Capítulo 4Os dias que se seguiram àquela tarde fatídica não tiveram nada de interessante. Meu pai já estava mais recuperado do machucado, enquanto meus irmãos, dessa vez seguindo minha mãe, foram com ela e comigo para a lagoa.
Então, qualquer chance de ter ou fazer alguma intimidade com ela tinha ido embora, exceto, claro, a de admirar minha mãe de longe com aquele biquíni vermelho inteiro que me deixava louco.
No entanto, a relação que eu tinha com minha mãe passou de quase íntima a esfriar de tal maneira que praticamente só nos cumprimentávamos quando nos víamos.
Desesperado com essa nova situação, esperei para ver se teria chance de resolver as coisas com ela, e essa oportunidade apareceu numa das tardes que estávamos lá.
Do nada, um dos meus irmãos ficou doente, mas por sorte não foi nada grave. Parece que ele tinha comido tanto que ficou com uma baita pançada.
Então, ele foi pra cama e, depois que meus pais deram um remédio pra ele, meu pai decidiu não ir pra lagoa pra cuidar dele. Assim, deixaram eu, minha mãe e meu irmão decidirem o que fazer. No fim, decidimos, a pedido expresso do meu irmão, ir os três pra lagoa.
Mas, egoisticamente e olhando pra minha mãe, desejei com malícia que ficássemos só eu e ela. Não consegui evitar desejar que meu irmão sumisse. Mas, sabendo que isso não ia rolar, esperei sem vontade até a gente sair.
Dessa vez, minha mãe apareceu com um vestido azul curto que deixava bem à mostra as coxas grossas dela, então não consegui parar de olhar pras pernas dela. Nós três partimos e, quando chegamos na lagoa, meu irmãozinho foi o primeiro a sair correndo e, ao chegar na água, se jogou nela sem olhar pra trás.
Os dois vendo aquilo, caímos na risada. Aí, seguindo ele, eu e minha mãe fomos até onde ele estava. Imitando ele, nós duas tiramos nossas roupas, e eu fiquei só de sunga. Minha mãe, bem diferente, vestia um biquíni novo preto, que mesmo sendo tão pequeno quanto os outros, mal cobria as partes importantes do corpo gostoso dela.
Mais uma vez admirando ela, não aguentei e me aproximei, falei antes que ela fosse se deitar no banco –preciso falar com você?Vendo a seriedade que minhas palavras carregavam, olho pro meu irmão e grito—Querido, não se meta muito –Ele disse pra mim, apontando pra uma árvore que a gente tinha na frente –por lá a gente conversa numa boa.Segundos depois e não muito longe, minha mãe, visivelmente nervosa, me disse enquanto lançava olhares para o meu irmão –Do que você quer falar?Vendo ela distraída, tomei a iniciativa e, pegando ela de surpresa, segurei o rostinho dela com minhas mãos e dei um beijo de surpresa, não deixei ela se afastar de mim.
No começo ela não correspondeu, mas insisti. Acabou cedendo, de um jeito que enganchou os braços no meu pescoço.
A loucura que a gente tava vivendo ali era de outro mundo, eu e minha mãe tava se comendo de boca literalmente e de um jeito que, quando a gente se separou, os dois ofegantes, ficou se olhando.
Minha mãe foi a primeira a reagir, porque parando de me olhar, quase que ela disse gritando –Que porra foi essa que você acabou de fazer?Notando o medo no corpo dela, quis me aproximar pra acalmá-la, mas ela não me deixou e disse com firmeza –não chega perto.Quieto, dei ouvidos a ele e, tentando acalmá-lo, vi como ele segurava o rosto com as mãos enquanto dizia –céus, céus, céus…Ouvindo o desespero nas palavras dela, não quis que ela se torturasse mais. Por isso, me aproximei e falei pra tentar acalmá-la –Fica tranquila, mãe, não fizemos nada de errado.Ela me olhando, me soltou com medo –Tá maluco, acabei de chupar a boca do meu filho e tu diz que não aconteceu nada de errado?Contranquilo, termino de me aproximar e, colocando uma das minhas mãos no braço dela, acariciei com suavidade enquanto soltava com firmeza –vamos, mamãe, foi só um beijo.
