Volto a remexer lembranças da primeira década do século, época de luta, sucessos e fracassos sexuais.
Começa por 2005 ou 2006, quase certeza pelo chat de Encontros do portal Ciudad, onde converso com Sandra. Embora todos buscássemos comer alguém nos chats, a vibe sempre foi de papo tranquilo, nada de sexo, e com sorte assim avançar pro MSN Messenger. Os chats eram tipo ir num bar, ninguém fala pra gostosa que quer meter no primeiro gole.
Ela me conta que tem 37 anos, mas nessa altura já tinha aprendido as regras do chat e imaginei que teria uns 42. Eu tinha uns 31, então a idade tava bem de boa. Ela diz que é de Campana (a 100km de Buenos Aires) e era casada… isso me deixava louco, sempre. Com a distância não me preocupava porque na época ia umas duas vezes por mês trabalhar em Zárate, bem perto de onde ela morava. A gente conversava bastante no MSN, eu sempre entrava de noite e ela aparecia com frequência. Uma vez mandei minha foto, ela disse que gostou, mas ela não mandava. Assim a gente falava da vida, nada de sexo, e depois de meses ela me mandou uma foto de uns 40x20 pixels, mal dava pra ver uma morena alta, como ela tinha dito que era.
Sempre falava pra ela quando ia trabalhar lá, de encontrarmos pra tomar um café e nos olharmos de frente, sem compromisso nenhum. Geralmente ela dizia que não, outras vezes que sim, mas sempre na hora de ir avisava que não dava porque tinha que levar o filho pra escola, natação, futebol, inglês… o moleque tinha mil ocupações. Pra resumir, puta merda, a gente ficou uns 2 anos de conversa sem nada concreto. Por ser mãe, casada, trabalhadora, sempre pensei que o jeito de rolar algo era ir pra um hotel na Panamericana numa escapada no horário de trabalho.
Uma noite, meio de passagem nessas conversas de amigos sem sexo, falei que no apê que tinha me mudado tinha uma parede de espelho. Isso foi o estalo, ela disse que gostava de espelhos, a gente ficou quente falando sobre o uso de espelhos e aí… Finalmente começamos com os chats e SMS sexuais. Mandar SMS era uma baita punheta, mas era o que tinha haha… a gente ia dormir cada um na sua casa mandando putaria por texto. Nisso, eu ainda tava com a foto da rola que ela tinha me mandado há 2 anos. Insisto e ela manda outra, do dia da nevasca de 2007, vestida até as orelhas (quase missão impossível mandar fotos pelada, os celulares eram uma bosta e usar câmera, passar pro computador, enviar… te descobriam), mas dava pra ver que era bonita, morena, cabelo liso nos ombros, cara redonda, alta, não era gorda, mas tinha ombros largos, pernas compridas… muito boa pra mim. Ela fala que não dá pra perceber, mas que tem peitão e é boa de chupar pica.
Chegou o momento…
A propósito, toda vez que eu ia pra Campana, ela enrroscava na hora de se encontrar comigo. Até que enchi o saco, fiquei meio puto com a enrolação, e ela me diz: “vou eu praí num sábado”. Essa eu não esperava, como é que uma casada dá um jeito de escapar num sábado e dirigir 100km? Acontece que a gostosa era meio chefe de algo estatal ou um sindicato, e de vez em quando tinha que ir pra La Plata fazer algum curso. Essa foi a desculpa que usou com o marido durante o tempo que a gente se via… genial demais.
Acho que ainda demorou um tempão pra gente se ver, teve até um cancelamento numa sexta às 11 da noite por emergência familiar, mas finalmente chegou o dia, um sábado de inverno, muito frio, chuva. Se tem algo que me excita mais do que transar numa noite de frio e chuva é transar numa manhã de frio e chuva!!! Ela vinha pro apê umas 10 da manhã mais ou menos. Super ansioso, me mandava SMS conforme se aproximava, olhando pela janela vejo o carro entrando na esquina e desço pra recebê-la. Ela sai do carro, uma morena imponente, mas não porque era gostosa pra caralho, e sim uma gata alta, forte, eu tenho 1,80m e ela tava por ali de altura, carinha redonda bem do norte, acho que era tucumana. Toda uma senhora e com certeza com uns anos a mais do que dizia, mas mesmo assim me excito pra caralho com coroas quarentonas.
