Andrea continuava vindo limpar em casa, já tínhamos mais intimidade, até com o Maicol. Às vezes me convidavam pra ir na casa deles comer um churrasco ou tomar alguma coisa e zoar um pouco. Eu aceitava, mas me sentia meio culpado agora por querer comer a mulher dele, embora passasse rápido quando via a bunda gostosa daquela vilareira.
Quando ela limpava, eu nem me preocupava mais em usar short, ficava sempre de cueca, meio duro pra aparecer. Acho que ela se acostumou bastante, mesmo eu pegando ela de olho na minha pica. Além de não contar nada pro Maicol e não reclamar, ela sabia que tinha algo intrinsecamente errado no que fazia, mas também não se importava.
Um dia de calor danado, ela chegou uma hora mais tarde, às 11. Nessa hora já tava 35 graus e tava insuportável.
— Pô, que calor do caralho — disse ela reclamando do calor enquanto varria a cozinha.
— Tá horrível mesmo — respondi, enquanto continuava no meu visual normal quando estávamos juntos e abria a geladeira.
— Ei, Andrea, quer tomar alguma coisa? — ofereci pra vilareira, e tirei um pack de cerveja que coloquei na mesa.
— Não sei se devo — respondeu.
— Qual é, larga isso um pouco, se tá um calor do cão, toma alguma coisa e depois continua, a gente fala umas merdas também.
— Haha, tá bom, Carlito, me dá uma então.
A bucetuda sentou do outro lado da mesa e abriu uma latinha. No fundo, tocava um pagode no rádio.
Começamos a beber e a falar de tudo um pouco.
— E como vai o Maicol no trampo? Faz semanas que quase não vejo ele.
— Meio na corda bamba, esse aí. Diz que brigou com o encarregado por chegar atrasado um dia. Por sorte, o otário não mandou ele embora.
— Pô, que merda. Será que o despertador não tocou?
Aí a Andrea deu um sorrisinho que tentou disfarçar rápido.
— O que foi? Haha — perguntei.
— Nada não, Carlo.
— Qual é, fala, sua burra, que você tá rindo — apertei ela, rindo também.
— É que o despertador tocou sim, pro Maicol.
— E então?
— Nada, nada, não dá, Carlo, haha.
— Qual é, fala, me mata de curiosidade.
— Bom... — ela começou a falar, mas parou.
— Fala logo. Percebi que a cerveja já tinha batido nela, a gente tinha tomado duas latas cada um, eu tava de boa, mas a Andrea já tava meio alegrinha.
—O alarme do Maicol tocou, ele ia pra merda do trampo e… kkkk
—E aí?
—Nada, eu tava acordada e meio que não deixei ele ir.
—Por quê?
—Nada, tava meio no tesão — ela falou entre risadas, meio envergonhada.
—Pô, coitado do Maicol, você fez ele chegar atrasado porque tava te comendo — respondi, meio surpreso.
—Kkk a putinha não reclamou, depois ficou todo excitado por causa da bronca no serviço.
—É, coitado, mas entendo ele.
—Como assim?
—Ué, eu também teria chegado atrasado se você me oferecesse isso — joguei.
—Kkk ai Carlo, cala a boca, vou continuar limpando senão não termino nunca — disse a vila, levantando e querendo limpar.
—Vem, vamos continuar — convidei, mas ela não quis.
Mesmo assim, a Andrea já tava bem bebida, cambaleava um pouco enquanto varria.
Eu aumentei um pouco o som do rádio.
—Tão aí se quiser abrir outra — falei antes de ir treinar.
—Beleza.
E foi assim, fui treinar, quase meia hora depois resolvi parar porque o calor no quarto tava insuportável. Em vez disso, fui na cozinha ver o que a Andrea tava fazendo, e que surpresa tive, a música tava um pouco mais alta, notei que uma cerveja extra tava aberta e a Andrea dançando soltinha enquanto limpava, no começo ela não me notou, e eu aproveitei pra ver como ela mexia a bunda sensualmente, era quase hipnótico ver aquelas nádegas grandes se mexendo.
O pau ficou um pouco duro.
Fui meio na surdina e apareci de lado, pegando a mão dela e dançando.
