Fantasias de secretária gostosa

Boa tarde, trouxe uma nova fantasia de outra usuária, deixo aqui esse humilde relato com fotos que ela me mandou pra ajudar minha imaginação. Aproveitem.

Você já estava completando um mês no seu novo emprego. Era a secretária do gerente executivo de uma empresa importante... Suas responsabilidades eram básicas, a única coisa estranha era que toda semana seu uniforme parecia menor que o anterior... A saia mais curta e a camisa mais apertada, tanto que já precisava usá-la sem sutiã. Isso, em particular, te incomodava por causa dos seus peitos grandes, e claro, o constante ajuste da saia pra ninguém ver as tanguinhas que você usava... Tudo isso subida em uns saltos altos, próprios do estilo que você levava.

A manhã passava normalmente, já era perto do meio-dia quando você entrou na sala de reuniões pra pegar o pedido do almoço. "Bom dia", cumprimentou educadamente, "o que vão pedir?" De uma mesa grande, 4 homens te olhavam sentados, com os olhos grudados nas suas pernas e no decote de uma camisa que estava prestes a explodir na altura dos peitos. "Vem, senta, não seja tímida que vou te apresentar", disse seu Osvaldo, seu chefe direto, te puxando pra uma cadeira ao lado do Henrique, um membro importante da diretoria. Estavam todos muito animados, aparentemente falando de negócios com os outros dois cavalheiros. "Olha, Lizbeth, eles são o Miguel e o Mário, os representantes de uma empresa muito importante", disse seu Osvaldo. Com muita simpatia, os dois homens de meia-idade, que pareciam irmãos, te cumprimentaram. "Estamos prestes a fechar um contrato importante e vou precisar da sua ajuda", ele disse enquanto caminhava. "Claro, como posso ajudar?", você perguntou interessada. "Os senhores te viram quando entraram na empresa e se interessaram em te conhecer um pouco mais intimamente", completou Henrique enquanto começava a acariciar sua perna por baixo da mesa... Você já começava a entender o que estava rolando quando, de trás de você, apareceram duas mãos que... deslizaram pela sua camisa soltando os botões e liberando aquele par de peitos enormes, redondos e meio vermelhos por causa da pressão da camisa, isso foi o de menos quando o Dom Osvaldo os agarrou com força pra olhar pro Enrique, que começou a tirar fotos com o celular. "Já tenho as fotos, agora se você não ficar calada, mando pro seu namorado e ele vai ver como você é a puta do seu chefe, ele não vai duvidar muito depois de ver como você vem vestida" disse o Enrique com cara séria. "Não, me deixem, eu não sou uma puta" você falou tentando se defender. Seus movimentos foram cortados pelas mãos do Dom Osvaldo, que te segurou pelos pulsos enquanto o Enrique te pegava pelas pernas e, levantando seu corpo, te deitavam na mesa de reuniões. "Toda sua, sirvam-se como quiserem" disse o Enrique convidando o Miguel e o Mário pra se juntarem. Esses dois, sem perder tempo, se despiram, deixando os paus deles no ar. O Miguel rapidamente baixou sua saia e arrancou sua calcinha fio dental com violência, se posicionando entre suas pernas e forçando você a abri-las. O outro subiu na mesa e aproximou o pau dele do seu rosto, encostando ele na sua boca. Você ainda não entendia como, mas de repente tinha o Dom Osvaldo te segurando pelos pulsos, o Enrique pela cintura, o Miguel pelas pernas e o Mário com o pau dele no seu rosto tentando enfiar na sua boca. "Vai, puta, chupa ele, dá pra ver que você gosta" dizia o Miguel enquanto te dava tapas pra você ceder. Você aguentou vários desses tapas até que inevitavelmente abriu a boca ao tentar gritar depois de sentir o pau do Miguel entrando na sua buceta. Você conseguiu sentir a dor daquela penetração forçada, sem nenhuma lubrificação, violenta e selvagem. Você começou a chorar, quando pelo canto do olho viu o Enrique filmando a situação toda enquanto ria. "Colabora, senão isso vai pro seu namorado" dizia o Ernesto. "Não, deixa