Dannyeres, meu filho –Ela soltou com evidência, ao mesmo tempo que acrescentava –que tipo de mãe pervertida eu sou?Tentando que ela não se alterasse mais, finalmente consegui pegá-la nos meus braços e, enquanto ela lutava um pouco pra se soltar das minhas mãos, eu apertava ela com mais força, ao mesmo tempo que dizia –Você não é nenhuma pervertida, mamãe, só é uma mulher que me mostra que me quer do mesmo jeito que eu te quero.Dito isso, forcei ela a me olhar e, beijando ela de novo, não deixei que se afastasse de mim.
Surpresa com meu ataque, ela não reagiu no começo, mas, igual da outra vez, assim que se sentiu entregue, voltou a me beijar com fervor.
Aproveitando a entrega dela, movi minhas mãos e, pegando ela pela bunda, me apossei das nalgas dela de um jeito que ela gemeu sem parar de beijar minha boca.
Louco pra mostrar o que ela despertava em mim, fiz ela sentir meu desejo e, apoiando minha ereção na barriga dela, mexi no ritmo que ela pedia, parando de me beijar.que gostosa que ela tá.
Esporrar em você –atinea comentar sem culpa, pegou uma parte do biquíni e, puxando um pouco o sutiã, deixou livre um pedaço do bico do peito.
Louco de desejo, avancei minha boca e, chupando aquele pedaço, lambi de um jeito que ela gemeu a ponto de dizer –Isso é uma loucura, isso é realmente uma loucura.
Siuna, que esse desejo nunca acabe –Já brinquei, puxei toda a parte de cima do biquíni dela e deixei os peitos dela completamente de fora. Comecei a chupá-los como se fosse um bebê de novo.
Ela se deixava acariciar enquanto eu afagava minha cabeça, e com vontade, ela empurrava o peito pra frente pra eu poder mamar melhor nos peitos dela. Descontrolado, continuei e, voltando pra bunda dela, apalpei tanto que não conseguia parar de tocar.
Se eu tivesse que escolher um atributo da minha mãe, com certeza seria a bunda perfeita dela. Porque, apesar de ter uns peitos bons, a bunda dela era o que mais chamava a atenção de qualquer homem.
Sem parar de nos beijar, falei com os lábios grudados:quero que você chupe minha buceta.Surpresa, ela parou de me beijar e, me olhando com curiosidade, perguntou –O que você disse?
Chupa aqui pra mim–Enquanto eu ia abaixando meu shorts devagar, quando chegou no chão meu pau ficou livre e tão duro que apontava direto pro céu sem problema nenhum. Ela, ao ver, hesitou um pouco, mas sem deixar que ela se arrependesse, peguei a nuca dela e empurrei suavemente pra baixo, fazendo com que ela ficasse de joelhos na frente do meu pau. Sentindo a respiração dela no meu membro, engoli um pouco de saliva. Mas querendo muito que ela me chupasse com gosto, deixei que ela decidisse o que queria fazer. Esperando alguns segundos, descobri que ela realmente queria engolir meu pau. Porque, se adiantando, primeiro deu uma lambida na cabeça. Mas não parou por aí, foi lambendo devagar de um jeito que no final acabou enfiando quase tudo dentro da boca dela.
Transportado pelo prazer que sentia, deixei ela me chupar e, enquanto fazia isso, levei minha mão até a nuca dela, marcando o ritmo do boquete. Acabei gozando de forma tão repentina que, sem ela esperar, enchi a boca dela de porra.
Ela, surpresa com minha gozada, deixou eu encher a boca dela de leite e, depois que terminei, comeu meu esperma de um jeito que praticamente nada caiu no chão verde.
Fiquei tranquilo, olhei pra minha mãe e notei que ela não só estava com os peitos de fora, mas também meio suada e melada. Fiquei excitado de novo, de um jeito que minha ereção quase reagiu na hora.
Ajudei ela a se levantar, beijei ela de novo e, sentindo o gosto da minha gozada na boca dela, comecei a apalpar ela de tal forma que o biquíni dela foi parar no chão, deixando minha mãe completamente pelada.
Contemplei ela por alguns segundos, aproximei minha pica e, sentindo ela encaixar entre as pernas dela, rocei de um jeito que sentia perfeitamente os lábios dela se ajustando na minha vara.
Desesperado, quis meter, mas ela, sem perder a razão de vez, me disse antes de fazer:não enfia em mim, por favor.Olhando pra ela, quis recusar o pedido dela, mas sabia que isso seria um erro. Decidi que o melhor era aceitar o desejo dela.
Então, em vez de enfiar meu pau nela, do jeito que estávamos em pé. Comecei a mexer minha cintura e, como se estivéssemos transando de pé, comecei a me masturbar com a buceta da minha mãe.
