Doble vida (6)

Lá estava eu, de pé no quarto da minha irmã. O quarto parecia girar ao meu redor e o chão se mexia. Não minto se juro que tive que me segurar no batente da porta pra não cair. Eu tinha ouvido direito. O QUE VOCÊ MANDAR, ela tinha me respondido.       Vou pedir uma pizza — falei pra ela       Bom – ela me respondeu, submissa
Já estava me recuperando aos poucos
e me veio a primeira de todas as coisas que eu tinha planejado para dominar minha irmã       Quero que você passe pelada atrás de mim quando eu receber a pizza e o entregador te veja - exigi.       Bom – disse ele, aceitando meu pedido.

Saí fechando a porta e liguei pra pizzaria "Os Campeões", me disseram que em 45 minutos estariam aqui. Acho que foram os 45 minutos mais longos da minha vida. Tava nervoso igual um moleque no primeiro dia de aula. Não conseguia pensar em outra coisa.

A campainha tocou. Preferi não falar nada pra minha irmã pra ver se ela se animava. Fui abrir a porta e pegar a pizza. Quando tava pagando, vejo o garoto olhando por trás de mim. Será que ela se animou? Viro a cabeça pra conferir e sim, lá estava minha irmã caminhando completamente pelada, atravessando em direção à cozinha. Não fazia de forma provocante, mas sim casual, como se fosse totalmente normal andar assim em casa.

O garoto me olhou e sorriu. Paguei e deixei uma boa gorjeta. Naquela noite, com certeza ele contaria pros outros entregadores e daí em diante seria uma história legal pra contar.

Fui pra cozinha e minha irmã tava colocando os pratos na mesa. A essa altura, nem preciso dizer que ela tava completamente nua. Sentei e abri a caixa da pizza. Fiquei olhando minha irmã andar pelada pela cozinha toda, indo de um lado pro outro como se fosse a coisa mais natural do mundo. Meu pau subiu na hora.

Minha irmã sentou na minha frente e me olhou sem começar a comer. Ela tava entendendo tudo e eu tava adorando.       Vem aqui – ordenei       Bom – respondi e comecei a comer.
Começamos a comer e foi uma delícia. Era umas 11 da noite e a gente tava morrendo de fome. Ficava olhando ela pelada e mal acreditava. Ia ter que me acostumar a ver ela assim pelos próximos 7 dias.
Ela se levantou e foi até a geladeira. Não sei se fez de propósito ou não. Só sei que se abaixou e eu pude ver aquela bunda linda e uma pequena manchinha na pele, um pouco mais escura, de formato irregular, que ela tem de nascença na parte de baixo da bunda direita.       Não lembrava dessa manchinha" — falei pra ela.
Ela sabia que eu tava olhando pra bunda dela. Sentia o peso do meu olhar nas costas dela.       Ah, essa aqui? – disse ela levando a mãozinha até a área
E tocou, abrindo a bunda e deixando à minha vista o cu rosado e franzido, junto com parte da buceta, que vista por trás era ainda mais gostosa. Meu pau deu um pulo dentro da calça.
Não aguentei mais e tirei o pau pra fora na hora, começando a bater uma na frente dela, ainda sentado na cadeira. Ela voltou pro lugar e sentou. Pegou um pedaço e abriu a boca me olhando séria, mordendo de um jeito totalmente sensual e desafiador.
Levantei e fiquei de pé do lado dela. Ela continuava comendo e me olhava de vez em quando. O pau estava a centímetros do rosto dela, mas ela não fazia nenhum movimento. Sabia que tinha que esperar eu dar a ordem. Ainda faltava metade do pedaço de pizza quando eu falei       Deixa a porção na mesa, aqui       Fiz isso
Sem hesitar, continuei batendo punheta e, quando estava quase gozando, veio uma ideia totalmente surreal na minha cabeça. Senti o orgasmo chegando e, na hora de gozar, jorrei tudo em cima do pedaço de pizza que ela tinha deixado. Minha irmã não se mexia. Ela olhava pra mim de vez em quando, e em outros momentos olhava pro meu pau ou pro pedaço de pizza.
