Aislado Entre Mujeres [60].


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Aislado Entre Mujeres [60].






Capítulo 60.

O Julgamento.

Pilar comentou que toda essa cena estava sendo muito divertida pra ela. Parecia aqueles dramas de tribunal que ela adorava ler quando se cansava dos romances. Ela disse: “Isso é tipo um livro do John Grisham, mas com menos roupa.”
Tô ligado que os processos judiciais normalmente não têm a autora e a ré peladas e de quatro, levando uma pirocada no cu. Nem os juízes e o júri completamente nus. Porque é isso mesmo, quem antes tava com alguma roupa já tirou tudo. As únicas que ainda usavam algo que mal dava pra chamar de "roupa" eram a Alicia e a Gisela, com aqueles looks que pareciam tirados de um filme pornô de BDSM.
—Tá bom, vó, a gente tá ouvindo —disse Macarena—. O que é que a gente pode ouvir sobre a minha mãe que vai nos deixar tão putos?
—Auch… Nahuel… por favor, me dá uma trégua.
—Você pediu isso… agora não reclama.
Meu pau continuava entrando ritmadamente no cu dela, geralmente eu metia devagar, mais pra economizar energia. De vez em quando eu acelerava o processo e dava umas porradas fortes, pra ela não relaxar demais.
—Uff… vocês não vão me deixar em paz até eu contar tudo, né?
—Acertou —disse Tefi.
Ela tinha se sentado na cama ao meu lado e, de vez em quando, passava a mão nas minhas bolas. Isso me ajudava pra caralho a manter a rigidez da pica. De quebra, eu aproveitava pra acariciar as pernas dela… e um pouquinho da buceta dela. Tava surpreendentemente molhada, imagino que ela também tava curtindo o processo judicial.
—Como vocês já devem ter percebido —disse Fernanda—, a Alicia costumava transar com caras várias noites por semana. Às vezes voltava bêbada, e voltar com a buceta cheia de porra virou rotina.
—Então, imagino que também deve ter virado costume você enfiar os dedos nela pra tirar a porra dessa buceta e depois lamber —Macarena estava segurando o pulso da avó, pra impedir que ela afastasse os dedos da sua buceta. De qualquer forma, acho que Fernanda não tava sofrendo muito por poder enfiar os dedos em uma das netas.
—Não foi bem assim, você fala como se eu gostasse de fazer isso. Como se minha intenção fosse engolir porra de caras que eu nem conhecia.
Alicia latiu com a focinheira, rosnou como se quisesse morder a mãe dela. Parecia que tava xingando ela, quase dava pra entender frases tipo “Filha da puta mentirosa”, ou algo assim. Difícil saber, aquela bolinha na boca não deixava ela falar. Mas a avó entendeu o recado: tinha que falar a verdade, senão ia ter consequências.
—Tá bom, tá bom —ele disse—. Dá pra dizer que virou um costume; mas não foi porque eu quis. A culpa foi dela.
—E como foi esse processo quando começou a virar um costume? — Perguntou Pilar.
—E olha, mãe, eu não vou deixar você mentir — comentou Cristela. — Eu espiei alguns desses processos e sei o que rolou. É melhor você falar a verdade.
—Isso, toda a verdade e nada mais que a verdade —disse Pilar, com uma risadinha.
—E não basta só contar —interveio Macarena—. Eu quero que você me mostre. Pode me usar como exemplo.
—Uff… que pesadas que são. Tá bom, mas você vai ter que chegar mais perto.
Seguindo as instruções da avó, Macarena se deitou de barriga pra cima na cama, forçando minha mãe a se mexer um pouco pro lado pra dar espaço. Agora a Maca tava com as pernas abertas na frente da Fernanda, esperando ela começar a explicação.
—Pode começar quando quiser —disse Macarena—. E esperamos uma explicação bem detalhada.
—Isso é porque vocês estão putas comigo?
—Talvez… ou porque somos umas putas perversas e gostamos dos detalhes.
Fernanda percebeu que não ia conseguir negociar com a Macarena naquela situação, tava em desvantagem. Dei uma trégua pro cuzinho dela. Tirei a pica e quase que na hora a Tefi começou a chupar. Enfiei dois dedos na pussy dela por puro instinto. A Brenda me deu um sorriso meigo e fiz sinal pra ela entrar também. Ela sentou na cama do lado oposto da Tefi e ficaram as duas, me dando uns boquetes do caralho. Tive que pedir pra elas irem com mais calma, porque a intenção era manter a pica dura, não fazer eu gozar.