A gente se cumprimentou com timidez, como se fosse uma reunião de trabalho, umas palavras de cortesia, tudo civilizado… elevador e pro apê, onde eu tinha o aquecimento a uns 65º mais ou menos, pra ficar pelado sem problemas.
Foi meio difícil quebrar o gelo, a gente conversava, tomou um café, até que num momento ela se aproxima da janela pra olhar o bairro e aí eu pego ela pela cintura por trás, ela se vira e a gente começa a se beijar como loucos, de tesão acumulado por anos, adorava como a gente metia língua enquanto eu começava a pegar na bunda dela, apertava ela contra mim e ela se esfregava porque sentia que eu já tava de pau duro. Ela me diz:Que safado, como me fez esperar, quase te apertei no elevador, mas ia dar muito na cara que eu tava com a buceta molhada.…nós caímos no sofá, onde naquele canto estava a famosa parede com espelho, eu via que ela, enquanto a gente se pegava, se olhava no espelho. Fui tirando a roupa dela, muita roupa por causa do frio, ela de pé me deixava tirar enquanto se olhava no espelho… me deparo com uns peitos não tão grandes quanto eu esperava, ela tinha as costas largas, mas não era tão peituda, mas mesmo assim uns peitos muito bons, empinados, com uns bicos pretos enormes ocupando a ponta toda, muita auréola… chupei eles de cara, minha língua pulava de um peito pro outro sugando aqueles bicos, enquanto eu segurava a bunda dela que ainda estava de fio dental… me sento no sofá, ela continuava de pé e eu vou descendo o fio dental devagar, ela ainda se olhando no espelho e tapando o rosto como se tivesse vergonha… mulher espetacular, não era nada gorda, corpo forte, pernas firmes… ela pede pra ir ao banheiro, então enquanto eu termino de ficar pelado, vou pro quarto e devagar começo a me masturbar esperando ela. Sandra sai do banheiro e volta pra sala, então eu grito da cama… ela ri, para na porta do quarto, bem iluminado pelo dia, e ali vejo ela nua, apoiada no batente, como se ficasse uns segundos me olhando porque só ali me viu pelado e me masturbando… juro que me lembro que ela passou a língua nos lábios e, literalmente,Ela se jogou de conchinha na cama direto pra chupar minha pica.Me disse que as amantes anteriores (?) sempre falavam que ela chupava bem o pau, então esperava ver estrelas, mas meio que naaaaaada, muita língua na cabeça do meu pau como se fosse um picolé. Eu gosto que me comam até as bolas. Quando vi que não saía daquilo, peguei leve na cabeça dela e comecei a meter na boca, tirava, fazia ela chupar minhas bolas… Ela falava "que safado que você é". A gente se beijou e chegou minha vez de conhecer aquela buceta com pelinhos aparados. Gosto assim, meio peludinha. Ela se deitou no encosto da cama e com as duas mãos mandou minha cabeça entre as pernas dela. Vejo uma buceta com muito lábio carnudo, boceta grande, suculenta. Afundo minha boca sem hesitar pra devorar aquele manjar. Muita baba, barulhos de língua. Logo encontro um clitóris pontudo pra passar a língua enquanto ia enfiando um dedo pra esfregar por dentro. Sinto que ela começa a respirar fundo, sem parar de chupar a buceta. Levanto o olhar e vejo que ela está de olhos fechados, mordendo e passando a língua nos lábios, acariciando os peitos e murmurando coisas tipoque cara de merda, olha o que ele faz com você, que vagabundo, que filho da puta, ele sabe que você gosta" …falava de si mesmo na terceira pessoa igual o Diego!!!Haha
Chupava e chupava aquela buceta quente e molhada, a mesma de sempre de passar meus dedos molhados de lubrificação na boca dela e ela chupava meus dedos e continuava falando essas coisas… ao notar que a respiração já estava muito profunda e ofegante, continuo chupando aquela buceta até que ela goza com uma mistura de grito e gemido… um orgasmo do caralho.
