava-se apelar para a mínima expressão das formas, e um caralho tão grande e grosso, por mais que fosse lindo, podia beirar o obsceno.
Carla o olhou da base limpa até a glande lá no alto, e parecia não terminar nunca de percorrê-lo com os olhos. Nos cruéis verões de Buenos Aires, podia se refugiar na sombra daquele tronco. Se seus cálculos não falhavam, ele tinha entre 19 e 22 centímetros, fácil.
— Nem que fosse a primeira vez que você vê ele. — Disse ele, lembrando do mesmo momento que ela, observando maravilhado como sua filha parecia até contar os poros da pica.
— É a primeira vez que vejo ele tão de pertinho… você tem ele muito grande e grosso, papai, já vejo por que meu Zeus deixou tanta descendência.
Norberto sorriu, nem ele, que tinha vivido tanta coisa, podia acreditar no que estava prestes a acontecer.
— Sabe qual é a diferença entre a mamãe e eu? Eu nunca vou parar de dizer o quanto amo mamar sua pica.
Legitimando suas palavras, Carla criou coragem e, aproximando os lábios e o nariz da pica da qual um dia brotou, cheirou, beijou e, deixando escorrer um jato de saliva na glande, a introduziu na boca para passar a língua por toda a base da cabeça.
Por alguns segundos, pai e filha conectaram seus olhares, enquanto estavam ligados de uma pica a uma boca. Carlita espalhou sua saliva quente por toda a glande até escorrer e, quando sentiu ele lubrificado, começou a rebolar a cabeça. Agora entendia por que sua mãe tinha dito que mamava ele todo dia — uma pica daquelas era um prato impossível de ignorar em qualquer circunstância, e ela se sentia plena e gostosa por finalmente levá-lo à boca. Tantas respostas foram respondidas com um simples movimento de cabeça.Ahhh, fiuuuuFinalmente, finalmente posso chupar essa sua piroca enorme, papai. — Ela disse depois de soltá-lo devagar, deixando cair mais babinha borbulhante na glande e passando a língua para espalhar.
— Você queria fazer isso há muito tempo, meu amor?
Carlita concordou enquanto chupava a glande e, sem tirar os olhos dele, esperando sua aprovação (como toda filhinha de papai), começou a descer formando um anel perfeito com os lábios até onde sua anatomia permitia, até que a cabeça avermelhada encostou na garganta, além da campainha. Lutando contra os engasgos, produzindo saliva como uma menina com um pirulito gigante, Carla manteve a rola enfiada e, assim que se acostumou com ela, começou a balançar a cabeça.Sluurp, sluuurp, sluuurp, chupei, chupei, sluuuch…As onomatopeias molhadas que inundaram a sala eram difíceis de recriar, pareciam uma linguagem subaquática baseada em estalos úmidos.Aí, aí, aí, aí...—, mi amor, que bom que chupa a pica minha neném. — Disse o pai dela, sentado no sofá como um rei, parecendo que se fundia com o courino do mesmo, tão relaxado que suas costas se curvavam cada vez mais.
Carlita, tão satisfeita quanto ele, continuou balançando a cabeça no mesmo ritmo, na mesma velocidade, esticando a pele do tronco com os lábios formando um anel perfeito. Seu rosto magro ao sugar se contraía numa imagem tão erótica quanto inédita. O papi dela nunca a tinha visto com uma careta daquelas.
Conforme o boquete ia se desenrolando, ambos se transformavam diante um do outro. Carlita parecia mais despenteada, com os lábios e o queixo brilhando de saliva, com um olhar fogoso que parecia segui-lo mesmo quando virava o rosto ou quando levava a chupada ao limite, também quando a pica invadia sua boca empurrando contra suas bochechas, dedicando a ele uma expressão obscena que seu pai nunca achou que veria: a cara de uma puta gulosa, faminta de pica.