Ela se assustou, no começo meio que resistiu, mas relaxou ao me ver incentivando. Começamos a dançar cumbia, não chegávamos a colar os corpos, mas a Andrea se mexia muito sensual, essa vila era uma gostosa, o pau ficou mais duro, já não tava mais no meio, agora dava pra ver a barraca na minha cueca.
Num momento ela baixou o olhar um pouco e viu claramente como eu tava, ao levantar a vista eu olhei fixo pra ela e notei como uma Um sorriso safado se formou no rosto dela, ela sabia que tinha me deixado excitado e parecia que gostava disso.
Então parei e sentei, ela fez o mesmo, já que estávamos suando por causa da dança.
—Nossa, que calorão—disse ela, dando outro gole na cerveja.
—Pode crer, e isso que a gente só dançou, se fosse outra coisa eu derretia.
—Haha, que isso Carlo.
—Tá com muito calor?—perguntei.
—Muito calor, Carlo.
—Então, fica à vontade, Andrea.
—Como?
—Ué, tira um pouco de roupa—falei.
—Haha, tá maluco Carlo, não dá.
—Qual é, vacilona, já te falei que pode confiar, além disso, tu tá suando.
—Tá bom, mas não quero dar ideia errada, além disso, o outro descobre e arma o maior barraco.
—Já te falei, da minha parte ele não vai saber, além disso, somos amigos, não rola nada, e eu já tô de cueca.
—E não só de cueca, putinha haha—disse ela rindo, se referindo à minha ereção clara que viu antes.
—Qual é, não rola nada, fica à vontade—insisti.
Com certeza o álcool ajudou muito, finalmente, Andrea topou.
—Não fala nada, hein—disse ela, ao tirar a camiseta, ficando só de sutiã cinza.
Ela ficou uns segundos me encarando de pé.
—Tá olhando o quê?
—Haha, nada não, Andrea, só isso?
—Haha, quer que eu fique pelada, sua putinha?
—Não, mas essa legging deve ser quente pra caralho.
—Uff, que rolo que a gente tá arrumando—disse a vila sorrindo, levando as mãos na cintura e abaixando a legging, não sei se era realmente por causa do calor ou se ela tava ficando excitada, mas parecia que ela curtia a situação.
Num instante ela ficou seminua na minha frente, usando uma fio dental que combinava com o sutiã, as pernas brancas dela me deixaram muito excitado.
— Que foi, Carlo? — perguntei.
— Nada, Andrea, só curtindo a paisagem.
— Haha, tu é doido, hein.
— Por quê? Dá uma voltinha aí — pedi, enquanto a música voltava a tocar.
Ela obedeceu e deu uma volta rápida, me deixando babando com a visão daquela bunda enorme e empinada que essa favelada tinha.
Nesse ponto eu já tava com a pica dura e dava pra ver de longe.
— Eita, mas foi muito rápido, bota mais qualidade nisso, Andrea — falei pra ela — mete um pouco de dança pelo menos.
— Haha, tenho que limpááá — ela respondia entre risadas.
— Vai, dá mais uma voltinha.
— Haha, que chato, sua puta.
E assim, a vila voltou a dar outra voltinha, dessa vez mais devagar, e quando a bunda dela ficou apontada pra mim, mandei ela parar.
— Olha, Andrea, mexe um pouquinho, vai — pedi.
Ela não disse nada, só foi seguindo o ritmo da música aos poucos e mexendo aquela bunda branca carnuda. Nesse ponto a gente já tava no foda-se e ela sabia.
Eu não aguentei mais, ou melhor, minhas cuecas, minha pica escapou e comecei a bater uma ali mesmo, atrás da Andrea, enquanto via a bunda dela se mexer cada vez mais rápido no ritmo da cumbia.
— Assim, Andrea, vai, mexe — eu falava, incentivando ela a mais.
Ela começou a fazer movimentos circulares com a bunda e a rebolá-la.
Eu já tava batendo uma forte e, quando falava, saía meio entrecortado. Num momento, ela virou um pouco e me viu, mas não disse nada e continuou.
Mas eu queria mais.
— Chega mais pra cá — falei.
— Uf... a gente tá no foda-se — ela disse com a voz mais baixa.
— Vai, chega mais.
Ela obedeceu e aproximou mais a bunda, sem parar de dançar.
Não me segurei mais e comecei a apalpar a bunda dela com uma mão, enquanto com a outra batia uma.
