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GIOVANNA TOTI
El destino me había puesto en un lugar envidiable para muchos, mi profesión de fotógrafo me había llevado a meterme en el mundo de los famosos, de la farándula.
A base de trabajo y esfuerzo me hice un nombre, un nombre de peso en el ambiente donde permanentemente me codeaba con famosos y famosas.
En general, había una regla que aplicaba a casi todos… los hombres en esos círculos de teatro, bailarines y coreógrafos, eran todos putos, a los que debías hacerles ‘un favor’ si querías progresar, y donde las mujeres eran todas putas que lo primero que miraban eran lo abultado de una billetera, ellas solo se ‘enamoraban’ de deportistas, en especial futbolistas, o empresarios, o políticos… no mucho más, solo buscaban ‘invertir’ su concha en sitios donde se aseguraran un bienestar económico a futuro.
Como dije, yo solo me rozaba con ese ambiente, pero no pertenecía a él, solo estaba en ese círculo por la calidad de mis trabajos, porque jamás me hubiera acostado con un hombre, y las mujeres, si bien tuve la suerte de tener sexo con algunas, solo era algo pasajero, los pesos en mis bolsillos no alcanzaban para pretender nada con ellas.
De todas maneras, sabía que era disfrutar el momento, esas mujeres, no eran mujeres para formar una familia, era solo un poco de sexo y ya…
Pero, siempre hay una excepción a la regla, y en algún momento alguien se cruzó en mi vida, alguien que me quitó el sueño, alguien que me hizo llegar al límite de la locura…
Paolo Schujman, es un conocido y adinerado coreógrafo para el cual había trabajado varias veces en sus obras de teatro, en especial en las temporadas de verano, nacido en Italia, de madre italiana y padre hebreo, un tipo súper famoso y súper adinerado, hablar de él es hablar del top de top.
Paolo es gay, de esos súper amanerados, con sus dedos llenos de anillos, esos que quiebran la muñeca para gesticular y un timbre de voz casi histérico, pero debo decir que conmigo su trato fue siempre súper profesional.
El me llamó ese verano, para un trabajo nuevo, se trataba de su hermana menor, quien se iniciaba en la carrera de vedette, yo la había visto algunas veces, pero solo por casualidad, quería que sea su fotógrafo personal y le diera un impulso a su carrera.
A primeira vez que cruzei com ela cara a cara foi num estúdio fotográfico, só pra testar uns takes. Sinceramente, me senti intimidado…
No estúdio tinha umas dez pessoas, a Giovanna se apresentou na frente de todo mundo com um roupão branco comprido que quase batia no tornozelo, aberto na frente, onde dava pra ver uma fio dental vermelha e dava pra perceber que ela não tava de sutiã. Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, trocamos umas palavras, ela tava de salto alto, o que deixava ela na minha altura, e eu achei ela perfeita aos meus olhos.
Com toda a naturalidade e sem nenhum pudor, ela deixou o roupão cair, mostrando os peitos siliconados e uma bunda dos sonhos. Posou com total naturalidade, feito uma deusa, apesar dos seus doces vinte anos. Eu tava acostumado com essas coisas, mas ela me deu uma ereção desgraçada…
A gente se conheceu um pouco, coisa de trabalho. Ela tinha chegado na Argentina com só dois anos, então não sabia nada da Itália natal.
Ela quis se diferenciar do irmão mais velho, não queria ficar famosa por ser irmã do Paolo Schujman. Além disso, com bom senso, ela sacou que ainda tem muita gente homofóbica, e também, pra completar, ainda tem muita gente antissemita…
E pra ela, ser judia era tão relevante quanto pra mim ser cristão. Então, pra começar a vida no meio, ela decidiu usar o sobrenome da mãe. Foi assim que nasceu Giovanna Toti, nome acertado, por sinal, com um glamour italiano refinado.
E o que falar dela? Acho que ela tinha um ego grande demais por causa da beleza sem igual. Precisava o tempo todo ser o centro das atenções e dos olhares. Posar nua na frente da lente da minha câmera era a coisa mais natural pra ela, se sentia feito peixe na água, e logo virou capa de revista.
A gente se enroscou, não sei como aconteceu, mas acabamos entre os lençóis. Ela era uma criatura divina, um demônio na cama. Transava como poucas e não tinha objeção pra fazer nada. Adorava experimentar tudo e ficava entediada com o rotina.
E sabem o que me enlouquecia nela? O jeito que ela gritava, caralho, nunca entendi aqueles gemidos tão exagerados que dava pra ouvir de qualquer lugar, nunca soube se era prazer de verdade ou só mais uma ferramenta pra chamar atenção, pra todo mundo saber que a Giovanna tava dando.
