Meus colegas de trabalho

aqui vai uma nova história pra vocês
coisa


espero que tenha a aceitação dos meus leitores
desde já, MUITO OBRIGADO


PELOS PONTOS, OS COMENTÁRIOS QUE ESPERO QUE SEJAM MUITOS E VOCÊS JÁ SABEM
SE FOR ADICIONAR AOS FAVORITOS, DEIXA ALGO AÍ
NÃO SEJAM MÃO DE VACA


























MEUS COLEGAS DE TRABALHO












Isso que vou contar aconteceu há vários anos atrás. Eu trabalhava numa oficina, e um dia a oficina tava indo pro buraco. Éramos uns 15 peões trabalhando lá. Naquela manhã, o patrão falou que precisava baixar o salário de todo mundo em 20% ou mandar alguns embora. A gente tinha que decidir na manhã seguinte qual proposta aceitava. Aquela tarde foi muito difícil decidir o que fazer enquanto trabalhávamos. Então tive a grande ideia de nos juntarmos em casa pra resolver o que fazer. Cheguei em casa e contei a notícia pra minha mulher, que se desesperou só de pensar em me ver, único sustento da casa, desempregado. Sabíamos que na minha idade ia ser muito difícil conseguir outro trampo. Gaby, minha mulher, tava mais nervosa do que eu.


Tranquila, amor, não tem nada concreto até agora. Minha ideia é manter o trampo, mesmo que a gente tenha que reduzir o salário em 20%. Daqui a uma hora os caras vêm e a gente conversa sobre isso. Hoje a gente tem que tomar uma decisão, mesmo tendo vários que não querem abaixar o salário.


Gaby, e onde você vai enfiar todo mundo? A casa é muito pequena, meu bem.


Tinha razão, minha casa é bem pequena, mas com um quintal bem grande na frente, embora meio escuro. Mas a situação pedia aquela reunião de qualquer jeito. A Gaby não conhecia nenhum dos meus colegas pessoalmente — nem o Juan, nem o José, nem o Paragua, também não conhecia o Burro, o Cavalo e o Slut Morto. Ela sabia bem das putarias deles, mas dos outros sabia menos ainda. Todos se achavam os super malvados, e ela sempre zoava eles por causa disso.


Vamos ficar no quintal, amor. Vem aqui me ajudar a levar a mesa pra fora.


Gaby no pátio com esse frio todo? Tá bom, mas a mesa lá fora nem louca, monta uma mesa com as tábuas do fundo se quiser, se eles vierem vou me trocar, tô feita uma mendiga.


Armei a mesa e, bem na hora que terminei, chegaram o Juan e o José. Fomos pra casa e lá a Gaby finalmente conheceu eles. Ela tava com um vestidinho preto, nada curto, do jeito certo pra ocasião. Tava realmente muito gostosa, apesar dos pneuzinhos. Ela não era uma modelo, mas tinha algo nela que atraía os caras — talvez ser tão na cara ou o jeito dela falar, sei lá. Mas todo mundo simpatizava com ela. Na hora, ela preparou uns mates e colocou na mesa.


Gaby, beleza? Vou deixar vocês dois a sós, têm muito o que conversar. Resolvam esse problema, vou pro quarto. Qualquer coisa, me chama, linda.


A Gaby foi embora e na mesma hora começaram a chegar os outros, de três ou quatro juntos. Saímos pro pátio e eu trouxe o mate. Ficamos batendo papo sobre a situação. Juan, Ricardo e mais uns não queriam abaixar o salário, e a coisa tava ficando tensa. O Paragua chegou com mais mate e apoiou minha proposta. Nunca percebi que nem todo mundo tava no pátio. Deixamos o mate, já era tarde pra caralho e todo mundo queria continuar debatendo. Dali ninguém saía até resolver isso. Aí o Juan falou:


Juan, e aí, que tal a gente ir tomar umas cervejas?


o puta morta, vamos, faz uma vaquinha


Juan, eu e o Oscar, onde tem um mercadinho aberto agora?


Uff, a estação de serviço fica tipo umas dez quadras daqui.


Juan, beleza, vamos lá, me acompanha, não seja mão de vaca, irmão.


Peguei umas sacolas e falei pra todo mundo.


Vamos demorar um tempinho, então vocês continuem debatendo aí. Já sabem qual é a minha posição. Vamos que hoje a gente se acerta.


