Tava eu num domingo de manhã em casa descansando quando bateram na porta umas meninas religiosas, bom, não sabia disso de cara porque a roupa delas não entregava essas intenções. Eram umas moças normais, tímidas, que queriam me vender alguma coisa, disso eu percebi na hora, talvez vender as ideias delas. Eu tava vestida como costumo ficar em casa, com meu roupão que cobria minha lingerie, meia preta, cinta-liga, calcinha, sutiã pequeno, bom, quem lê meus contos sabe que eu adoro lingerie e me sinto muito bem quando percebo que sou desejada, seja por mulher ou por homem, e mesmo em casa nunca se sabe quem vai aparecer ou bater na porta, e não é a primeira vez que por causa da minha roupa provocante em casa eu me divirto um pouco.
O caso é que as menininhas, jovens, virgens, lindas com certeza mas muito recatadas no jeito de vestir e se arrumar, não deixavam transparecer nenhuma intenção safada ou quente, tudo eram palavras agradáveis, sobre a vida tão ruim que levamos nas cidades, sobre como o dinheiro é ruim, a ganância, a inveja e que Deus na sua palavra a Bíblia diz que os cristãos não deveriam ser assim e que está muito próximo um castigo da parte dele que vai limpar a terra de tudo que é ruim. Tudo aquilo me soou como uma dessas seitas evangélicas, Testemunhas de Jeová ou talvez Mórmons.
Mas por favor, entrem um pouquinho na minha casa, acho que não devemos falar disso na porta. Bom, não queremos atrapalhar, só vamos deixar umas revistas pra senhora ler e se quiser a gente volta outro dia... Não, não, não sei se vou estar em casa outro dia com vontade de ouvir vocês, melhor vocês me contarem do que se trata tudo isso e a gente toma alguma coisa enquanto isso? Querem um cafezinho? Muito obrigada, a gente não tá acostumada a ser tratada tão bem.
Uma era alta e loira, disfarçadamente olhei as curvas dela, embora as roupas fossem largas e não deixassem ver muito, mas dava pra ver que tinha uns peitos bons, bem grandes, e também um quadril largo porque a saia modestíssima ia até abaixo do joelho. aumentava muito de tamanho na região dos quadris, deixando imaginar uma bunda bem proeminente. Olhos azuis e bem vivos, pele muito branca, parecia norte-americana, talvez missionária daquele país, com umas sardas no nariz muito excitantes pra mim. Meio tímida, embora levasse a voz de comando, mas frequentemente olhava pra baixo quando eu intervinha ou mostrava minha discordância do que ela dizia. A outra era o oposto, morena, mais baixa, peitos menores e um pouco mais provocante dentro da modéstia, claramente espanhola e mais nova, mas mais descarada e moderna, saia mais moderna e quadris grandes também, mais gordinha, mais curvada, exceto no caso dos peitos. Olhos pretos e olhar mais desafiador, gênio mais direto e falante. Vamos, meninas, não me digam que vocês acreditam nessa história de que Deus vai fazer algo contra os avarentos ou ladrões, nunca fez. Claro que vai fazer bem em breve. E o que vocês acham do sexo? É bom se amar uns aos outros, não é? Elas se entreolharam meio coradas, principalmente a loira. A morena tentava esconder um sorrisinho, o que me deixou ver que ela era mais quente que a companheira, ou na vida dela não praticava tanto o que pregava, principalmente nesse capítulo puritano. Sexo é algo que só deve ser praticado dentro do casamento, e só entre homem e mulher. Eu não sei por que ela estava tentando me responder sobre lésbicas ou gays, eu não tinha tocado nesse assunto, mas claro, meu jaleco se abria um pouco e minha perna se mexia nervosa enquanto eu falava e sorria, talvez um pouco provocadora. Com certeza, fazer isso com aquelas santinhas estava me excitando, e só de pensar que podia seduzir umas beatas já estava molhando minha calcinha. Vamos, Deus entenderia, essas coisas são naturais, ele nos fez sexuais e com grandes desejos, a gente não tem culpa, se ele nos fez assim é pra gente usar e se divertir, não acham? E por que só sexos diferentes? Será que vocês já experimentaram com uma mulher? Pelo amor, como é que você tem coragem de dizer isso? Claro que não, não queremos ser destruídas por Deus por um pecado tão grave. Parecia que aquilo ia ser difícil demais, porque eu não via um pingo de abertura naquelas moças, inacreditável que no século 21 ainda tenha gente jovem tão atrasada. Eu continuava