Não pensei que a primeira parte ia deixar vocês tão excitados, ainda mais considerando que era meu primeiro post. Como agradecimento, vou postar mais uma parte.
Já tava chegando a época das provas e eu tava tenso e estressado. Não via ela muito e nas poucas vezes que a gente tava transando, eu não comia ela como uma putinha que nem ela precisa. Tava com medo dela cansar de esperar, deixar ela insatisfeita e ela ir dar pra outro cara. Sou muito estudioso e responsável com meus estudos, então não arrumava tempo pra ficar com ela nem com ninguém. Tava muito difícil segurar a vontade de ver ela e comer ela, tava sofrendo síndrome de abstinência da raba dela, dos peitos dela e da buceta dela, ela também sentia falta da minha pica. Já tava duas semanas sem transar e ela falava que precisava que a gente fodesse logo, eu respondia que não, que tava muito ocupado. Até que um sábado de manhã ela me disse que me via muito tenso e nervoso toda vez que a gente se encontrava no ponto de ônibus, que eu fosse na casa dela na hora porque ela ia me ajudar a baixar o estresse e que se eu não fosse, não ia mais comer ela. Óbvio que fui e quando cheguei lá, ela tava me esperando de roupão e com lingerie preta. Mal fechou a porta, eu agarrei ela, comecei a beijar e apalpar a raba e os peitos dela (vocês não fazem ideia da vontade que eu tava de tocar ela toda). Já tava com a pica dura que parecia um mastro. A putinha se ajoelhou, baixou minha calça e me fez o melhor boquete da minha vida inteira. Não só chupava, como brincava com minha pica, batia no próprio rosto e beijava ela. Tava tão cheio de porra que em dois minutos de boquete, gozei a boca inteira dela. Tinha tanta porra que quase cobri o rosto dela e ainda joguei nos peitos. Tirei o roupão dela e, em vez de meter de uma vez, comecei a brincar com a pica na raba e no rosto dela, além de dar tapas na bunda e na cara. Ela pedia aos gritos pra eu botar, me jogou na cama, subiu em cima de mim e começou a pular, me abraçava e cravava as unhas nas minhas costas. Como eu sentia falta de ouvir os gemidos e gritos dela dizendo que era minha putinha. Deitei ela e coloquei ela debaixo de mim, enforcava ela e tapava a boca dela enquanto metia. Colocava ela de quatro e batia nela com um cinto.
Era tanta a putaria que a gente tava que ficamo mais agressivo que o normal, terminei com as costas toda arranhada e ela com a bunda vermelhinha. Ficamo a manhã e a tarde inteira transando, terminei e voltei pra casa pra estudar, tava mais focado e menos estressado que de costume. De noite mandei uma mensagem agradecendo pela ajuda e falando que era exatamente o que eu precisava. Segunda-feira tinha uma prova e tirei 8, terça tirei 6, quinta 7 e sexta 8. Falei pra ela que na época de provas a gente precisava transar mais e com mais agressividade porque me dava sorte. A época de provas acabou e voltamo a transar quase todo dia, mas agora os dois terminavam tudo dolorido e vermelho. Um mês e meio depois chegou a época das segundas provas, e aí a gente não parava de transar: enquanto eu estudava ela me chupava a pica e às vezes a gente ficava tão excitado que metia uma trepada (como não, com uma mina gostosa daquela).
(com certeza é a única vez que vou postar uma foto comendo ela) Naqueles exames de segunda chamada também passei em tudo, mas sempre lembro da prova em que tirei um 9 porque tava inspirado, na noite anterior tinha sido a primeira vez que ela me chamou pra dormir na casa dela e a gente fez a primeira trepada matinal assim que acordamos. Acordei antes dela e a primeira coisa que fiz foi acordar ela com uma pirocada na cara, ela nem abriu os olhos e eu já tava chupando ela. Também lembro desse dia porque foi a primeira vez que ela deixou eu gozar na buceta dela. Espero que tenham gostado. Comentem e avaliem, quando chegar nos 2 ou 3 mil pontos eu posto mais. Não passo contato, isso aqui é pra contar minhas experiências e não pra expor as mulheres que eu falo.