Eu, todo pilhado, deixei ela recuperar um pouco o ar e continuamos o beijo, a pegação, coloquei a camisinha e, meio lesada como ela ainda estava, comecei a meter nela, queria ver meu pau entrando naquela buceta molhada e quente. Ela continuava lambendo os lábios enquanto eu metia, falando na terceira pessoa, me mandava uns xingamentos e comeceieu também vou zoar ela "você veio aqui pra ser comida, putinha, como eu adoro comer negrinhas como você, essa buceta de mamãe eu encho de porra…e ela me respondia, foi a única gostosa com quem eu tive esse tipo de putaria na hora de transar. Ela fazia cara de brava e tudo!!
Metia de todo jeito, em pé do lado da cama com ela bem aberta de pernas, diminuía o ritmo da metida enquanto passava o dedo no clitóris dela e enfiava na boca dela, apertava os peitos dela, segurei ela meio forte no pescoço, até que ela senta em cima de mim porque diz que gosta de gozar assim…começa a cavalgar minha pica, sempre com cara de malvada e nos xingando "você tá me comendo, filho da puta, gostou assim, olha o que você me faz falar", "chupa essa pica preta, tira toda a porra de mim, cê gosta dos tapas, sua putinha gostosaEu segurava ela com força pela bunda e dava uns tapas, ela ficava mais louca, apertava os peitos dela, aguentava um monte o gozo, até que vejo ela começar a franzir a cara, a buceta aperta mais, ela xingava e goza de novo resfolegando. Falei que queria dar o gozo na boca dela, então ela tira da buceta, tira a camisinha e começa a chupar… agarrei ela pelos cabelos também meio forte e comecei a bater punheta, ela meio que não dava o ritmo que eu precisava, então eu tava me masturbando na cara dela, ela esticava a língua na minha glande vermelha inchada e molhada de pré-gozo e falava “você é um filho da puta”… quando vejo que vai sair, guio ela pelo cabelo pra meter na boca e gozo um jato tremendo, escorria pelos cantos dos lábios e ela continuava lambendo o pau todo melado. Naquele momento ficamos meio em branco,Ela se aproxima de mim, me pega pela cabeça e me dá um beijo de língua bem profundo com a boca cheia da minha porra!! O primeiro beijo branco da minha vida.No começo, tive o reflexo de me esquivar daquele beijo, mas ela segurava minha cabeça firme e metia muita língua… e bom, vamos em frente!!! Hehe
Ela me perguntou se eu nunca tinha feito aquilo, falei que não, e ela disse que gosta de dividir gozadas e que não é só a mulher que tem que engolir… novo nível desbloqueado na minha vida.
Um intervalo, cigarro, conversa, ela vestiu uma camisa minha e ficava pelada pelo apartamento. Vendo ela assim, fico duro na hora, voltamos a nos jogar na cama só na safadeza. Lembro que ajoelhei na cara dela e fiz ela engolir a pica toda e depois as bolas enquanto me masturbava na cara dela. De novo os xingamentos, o diálogo com ela mesma em terceira pessoa… ela tinha uma bunda meio chata talvez, mas firme. Coloquei ela de quatro pra chupar a buceta dela e aproveitei pra ver como era o cuzinho, muita lambida e meti a língua num buraquinho bem redondo, pequeno, sem rugas… quando ela viu pra onde minha intenção tava indo, falou que não entrava no cu dela, ainda mais no primeiro dia. Comi ela daquele jeito, de quatro, aquelas costas poderosas se contraíam a cada estocada que eu dava.ela mandava "vai filho da puta, que foda eu vou te dar, vagabundocomecei segurando ela pela cintura, depois pelos ombros pra bombar mais forte conforme aumentavam os xingamentos e terminei montado nela, peito contra as costassussurrando no ouvido dela o quão puta ela era e que ia voltar pra casa toda fodida.Final compartilhado, a gente dormiu um pouco.
