Olá, meu nome é Silvia, tenho 24 anos, sou bem normalzinha, sem ser nenhuma beleza, faço bastante sucesso com os caras, agora talvez mais do que eu gostaria, porque tenho namorado desde os 20 e moro com ele desde os 22. Como eu disse antes, não me considero nenhuma gostosa, então me cuido muito e escolho roupas que realçam o que mais gosto em mim e disfarçam o que menos gosto. Malho bastante pra manter a forma, tenho um corpo bonito, sem chamar muita atenção, mas costumo despertar olhares. Bom, chega de me elogiar.
O caso é que, há seis meses, os pais do meu namorado tiveram uma crise no casamento e o pai dele veio passar um tempo com a gente enquanto resolviam a situação ou ele achava um apartamento. Só que, depois de seis meses, ele ainda está aqui, e acho que não vai embora.
Não me incomodei dele vir morar com a gente, claro que era um saco, principalmente porque eu gosto de me vestir bem sexy em casa pra manter a paixão do meu namorado. Mas, com o pai dele em casa, comecei a me vestir bem mais recatada, embora aos poucos fosse me acostumando a ter o sogro por perto. Nunca cheguei a me vestir como antes dele vir, mas sempre tentava ficar atraente pro meu namorado. O problema é que, claro, meu sogro também me via e, cada dia mais, ele reparava em mim. Às vezes eu percebia os olhares dele. Por um lado, me sentia mal vendo como ele me olhava, mas, por outro, toda mulher gosta um pouco de se sentir admirada.
Ele se comportava muito bem, ajudava em casa, nos dava parte do dinheiro que ganhava. A gente sempre falava que não precisava, mas ele dizia que não queria ser um peso pra nós, que não tínhamos que alimentá-lo de graça e que era normal pagar os gastos extras que ele causava. Na verdade, ele nos dava bem mais dinheiro do que custava, mas não teve jeito de recusar. Passava muito tempo sozinha em casa com meu sogro, já que meu horário de trabalho é bem parecido com o dele, e o do meu O namorado é bem diferente. De segunda a sexta, a gente passava umas duas horas sozinhos, e nos sábados ficávamos quase o dia todo só nós dois. Aos poucos, foi crescendo uma confiança maior entre meu sogro e eu, e aí começaram os elogios dele. Quando meu namorado não estava, ele soltava coisas tipo "como você está gostosa hoje" ou "olha a sorte que meu filho tem de ter encontrado uma mina como você". No começo, esses eloginhos me deixavam desconfortável, mas fui me acostumando, e ele foi soltando uns mais picantes.
Umas duas meses atrás, num sábado, aconteceu algo que eu nunca esperava. Fazia uma hora que meu namorado tinha ido trabalhar, eu estava passando roupa na sala, de frente pra TV. Daí a pouco, meu sogro chegou e sentou no sofá atrás de mim, vendo TV. Eu tinha vestido um shortinho branco e uma camiseta sem manga meio justa. Mesmo de costas pra ele, sentia os olhos dele percorrendo minhas pernas. Me senti meio incomodada por ter escolhido aquela roupa e por causa dos olhares dele. Além disso, quando passo roupa, não consigo evitar — nunca consegui — de rebolar um pouco. Também quando me abaixava pra deixar as roupas passadas numa cadeira do lado, e me abaixava mais ainda pra pegar outra peça pra passar, eu sabia direitinho como minha bunda marcava no short. Quase dava pra sentir a excitação do meu sogro crescendo, mas preferi ignorar. Continuei passando e vendo TV, pensando — e desejando — que ele logo se cansasse da situação e fosse dar uma volta. A verdade é que não levei em conta que meu sogro tava há quatro meses sem sexo e já devia estar precisando.
Ouvi ele se levantar. Pensei: "finalmente vai embora". Mas me enganei. Ele chegou perto de mim, colocou as mãos na minha cintura e disse:
— Quer que eu te ajude em alguma coisa?
— Bom, você podia ir no supermercado comprar uns peitos de frango. (Respondi depois de uns segundos, pra me livrar dele.)
— Não tem nada pra fazer aqui? (As mãos dele ainda estavam na minha cintura.)
— Não, só falta um Um pouco de chapa.
- Hoje você está muito gostosa. (Não soube o que dizer, as mãos dele subiram e desceram um pouco na minha cintura)
- Então, se for comprar, depois a gente come peito de frango. (Falei depois de um silêncio constrangedor)
- Você é que tem um belo par de peitos. (Respondeu, subindo uma das mãos e acariciando um dos meus peitos; xinguei mentalmente por ter escolhido justamente essa comida)
- Sou a namorada do seu filho, me respeita. (Mesmo me segurando daquele jeito, sem usar força, ele não me deixava mexer)
- Eu te respeito, e gosto muito de você.