Já tava chegando a época das provas e eu tava tenso e estressado. Não via ela muito e nas poucas vezes que a gente tava transando, eu não comia ela como uma putinha que nem ela precisa. Tava com medo dela cansar de esperar, deixar ela insatisfeita e ela ir dar pra outro cara. Sou muito estudioso e responsável com meus estudos, então não arrumava tempo pra ficar com ela nem com ninguém. Tava muito difícil segurar a vontade de ver ela e comer ela, tava sofrendo síndrome de abstinência da raba dela, dos peitos dela e da buceta dela, ela também sentia falta da minha pica. Já tava duas semanas sem transar e ela falava que precisava que a gente fodesse logo, eu respondia que não, que tava muito ocupado. Até que um sábado de manhã ela me disse que me via muito tenso e nervoso toda vez que a gente se encontrava no ponto de ônibus, que eu fosse na casa dela na hora porque ela ia me ajudar a baixar o estresse e que se eu não fosse, não ia mais comer ela. Óbvio que fui e quando cheguei lá, ela tava me esperando de roupão e com lingerie preta. Mal fechou a porta, eu agarrei ela, comecei a beijar e apalpar a raba e os peitos dela (vocês não fazem ideia da vontade que eu tava de tocar ela toda). Já tava com a pica dura que parecia um mastro. A putinha se ajoelhou, baixou minha calça e me fez o melhor boquete da minha vida inteira. Não só chupava, como brincava com minha pica, batia no próprio rosto e beijava ela. Tava tão cheio de porra que em dois minutos de boquete, gozei a boca inteira dela. Tinha tanta porra que quase cobri o rosto dela e ainda joguei nos peitos. Tirei o roupão dela e, em vez de meter de uma vez, comecei a brincar com a pica na raba e no rosto dela, além de dar tapas na bunda e na cara. Ela pedia aos gritos pra eu botar, me jogou na cama, subiu em cima de mim e começou a pular, me abraçava e cravava as unhas nas minhas costas. Como eu sentia falta de ouvir os gemidos e gritos dela dizendo que era minha putinha. Deitei ela e coloquei ela debaixo de mim, enforcava ela e tapava a boca dela enquanto metia. Colocava ela de quatro e batia nela com um cinto.
Era tanta a putaria que a gente tava que ficamo mais agressivo que o normal, terminei com as costas toda arranhada e ela com a bunda vermelhinha. Ficamo a manhã e a tarde inteira transando, terminei e voltei pra casa pra estudar, tava mais focado e menos estressado que de costume. De noite mandei uma mensagem agradecendo pela ajuda e falando que era exatamente o que eu precisava. Segunda-feira tinha uma prova e tirei 8, terça tirei 6, quinta 7 e sexta 8. Falei pra ela que na época de provas a gente precisava transar mais e com mais agressividade porque me dava sorte. A época de provas acabou e voltamo a transar quase todo dia, mas agora os dois terminavam tudo dolorido e vermelho. Um mês e meio depois chegou a época das segundas provas, e aí a gente não parava de transar: enquanto eu estudava ela me chupava a pica e às vezes a gente ficava tão excitado que metia uma trepada (como não, com uma mina gostosa daquela).
(com certeza é a única vez que vou postar uma foto comendo ela) Naqueles exames de segunda chamada também passei em tudo, mas sempre lembro da prova em que tirei um 9 porque tava inspirado, na noite anterior tinha sido a primeira vez que ela me chamou pra dormir na casa dela e a gente fez a primeira trepada matinal assim que acordamos. Acordei antes dela e a primeira coisa que fiz foi acordar ela com uma pirocada na cara, ela nem abriu os olhos e eu já tava chupando ela. Também lembro desse dia porque foi a primeira vez que ela deixou eu gozar na buceta dela. Espero que tenham gostado. Comentem e avaliem, quando chegar nos 2 ou 3 mil pontos eu posto mais. Não passo contato, isso aqui é pra contar minhas experiências e não pra expor as mulheres que eu falo.
9 comentários - Minha história com uma MILF de 43 anos aos 19. Parte 2