ela assim que ela tá apertando meu pau como nunca" dizia o Miguel enquanto, com suas pernas nos ombros dele, te comia sem parar, e de vez em quando mordia suas pernas. que ele tinha perto da boca. De repente, você sentiu seus pulsos serem soltos, o senhor Osvaldo não aguentou e teve que te soltar pra começar a bater uma punheta vendo a cena. Depois de alguns minutos, ele se aproximou do seu rosto e soltou uma porrada de porra na sua cara, que ainda tinha a pica do Mario na boca. Um pouco de sêmen caiu no seu olho, causando uma ardência que te fez apertar os dentes, machucando um pouco o pau que tava dentro. "Ai, sua puta, você me mordeu", disse Mario, tirando a pica e te dando um tapa. A força do golpe fez você virar o rosto pra porta, que começou a se abrir, deixando entrar o Fede, seu colega. Ele era gay, ia sentir nojo da situação, ia te ajudar, ia te socorrer e te resgatar daquele abuso todo. Mas sua ilusão durou pouco ao ver ele se aproximar do Enrique e dizer: "Afinal, era uma puta mesmo. Depois me manda o vídeo que quero mostrar pra todo mundo." Enrique entregou uma pasta com os papéis que tinham assinado e começou a enviar o vídeo. "Agora vou mandar esse vídeo pra todos os seus colegas", disse Fede rindo enquanto te mostrava como tava subindo no chat geral da empresa, a uma curta distância pra você ver ele fazendo o envio. Depois que o upload terminou, ele decidiu ir embora, mas antes te olhou com nojo e cuspiu na sua cara. "Isso é o que você merece, por ser uma interesseira e uma puta", disse ao fechar a porta. Sua decepção era enorme e sua angústia não ia acabar ali. "Isso você vai ter que compensar com o cu", disse Mario sentando numa cadeira, enquanto Miguel saía da posição dele pra te agarrar forte pelo cabelo e te arrastar até onde o colega tava. "Senta aí", ele disse, enquanto Mario guiava seus quadris pra cima da pica dele, que com bastante esforço penetrou no seu cu apertado. A sensação de dor e vontade de cagar te deu um puta choque. Mas isso durou pouco na sua mente, porque você sentiu pela frente o Miguel enfiar a pica de novo na sua buceta. Com as mãos, Mario apertava e cravou os dedos nas nádegas da sua bunda, enquanto Miguel, te segurando pelo pescoço, te forçava a subir e descer. Pulando nos dois paus deles, Ernesto com o celular ainda na mão se aproximou dos seus peitos, que balançavam no ar, e começou a bater neles, tão forte que ficaram vermelhos e marcados. Você já não aguentava mais, tudo doía, tudo ardia. Cada parte do seu ser estava sendo abusada e humilhada, e não só isso, você também estava sendo exposta pros seus colegas de trabalho, era a puta dos chefes, ninguém ia duvidar... Passaram-se vários minutos que pareceram uma eternidade, quando sua mente, nublada pelo trauma, acordou com a frase: "vamos banhar ela de porra". Em seguida, te empurraram pro chão, você caiu desabada, sem forças pra nada. Tentou se levantar, mas era impossível, suas pernas falharam, só conseguiu ficar sentada com o tronco erguido na presença dos outros 3 homens, que começaram a ofegar enquanto batiam punheta rapidinho pros paus deles. Com os olhos cheios de lágrimas, você viu eles começarem a jorrar gozo na sua cara e nos seus peitos... Várias descargas caíram em você, aquele semen morno e grosso era nojento, mas pelo menos marcava o fim do estupro. Mario e Miguel foram os primeiros a se despedir, dizendo: "o trato tá fechado, nos vemos daqui um mês pra fazer os exames. E espero que essa puta nos acompanhe." Enrique foi depois: "nunca mais morda o pau de ninguém, quase cagou o negócio", falou te dando um chute de castigo. "Agora vou mandar as fotos e o vídeo pro seu namorado", riu enquanto atravessava a porta. E por último, seu Osvaldo, enquanto te jogava um lenço, disse: "se limpa um pouco, puta, e não se preocupa com o menu que almoçamos fora".Fantasias de secretária gostosa
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