—Bom, chegou um ponto que a Alicia entendeu que não ia conseguir dormir até eu dar uma olhada nela —começou a dizer Fernanda. Coitada da minha mãe, que teve que aguentar isso por tantas noites, só por querer curtir a vida sexual dela—. Por isso ela não reclamava, sabia que era necessário. —Eu queria perguntar exatamente por que ela precisava ser examinada, o que ela procurava ao saber que a filha tinha transado? Se já sabia que a Alicia comia sem se importar com o que ela falava, por que se dava ao trabalho de revistar ela quase toda noite? Preferi não interromper com essas dúvidas. Guardei pra mim até chegar o momento certo de soltar—. Ela abria as pernas na cama dela e me deixava fazer todo o trabalho.
—Muito bem, mostra pra gente exatamente o que você tava fazendo — pediu Macarena.
Enquanto isso, a Gisela dava uma trégua anal na mãe. Ela se afastou e a Alicia ficou de bruços, com a bunda apontando pra cima. Eu não conseguia ver como ela tinha ficado de dilatada, mas imaginei que devia estar mais ou menos igual ao da avó.
Fernanda enfiou os dedos na buceta da Macarena, mexeu eles lá dentro por um tempo e depois tirou, pra lamber. Tenho certeza que a putinha gostou. Não só tava saboreando a buceta de uma gostosa, mas essa gostosa era uma das netas dela. Repetiu essa ação várias vezes, sempre tirando um tempo pra dar uma lambida bem dada nos dedos.
—Às vezes dava pra ver o esperma a olho nu —disse Fernanda—, porque a ejaculação era bem recente. Mesmo assim, eu lambia os dedos, já expliquei por quê, queria limpá-los pra ver quantos homens tinham gozado dentro dela. Teve vezes que enfiei os dedos seis ou sete vezes, e em todas saíram bem carregados de porra.
>E pra vocês verem como a Alicia se comportava comigo, vou contar que uma vez ela entrou em casa puta da vida e me disse: “Se você quer porra, eu te dou”, como se fosse isso que eu tava procurando. Ela me empurrou na cama, eu fiquei de barriga pra cima, e ela montou em cima de mim. Com a buceta dela na minha cara. De lá saiu uma quantidade enorme de sêmen que foi parar bem dentro da minha boca, e antes que eu tivesse chance de falar qualquer coisa, ela desceu o corpo até que os lábios da buceta dela ficaram encostados na minha boca. Aí ela começou a se esfregar, espalhando por toda a minha cara os sucos sexuais dela e a porra de algum dos amantes dela… ou talvez de dois. Pela quantidade que saiu, eu me arrisco a dizer que podiam ser dois caras que gozaram dentro dela. Ela parecia estar adorando essa brincadeira, até começou a rir. Eu não achei muita graça.
>Uns dias depois, essa ação se repetiu, e depois aconteceu uma terceira vez. E foi aí que entendi que, se quisesse verificar se minha filha tinha transado com algum cara logo antes de entrar em casa, eu precisava usar esse método. Já vou logo dizendo: receber o sêmen na minha boca ou no meu rosto não me incomodava. Eu conseguia aceitar de boa. O que realmente me deixava desconfortável era ter que lamber a buceta dela, porque ela começava a falar coisas tipo: “Tem que deixar bem limpinha”, e o único jeito que eu tinha de limpar era usando minha língua. Eu nunca tinha lambido uma buceta na vida, nunca tinha passado pela minha cabeça fazer isso, mas ali estava eu, toda noite que a Alicia voltava pra casa, eu tinha que chupar a buceta dela. Às vezes nem tinha sêmen, mas mesmo assim eu tinha que deixar “bem limpinha”, como ela mandava.
—Não me surpreende que as coisas tenham dado errado desse jeito —disse Macarena—. Mamãe devia estar de saco cheio de aguentar suas revisões sem parar. É óbvio que ela fez isso pra te irritar. Talvez até achasse que assim você pararia de fiscalizar ela. Mas, deixa eu adivinhar… as revisões não pararam. Certo? Você aceitou que tinha que chupar a buceta dela… e fazia isso.
—Hã… sim, tipo… não me deixou outra escolha.
—A alternativa era deixar ela em paz —disse Pilar.