- Isso não pode estar acontecendo! (Não falei porque meu sogro estava me apalpando, não, falei porque sentia que estava ficando excitada, e não queria)
- Você é uma garota muito atraente, eu sou um homem, é normal que aconteça.
- Não, não é normal, sou a namorada do seu filho, nunca traí ele e você não pode querer botar chifre no próprio filho.
- Já te disse, sou um homem, tenho necessidades, além disso, chifre só dói se ele descobrir.
- Você seria capaz de fazer isso com seu filho?
- Agora estou muito carente, seria capaz de qualquer coisa, além disso, sempre te achei muito gostosa, faz tempo que tenho fantasias com você.
- Bom, me sinto meio lisonjeada, mas isso não está certo, não quero que continue.
- Sério?
- Sério.
- Então por que você não se afasta?
- Você está me segurando.
- Se quiser se afastar, eu solto, mas me parece que você não tem muita vontade de que eu solte, aliás, diria que você gosta de sentir minhas mãos.
- Não estou excitada!
- Isso te excita?
- Não!
- Sim, sim, te excita, por isso você disse não, mesmo eu não tendo falado nada sobre excitação.
- Isso... (Fiquei sem saber o que dizer)
- Tá bom, você está a fim e eu muito mais, vamos passar um tempo gostoso juntos. (A mão dele ainda estava no meu peito e, mesmo eu negando pra ele e tentando negar pra mim mesma, estava excitada, sentia meus mamilos duros debaixo do sutiã, sei lá, talvez fosse pela excitação de pensar em trair meu namorado, por que, embora meu sogro fosse atraente, muito parecido com meu namorado, até em fotos que eu tinha visto dele quando jovem era difícil distinguir um do outro, nunca tinha pensado nele como homem, até aquele dia, claro)
- Isso não está certo.
- O que não está certo é continuarmos nos reprimindo. (A mão que ele tinha mantido o tempo todo na minha cintura desceu até minha bunda e apertou minha nádega com força, um gemido quase escapou dos meus lábios ao sentir aquilo)
- Não devemos fazer isso. Pobre Roberto. (Roberto é o nome do meu namorado)
- Não vai acontecer nada com Roberto, ele nem precisa ficar sabendo.
- Você se sentiria capaz de olhar seu filho nos olhos sem se sentir culpado se a gente transar?
- Sim, e você não?
- Não sei, nunca pensei em traí-lo, não sei como me sentiria se fizesse isso.
- Vamos experimentar.
- Se eu me sentir muito mal quando começarmos e quiser parar, você para?
- Claro.
Embora eu soubesse que nessas circunstâncias qualquer homem diria a uma garota exatamente o que ela queria ouvir, ou seja, que pararia assim que ela pedisse, acreditei nele, ou quis acreditar. A verdade é que, apesar de não querer trair Roberto, eu tinha ficado muito excitada e desejava transar com meu sogro.
Lentamente, fui me virando, até ficar de frente para ele, colando meu corpo no dele. Olhei nos olhos dele enquanto ele descia as mãos pela minha cintura até chegar na minha bunda, com carinho apertou minhas nádegas entre as mãos. Não consegui evitar, ao sentir as mãos dele na minha bunda, busquei a boca dele com a minha e nos beijamos com paixão. Naquele momento, soube com certeza: não havia volta. Eu queria que meu sogro me possuísse.
As mãos dele percorriam meu corpo por cima da roupa, subiam até alcançar meus peitos, apertava um pouco, bem, o que a separação entre nossos corpos permitia, e depois desciam de novo até minha bunda, que também apertava, enquanto minhas mãos estavam entrelaçadas no pescoço dele, ao mesmo tempo que nos beijávamos cada vez com mais força e paixão, de vez em quando As mãos dele desciam, tentando descaradamente alcançar minha buceta, então eu me apertava mais contra ele, impedindo que conseguisse o que queria, igual quando ele acariciava minha bunda e tentava chegar na minha ppk por entre minhas pernas, eu as fechava pra ele não tocar. Ficar tão apertada contra ele fazia com que eu sentisse intensamente a ereção dele, que já era bem considerável. Acho que eu tentava manter a situação sob controle, me sentia meio culpada pelo que estava prestes a fazer e queria manter pelo menos a ilusão de que podia parar, porque de uma coisa eu tinha certeza: se ele acariciasse minha buceta, eu estaria à disposição dele. Fazer o quê, sou assim, assim que me acariciam a xota, perco o controle. Infelizmente pra mim, cada vez ficava mais difícil impedir que ele chegasse até minha ppk, minha cabeça não queria que ele chegasse, mas minha xota pedia por isso aos berros, eu sentia ela completamente molhada e ansiosa por carícias.
