Meu primo que estreou minha boca (Conto Gay)

Beleza, querida P!

Fico felizona que tenham gostado do anterior. Vou continuar mantendo a essência de contar uma história completa, sem partes 1, 2, 3 e tal.

Depois daquela situação com meu primo, as coisas seguiram o rumo normal porque, mesmo com a idade, eu já sabia que era errado — ou, se fôssemos descobertos, ia dar merda. Era adrenalina pura. Ainda assim, bati umas punhetas pra ele mais algumas vezes em lugares mais tranquilos, mas não vale a pena contar porque, pra mim, a melhor foi a primeira vez e o contexto em que rolou.

Aí veio a próxima. Num domingo, a gente se encontrou e era normal sair depois do almoço pra caminhar por aí (pouco WhatsApp, redes sociais). E, além das conversas, andamos tanto que chegamos num campinho cheio de montanhas de terra (não eram morros, mas grandes o suficiente pra se perder de vista por ali).

Caminhamos no meio e, claro, eu já sabia onde aquilo ia dar — não era otário. Ele perguntou se pintava uma punheta e eu topei (ah, esqueci: na época eu devia ter uns 1,60-1,65 e ele, 1,75-1,80, era alto). Então eu ficava do lado direito dele e, com a mão direita, já babava tudo e começava a bater uma pra ele. E, digamos que com várias vezes, fui pegando técnica ou sabendo como ele gostava: apertar forte, fazer suave pra cima e pra baixo. Mas aí:

— Cê topa chupar meu pau? — um sussurro misturado com gemido.
— Hummm... — continuei batendo uma devagar, meio na dúvida.
— Eu te ensino, vou chupar o seu primeiro — e ele se abaixou, pegou meu pau e começou a chupar. O meu era pequeno comparado com o dele (a idade, claro, fazia diferença), entrava fácil e ele cuspia pro lado. Uma vez, outra... Até que senti vontade de gozar e avisei, e ele parou. Eu me punhetei e que sensação gostosa foi gozar depois de um boquete — mesmo que simples, pra mim era tudo novo. O problema é que se bem que me desceu rapidinho, já tava dura de novo.
Mas os hormônios jogaram um papel que, bom, pra bem ou pra mal, me fizeram decidir ficar de frente e me ajoelhar. Tava meio nervoso, sabendo na minha exploração do meu corpo que, além do prazer na pica, ela também é sensível, então não podia acontecer nada que machucasse. Quando olhei nos olhos dele, tinha tudo misturado: um sorriso que mostrava tudo, felicidade, tesão, degenerado, masturbatório.
– Abre a boca e chupa como pirulito, sem morder – segurando a pica com uma mão e a outra no meu rosto.
Abro a boca tipo peixe! haha.. E começo a ir e vir, mas sem usar a língua, digamos.
– Usa a língua, em círculos – Aí sim, sentia ele acariciar meu cabelo e, no momento em que comecei a usar a língua e a mistura da saliva que acumulou, sinto os dedos dele apertarem minha cabeça, mas não pra engolir inteira, e sim pelo estímulo que eu tava dando.
– Passa a língua por todo lado – Ordenado, e eu obedecia. Passava a língua por todo o contorno da pica, descobrindo o que ele gostava e onde era mais erógeno pra ele.
– Chupa minhas bolas – Ele levantou a pica dele, deixando as bolas à vista, e eu passando a língua nelas, peludinhas, com um cheiro peculiar que adorava sentir. Daí ele me guiava pra alternar pica-bolas. Até que ele me parou.
– Abre a boca – E começa a meter devagar, até ver onde chegava, e sim, sentia ânsia e respirava e tentava de novo, sem ser brusco, sem nada.
– Faz a masturbação agora – Na sequência, sim, comecei a passar a língua na cabeça e bater uma pra ele devagar e suave, do jeito que sabia fazer, mas nesse caso era diferente, o corpo dele ficava mais tenso, acho que era prazer demais. Ele abria a boca, segurava talvez algum gemido forte ou algo assim..
De repente, ele me para, aponta pro lado e bate uma, sei lá, 10 segundos, e saiu potente o primeiro jato de leite, e o segundo também.. Saiu um monte. Depois a gente se arrumou, e.. voltamos pra minha casa, e ao chegar, fui direto pro banheiro. Limpar a cara, haha.
O que eu não sabia é que tinha letra miúda nessa história; eu seria o pau amigo do meu primo, e como personagem de jogo, as habilidades vão melhorando e desbloqueando outras que, combinando tudo, ficava completamente tarado.

Meu primo andava de pau duro perto de mim... Queria boquete o tempo todo. Às vezes, a gente ficava um tempão, outras nem tanto, e eu já começava a controlar a situação sozinho. Quando a vontade de gozar batia, ele apontava pro lado e soltava tudo. Mas isso tinha que mudar (pra melhor). E sim; provar porra, como primeiro passo. E o passo final: engolir.

Se você tá se perguntando se tudo isso aconteceu com ele? Sim. Aconteceu.

Por enquanto é isso, tento relatar exatamente como vivi, como senti, e não só eu, claro, também tentando lembrar de detalhes que talvez eu tenha deixado passar e volto a reescrever pra que tudo bata cronologicamente. Senão, ele, que lembro com carinho não só por isso, foi um primo bom em muitas coisas, isso é tipo... o que guardo como o melhor do melhor.

Tudo real, tudo verdadeiro.

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