—Não tinha visto por esse lado. É que vocês não fazem ideia das coisas que se falavam no bairro. Eu já tava de saco cheio de aguentar as velhas fofoqueiras me enchendo o saco, falando coisas tipo “Você devia vigiar mais sua filha, a mais velha… ela se comporta mal”. E uns caras me dizendo: “Como a puta da sua filha chupa bem uma pica, manda ela passar lá em casa hoje à noite… tenho uma coisa bem grande pra ela”. Esse tipo de comentário tava cada vez mais frequente, e quem ouvia era sempre eu. Porque pro meu marido ninguém falava nada. No bairro, respeitavam ele e não tinham coragem de dizer que a filha dele era uma puta. Mas pra mim eles deixavam bem claro. Eu conversei com a Alicia um milhão de vezes sobre isso, e um milhão de vezes ela me prometeu que não ia fazer mais; mas nunca cumpriu essa promessa. Nem uma vez sequer.
>Se ele me dizia: “Já era, mãe, acabou. Juro que não faço mais”. No dia seguinte, eu… chupava a buceta dela, porque era o único jeito de verificar, e acabava engolindo uma boa quantidade de sêmen. E não sou idiota, sei o que vocês estão pensando. Vocês acham que eu fazia isso por prazer pessoal. Vou contar que eu mesma cheguei a pensar isso. Porque engolir tanto sêmen, e direto da buceta da minha própria filha, e ainda ter que praticar sexo oral nela, começou a me afetar. Qualquer um teria se afetado. Teve alguns sinais de alerta que me fizeram pensar: “Fernanda, cuidado com isso, está te afetando demais”.
>Uma dessas vezes foi numa noite em que esperei demais, fiquei impaciente e comecei a me masturbar no quarto dela. Quando ela entrou, pedi pra ela chegar perto e perguntei se tinham comido ela. Ela disse que sim, que tinham acabado de meter nela e que estava com a buceta bem cheia de porra, e começou a rir. E em vez de aceitar aquilo e entender que, de fato, ela tinha transado, eu falei: "Então, o que cê tá esperando pra me dar?". Aí ela sentou na minha cara e eu fui direto chupar aquela buceta, pra engolir todo o sêmen. No dia seguinte, me senti muito mal por ter feito isso; mas naquele momento, eu nem consegui pensar. Tava muito excitada. Me masturbei enquanto curtia o gosto da porra e enfiei a língua na buceta dela procurando mais.
>O outro sinal de alarme chegou numa tarde em que estávamos sozinhas em casa. Alicia saiu do banho, vestindo só uma toalha. E quando passou por mim, fiquei olhando pra bunda dela e pro jeito que a buceta dela aparecia por baixo. Isso fez um clique muito forte em mim. Perdi o controle. Fiz ela sentar no sofá dela e me joguei de cabeça entre as pernas dela. Chupei a buceta dela como uma possessa. A sequência toda durou mais de uma hora… nesse tempo todo, não consegui parar de lamber, de chupar, de enfiar os dedos. Até o cu dela eu chupei.
>Conto isso pra vocês entenderem que eu sou um ser humano, não um robô. Sei que tudo que fiz com a Alicia trazia um baita risco, e eu paguei as consequências. Tive que lidar não com o desgosto, mas com o prazer que essas atividades me proporcionavam. Até… comecei a olhar pras mulheres de outro jeito. A Alicia se encarregou de quebrar a heterossexualidade que existia em mim. Ela destruiu tudo. Basta dizer que uma vez acabei transando com uma vizinha. Ela também era casada e tão hétero quanto eu costumava ser. Mas comecei a olhar pras pernas dela de outra forma, pros peitos, pras bundas… e um dia, sem pensar nas consequências, meti a mão por baixo da saia dela enquanto ela lavava a louça e conversava comigo. Me senti super mal, achei que aquela pobre mulher fosse me dar um tapa na cara. Mas ela ficou bem parada, me olhando nos olhos, surpresa. Eu continuei cutucando a buceta dela com os dedos e notei como a respiração dela acelerava cada vez mais. Até que, de repente, nos beijamos. Foi um beijo apaixonado, muito intenso. Quase como se por um momento tivéssemos nos libertado da opressão do casamento. Tenho certeza de que minha vizinha nunca tinha pensado em transar com uma mulher; mas acabamos na cama, e nos entregamos de verdade. Chupamos cada centímetro do corpo, especialmente os peitos e a buceta… também as línguas. Fizemos cada posição lésbica que passou pela cabeça e terminamos gozando uma na boca da outra. Foi super intenso. E ao mesmo tempo nos fez sentir culpadas. Por isso combinamos que dali em diante não nos veríamos mais… promessa que não conseguimos cumprir.