Vocês não imaginam a vergonha que foi pra mim receber reclamações por causa dos gritos dela, muitas vezes acordava gente que só queria descansar de madrugada… e era eu quem tinha que dar satisfação…
E sabem o que me irritava nela? Que quando eu perguntava por que ela tava comigo, ela só dizia ‘porque você tem uma rola linda e me come super gostoso’, e no começo essas palavras eram tudo que qualquer homem queria ouvir da boca de uma mulher, mas com o tempo começou a soar vazio, sem graça, ela só via isso em mim, e eu, idiota, sabia que tava me apaixonando por ela, num amor quase impossível…
Ela tinha vinte e três quando tirei as fotos que deixo anexadas, foi durante a campanha de uma marca famosa de lingerie que já tinha contratado ela como modelo exclusiva, a gente tinha ido pra província de San Juan, a ideia era fazer toda a publicidade de fotos e filmagens no pé das montanhas, e a beleza dela contrastar com os morros.
Tivemos tudo pago, nossos rolos eram secretos, todo mundo sabia, mas ela não queria que fosse oficial, já imaginam o motivo, a grana no meu bolso não era suficiente…
Quartos separados num dos melhores hotéis, um apartamento com vários complexos, em várias construções de alto nível.
Meu quarto tinha todos os luxos dos sonhos, minha cama era enorme, maior do que vocês podem imaginar.
Uma particularidade: olhando pela janela, minha vista dava pra outros quartos num módulo paralelo, separados por um pátio de só uns dois metros, situação que me incomodava um pouco, porque tirava minha privacidade, já que, se Eu podia ver tudo, era óbvio que do outro quarto eles tinham a mesma percepção que eu.
Esse detalhe não passou despercebido pela Giovanna, que, ao contrário das minhas sensações, com aquela necessidade dela de se sentir observada, ficou toda excitada com a situação.
Os dois primeiros dias passaram na maior normalidade, não tinha muita gente no complexo, improvisamos umas gravações no pé da montanha, um pouco de sexo, rotina…
Mas no terceiro dia algo ia mudar, chegou um bando de adolescentes numa viagem de formatura, dezesseis, dezessete, dezoito anos talvez, e o quarto da frente que tava vazio foi ocupado por três caras, três moleques com quem logo nos vimos cara a cara pelas janelas. Eu soube na hora que isso ia dar problema quando a Giovanna descobrisse, e não me enganei…
Ela morria por ter plateia, e esses jovens sortudos seriam a plateia dela, e eu? Eu seria o parceiro dela, outra coisa eu não podia aspirar ser na vida dela…
Bem no fim da tarde, a gente tava terminando a campanha de lingerie erótica, tava calor, calor pra caralho, peguei a Giovanna bebendo água de uma garrafa plástica, ela tava tão gostosa, não consegui evitar tirar uma foto dela, que compartilho com vocês, ela riu, fomos pro meu quarto, o sol tava se pondo de lado e batia direto na janelona, ela só puxou as cortinas fazendo o quarto encher de luz, ela tava quase nua, desfilando aquele corpinho perto dos vidros, com aquela espécie de biquíni quase pornográfico, ainda usando aquela touca ridícula com viseira, ela garantiu que uns jovens estivessem de olho do outro lado, nunca soube se foi acaso ou se ela tinha planejado, mas o fato é que finalmente ela tinha a plateia dela.
Ela só deixou cair aquela peça minúscula que cobria o corpo dela, ficando pelada como veio ao mundo, eu me senti sem graça porque ela tava propondo aquilo, transar na vista daqueles pivetes…
Três caras se amontoavam na sacada, igual moscas brigando pelo melhor lugar, eu ouvia com Nitidez! ‘Vão foder!’ ‘Vão foder!’, e esse era o jogo de Giovanna, pegar ou largar…
Ela veio para o meu lado, começou a me beijar gostoso, seus lábios tinham gosto de mel, seus olhos de pecado, suas curvas de perdição, seus pezões nus, duros como pedra, deliciosos. Subiu um pouco só pra deixá-los na altura da minha boca, me oferecendo de bandeja. Comecei a lamber, só passando a ponta da língua neles, enchendo de saliva, sem me estender muito além daquelas auréolas perfeitas.
