Quando eu era pequeno, vivia batendo punheta. Olhando revistas ou filmes pornô, ouvindo ou vendo minha mãe transar, espiando ou depois de brincar de luta com meu pai, também só de lembrar dessas coisas e outras. Tive uma infância bem sexual e divertida.
O que vou contar mudou algumas coisas pro futuro.
Era um sábado à tarde. Meu pai tinha voltado do trabalho. Parece que ele se juntou com os colegas pra beber e comer um churrasco, e chegou em casa meio bêbado (bem pra caralho). Quando isso acontecia, minha mãe saía de casa pra visitar alguma amiga até a bebedeira do meu pai passar. Acho que ela fazia isso pra não ter confronto. Suponho que ia pra casa do Gus ou da Tati, porque sempre tavam lá a mãe do meu amigo ou a esposa do meu vizinho. Eu adorava ir nessas conversas de vizinhas porque ficava sabendo das fofocas do bairro. Além disso, elas falavam de caras e de paus. Mas naquele dia ela não me chamou pra ir junto.
Meu pai ficou sozinho em casa comigo, mas eu tava no meu quarto. Ele tomou banho, fechou a cortina do quarto dele e foi deitar pra dormir. Em poucos minutos, já tava roncando pesado.
Eu tava no meu quarto fazendo coisas da escola. Mas fiquei entediado e peguei uma revista pornô que o Gus me deu. As imagens rapidamente deixaram meu pau duro e, claro, comecei a bater uma. Mas antes de gozar, levantei da cama pra ir no banheiro mijar. Nessa época, já conseguia controlar bem minhas punhetas.
Quando voltei pro meu quarto, olhei pra cama dos meus pais e vi meu pai completamente pelado, deitado de barriga pra cima, com o pau meio duro descansando entre as bolas. Claro que fui até a cama dele tentar acordá-lo pra brincar de luta ou algo assim. Mas ele tava muito dormindo. Rapidinho me despi e subi em cima da barriga dele (que naquela época tinha crescido bastante), mas ele só fez um gesto de silêncio. Com minha bundinha, toquei no pau dele e minhas bolinhas encostaram na barriga dele.
Desci pra ele não ficar bravo. Deitei do lado dele, apoiando a cabeça na barriga, olhando pro pau dele. pau. Peguei na pau mole dela e comecei a acariciar. Ela não reagia. Aí me animei mais. Levantava e soltava, fazendo bater na barriga dela.
Peguei a pau dela com as duas mãozinhas e fiz uma masturbação bem suave, que conseguiu endurecer um pouco. Muito pouco. O suficiente pra marcar as veias ao longo do tronco grosso.
Continuava borrachuda e os ovos dela bem esticados entre as pernas. Eu tava muito tesuda e, sem pensar, meti na boca. Mal cabia na minha boquinha. Mas meu pai não acordava. Era muito gostosa e tava recém-lavada.
Eu queria que ele fizesse comigo o que meu primo Rolando fez e o que o velho Gómes tentou sem conseguir. Sentei em cima da pau dela, mas não aconteceu nada. Apoiei a bunda toda, mas nada. Ficava esfregando na pau mole, da cabeça até os ovos, mas nada.
Não sei quando minha mãe entrou e me viu. Ela disse:
— O que você tá fazendo aí?
Falou baixinho, quase num sussurro, mas não parecia brava. Na verdade, chegou com tesão. Eu saí de cima do meu pai, e ela mandou eu olhar pra ela.
Ela se pelou. Pegou a pau do meu pai e chupou com muita vontade, molhando com bastante saliva. Montou nele, segurou a pau por baixo da pussy e enfiou. Começou a se mexer, e meu pai acordou.
Mamãe pulava em cima da pau dele e acariciava os ovos. A pau tava durona. Dava pra ver os músculos da pau se tensando e sumindo dentro da pussy da minha mãe.
Depois de alguns minutos, ela apoiou os peitos na cara do meu pai pra ele chupar e começou a gemer. Cada vez mais alto, e os pulos mais violentos.
— Isso, isso, isso, isso, isso, continua, continua, continua, não para, continua, vai, vai, vaiiiii, mais, mais, maaaiiiis.
Mas quem gozou primeiro foi meu pai, com muito gozo dentro dela, quase em silêncio. Uns momentos depois, minha mãe gozou em cima da pau dele, aos gritos. Depois, se jogou em cima do meu pai até os dois recuperarem o fôlego.
Aí ela desmontou da pau e se deitou. De barriga pra baixo com a bunda redonda pra cima, escorrendo uma porrada de porra entre as pernas. Os dois dormiram.