Por outro lado, ele, sentado como um patriarca, começou a acariciar os cabelos escuros da filha, aproveitando o presente proibido mais do que jamais poderia aproveitar os equivalentes legais dados por outras vadias. Havia um plus no proibido, em toda aquela tensão desatada construída por tantos anos. Diante de seus olhos, aquele nó górdio explodia em mil pedaços, soltando todos os seus demônios e se deixando levar. Ele pegou a filha pelos cabelos com ambas as mãos, como costumava fazer tanto com Paula quanto com suas amantes, e conduziu o boquete no ritmo que gostava: forte, profundo e constante.
Carlita relaxou cada músculo do pescoço, apoiou as mãos pegajosas nas coxas nuas do pai e deixou que ele usasse a boca dela como bem entendesse, neste caso, como um buraco de foder, como um buraco sexual, um simples orifício criado para o prazer do homem, com a lubrificação e adstringência certas. Sem parar de olhar na cara dele, vendo como seu pai mudava fotograma por fotograma, Carlita foi uma boa menina e se entregou. Se esforçou para revirar os olhos como sinal de total submissão ao pai dela.“Toc, toc, toc, toc, toc…”se ouvia por causa do bater molhado e contínuo na garganta da filha, enquanto ela mantinha os olhos virados e depois os deixava vesgos quase por reflexo, sem saber como o pai reagiria àquilo.
- Oooh, isso aí, adoro essas carinhas de boba que você faz nas suas lives. – Ele disse enquanto continuava guiando o boquete com a mão.
Ver as lives dela era uma das tantas liberdades que Norberto tomava com ela. Era tanta a devoção pela filha do meio, que contra todas as expectativas geracionais ele tinha uma conta no Twitch onde, sempre que podia, via a sua Carlita fazendo lives, onde o homem culto se instruía na gíria dos jovens, nos gostos da filha, nos videogames favoritos dela, no jeito dela com os outros... embora alguns termos dos moleques ainda escapassem, o que era compreensível.
- Carinhas de boba? – Perguntou Carla depois de tirar o pau do pai, que ficou tão ereto quanto molhado. –AhAs caras de ahegao! Com certeza é isso.
— Bom, papai é velho, não entende dessas coisas, só sei que os caras te pedem direto e lembro da explicação que você deu pra quem não sabia o que era, igual eu. — Explicou o pai enquanto fazia o gesto carinhoso de acariciar os cabelos dela, o que seria quase fraternal se não fosse o fato de que a filha estava a centímetros do pau dele babado e olhando com desejo.
— Nunca é tarde pra aprender coisas novas, e experimentar também.
Não era comum que, no meio de uma multidão virtual desenfreada, estivesse o pai de uma twitchtuber. Era como uma simbiose: ela começava a live quando sabia que o papai chegava do trabalho pra ele poder vê-la por alguns minutos antes de dormir e deixava ele descobrir uma faceta dela que ninguém na família conhecia: uma gamer putona.
Às vezes de cosplay, às vezes mostrando os braços ou abdômen trabalhados, naquela semana ela tinha dado duro no beat 'em up.Garotas de River City(daí o nome da conta delaBeat’em’CarlyEla era viciada nesses jogos, e toda vez que suas lutadoras femininas levavam dano pesado, aproveitava pra zoar os gritinhos de dor delas fazendo uma paródia hentai com cara de ahegao, coisa que virou costume em todo jogo onde uma personagem feminina soltava algum gemido de dor. Cada canal tinha que ter sua marca registrada, e ela conseguiu isso com louvor, vendo como muitos pagavam pra ela fazer essas caretas obscenas ao vivo.
Coincidindo com ela, com o dedo indicador debaixo do queixo dela, ele indicou que queria beijá-la. Carlita se esticou pra alcançar os lábios do pai, e ele quase lambeu a boca dela, chupou os lábios babados, a língua, e enfiou a própria língua na boca da filha, torcendo ela toda por dentro. As línguas se encontraram pra fora das bocas, se acariciando como criaturas autônomas que escaparam da jaula dos lábios.
— Agora pode continuar. — Ele disse, se lambendo com o gostinho que tinha ficado da boca da própria filha, aquela mistura de sabor e cheiro de pica com saliva amassada e esbranquiçada.