Via o esperma em cima do pedaço e não conseguia acreditar que eu mesmo tinha feito aquilo. Era uma aberração contra os costumes da família. Gozar em cima de comida era tipo um sacrilégio.
Ela me olhou e disse:       O que eu faço?       Já sabe. Come ela – falei apontando pro pedaço de pizza.
Ela não respondeu. Pegou a fatia e enfiou na boca quase inteira. Mastigava e fechava os olhos, como se estivesse curtindo ou sentindo nojo. Não consegui decifrar.
Quando terminou, abriu os olhos e me encarou.       Como é que ela era? - Eu perguntei       Beleza" – disse ela, seca.       Até amanhã – falei pra ela
Levantei pra ir dormir. Ela cuidou de lavar as poucas coisas que a gente tinha usado, sempre completamente nua. Virei o olhar e vi aquela bunda carnuda e deu vontade de parar atrás dela e comer ela me abaixando e bombar várias vezes em pé na cozinha, mas me segurei. Amanhã podia ser.
No outro dia, acordei e levantei pra tomar café. Ela não saiu do quarto dela, devia estar dormindo. Preparei meu café, tomei e fui pro meu quarto trabalhar. Me concentrei pra caralho e esqueci por um tempo da minha irmãzinha.
Às 11, batem na porta do meu quarto.       Passa pra cá - eu disse       Toma – ela me disse.
Não podia acreditar. Minha irmã estava completamente pelada e numa mão segurava um mate, já preparado com erva, e na outra a garrafa térmica. O cabelo castanho dela, com a franja jogada pro lado, dava um ar de inocência impressionante. Principalmente depois de ver que ela estava totalmente nua. Os peitos pequenos, durinhos, branquinhos e com aqueles bicos rosados, eram sublimes.       Valeu, Naty" — falei, não consegui resistir e entrei no meu papel de dono sem piedade.       Tchau" – ela disse e saiu pela porta, rebolando a bunda.
Eu ficava olhando ela ir embora e a pica ficava ainda mais dura. Não podia me distrair, eram meus primeiros dias no novo trampo e eu queria causar uma boa impressão.
Trabalhei direto por um bom tempo, já estava chegando meio-dia e eu me perguntava se minha irmã ia ficar pelada o tempo todo. A fome começava a dar o ar da graça e minha barriga roncava pedindo comida. Só pra constar, eu amo comida e curto pra caralho comer. Me concentrei no trampo e, depois de um tempo, um cheiro vindo da cozinha me chamou a atenção, despertando todos os meus sentidos.
Dava pra perceber: era bife à milanesa. Sempre tive um faro apurado, ainda mais pra comida. Fiquei mais um tempinho trabalhando e, de repente, tive a pequena alegria de ouvir meu chefe falar que eu tava indo muito bem, que era pra eu descansar um pouco. "Ok", falei, e fui pra cozinha.
Lá estava ela. Minha irmã completamente pelada, mas com um avental de cozinha vermelho na frente. Ver a bunda nua dela por trás, com um laço em cima, era tipo um sonho. Como se aquela bunda linda estivesse dizendo: "aqui está seu presente". Me segurei e sentei na mesa.       Fiz milanesas – disse ela       Que delícia       Mamãe deixou várias preparadas
Minha irmã nunca fazia nada na cozinha, mas claramente sabia se virar e fez muito bem.
Almoçamos normalmente como dois irmãos, embora quase sem nos falar. Ela continuava completamente nua, só com o avental vermelho vestido. Os peitos escapavam pelos lados e não consegui evitar de olhar com gula.
De tarde, me veio uma ideia bem humilhante pra fazer minha irmã fazer. Ouvi o chuveiro abrindo e saí do meu quarto rápido. Encontrei ela pelada entrando e fui pro quarto dela. Achei uns sapatos de salto rosa. Esses mesmos, eu tinha visto numa foto dela completamente nua e só com esses saltos.