— Você transou com ela de novo? — Essa foi a primeira pergunta que Gisela fez pra avó dela.
—Sim, várias vezes… mais do que gostaria de admitir. Nós fomos… amantes. É, é assim que dá pra descrever agora, olhando pra trás. Ela se tornou a pessoa com quem eu traía meu marido regularmente. Com ela, pude viver experiências que os homens nunca conseguiram me dar. Me arrependo de ter feito isso, sei que foi errado, mas… na época, eu curtia. Se essa mulher tivesse desconfiado que minhas tendências lésbicas começaram por eu chupar a buceta da minha própria filha, aí sim ela teria fechado a porta na minha cara. Por sorte, ela nunca ficou sabendo de nada.
—E o que mais você pode nos contar sobre a minha mãe? — Perguntou Pilar.
—Muita coisa. Acho que chegou a hora de contar uma coisa que vocês não vão gostar. Uma noite, peguei ela escondendo algo num dos vasos que ficavam perto da porta de entrada. Achei que fosse droga ou algo assim, e como peguei ela no flagra, não teve jeito, teve que me mostrar o que estava tentando esconder. Era dinheiro, uma boa grana pra época. Hoje, com a inflação que a gente tem no país, não parece muita coisa. Me perguntei de onde uma garota de dezenove anos, que não trabalhava, tinha tirado tanto dinheiro. Enfrentei ela, com medo do pior, até que ela confessou que… e me desculpem, meninas, sei que vocês não vão gostar de ouvir isso sobre a mãe de vocês; mas vocês pediram a verdade. A Alicia estava se prostituindo.
Fez-se um silêncio de morte. Pra mim, a notícia não foi tão impactante, já sabia que minha mãe vendeu o corpo pra amigas dela bem antes da pandemia começar e já desconfiava que isso podia rolar. Mas achei que minhas irmãs iam ficar bem abaladas. Aí entendi que o silêncio não era por causa do susto que a notícia causou, mas porque a Fernanda tinha ficado quieta e todas estavam esperando ela continuar a história.
—Isso eu já imaginava, vó —disse Macarena, com toda calma—. E se você acha que a gente vai se chocar com isso, é porque não nos conhece muito bem. A Tefi vende fotos eróticas na internet, e a Cristela começou a fazer isso há pouco tempo. Elas têm todo o nosso apoio, porque é pra isso que a família serve. Pra se apoiar.
—Mas, mas… vocês não se importam de saber que têm uma mãe que foi puta?
—Pra mim não tem problema —disse Pilar. Se ela, que é a mais sensível, não se incomodava com esse assunto, então dava pra dizer o mesmo das minhas outras irmãs.
— Pode continuar com a história, vó — disse Tefi —. O que você fez quando descobriu que a Alicia tava se prostituindo?
—Proibi ela de sair de casa por mais de uma semana. Queria cuidar dela, e queria cuidar da imagem da família. Mas isso só piorou as coisas. Descobri que a putinha tava fazendo os caras entrarem num quartinho lá no fundo do quintal, um lugar que a gente usava como depósito de tranqueira. E lá eles comiam ela, só de pé mesmo. Tivemos várias discussões, e ela deixou bem claro que não ia parar, mesmo que a família se destruísse por completo, mesmo que todo mundo no bairro soubesse que ela era uma puta. Não tava nem aí se os vizinhos apontavam o dedo pra ela na rua. Não ligava pra nada. Tava totalmente descontrolada. Por isso fiz a única coisa que dava pra fazer.
—Você expulsou ela de casa? —Perguntou Pilar.
