Introdução: Meu nome é Ricardo, aos 35 anos sou bem-sucedido nos negócios e sou casado com uma esposa maravilhosa, Paulina, de 29 anos. Nós dois somos muito apaixonados e sempre fomos muito unidos, embora no fundo de alguma forma sempre faltasse algo. Como muitos homens, sempre tive a fantasia de ver minha esposa transando com outro cara. Sei que a maioria das pessoas pode me ver como alguém fraco ou fracassado, mas me considero masculino e forte, um bom negociante, e a ideia poderia ser tudo menos um capricho. Sempre me excitou muito a ideia de minha esposa ser uma garota sexy e decidida.Nos dias seguintes, meus pensamentos sobre eles tomaram conta da minha mente no trabalho. Eu conseguia pensar um pouco mais.
Um par de noites depois, estávamos na academia e tudo começou igual. Malhamos e então ela acenou com um sorriso e foi com Marcos de novo.
Pensamentos sobre eles inundavam minha mente. Quando ela voltou para casa, eu estava no sofá folheando uma revista e ouvindo a TV distraidamente. Ela entrou rapidamente e sentou em cima de mim, prendendo levemente meus braços junto às minhas coxas com as pernas, e então me deu um grande beijo molhado, de novo com gosto de sexo.
Devagar, ela esfregou a buceta na minha virilha.
— Você não ficou entediado esta noite, né? Tinha muita coisa em que pensar? — perguntou.
Dando beijinhos na minha testa e sorrindo. Ela fechou os olhos e lambeu meus lábios, cobrindo-os com seu cheiro de umidade, e então me beijou apaixonadamente, enrolando os braços no meu pescoço.
Ela se afastou, mantendo o sorriso, e me encarou nos olhos.
— Sentiu minha falta? — disse, como se fôssemos os amantes mais próximos e ela tivesse ido fazer compras.
Envolveu meu lóbulo e sussurrou no meu ouvido — Meus beijos te excitam, não é? — Sua respiração quente e suas palavras correram por mim. Me senti deliciosamente preso, preso debaixo do corpo dela, das palavras dela e dessa evidência. despertar.
Seus beijos me excitaram, muito além do que ela podia imaginar. Fiquei ali olhando pra ela, desejando que me beijasse de novo.
— Me fala! Fala que você gosta dos meus beijos — disse de novo.
— Sim! Adoro seus beijos — admiti, e quando fiz isso, ela me deu outro beijo de língua profundo, lambendo toda a minha boca e todos os meus lábios. O gosto e o cheiro masculino eram realmente fortes. Tive que recuperar o fôlego, estava tão excitado.
O que ela estava fazendo comigo?
Ela me beijava fundo, uma e outra vez. As palavras dela me levaram ao limite e comecei a beijar com vontade, perdidamente, saboreando o gosto que conseguia encontrar e pensando na minha esposa que tinha chupado aquela rola de novo essa noite. Percebi que estava beijando ela com mais avidez do que nunca, lambendo os lábios dela tentando provar mais.
— Fala que você sente o gosto — disse ela — e me fala pra continuar te beijando.
Minha rola ansiava por se libertar debaixo dela, e minha cabeça girava enquanto ela brincava comigo. Lambi ela toda como um louco, sem querer parar pra responder, sem querer abrir mão daqueles beijos tão eróticos. Essa noite, ela estava me colocando descaradamente cara a cara com a indiscrição dela. Já não estava mais tentando fazer ela jogar o meu jogo. Ela tinha me forçado a jogar o dela, e estava me usando como um brinquedo.
— Ah! Você gosta sim, tá bom, pode sentir o gosto, sei que você gosta — disse ela, se inclinando pra trás com os olhos nos meus lábios — nós dois amamos, não é?
Devagar, ela rolou pra fora de cima de mim e se deitou no braço do sofá, levantando a saia sensualmente e deslizando a mão entre as pernas, começou a brincar com a própria intimidade. Lentamente, abriu as pernas pra mim, revelando a calcinha encharcada.
Puxou a calcinha pro lado pra que eu pudesse ver os lábios dela, tocando eles um pouco.