Finalmente, minha resistência foi reduzida e, fazendo um pouco de força, mas sem me machucar, uma das mãos dele se enfiou entre nossos corpos e alcançou minha buceta. Ele a acariciou por uns momentos por cima da calça, depois enfiou a mão pela cintura e apalpou minha ppk ansiosa, que estava protegida só por uma calcinha fio dental.
— Porra! Silvia, você tá encharcada.
— Siiim. (consegui sussurrar)
— Vamos pro meu quarto.
Nem respondi, ele me pegou pela mão e me levou até o quarto dele. Eu o seguia como uma ovelhinha, sem resistir, sem conseguir resistir, mesmo dizendo pra mim mesma que ainda não tinha acontecido nada, que ainda dava tempo de não botar chifre no Roberto com o próprio pai dele. Mas eu tinha que parar aquilo antes de entrar no quarto, era isso que eu ia fazer, ia parar já.
De repente, me vi sentada na cama do meu sogro. Mas como diabos eu tinha chegado ali, se um minuto antes a gente tava no corredor e eu tinha decidido parar com aquilo? Não tinha parado. Sem saber como, a gente já tinha... Percorri os metros que nos separavam do quarto do meu sogro e me vi sentada ao lado dele. Ele estava procurando minha boca com a dele de novo, enquanto com uma mão lutava pra desabotoar o botão da minha calça, e eu só conseguia ficar ali, submissa, recebendo a língua dele dentro da minha boca, buscando a minha. Em segundos, comecei a esquecer que tinha namorado, esquecer que o homem que estava me beijando era o pai do meu namorado, e minha língua reagiu à dele. Enquanto isso, o botão da minha calça tinha cedido na luta com a mão dele e se desabotoou. Agora ele estava abaixando o zíper da minha calça, que não deu trabalho. Minha buceta estava agora pobremente protegida por uma calça desabotoada e uma calcinha minúscula, pouca coisa pra aguentar muito.
Eu desejava, agora sim, sentir de novo a mão dele sobre minha calcinha, acariciando minha buceta com a proteção do tecido fino. Agora estávamos semi-deitados na cama, com as pernas penduradas pra fora, mas os corpos deitados. A mão dele contornou habilmente o elástico da minha calcinha pequena e alcançou minha buceta diretamente. Abri as pernas pra deixar ele acariciar meu tesouro e minha perdição. Já falei antes: assim que me acariciam a buceta, perco o controle, com total liberdade.
Porra! Ele era um expert. Passou um pouco as pontas dos dedos pela minha rachinha pra umedecê-las e depois se dedicou por um bom tempo a acariciar toda a minha vulva. De vez em quando, roçava meu clitóris, o que me dava uma descarga de prazer, mas nunca parava por ali. Cheguei a pensar que ele não conseguia encontrá-lo, mesmo que cada vez que roçava nele, eu sentia ele duro como um grão de bico. Mas logo ele me mostrou que não, que sempre soube que ele estava ali. Os dedos dele pousaram suavemente no meu clitóris e começaram a excitá-lo. Não senti nenhum incômodo quando ele fez isso, diferente de quando alguém te dá uma carícia naquele lugar tão delicado. Antes que você esteja excitada o suficiente pra receber, olha só que filho da puta — dito com carinho — tava me levando ao orgasmo sem nem ter tirado minha calça.
Sim, eu gozei sem tirar nenhuma peça de roupa. Aí ele descolou os lábios dos meus, se levantou entre minhas pernas e tirou minha calça e calcinha de uma vez só. Pela primeira vez, minha buceta tava à vista dele, parecia que ele tava admirando enquanto tirava minha calça e calcinha. Depois, me fez abrir as pernas, se ajoelhou entre elas e começou a lamber minha buceta. Normalmente, me irrita muito receber atenção na buceta depois de um orgasmo sem esperar uns minutos pra me recuperar, mas dessa vez não. Ele lambia devagar, com muita suavidade, sem colocar os lábios ou a língua em zonas muito erógenas, deixando eu relaxar e me excitar ao mesmo tempo.
Com certeza minha sogra, se recebesse as mesmas atenções que eu tava recebendo do meu sogro, devia sentir muita falta. Naquele momento, pensei que, provavelmente, com a experiência que meu sogro parecia ter, a crise dele era por causa das infidelidades dele. Por um segundo, me senti mal porque agora eu também tava sendo infiel ao meu namorado, mas logo senti uma língua entrando na minha racha e parei de pensar. Agora só podia aproveitar aquela comida de buceta que ele tava me dando, e era a melhor que já tinha recebido.
