Umas duas horas depois, recebo mensagem do meu pai falando... já passei na casa da Valéria, filho. Ela disse que deu uma calorona ontem à noite e não dormiu bem. Fui comprar remédio pra ela, fiquei um tempinho, mas já tô vendo ela melhor *imagino* já deixei ela descansando... ah, beleza, valeu, falei. Eu já tinha sacado antes como meu pai ficava vidrado olhando pra bunda da Valéria quando a gente ia visitar. No fundo, sabia que ele tava afim dela e não duvido que mais de uma vez bateu uma pensando nela. Depois, Valéria me mandou mensagem de noite falando que já tava bem melhor, que meu pai passou à tarde e levou remédio *aham* (também lembrei que uma ou duas noites antes a gente conversou e ela tava toda excitada, falou que sentia muita saudade de mim e queria que eu fizesse amor com ela. A gente começou a se esquentar, ela disse que não aguentava mais, que queria sentir meu pau dentro, até falou que queria que eu comesse ela por trás, coisa que nunca tinha coragem com medo de doer, mas que tava com muita vontade de sentir. A gente trocou umas fotos e terminou bem quentes). Pra ser sincero, fiquei bem desconfiado, não conseguia tirar da cabeça por que não falavam as coisas na cara e não pude evitar pensar no que podiam ter feito naquele tempo sozinhos, talvez me chifrando *Imagina meu pai tirando o pau pra fora, ela de joelhos, metendo na boca, chupando as bolas dele, desesperada pra ele enfiar. Pensava nela de quatro na cama, pedindo pra ele meter logo, que precisava daquilo dentro "ela sempre gemia gostoso quando eu comia ela" quase dava pra ver a cara dela e ouvir os gemidos quando o pedaço de carne ia entrando todo, talvez pelo cu, igual ela tava me pedindo umas noites antes*. E pra completar, ela comentou que meu pai convidou ela pra tomar café da manhã com eles no dia seguinte. Ela me perguntou se eu tava a fim de ir na casa!!, sendo que, pelo que eu sabia, ela não gostava de ir pra não incomodar. Mas aí lembrei que minha mãe tinha planos de sair naquele dia com minha tia, e ela não tava. Nem ideia de que eu sabia disso. Por um momento pensei em contar pra ela, mas era a chance de confirmar se alguma coisa tava rolando, então falei que achava de boa, que ligava no dia seguinte pra saber como foi.
Antes de mais nada, preciso dizer que eu não era cuckold nem nada disso, nem sabia que existia, mas tinha uma coisa que não me largava. Era tipo uma adrenalina de pensar se eu era capaz de transar com meu pai na cama da sogra dele só pra acalmar a vontade dele, e eu tava na mesma, sempre muito tarado sem ninguém pra extravasar o tesão que eu tava sentindo. Claro que me incomodava, e muito, mas me deu um tesão do caralho... até aquele momento, a ideia não me excitava! Aquela noite eu não dormi e me reportei doente pra não ir trabalhar. Na minha cabeça, só tinha aquele pensamento deles dois. Lá pelas 7h da manhã, liguei pra minha mãe e perguntei se ela já tava a caminho da rodoviária. Ela disse que sim, que tinha saído cedo. Perguntei pelo meu pai, e ela falou que ele tava se sentindo mal e não foi trabalhar, e também não quis acompanhar elas. *PORRA*... ah, tá, beleza, vai com cuidado, eu falei. Fodeu, pensei. Tudo tão óbvio, só falta saber se vai rolar mesmo. Lá pelas 7h30, a Valéria me manda mensagem dizendo que já tava indo pra casa dos meus pais, que pediram pão e ela ia sair mais cedo pra comprar. Eu esperava que ela fosse mais tarde, tipo umas 10h, mas parecia que ela tava com pressa pra tomar café. Vi a mensagem e falei... Ok. Os minutos passavam e eu sentia um vazio no estômago, não sabia o que fazer: se contava pra minha mãe o que tava rolando ou se impedia a Valéria de ir. Mas, estranhamente, senti aquela adrenalina e decidi esperar. A Valéria não mandou mais mensagem, e já tinha passado mais de uma hora. Resolvi ligar pra ela de qualquer jeito; se algo tivesse rolando, ela não ia atender, era o que eu pensava (MEU PIOR ERRO). Não atendeu na primeira vez. Esperei uns 5 minutos, tentei de novo, e nada. Depois de 10 minutos, ela finalmente atendeu. Quando ouvi a voz dela, fingi que não tava escutando, mas percebi que eles estavam fazendo alguma coisa pelo que diziam (* isso é exatamente o que eu ouvi *). Eu... falava "alô" e ela "alô", "não me escuta?", e eu fazia que não ouvia nada. Nisso, meu pai fala "desliga", e de repente ela solta um *mmmmmm* bem gostoso. Conteúdo quase inaudível e ele fala "espera" com voz baixinha, mas eu ouvia tudo clarinho. Ela continuava me dizendo... "tá bom, tá bom", e eu continuava fingindo. E de novo, agora ouvi um "aaiii", e escutei o telefone bater, e ela falava pra ele "me espera" e meu pai... "ah, deixa ele agora, liga de novo" e ela "não, me espera" e de novo um *mmmm* e depois *aaiii* *mmmm* "pai... já quer ela?" Ela... "E se ele ligar?" *Pai... "sim ou não... aii sim, já me dá" *"mete a pica em mim siiiim mmmm que gostoso"*, comecei a ouvir aquele som de pele com pele, sabe, os clássicos tapas, mas num ritmo lento. Ela tava ficando louca, não parava de gemer *"mmm que gostosa você tem"* *"mmmm tá enorme"* *"aaaaa"* e ele "você gosta, mamãe?" *"aiii sim"* "adoro" *"me dá forte"* e começou a se ouvir que a velocidade aumentou. Ele dizia "que cú gostoso", supus que ele tava dando tapas na bunda dela, e ela cada vez mais louca "sim, assim, assim, me dá mais rápido, mmmmm sim". Já era uma loucura ficar ouvindo aquilo. Meu pai tava se esbaldando com o cú da minha mulher, não parava de dizer "que cú gostoso, adoro suas nádegas"... "sim, pai, são suas, come elas". Meu pai não aguentou, as batidas pararam e meu pai *"haaa mmmm haaaaa"* sabia que ele tava gozando. Ela só dizia "uii que gostoso, pai, mmm*". Teve uma pausa e depois começaram a rir, talvez estivessem se beijando pelo som que faziam. Foram uns 15 minutos o que durou tudo. Nisso, ouço ele pegar o telefone e fazer um som de susto, como se dissesse *"iiii"* mas pra dentro, e desligou. Mas já não tinha mais nada a esconder. Embora algo tenha mudado, já não pensava como no início. A raiva e o ciúme foram se transformando conforme as coisas aconteciam, até o momento em que percebi que me excitava ouvir ela como aproveitava outra pica.