Depois do almoço, ainda tava pendente a parada do espelho… mas no sofá não dava muito certo, então a gente girou ele pra ficar de frente pro espelho e com edredons, almofadas, cobertores, fizemos uma espécie de ninho com o espelho de um lado e o sofá virado do outro. Começamos de novo, eu sento no sofá ficando de frente pro espelho e ela fica do meu lado chupando minha pika enquanto se olhava no espelho, sem disfarçar nada, “que filha da puta, como te excita se olhar no espelho chupando pika”… ela ria, “adoro”, parou de xingar dessa vez. A gente se jogou no ninho, e dessa vez ela se ajoelha na minha boca pra eu chupar a buceta dela, coisa que fiz com grande devoção, também metendo a língua no cuzinho enquanto ela se esfregava na minha cara.Ela se olhava no espelho fazendo isso, agarrando as próprias tetas… e dizia pra si mesma: “você ainda é gostosa”., coloco ela de quatro de novo, ela nunca parava de se olhar no espelho e, ao se ver de corpo inteiro com a bunda empinada, fala: “ainda aguento, meu cú é bonito, tô gostosa”… “sim, meu amor, você tá uma delícia e quero continuar te comendo”, teve mais amor dessa vez. Um terceiro round longo, trocando de posição pra ela continuar se olhando, de lado, de frente, eu sentado no chão encostado no sofá e ela montada em mim porque queria se ver como as costas e a bunda refletiam no espelho… tenho as fotos mentais desses momentos, como eu queria que os smartphones existissem haha
Ficamos de boa, já eram umas 3 da tarde e ela tinha que voltar pra vidinha de esposa e mãe. A gente continuou se vendo por uns 3 anos, ela vinha umas 2 ou 3 vezes por ano nos "cursos", não era como se a gente se visse sempre. Na região dela, ela nunca quis nem marcar de tomar um copo d'água junto.
Espero que tenham gostado, enquanto eu escrevia e lembrava, minha pica foi ficando toda babada!
P.S.: as fotos são ilustrativas, a Sandra era uma mãezona desse estilo.
Começa por 2005 ou 2006, quase certeza pelo chat de Encontros do portal Ciudad, onde converso com Sandra. Embora todos buscássemos comer alguém nos chats, a vibe sempre foi de papo tranquilo, nada de sexo, e com sorte assim avançar pro MSN Messenger. Os chats eram tipo ir num bar, ninguém fala pra gostosa que quer meter no primeiro gole.
Ela me conta que tem 37 anos, mas nessa altura já tinha aprendido as regras do chat e imaginei que teria uns 42. Eu tinha uns 31, então a idade tava bem de boa. Ela diz que é de Campana (a 100km de Buenos Aires) e era casada… isso me deixava louco, sempre. Com a distância não me preocupava porque na época ia umas duas vezes por mês trabalhar em Zárate, bem perto de onde ela morava. A gente conversava bastante no MSN, eu sempre entrava de noite e ela aparecia com frequência. Uma vez mandei minha foto, ela disse que gostou, mas ela não mandava. Assim a gente falava da vida, nada de sexo, e depois de meses ela me mandou uma foto de uns 40x20 pixels, mal dava pra ver uma morena alta, como ela tinha dito que era.
Sempre falava pra ela quando ia trabalhar lá, de encontrarmos pra tomar um café e nos olharmos de frente, sem compromisso nenhum. Geralmente ela dizia que não, outras vezes que sim, mas sempre na hora de ir avisava que não dava porque tinha que levar o filho pra escola, natação, futebol, inglês… o moleque tinha mil ocupações. Pra resumir, puta merda, a gente ficou uns 2 anos de conversa sem nada concreto. Por ser mãe, casada, trabalhadora, sempre pensei que o jeito de rolar algo era ir pra um hotel na Panamericana numa escapada no horário de trabalho.