— Isso é foda-se mesmo... — ela dizia num tom mais claro e com a voz mais fraca.
— Que gostosa dançando, Andrea... — falei sem parar de apalpar ela.
— Uff, Carlo, o que cê quer? — ela perguntou.
— Essa bunda quero, puta linda — respondi, e dei um tapa na bunda dela, que estalou forte.
— Aah — ela soltou um gemido leve, se afastando um pouco, virou, me olhou e rapidamente virou as costas de novo.
A vila pegou a tanga e, a uns metros de mim, tirou e mostrou a bunda de uma vez.
—Aqui, puta, tira essa vontade, vai— ela disse, se inclinando um pouco e me oferecendo aquela delícia.
Que nem um louco, me joguei e enfiei a cara na bunda dela, chupei tudo, tava doido pra comer aquela bunda há tempos e finalmente tava fazendo isso.
Andrea apoiou as mãos na bancada e começou a gemer forte enquanto eu comia a boceta e o cu dela.
—Que raba tu tem, guria, não sabe a vontade que eu tava de ti— falei.
—Aaaaaah, puta, que gostoso, me chupa, vai, que tu sempre olhava minha bunda, vai, come gostoso— ela dizia entre gemidos.
Fiquei um tempão chupando ela, até que me levantei.
—Vou te meter com tudo, vila linda.
—Vai, puta, me dá tudo.
Com a pica dura que nem ferro, enfiei na boceta, que tava toda molhada, a pica deslizou fácil, a boceta da Andrea fazia barulho enquanto eu metia na cozinha.
Não duramos muito, os dois muito tarados.
—Uf, Andrea, vou gozar.
—Aaah, puta, não me enche, goza no meu cu, vai.
Obedeci ela, tirei a pica e lambuzei toda a bunda dela, o leite escorria pelas nádegas, era uma vista linda.
Amassei a bunda dela mais uma vez e dei um tapa.
—Que raba tu tem, filha da puta.
—Gostou, papai?
—Claro, puta, vem cá— na hora beijei a boca dela enquanto continuava amassando a bunda.
—Me larga, tenho que ir buscar a menina— ela disse.
Eu queria continuar comendo ela, mas não dava, mas a partir de agora a coisa ia ficar mais divertida quando ela viesse limpar.
Vi ela vestir a legging assim, sem limpar a bunda, e foi embora.
Quando ela limpava, eu nem me preocupava mais em usar short, ficava sempre de cueca, meio duro pra aparecer. Acho que ela se acostumou bastante, mesmo eu pegando ela de olho na minha pica. Além de não contar nada pro Maicol e não reclamar, ela sabia que tinha algo intrinsecamente errado no que fazia, mas também não se importava.
Um dia de calor danado, ela chegou uma hora mais tarde, às 11. Nessa hora já tava 35 graus e tava insuportável.
— Pô, que calor do caralho — disse ela reclamando do calor enquanto varria a cozinha.
— Tá horrível mesmo — respondi, enquanto continuava no meu visual normal quando estávamos juntos e abria a geladeira.
— Ei, Andrea, quer tomar alguma coisa? — ofereci pra vilareira, e tirei um pack de cerveja que coloquei na mesa.
— Não sei se devo — respondeu.
— Qual é, larga isso um pouco, se tá um calor do cão, toma alguma coisa e depois continua, a gente fala umas merdas também.
— Haha, tá bom, Carlito, me dá uma então.
A bucetuda sentou do outro lado da mesa e abriu uma latinha. No fundo, tocava um pagode no rádio.
Começamos a beber e a falar de tudo um pouco.
— E como vai o Maicol no trampo? Faz semanas que quase não vejo ele.
— Meio na corda bamba, esse aí. Diz que brigou com o encarregado por chegar atrasado um dia. Por sorte, o otário não mandou ele embora.
— Pô, que merda. Será que o despertador não tocou?
Aí a Andrea deu um sorrisinho que tentou disfarçar rápido.
— O que foi? Haha — perguntei.
— Nada não, Carlo.
— Qual é, fala, sua burra, que você tá rindo — apertei ela, rindo também.
— É que o despertador tocou sim, pro Maicol.
— E então?
— Nada, nada, não dá, Carlo, haha.
— Qual é, fala, me mata de curiosidade.
— Bom... — ela começou a falar, mas parou.