— Tô tão molhada — disse ela — o Marcos é um homem tão gostoso, olha como eu tô molhada por ele essa noite.
Meu coração batia forte. fora do meu peito, tentando entender as palavras dela. Ela terminou de tirar a calcinha molhada pelas pernas, passando pelos tornozelos, e jogou ela carinhosamente na minha cara. Abriu as pernas cada vez mais, revelando a buceta dela por completo, os lábios se separando pra chamar ainda mais minha atenção.
Minha cabeça tava girando, tentando processar a ideia de que ela tinha brincado com o Marcos e o quanto ela tinha deixado a buceta molhada. Foi como uma facada.
— Quer provar? — ela disse enquanto deslizava um dedo pra dentro dela — Ela precisa de muita atenção e não recebeu o suficiente, ainda não deixei ele comer ela, sabe?
Nunca antes a Paulina tinha estado tão segura de si, nunca tinha sido tão sacana, mas eu amava.
— Ele morre de vontade de me foder, mas até agora eu me diverti zoando com ele, adoro deixar ele excitado desse jeito. Acho que uma noite ele pode me pegar e até me estuprar de tanto desejo — ela sorriu de um jeito sensual, tentando me levar ao limite — Ele simplesmente não sabe da situação que a gente tem, sabe? — ela disse.
Eu tava paralisado, não consegui falar nada. Só escutei enquanto olhava pra ela deitada no braço do sofá, com as pernas abertas e me provocando pra provar a buceta dela que outro cara tinha molhado. Uma onda passou por mim. Eu tava tão excitado que mal conseguia me segurar.
— Agora ajoelha no chão e lambe ela como um bom marido — ela disse.
Eu obedeci e me ajoelhei no chão entre as pernas dela, olhando nos olhos dela.
— Agora seja um bom garoto e lambe minha buceta — eu olhei pros dedos dela que mantinham os lábios abertos pra mim.
— A gente tem uma regra nova — ela disse.
Um arrepio percorreu meu corpo. Eu amei o jeito que ela falou isso. Olhei pra ela, animado pra ouvir o que podia ser.
— De agora em diante, o que minha buceta quiser, eu vou deixar fazer, cê gosta dessa atitude? — ela perguntou — E o que ela quiser, quero que você faça, você vai fazer.
— Ok — eu respondi — isso é muito sexy.
Olhei pra buceta gostosa dela, queria agradá-lo, o que ele quisesse. Eu queria que ela estivesse satisfeita.
Eu era um homem encrencado. Queria mostrar pra ela o quanto a amava, queria agradá-la e reforçar o controle dela desse jeito. Adorava que outro homem e o pau dele excitassem ela e a deixassem tão melada, e que ela tivesse trazido os sucos dela pra casa pra eu brincar com eles.
Abaixei a cabeça e toquei com meus lábios a barriga dela, beijando meu caminho pra baixo, até encontrar o topo dos lábios dela debaixo do arbusto ralo. Ela se inclinou pra frente pra que a buceta dela ficasse bem na borda do sofá, e depois se acomodou nas almofadas enquanto eu inalava o cheiro maravilhoso da feminilidade. Toquei meus lábios nas dobras dela e senti aquela primeira camada escorregadia maravilhosa na ponta da minha língua. Então minha língua se esticou e separou levemente os lábios dela, afastando-os, sentindo o interior ainda mais escorregadio.
Quanto mais fundo eu ia, mais sentia uma enxurrada da crema que ele tinha estimulado. Ela estava encharcada. Lambi a buceta dela como nunca tinha feito. Enterrei minha cara nela, tentando lamber o mais fundo que conseguia, querendo provar tudo dela. A luxúria estava me dominando e eu sentia minhas orelhas queimarem, e depois a cabeça e o corpo inteiros. Sempre fui um cara que adorava sexo oral, mas a nova mentalidade dela estava elevando a experiência a um estado alterado.
Paulina tinha começado isso por algum motivo, mas agora estava curtindo. Ela estava deitada no sofá, agarrando o encosto e o braço enquanto a buceta dela se esfregava na minha cara toda. As palavras da TV ecoavam ao fundo, acompanhadas dos gemidos gostosos que minha esposa tinha começado a soltar.
