Desde criança, eu sempre via minha tia com tesão. Ela é esposa de um irmão do meu pai. Sempre achei que era só a fase da puberdade, normal naquela idade, mas com o passar dos anos percebi que não era bem assim. Carmen é tabasqueña, tem uns 48 anos. Na época, meu tio a trouxe de uma viagem — ele é caminhoneiro. Ela não é alta, mas é muito simpática, moreninha, peitão gostoso e a bunda então, nem se fala... *tremenda*. Embora não tivéssemos muito contato quando eu era pequeno, isso mudou quando eu tinha 20 anos.
Parei de estudar depois do ensino médio e consegui um emprego numa empresa pequena que, coincidentemente, ficava bem perto da casa do meu tio, mas longe da minha. Por isso, eu sempre saía pra almoçar fora da empresa. Num desses dias, esbarrei na minha tia Carmen. Ela ficou surpresa de me ver e perguntou o que eu fazia por ali. Contei que trabalhava ali perto, que era meu horário de almoço e que tava procurando onde comer. Perguntei pelo meu tio e ela disse que ele tava viajando e só voltava nos fins de semana, se tudo corresse bem. Ela me perguntou onde eu comia e quanto tempo eu tinha, e eu disse que uma hora, apontando o lugar. Ela disse que, se eu quisesse, no dia seguinte eu podia ir almoçar na casa dela, porque não confiava muito naquele boteco ali. Na verdade, recusei — não por não querer, mas pra não incomodar. Ela falou que não tinha problema, que meus primos almoçavam naquela hora porque iam pra escola de tarde, e que sempre tinha comida suficiente. Aceitei, com a condição de deixar eu dar uma grana pra ajudar com a despesa, mas ela recusou de novo e disse que no dia seguinte me esperava.
Tudo muito normal, na real nada de mal passava pela minha cabeça, embora eu admita que, mesmo com os anos, aquela mulher ainda me dava um tesão... No dia seguinte, como combinado, cheguei por volta das 13h na casa dela. Ela abriu a porta toda sorridente. Perguntei pelos meus primos, mas ela disse que já tinham saído há um tempão e que tava me esperando pra almoçar. "Eu pensei que eles estariam... eles conosco" enfim, conversamos e comemos, na verdade foi muito agradável. Ela me contou sobre a família e os filhos dela, enfim, muitas coisas. Eu sempre muito atento ao que ela dizia e não desperdiçava a oportunidade de ver aquele bumbum que, apesar de já ser de uma senhora, ainda fazia mais de um virar a cabeça na rua. Assim passaram uns 15 dias: eu chegava, comíamos juntos e conversávamos um pouco. Passaram as primeiras semanas até que, numa sexta-feira, cheguei como de costume. Na verdade, notei que ela estava diferente, parecia muito bem, arrumada mais do que o normal, com um vestido bem colado, mas ainda tinha o cabelo molhado. Ela estava uma gostosa, mas também a vi estranha, meio nervosa, um pouco ansiosa. Perguntei se ela tinha planos de sair, que se fosse assim não se preocupasse comigo, que eu podia comer em outro lugar. Mas ela logo respondeu que não, que não iria a lugar nenhum. Eu fiquei nervoso ao vê-la. O vestido dela estava tão coladinho que dava pra ver a marca da calcinha fio-dental que ela estava usando. Parecia lindo, um bumbum enorme. Como sempre, comemos e conversamos. Dessa vez, ela me perguntou se eu tinha namorada, e eu disse que já fazia tempo que não, e quantas eu já tinha tido. E eu continuei a conversa, perguntando coisas parecidas. Perguntei com quantos anos ela teve o primeiro filho, e depois ela me perguntou se eu queria ter filhos em algum momento. Mas antes que eu respondesse, ela disse: *"Por que você já não é mais virgem, né?"* Só me deu vontade de rir e eu disse... não, já não sou mais, tia, já faz um tempinho. E de repente a conversa foi ficando interessante. Ela me perguntou sobre a minha primeira vez, e eu, com um pouco de vergonha, contei como foi. Isso me deu abertura para fazer a mesma pergunta: "E você, como foi a sua primeira vez?" Ela soltou uma risada e disse: "Ah, já nem me lembro", enquanto se levantava e ia para a cozinha. Comecei a rir e disse: "Tá vendo como é? Só me fez contar as minhas coisas e já vai embora." Mas ela disse: "Foi com um vizinho mais velho que eu. Na verdade, eu que procurei, sempre fui assim, muito atirada desde pequena, e... Um dia que meus pais não estavam, eu disse pra ela me ajudar em casa com algum pretexto, levei ela pro quarto e não me perdoo até hoje kkkk. Mas esses tempos já passaram, nem lembro mais como se faz, soltamos uma risada e eu falei... kkkk sim, claro, isso é tipo andar de bicicleta, o que se aprende bem nunca se esquece. E ela disse: sim, mas seu tio já esqueceu que tem bicicleta. Eu já estava com o pau duro que nem pedra debaixo da mesa, tanto pela conversa quanto por estar olhando descaradamente pra peitos dela. Nãaaao, não me fala isso, tia, não acredito!