— Nem precisava falar, a gente tá só começando, óbvio que vou continuar com meu presentinho.
Carla se posicionou de novo e, depois de cuspir um cuspe grosso e borbulhante que teve que espalhar com a mão, retomou o boquete na pica, se esforçando pra engolir o membro inteiro com sérias dificuldades, até semicerrar os olhos e não conseguir evitar que eles ficassem molhados… era um tronco muito comprido e grosso que nem toda a lubrificação do mundo ia fazer deslizar pela garganta dela. Toda vez que tentava, a cabeça da pica batia, e por causa da posição da cabeça dela, os ângulos não se alinhavam pra ela conseguir engolir o pau inteiro. Era uma questão de lógica: a garganta ficava pra baixo, e o pau, duro pra caralho, apontava pro cérebro dela.
— Não se esforce demais, papai já tá satisfeito com o jeito que você faz, você é uma boa menina. — Ele a confortou, acariciando o cabelo dela, a bochecha, e tirando a pica da boca.
— Nas minhas fantasias, eu chupava tudo até meu nariz bater nos teus pelos e meu queixo nas minhas bolas. — Disse ele enquanto lambia a glande e da ponta até a base do tronco. — Parece que do dito ao feito tem um longo caminho.
— Não importa, amor, mesmo assim estou muito, muito satisfeito. — Em seguida, o homem pegou a pica dele e, como se fosse uma alavanca, colocou de ré para que os testículos babados ficassem expostos. — Agora você pode continuar aqui, assim descansa um pouco essa garganta trabalhadeira. Se você forçar, vai ficar rouca e não vai conseguir transmitir ao vivo.
Injetando suspense na situação, ela foi se aproximando dos testículos do pai com a língua e, quando fez contato com a superfície enrugada, soltou uma risadinha nervosa que a fez tapar a boca com a mão.
— É demais, filha? Se te incomoda, pode continuar com...
— Não, não é isso! Papai, é que... fiquei me perguntando de qual eu saí, se do esquerdo ou do direito. — Disse ela, segurando o riso. — Em algum momento, essas bolinhas foram minha casinha.
— Você e suas ideias, Carlita, não se esqueça da sua mãe, de mim só saiu uma parte de você, bobinha.
Com um sorriso divertido, ela colou a boca no saco testicular e começou a dar longas lambidas, do ponto mais austral até o nascimento do rabo dianteiro. Afundando bem a língua entre as duas bolas, separando-as, depois juntando-as de novo com a língua e beijando-as, enfiando um pouco da pele salgada e sebosa na boca. Tudo o que Carla fazia, fazia de forma muito devota.
— Parece que minha filha praticou muito para dar um presente desses ao papai. — Observou ele, sem um pingo de surpresa. — Foi tudo teoria ou trabalho de campo?
— Bom, sim, fui uma filha malvada, sem dúvida, é que não queria chegar nesse momento sem saber nada. Era importante fazer direito, então me instruí bastante. — Confessou antes de enfiar um testículo na boca e chupá-lo. como se fosse um doce delicioso, até fechou os olhos e fezmmm, mmm, mmmenquanto chupava o ovo.Aaaah, aaaah, aaaah…— Gemeou o homem, sentindo o testículo sendo amassado dentro da boca de Carlita enquanto ela o revolvia com a língua, depois passou para o outro, já pegajoso de tanta saliva que tinha caído. Repetindo o processo em cada um várias vezes até que o homem os juntou, apertando pela base para formar um cacho de escroto que uma entregue Carlita levou à boca, metendo os dois de uma vez.
Ela chupou, balançou a cabeça de novo, lambeu, como um canivete suíço desfilou todos os truques e, com a excelência da relojoaria daquele país, foi levando o pai ao tão proibido orgasmo.
— Vai deixar o papai encher tua carinha de porra? — Perguntou, vendo ela balançar a cabeça como uma possessa.
