Trio com a prima (24) da minha mulher

Começo descrevendo os participantes e depois vou pra história.

Eve, minha mulher, tem 30 anos. Tem 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo puxando pra mina de academia, definido, mas sem ser marcado, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado no inverno.

Eu tenho 38, 1,75m, magro, voltando a malhar depois de um tempo, logo volto a ficar definido, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.

Andrea é prima da minha mulher, 24 anos, 1,75m, magra, cabelo castanho claro, comprido e liso, peitinhos de formato excelente e empinados, sobre bunda e pernas só vou dizer que ela joga hóquei e vai pra academia, acho que dá pra entender tudo...

A Andre sempre vimos como uma gatinha bem tranquila no quesito farra, namorou dos 18 anos até seis meses atrás, mas fora isso nunca foi uma mina de balada nem nada parecido, porém sempre teve uma relação muito boa com minha mulher, vendo ela em alguns aspectos como um guia, um exemplo.

Numa reunião de família bem grande, percebi que ela tava grudando bastante, vinha sempre pra onde a gente tava até que finalmente ficamos nós três sozinhos.

A: Primos, vocês que tão na farra e moraram em Ibiza, já experimentaram ecstasy? — A pergunta desconcertou a Eve, ela não esperava, e na hora já dava pra ver que vinha uma bronca. Ah, e sim, pros namorados das primas ela também chama de primo, pra dar mais um gostinho, e eu também chamo ela de prima por isso.

E: Sim, a verdade é que sim. Não somos drogados, mas umas 3 ou 4 vezes por ano a gente usa, você não vai vir com esse papo de que somos drogados, né?

A: Não. Quero experimentar.

S: De onde surgiu essa vontade?

A: Vi numa série uma coisa que me fez pesquisar muito e fiquei curiosa pra experimentar.

E: Olha, por enquanto não temos nenhum rolê nem festa pra te incluir.

A: Não, mas a primeira vez quero experimentar. num ambiente bem controlado, tipo nós 3 e mais alguma amiga que também quer experimentar, se vocês toparem, óbvio.
E: Sim, óbvio, prima. Vamos organizar e nos encontrar em casa.
A: Beleza, depois a gente organiza direitinho.

Eve combinou com Andre para um sábado. A amiga no final não veio, acabamos sendo só nós 3 mesmo. A prima estava bem ligada em todos os detalhes, mas muito ansiosa também, o que nunca é bom.
Eve deu uma boa conversa antes e em casa repetiu várias coisas enquanto se trocavam.

Pra ficar confortáveis, montamos um mini-baile VIP na sala de casa, luzes, a TV, caixas de som, garrafinhas de água de acordo com a situação. A ideia da Eve era simular uma saída o máximo possível, mas com o conforto de estar em casa e bem organizados.

Andre chegou umas 21h com uma bolsinha de roupa, cumprimentou e na hora minha mulher levou ela pro vestiário.
Eu vesti uma jeans, camisa e tênis confortáveis, elas apareceram vestidas quase iguais, top preto bem ousado, com jaqueta de couro, saia preta curtinha, botas de salto (ficaram as duas mais altas que eu). Assim saímos os 3 até o bar na esquina de casa pra jantar uma porção tranquila, eu já tinha preparado tudo, de sobremesa tomamos meia pastilha cada um, pagamos e voltamos pra casa, colocamos música, começamos com um set do Swedish House of Mafia que a Eve escolheu, porque é filmado com uma câmera só, de longe, que dá a impressão de estar num VIP. Deixo o link: https://youtu.be/VPUwl4KEa_M

Pouco tempo depois que chegamos:
A: Prima, não tô sentindo nada diferente, tem certeza que com meia tá bom?
E: Demora a bater, faz meia hora só.
S: Pode demorar até uma hora, não se desespera, Andru.
A: Beleza, vocês avisam se bater.
E: Relaxa, prima.

Daí a pouco vejo ela dançando diferente, com o olhar fixo na TV, definitivamente tava batendo, mas não ia falar nada pra Andrea, só avisei a Eve e falei pra não contar nada. Devem ter passado mais uns minutos e: A: Agora sim, me sinto leve, com vontade de dançar, de me divertir. Como bêbada, mas diferente, aproveitando tudo.
E: Aproveita.
A: Em vocês fez efeito?
S: Sim, tamo na mesma que você.
A: Valeu, primos, por me dar essa oportunidade.
E: Valeu você por querer compartilhar isso com a gente.
A: Amo isso, vamos marcar uns roles, me avisem quando fizerem algo.
E: Claro, gostosa, a gente vai te levar.

