Essa história eu já contei na minha conta antiga, e como curti tanto pela adrenalina, gosto de compartilhar.
Um domingo de dezembro de 2008, trem de Liniers, a gente ia pra Moreno, mas como a estação Moreno é tensa, a gente descia em Morón e pegava busão.
Nesse caso, a gente ia eu, minha mina (19), a cunhada dela (esposa do irmão, 25 anos), a sobrinha (2 anos) e eu (21).
Tava tudo super tranquilo, normal, domingo morto, típico quando não tem futebol e época de férias.
Subimos no trem, 1 pessoa no nosso vagão, a gente foi os 4 grudados numa ponta, a cunhada era mó parceira, e sempre que dava deixava a gente sozinho, então na hora foi pra outra ponta e virou as costas pra gente.
Daí não lembro se foi pra zuar ou porque tava cansado, me deito em posição fetal no colo dela, mas de frente pra ela, arriscando cair numa freada, e fiquei com as tetonas dela na cara.
(a minha vista era a seguinte, e aviso que a da foto não era minha mina, mas muito parecida)
Então, como não tinha ninguém, puxei os lábios dela e comecei a chupar um peito...
(troquei os nomes)
Ela - Fernando, chega, não começa.
Eu - Por quê? Não fiz nada demais, love
Ela - Para, cara, você sabe como eu fico, a Sol tá com a neném!!
Eu - Elas tão do outro lado, vai... não vamos transar aqui, deixa eu levantar isso (camiseta) e chupar um pouco.
(sem esperar permissão, fiz)
Ela - Não, aiiii filho da puta (sussurrou)
e ela apertava os lábios, mexia, aguentando os xingos "sexuais" que sempre me dizia (sim, viado, chupa meus peitos, etc.)
Chupei por uns 5 minutos. A viagem não era longa, se não me engano uns 20 minutos.
Primeira estação, cobri ela e, como ninguém entrou, tentei continuar, mas não deu.
Ela - Chega, senta que vou chupar você, seu cuzão, sabe como eu fico, idiota, tenho vergonha mas não aguento a vontade, quero pica agora, estúpido.
Eu tava com um moletom cinza claro, puxei o elástico e tirei a pica pra ela fazer o dela.
Ela começou a chupar minha pica, super gostosa, chupava pra caralho... eu apalpava os peitos dela pendurados dentro da camiseta e "vigiava" se a Sol não ia virar, embora achasse que não ia.
Ela fez um boquete gostoso, tudo na pressa, porque a gente tava perto, e quando comecei a sentir que vinha uma fonte branca, ouvi a Sol (a cunhada) "Vou virar, hein (risos) tem que descer" o que deixou a gente super vermelho, e na pressa guardei a pica, ela se levantou e a gente tentou disfarçar, mas eu tava de pau duro com meu moletom cinza claro, então desci abraçando minha mina por trás, tentando disfarçar o volume, e com tanta má sorte (nunca tão bem dito), que descemos do trem, e sinto que escapou alguma coisa.
Assim que descemos e senti isso, coloquei a mochila na frente, pra não aparecer a mancha de porra na minha calça que com certeza devia ter. Andamos 2 quadras até o ponto do ônibus, e quando sentei, me olhei, e confirmado, tinha mancha. Queria me morrer, mas a experiência no trem foi foda.
Tem outra no carro do meu pai, com ele dirigindo, bem parecida no desenvolvimento mas com final feliz demais, mas isso é pra outra história.
Um domingo de dezembro de 2008, trem de Liniers, a gente ia pra Moreno, mas como a estação Moreno é tensa, a gente descia em Morón e pegava busão.
Nesse caso, a gente ia eu, minha mina (19), a cunhada dela (esposa do irmão, 25 anos), a sobrinha (2 anos) e eu (21).
Tava tudo super tranquilo, normal, domingo morto, típico quando não tem futebol e época de férias.
Subimos no trem, 1 pessoa no nosso vagão, a gente foi os 4 grudados numa ponta, a cunhada era mó parceira, e sempre que dava deixava a gente sozinho, então na hora foi pra outra ponta e virou as costas pra gente.
Daí não lembro se foi pra zuar ou porque tava cansado, me deito em posição fetal no colo dela, mas de frente pra ela, arriscando cair numa freada, e fiquei com as tetonas dela na cara.
(a minha vista era a seguinte, e aviso que a da foto não era minha mina, mas muito parecida)
Então, como não tinha ninguém, puxei os lábios dela e comecei a chupar um peito...(troquei os nomes)
Ela - Fernando, chega, não começa.
Eu - Por quê? Não fiz nada demais, love
Ela - Para, cara, você sabe como eu fico, a Sol tá com a neném!!
Eu - Elas tão do outro lado, vai... não vamos transar aqui, deixa eu levantar isso (camiseta) e chupar um pouco.
(sem esperar permissão, fiz)
Ela - Não, aiiii filho da puta (sussurrou)
e ela apertava os lábios, mexia, aguentando os xingos "sexuais" que sempre me dizia (sim, viado, chupa meus peitos, etc.)
Chupei por uns 5 minutos. A viagem não era longa, se não me engano uns 20 minutos.
Primeira estação, cobri ela e, como ninguém entrou, tentei continuar, mas não deu.
Ela - Chega, senta que vou chupar você, seu cuzão, sabe como eu fico, idiota, tenho vergonha mas não aguento a vontade, quero pica agora, estúpido.
Eu tava com um moletom cinza claro, puxei o elástico e tirei a pica pra ela fazer o dela.
Ela começou a chupar minha pica, super gostosa, chupava pra caralho... eu apalpava os peitos dela pendurados dentro da camiseta e "vigiava" se a Sol não ia virar, embora achasse que não ia.
Ela fez um boquete gostoso, tudo na pressa, porque a gente tava perto, e quando comecei a sentir que vinha uma fonte branca, ouvi a Sol (a cunhada) "Vou virar, hein (risos) tem que descer" o que deixou a gente super vermelho, e na pressa guardei a pica, ela se levantou e a gente tentou disfarçar, mas eu tava de pau duro com meu moletom cinza claro, então desci abraçando minha mina por trás, tentando disfarçar o volume, e com tanta má sorte (nunca tão bem dito), que descemos do trem, e sinto que escapou alguma coisa.
Assim que descemos e senti isso, coloquei a mochila na frente, pra não aparecer a mancha de porra na minha calça que com certeza devia ter. Andamos 2 quadras até o ponto do ônibus, e quando sentei, me olhei, e confirmado, tinha mancha. Queria me morrer, mas a experiência no trem foi foda.
Tem outra no carro do meu pai, com ele dirigindo, bem parecida no desenvolvimento mas com final feliz demais, mas isso é pra outra história.
0 comentários - Sexo no trem