Ele agora se dedicava com mais vontade a chupar, lamber e dar mordidinhas. As mordidinhas me surpreenderam porque nunca pensei que sentir elas numa área tão sensível fosse me agradar, e eu amava. Tava chegando a passos largos num novo orgasmo, mas ele lambeu com menos intensidade e o orgasmo que ia chegar se desvaneceu. Depois, voltou a lamber com força, me aproximando de novo do orgasmo, só pra mais uma vez fazer suavemente e deixar meu orgasmo se desvanecer de novo. Ele fez a mesma coisa várias vezes. Eu já tinha levantado minha camiseta e tava esfregando meus peitos como uma louca, até que finalmente tive um orgasmo como nunca tinha sentido antes. Aí ele se afastou de mim, fechei os olhos pra relaxar, quando abri de novo porque senti um peso do meu lado na cama, meu sogro já tinha se despido e se deitado de novo na cama, meio reclinado. Ele procurou minha boca de novo, mas não precisou se esforçar, porque eu também fui atrás da dele e nos beijamos de novo com paixão enquanto uma das minhas mãos procurou o pau dele e brincou um pouco com ele. Tava duro, muito duro, e era grande, bem maior que o do Roberto.
Paramos de nos beijar, nos mexemos, ele ficou, dessa vez sim, completamente deitado, com as pernas abertas, eu ajoelhada entre elas brincando com o pau dele enquanto admirava. Ele pegou minha camiseta e terminou de tirar, e eu continuei brincando com o pau dele.
Depois aconteceu algo que me surpreendeu até a mim mesma: abaixei a cabeça e comecei a chupar aquela rola como se fosse a coisa mais deliciosa que eu jamais teria entre meus lábios. Entenda, não sou nenhuma santinha, não tenho problema em chupar uma rola, faço isso de boa, mas também não é algo que eu curta. Normalmente só faço quando o cara que está comigo pede. Desde que estou com o Roberto, até hoje, só chupei a dele. Mas a questão é que meu sogro não tinha me pedido nada — fui eu que desejei sentir aquela língua na minha boca. Isso era algo que nunca tinha acontecido antes. Por mais que eu soubesse que o Roberto adora que eu chupe ele, e já tinha me proposto várias vezes a chupar sem ele pedir, nunca consegui. E agora eu estava devorando a rola do meu sogro. Foi a primeira vez na minha vida que curti chupar uma rola. Antes, até achava que quem dizia que gostava disso estava mentindo. Porra! E quando meu sogro pediu pra eu parar de chupar e montar nele, até fiquei chateada.
Mas eu fiz de novo, fiz o que ele pedia sem reclamar, me coloquei por cima dele e enfiei o pau dele na minha buceta, enquanto ele só observava. Depois fui cavalgando devagar, e aos poucos fui aumentando o ritmo enquanto ele acariciava meus peitos, amassava eles, torcia meus mamilos de leve, descia as mãos pelos meus lados e apertava minha bunda. De vez em quando colocava as mãos na minha cintura e me obrigava a foder ele mais rápido ou mais devagar, controlando o tempo todo, como desde o início, tudo que a gente tava fazendo.
Tive dois orgasmos antes de sentir os jatos de sêmen dele dentro da minha buceta, o que me deu outro orgasmo. Depois me deixei cair sobre ele enquanto sentia o pau dele pulsando dentro de mim, e nos beijamos com paixão. Quando senti o pau dele começando a murchar, rolei pro lado e fiquei deitada ao lado dele, fiquei ali uns minutos.
Depois me levantei, peguei minha roupa que tinha ficado jogada perto da cama e, sentindo um pouco de vergonha pelo que tinha acabado de acontecer, fui em direção à porta. Quando estava passando pela porta, ouvi a voz do meu sogro de novo.
— Da próxima vez vamos ter que dar a esse rabo as atenções que ele merece.
Me virei e olhei pra ele, sem dizer nada continuei andando. Cheguei no banheiro e entrei no chuveiro. Enquanto tomava banho, pensei:
“Da próxima vez, esse filho da puta pretende continuar me fodendo, e não só isso, mas também quer me comer pelo cu, coisa que nunca deixei ninguém fazer, nem o Roberto, mas será que vou conseguir negar pro meu sogro?”
Quando saí do banheiro, saí pelada. Achei que tinha demorado bastante, porque notei que meu sogro também tinha tomado banho — temos dois banheiros em casa. Encontrei ele vestido e terminando de passar a roupa que tinha ficado na sala.
— É hora de você se vestir e começar a preparar alguma coisa pra comer enquanto eu termino o que falta de passar.
— Sim. (respondi secamente e fui pro meu quarto; enquanto me vestia, pensei) “Vai ser.” meu sogro que desvirgou meu cu, ou vou ousar negar pra ele"
Horas depois, já com o Roberto em casa, jantamos nós três. Meu sogro falava com o Roberto como se nada tivesse acontecido naquela tarde. Eu mal conseguia conversar com meu sogro olhando na cara dele.
Depois, já no nosso quarto, o Roberto me perguntou:
— Minha mãe te incomodou hoje?
— Por que você tá me perguntando isso?