Continuamos dançando música escolhida pelas minas, falando sobre a vida. Umas 2 horas depois, tomamos a outra metade e mudei a música pra um progressive mais viajante. Vou no banheiro e, quando volto, as duas minas tão dançando coladas de frente, de um jeito muito sexy, se olhando nos olhos bem de pertinho, os corpos grudados, os peitos de uma apertados contra os da outra, ambas se segurando na cintura, tudo de uma forma muito sensual, erótica. Fiquei olhando pra elas da minha posição, meio hipnotizado, até que se separaram um pouco e eu me aproximei.

S: E aí, prima, como cê tá?
A: Tô adorando, primos. Valeu por me deixar viver isso com vocês, vocês são demais.
E: O que cê sente de diferente?
A: Sinto que é tudo amor e alegria. O toque é estranho, muito mais sensível, as texturas, a pele da Eve sinto super macia, o tecido do top é estranhíssimo, mas amo.
E: Ahhh, burra, tira o sapato.
A: O quê?
S: Tira o sapato, aqui no carpete, vamos ficar descalços nós três.

Tiramos os calçados e o carpete que temos é estranhíssimo, é tipo uma lã sintética que vira pisar numa fonte de prazer. Dançamos um tempinho assim conversando, depois a Eve foi no banheiro e eu falei com a Andre.

A: Amo o casal que vocês formam, super felizes, vejo.
S: Valeu, somos muito um pro outro.
A: Dá pra ver, são super parceiros, vejo minha prima muito feliz, nada a ver com como era com os ex, desculpa falar.
S: De boa, nós dois temos passado, não somos tóxicos nem ciumentos.
A: Amo o casal que vocês formam.

A Eve volta e a Andre vai no banheiro. Começo a dançar. com minha mulher, pra falar o quanto a gente se ama e um monte de coisa super romântica e melosa. Viro ela e quando a Andre sai do banheiro e vê a gente, eu tava apoiando a bunda dela, nos beijando assim, minha mão esquerda enfiando um pouquinho por baixo da saia dela que já tinha subido um pouco e a direita segurando ela pelas costelas, quase quase pegando num peito. Vi que a Andre ficou olhando pra gente, curtindo o show, quando a gente terminou o beijo abracei forte minha mulher e ela fez sinal pra prima vir dançar com a gente e ela entrou, ficando colada, na mesma posição que antes com a Eve. Dessa vez a vista tava perfeita pra ver como os peitos das duas se apertavam uma na outra. Meu olhar foi pego pela Andre, que não ligou nada, a mina percebeu, me olhou nos olhos, sorriu e se apertou contra minha mulher sem tirar o olho de mim.

A: Prima, tava falando pro Santi que adoro te ver assim feliz com alguém.
E: O Santi é tudo, a gente é muito feliz junto. Pela primeira e única vez sinto que tô num relacionamento, mas sou livre.
A: Como assim livre?
E: Sim, eu escolho estar com ele todo dia da minha vida, sou livre, faço o que quero.
A: Vamos ser sinceras, num relacionamento a gente de vez em quando quer ficar com outro, que onda? - Claramente não tava testando.
E: Se conversa, tudo se conversa.
A: Se um dia eu namorar de novo, quero o que vocês têm.
E: Nunca menos, priminha, você merece.

A gente continuava dançando assim apertado com a Eve no meio, já tava começando a broxar a pica com a situação e queria agir. Peguei uma mão da minha mulher e levei até a bunda da prima. A Andre automaticamente agarrou a bunda da Eve com as duas mãos, por baixo, levantando a saia dela e sentindo no verso das mãos a minha pica dura.

A: Isso é a coisa mais sexy que já vivi na vida.
E: Cê é bem tarada, né?
A: Bastante.
S: O suficiente pra beijar sua prima na frente do marido dela?
A: O suficiente pra beijar vocês dois ao mesmo tempo.