Realmente me sentia no céu, já que minha mãe cooperava, mexendo também a cintura igual a mim, enquanto os peitos dela balançavam pra frente e pra trás. Eu, desesperado pra gozar, colocava mais força na minha pseudo-transa.
Tão concentrados estávamos em buscar nosso próprio prazer, que tínhamos esquecido completamente do meu irmão. Mas ele, lembrando que estava ali, gritou pra gente de perto –Olha, mãe, olha o que eu achei na água.Presos e pelados, não soubemos o que fazer. Aí meu irmãozinho, vendo a gente trepando que nem coelho, perguntou todo inocente –O que vocês tão fazendo?Ficamos os dois quietos olhando pra ele, esperando nossa reação, sem nos separar e completamente suadas. Minha mãe disse pra ele –Teu irmão tá me ajudando com uma parada.Muito pequeno pra entender, meu irmão olhou pra gente e, notando nossa nudez, disse rindo –Parece que tão brigando.Assustada, minha mãe deu razão a ele e, rezando pra que ele acreditasse, disse em seguida –Vem, gostosa, e espera a gente na água, que já já vamos brincar com você.Fazendo isso, meu irmão foi embora, mas meu tesão não. Já que, voltando a mexer minha cintura, terminei o que comecei e sentindo que a gozada não demorava a chegar.
Gozei de um jeito que saiu com força, e minha mãe, me acompanhando, também gozou. Por isso, perdendo as forças, mal consegui segurá-la quando ela quase caiu.
Os dois saciados, nos beijamos de novo e, percebendo que por enquanto tudo tinha acabado, nos separamos sem dizer nada. Começamos a nos vestir.
Minutos depois, já estávamos voltando para a água e, enquanto os dois víamos meu irmão brincando, sem pensar, peguei na mão dela e caminhamos juntos. Acabamos entrando na água.
Sem parar de nos olhar naquela tarde, tanto o desejo quanto a cumplicidade reinavam entre nós, mas sem nos aproximar mais, voltamos para casa, ambos desejando que meu irmão esquecesse tudo.
Para nossa sorte, foi o que aconteceu, já que meu irmãozinho não mencionou nada do que tinha rolado entre mim e minha mãe. Então, suspirando aliviado, fui dormir naquela noite com um sorriso, sorriso que aumentou ainda mais quando não ouvi meus pais transando naquela noite.
Então, qualquer chance de ter ou fazer alguma intimidade com ela tinha ido embora, exceto, claro, a de admirar minha mãe de longe com aquele biquíni vermelho inteiro que me deixava louco.
No entanto, a relação que eu tinha com minha mãe passou de quase íntima a esfriar de tal maneira que praticamente só nos cumprimentávamos quando nos víamos. Desesperado com essa nova situação, esperei para ver se teria chance de resolver as coisas com ela, e essa oportunidade apareceu numa das tardes que estávamos lá.
Do nada, um dos meus irmãos ficou doente, mas por sorte não foi nada grave. Parece que ele tinha comido tanto que ficou com uma baita pançada.
Então, ele foi pra cama e, depois que meus pais deram um remédio pra ele, meu pai decidiu não ir pra lagoa pra cuidar dele. Assim, deixaram eu, minha mãe e meu irmão decidirem o que fazer. No fim, decidimos, a pedido expresso do meu irmão, ir os três pra lagoa.
Mas, egoisticamente e olhando pra minha mãe, desejei com malícia que ficássemos só eu e ela. Não consegui evitar desejar que meu irmão sumisse. Mas, sabendo que isso não ia rolar, esperei sem vontade até a gente sair.
Dessa vez, minha mãe apareceu com um vestido azul curto que deixava bem à mostra as coxas grossas dela, então não consegui parar de olhar pras pernas dela. Nós três partimos e, quando chegamos na lagoa, meu irmãozinho foi o primeiro a sair correndo e, ao chegar na água, se jogou nela sem olhar pra trás.
Os dois vendo aquilo, caímos na risada. Aí, seguindo ele, eu e minha mãe fomos até onde ele estava. Imitando ele, nós duas tiramos nossas roupas, e eu fiquei só de sunga. Minha mãe, bem diferente, vestia um biquíni novo preto, que mesmo sendo tão pequeno quanto os outros, mal cobria as partes importantes do corpo gostoso dela.