Uma noite, meio de passagem nessas conversas de amigos sem sexo, falei que no apê que tinha me mudado tinha uma parede de espelho. Isso foi o estalo, ela disse que gostava de espelhos, a gente ficou quente falando sobre o uso de espelhos e aí… Finalmente começamos com os chats e SMS sexuais. Mandar SMS era uma baita punheta, mas era o que tinha haha… a gente ia dormir cada um na sua casa mandando putaria por texto. Nisso, eu ainda tava com a foto da rola que ela tinha me mandado há 2 anos. Insisto e ela manda outra, do dia da nevasca de 2007, vestida até as orelhas (quase missão impossível mandar fotos pelada, os celulares eram uma bosta e usar câmera, passar pro computador, enviar… te descobriam), mas dava pra ver que era bonita, morena, cabelo liso nos ombros, cara redonda, alta, não era gorda, mas tinha ombros largos, pernas compridas… muito boa pra mim. Ela fala que não dá pra perceber, mas que tem peitão e é boa de chupar pica.
Chegou o momento… A propósito, toda vez que eu ia pra Campana, ela enrroscava na hora de se encontrar comigo. Até que enchi o saco, fiquei meio puto com a enrolação, e ela me diz: “vou eu praí num sábado”. Essa eu não esperava, como é que uma casada dá um jeito de escapar num sábado e dirigir 100km? Acontece que a gostosa era meio chefe de algo estatal ou um sindicato, e de vez em quando tinha que ir pra La Plata fazer algum curso. Essa foi a desculpa que usou com o marido durante o tempo que a gente se via… genial demais.
Acho que ainda demorou um tempão pra gente se ver, teve até um cancelamento numa sexta às 11 da noite por emergência familiar, mas finalmente chegou o dia, um sábado de inverno, muito frio, chuva. Se tem algo que me excita mais do que transar numa noite de frio e chuva é transar numa manhã de frio e chuva!!! Ela vinha pro apê umas 10 da manhã mais ou menos. Super ansioso, me mandava SMS conforme se aproximava, olhando pela janela vejo o carro entrando na esquina e desço pra recebê-la. Ela sai do carro, uma morena imponente, mas não porque era gostosa pra caralho, e sim uma gata alta, forte, eu tenho 1,80m e ela tava por ali de altura, carinha redonda bem do norte, acho que era tucumana. Toda uma senhora e com certeza com uns anos a mais do que dizia, mas mesmo assim me excito pra caralho com coroas quarentonas.
A gente se cumprimentou com timidez, como se fosse uma reunião de trabalho, umas palavras de cortesia, tudo civilizado… elevador e pro apê, onde eu tinha o aquecimento a uns 65º mais ou menos, pra ficar pelado sem problemas.
Foi meio difícil quebrar o gelo, a gente conversava, tomou um café, até que num momento ela se aproxima da janela pra olhar o bairro e aí eu pego ela pela cintura por trás, ela se vira e a gente começa a se beijar como loucos, de tesão acumulado por anos, adorava como a gente metia língua enquanto eu começava a pegar na bunda dela, apertava ela contra mim e ela se esfregava porque sentia que eu já tava de pau duro. Ela me diz:Que safado, como me fez esperar, quase te apertei no elevador, mas ia dar muito na cara que eu tava com a buceta molhada.…nós caímos no sofá, onde naquele canto estava a famosa parede com espelho, eu via que ela, enquanto a gente se pegava, se olhava no espelho. Fui tirando a roupa dela, muita roupa por causa do frio, ela de pé me deixava tirar enquanto se olhava no espelho… me deparo com uns peitos não tão grandes quanto eu esperava, ela tinha as costas largas, mas não era tão peituda, mas mesmo assim uns peitos muito bons, empinados, com uns bicos pretos enormes ocupando a ponta toda, muita auréola… chupei eles de cara, minha língua pulava de um peito pro outro sugando aqueles bicos, enquanto eu segurava a bunda dela que ainda estava de fio dental… me sento no sofá, ela continuava de pé e eu vou descendo o fio dental devagar, ela ainda se olhando no espelho e tapando o rosto como se tivesse vergonha… mulher espetacular, não era nada gorda, corpo forte, pernas firmes… ela pede pra ir ao banheiro, então enquanto eu termino de ficar pelado, vou pro quarto e devagar começo a me masturbar esperando ela. Sandra sai do banheiro e volta pra sala, então eu grito da cama… ela ri, para na porta do quarto, bem iluminado pelo dia, e ali vejo ela nua, apoiada no batente, como se ficasse uns segundos