Entrei no banheiro e ela se assustou, deu um gritinho.       Ayyyyy, me assustou       Desculpa – falei pra ela. Tava difícil entrar no personagem de vilão.
Ela baixou o olhar e os olhos dela pousaram na minha mão com os saltos agulha rosa chiclete.       Trouxe uma coisa pra você vestir – falei, soltando.       Ok, é só isso que você quer que eu vista?       Sim, só isso       Me ajuda a sair do chuveiro, ela disse, estendendo a mão.
Ver minha irmã nua, toda molhada, com a buceta completamente depilada, me excitou pra caralho.
Peguei a mão dela e olhei fundo nos olhos dela. Vi um brilho nos olhos dela e um sorriso de diversão no rosto. Lembrei daquela cara de quando ela era pequena e tava se divertindo. Será que ela tava gostando dessa humilhação que eu tava fazendo?
Ela tirou um pé da banheira e começou a se secar sem tirar os olhos de mim. Agora o olhar dela tinha ficado desafiador.
Terminou de se secar e calçou os saltos. Virou-se para o espelho e me olhou pelo reflexo. Se abaixou um pouco pra pegar a escova de dentes e eu não consegui evitar de olhar pra bunda dela. Aquela bunda linda que ela tem, que em cima de saltos de 12 centímetros ficava altiva, desafiadora e exuberante.
Uma ideia me veio na cabeça quando vi ela com a escova de dentes na boca. Pensei comigo: vou levar ela ao limite do que uma mulher tão vil como ela pode aguentar. Ela merecia. Foram anos de sofrimento que eu passei em completo silêncio, vendo todo mundo se render à minha irmãzinha, a boazinha, a inocente e a devota religiosa.
Falei pra ela, enquanto ela colocava a escova de dentes no copo:
-       Agora quero te ver andando de quatro pelo tapete da sala.       É? Ela me disse       Sim, já vou.
Juro que minha mente imaginava que minha irmã ia andar até a sala e ajoelhar ali, mas não. Ela se ajoelhou ali mesmo no banheiro e saiu andando de quatro, virou a cabeça pra me olhar. Meus olhos estavam na bunda dela, naquela manchinha no glúteo, nos joelhos se movendo uma e outra vez, nos saltos rosa dela.
Não sei de onde tirei uma ideia dessas, mas peguei a escova de dentes e segui minha irmã por trás, e me sentei no sofá da sala.       Agora quero que você dê uma volta na mesinha de centro.       Bom, ela disse
Começou a fazer aquilo com uma lentidão tão excitante quanto desesperadora. Se mexia como uma gazela no cio. Num dado momento, percebi que ela rebolava a bunda mais do que o normal.       Agora vem cá e encosta a cara na mesa e me mostra bem essa sua buceta.       Mmmmm, siiiii
Ela disse num sussurro que fez meu pau ficar ainda mais duro. Olhei com atenção, examinando com o olhar a buceta da minha irmã. Vi ela brilhando e isso me fez pensar que ela estava excitada. Será que realmente estava? Sem conseguir evitar, passei a mão, apalpando a buceta dela e sim, estava muito molhada. Sabia que não devia fazer aquilo porque seria sucumbir ao meu desejo por ela, mas não consegui evitar.
Me ajoelhei atrás dela e abaixei a calça e a cueca, e meu pau saltou feito uma mola. Estava muito duro, cheio de veias e inchado. Não lembrava de ter visto ele assim antes. Minha irmã estava me provocando isso.
Minha irmã, agora apoiando todo o tronco superior na mesinha de centro, abria as pernas e se expunha pra mim como a verdadeira gostosa que era, a Natália da intimidade. A das fotos. Não a filha dos sonhos, a cristã inocente, a estudante perfeita.