Ela... Kkkk sério, já tô até pensando em procurar alguém que queira montar na bicicleta do seu tio kkkk 🔥🔥🔥. Eu ri nervoso e pensei: *foda-se, vou me jogar, qual é a pior coisa que pode acontecer? kkkk Tinham muitas coisas que podiam dar errado, mas não pensei por causa do tesão*. Eu... O que acha que eu também faz tempo que não subo numa bicicleta, tá faltando. Ficamos nos olhando, ela se aproxima e sussurra com a voz bem quente.
Ela... Que curioso, e por acaso você não gostaria de subir nessa e assim matamos dois coelhos com uma cajadada só? Ela se levanta e se vira, deixando aquela vista linda da bunda sem parar de me olhar, estende a mão. Eu, sem pensar duas vezes, peguei e ela me levou até o quarto dela. Eu acariciava a bunda dela e sentia a calcinha por cima do vestido, que ao tirar percebi que era um fio dental que quase desaparecia entre as nádegas volumosas.
Olhei no relógio, 14:00 em ponto, minha hora do almoço tinha acabado, mas já estava com a calça nos joelhos e ela, bem quente, só com o fio dental, de joelhos chupando meu pau como uma verdadeira deusa. Ela batia uma enquanto chupava minhas bolas e metia quase tudo na boca até quase engasgar, enquanto me dizia: Você gosta, meu rei? Mmm, você vai me comer, vai montar na bicicleta do seu tio? Hee, já quer enfiar o pau... Siiim. Uffffff, eu com isso quase gozei. mas como bom mexicano, eu aguentei firme, coloquei ela na cama e comecei a comer a buceta. Ela estava recém depilada e estava encharcada. Mal passei a língua e ela já se contorceu toda, agarrando os peitos e tirando eles do sutiã. Eu com uma mão acariciava a buceta dela enquanto chupava e com a outra procurava um dos peitos. Dava pra sentir os jatos de mel saindo, até que ela disse: "Agora, papi, mete logo!"
Eu sabia que se eu pirasse não ia durar nada, então torturei ela mais um pouco e depois fiz ela ficar de quatro pra eu ter controle do movimento e não fazer besteira. Mas foi inútil — ao vê-la naquela posição, sabia que não ia aguentar muito. Acho que se dei meia hora, já foi muito, isso sim. Ela curtiu bastante, acho que foi pela vontade que ela já tava com. Acabamos e, pra falar a verdade, me senti estranho — não culpado, mas algo diferente. A gente ficou abraçado, eu disse que tinha que ir trabalhar senão iam me mandar embora. Ela me deu um beijo bem gostoso e disse: "Amanhã te espero". Eu respondi: "Sem falta".
E assim a gente ficou um tempão. Às vezes a gente transava na minha hora do almoço, rápido, e em outras vezes, quando eu saía do trabalho, passava lá antes dos meus primos chegarem. Curti muito, até que saí daquele emprego. Até hoje ainda a vejo, mas já não é como antes. Espero que tenha gostado. Abraço!