Fomos lá com o Juan no posto de gasolina buscar as cervejas, chegamos e tava fechado.


Juan, que merda hein. E agora, o que a gente faz? Pra onde a gente vai? Não podemos voltar sem cerveja, vão nos matar.


Aqui a cinco quadras tem uma banca que tá aberta, bora, vamos.


Juan não vai te contar nada, tua mulher que deixou ela sozinha com essas feras?


Tá de boa, ela tá no quarto, com certeza já tá dormindo.


Me passou pela cabeça as coisas que o burro, o guarda-chuva, o vadio morto e o cavalo poderiam fazer com ela. Todos eles tinham umas pirocas enormes, fiquei com tesão só de pensar que iam comer ela, iam deixar a Gaby toda arrebentada, mas eu tinha certeza de que isso não ia rolar. A Gaby não ia deixar, e eles com certeza não iam forçar ela. Chegamos no quiosque, tava aberto, compramos as cervejas e voltamos pra casa. Devemos ter demorado quase uma hora pra voltar. Quando cheguei, não conseguia parar de imaginar o que teriam feito com a minha mulher. Quis ir pegar uns copos, mas o José me segurou.


José, não deixa, não deixa, lá vai o guarda-chuva, já chegamos a uma decisão.


O burro, todo mundo votou sem vocês dois. No total, ganhamos por maioria. Tem razão, Oscar. Vamos propor abaixar nosso salário, mas sem mandar ninguém embora.


a puta morreu, então vamos comemorar que a gente se acertou, brindar e ir pra casa, amanhã a gente trabalha e vê no que dá


Perfeitinho


Brindamos todos felizes e contentes, tomamos toda a cerveja e foram todos embora juntos, me parabenizando pela reunião e por termos entrado num acordo. Entrei em casa, tava cansado mas muito feliz, a Gaby tava tomando banho e gritou lá do chuveiro.


Gaby, põe a chaleira no fogo, céu, assim você me conta tudinho, love.


Perfeito, mas a gente toma um mate e vai deitar, já é muito tarde, meu céu.


Coloquei a chaleira no fogo, preparei o mate e, por curiosidade, fui bem devagar até o quarto. A surpresa foi tremenda: a cama estava uma bagunça e no meio dela tinha uma poça enorme de porra. Não tinha dúvida que a Gaby tinha dado pra uns quantos e por isso estava tomando banho. Meu pau já estava duro e agora eu queria saber o que tinha rolado, embora não quisesse forçar ela a confessar. Pelo contrário, o que eu mais queria era que ela mesma me contasse na cara pra saber se era sincera comigo ou se sempre fazia isso de me chifrar. Fui pra cozinha na hora, sentei e esperei ela terminar o banho e vir tomar uns mates comigo. Queria ouvir da boca dela como tinham comido ela e quantos foram, se deram pra todos os catorze ou só pra alguns, porque pelo tanto de gozo que tinha na cama, não foi um só. Será que minha esposa era tão puta a ponto de dar pra todos os meus colegas? Não sabia, mas só de pensar nisso eu tava pegando fogo, além de estar muito, mas muito puto — com ela e com meus colegas. Finalmente ela chegou, sentou quase pelada e começamos a tomar uns mates. Ela me perguntou como tinha sido o acordo. Eu disse que todos iam reduzir nossos salários, mas manteríamos nossos empregos. Ela ficou feliz com isso.


Gaby, não era isso que você queria?


Sim, claro, não perder o emprego. Na minha idade, é difícil arrumar outro trampo.


Gaby, e então por que essa cara?


nada, só que tô muito cansado, vamos pra cama


Gaby, ei, para, para, céu. Eu deitei um pouco e tive um acidente, por isso tomei um banho. Já troquei os lençóis, me dá um minuto, meu amor.


O acidente tinha sido a trepada que os filhos da puta dos meus colegas tinham dado nela. Entrei na cama e nem toquei nela. Pra ser sincero, naquela noite tive um puta trabalho pra dormir. Aquela cama me contava como tinham me chifrado. De olhos fechados, eu via o burro metendo o pau até no cu da puta, e depois o cavalo. A puta, morta. Pior, e o João? Ele tinha ficado comigo quase a noite toda e até tinha ido comigo comprar as cervejas. Como será que ele fez? Não acreditava que ele não tinha comido ela. O negócio é que eu tava dormindo na mesma cama onde meus colegas tinham comido ela, me chifrando bonito. No outro dia, acordei quase sem ter dormido. Ela fez uns mates pra mim e fui pro trabalho. Entramos e começamos a trabalhar como se nada tivesse acontecido. O tratamento era o mesmo de sempre com meus colegas. Com certeza eles achavam que eu não tinha percebido nada. E o único assunto era o resultado da reunião na minha casa. Era sábado e a gente trabalhava só meio dia. Lá pelas onze, o patrão apareceu e reuniu todo mundo.


patrão, beleza rapaziada, o que cês decidiram, o que a gente faz?