— Fala logo. Percebi que a cerveja já tinha batido nela, a gente tinha tomado duas latas cada um, eu tava de boa, mas a Andrea já tava meio alegrinha.
—O alarme do Maicol tocou, ele ia pra merda do trampo e… kkkk
—E aí?
—Nada, eu tava acordada e meio que não deixei ele ir.
—Por quê?
—Nada, tava meio no tesão — ela falou entre risadas, meio envergonhada.
—Pô, coitado do Maicol, você fez ele chegar atrasado porque tava te comendo — respondi, meio surpreso.
—Kkk a putinha não reclamou, depois ficou todo excitado por causa da bronca no serviço.
—É, coitado, mas entendo ele.
—Como assim?
—Ué, eu também teria chegado atrasado se você me oferecesse isso — joguei.
—Kkk ai Carlo, cala a boca, vou continuar limpando senão não termino nunca — disse a vila, levantando e querendo limpar.
—Vem, vamos continuar — convidei, mas ela não quis.
Mesmo assim, a Andrea já tava bem bebida, cambaleava um pouco enquanto varria.
Eu aumentei um pouco o som do rádio.
—Tão aí se quiser abrir outra — falei antes de ir treinar.
—Beleza.
E foi assim, fui treinar, quase meia hora depois resolvi parar porque o calor no quarto tava insuportável. Em vez disso, fui na cozinha ver o que a Andrea tava fazendo, e que surpresa tive, a música tava um pouco mais alta, notei que uma cerveja extra tava aberta e a Andrea dançando soltinha enquanto limpava, no começo ela não me notou, e eu aproveitei pra ver como ela mexia a bunda sensualmente, era quase hipnótico ver aquelas nádegas grandes se mexendo.
O pau ficou um pouco duro.
Fui meio na surdina e apareci de lado, pegando a mão dela e dançando.
Ela se assustou, no começo meio que resistiu, mas relaxou ao me ver incentivando. Começamos a dançar cumbia, não chegávamos a colar os corpos, mas a Andrea se mexia muito sensual, essa vila era uma gostosa, o pau ficou mais duro, já não tava mais no meio, agora dava pra ver a barraca na minha cueca.
Num momento ela baixou o olhar um pouco e viu claramente como eu tava, ao levantar a vista eu olhei fixo pra ela e notei como uma Um sorriso safado se formou no rosto dela, ela sabia que tinha me deixado excitado e parecia que gostava disso.
Então parei e sentei, ela fez o mesmo, já que estávamos suando por causa da dança.
—Nossa, que calorão—disse ela, dando outro gole na cerveja.
—Pode crer, e isso que a gente só dançou, se fosse outra coisa eu derretia.
—Haha, que isso Carlo.
—Tá com muito calor?—perguntei.
—Muito calor, Carlo.
—Então, fica à vontade, Andrea.
—Como?
—Ué, tira um pouco de roupa—falei.
—Haha, tá maluco Carlo, não dá.
—Qual é, vacilona, já te falei que pode confiar, além disso, tu tá suando.
—Tá bom, mas não quero dar ideia errada, além disso, o outro descobre e arma o maior barraco.
—Já te falei, da minha parte ele não vai saber, além disso, somos amigos, não rola nada, e eu já tô de cueca.
—E não só de cueca, putinha haha—disse ela rindo, se referindo à minha ereção clara que viu antes.
—Qual é, não rola nada, fica à vontade—insisti.
Com certeza o álcool ajudou muito, finalmente, Andrea topou.
—Não fala nada, hein—disse ela, ao tirar a camiseta, ficando só de sutiã cinza.
Ela ficou uns segundos me encarando de pé.
—Tá olhando o quê?
—Haha, nada não, Andrea, só isso?
—Haha, quer que eu fique pelada, sua putinha?
—Não, mas essa legging deve ser quente pra caralho.
—Uff, que rolo que a gente tá arrumando—disse a vila sorrindo, levando as mãos na cintura e abaixando a legging, não sei se era realmente por causa do calor ou se ela tava ficando excitada, mas parecia que ela curtia a situação.
Num instante ela ficou seminua na minha frente, usando uma fio dental que combinava com o sutiã, as pernas brancas dela me deixaram muito excitado.
— Que foi, Carlo? — perguntei. — Nada, Andrea, só curtindo a paisagem.