me olhando porque só ali me viu pelado e me masturbando… juro que me lembro que ela passou a língua nos lábios e, literalmente,Ela se jogou de conchinha na cama direto pra chupar minha pica.Me disse que as amantes anteriores (?) sempre falavam que ela chupava bem o pau, então esperava ver estrelas, mas meio que naaaaaada, muita língua na cabeça do meu pau como se fosse um picolé. Eu gosto que me comam até as bolas. Quando vi que não saía daquilo, peguei leve na cabeça dela e comecei a meter na boca, tirava, fazia ela chupar minhas bolas… Ela falava "que safado que você é". A gente se beijou e chegou minha vez de conhecer aquela buceta com pelinhos aparados. Gosto assim, meio peludinha. Ela se deitou no encosto da cama e com as duas mãos mandou minha cabeça entre as pernas dela. Vejo uma buceta com muito lábio carnudo, boceta grande, suculenta. Afundo minha boca sem hesitar pra devorar aquele manjar. Muita baba, barulhos de língua. Logo encontro um clitóris pontudo pra passar a língua enquanto ia enfiando um dedo pra esfregar por dentro. Sinto que ela começa a respirar fundo, sem parar de chupar a buceta. Levanto o olhar e vejo que ela está de olhos fechados, mordendo e passando a língua nos lábios, acariciando os peitos e murmurando coisas tipoque cara de merda, olha o que ele faz com você, que vagabundo, que filho da puta, ele sabe que você gosta" …falava de si mesmo na terceira pessoa igual o Diego!!!Haha
Chupava e chupava aquela buceta quente e molhada, a mesma de sempre de passar meus dedos molhados de lubrificação na boca dela e ela chupava meus dedos e continuava falando essas coisas… ao notar que a respiração já estava muito profunda e ofegante, continuo chupando aquela buceta até que ela goza com uma mistura de grito e gemido… um orgasmo do caralho.Eu, todo pilhado, deixei ela recuperar um pouco o ar e continuamos o beijo, a pegação, coloquei a camisinha e, meio lesada como ela ainda estava, comecei a meter nela, queria ver meu pau entrando naquela buceta molhada e quente. Ela continuava lambendo os lábios enquanto eu metia, falando na terceira pessoa, me mandava uns xingamentos e comeceieu também vou zoar ela "você veio aqui pra ser comida, putinha, como eu adoro comer negrinhas como você, essa buceta de mamãe eu encho de porra…e ela me respondia, foi a única gostosa com quem eu tive esse tipo de putaria na hora de transar. Ela fazia cara de brava e tudo!!
Metia de todo jeito, em pé do lado da cama com ela bem aberta de pernas, diminuía o ritmo da metida enquanto passava o dedo no clitóris dela e enfiava na boca dela, apertava os peitos dela, segurei ela meio forte no pescoço, até que ela senta em cima de mim porque diz que gosta de gozar assim…começa a cavalgar minha pica, sempre com cara de malvada e nos xingando "você tá me comendo, filho da puta, gostou assim, olha o que você me faz falar", "chupa essa pica preta, tira toda a porra de mim, cê gosta dos tapas, sua putinha gostosaEu segurava ela com força pela bunda e dava uns tapas, ela ficava mais louca, apertava os peitos dela, aguentava um monte o gozo, até que vejo ela começar a franzir a cara, a buceta aperta mais, ela xingava e goza de novo resfolegando. Falei que queria dar o gozo na boca dela, então ela tira da buceta, tira a camisinha e começa a chupar… agarrei ela pelos cabelos também meio forte e comecei a bater punheta, ela meio que não dava o ritmo que eu precisava, então eu tava me masturbando na cara dela, ela esticava a língua na minha glande vermelha inchada e molhada de pré-gozo e falava “você é um filho da puta”… quando vejo que vai sair, guio ela pelo cabelo pra meter na boca e gozo um jato tremendo, escorria pelos cantos dos lábios e ela continuava lambendo o pau todo melado. Naquele momento ficamos meio em branco,Ela se aproxima de mim, me pega pela cabeça e me dá um beijo de língua bem profundo com a boca cheia da minha porra!! O primeiro beijo branco da minha vida.No começo, tive o reflexo de me esquivar daquele beijo, mas ela segurava minha cabeça firme e metia muita língua… e bom, vamos em frente!!! Hehe
Ela me perguntou se eu nunca tinha feito aquilo, falei que não, e ela disse que gosta de dividir gozadas e que não é só a mulher que tem que engolir… novo nível desbloqueado na minha vida.