A gente se beijou, os três juntos. não consigo explicar direito, mas foi um beijo super fofo, quente, sensual, sexy, erótico e intenso. Depois disso, continuamos dançando, os três juntinhos.
Tirei a saia da minha mulher, ela tirou a da prima dela. As duas juntas tiraram minha camisa e minha calça jeans.
Fiquei só de cueca preta bem justinha, a Eve com o top e uma tanguinha preta, a Andre com o top e uma tanguinha preta de renda que ficava super gostosa nela.
A gente curtiu um tempão assim, roçando os corpos, se apoiando, se tocando, se beijando entre os três, de dois em dois, conversando naquele estado.

A: Prima, sabe que teu marido fica olhando a gente quando a gente dança coladinha?
E: Óbvio, a gente é gostosa pra caralho. Eu também fico me olhando.
A: Naquele espelho, óbvio, te vi olhando a gente.
E: Ele fica excitado olhando a gente.
A: Fica excitado vendo a gente encostar os peitos. Vamos deixar ele bem excitado.

Andre tira o top da Eve e fica esperando a prima tirar o dela.

E: Não, priminha, quem vai tirar o seu é meu marido.

Andre deu uns passos, me deu um beijinho na boca, virou de costas pra eu abaixar o zíper, encostou a bunda em mim enquanto eu tirava a parte de cima dela, e a Eve veio direto dançar com a gente, ficando os três juntinhos de novo, mas com a prima no meio dessa vez.

A: Primos, não consigo explicar o quanto tô adorando isso.
E: E ainda falta o melhor.
S: A gente vai fazer você passar pelo que nunca passou.
A: Vocês são demais, amo vocês.

Eu já tava me segurando pra não explodir de tesão, minhas mãos que estavam segurando a cintura da Andre deslizaram pra cima e ficaram entre os peitos das duas. Ela respondeu colocando uma mão dentro da minha cueca e a outra foi tocar a buceta da prima.
Eu desci a mão direita pra enfiar dentro da tanguinha da Andre, mas encontrei a mão da minha mulher lá, então fui por trás pra tocar a buceta, no dedo da Eve que já tava dentro eu adicionei um meu, enfiando dentro do corpo da prima, com a buceta da garota toda molhada. Viramos um pouco pra deixar a Andre no meio, terminamos de nos despir sem parar de nos tocar e começamos o que ia ser a noite mais gostosa da vida da Andrea.
Continuamos comendo ela com os dedos enquanto nos movíamos no ritmo da música, nos beijávamos, Andre nos tocava, curtia como nunca, se deixava levar por tudo enquanto agradecia o quanto tava sendo bom no meio dos gemidos até que finalmente teve o primeiro orgasmo da noite e sentou pra descansar e se recuperar.

Sentei a Eve do lado dela no sofá e sem muita conversa comecei a chupar a buceta dela, é minha mulher, sei exatamente como ela gosta, mas a excitação dela era tanta que em menos de um minuto ela agarrou minha cabeça com as duas mãos pra apertar contra o corpo dela e gozou brutalmente. Depois me olhou nos olhos, afastou minha cabeça do corpo dela.

E: Agora nela, que já tá se tocando sozinha. – Falou enquanto me empurrava pra fazer o mesmo com a prima dela.

Andre tirou os dedos de dentro do próprio corpo e abriu bem as pernas pra me receber com a buceta já toda molhada, quente, deliciosa. Enquanto eu chupava a buceta da Andrea, ela beijava minha mulher e assim ela teve o segundo orgasmo da noite.

Eve me parou, me levou pra encostar as costas na parede, se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau desesperada, como se a vida dela dependesse de me chupar.

Andre olhava pra prima meio surpresa com a capacidade de mamar que ela tem, não demorou pra se aproximar, me beijar e se ajoelhar do lado da prima pra se juntar.

A: Que pau lindo que você casou, prima.
E: Viu, não casei pelo pau, mas é divino.
A: Delicioso.
E: E você ainda não comeu ele.
A: Quando você me autorizar, eu meto ele todo.
E: Quando ele quiser.
A: E do jeito que ele quiser.
S: Levanta e vira de costas.