Giovanna parecia se perder, parecia naufragar. Pegou minhas mãos com as dela e me convidou a percorrer seu corpo, seus vales, suas montanhas, seus mares. Ela gemia, mais que isso, já estava gritando. Não podia acreditar numa mulher tão sensível. Senti na minha boca um primeiro orgasmo, só de lamber os peitos dela, só por se sentir observada…
Levei os dedos até a buceta dela enquanto beijava seu pescoço e o ombro direito. Senti os fluidos escorrendo pelas pernas dela, brinquei um pouco, espalhei a lubrificação pelo clitóris e pelo púbis depilado. Eu adorava fazer aquilo. Ela se contorcia a cada toque íntimo, como se meus dedos tivessem eletricidade…
Ela desceu então entre minhas pernas, porra, não conseguia ter uma ereção. Os caras na frente gritavam tanta coisa que eu simplesmente não conseguia me concentrar. Pra mim era um maldito castigo, mas Giovanna parecia estar no paraíso. Quanto mais putaria gritavam, mais vadia ela ficava, mais gritava, uivava…
Ela tentou me chupar, mas não rolava nada comigo…
Então trocamos de posição. Ela me fez deitar e veio por cima de mim, se ajeitando num perfeito sessenta e nove. Meu pau e o rosto dela bem na janela, e eu debaixo da bunda enorme dela.
O que dizer? Meus olhos se encheram com aquelas nádegas enormes e bronzeadas, os lábios dela macios e deliciosos, o clitóris lindo escorrendo nos próprios fluidos, e aquele furinho marrom tão excitante de ver…
Só comecei a lamber, tudo. Aquele gosto delicioso de mulher, misturando com minha saliva os fluidos quentes dela, espalhando tudo… no seu esfíncter, afundando minha língua nele, tão permeável…
Giovanna só gritava do outro lado, mal se calava quando eu enfiava minha rola dura na boca dela, finalmente tinha conseguido uma ereção perfeita, sentia ela chupar com capricho minha glande, me masturbando, puxando meu prepúcio tão pra baixo que parecia me matar, apertando minhas bolas entre as mãos, tudo em suma harmonia…
O prazer que ela me dava era tão grande que eu não aguentava mais, então parei de lamber, só me enchi da vista e deixei ela me chupar, fazer o que quisesse, seus gemidos e os gritos incessantes dos caras na frente era tudo que meus ouvidos captavam, enfiei dois dedos na buceta dela e mexi em espiral por um bom tempo, depois tirei, encharcados, e meti no cu dela, quase sem resistência. Enfiei então o polegar na buceta dela e parecia estar me acariciando, os dedos que estavam de um lado e do outro.
Ela mudou de novo, virou sobre si mesma e me disse:
Me come… quero sua rola…
Peguei ela entre os dedos e guiei pro buraco dela, entrei até o fundo, tenho uma rola boa mas ela tinha uma buceta melhor, ela começou a me cavalgar, como uma égua, enlouquecida, mais e mais, gritava, como gritava, minhas mãos pousavam naquele cu maldito, os peitões enormes dela pulavam ritmadamente, tão sexual… de vez em quando eu me agarrava neles, num, no outro, tava no limite da minha resistência, ela morria de orgasmos e me implorava pra encher ela de leite…
Senti que vinha, ela também, minha rola só endureceu mais, ela acelerou o ritmo, explodi dentro dela, minha glande acariciando as paredes da vagina dela, foi perfeito…
Ela se deixou cair sobre mim, numa pausa pequena, os caras aplaudiam, me estiquei pra ver por cima do corpo dela, os malditos estavam filmando! Perturbado, falei:
Giovanna… Giovanna… esses moleques estão filmando!!!
Contrariamente ao que pensei, isso acendeu ela de novo, que porra era aquela com essa mulher? Ela levantou um pouco os quadris fazendo que nos desacoplássemos, meu pau ainda estava meio duro, envolto em misturas de fluidos e sêmen, a buceta dela então pareceu cuspir tudo que eu tinha deixado lá, sobre meu pau, ela começou a rir, mordeu o dedo mindinho com malícia e girou de novo…
Mais uma vez pra brincar, começou a lamber todo o sêmen, a lamber meu pau, a deixar cair uma vez, recomeçar, pareceu parar o tempo naquele momento, só brincando com a porra que estava no meu corpo, não deixava de lado, mas também não engolia, brincava como uma puta brinca com um rato, tudo numa atuação magistral pra câmera.