— Haha, tu é doido, hein.
— Por quê? Dá uma voltinha aí — pedi, enquanto a música voltava a tocar.
Ela obedeceu e deu uma volta rápida, me deixando babando com a visão daquela bunda enorme e empinada que essa favelada tinha.
Nesse ponto eu já tava com a pica dura e dava pra ver de longe.— Eita, mas foi muito rápido, bota mais qualidade nisso, Andrea — falei pra ela — mete um pouco de dança pelo menos.
— Haha, tenho que limpááá — ela respondia entre risadas.
— Vai, dá mais uma voltinha.
— Haha, que chato, sua puta.
E assim, a vila voltou a dar outra voltinha, dessa vez mais devagar, e quando a bunda dela ficou apontada pra mim, mandei ela parar.
— Olha, Andrea, mexe um pouquinho, vai — pedi.
Ela não disse nada, só foi seguindo o ritmo da música aos poucos e mexendo aquela bunda branca carnuda. Nesse ponto a gente já tava no foda-se e ela sabia.
Eu não aguentei mais, ou melhor, minhas cuecas, minha pica escapou e comecei a bater uma ali mesmo, atrás da Andrea, enquanto via a bunda dela se mexer cada vez mais rápido no ritmo da cumbia.
— Assim, Andrea, vai, mexe — eu falava, incentivando ela a mais.
Ela começou a fazer movimentos circulares com a bunda e a rebolá-la.
Eu já tava batendo uma forte e, quando falava, saía meio entrecortado. Num momento, ela virou um pouco e me viu, mas não disse nada e continuou.
Mas eu queria mais.
— Chega mais pra cá — falei.
— Uf... a gente tá no foda-se — ela disse com a voz mais baixa.
— Vai, chega mais.
Ela obedeceu e aproximou mais a bunda, sem parar de dançar.
Não me segurei mais e comecei a apalpar a bunda dela com uma mão, enquanto com a outra batia uma.
— Isso é foda-se mesmo... — ela dizia num tom mais claro e com a voz mais fraca.
— Que gostosa dançando, Andrea... — falei sem parar de apalpar ela.
— Uff, Carlo, o que cê quer? — ela perguntou.
— Essa bunda quero, puta linda — respondi, e dei um tapa na bunda dela, que estalou forte.
— Aah — ela soltou um gemido leve, se afastando um pouco, virou, me olhou e rapidamente virou as costas de novo.
A vila pegou a tanga e, a uns metros de mim, tirou e mostrou a bunda de uma vez.

—Aqui, puta, tira essa vontade, vai— ela disse, se inclinando um pouco e me oferecendo aquela delícia. Que nem um louco, me joguei e enfiei a cara na bunda dela, chupei tudo, tava doido pra comer aquela bunda há tempos e finalmente tava fazendo isso.
Andrea apoiou as mãos na bancada e começou a gemer forte enquanto eu comia a boceta e o cu dela.
—Que raba tu tem, guria, não sabe a vontade que eu tava de ti— falei.
—Aaaaaah, puta, que gostoso, me chupa, vai, que tu sempre olhava minha bunda, vai, come gostoso— ela dizia entre gemidos.
Fiquei um tempão chupando ela, até que me levantei.
—Vou te meter com tudo, vila linda.
—Vai, puta, me dá tudo.
Com a pica dura que nem ferro, enfiei na boceta, que tava toda molhada, a pica deslizou fácil, a boceta da Andrea fazia barulho enquanto eu metia na cozinha.
Não duramos muito, os dois muito tarados.
—Uf, Andrea, vou gozar.
—Aaah, puta, não me enche, goza no meu cu, vai.
Obedeci ela, tirei a pica e lambuzei toda a bunda dela, o leite escorria pelas nádegas, era uma vista linda.
Amassei a bunda dela mais uma vez e dei um tapa.
—Que raba tu tem, filha da puta.
—Gostou, papai?
—Claro, puta, vem cá— na hora beijei a boca dela enquanto continuava amassando a bunda.
—Me larga, tenho que ir buscar a menina— ela disse.
Eu queria continuar comendo ela, mas não dava, mas a partir de agora a coisa ia ficar mais divertida quando ela viesse limpar.
Vi ela vestir a legging assim, sem limpar a bunda, e foi embora.
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