Em nome de todos, a gente diz que aceita reduzir o salário em 20% sem perder um único emprego.


Patrão, muito bem, muito bem, assim que vai ser feito. Agora continuem trabalhando.
 
Às treze horas menos cinco, o capataz aparece e me chama — eu, o Juan, o Ricardo e o Alemão — pro escritório. Ele manda a gente entrar um por um pra dar a notícia de que tava todo mundo demitido. Não só tinham baixado o salário, como também teve cortes de pessoal. Cheguei em casa destruído. Segunda-feira eu tinha que ir receber minha quinzena e ver como iam acertar o resto. Contei pra Gaby e falei:
No final, tudo que eu fiz foi pra nada, a reunião e tentar entrar num acordo foi perda de tempo, eles fizeram o que bem entenderam.


gaby, nãooo, e o que vocês vão fazer agora? O que seus colegas disseram?


Eles não disseram nada, eu não. Não vão fazer nada, nem têm por que fazer, certo? Ou será que têm? O pior é que eu sei que te comeram a noite inteira, e você achava que assim eles iam se acertar comigo e tudo se resolveria, mas não foi assim. Eles te comeram pra caralho, todos te comeram, e não adiantou nada. Além disso, tudo bem, pelo menos não vou ter que aturar eles sabendo que comeram a minha mulher. Imagina como seria isso? Não iam parar de vir aqui em casa com qualquer desculpa só pra continuar te comendo.


Gaby, mas o que você tá falando? De onde você tirou isso?


Quando você tava tomando banho, fui no quarto e vi como a cama tinha ficado, a poça de porra era enorme. Eu vi, não dá pra negar. Agora me conta como foi que aconteceu, se quiser que a gente continue junto. Mas fala a verdade, porque segunda-feira eu vou saber, e prefiro ouvir de você.


Gaby, já deu, você sabe de tudo. O que mais quer saber? Como me comeram? É isso que você quer saber?


Sim, adoro isso. Exatamente isso que quero saber.


Gaby, beleza, você saiu pra fora com eles e eu fui preparar um mate pra mim, e aí estava o paraguaio. Ele me apertou contra a bancada e esfregou a pica dele na minha bunda. A puta que o pariu, que pica linda que ele tem. Ele falou pra eu não resistir, que todo mundo estava contra você e que só eu podia colocar eles do seu lado, que ele tava morrendo de vontade de me comer e que eu ia adorar. Eu me deixei levar pra cama, ele me sentou nela, tirou a pica pra fora e eu chupei. Chupei muito bem e ele encheu minha boca de porra, o filho da puta. Depois ele me subiu na cama e me deu uma trepada violenta. Eu tava vendo estrelas quando o Juan entrou. Na hora ele chegou perto e colocou a pica dele na minha boca, chupei como dava. O paraguaio encheu minha buceta e falou pro Juan: "toda sua". Ele me colocou de quatro, do jeito que eu tava vestida, e meteu no meu cu. O vestido já tava todo sujo. Ele pegava nos meus peitos e esfregava, e puta merda, isso me deixou com muito tesão. Sentir aquela pica entrando e saindo do meu cu tava me enlouquecendo. Ele gozou tudo e me jogou na cama, levantou e foi embora, mas logo depois veio o José. Mais uma pica pra chupar e de novo na minha buceta, pra encher ela toda. Eu já tinha gozado duas vezes e não queria parar de gozar. Depois vieram todos os outros.


e o cavalo, o burro, a puta morta, esses pausudos também te comeram?