Quando se cansou da brincadeira, só bebeu até a última gota, passando a língua de um jeito muito sexy pela minha barriga, pelo meu púbis e pelo meu pau…
Já estava bem escuro, quase não dava pra ver do outro lado, os caras eram só silhuetas no começo da noite, e que ideia ela teve? acender a luz do quarto, puta…
Ela tinha conseguido me excitar de novo, era um tornado que arrasava tudo por onde passava, montou em mim de novo, com uma perna de cada lado, engolindo todo o meu pau de novo, só que agora de costas pra mim, a testa, o rosto dela virados pra janela, doeu, mas eu assumi que no fundo não tava nem aí pra fazer amor comigo, na real ela tava atuando pra esses moleques sortudos…
Giovanna tirou meu pau da buceta dela e trocou de buraco, era vez do cu dela, ela adorava levar no cu, dizia que se sentia suja, puta, e obviamente eu não ia discutir com ela…
Entrou por completo, até a base, tão apertadinho…
Ela se deixou cair devagar pra trás, encostando as costas no meu peito, os dois olhando pro teto do quarto, só virava o rosto pra buscar nossos lábios, levantou as duas pernas pra trás fazendo eu segurar ela com meus braços.
Imagino o que esses caras filmavam, essa puta toda aberta, com a buceta depilada, se masturbando, enfiando os dedos no buraco dela, gritando como uma possessa enquanto o parceiro metia gostoso no cu dela…
Quando eu estava quase gozando, ela só fez eu tirar pra gozar em cima da buceta dela, o gozo espirrou por toda a pussy, pelo cu dela, que prazer…
Parece que ouvi alguém batendo de leve na porta, parei tudo e afastei ela, mandei ela calar a boca e aguçamos os ouvidos. Passaram uns minutos e, sim, bateram de novo, com um pouco mais de insistência. Eu tava imprestável, arrumei um pouco o cabelo e espiei timidamente, só entreabrindo a porta. Uma moça do outro lado, funcionária do complexo, toda envergonhada, corada e olhando pro chão, me disse que, como não atendíamos o telefone do quarto, mandaram ela reclamar "dos barulhos" do lugar, que era um local "para famílias" e que os hóspedes estavam reclamando…
Pedi desculpas da situação, xinguei a Giovanna, sempre como homem eu tinha que meter a cara e dar desculpas pelo que ela fazia como mulher…
Decidi que já deu, fechei as cortinas e fui tomar um banho, ela foi pro quarto dela e combinamos de nos encontrar pra descer pra jantar.
Fui jantar perto da meia-noite, ela me pediu pra ir na frente porque ainda não tava pronta, peguei uma mesa de lado, observei o cenário. No meio da galera, encontrei o grupinho de adolescentes e, claro, aqueles caras da varanda. Me senti um lixo, com uma vergonha danada, fiquei vermelho igual um tomate, mas que merda…
Minutos depois, ela apareceu. Mas que porra tava acontecendo com essa mulher? Com os cabelos soltos, um vestido azul claro que marcava os bicos dos peitos e um short de lycra branco tão apertado e pequeno que vocês podem imaginar, tão enfiado na buceta que dava pra ver que ela nem tava de calcinha…
E de novo, obviamente, foi a rainha do lugar, centro de todos os olhares, eu só queria morrer…
Naquela noite, naquela mesa, pensei em um monte de coisas… revi tudo, enquanto a Giovanna tava feliz e radiante, chamando todos os olhares e comentários, sem se importar o quão puta ela parecia. Ela era assim, sempre seria assim. Eu tinha me apaixonado igual um idiota por aquela puta, mas que puta gostosa…
E pra mim, era só deixar ela. ou aceitá-la como ela era, ela me levaria ao céu e ao inferno, ela me faria ter o melhor sexo da minha vida, mas também me jogaria no ostracismo de uma humilhação constante…
Como termina a história? Fácil… eu tinha meus planos, mas meus planos não eram os planos dela. Aquele vídeo idiota que os caras gravaram do outro lado do quarto passou de mão em mão, viralizou, ficou famoso, todo mundo falou por um tempo do vídeo proibido da Giovanna Toti. Coisas da vida, longe de acabar com a carreira dela, aquele vídeo a levou ao estrelato. Logo fiquei de lado, em segundo plano, ela passou de puta a madame num piscar de olhos…
Ela se envolveu com um jogador de futebol famoso, mais uma que olhou o peso da carteira, casaram com uma festa luxuosa, ela apareceu na TV e foi capa de todas as revistas.
O marido dela foi transferido para a Itália, coisas da vida, hoje ela mora no país natal dela, já não é mais minha puta, agora é ‘a senhora de…’
Se você gostou da história e é maior de idade, pode me escrever com o título ‘GIOVANNA TOTI’ para dulces.placeres@live.com
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GIOVANNA TOTI
El destino me había puesto en un lugar envidiable para muchos, mi profesión de fotógrafo me había llevado a meterme en el mundo de los famosos, de la farándula.