— Acho que você gosta disso — ela disse — você gosta de provar o pau dele nos meus beijos, provar a umidade que ele me causa quando eu faço isso pra ele.
Meus olhos nunca se abriram, só continuei saboreando e lambendo levemente o clitóris dela, fazendo amor com ela com minha boca. mostrando meu apreço por você ser tão erótica, gostosa.
—Você gosta que minha buceta seja excitada por outro homem? —ela perguntou, entre gemidos e respirações. Levantei o olhar e nossos olhos se encontraram de novo.
—Ele me excita pra caralho, sabe? —disse lendo minha mente —Ainda não meti, mas já chupei o pauzão dele —falou como se a virilha dela estivesse mandando nela. Me olhou esperando uma resposta —Ela gosta quando chupo o pau dele, não tá vendo? Por isso você tem curtido tanto meus beijos ultimamente, não é? —Eu assenti, beijando suavemente a moita dela.
—Bom garoto, você sempre disse que queria que outro me comesse, não foi?
Tenho certeza de que meu olhar vazio mostrou meu estado de espírito. Amava quando ela falava assim comigo, me fazendo encarar o fato de que adorava que outro homem a deixasse desse jeito. Me fazendo admitir que amava o gosto do pau dele nos lábios dela.
—Adoro isso! —disse ela —Não acredito que nunca deixei você fazer isso anos atrás. Deixar um cara gostoso me pegar e tentar ganhar meu afeto. Provoco ele a noite toda e depois chupo o pau dele. Depois que ele deixar minha buceta quente e melada, te levo pra casa, deito e te provoco enquanto você me lambe e mostra como é grato. E você está aí, lá embaixo, lambendo igual um cachorro faminto até eu gozar, tudo na sua cara.
Lambi fundo.
—Sim, adoro —falei.
Meu rosto estava escorregadio e molhado agora também.
—Sei que adora, e vou fazer você amar ainda mais —disse ela —Antes de acabar, você vai ficar viciado. Gosto de pensar em você em casa vendo TV enquanto eu tô fora chupando um pauzão.
Ela se recostou em silêncio enquanto eu continuava lambendo e aproveitando. Depois, lentamente, começou a se esfregar em mim de novo.
—Também adoro... ohh! Também adoro... ahhh! —disse com os olhos fechados, sentindo um tremor nas pernas.
Aquela sensação familiar. da buceta dela enquanto ela inchava mais. Sabia que tava me dizendo que ela tava chegando lá. Comecei a focar em lamber o clitóris dela com movimentos rítmicos, tipo um bichinho lambendo mel da palma do dono. Senti ela se mexer, começando a pulsar devagar debaixo da minha língua, e eu acompanhava cada lambida gostosa.
Logo a buceta dela e eu tava dançando devagar, nos excitando e chegando perto até o canal dela começar a se contrair contra meus lábios e queixo. Lambi e provoquei devagar, levando ela até aquele ponto sem volta. O clímax dela inchou quando a buceta dela fez amor na minha cara, e então explodiu quando os quadris dela girando espalharam os sucos dela pelos meus lábios e queixo.
Foi maravilhoso e pareceu durar uma eternidade.
Aí, enquanto ela se acalmava devagar, relaxou enquanto eu continuava lambendo os sucos novos dela. Depois ela olhou pra mim, colocou as mãos atrás do meu pescoço e me puxou pra perto, lambendo os próprios sucos dos meus lábios.
Depois de um tempo, ela me perguntou se eu queria despir ela e dar um banho rápido nela.
— Adoraria — respondi.
Fui buscar uma bebida pra ela enquanto preparava o banho.
Ela tava linda na luz das velas do banheiro, enquanto entrava na banheira. O peito dela brilhou quando a água envolveu eles. Ela se recostou na banheira, relaxando e me olhando.
— Não te excita quando eu te contei sobre chupar a rola de outro? — perguntou.
— Sim... foi muito gostoso, muito sexy — respondi.
— Bonito, ou você adorou?
— Adorei — admiti.