Manda mensagem se algo parecido já aconteceu com você, pra gente trocar mais histórias.
Feliz punheta!
Parei de estudar depois do ensino médio e consegui um emprego numa empresa pequena que, coincidentemente, ficava bem perto da casa do meu tio, mas longe da minha. Por isso, eu sempre saía pra almoçar fora da empresa. Num desses dias, esbarrei na minha tia Carmen. Ela ficou surpresa de me ver e perguntou o que eu fazia por ali. Contei que trabalhava ali perto, que era meu horário de almoço e que tava procurando onde comer. Perguntei pelo meu tio e ela disse que ele tava viajando e só voltava nos fins de semana, se tudo corresse bem. Ela me perguntou onde eu comia e quanto tempo eu tinha, e eu disse que uma hora, apontando o lugar. Ela disse que, se eu quisesse, no dia seguinte eu podia ir almoçar na casa dela, porque não confiava muito naquele boteco ali. Na verdade, recusei — não por não querer, mas pra não incomodar. Ela falou que não tinha problema, que meus primos almoçavam naquela hora porque iam pra escola de tarde, e que sempre tinha comida suficiente. Aceitei, com a condição de deixar eu dar uma grana pra ajudar com a despesa, mas ela recusou de novo e disse que no dia seguinte me esperava.
Tudo muito normal, na real nada de mal passava pela minha cabeça, embora eu admita que, mesmo com os anos, aquela mulher ainda me dava um tesão... No dia seguinte, como combinado, cheguei por volta das 13h na casa dela. Ela abriu a porta toda sorridente. Perguntei pelos meus primos, mas ela disse que já tinham saído há um tempão e que tava me esperando pra almoçar. "Eu pensei que eles estariam... eles conosco" enfim, conversamos e comemos, na verdade foi muito agradável. Ela me contou sobre a família e os filhos dela, enfim, muitas coisas. Eu sempre muito atento ao que ela dizia e não desperdiçava a oportunidade de ver aquele bumbum que, apesar de já ser de uma senhora, ainda fazia mais de um virar a cabeça na rua. Assim passaram uns 15 dias: eu chegava, comíamos juntos e conversávamos um pouco. Passaram as primeiras semanas até que, numa sexta-feira, cheguei como de costume. Na verdade, notei que ela estava diferente, parecia muito bem, arrumada mais do que o normal, com um vestido bem colado, mas ainda tinha o cabelo molhado. Ela estava uma gostosa, mas também a vi estranha, meio nervosa, um pouco ansiosa. Perguntei se ela tinha planos de sair, que se fosse assim não se preocupasse comigo, que eu podia comer em outro lugar. Mas ela logo respondeu que não, que não iria a lugar nenhum. Eu fiquei nervoso ao vê-la. O vestido dela estava tão coladinho que dava pra ver a marca da calcinha fio-dental que ela estava usando. Parecia lindo, um bumbum enorme. Como sempre, comemos e conversamos. Dessa vez, ela me perguntou se eu tinha namorada, e eu disse que já fazia tempo que não, e quantas eu já tinha tido. E eu continuei a conversa, perguntando coisas parecidas. Perguntei com quantos anos ela teve o primeiro filho, e depois ela me perguntou se eu queria ter filhos em algum momento. Mas antes que eu respondesse, ela disse: *"Por que você já não é mais virgem, né?"* Só me deu vontade de rir e eu disse... não, já não sou mais, tia, já faz um tempinho. E de repente a conversa foi ficando interessante. Ela me perguntou sobre a minha primeira vez, e eu, com um pouco de vergonha, contei como foi. Isso me deu abertura para fazer a mesma pergunta: "E você, como foi a sua primeira vez?" Ela soltou uma risada e disse: "Ah, já nem me lembro", enquanto se levantava e ia para a cozinha. Comecei a rir e disse: "Tá vendo como é? Só me fez contar as minhas coisas e já vai embora." Mas ela disse: "Foi com um vizinho mais velho que eu. Na verdade, eu que procurei, sempre fui assim, muito atirada desde pequena, e... Um dia que meus pais não estavam, eu disse pra ela me ajudar em casa com algum pretexto, levei ela pro quarto e não me perdoo até hoje kkkk. Mas esses tempos já passaram, nem lembro mais como se faz, soltamos uma risada e eu falei... kkkk sim, claro, isso é tipo andar de bicicleta, o que se aprende bem nunca se esquece. E ela disse: sim, mas seu tio já esqueceu que tem bicicleta. Eu já estava com o pau duro que nem pedra debaixo da mesa, tanto pela conversa quanto por estar olhando descaradamente pra peitos dela. Nãaaao, não me fala isso, tia, não acredito!