A base de trabajo y esfuerzo me hice un nombre, un nombre de peso en el ambiente donde permanentemente me codeaba con famosos y famosas.
En general, había una regla que aplicaba a casi todos… los hombres en esos círculos de teatro, bailarines y coreógrafos, eran todos putos, a los que debías hacerles ‘un favor’ si querías progresar, y donde las mujeres eran todas putas que lo primero que miraban eran lo abultado de una billetera, ellas solo se ‘enamoraban’ de deportistas, en especial futbolistas, o empresarios, o políticos… no mucho más, solo buscaban ‘invertir’ su concha en sitios donde se aseguraran un bienestar económico a futuro.
Como dije, yo solo me rozaba con ese ambiente, pero no pertenecía a él, solo estaba en ese círculo por la calidad de mis trabajos, porque jamás me hubiera acostado con un hombre, y las mujeres, si bien tuve la suerte de tener sexo con algunas, solo era algo pasajero, los pesos en mis bolsillos no alcanzaban para pretender nada con ellas.
De todas maneras, sabía que era disfrutar el momento, esas mujeres, no eran mujeres para formar una familia, era solo un poco de sexo y ya…
Pero, siempre hay una excepción a la regla, y en algún momento alguien se cruzó en mi vida, alguien que me quitó el sueño, alguien que me hizo llegar al límite de la locura…
Paolo Schujman, es un conocido y adinerado coreógrafo para el cual había trabajado varias veces en sus obras de teatro, en especial en las temporadas de verano, nacido en Italia, de madre italiana y padre hebreo, un tipo súper famoso y súper adinerado, hablar de él es hablar del top de top.
Paolo es gay, de esos súper amanerados, con sus dedos llenos de anillos, esos que quiebran la muñeca para gesticular y un timbre de voz casi histérico, pero debo decir que conmigo su trato fue siempre súper profesional.
El me llamó ese verano, para un trabajo nuevo, se trataba de su hermana menor, quien se iniciaba en la carrera de vedette, yo la había visto algunas veces, pero solo por casualidad, quería que sea su fotógrafo personal y le diera un impulso a su carrera.
A primeira vez que cruzei com ela cara a cara foi num estúdio fotográfico, só pra testar uns takes. Sinceramente, me senti intimidado…No estúdio tinha umas dez pessoas, a Giovanna se apresentou na frente de todo mundo com um roupão branco comprido que quase batia no tornozelo, aberto na frente, onde dava pra ver uma fio dental vermelha e dava pra perceber que ela não tava de sutiã. Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, trocamos umas palavras, ela tava de salto alto, o que deixava ela na minha altura, e eu achei ela perfeita aos meus olhos.
Com toda a naturalidade e sem nenhum pudor, ela deixou o roupão cair, mostrando os peitos siliconados e uma bunda dos sonhos. Posou com total naturalidade, feito uma deusa, apesar dos seus doces vinte anos. Eu tava acostumado com essas coisas, mas ela me deu uma ereção desgraçada…
A gente se conheceu um pouco, coisa de trabalho. Ela tinha chegado na Argentina com só dois anos, então não sabia nada da Itália natal.
Ela quis se diferenciar do irmão mais velho, não queria ficar famosa por ser irmã do Paolo Schujman. Além disso, com bom senso, ela sacou que ainda tem muita gente homofóbica, e também, pra completar, ainda tem muita gente antissemita…
E pra ela, ser judia era tão relevante quanto pra mim ser cristão. Então, pra começar a vida no meio, ela decidiu usar o sobrenome da mãe. Foi assim que nasceu Giovanna Toti, nome acertado, por sinal, com um glamour italiano refinado.
E o que falar dela? Acho que ela tinha um ego grande demais por causa da beleza sem igual. Precisava o tempo todo ser o centro das atenções e dos olhares. Posar nua na frente da lente da minha câmera era a coisa mais natural pra ela, se sentia feito peixe na água, e logo virou capa de revista.
A gente se enroscou, não sei como aconteceu, mas acabamos entre os lençóis. Ela era uma criatura divina, um demônio na cama. Transava como poucas e não tinha objeção pra fazer nada. Adorava experimentar tudo e ficava entediada com o rotina.
E sabem o que me enlouquecia nela? O jeito que ela gritava, caralho, nunca entendi aqueles gemidos tão exagerados que dava pra ouvir de qualquer lugar, nunca soube se era prazer de verdade ou só mais uma ferramenta pra chamar atenção, pra todo mundo saber que a Giovanna tava dando.