Um intervalo, cigarro, conversa, ela vestiu uma camisa minha e ficava pelada pelo apartamento. Vendo ela assim, fico duro na hora, voltamos a nos jogar na cama só na safadeza. Lembro que ajoelhei na cara dela e fiz ela engolir a pica toda e depois as bolas enquanto me masturbava na cara dela. De novo os xingamentos, o diálogo com ela mesma em terceira pessoa… ela tinha uma bunda meio chata talvez, mas firme. Coloquei ela de quatro pra chupar a buceta dela e aproveitei pra ver como era o cuzinho, muita lambida e meti a língua num buraquinho bem redondo, pequeno, sem rugas… quando ela viu pra onde minha intenção tava indo, falou que não entrava no cu dela, ainda mais no primeiro dia. Comi ela daquele jeito, de quatro, aquelas costas poderosas se contraíam a cada estocada que eu dava.ela mandava "vai filho da puta, que foda eu vou te dar, vagabundocomecei segurando ela pela cintura, depois pelos ombros pra bombar mais forte conforme aumentavam os xingamentos e terminei montado nela, peito contra as costassussurrando no ouvido dela o quão puta ela era e que ia voltar pra casa toda fodida.Final compartilhado, a gente dormiu um pouco.
Depois do almoço, ainda tava pendente a parada do espelho… mas no sofá não dava muito certo, então a gente girou ele pra ficar de frente pro espelho e com edredons, almofadas, cobertores, fizemos uma espécie de ninho com o espelho de um lado e o sofá virado do outro. Começamos de novo, eu sento no sofá ficando de frente pro espelho e ela fica do meu lado chupando minha pika enquanto se olhava no espelho, sem disfarçar nada, “que filha da puta, como te excita se olhar no espelho chupando pika”… ela ria, “adoro”, parou de xingar dessa vez. A gente se jogou no ninho, e dessa vez ela se ajoelha na minha boca pra eu chupar a buceta dela, coisa que fiz com grande devoção, também metendo a língua no cuzinho enquanto ela se esfregava na minha cara.Ela se olhava no espelho fazendo isso, agarrando as próprias tetas… e dizia pra si mesma: “você ainda é gostosa”., coloco ela de quatro de novo, ela nunca parava de se olhar no espelho e, ao se ver de corpo inteiro com a bunda empinada, fala: “ainda aguento, meu cú é bonito, tô gostosa”… “sim, meu amor, você tá uma delícia e quero continuar te comendo”, teve mais amor dessa vez. Um terceiro round longo, trocando de posição pra ela continuar se olhando, de lado, de frente, eu sentado no chão encostado no sofá e ela montada em mim porque queria se ver como as costas e a bunda refletiam no espelho… tenho as fotos mentais desses momentos, como eu queria que os smartphones existissem haha
Ficamos de boa, já eram umas 3 da tarde e ela tinha que voltar pra vidinha de esposa e mãe. A gente continuou se vendo por uns 3 anos, ela vinha umas 2 ou 3 vezes por ano nos "cursos", não era como se a gente se visse sempre. Na região dela, ela nunca quis nem marcar de tomar um copo d'água junto.Espero que tenham gostado, enquanto eu escrevia e lembrava, minha pica foi ficando toda babada!
P.S.: as fotos são ilustrativas, a Sandra era uma mãezona desse estilo.
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