— Ele tem uma rola boa — disse ela enquanto se inclinava pra cima, abrindo os olhos com um brilho e sorrindo pra mim — Você ia gostar do Marcos, ele é muito parecido com você, muito pervertido, mas muito mais dominante. E você sabe como eu gosto de ser dominada.
Ele é um daqueles caras que gostam de ter o controle... se ele vier um dia, quero que você seja legal com ele, ele disse que achava que eu tinha muito potencial pra me tornar uma esposa submissa e agradável pra você, e que Ele era o cara certo pra me dar o treinamento especial que eu precisava. Você gostaria disso? Gostaria que ele me treinasse? Ser uma esposa submissa e gostosa pra ele e em parte pra você... embora pra você fosse mais a que domina — ela perguntou.
Eu olhei pra ela sem dizer nada, minha mente trabalhando a mil por hora. O arqueamento das sobrancelhas dela me tirou do devaneio.
— Sim... — respondi.
— Bom, tenho que admitir que me excita muito quando você aprova tudo que eu proponho. O Marcos disse que, se eu fosse ser uma boa aluna, teria que ser uma garota muito safada pra ele. Você quer que eu seja, né? Uma boa aluna pra ele, certo, querido? Quero que ele me faça ser isso.
Ao contrário do que eu imaginava, eu amava onde ela me colocava. Sempre quis vê-la transar com outro homem, mas nunca tinha pensado nesse tipo de joguete mental, nem no quanto ela estava se envolvendo nisso, nem tinha negociado nada.
— Ele disse que podia me treinar pra amar o pau dele. Dá pra acreditar? Você gostaria? — Ela não esperou minha resposta e continuou — Mas ele disse que, se fizesse isso, você teria que aceitar ser um bom marido corno, pelo menos por um tempo. Você não se importa de ser, né? Ou que a gente te provoque um pouco, querido? Especialmente se isso fizer o Marcos feliz — ela disse — Ele teve uma experiência ruim com um marido ciumento anos atrás, e disse que dessa vez você teria que mostrar que não estava com ciúmes. Você consegue fazer isso, né, querido? — ela perguntou.
Meu pau tava duro pra caralho e meu coração batia forte de novo. Pensei sem dizer nada, mas percebi que só tinha uma resposta que ela queria ouvir e eu não podia ir pra lugar nenhum, então concordei com um leve movimento de cabeça.
— Bom, era isso que eu queria. Vou ver o que posso fazer por você. Acho que o Marcos vai adorar isso — ela disse — Aposto que, se a gente te deixar com ciúmes, esse seu pau vai continuar bonito e inchado como agora.
— O que você quiser fazer tá bem, querido — eu disse, com medo total e excitação total pelo que tava me levando.
—Bem, isso tá ficando muito mais criativo e divertido do que eu jamais imaginei que seria —ela disse.
Olhou pro meu pau. Tava escorrendo tanta porra pré-gozo que eu não conseguia acreditar.
—Você quer que eu comece a dar mais detalhes? —ela me perguntou.
Eu não queria me sentir mais humilhado e ter que admitir, pelo menos não agora.
—Sim, quero que você comece a me contar todos os detalhes —admiti.
—Todos os detalhes? —ela disse, se inclinando sensualmente no meu ouvido —Me diz o que você quer ouvir… Você quer que eu te fale o quanto o Marco e outros caras me excitam? Quer ouvir tudo sobre o que a gente faz junto, sobre os paus deles e o que o Marco vai me obrigar a fazer?
—Sim, quero que você me conte —respondi. Eu tava fora de controle agora, e meu pau gotejando parecia estar respondendo as perguntas por mim.
—Marido bonzinho, tá bem, vou começar te dizendo como o pau do Marco é lindo. Você tem um pau bom, mas o dele é ainda maior e tem uma cabeça cheia de protuberâncias distintas, inchada ao redor. Ele raspa os ovos grandes dele, e em volta do pau tem um tufinho de pelo na parte de cima da base… ele adora o jeito que eu chupo ele e como eu provoco até ele não aguentar mais segurar o gozo —ela disse, me olhando fixamente pra ver minhas reações —adoro apertar ele e ver como ele incha e fica roxo, especialmente quando ele fica muito excitado e começa a soltar aquelas gotas transparentes de líquido pré-gozo.