Eu já tinha terminado com umas gotas de porra na mão, olhando aquele casal gostoso transando, enquanto minha mãe cavalgava aos berros no meu velho.http://www.poringa.net/posts/relatos/5058733/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-28-Continua.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5342732/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-30.html
O que vou contar mudou algumas coisas pro futuro.
Era um sábado à tarde. Meu pai tinha voltado do trabalho. Parece que ele se juntou com os colegas pra beber e comer um churrasco, e chegou em casa meio bêbado (bem pra caralho). Quando isso acontecia, minha mãe saía de casa pra visitar alguma amiga até a bebedeira do meu pai passar. Acho que ela fazia isso pra não ter confronto. Suponho que ia pra casa do Gus ou da Tati, porque sempre tavam lá a mãe do meu amigo ou a esposa do meu vizinho. Eu adorava ir nessas conversas de vizinhas porque ficava sabendo das fofocas do bairro. Além disso, elas falavam de caras e de paus. Mas naquele dia ela não me chamou pra ir junto.
Meu pai ficou sozinho em casa comigo, mas eu tava no meu quarto. Ele tomou banho, fechou a cortina do quarto dele e foi deitar pra dormir. Em poucos minutos, já tava roncando pesado.
Eu tava no meu quarto fazendo coisas da escola. Mas fiquei entediado e peguei uma revista pornô que o Gus me deu. As imagens rapidamente deixaram meu pau duro e, claro, comecei a bater uma. Mas antes de gozar, levantei da cama pra ir no banheiro mijar. Nessa época, já conseguia controlar bem minhas punhetas.
Quando voltei pro meu quarto, olhei pra cama dos meus pais e vi meu pai completamente pelado, deitado de barriga pra cima, com o pau meio duro descansando entre as bolas. Claro que fui até a cama dele tentar acordá-lo pra brincar de luta ou algo assim. Mas ele tava muito dormindo. Rapidinho me despi e subi em cima da barriga dele (que naquela época tinha crescido bastante), mas ele só fez um gesto de silêncio. Com minha bundinha, toquei no pau dele e minhas bolinhas encostaram na barriga dele.
Desci pra ele não ficar bravo. Deitei do lado dele, apoiando a cabeça na barriga, olhando pro pau dele. pau. Peguei na pau mole dela e comecei a acariciar. Ela não reagia. Aí me animei mais. Levantava e soltava, fazendo bater na barriga dela.
Peguei a pau dela com as duas mãozinhas e fiz uma masturbação bem suave, que conseguiu endurecer um pouco. Muito pouco. O suficiente pra marcar as veias ao longo do tronco grosso.
Continuava borrachuda e os ovos dela bem esticados entre as pernas. Eu tava muito tesuda e, sem pensar, meti na boca. Mal cabia na minha boquinha. Mas meu pai não acordava. Era muito gostosa e tava recém-lavada.
Eu queria que ele fizesse comigo o que meu primo Rolando fez e o que o velho Gómes tentou sem conseguir. Sentei em cima da pau dela, mas não aconteceu nada. Apoiei a bunda toda, mas nada. Ficava esfregando na pau mole, da cabeça até os ovos, mas nada.
Não sei quando minha mãe entrou e me viu. Ela disse:
— O que você tá fazendo aí?
Falou baixinho, quase num sussurro, mas não parecia brava. Na verdade, chegou com tesão. Eu saí de cima do meu pai, e ela mandou eu olhar pra ela.
Ela se pelou. Pegou a pau do meu pai e chupou com muita vontade, molhando com bastante saliva. Montou nele, segurou a pau por baixo da pussy e enfiou. Começou a se mexer, e meu pai acordou.
Mamãe pulava em cima da pau dele e acariciava os ovos. A pau tava durona. Dava pra ver os músculos da pau se tensando e sumindo dentro da pussy da minha mãe.
Depois de alguns minutos, ela apoiou os peitos na cara do meu pai pra ele chupar e começou a gemer. Cada vez mais alto, e os pulos mais violentos.
— Isso, isso, isso, isso, isso, continua, continua, continua, não para, continua, vai, vai, vaiiiii, mais, mais, maaaiiiis.
Mas quem gozou primeiro foi meu pai, com muito gozo dentro dela, quase em silêncio. Uns momentos depois, minha mãe gozou em cima da pau dele, aos gritos. Depois, se jogou em cima do meu pai até os dois recuperarem o fôlego.
Aí ela desmontou da pau e se deitou. De barriga pra baixo com a bunda redonda pra cima, escorrendo uma porrada de porra entre as pernas. Os dois dormiram.
Eu já tinha terminado com umas gotas de porra na mão, olhando aquele casal gostoso transando, enquanto minha mãe cavalgava aos berros no meu velho.http://www.poringa.net/posts/relatos/5058733/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-28-Continua.html
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