Mais uma vez admirando ela, não aguentei e me aproximei, falei antes que ela fosse se deitar no banco –preciso falar com você?Vendo a seriedade que minhas palavras carregavam, olho pro meu irmão e grito—Querido, não se meta muito –Ele disse pra mim, apontando pra uma árvore que a gente tinha na frente –por lá a gente conversa numa boa.Segundos depois e não muito longe, minha mãe, visivelmente nervosa, me disse enquanto lançava olhares para o meu irmão –Do que você quer falar?Vendo ela distraída, tomei a iniciativa e, pegando ela de surpresa, segurei o rostinho dela com minhas mãos e dei um beijo de surpresa, não deixei ela se afastar de mim. No começo ela não correspondeu, mas insisti. Acabou cedendo, de um jeito que enganchou os braços no meu pescoço.
A loucura que a gente tava vivendo ali era de outro mundo, eu e minha mãe tava se comendo de boca literalmente e de um jeito que, quando a gente se separou, os dois ofegantes, ficou se olhando. Minha mãe foi a primeira a reagir, porque parando de me olhar, quase que ela disse gritando –Que porra foi essa que você acabou de fazer?Notando o medo no corpo dela, quis me aproximar pra acalmá-la, mas ela não me deixou e disse com firmeza –não chega perto.Quieto, dei ouvidos a ele e, tentando acalmá-lo, vi como ele segurava o rosto com as mãos enquanto dizia –céus, céus, céus…Ouvindo o desespero nas palavras dela, não quis que ela se torturasse mais. Por isso, me aproximei e falei pra tentar acalmá-la –Fica tranquila, mãe, não fizemos nada de errado.Ela me olhando, me soltou com medo –Tá maluco, acabei de chupar a boca do meu filho e tu diz que não aconteceu nada de errado?Contranquilo, termino de me aproximar e, colocando uma das minhas mãos no braço dela, acariciei com suavidade enquanto soltava com firmeza –vamos, mamãe, foi só um beijo.
Dannyeres, meu filho –Ela soltou com evidência, ao mesmo tempo que acrescentava –que tipo de mãe pervertida eu sou?Tentando que ela não se alterasse mais, finalmente consegui pegá-la nos meus braços e, enquanto ela lutava um pouco pra se soltar das minhas mãos, eu apertava ela com mais força, ao mesmo tempo que dizia –Você não é nenhuma pervertida, mamãe, só é uma mulher que me mostra que me quer do mesmo jeito que eu te quero.Dito isso, forcei ela a me olhar e, beijando ela de novo, não deixei que se afastasse de mim.
Surpresa com meu ataque, ela não reagiu no começo, mas, igual da outra vez, assim que se sentiu entregue, voltou a me beijar com fervor.
Aproveitando a entrega dela, movi minhas mãos e, pegando ela pela bunda, me apossei das nalgas dela de um jeito que ela gemeu sem parar de beijar minha boca.
Louco pra mostrar o que ela despertava em mim, fiz ela sentir meu desejo e, apoiando minha ereção na barriga dela, mexi no ritmo que ela pedia, parando de me beijar.que gostosa que ela tá.
Esporrar em você –atinea comentar sem culpa, pegou uma parte do biquíni e, puxando um pouco o sutiã, deixou livre um pedaço do bico do peito.
Louco de desejo, avancei minha boca e, chupando aquele pedaço, lambi de um jeito que ela gemeu a ponto de dizer –Isso é uma loucura, isso é realmente uma loucura.
Siuna, que esse desejo nunca acabe –Já brinquei, puxei toda a parte de cima do biquíni dela e deixei os peitos dela completamente de fora. Comecei a chupá-los como se fosse um bebê de novo.
Ela se deixava acariciar enquanto eu afagava minha cabeça, e com vontade, ela empurrava o peito pra frente pra eu poder mamar melhor nos peitos dela. Descontrolado, continuei e, voltando pra bunda dela, apalpei tanto que não conseguia parar de tocar.Se eu tivesse que escolher um atributo da minha mãe, com certeza seria a bunda perfeita dela. Porque, apesar de ter uns peitos bons, a bunda dela era o que mais chamava a atenção de qualquer homem.
Sem parar de nos beijar, falei com os lábios grudados:quero que você chupe minha buceta.Surpresa, ela parou de me beijar e, me olhando com curiosidade, perguntou –O que você disse?