Vocês não imaginam a vergonha que foi pra mim receber reclamações por causa dos gritos dela, muitas vezes acordava gente que só queria descansar de madrugada… e era eu quem tinha que dar satisfação…
E sabem o que me irritava nela? Que quando eu perguntava por que ela tava comigo, ela só dizia ‘porque você tem uma rola linda e me come super gostoso’, e no começo essas palavras eram tudo que qualquer homem queria ouvir da boca de uma mulher, mas com o tempo começou a soar vazio, sem graça, ela só via isso em mim, e eu, idiota, sabia que tava me apaixonando por ela, num amor quase impossível…
Ela tinha vinte e três quando tirei as fotos que deixo anexadas, foi durante a campanha de uma marca famosa de lingerie que já tinha contratado ela como modelo exclusiva, a gente tinha ido pra província de San Juan, a ideia era fazer toda a publicidade de fotos e filmagens no pé das montanhas, e a beleza dela contrastar com os morros.
Tivemos tudo pago, nossos rolos eram secretos, todo mundo sabia, mas ela não queria que fosse oficial, já imaginam o motivo, a grana no meu bolso não era suficiente…
Quartos separados num dos melhores hotéis, um apartamento com vários complexos, em várias construções de alto nível.
Meu quarto tinha todos os luxos dos sonhos, minha cama era enorme, maior do que vocês podem imaginar.
Uma particularidade: olhando pela janela, minha vista dava pra outros quartos num módulo paralelo, separados por um pátio de só uns dois metros, situação que me incomodava um pouco, porque tirava minha privacidade, já que, se Eu podia ver tudo, era óbvio que do outro quarto eles tinham a mesma percepção que eu.
Esse detalhe não passou despercebido pela Giovanna, que, ao contrário das minhas sensações, com aquela necessidade dela de se sentir observada, ficou toda excitada com a situação.
Os dois primeiros dias passaram na maior normalidade, não tinha muita gente no complexo, improvisamos umas gravações no pé da montanha, um pouco de sexo, rotina…
Mas no terceiro dia algo ia mudar, chegou um bando de adolescentes numa viagem de formatura, dezesseis, dezessete, dezoito anos talvez, e o quarto da frente que tava vazio foi ocupado por três caras, três moleques com quem logo nos vimos cara a cara pelas janelas. Eu soube na hora que isso ia dar problema quando a Giovanna descobrisse, e não me enganei…
Ela morria por ter plateia, e esses jovens sortudos seriam a plateia dela, e eu? Eu seria o parceiro dela, outra coisa eu não podia aspirar ser na vida dela…
Bem no fim da tarde, a gente tava terminando a campanha de lingerie erótica, tava calor, calor pra caralho, peguei a Giovanna bebendo água de uma garrafa plástica, ela tava tão gostosa, não consegui evitar tirar uma foto dela, que compartilho com vocês, ela riu, fomos pro meu quarto, o sol tava se pondo de lado e batia direto na janelona, ela só puxou as cortinas fazendo o quarto encher de luz, ela tava quase nua, desfilando aquele corpinho perto dos vidros, com aquela espécie de biquíni quase pornográfico, ainda usando aquela touca ridícula com viseira, ela garantiu que uns jovens estivessem de olho do outro lado, nunca soube se foi acaso ou se ela tinha planejado, mas o fato é que finalmente ela tinha a plateia dela.
Ela só deixou cair aquela peça minúscula que cobria o corpo dela, ficando pelada como veio ao mundo, eu me senti sem graça porque ela tava propondo aquilo, transar na vista daqueles pivetes…
Três caras se amontoavam na sacada, igual moscas brigando pelo melhor lugar, eu ouvia com Nitidez! ‘Vão foder!’ ‘Vão foder!’, e esse era o jogo de Giovanna, pegar ou largar…
Ela veio para o meu lado, começou a me beijar gostoso, seus lábios tinham gosto de mel, seus olhos de pecado, suas curvas de perdição, seus pezões nus, duros como pedra, deliciosos. Subiu um pouco só pra deixá-los na altura da minha boca, me oferecendo de bandeja. Comecei a lamber, só passando a ponta da língua neles, enchendo de saliva, sem me estender muito além daquelas auréolas perfeitas.