Antes de mais nada, preciso dizer que eu não era cuckold nem nada disso, nem sabia que existia, mas tinha uma coisa que não me largava. Era tipo uma adrenalina de pensar se eu era capaz de transar com meu pai na cama da sogra dele só pra acalmar a vontade dele, e eu tava na mesma, sempre muito tarado sem ninguém pra extravasar o tesão que eu tava sentindo. Claro que me incomodava, e muito, mas me deu um tesão do caralho... até aquele momento, a ideia não me excitava! Aquela noite eu não dormi e me reportei doente pra não ir trabalhar. Na minha cabeça, só tinha aquele pensamento deles dois. Lá pelas 7h da manhã, liguei pra minha mãe e perguntei se ela já tava a caminho da rodoviária. Ela disse que sim, que tinha saído cedo. Perguntei pelo meu pai, e ela falou que ele tava se sentindo mal e não foi trabalhar, e também não quis acompanhar elas. *PORRA*... ah, tá, beleza, vai com cuidado, eu falei. Fodeu, pensei. Tudo tão óbvio, só falta saber se vai rolar mesmo. Lá pelas 7h30, a Valéria me manda mensagem dizendo que já tava indo pra casa dos meus pais, que pediram pão e ela ia sair mais cedo pra comprar. Eu esperava que ela fosse mais tarde, tipo umas 10h, mas parecia que ela tava com pressa pra tomar café. Vi a mensagem e falei... Ok. Os minutos passavam e eu sentia um vazio no estômago, não sabia o que fazer: se contava pra minha mãe o que tava rolando ou se impedia a Valéria de ir. Mas, estranhamente, senti aquela adrenalina e decidi esperar. A Valéria não mandou mais mensagem, e já tinha passado mais de uma hora. Resolvi ligar pra ela de qualquer jeito; se algo tivesse rolando, ela não ia atender, era o que eu pensava (MEU PIOR ERRO). Não atendeu na primeira vez. Esperei uns 5 minutos, tentei de novo, e nada. Depois de 10 minutos, ela finalmente atendeu. Quando ouvi a voz dela, fingi que não tava escutando, mas percebi que eles estavam fazendo alguma coisa pelo que diziam (* isso é exatamente o que eu ouvi *). Eu... falava "alô" e ela "alô", "não me escuta?", e eu fazia que não ouvia nada. Nisso, meu pai fala "desliga", e de repente ela solta um *mmmmmm* bem gostoso. Conteúdo quase inaudível e ele fala "espera" com voz baixinha, mas eu ouvia tudo clarinho. Ela continuava me dizendo... "tá bom, tá bom", e eu continuava fingindo. E de novo, agora ouvi um "aaiii", e escutei o telefone bater, e ela falava pra ele "me espera" e meu pai... "ah, deixa ele agora, liga de novo" e ela "não, me espera" e de novo um *mmmm* e depois *aaiii* *mmmm* "pai... já quer ela?" Ela... "E se ele ligar?" *Pai... "sim ou não... aii sim, já me dá" *"mete a pica em mim siiiim mmmm que gostoso"*, comecei a ouvir aquele som de pele com pele, sabe, os clássicos tapas, mas num ritmo lento. Ela tava ficando louca, não parava de gemer *"mmm que gostosa você tem"* *"mmmm tá enorme"* *"aaaaa"* e ele "você gosta, mamãe?" *"aiii sim"* "adoro" *"me dá forte"* e começou a se ouvir que a velocidade aumentou. Ele dizia "que cú gostoso", supus que ele tava dando tapas na bunda dela, e ela cada vez mais louca "sim, assim, assim, me dá mais rápido, mmmmm sim". Já era uma loucura ficar ouvindo aquilo. Meu pai tava se esbaldando com o cú da minha mulher, não parava de dizer "que cú gostoso, adoro suas nádegas"... "sim, pai, são suas, come elas". Meu pai não aguentou, as batidas pararam e meu pai *"haaa mmmm haaaaa"* sabia que ele tava gozando. Ela só dizia "uii que gostoso, pai, mmm*". Teve uma pausa e depois começaram a rir, talvez estivessem se beijando pelo som que faziam. Foram uns 15 minutos o que durou tudo. Nisso, ouço ele pegar o telefone e fazer um som de susto, como se dissesse *"iiii"* mas pra dentro, e desligou. Mas já não tinha mais nada a esconder. Embora algo tenha mudado, já não pensava como no início. A raiva e o ciúme foram se transformando conforme as coisas aconteciam, até o momento em que percebi que me excitava ouvir ela como aproveitava outra pica.
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