Só depois dos meus vinte e poucos anos que descobri meu lado pervertido, aquele lado que todo mundo tem, mas que em algumas pessoas nunca deixa fluir. Tem quem descobre e esconde, usando às escondidas, virando o segredo mais precioso. Tem quem compartilha e, se acha uma parceira afim, explora ao máximo. Eu descobri por pura casualidade, não tava procurando nem sabia que dava pra sentir sensações tão estranhas, mas excitantes, nesse mundo alternativo que todo mundo tem, mas que muitos desconhecem. Como eu descobri? Essa é outra história que conto depois. Pra mim não tem nada melhor do que fantasiar com a minha esposa, uma mulher na casa dos trinta, morena alta e magra, com pernas longas e uma bunda que, pelo corpo dela, fica uma delícia de se ver. E quando toco, aperto e mordo, a sensação é ainda melhor. Além disso, tem uns peitinhos que, quando estão livres e nus, você não consegue se segurar e já parte pra chupar na hora. Adoro quando ela veste uma calça justa e tênis — vocês não têm ideia de como fica essa bundinha que já descrevi. Fico ainda mais excitado quando olham pra ela, e mais ainda quando quem dá aquela olhada na bunda dela são os próprios conhecidos que tão com a gente, até meus primos e amigos em comum, mesmo que disfarçadamente dão aquela espiada no rabo da minha mulher. Ela sabe que eu gosto que olhem pra ela e sabe que adoro comprar calças pra ela usar pra mim e pros outros. Sabe que tenho minhas fantasias. Antigamente, quando ela saía sozinha pra algum bar com as amigas, desde o fim da tarde quando começava a se arrumar, eu adorava ver ela se preparando: vestia o vestido, alisava o cabelo, se maquiava, passava perfume, e quando finalmente chegava a hora, calçava os tênis e, santo céu, como ela ficava gostosa e o quanto de sex appeal ela passava. Isso me deixava a mil com minhas fantasias mais safadas. Ficava impaciente pra ela chegar no bar e entrar toda linda do jeito que tinha saído. Enquanto isso, em casa, eu imaginava... e era só isso mesmo! Imaginação: que alguém podia chegar nela e ela corresponder, dando corda pra quem tivesse dado em cima dela. Talvez imaginasse até mais, que podia rolar algo entre essa pessoa e minha esposa. Essas ideias voavam na minha cabeça, mas era só eu que passava por isso, porque ela é incapaz de fazer o menor gesto nesse sentido com quem não seja eu. Mesmo assim, eu curtia a putaria das saídas noturnas dela e esperava ansioso pela volta, porque já sabia que ela chegaria ainda com o perfume misturado com o cheiro de tabaco do bar e o álcool no hálito, e isso me deixava louco. Além disso, não sei se era minha imaginação, mas quando ela chegava do bar bebada, ficava mais excitada do que o normal. Já antes dela chegar, com as coisas que eu imaginava, eu já tava cheio de tesão pra aproveitar ela, e dava uma boa foda assim que ela entrava no quarto. Ela sabe o que me atrai, o que me excita e o que eu gostaria de experimentar ao lado dela — já deixei isso claro pra ela, não uma, mas várias vezes. Mas ela sempre me mostrava que tem outra forma de pensar e viver a sexualidade. Mesmo assim, isso não me impede de soltar a imaginação, porque não tem nada mais excitante pra mim do que a minha mulher, e não tem nada mais intenso na minha libido explosiva e reprimida do que poder fazer safadezas com ela através de um terceiro ou terceira. Seria foda dar a liberdade pra ela fazer o que quiser, sentir prazer do jeito que ela tiver vontade, que ela mesma comandasse os planos perversos e excitantes que dá pra experimentar. Não tem nada tão sexual quanto soltar sua mulher pra ela se divertir como quiser, com quem quiser, usando o corpo dela e o corpo de outra pessoa — homem ou mulher — sendo só um instrumento pra ela gozar do que nunca gozou, provar do que nunca provou, e ter orgasmos como nunca teve antes. E ao mesmo tempo, que ela me submeta aos desejos dela e eu obedeça ao que ela mandar, quando ela quiser. Mas mesmo assim, respeitando a recusa dela em experimentar outras situações. Estando na nossa casa, ela topou me dar o gosto de fantasiar só com ela, no privado do nosso lar. Comprei saias curtas e shorts bem justinhos e curtos pra apreciar ela visualmente. Me excita ver ela com cara de puta, gostosa. Eu imagino situações só de ver ela com essas roupas — e se vocês vissem, saberiam do que tô falando... Não!! Como vocês podem ver, isso não me limita. As recusas dela, pelo motivo que for, não me limitaram. Não me impedem nem me param de imaginar ela sendo comida por outra pessoa, porque como já comentei, ela adora ser aproveitada, ser apalpada centímetro por centímetro e sentir suas entranhas quando é penetrada. Em mais de 10 anos ao meu lado, percebi certas peculiaridades: é bem notório que ela não gosta muito de tocar no meu pau, não curte fazer oral em mim, nem ver outros paus, seja em filmes ou vídeos pornôs. Mas eu sei muito bem que tem mulheres que não são muito de chupar pênis, mas ainda assim dá pra ver que elas adoram e se excitam só de ver um pau duro — prestam atenção, ficam molhadas. Não tô dizendo que ela não curte a penetração, mas parece que ela não gosta de tocar, não se excita em olhar e muito menos em chupar. Essa situação acabou plantando na minha cabeça a ideia de que talvez ela também sinta atração por mulheres, embora já tenhamos tocado nesse assunto e ela tenha negado. Ainda assim, acho que se ela experimentasse, poderia descobrir coisas que ela resiste, mas que o corpo dela pode precisar. É por isso que, mesmo ela negando veementemente qualquer atração por mulheres, minha mente perversa alimenta uma leve esperança de que um dia ela queira experimentar e talvez descobrir que o sexo com buceta a excita tanto quanto ou mais que com homem. Tanto que, entre brincadeira e sério, cheguei a propor arrumarmos uma namorada pra ela, algo privado, contatar e testar com uma garota, e deixei bem claro que essa interação seria só entre elas, seria pra ela. E, sendo honesto, percebi um lampejo de curiosidade da parte dela quando fiz a proposta — talvez ela não tenha notado, mas eu percebi. Sendo sincero, não me sentiria mal de forma alguma se ela gostasse de como uma mulher pode tocar nela, ou vice-versa. Pelo contrário!! Seria foda se, sendo o caso, claro, ela pudesse descobrir que a bissexualidade, hipoteticamente, pode habitar nela. Seria como ganhar na loteria sexual: minha esposa bissexual e ela com permissão do marido pra ter uma namorada. Enquanto isso, minha mente é que fica De algum jeito, de vez em quando, me perco entre o tesão do impossível e a chance de qualquer coisa rolar. Nas minhas fantasias, também tem umas bem simples, porque é algo comum pra muitas mulheres e casais, e pra outras não. Propus pra minha esposa usar um biquíni fio dental na praia ou piscina, porque adoraria ver aquele par de bundas que tanto me encanta exposto ao ar, sendo observado por mais alguém, pelo menos visualmente curtido. Quem procura acha, e como disse Lao Tsé, uma jornada de mil quilômetros começa com o primeiro passo. Dentro do que é aceitável pra minha esposa, até certo ponto, combinamos de dar um pulo numa praia e ela usar aquele biquíni pra minha alegria e o olhar dos outros. Enquanto isso, na espera do inesperado, curto o corpo dela e aquela bunda que tanto me agrada.

2 comentários - Minha Esposa, Minha Fantasia