Giovanna parecia se perder, parecia naufragar. Pegou minhas mãos com as dela e me convidou a percorrer seu corpo, seus vales, suas montanhas, seus mares. Ela gemia, mais que isso, já estava gritando. Não podia acreditar numa mulher tão sensível. Senti na minha boca um primeiro orgasmo, só de lamber os peitos dela, só por se sentir observada…
Levei os dedos até a buceta dela enquanto beijava seu pescoço e o ombro direito. Senti os fluidos escorrendo pelas pernas dela, brinquei um pouco, espalhei a lubrificação pelo clitóris e pelo púbis depilado. Eu adorava fazer aquilo. Ela se contorcia a cada toque íntimo, como se meus dedos tivessem eletricidade…
Ela desceu então entre minhas pernas, porra, não conseguia ter uma ereção. Os caras na frente gritavam tanta coisa que eu simplesmente não conseguia me concentrar. Pra mim era um maldito castigo, mas Giovanna parecia estar no paraíso. Quanto mais putaria gritavam, mais vadia ela ficava, mais gritava, uivava…
Ela tentou me chupar, mas não rolava nada comigo…
Então trocamos de posição. Ela me fez deitar e veio por cima de mim, se ajeitando num perfeito sessenta e nove. Meu pau e o rosto dela bem na janela, e eu debaixo da bunda enorme dela.
O que dizer? Meus olhos se encheram com aquelas nádegas enormes e bronzeadas, os lábios dela macios e deliciosos, o clitóris lindo escorrendo nos próprios fluidos, e aquele furinho marrom tão excitante de ver…
Só comecei a lamber, tudo. Aquele gosto delicioso de mulher, misturando com minha saliva os fluidos quentes dela, espalhando tudo… no seu esfíncter, afundando minha língua nele, tão permeável…
Giovanna só gritava do outro lado, mal se calava quando eu enfiava minha rola dura na boca dela, finalmente tinha conseguido uma ereção perfeita, sentia ela chupar com capricho minha glande, me masturbando, puxando meu prepúcio tão pra baixo que parecia me matar, apertando minhas bolas entre as mãos, tudo em suma harmonia…
O prazer que ela me dava era tão grande que eu não aguentava mais, então parei de lamber, só me enchi da vista e deixei ela me chupar, fazer o que quisesse, seus gemidos e os gritos incessantes dos caras na frente era tudo que meus ouvidos captavam, enfiei dois dedos na buceta dela e mexi em espiral por um bom tempo, depois tirei, encharcados, e meti no cu dela, quase sem resistência. Enfiei então o polegar na buceta dela e parecia estar me acariciando, os dedos que estavam de um lado e do outro.
Ela mudou de novo, virou sobre si mesma e me disse:
Me come… quero sua rola…
Peguei ela entre os dedos e guiei pro buraco dela, entrei até o fundo, tenho uma rola boa mas ela tinha uma buceta melhor, ela começou a me cavalgar, como uma égua, enlouquecida, mais e mais, gritava, como gritava, minhas mãos pousavam naquele cu maldito, os peitões enormes dela pulavam ritmadamente, tão sexual… de vez em quando eu me agarrava neles, num, no outro, tava no limite da minha resistência, ela morria de orgasmos e me implorava pra encher ela de leite…
Senti que vinha, ela também, minha rola só endureceu mais, ela acelerou o ritmo, explodi dentro dela, minha glande acariciando as paredes da vagina dela, foi perfeito…
Ela se deixou cair sobre mim, numa pausa pequena, os caras aplaudiam, me estiquei pra ver por cima do corpo dela, os malditos estavam filmando! Perturbado, falei:
Giovanna… Giovanna… esses moleques estão filmando!!!
Contrariamente ao que pensei, isso acendeu ela de novo, que porra era aquela com essa mulher? Ela levantou um pouco os quadris fazendo que nos desacoplássemos, meu pau ainda estava meio duro, envolto em misturas de fluidos e sêmen, a buceta dela então pareceu cuspir tudo que eu tinha deixado lá, sobre meu pau, ela começou a rir, mordeu o dedo mindinho com malícia e girou de novo…
Mais uma vez pra brincar, começou a lamber todo o sêmen, a lamber meu pau, a deixar cair uma vez, recomeçar, pareceu parar o tempo naquele momento, só brincando com a porra que estava no meu corpo, não deixava de lado, mas também não engolia, brincava como uma puta brinca com um rato, tudo numa atuação magistral pra câmera.