— Te vi muito fria e distante com ele durante o jantar.
— Ah, não, é que eu tava pensando nas minhas coisas. (respondi, enquanto pensava) "Fria e distante, pois você não diria isso se tivesse nos visto esta tarde."
CONTINUA
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O caso é que, há seis meses, os pais do meu namorado tiveram uma crise no casamento e o pai dele veio passar um tempo com a gente enquanto resolviam a situação ou ele achava um apartamento. Só que, depois de seis meses, ele ainda está aqui, e acho que não vai embora.
Não me incomodei dele vir morar com a gente, claro que era um saco, principalmente porque eu gosto de me vestir bem sexy em casa pra manter a paixão do meu namorado. Mas, com o pai dele em casa, comecei a me vestir bem mais recatada, embora aos poucos fosse me acostumando a ter o sogro por perto. Nunca cheguei a me vestir como antes dele vir, mas sempre tentava ficar atraente pro meu namorado. O problema é que, claro, meu sogro também me via e, cada dia mais, ele reparava em mim. Às vezes eu percebia os olhares dele. Por um lado, me sentia mal vendo como ele me olhava, mas, por outro, toda mulher gosta um pouco de se sentir admirada.
Ele se comportava muito bem, ajudava em casa, nos dava parte do dinheiro que ganhava. A gente sempre falava que não precisava, mas ele dizia que não queria ser um peso pra nós, que não tínhamos que alimentá-lo de graça e que era normal pagar os gastos extras que ele causava. Na verdade, ele nos dava bem mais dinheiro do que custava, mas não teve jeito de recusar. Passava muito tempo sozinha em casa com meu sogro, já que meu horário de trabalho é bem parecido com o dele, e o do meu O namorado é bem diferente. De segunda a sexta, a gente passava umas duas horas sozinhos, e nos sábados ficávamos quase o dia todo só nós dois. Aos poucos, foi crescendo uma confiança maior entre meu sogro e eu, e aí começaram os elogios dele. Quando meu namorado não estava, ele soltava coisas tipo "como você está gostosa hoje" ou "olha a sorte que meu filho tem de ter encontrado uma mina como você". No começo, esses eloginhos me deixavam desconfortável, mas fui me acostumando, e ele foi soltando uns mais picantes.
Umas duas meses atrás, num sábado, aconteceu algo que eu nunca esperava. Fazia uma hora que meu namorado tinha ido trabalhar, eu estava passando roupa na sala, de frente pra TV. Daí a pouco, meu sogro chegou e sentou no sofá atrás de mim, vendo TV. Eu tinha vestido um shortinho branco e uma camiseta sem manga meio justa. Mesmo de costas pra ele, sentia os olhos dele percorrendo minhas pernas. Me senti meio incomodada por ter escolhido aquela roupa e por causa dos olhares dele. Além disso, quando passo roupa, não consigo evitar — nunca consegui — de rebolar um pouco. Também quando me abaixava pra deixar as roupas passadas numa cadeira do lado, e me abaixava mais ainda pra pegar outra peça pra passar, eu sabia direitinho como minha bunda marcava no short. Quase dava pra sentir a excitação do meu sogro crescendo, mas preferi ignorar. Continuei passando e vendo TV, pensando — e desejando — que ele logo se cansasse da situação e fosse dar uma volta. A verdade é que não levei em conta que meu sogro tava há quatro meses sem sexo e já devia estar precisando.
Ouvi ele se levantar. Pensei: "finalmente vai embora". Mas me enganei. Ele chegou perto de mim, colocou as mãos na minha cintura e disse:
— Quer que eu te ajude em alguma coisa?
— Bom, você podia ir no supermercado comprar uns peitos de frango. (Respondi depois de uns segundos, pra me livrar dele.)
— Não tem nada pra fazer aqui? (As mãos dele ainda estavam na minha cintura.)
— Não, só falta um Um pouco de chapa.
- Hoje você está muito gostosa. (Não soube o que dizer, as mãos dele subiram e desceram um pouco na minha cintura)
- Então, se for comprar, depois a gente come peito de frango. (Falei depois de um silêncio constrangedor)
- Você é que tem um belo par de peitos. (Respondeu, subindo uma das mãos e acariciando um dos meus peitos; xinguei mentalmente por ter escolhido justamente essa comida)
- Sou a namorada do seu filho, me respeita. (Mesmo me segurando daquele jeito, sem usar força, ele não me deixava mexer)
- Eu te respeito, e gosto muito de você.
- Isso não pode estar acontecendo! (Não falei porque meu sogro estava me apalpando, não, falei porque sentia que estava ficando excitada, e não queria)
- Você é uma garota muito atraente, eu sou um homem, é normal que aconteça.
- Não, não é normal, sou a namorada do seu filho, nunca traí ele e você não pode querer botar chifre no próprio filho.