Desde que começamos, eu já pensava em comer ela de quatro, ela tem uma bunda com um formato lindo, tamanho gostoso, durinha, absolutamente desejável.
Fiquei encostado contra a Parede, ela de costas pra mim, foi recuando devagarzinho, coloquei a pica entre as pernas dela enquanto sentia a bunda dela encostando em mim e com a própria mão dela guiou a cabeça da minha pica até a entrada da pussy dela e devagar foi enfiando tudo até o fundo, segurando a respiração com a boca aberta e uma cara de safada incrível, quando enfiou tudo não aguentou e soltou um gemido lá do fundo da alma fechando os olhos.
Começou a se mexer sozinha, com a cabeça virada no ombro esquerdo, os olhos fechados, como se só ela existisse, só queria gozar, um pouco pra frente, um pouco pra trás, um pouquinho pra um lado, um pouquinho pro outro. Agarrada com as duas mãos na cintura da prima que tava na frente dela, de vez em quando dava um beijo e continuava. Com uma das mãos começou a se tocar no clitóris e gozou de novo. Se apoiou no meu corpo e ficou parada assim uns segundos.
Realmente, poucas vezes vimos alguém se divertir tanto, tão entregue ao prazer e ao mesmo tempo dominando tudo.

E: Priminha, me empresta teu marido, quero garchá-lo igual você.
A: Empresto, mas me devolve depois.
E: Fechado. Que puta que você é.
A: Me inspirei em você.

Trocaram de posição e minha mulher começou a me comer do mesmo jeito, mas mais forte, mais intensa. Apertou a prima e ficou beijando ela com força enquanto me dava umas sentadas divinas, empurradas pelas minhas mãos na cintura dela até sentir a respiração mudar, agarrei ela com as duas mãos no pescoço apertando na pressão certa e ela gozou muito forte.
Com a pouca força que sobrou nas pernas, foi até o sofá e se jogou.
Eu ainda tava com um pouco de energia e a garota tava me esperando.

A: Agora é tua vez de me comer, priminho.

Disse Andre enquanto vinha andando na minha direção como se tivesse desfilando. A gente se beijou, levantei ela e sentei na mesa, beijei de novo e me abaixei pra chupar ela mais uma vez. buceta, continuava molhadíssima, dei uns beijos nela, brinquei com a língua e me levantei. Olhei nos olhos dela e devagar, bem devagar, fui enfiando cada centímetro da pica enquanto ela abria a boca e prendia a respiração exatamente igual da outra vez, mas sem desviar o olhar. Quando estava quase terminando de entrar, abafei o gemido dela com um beijo e, sem soltar as bocas, a gente transou assim num ritmo bem lento, aproveitando cada enfiada, sentindo nossos corpos de um jeito mágico, nos acariciando. Depois a Andre apoiou as mãos pra trás e se reclinou, e eu aumentei o ritmo de uma vez. A gata arqueava o corpo, gemia e gemia sem parar a cada enfiada de pica que levava.

A: Me enforca que nem a puta da minha prima — Ela mandou a ordem na lata, olhando nos meus olhos.

Segurei o pescoço dela com uma mão e com a outra agarrei a cintura pra puxar ela contra mim e meter mais forte. A gata gozou de novo, senti as contrações da buceta dela tão fortes que me fizeram gozar na hora, muito, mas muito intensamente, tive que me apoiar na mesa com as duas mãos pra não cair no chão. Assim, do jeito que estávamos, ficamos apoiados um no outro recuperando o fôlego, com minha pica ainda dentro do corpo da Andrea, e eu sentia a mistura da porra dos dois escorrendo pela minha perna esquerda. Nessa hora percebi que por um tempo tinha esquecido completamente da Eve, ela continuava largada no sofá, exausta, mas olhando e ouvindo tudo.

E: Gente, vou tomar um banho e dormir, não aguento mais.
S: Daqui a pouco a gente vai.
A: Posso tomar banho com seu marido?
E: Priminha, menos casar ou ter um filho com ele, faz o que quiser.
A: Valeu.
E: Também não vem me encher o saco, usem o outro banheiro, tem toalhas.

Sim, eu sei, minha mulher é foda assim.
Não sei quanto tempo a gente ficou assim, encaixados e lambuzados, podem ter sido 2 minutos ou 15, fomos pro banheiro, entramos e enquanto eu fechava a porta a Andrea abriu a água e encheu a banheira, quando me virei Já estava ajoelhada, pronta pra chupar minha pica. Passou a língua por ela toda, limpando e sentindo como, aos poucos, voltava a ficar dura. Assim que ficou toda ereta de novo, enfiou na boca o máximo que conseguia, até dando uns engasgos, chupando forte, imitando o que a prima dela tinha feito antes. Depois, se levantou e começou a me beijar no peito e na boca.