Quando se cansou da brincadeira, só bebeu até a última gota, passando a língua de um jeito muito sexy pela minha barriga, pelo meu púbis e pelo meu pau…
Já estava bem escuro, quase não dava pra ver do outro lado, os caras eram só silhuetas no começo da noite, e que ideia ela teve? acender a luz do quarto, puta…
Ela tinha conseguido me excitar de novo, era um tornado que arrasava tudo por onde passava, montou em mim de novo, com uma perna de cada lado, engolindo todo o meu pau de novo, só que agora de costas pra mim, a testa, o rosto dela virados pra janela, doeu, mas eu assumi que no fundo não tava nem aí pra fazer amor comigo, na real ela tava atuando pra esses moleques sortudos…
Giovanna tirou meu pau da buceta dela e trocou de buraco, era vez do cu dela, ela adorava levar no cu, dizia que se sentia suja, puta, e obviamente eu não ia discutir com ela…
Entrou por completo, até a base, tão apertadinho…
Ela se deixou cair devagar pra trás, encostando as costas no meu peito, os dois olhando pro teto do quarto, só virava o rosto pra buscar nossos lábios, levantou as duas pernas pra trás fazendo eu segurar ela com meus braços.
Imagino o que esses caras filmavam, essa puta toda aberta, com a buceta depilada, se masturbando, enfiando os dedos no buraco dela, gritando como uma possessa enquanto o parceiro metia gostoso no cu dela…
Quando eu estava quase gozando, ela só fez eu tirar pra gozar em cima da buceta dela, o gozo espirrou por toda a pussy, pelo cu dela, que prazer…
Parece que ouvi alguém batendo de leve na porta, parei tudo e afastei ela, mandei ela calar a boca e aguçamos os ouvidos. Passaram uns minutos e, sim, bateram de novo, com um pouco mais de insistência. Eu tava imprestável, arrumei um pouco o cabelo e espiei timidamente, só entreabrindo a porta. Uma moça do outro lado, funcionária do complexo, toda envergonhada, corada e olhando pro chão, me disse que, como não atendíamos o telefone do quarto, mandaram ela reclamar "dos barulhos" do lugar, que era um local "para famílias" e que os hóspedes estavam reclamando…Pedi desculpas da situação, xinguei a Giovanna, sempre como homem eu tinha que meter a cara e dar desculpas pelo que ela fazia como mulher…
Decidi que já deu, fechei as cortinas e fui tomar um banho, ela foi pro quarto dela e combinamos de nos encontrar pra descer pra jantar.
Fui jantar perto da meia-noite, ela me pediu pra ir na frente porque ainda não tava pronta, peguei uma mesa de lado, observei o cenário. No meio da galera, encontrei o grupinho de adolescentes e, claro, aqueles caras da varanda. Me senti um lixo, com uma vergonha danada, fiquei vermelho igual um tomate, mas que merda…
Minutos depois, ela apareceu. Mas que porra tava acontecendo com essa mulher? Com os cabelos soltos, um vestido azul claro que marcava os bicos dos peitos e um short de lycra branco tão apertado e pequeno que vocês podem imaginar, tão enfiado na buceta que dava pra ver que ela nem tava de calcinha…
E de novo, obviamente, foi a rainha do lugar, centro de todos os olhares, eu só queria morrer…
Naquela noite, naquela mesa, pensei em um monte de coisas… revi tudo, enquanto a Giovanna tava feliz e radiante, chamando todos os olhares e comentários, sem se importar o quão puta ela parecia. Ela era assim, sempre seria assim. Eu tinha me apaixonado igual um idiota por aquela puta, mas que puta gostosa…
E pra mim, era só deixar ela. ou aceitá-la como ela era, ela me levaria ao céu e ao inferno, ela me faria ter o melhor sexo da minha vida, mas também me jogaria no ostracismo de uma humilhação constante…
Como termina a história? Fácil… eu tinha meus planos, mas meus planos não eram os planos dela. Aquele vídeo idiota que os caras gravaram do outro lado do quarto passou de mão em mão, viralizou, ficou famoso, todo mundo falou por um tempo do vídeo proibido da Giovanna Toti. Coisas da vida, longe de acabar com a carreira dela, aquele vídeo a levou ao estrelato. Logo fiquei de lado, em segundo plano, ela passou de puta a madame num piscar de olhos…
Ela se envolveu com um jogador de futebol famoso, mais uma que olhou o peso da carteira, casaram com uma festa luxuosa, ela apareceu na TV e foi capa de todas as revistas.
O marido dela foi transferido para a Itália, coisas da vida, hoje ela mora no país natal dela, já não é mais minha puta, agora é ‘a senhora de…’
Se você gostou da história e é maior de idade, pode me escrever com o título ‘GIOVANNA TOTI’ para dulces.placeres@live.com
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