—Não, nunca pensei nisso. Essa história de expulsar alguém quando vira um incômodo é coisa que vocês fazem. Eu busco outras alternativas. Se a Alicia ia continuar vendo homens pra usar o corpo dela em troca de uns trocados, então ela tinha que fazer isso de forma discreta. Por isso limpei todo o quarto dos fundos e coloquei uma cama simples. Pelo menos ali ninguém ia ver, e esses caras podiam entrar e sair por um corredor escuro, longe do olhar indiscreto dos vizinhos. Eu estava tão decidida a cuidar da imagem da família que até ajudei a Alicia com esses "clientes". Eu mesma cuidava de cobrar deles, porque alguns filhos da puta queriam se fazer de espertos, depois de transar queriam ir embora sem pagar. E apesar de eu estar ajudando ela, ela continuava me tratando muito mal. Depois que um desses caras ia embora, eu tinha que deitar na cama pra ela colocar a buceta na minha cara... e eu tinha que limpar com a língua. Repito, isso não me dava nojo nenhum, eu não tenho desgosto de sêmen. Até acho... interessante. E aí entendi qual era o jogo perverso dela. Ela sabia que, aos poucos, eu fui gostando mais dessa sensação de receber sêmen na boca... direto de uma buceta. Ela deve ter notado que eu chupava cada vez com mais entusiasmo. E é esse o problema do sexo: vicia.
>Alicia estava tentando me viciar em sêmen… e nos fluidos da buceta dela. Eu, sem desconfiar de nada, aceitava de boa chupar a buceta dela toda vez que um dos clientes ia embora, deixando o presentinho. Alguns deixavam enfiado no cu dela, e eu chupava sem problema nenhum. Começou a virar rotina que, nas noites em que ela atendia clientes, eu acabava engolindo o sêmen de quatro ou cinco caras.
>E isso não foi tudo, esses caras, que geralmente eram sempre os mesmos, começaram a ficar impacientes enquanto esperavam para serem atendidos. Por isso… é muito difícil pra mim falar sobre isso. Por isso tive que dar algo pra eles se entreterem um pouco e não fazerem um escândalo.
—E o que foi esse algo? — Perguntou Tefi.
—Minha boca. Enquanto esperavam que a Alicia os atendesse, eu os levava para o fundo do quartinho e chupava a pica deles. Foi horrível. Eu nem sequer chupava a do meu marido, porque sempre achei que isso é coisa de puta. E ali estava eu, num quartinho imundo vendo um cara comer a minha filha, enquanto outro enfiava a pica inteira na minha boca. Pra piorar, tinha uns que nem aguentavam esperar a vez. Gozavam direto na minha boca e depois iam embora.
—Sem pagar? —Perguntou Macarena.
—É, por isso que a Alicia me falou que eu devia cobrar adiantado, e se eles fossem embora depois que eu chupasse a rola deles, pelo menos a gente já tinha ganhado alguma coisa. Eu não queria me prostituir igual ela fazia, mas a quantidade de clientes começou a aumentar. Às vezes eu tinha que chupar a rola de dois caras ao mesmo tempo… teve vezes que eu tive que fazer com três rolas ao mesmo tempo. A Alicia começou a atender eles em levas de dois ou três. Os caras usavam todos os buracos dela, alguns metiam no cu, outros na buceta e outros ficavam satisfeitos só com ela chupando eles.
—E você só chupava ela? —Perguntou Macarena.
—Uma noite em que eu tava chupando três paus ao mesmo tempo e a Alicia também atendia três caras, enchi o saco. Eu abaixei a tanga, levantei minha saia e deixei um desses caras me penetrar. Acabei tendo que dar conta dos três sozinha. Foi... um baita choque psicológico pra mim. Só meu marido tinha me penetrado, e de repente, numa única noite, três caras, por quem eu não sentia nada, enfiaram o pau dentro da minha buceta e me comeram como uma puta. Meteram forte, sem trégua, do mesmo jeito que metiam na Alicia.
>Pensei que isso ia acabar, que seria o ponto em que minha filha cairia em si e não precisaríamos mais fazer essas coisas. Mas no dia seguinte, encontrei duas camas no quartinho, paralelas, ambas encostadas na parede. Naquela noite, entendi que, oficialmente, tinha começado meu trabalho como prostituta, por culpa da Alicia. Tive que atender mais três homens, embora só deixasse eles usarem minha boca ou minha buceta. Nada de enfiar no meu cu.
—A parada do sexo anal veio depois —comentei—. O que você contou pra mim e pra Pilar.
—É isso aí.
— Isso quem fez foi o dono da oficina mecânica? — Perguntei.