— Onde o papai quiser, eu vou receber o leite dele… — Aceitou, vendo Norberto começar a se masturbar enquanto ela dava linguadas rápidas como de cobra na ponta da glande, por onde jorraria um caudal de esperma. — Tô pronta, joga os irmãozinhos na minha cara toda… é o que você quer há tempos, pintar uma máscara com seu sêmen em mim.Aaaah, aaaah, aaaaah, uuhsim, assim, assim, assim… – balbuceou o homem, vítima de uma contração que ergueu sua bacia como se tivesse levado um forte choque elétrico. As cortinas de carne relaxaram e abriram fogo contra a inocência de Carla tantas vezes que seu rosto ficou como uma criatura pantanosa, claro, que tinha se aventurado em águas nada convencionais.
Quando o pai do ano abriu os olhos (ele os tinha fechado quase inconscientemente), viu o rosto da filha do meio todo melado, com fios de porra de consistências diferentes escorrendo pela cara dela. Como um camaleão pegando um inseto, ela esticou a língua e deixou que um jato fosse capturado por ela para provar o leite do seu papai. Depois de saborear e engolir, não podia estar mais satisfeita por ter feito seu querido papai chegar a um orgasmo explosivo.
– Fui bem? Gostou do meu presente? – perguntou enquanto seu papai juntava com o polegar vários fios de sêmen para ela consumir.
– Foi o melhor presente que um pai pode receber, o melhor, sem dúvida. – admitiu ele, sem parar de levar os jatos de esperma para a boca de Carlita, que chupava os dedos dele cada vez que ele aproximava um grumo grosso de porra. – Você sempre foi uma porquinha, me lembra de quando você se lambuzava toda de molho comendo macarrão… sempre foi minha porquinha favorita.
– Bom… – disse ela, finalmente se levantando (por ficar tanto tempo naquela posição, os joelhos estralaram) – Tenho más notícias, estamos no ponto mais distante do próximo dia dos pais, diria que fizemos um checkpoint importante para avançar na próxima.
Carlita se virou e, sabendo que estava brincando com fogo, sabendo que um homem como ele podia perder o controle e dominá-la de todas as maneiras imagináveis (e outras que ela nem imaginava) contra um dos móveis caros dele até que tudo desabasse como numa cena de tiroteio, levantou a minissaia para mostrar sua bunda perfeita e dura de calcinha fio dental na frente dele, que ela rebolou com descaramento por vários segundos enquanto O homem dela ficou se lambendo.
- Fui uma menina muito má, essa bunda pequena merece uns bons corretivos pra eu perder essa putaria. – Ela disse, sem parar de mostrar a bunda pro pai dela. Claro que tinha uma fio dental presa entre os glúteos, mas mesmo assim aquela calcinha pouco podia fazer pra esconder um pêssego daquele no ponto do caramelo… e quando ela se arqueou um pouco, o homem não conseguiu mais se segurar.
- Falta muito pro dia dos pais… – Disse Norberto, se levantando e encostando a pica na pele nua dos glúteos dela, e uma mão sobre uma das tetas discretas, mas apetitosas. – Também falta pro meu aniversário, pro Natal… vou ter que usar a imaginação e dar um jeito de ganhar um segundo desejo.
As mãos do homenageado massageavam os limões dela, roçando os bicos por cima do top com os polegares, sentindo como eles reagiam mesmo debaixo do tecido… a pica dura dele, louca por mais, continuava esfregando os glúteos dela, tentando se acomodar… embora pudesse ser o momento ideal pra cometer o crime flagrante, Carla pegou a minissaia e baixou de repente, acabando com a perigosa esfregação.
- Quando você tiver uma ideia, me fala, senão vou ter que pensar em algo eu mesma. – Admitiu Carla, dando um jeito de escapar do pai ereto pra ir pro banheiro… - Licença, papai, preciso limpar o esperma da minha cara. – Falou com uma naturalidade que, sem dúvida, fazia ela merecer umas boas surras à moda antiga.
- Pode ir tranquila, coração. – Disse o pai, vendo ela caminhar toda faceira pro banheiro, rebolando aquele fruto que, um dia desses, faria mais do que olhar, mais do que esfregar.