- Já te disse, sou um homem, tenho necessidades, além disso, chifre só dói se ele descobrir.
- Você seria capaz de fazer isso com seu filho?
- Agora estou muito carente, seria capaz de qualquer coisa, além disso, sempre te achei muito gostosa, faz tempo que tenho fantasias com você.
- Bom, me sinto meio lisonjeada, mas isso não está certo, não quero que continue.
- Sério?
- Sério.
- Então por que você não se afasta?
- Você está me segurando.
- Se quiser se afastar, eu solto, mas me parece que você não tem muita vontade de que eu solte, aliás, diria que você gosta de sentir minhas mãos.
- Não estou excitada!
- Isso te excita?
- Não!
- Sim, sim, te excita, por isso você disse não, mesmo eu não tendo falado nada sobre excitação.
- Isso... (Fiquei sem saber o que dizer)
- Tá bom, você está a fim e eu muito mais, vamos passar um tempo gostoso juntos. (A mão dele ainda estava no meu peito e, mesmo eu negando pra ele e tentando negar pra mim mesma, estava excitada, sentia meus mamilos duros debaixo do sutiã, sei lá, talvez fosse pela excitação de pensar em trair meu namorado, por que, embora meu sogro fosse atraente, muito parecido com meu namorado, até em fotos que eu tinha visto dele quando jovem era difícil distinguir um do outro, nunca tinha pensado nele como homem, até aquele dia, claro)
- Isso não está certo.
- O que não está certo é continuarmos nos reprimindo. (A mão que ele tinha mantido o tempo todo na minha cintura desceu até minha bunda e apertou minha nádega com força, um gemido quase escapou dos meus lábios ao sentir aquilo)
- Não devemos fazer isso. Pobre Roberto. (Roberto é o nome do meu namorado)
- Não vai acontecer nada com Roberto, ele nem precisa ficar sabendo.
- Você se sentiria capaz de olhar seu filho nos olhos sem se sentir culpado se a gente transar?
- Sim, e você não?
- Não sei, nunca pensei em traí-lo, não sei como me sentiria se fizesse isso.
- Vamos experimentar.
- Se eu me sentir muito mal quando começarmos e quiser parar, você para?
- Claro.
Embora eu soubesse que nessas circunstâncias qualquer homem diria a uma garota exatamente o que ela queria ouvir, ou seja, que pararia assim que ela pedisse, acreditei nele, ou quis acreditar. A verdade é que, apesar de não querer trair Roberto, eu tinha ficado muito excitada e desejava transar com meu sogro.
Lentamente, fui me virando, até ficar de frente para ele, colando meu corpo no dele. Olhei nos olhos dele enquanto ele descia as mãos pela minha cintura até chegar na minha bunda, com carinho apertou minhas nádegas entre as mãos. Não consegui evitar, ao sentir as mãos dele na minha bunda, busquei a boca dele com a minha e nos beijamos com paixão. Naquele momento, soube com certeza: não havia volta. Eu queria que meu sogro me possuísse.
As mãos dele percorriam meu corpo por cima da roupa, subiam até alcançar meus peitos, apertava um pouco, bem, o que a separação entre nossos corpos permitia, e depois desciam de novo até minha bunda, que também apertava, enquanto minhas mãos estavam entrelaçadas no pescoço dele, ao mesmo tempo que nos beijávamos cada vez com mais força e paixão, de vez em quando As mãos dele desciam, tentando descaradamente alcançar minha buceta, então eu me apertava mais contra ele, impedindo que conseguisse o que queria, igual quando ele acariciava minha bunda e tentava chegar na minha ppk por entre minhas pernas, eu as fechava pra ele não tocar. Ficar tão apertada contra ele fazia com que eu sentisse intensamente a ereção dele, que já era bem considerável. Acho que eu tentava manter a situação sob controle, me sentia meio culpada pelo que estava prestes a fazer e queria manter pelo menos a ilusão de que podia parar, porque de uma coisa eu tinha certeza: se ele acariciasse minha buceta, eu estaria à disposição dele. Fazer o quê, sou assim, assim que me acariciam a xota, perco o controle. Infelizmente pra mim, cada vez ficava mais difícil impedir que ele chegasse até minha ppk, minha cabeça não queria que ele chegasse, mas minha xota pedia por isso aos berros, eu sentia ela completamente molhada e ansiosa por carícias.
Finalmente, minha resistência foi reduzida e, fazendo um pouco de força, mas sem me machucar, uma das mãos dele se enfiou entre nossos corpos e alcançou minha buceta. Ele a acariciou por uns momentos por cima da calça, depois enfiou a mão pela cintura e apalpou minha ppk ansiosa, que estava protegida só por uma calcinha fio dental.
— Porra! Silvia, você tá encharcada.