A: Não te dá nojo?
S: O quê?
A: Que eu te beije.
S: Como vai me dar nojo você me beijar?
A: Porque acabei de engolir seu gozo. Devo estar com gosto de você.
S: Não me dá nojo, e você tem gosto dos dois.
A: Minha ex tinha nojo.
S: Sua ex não entende nada.
A: Você chuparia a minha? Agora, toda melada de gozo por você mesmo? Sempre quis que fizessem isso comigo.
S: Claro, Andru! Não tenho nojo de nada.

Enquanto falava isso, apoiou um pé na borda da banheira, com uma mão se segurou na parede, com a outra me pegou pelo pescoço, me puxou pra beijar ela na boca e me empurrou pelo ombro pra baixo. Eu me ajoelhei e, como um bom gaúcho, chupei aquela buceta toda escorrendo dos sucos dos dois, enfiei uns dedos e brinquei com o ponto G dela até ela gozar.

A: Vem, vamos pro chuveiro relaxar um pouco.

Olhei nos olhos dela, olhei pra baixo, pra minha pica.

A: Já sei, priminho, é minha vez de relaxar você, e já tenho outra fantasia na cabeça também.

Entramos na banheira, eu sentei na borda mais longe das torneiras, que tem um bom espaço até a parede. Andre desceu pra chupar minha pica e me bater uma sem parar até eu gozar na boca dela.
Ela olhou nos meus olhos, me mandou levantar, abriu a boca pra mostrar que tinha meu gozo sem engolir, deixou cair um pouco nos peitos dela e me deu um beijão. Encolheu o corpo contra o meu, espalhando o gozo pelos nossos peitos. Brincando com o sêmen dentro das nossas bocas até que, aos poucos, fomos engolindo tudo juntos. Ela deu um passo pra trás, nos limpamos e ficamos sentados, de frente um pro outro, conversando, depois nos secando, enquanto voltávamos ao plano terreno. A: Valeu, sempre quis fazer isso.
S: Você é uma puta.
A: Eu sei e adoro. Já tinha feito algo assim?
S: Parecido, mas não tão intenso.
A: Eu amei. E você?
S: Também.
A: Vou falar pra minha prima fazer isso em você. Quer?
S: Óbvio, eu quero tudo.
A: Valeu, pra você e pra Eve.
S: De nada, mas especificamente por quê?
A: Pela noite toda, por como me fazem sentir, porque me deixaram fazer o que eu queria.
S: De novo, de nada.
A: Olha, é muito louco, agora a gente tá aqui, pelados, depois da noite de melhor sexo da minha vida. Minha prima, que também é sua mulher, tá dormindo, esperando a gente ir pra cama com ela. Tudo muito lindo, muito livre. Assim que quero viver.
S: Seu ex era ciumento?
A: Ainda é, além de ser um idiota.
S: E nada, parceiro.
A: A verdade é que desde que me separei, transei com 3 caras, 2 muito melhores que ele, e o de hoje com vocês acho que é irrepetível com outras pessoas. Não pelo trio, mas por tudo. Tudo foi perfeito, desde que cheguei até essa conversa. Nunca me fizeram sentir assim.
S: Amanhã a gente te conta mais das nossas vidas, obviamente não é a primeira vez que fazemos algo assim, mas honestamente faz tempo que não tínhamos uma experiência tão boa na primeira vez com alguém.
A: Me adianta algo.
S: A mais intensa, Martina, é indescritível a relação, mas era como se ela namorasse a gente, não comigo, não com sua prima, com o casal.
A: E o que aconteceu?
S: Foi morar fora.
A: Por isso a Eve vai viajar sozinha agora?
S: Não vai sozinha.
A: Sem você, idiota.
S: Vai com ela. Amanhã a gente conta...

Dei um beijo nela e fomos pra cama. Eve, claro, como sempre, ocupando tudo, dormindo feito uma estrela-do-mar. Ajeitamos ela e nos deitamos um de cada lado.

Valeu pelos pontinhos e comentários

Meus outros contos: http://www.poringa.net/San34/posts

1 comentários - Trio com a prima (24) da minha mulher

Muy Bueno, que bien que estén en Argentina,
San34
Los quilombos de estos días no ayudan mucho, la verdad estamos acá porque no nos queda otra, temas personales, pero seguimos pensando en irnos a la mierda.