Os pais da Brenda convidam toda a família pra passar o fim de semana no sítio. Me levam porque sou o namorado da filha deles. Passamos uns dias tranquilos até que a Mica, a irmã mais velha, entra sem bater no nosso quarto quando eu tô me trocando pra ir pra piscina.
Posso até ser daqueles que negam, mas tenho certeza de que a Mica viu que eu tenho o pau muito pequeno. Isso me preocupa. Tem mais uma coisa. Se a Brenda é a irmã boazinha, de coração generoso, quem mais poderia ficar com um pau tão pequeno, a Mica é o oposto, o outro lado. A Mica seria capaz até de mostrar a bunda pro pai dela, tão atrevida que eu acho ela.





E acontece o inevitável. O destino as cruza na sacada do segundo andar, a casa é uma mansão, e a mais velha pergunta pra irmã se ela realmente vai casar com um homem que tem uma piroca de criança…

Deixa eu te contar minha história, irmã, porque esse conhecimento se passa assim, entre mulheres — diz minha doce e meiga namorada.
A primeira vez que vi o Mariano pelado, pensei que ia transar só aquela vez, por pena. Ele tinha sido um anjo o encontro inteiro, atencioso, divertido. Não dava pra acreditar que um homem pudesse ter uma piroca tão curta, tão parecida com a de um recém-nascido, mas, como te falei, ele era um amor, um doce, e quando começou com os beijos… foi incrível, ele se adiantava aos meus desejos, me guiava, sabia ser suave e bruto, um artista, um Michelangelo…
A gente se viu várias vezes e em todas foi um fracasso na cama. Além do vermezinho inútil, ele ainda era precoce. Ele sabia da condição dele e, no terceiro ou quarto encontro, já começou a me chupar, a me comer com a boca, e nesses momentos virava um homem.
Fora isso, ele me dava todos os gostos, me ouvia, às vezes era como estar com uma amiga de tão bem que a gente se divertia, mas eu entendia que, pra relação funcionar, ia precisar de pica, porque uma relação sexual não se sustenta só com a língua.
E chegamos a um acordo. Chamamos de pica medicinal. Quando me sinto meio dodói, vou no médico e mando tomar uma, duas e até três.
Então assim eu juntei o melhor dos dois mundos, construí um homem perfeito pra mim. Agora, irmã, sai por aí e prega essa boa nova.

SEIS MESES DEPOIS Na igreja, a música anuncia que os noivos já estão casados. Escutam-se aplausos suaves, é a casa do senhor e não dá pra zuar. Mica se aproxima pra cumprimentar a irmã e o Mariano. Quer agradecer por terem aberto os olhos dela.
Depois te mando uma foto - diz Brenda pra irmã, sorrindo e acenando pra parentes e amigos - do que o Mariano me deu pra eu estrear na noite de núpcias.

Posso até ser daqueles que negam, mas tenho certeza de que a Mica viu que eu tenho o pau muito pequeno. Isso me preocupa. Tem mais uma coisa. Se a Brenda é a irmã boazinha, de coração generoso, quem mais poderia ficar com um pau tão pequeno, a Mica é o oposto, o outro lado. A Mica seria capaz até de mostrar a bunda pro pai dela, tão atrevida que eu acho ela. 




E acontece o inevitável. O destino as cruza na sacada do segundo andar, a casa é uma mansão, e a mais velha pergunta pra irmã se ela realmente vai casar com um homem que tem uma piroca de criança…

Deixa eu te contar minha história, irmã, porque esse conhecimento se passa assim, entre mulheres — diz minha doce e meiga namorada.
A primeira vez que vi o Mariano pelado, pensei que ia transar só aquela vez, por pena. Ele tinha sido um anjo o encontro inteiro, atencioso, divertido. Não dava pra acreditar que um homem pudesse ter uma piroca tão curta, tão parecida com a de um recém-nascido, mas, como te falei, ele era um amor, um doce, e quando começou com os beijos… foi incrível, ele se adiantava aos meus desejos, me guiava, sabia ser suave e bruto, um artista, um Michelangelo…A gente se viu várias vezes e em todas foi um fracasso na cama. Além do vermezinho inútil, ele ainda era precoce. Ele sabia da condição dele e, no terceiro ou quarto encontro, já começou a me chupar, a me comer com a boca, e nesses momentos virava um homem.
Fora isso, ele me dava todos os gostos, me ouvia, às vezes era como estar com uma amiga de tão bem que a gente se divertia, mas eu entendia que, pra relação funcionar, ia precisar de pica, porque uma relação sexual não se sustenta só com a língua.

E chegamos a um acordo. Chamamos de pica medicinal. Quando me sinto meio dodói, vou no médico e mando tomar uma, duas e até três.
Então assim eu juntei o melhor dos dois mundos, construí um homem perfeito pra mim. Agora, irmã, sai por aí e prega essa boa nova. 
SEIS MESES DEPOIS Na igreja, a música anuncia que os noivos já estão casados. Escutam-se aplausos suaves, é a casa do senhor e não dá pra zuar. Mica se aproxima pra cumprimentar a irmã e o Mariano. Quer agradecer por terem aberto os olhos dela.
Depois te mando uma foto - diz Brenda pra irmã, sorrindo e acenando pra parentes e amigos - do que o Mariano me deu pra eu estrear na noite de núpcias.
6 comentários - Conto de cuck pra Brenda gostosa