— Siiim. (consegui sussurrar)
— Vamos pro meu quarto.
Nem respondi, ele me pegou pela mão e me levou até o quarto dele. Eu o seguia como uma ovelhinha, sem resistir, sem conseguir resistir, mesmo dizendo pra mim mesma que ainda não tinha acontecido nada, que ainda dava tempo de não botar chifre no Roberto com o próprio pai dele. Mas eu tinha que parar aquilo antes de entrar no quarto, era isso que eu ia fazer, ia parar já.
De repente, me vi sentada na cama do meu sogro. Mas como diabos eu tinha chegado ali, se um minuto antes a gente tava no corredor e eu tinha decidido parar com aquilo? Não tinha parado. Sem saber como, a gente já tinha... Percorri os metros que nos separavam do quarto do meu sogro e me vi sentada ao lado dele. Ele estava procurando minha boca com a dele de novo, enquanto com uma mão lutava pra desabotoar o botão da minha calça, e eu só conseguia ficar ali, submissa, recebendo a língua dele dentro da minha boca, buscando a minha. Em segundos, comecei a esquecer que tinha namorado, esquecer que o homem que estava me beijando era o pai do meu namorado, e minha língua reagiu à dele. Enquanto isso, o botão da minha calça tinha cedido na luta com a mão dele e se desabotoou. Agora ele estava abaixando o zíper da minha calça, que não deu trabalho. Minha buceta estava agora pobremente protegida por uma calça desabotoada e uma calcinha minúscula, pouca coisa pra aguentar muito.
Eu desejava, agora sim, sentir de novo a mão dele sobre minha calcinha, acariciando minha buceta com a proteção do tecido fino. Agora estávamos semi-deitados na cama, com as pernas penduradas pra fora, mas os corpos deitados. A mão dele contornou habilmente o elástico da minha calcinha pequena e alcançou minha buceta diretamente. Abri as pernas pra deixar ele acariciar meu tesouro e minha perdição. Já falei antes: assim que me acariciam a buceta, perco o controle, com total liberdade.
Porra! Ele era um expert. Passou um pouco as pontas dos dedos pela minha rachinha pra umedecê-las e depois se dedicou por um bom tempo a acariciar toda a minha vulva. De vez em quando, roçava meu clitóris, o que me dava uma descarga de prazer, mas nunca parava por ali. Cheguei a pensar que ele não conseguia encontrá-lo, mesmo que cada vez que roçava nele, eu sentia ele duro como um grão de bico. Mas logo ele me mostrou que não, que sempre soube que ele estava ali. Os dedos dele pousaram suavemente no meu clitóris e começaram a excitá-lo. Não senti nenhum incômodo quando ele fez isso, diferente de quando alguém te dá uma carícia naquele lugar tão delicado. Antes que você esteja excitada o suficiente pra receber, olha só que filho da puta — dito com carinho — tava me levando ao orgasmo sem nem ter tirado minha calça.
Sim, eu gozei sem tirar nenhuma peça de roupa. Aí ele descolou os lábios dos meus, se levantou entre minhas pernas e tirou minha calça e calcinha de uma vez só. Pela primeira vez, minha buceta tava à vista dele, parecia que ele tava admirando enquanto tirava minha calça e calcinha. Depois, me fez abrir as pernas, se ajoelhou entre elas e começou a lamber minha buceta. Normalmente, me irrita muito receber atenção na buceta depois de um orgasmo sem esperar uns minutos pra me recuperar, mas dessa vez não. Ele lambia devagar, com muita suavidade, sem colocar os lábios ou a língua em zonas muito erógenas, deixando eu relaxar e me excitar ao mesmo tempo.
Com certeza minha sogra, se recebesse as mesmas atenções que eu tava recebendo do meu sogro, devia sentir muita falta. Naquele momento, pensei que, provavelmente, com a experiência que meu sogro parecia ter, a crise dele era por causa das infidelidades dele. Por um segundo, me senti mal porque agora eu também tava sendo infiel ao meu namorado, mas logo senti uma língua entrando na minha racha e parei de pensar. Agora só podia aproveitar aquela comida de buceta que ele tava me dando, e era a melhor que já tinha recebido.
Ele agora se dedicava com mais vontade a chupar, lamber e dar mordidinhas. As mordidinhas me surpreenderam porque nunca pensei que sentir elas numa área tão sensível fosse me agradar, e eu amava. Tava chegando a passos largos num novo orgasmo, mas ele lambeu com menos intensidade e o orgasmo que ia chegar se desvaneceu. Depois, voltou a lamber com força, me aproximando de novo do orgasmo, só pra mais uma vez fazer suavemente e deixar meu orgasmo se desvanecer de novo. Ele fez a mesma coisa várias vezes. Eu já tinha levantado minha camiseta e tava esfregando meus peitos como uma louca, até que finalmente tive um orgasmo como nunca tinha sentido antes. Aí ele se afastou de mim, fechei os olhos pra relaxar, quando abri de novo porque senti um peso do meu lado na cama, meu sogro já tinha se despido e se deitado de novo na cama, meio reclinado. Ele procurou minha boca de novo, mas não precisou se esforçar, porque eu também fui atrás da dele e nos beijamos de novo com paixão enquanto uma das minhas mãos procurou o pau dele e brincou um pouco com ele. Tava duro, muito duro, e era grande, bem maior que o do Roberto.