Chupa aqui pra mim–Enquanto eu ia abaixando meu shorts devagar, quando chegou no chão meu pau ficou livre e tão duro que apontava direto pro céu sem problema nenhum. Ela, ao ver, hesitou um pouco, mas sem deixar que ela se arrependesse, peguei a nuca dela e empurrei suavemente pra baixo, fazendo com que ela ficasse de joelhos na frente do meu pau. Sentindo a respiração dela no meu membro, engoli um pouco de saliva. Mas querendo muito que ela me chupasse com gosto, deixei que ela decidisse o que queria fazer. Esperando alguns segundos, descobri que ela realmente queria engolir meu pau. Porque, se adiantando, primeiro deu uma lambida na cabeça. Mas não parou por aí, foi lambendo devagar de um jeito que no final acabou enfiando quase tudo dentro da boca dela.
Transportado pelo prazer que sentia, deixei ela me chupar e, enquanto fazia isso, levei minha mão até a nuca dela, marcando o ritmo do boquete. Acabei gozando de forma tão repentina que, sem ela esperar, enchi a boca dela de porra.
Ela, surpresa com minha gozada, deixou eu encher a boca dela de leite e, depois que terminei, comeu meu esperma de um jeito que praticamente nada caiu no chão verde.Fiquei tranquilo, olhei pra minha mãe e notei que ela não só estava com os peitos de fora, mas também meio suada e melada. Fiquei excitado de novo, de um jeito que minha ereção quase reagiu na hora.
Ajudei ela a se levantar, beijei ela de novo e, sentindo o gosto da minha gozada na boca dela, comecei a apalpar ela de tal forma que o biquíni dela foi parar no chão, deixando minha mãe completamente pelada.
Contemplei ela por alguns segundos, aproximei minha pica e, sentindo ela encaixar entre as pernas dela, rocei de um jeito que sentia perfeitamente os lábios dela se ajustando na minha vara.
Desesperado, quis meter, mas ela, sem perder a razão de vez, me disse antes de fazer:não enfia em mim, por favor.Olhando pra ela, quis recusar o pedido dela, mas sabia que isso seria um erro. Decidi que o melhor era aceitar o desejo dela.
Então, em vez de enfiar meu pau nela, do jeito que estávamos em pé. Comecei a mexer minha cintura e, como se estivéssemos transando de pé, comecei a me masturbar com a buceta da minha mãe.
Realmente me sentia no céu, já que minha mãe cooperava, mexendo também a cintura igual a mim, enquanto os peitos dela balançavam pra frente e pra trás. Eu, desesperado pra gozar, colocava mais força na minha pseudo-transa.
Tão concentrados estávamos em buscar nosso próprio prazer, que tínhamos esquecido completamente do meu irmão. Mas ele, lembrando que estava ali, gritou pra gente de perto –Olha, mãe, olha o que eu achei na água.Presos e pelados, não soubemos o que fazer. Aí meu irmãozinho, vendo a gente trepando que nem coelho, perguntou todo inocente –O que vocês tão fazendo?Ficamos os dois quietos olhando pra ele, esperando nossa reação, sem nos separar e completamente suadas. Minha mãe disse pra ele –Teu irmão tá me ajudando com uma parada.Muito pequeno pra entender, meu irmão olhou pra gente e, notando nossa nudez, disse rindo –Parece que tão brigando.Assustada, minha mãe deu razão a ele e, rezando pra que ele acreditasse, disse em seguida –Vem, gostosa, e espera a gente na água, que já já vamos brincar com você.Fazendo isso, meu irmão foi embora, mas meu tesão não. Já que, voltando a mexer minha cintura, terminei o que comecei e sentindo que a gozada não demorava a chegar.
Gozei de um jeito que saiu com força, e minha mãe, me acompanhando, também gozou. Por isso, perdendo as forças, mal consegui segurá-la quando ela quase caiu.
Os dois saciados, nos beijamos de novo e, percebendo que por enquanto tudo tinha acabado, nos separamos sem dizer nada. Começamos a nos vestir.
Minutos depois, já estávamos voltando para a água e, enquanto os dois víamos meu irmão brincando, sem pensar, peguei na mão dela e caminhamos juntos. Acabamos entrando na água.
Sem parar de nos olhar naquela tarde, tanto o desejo quanto a cumplicidade reinavam entre nós, mas sem nos aproximar mais, voltamos para casa, ambos desejando que meu irmão esquecesse tudo.
Para nossa sorte, foi o que aconteceu, já que meu irmãozinho não mencionou nada do que tinha rolado entre mim e minha mãe. Então, suspirando aliviado, fui dormir naquela noite com um sorriso, sorriso que aumentou ainda mais quando não ouvi meus pais transando naquela noite.
1 comentários - O amante secreto 4
saludos y gracias