Eu tinha começado a trabalhar numa clínica como técnico em hemoterapia, já tinha ouvido os boatos de que naquele ambiente era normal ter sexo. Bom, um dia chega uma técnica em radiologia pra trabalhar e, como não tinha consultório vago, ela me pergunta se podia trabalhar no meu, e eu aceitei. Passaram-se as semanas, conversa vai, conversa vem, a gente se entrosou. Eu tinha 28 anos e ela 31, era casada e tinha uma filha, eu tava namorando. Como eu disse, a gente se entrosou até que, entre uma conversa e outra, comecei a beijar ela. Ela trabalhava dois dias por semana e eu todo dia. Nesses dias que ela vinha, entre um paciente e outro, rolavam beijos e mão boba. Eu queria comer ela, mas no trabalho não dava.
Uma noite, quando saímos da clínica, me ofereci pra acompanhar ela até o ponto de ônibus e ela aceitou. Ela tinha medo de alguém ver e contar pro marido. Já no ponto de ônibus, de novo beijos e mãos pra todo lado. Eu já tava durasso, queria meter ali mesmo. Falei pra irmos pra um motel, e ela disse que não porque o marido tava esperando. Aí eu falei: "Quero te comer", e ela respondeu: "Eu também". Peguei na mão dela e levei pra uma rua escura com um muro. Lá, mandei ela se abaixar e ela começou a chupar meu pau desesperada. Depois de uns minutos, mandei ela parar porque não queria gozar só no boquete. Mandei ela apoiar as mãos numa árvore, baixei a calça do uniforme do hospital e meti de uma vez. Ela tava super molhada. Enquanto eu comia ela de pé, olhei pra frente e tinha uma casa; pela janela dava pra ver a família assistindo TV. Aquilo me deu um tesão doentio que me esquentou ainda mais, e eu comi ela com mais força. Gozei de um jeito que nunca tinha gozado antes. Não sei se foi pelo tesão de ver aquela família que a qualquer momento podia nos ver, ou pela putaria de tantas semanas de mão boba e só beijos. Depois ela se vestiu e foi dormir com o marido.
Uma noite, quando saímos da clínica, me ofereci pra acompanhar ela até o ponto de ônibus e ela aceitou. Ela tinha medo de alguém ver e contar pro marido. Já no ponto de ônibus, de novo beijos e mãos pra todo lado. Eu já tava durasso, queria meter ali mesmo. Falei pra irmos pra um motel, e ela disse que não porque o marido tava esperando. Aí eu falei: "Quero te comer", e ela respondeu: "Eu também". Peguei na mão dela e levei pra uma rua escura com um muro. Lá, mandei ela se abaixar e ela começou a chupar meu pau desesperada. Depois de uns minutos, mandei ela parar porque não queria gozar só no boquete. Mandei ela apoiar as mãos numa árvore, baixei a calça do uniforme do hospital e meti de uma vez. Ela tava super molhada. Enquanto eu comia ela de pé, olhei pra frente e tinha uma casa; pela janela dava pra ver a família assistindo TV. Aquilo me deu um tesão doentio que me esquentou ainda mais, e eu comi ela com mais força. Gozei de um jeito que nunca tinha gozado antes. Não sei se foi pelo tesão de ver aquela família que a qualquer momento podia nos ver, ou pela putaria de tantas semanas de mão boba e só beijos. Depois ela se vestiu e foi dormir com o marido.
1 comentários - Cachorra na rua