Paramos de nos beijar, nos mexemos, ele ficou, dessa vez sim, completamente deitado, com as pernas abertas, eu ajoelhada entre elas brincando com o pau dele enquanto admirava. Ele pegou minha camiseta e terminou de tirar, e eu continuei brincando com o pau dele.
Depois aconteceu algo que me surpreendeu até a mim mesma: abaixei a cabeça e comecei a chupar aquela rola como se fosse a coisa mais deliciosa que eu jamais teria entre meus lábios. Entenda, não sou nenhuma santinha, não tenho problema em chupar uma rola, faço isso de boa, mas também não é algo que eu curta. Normalmente só faço quando o cara que está comigo pede. Desde que estou com o Roberto, até hoje, só chupei a dele. Mas a questão é que meu sogro não tinha me pedido nada — fui eu que desejei sentir aquela língua na minha boca. Isso era algo que nunca tinha acontecido antes. Por mais que eu soubesse que o Roberto adora que eu chupe ele, e já tinha me proposto várias vezes a chupar sem ele pedir, nunca consegui. E agora eu estava devorando a rola do meu sogro. Foi a primeira vez na minha vida que curti chupar uma rola. Antes, até achava que quem dizia que gostava disso estava mentindo. Porra! E quando meu sogro pediu pra eu parar de chupar e montar nele, até fiquei chateada.
Mas eu fiz de novo, fiz o que ele pedia sem reclamar, me coloquei por cima dele e enfiei o pau dele na minha buceta, enquanto ele só observava. Depois fui cavalgando devagar, e aos poucos fui aumentando o ritmo enquanto ele acariciava meus peitos, amassava eles, torcia meus mamilos de leve, descia as mãos pelos meus lados e apertava minha bunda. De vez em quando colocava as mãos na minha cintura e me obrigava a foder ele mais rápido ou mais devagar, controlando o tempo todo, como desde o início, tudo que a gente tava fazendo.Tive dois orgasmos antes de sentir os jatos de sêmen dele dentro da minha buceta, o que me deu outro orgasmo. Depois me deixei cair sobre ele enquanto sentia o pau dele pulsando dentro de mim, e nos beijamos com paixão. Quando senti o pau dele começando a murchar, rolei pro lado e fiquei deitada ao lado dele, fiquei ali uns minutos.
Depois me levantei, peguei minha roupa que tinha ficado jogada perto da cama e, sentindo um pouco de vergonha pelo que tinha acabado de acontecer, fui em direção à porta. Quando estava passando pela porta, ouvi a voz do meu sogro de novo.
— Da próxima vez vamos ter que dar a esse rabo as atenções que ele merece.
Me virei e olhei pra ele, sem dizer nada continuei andando. Cheguei no banheiro e entrei no chuveiro. Enquanto tomava banho, pensei:
“Da próxima vez, esse filho da puta pretende continuar me fodendo, e não só isso, mas também quer me comer pelo cu, coisa que nunca deixei ninguém fazer, nem o Roberto, mas será que vou conseguir negar pro meu sogro?”
Quando saí do banheiro, saí pelada. Achei que tinha demorado bastante, porque notei que meu sogro também tinha tomado banho — temos dois banheiros em casa. Encontrei ele vestido e terminando de passar a roupa que tinha ficado na sala.
— É hora de você se vestir e começar a preparar alguma coisa pra comer enquanto eu termino o que falta de passar.
— Sim. (respondi secamente e fui pro meu quarto; enquanto me vestia, pensei) “Vai ser.” meu sogro que desvirgou meu cu, ou vou ousar negar pra ele"
Horas depois, já com o Roberto em casa, jantamos nós três. Meu sogro falava com o Roberto como se nada tivesse acontecido naquela tarde. Eu mal conseguia conversar com meu sogro olhando na cara dele.
Depois, já no nosso quarto, o Roberto me perguntou:
— Minha mãe te incomodou hoje?
— Por que você tá me perguntando isso?
— Te vi muito fria e distante com ele durante o jantar.
— Ah, não, é que eu tava pensando nas minhas coisas. (respondi, enquanto pensava) "Fria e distante, pois você não diria isso se tivesse nos visto esta tarde."
CONTINUA
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3 comentários - Mi suegro vive con nosotros