gaby claro que sim, não ia perder isso por nada, você foi com o juen e os três vieram, o burrro tem uma pica enorme e a primeira coisa que fez foi arrebentar minha buceta, você não sabe como aquela cock entrou apertada, quase me fez chorar de dor, juro, ele enfiou até o fundo e me deitou de barriga pra cima, fiquei com as pernas abertas e o cavalo montou em cima de mim, perguntei o que cê tá fazendo e ele não respondeu nada, só enterrou a porra da pica dele, usa a palavra: pussy, ai amor você não sabe o que foi aquilo meu céu e como eu gritava de tanta dor que o slut morto colocou na minha boca, a poça de cum que você viu na cama era deles, depois um por um me comeram de todos os lados, eu era uma máquina de gozar, juro, eles me deixaram largada quase sem ar de tanta cock que eu tinha levado e os outros continuaram, ricardo, german, não lembro, o que sei é que no quarto entrava um e saía outro, meu corpo continuava pedindo cock mesmo eu não querendo mais nada, eu tremia sozinha na cama, quando você chegou com as cervejas o paragua tava arrombando meu cu, todos me comeram e vários deles mais de uma vez, quando ele terminou de encher meu cu e foi embora, saí como pude pro banheiro, a única coisa que pedi pra eles é que te obedecessem e nunca te contassem o que tinha acontecido, desde que brindaram até eu ir tomar mate com você, fiquei relaxando meu corpo pra você não notar, pensei que já que cê tava feliz ia querer me comer, nunca imaginei que você tinha visto a cama


Sim, vi sim. Por isso, quando deitei, não quis te tocar e também não dormi. Bom, pelo menos você aproveitou. Eu pensei que você seria capaz de me contar tudo sem eu precisar pedir. Com quantos outros isso já aconteceu e eu nem fiquei sabendo? Não me diga que foi a primeira vez, porque não acredito. Agora sei que sou um corno manso do caralho e sempre fui.


gaby, que outra tu tinha? pelo menos valeu a pena, consegui que todo mundo te apoiasse e pedisse pra reduzir o salário, só o joão e o josé queriam te seguir nisso. cê acha que eu gostei de dar pra todo mundo? mas era o que eu tinha que fazer pra eles ficarem do teu lado.
 
Sim, mas não deu certo, te passaram a perna, amor. Ninguém pulou fora. Agora tô sem trampo e com a coroa de rei dos cornos. Vê só que merda deu o teu plano. Mas a real é que você nunca me respondeu nem tentou tirar minhas dúvidas de que sempre fui um cuck. Não mente pra mim dizendo que essa foi a primeira vez que você comeu com outro.


Gaby, e isso muda o quê? Que quando a gente tava na merda e seu velho conseguiu um trampo pra você foi porque eu comi ele na casa dele e ele te deu esse terreno pra você fazer a casa? Que seu primo e seu tio te deram uma força pra construir a casa? Que o cara do depósito te fiou os materiais sem cobrar juros? Nunca fiz por prazer, mas sempre pra te dar uma mão pra crescer. Se fiz, foi por você. Isso pra mim não é chifre, isso é amor.


O negócio é que tuas intenções até são boas, mas e eu? Fico parecendo um baita otário, um corno manso da porra. Agora, como é que eu olho na cara do meu velho, do meu tio, do meu primo? Sem me sentir um tremendo corno manso.


gaby, por quê? se você não sabe e nenhum deles tem interesse que isso se espalhe, no máximo quem sai como puta sou eu, me veem como uma slut, uma puta do caralho, mas sabem bem que não dou pra qualquer um, só uso a buceta pra beneficiar meu marido sem ele saber e assim não magoar ele, mas já que você me obrigou a te contar hoje, agora você sabe.


e pelo menos me conta como te comeram, como que come meu pai? ele também te arrombou a buceta? te fez gozar? com quem deles você gozou mais? com meu primo, meu tio ou meu pai?


gaby, isso te excita muito, né amor? bom, depois te conto com todos os detalhes. agora vamos, bebê, vamos pra cama que quero que você sinta o quão puta eu sou.

3 comentários - Meus colegas de trabalho

Que caliente me puse al leer el relato
hoy subo la segunda parte
esa es la idea
compartir un buen relato que caliente
GRACIAS X COMENTAR
http://www.poringa.net/posts/relatos/5085057/Mis-companeros-de-trabajo-sigue-la-historia.html
Exelente y caliente tus relatos. Me ponen de la cabeza, ambas. Van puntos
gracias por comentar
recien subi la segunda parte
esta en mi muro

http://www.poringa.net/posts/relatos/5085057/Mis-companeros-de-trabajo-sigue-la-historia.html
Muy bueno!
No se como hacer para que mi novia sea asi de buena conmigo jajaja