Adoro essa parte —ela falava enquanto olhava pro meu pau —meio que nem você agora —ela sorriu —depois de provocar ele até não aguentar mais, é como se o céu se abrisse. Nunca vi um pau produzir tanta porra. Acho que eu realmente excito ele. Sabe, nunca fui uma mulher que pensasse muito em gozo. Antes achava que nem gostava, toda cremosa e bagunçada, mas ele tá me ensinando o quanto é sexy e erótico. É o núcleo da sexualidade do homem. É o tesouro que uma Mulher, quando faz um bom trabalho excitando o homem dela, quanto mais o excita… mais ela ganha. Não sei o que aconteceu comigo nas últimas semanas, acho que agora tô percebendo o quanto amo paus — disse com um sorrisinho, me olhando com aquela carinha de menina inocente.
Ela me olhou e, com um sorriso debochado, perguntou — Devo parar?
— Não — falei.
— Bom — disse ela, brincando — Adoro poder compartilhar tudo isso com você. Seria horrível ficar tão animada com algo e não poder contar pra ninguém. Ah, agora que pensei, mal posso esperar pra contar pra minha amiga, ela ama o que tô fazendo. Falei pro Marcos o quanto seus beijos pareciam te agradar depois que eu tava lambendo e chupando o pau dele.
Olhei pra ela incrédulo — não acredito que você disse isso pra ele — exclamei.
— Ah, tá tudo bem… acho que excita ele saber que você provou o pau dele nos lábios da sua esposa. Acredite, ele é pervertido. Ele quer que você saiba e achou que seria divertido deixar um pouco do sêmen dele na próxima vez nos meus lábios pra você lamber, mas eu disse que não achava que você tava pronto pra isso, por enquanto.
Não sabia o que dizer ou como reagir. Me senti como se fosse um brinquedo dela.
— Você gostaria disso, amor? Quer que eu seja uma boa esposa e deixe um pouco de sêmen nos meus lábios quando chegar em casa na próxima vez? Sabe, eu engoli tudo hoje à noite por ele. Acho que foi outra "primeira vez" pra mim, nunca fiz isso com você.
— Já imaginava — disse ela — mal posso esperar pra contar pra ele, sabe, acho que estamos chegando a um nível totalmente novo aqui. — sorriu confiante — Ele vai adorar o fato de que eu realmente te contei o que a gente tem feito.
Ela se aproximou da banheira, envolveu os dedos quentes e molhados no meu pau inchado e apertou — me diz, por favor… me diz que eu posso foder com Ele se eu quiser… — exigiu com uma vozinha de menina, me acariciando algumas vezes pra garantir que teria as respostas que queria.
— Sim, amor… pode foder ele se quiser. —Concordei. Não conseguia acreditar no estado em que me encontrava. Depois, ela me acariciou mais algumas vezes, só por garantia, ordenhando mais líquido pré-seminal do meu pau incontrolável.
—Quero ouvir você dizer. Me fala que quer que o Marcos te coma —ela disse.
Eu precisava tanto transar com minha esposa, precisava de qualquer coisa, estava tão malditamente excitado.
—Quero que o Marcos me coma —falei quase num grito de socorro —quero que ele faça isso por mim.
—Acho que tô amando esse novo arranjo, e acho que você também tá amando, não é, querido? —ela disse, olhando nos meus olhos, me desafiando de brincadeira a contradizer, enquanto continuava, agora mais suave e mais devagar, acariciando minha carne quente.
O líquido pré-seminal escorria pela parte de baixo da cabeça e sobre os dedos dela. Ela levou a mão à boca e lambeu.
Eu sabia que tudo aquilo me superava.
—Tô te excitando essa noite tanto quanto você esperava… né? —ela perguntou.
—Sim, muito mais —respondi.
O que eu tinha criado? Agora eu tava muito além do controle, ela tava no comando e me levando pra uma longa viagem.