Embora tivesse acontecido uma hecatombe que bem poderia perturbar a existência de qualquer um, a Carlita enfrentou os dias seguintes com um estoicismo admirável, tentando conter de qualquer jeito a excitação que sentia por ter visto a pica do pai, provado ela, ordenhado e até sentido o gosto do suco salgado e grosso dela. Era coisa demais pra esconder, e ela, que tinha muita experiência Escondendo coisas, ele superou heroicamente dia após dia. Sozinha em frente ao espelho do banheiro luxuoso do pai, Carlita deixou escapar um grito silencioso, mudo, carregado de alívio e euforia por finalmente ter tido coragem de fazer aquilo que tanto desejava.
Assim como a água levava os resíduos seminais do seu rosto na pia, também escorria pelo ralo a velha Carla, a boba, a covarde.
Apesar de algum olhar de suspeita da irmã mais velha desde sua visita quase furtiva (e prolongada), e da total indiferença que a mais nova tinha por ela (mergulhada no seu mundo de popularidade e divismo típico da idade), Carla retomou suas atividades normais e só teve contato com o pai nas lives seguintes da Twitch, onde já curtia uma sequência brilhante doRiver City Girlspra quem ela chupava até o talo por várias horas. Tinha completado os 29 troféus da primeira parte ao vivo e na cara, sob o olhar atento do seu seguidor número 1:Boomer81NorbyNum dia que ela achou que seria normal, Carla voltou pra sua academia de sempre, O Centurião, pensando na rotina daquele dia, na playlist que tinha preparado no Spotify e em comprar uns suplementos com o que ganhou nas lives. Aquele lugar tão urbano e movimentado, mesmo de madrugada, a transportava pro seu próprio mundinho interior, onde não tinha preocupação, só projeções dela mesma pro futuro enquanto, além disso, fazia algo de bom pelo seu corpo.inusitadasformas.
Mesmo tendo um instrutor noturno de luxo (um mulato gostoso de olhos claros que usava bermuda e regata mesmo em temperaturas abaixo de zero), ela não precisava que ele a seguisse. Por isso, se surpreendeu ao ver o instrutor fortão chegar no banco de peito dela pouco antes de ela começar, bem na hora em que terminava de colocar as luvas e os fones.
— Carla? Posso te incomodar antes de você começar? — pediu Tony, com um excesso de gentileza.gymbroPerfeito, educado, trabalhador, discreto e respeitoso – era um prazer treinar com ele. Ainda não sabia se era cubano, venezuelano ou uma mistura latino-americana perfeita com aquele toque refinado dos modos ingleses. Um alívio bem-vindo depois da grosseria e vulgaridade que Carla enfrentava todo santo dia. – Temos um novato e quero que você use este banco, porque é o mais perto da minha mesa. Quero ficar de olho pra gente poder ajudar ele. – Disse, flexionando o braço até o bíceps inchar que nem um balão.
– Claro, Raul! Vou me mandar pros bancos do fundo, sem problema. – Claro que daquelas máquinas não dava pra ver os encantos noturnos da cidade nem o povo passando na rua, mas Carla já tinha uma playlist nova pra viajar pra outras realidades… ou pelo menos era o que ela pensava. Na inocência dela, achou que seria um dia de treino igual aos outros.
– Oi, desculpa, você já tava pronta pra começar. – Disse meio culpado o novato, o cara que ia acabar usando aquele banco de supino. Um homem que não fazia atividade física há anos e parecia aquele típico pai que, apavorado com a velhice, queria se salvar na última hora.
– Sem problema, Norberto, aqui todo mundo é camarada. Carla é uma das nossas irmãs mais fiéis, não vai fazer drama por se mudar.
– Não, nenhum drama. – Ela admitiu com um sorrisão que não conseguia segurar, vendo o pai dela onde nunca imaginou que veria. – Bem-vindo a uma vida nova, Norberto. Algo me diz que você vai amar essa academia e a gente vai se dar super bem.
Continua…

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3 comentários - O desejo do papai. Capítulo 2