—Sim, Aníbal. Ele era um dos clientes fixos da Alicia e sempre comia ela no cu. Uma noite, fiquei puta com ele, porque queria fazer o mesmo comigo, e eu disse que nunca deixaria ninguém usar meu cu pra se divertir. Eu não sabia que já era tarde… A Alicia tinha conseguido me viciar em sexo. E pra provar, Aníbal me convidava pra casa dele, onde eu passava horas chupando paus, exatamente como contei. Comecei a gostar cada vez mais… fazia isso até sabendo que não iam me pagar. Senti um ódio genuíno pela Alicia, ela tinha me levado a esse ponto. O pior é que à noite eu tinha que atender clientes com ela, clientes que me comiam de forma selvagem e eu… comecei a sentir prazer cada vez mais. Comecei a adorar que viessem, eu e a Alicia começamos a usar lingerie erótica e… bom, não adianta mais esconder depois de tudo que aconteceu nessa família. Oferecíamos “serviços especiais” por um preço maior pra quem quisesse fazer um ménage com mãe e filha. Transávamos entre nós pra agradar os clientes, e depois deixávamos todos nos comerem ao mesmo tempo. Às vezes tinha seis ou sete caras metendo o pau em todos os nossos buracos… e sim, também me comiam no cu, porque nessa altura eu já tinha cedido aos prazeres do sexo anal. O Aníbal já tinha conseguido me quebrar e eu gozava com um pau no cu como uma verdadeira puta.
>A consequência disso eu percebi naquela vez em que eu estava atendendo dois clientes ao mesmo tempo, enquanto a Alicia cuidava de outros dois. Eu estava de quatro, na minha cama, recebendo a pica de um dos caras na buceta, enquanto chupava o outro. Num momento, perguntei se eles queriam me dar no cu, e eles disseram que não tinham mais grana… já que o preço do sexo anal era bem mais alto. E eu falei que não importava, que dessa vez eu dava de graça. E foi assim… entreguei o rabo pra esses dois caras, mesmo sabendo que não iam me pagar por isso… só porque tava com muita vontade de sentir uma pica no cu. A Alicia ficou puta comigo por fazer isso, ela queria que eu cobrasse a mais pelo sexo anal. Pra vocês verem que era ela quem mandava nesse negócio.
Apesar de tudo, eu não reclamava. Tava realmente curtindo, e a Alicia também… isso foi o pior. Saber que o vício tinha nos levado a esse ponto do qual é muito difícil voltar. Sinto muito por vocês, garotos… mas foi assim que aconteceu. Por culpa da mãe de vocês, eu acabei desenvolvendo um vício em sexo, e tenho certeza de que ela fez o mesmo com vocês. É a única forma que consigo explicar todas as coisas que vinham rolando nessa casa, algumas eu fiquei sabendo porque vocês mesmos me contaram, especialmente o Nahuel. Outras foram a Ayelén que me contou, coitadinha… ela também começou a se desviar. Chegou na minha casa com a ideia de transar comigo e na hora eu soube que a Alicia era a culpada. Arrastou essa garota pra trabalhar com ela vendendo brinquedos eróticos, e não parou até meter ela na prostituição. Ainda por cima, prostituição lésbica. Só mulher, pelo que a Ayelén me contou. Então agora, além de entender que tenho uma filha piranha, ainda tenho que me acostumar com a ideia de que ela é sapatão. Como mãe, fiz tudo que pude pra evitar isso, não sei onde errei. O que mais me dói é que ela também estragou as próprias filhas. Senão vocês não estariam aqui, todas peladas, pedindo detalhes sobre minha vida sexual. Vocês têm noção do estrago que essa mulher causou em vocês?
Ela se sentou na cama e olhou pra todo mundo. Eu sabia que tava procurando sinais de reação negativa, dolorosa, chocante. Talvez até achasse que ia encontrar umas lágrimas. Mas nada disso aconteceu. A Brenda e a Tefi nem olharam pra ela, as duas estavam muito concentradas lambendo meu pau.
Depois de alguns segundos, consegui ver o fracasso nos olhos da minha avó. Ela queria que a gente se chocasse com o comportamento "inapropriado" da Alicia. Tava convencida de que ia soltar algo que seria uma bomba emocional pra gente, e não conseguiu. Olha, é verdade que as palavras dela mexeram com a gente, tenho certeza disso. Mas a gente tá tão unido contra ela que não vai deixar ela nos derrubar tão fácil assim.
Alicia estava se mexendo impaciente, ajoelhou-se na cama e apontou pra mãe dela com raiva, por causa da focinheira não deu pra entender o que ela tava falando; mas com certeza não era nada bom.
—Parece que minha mãe tem outra versão dos acontecimentos —disse Gisela—. E não me surpreende, porque sei que muito do que você nos contou não é totalmente verdade.
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