A que estava na minha frente era uma puta que merecia o pior por tratar mal o próprio irmão. Sem hesitar, quando fui pegar meu pau com uma mão, percebi que tinha a escova de dentes e o que fiz jamais vou esquecer.
Peguei a escova de dentes segurando pelas cerdas, deixando o cabo curvo como uma adaga na minha mão, e passei ela pela buceta molhada da minha irmã.       Aghhhhh – ela disse       Você tá molhadinha… - eu falei pra ela       Mmmmm sim? – perguntava com um tom de putagostosa       Muito molhada       … Só se ouviam as respirações profundas da minha irmã e a minha.
Bem devagar fui enfiando o cabo inteiro da escova de dentes na buceta dela e, quando encostou na minha mão, senti a umidade dela, que nessa altura já era extrema. Tirei ele por completo e ouvi ela gemer
       Auuughhhhh       Você gostou? – perguntei
Ela não ia admitir, mas a umidade dela e os gemidos entregavam tudo
Enfiei de novo e tirei, dessa vez com um fio de fluido. Tava na cara que minha irmã tava muito excitada. O que fiz em seguida foi no piloto automático, porque se eu tivesse pensado um segundo, não teria coragem.
Assim, molhado do jeito que tava, apoiei no meio do cuzinho rosado dela e, ao mesmo tempo, coloquei meu pau na entrada da buceta molhada. Enfiei dois centímetros da escova pra ver a reação dela, e ouvi       Aghhhhhh
Enfiei a cabeça da minha piroca na buceta dela e de novo minha irmã não conseguiu se segurar       Mmmmm, siiiim – ouvi minha irmã sussurrar.
Ela disse “sim”? Pro meu pau? Pra eu foder ela? Aquilo me abalou tanto que quase gozei na hora e me afastei dela.
Comecei a enfiar e tirar a escova de dentes do cu dela, e ela pareceu parar de gemer. Foi aí que voltei com meu pau dentro da buceta dela.       Auuuuughhhhh siiiiiiiii       Quer meu pau dentro?
Ela não tinha coragem de dizer, mas a poça que era a buceta dela não deixava mentir. Eu tirei de novo e ela disse num sussurro:
       Não tira, por favor
Como minha intenção era fazê-la sofrer, deixei ela do lado de fora por mais um tempo, apoiando a cabeça da minha rola na entrada da buceta dela.       Se quiser ela dentro, vai ter que enfiar você mesma.       Mmmmm – ela sussurrou
O que aconteceu em seguida me deixou perplexo. Minha própria irmã, aquela que me humilhava e tantas vezes dizia que eu dava nojo, recuou com o corpo, enfiando toda a minha pica e ficando parada para senti-la por dentro
Senti uns dedos roçando meu pau. Era ela, começando a se esfregar com a mão, e isso me fez entender que esse momento ia ser muito difícil pra mim: queria humilhá-la, mas o desejo que tomava conta de nós era mais forte e não íamos conseguir parar       Quer que eu te coma? – perguntei pra ela.       Mmmmm       Você vai ter que falar se quiser que eu faça.       Mmmmm
Ele não tinha coragem de falar, então do jeito que deu (juro que foi difícil pra caralho, eu não queria) eu puxei a rola dele e encostei de novo na entrada da buceta dela enquanto girava a escova de dentes lá dentro do cu apertado dela.       Aggghhhh, gemeu
Naquele momento, não falou baixinho, não sussurrou, nem a voz tremeu ao dizer aquilo. Com um tom mais parecido com um grito e mostrando toda a eloquência, virou a cabeça e, olhando nos meus olhos, disse bem claramente:
       Me fode, por favor
E jogou o corpo dela pra trás e enfiou toda a minha pica. Ficou uns segundos sentindo ela e começou a se mexer pra trás e pra frente, esfregando o clitóris dela.