Ela terminou de tomar banho e saiu da banheira, deslizando o corpo brilhante no roupão, esfregando e usando ele, depois deixou cair até os cotovelos, mostrando os peitos. Se abaixou e apertou um, fazendo o mamilo inchar.
—Cê gosta dos meus mamilos? —ela disse, empolgada, e me olhou.
Eu não conseguia tirar os olhos deles.
—Não é erótico? Queria poder te dar mais que isso —ela então me pegou pela mão, me guiou até nossa cama, subiu deitada e deixou o roupão se abrir enquanto se recostava na pilha de travesseiros.
Eu me meti entre as pernas dela e ela deslizou meu pau na buceta dela. A gente transou a maior parte da noite. Ela me manteve em chamas, me provocando, dizendo o quanto adorava falar assim comigo, e como não via a hora de ver o amante dela de novo.
Na semana seguinte, o Marcos teve que sair de a cidade a negócios.
Combinamos que ela estava pronta pra dar pra ele. Daquele momento em que finalmente ia envolver o pau do Marcos na sua buceta quentinha.
—Acho que ele vai gozar —ela disse, animada.
Eu tava empolgado que ela queria dar pro Marcos. Queria que ela me contasse tudo, com detalhes molhados. Queria ver aquilo e, mais que tudo, queria que ela adorasse. No fundo, queria que ela ficasse viciada na pica dele, mesmo que uma parte de mim se revoltasse com tudo isso.
Era como um alcoólatra, só que eu tava me viciando na minha esposa safada.
Na sexta de manhã, enquanto a gente limpava depois do café, a Pau me disse: “Hoje à noite ele volta pra cidade e quer que eu celebre o aniversário dele com Ele.”
Meu coração deu um pulo.
—Vou tirar a tarde pra comprar roupa nova e fazer as unhas —ela falou —você vai estar aqui? Você é um cara legal, e quero sua opinião pra me ajudar a seduzir ele. Não te importa, né? Quero que a noite seja especial pra ele —olhei pra ela, surpreso —Quero ser tão erótica que ele não consiga resistir a mim —completou.
Minha virilha explodia enquanto minha mente só descontrolava.
—Prometo que vou te contar todos os detalhes —ela se comprometeu, me dando um olhar provocante.
De tarde, ela tinha voltado de fazer as unhas, o que, claro, o Marcos tinha dito que gostava. Ela tinha ido às compras, me fez servir uma bebida e preparar o banho dela. Acendi as velas no banheiro e coloquei uma música suave. Queria que ela estivesse de bom humor quando visse ele, então queria que a preparação fosse o mais sexy possível pra ela.
—Isso é tão malditamente sexy —ela disse enquanto jogava o cabelo pra trás e bebia o vinho, deitada na banheira enquanto eu limpava ela —Você não acha isso sexy? Você me limpando e me preparando pra sair com outro cara?
Passei uma esponja pelas pernas dela, cobrindo-as com o sabão espumoso grosso. Então, minha mão deslizou pela água entre as coxas dela. Sua As pernas se abriram automaticamente, me dando acesso. Me levantei por cima e por baixo, soltando a esponja e deixando minha mão ensaboada esfregar as pernas dela e descer pelos lábios da buceta, hesitando ali e separando levemente os lábios pra ver o que encontraria lá dentro. Como esperava, a buceta dela já estava pensando Nele. Ela me olhou enquanto um sorriso aparecia. Inocentemente, mordeu a ponta da língua.
— Minha buceta tá tão pronta pra chupar um pauzão gostoso — disse ela — essa noite não brinca com você mesmo enquanto eu tiver fora brincando com o pauzão dele, quero que você pense em como ele tá aproveitando sua esposa. Vou te dizer que enquanto eu tiver chupando ele, vou estar pensando em você, e em como você tá se tornando um bom marido, como você é bom em ficar em casa enquanto me deixa sair e me divertir.
A voz dela soava como se estivesse num túnel na minha cabeça. Aqui estava eu, preparando ela pra provocar e provavelmente seduzir outro pau.
Fim do capítulo II
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2 comentários - Capitulo II - Paulina "El despertar de mi esposa"