Ela... Kkkk sério, já tô até pensando em procurar alguém que queira montar na bicicleta do seu tio kkkk 🔥🔥🔥. Eu ri nervoso e pensei: *foda-se, vou me jogar, qual é a pior coisa que pode acontecer? kkkk Tinham muitas coisas que podiam dar errado, mas não pensei por causa do tesão*. Eu... O que acha que eu também faz tempo que não subo numa bicicleta, tá faltando. Ficamos nos olhando, ela se aproxima e sussurra com a voz bem quente.
Ela... Que curioso, e por acaso você não gostaria de subir nessa e assim matamos dois coelhos com uma cajadada só? Ela se levanta e se vira, deixando aquela vista linda da bunda sem parar de me olhar, estende a mão. Eu, sem pensar duas vezes, peguei e ela me levou até o quarto dela. Eu acariciava a bunda dela e sentia a calcinha por cima do vestido, que ao tirar percebi que era um fio dental que quase desaparecia entre as nádegas volumosas.
Olhei no relógio, 14:00 em ponto, minha hora do almoço tinha acabado, mas já estava com a calça nos joelhos e ela, bem quente, só com o fio dental, de joelhos chupando meu pau como uma verdadeira deusa. Ela batia uma enquanto chupava minhas bolas e metia quase tudo na boca até quase engasgar, enquanto me dizia: Você gosta, meu rei? Mmm, você vai me comer, vai montar na bicicleta do seu tio? Hee, já quer enfiar o pau... Siiim. Uffffff, eu com isso quase gozei. mas como bom mexicano, eu aguentei firme, coloquei ela na cama e comecei a comer a buceta. Ela estava recém depilada e estava encharcada. Mal passei a língua e ela já se contorceu toda, agarrando os peitos e tirando eles do sutiã. Eu com uma mão acariciava a buceta dela enquanto chupava e com a outra procurava um dos peitos. Dava pra sentir os jatos de mel saindo, até que ela disse: "Agora, papi, mete logo!"
Eu sabia que se eu pirasse não ia durar nada, então torturei ela mais um pouco e depois fiz ela ficar de quatro pra eu ter controle do movimento e não fazer besteira. Mas foi inútil — ao vê-la naquela posição, sabia que não ia aguentar muito. Acho que se dei meia hora, já foi muito, isso sim. Ela curtiu bastante, acho que foi pela vontade que ela já tava com. Acabamos e, pra falar a verdade, me senti estranho — não culpado, mas algo diferente. A gente ficou abraçado, eu disse que tinha que ir trabalhar senão iam me mandar embora. Ela me deu um beijo bem gostoso e disse: "Amanhã te espero". Eu respondi: "Sem falta".
E assim a gente ficou um tempão. Às vezes a gente transava na minha hora do almoço, rápido, e em outras vezes, quando eu saía do trabalho, passava lá antes dos meus primos chegarem. Curti muito, até que saí daquele emprego. Até hoje ainda a vejo, mas já não é como antes. Espero que tenha gostado. Abraço!

Manda mensagem se algo parecido já aconteceu com você, pra gente trocar mais histórias. Feliz punheta!
10 comentários - Dandole a mi tía lo que mi tío ya no le quiere dar