Não devia deixar ela sentir prazer, eu sabia, mas era tanto prazer que ela me dava que eu não conseguia evitar.       Aghhhhh – Natalia se contorcia num orgasmo
Quando ouvi ela, gozei sem controle e comecei a jorrar dentro dela       Aghhhhh aghhhh agghhhhh – eu gritei gozando dentro da buceta dela.       AAAAAAAAAAAAHHHHH Aghhhh Aghhhh aaaaaaahhh —muito mais alto ela gritou
Ele tava enchendo a buceta da minha irmã de leite e era também uma forma de humilhação.       Tô te enchendo de porra – falei pra ela       Aghhhhhh aghhhhh siiiiiii – ela gritava agora
Natalia parecia uma desconhecida.
Gemia e expressava seus desejos comigo. Ali de quatro e pelada no tapete, com o rosto apoiado a centímetros dos enfeites da minha mãe. Se meus pais vissem ela agora, eu pensava, e isso me enchia de tesão.
Ela continuava gemendo e tentando se recompor, e foi então que eu dei a ordem:       Agora quero que você volte andando de quatro por toda a sala.
Ela me olhou com uma cara de confusão, como se perguntando se eu não estava satisfeito, mas eu precisava retomar o controle da situação.       Faz isso se não quiser que todo mundo veja essas fotos.       Bem – disse ela resignada
Ela fez o gesto de tirar a escova de dente da bunda e eu a parei       Não, deixa o cabo do pincel enfiado, você tá muito gostosa assim
A escova era branca e rosa e aparecia alguns centímetros, de plástico, com as cerdas brancas que tinham estado minutos antes na boca da minha irmã. Isso acionou algo em mim que era loucura.
Natalia começou a andar e pude contemplá-la como um quadro de Rembrandt por um bom tempo. Ela nua, a buceta dela, o cu dela invadido pelo pincel, os saltos rosa dela. Tudo era lindo e prazeroso de ver.
Um tremor subiu pela minha pica quando vi um jato branco saindo da buceta dela. A cock começou a endurecer de novo e eu me ajoelhei no chão esperando ela chegar com a boca dela.       Limpa ela pra mim – ordenei       Bom, amor – disse ela com um sorriso.
Ela tava brincando de amo/escrava. Eu não queria que ela curtisse, e talvez por isso fiz algo tão extremo.
Quando ela começou a passar a língua no meu pau, achei que ia enlouquecer. Quase amei ela naquele momento por ser tão submissa comigo. Estiquei meu braço e, pegando a escova de dentes pelas cerdas, tirei ela do cu dela. Não sei quanto tempo tinha ficado enfiada no rabo dela.       Agora vem cá, falei e peguei o rosto dela, puxando pra perto do meu.       Sim, ela me disse e ficou a centímetros da minha boca com a dela.       Abri a boca e fecha os olhos, falei pra ela
Ela obedeceu, não podia ser de outro jeito. Eu me levantei e soube que ela esperava meu pau na boca dela de novo, e o que fiz foi passar o cabo da escova pela língua dela. O que tinha estado no cu dela agora estava na boca dela.
A princesinha do papai e da mamãe agora estava chupando algo que tinha estado no próprio rabo dela. O que me surpreendeu foi que ela abriu os olhos e me olhou séria, mas sem nenhum sinal de nojo, e começou a chupar como se fosse um pau. Com a devoção que ela dizia sentir na igreja diante do mundo que a olhava com outros olhos.
Ainda faltavam vários dias em que ficaríamos sozinhos os dois em casa, e eu não achava que pudesse imaginar humilhação maior do que submeter minha irmã ao que acabava de fazer, mas coisas piores me ocorreriam. Ou melhores, dependendo de como se olha…

(continua…)
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5 comentários - Doble vida (6)

Impresionante Naty. Te superas en cada relato amigo
Gracias Milanga, ya olvidaste a Sofi, sos tremendo, eh!
Uff muy bueno, estaría bien contando el punto de vista de la hermana
gracias geferman
ya estaba pensado eso, vamos a ver