a conversa como se nada, mas ia abrindo minha bata semitransparente, deixando ver um pouco da minha anatomia, minhas meias pretas e cinta-liga apareciam perfeitamente. Percebi que a mais moreninha, Pepa, não tirava os olhos de mim e notei um brilho no olhar e boca entreaberta que a fez engolir saliva timidamente, acho que porque ela pressentia que não iam sair dali tão cedo. Jenny continuava citando versículos da Bíblia onde condenavam as relações homossexuais e tudo que não fosse casto e dentro do casamento. Ela não prestava tanta atenção no que eu estava fazendo porque estava focada nos argumentos. Minha mão ia abrindo minha bata aos poucos e se enfiando por baixo da minha calcinha fio dental que já estava visível, eu ia me acariciando devagar e soltava um gemido bem baixinho, meu rosto se contorcia de puro prazer que eu queria mostrar pra elas. Pepa estava nervosa e não parava de me olhar, de observar meu corpo, estava ficando com calor e a situação a deixava muito excitada, mesmo que ela tentasse evitar ou disfarçar. Jenny finalmente percebeu que eu não estava prestando atenção nos versículos dela nem na Bíblia, e que eu estava me divertindo, me masturbando na presença das duas religiosas caretíssimas. Ela olhou pra Pepa e notou que ela estava muito nervosa, mordendo o lábio inferior e, sem conseguir evitar, ficava excitada vendo eu me dedilhar sem me importar que elas estivessem ali. Mas decidi apertar mais o cerco e fingi que estava tendo um orgasmo, soltei um grito e desmaiei, com a bata aberta e meu sutiã apertando meus peitões também à mostra. Elas se entreolharam e se aproximaram de mim, sem saber o que fazer, cochichavam se eu estava bem, se queria um pouco de água. Fingi que estava voltando a mim, devagar, pedia pra elas... Tô com uma preguiça danada de me levarem pra cama, me sentindo muito estranha e queria que continuassem me contando mais coisas, por favor. Na hora, Pepa me levantou com os braços dela e nossos peitos se apertaram por um instante. Eu agarrei ela pela cintura, fui sentindo o corpo dela: peitos bons, mamilos durinhos, talvez ela tivesse excitada. Cheirava muito bem, era vaidosa, cintura fina e quadril largo. Minhas mãos desceram disfarçadamente pra bunda dela, apalpando a calcinha por cima da roupa. Era uma calcinha meio grande e sem graça. Disfarcei que tava escorregando e aproveitei pra passar a mão nas pernas dela por trás. Dava pra sentir que eram durinhas e bem torneadas.
Jenny me segurava do outro lado, e os peitos dela também ficaram perto de mim, com certeza maiores que os da Pepa. A virilha dela roçou na minha cintura por uns segundos, e eu senti um monte de Vênus bem saliente, macio, provavelmente por causa de uma boa quantidade de pelinhos na região da buceta.
Do jeito que deram, me deitaram de barriga pra cima na cama. Meu quarto tava meio bagunçado e, na cômoda, tinha vários tipos de meia-calça, sutiã, calcinha e fio dental, tudo bem provocante. Notei que a Pepa ficou olhando pra eles, talvez pensando se eu era uma puta ou, no mínimo, muito promíscua e fetichista. Mas com certeza ela gostou do que viu, até passou a mão em alguns modelinhos, sentindo um tesão especial pelo toque macio de algumas peças.
Eu vi de relance, fingi que tava voltando a mim. "Desculpa mesmo, é que não tô me sentindo bem. Se você gostou dessa roupa, pode experimentar alguma coisa." "Não, desculpa, minha mão escapou, é que aquele modelinho me atraiu." "Moça, a gente tem muita coisa pra fazer e, se a senhora já tá melhor e não quer que a gente deixe algum livro da Bíblia..." "Por favor, fiquem mais um pouco, preciso de companhia. Considerem como uma das obras de caridade de vocês, ajudando uma alma perdida e pecadora." (Fingi o papo de que eu era uma prostituta arrependida, achando que por aí conseguiria fazer elas ficarem.) "Insisto, experimenta a roupa que quiser. Ali tem um espelho e você pode fechar a porta." "A senhora não se importa?" "Claro que não. Foi um pouco constrangedor. Assenti dando minha aprovação e continuei com aquela cara de fragilidade, com uma mão por baixo da minha calcinha fio dental, acariciando meus lábios vaginais, e a outra por baixo do sutiã, tocando um peito na região da auréola e me aproximando do mamilo. O roupão já não me cobria mais, eu estava de lingerie. Jenny não sabia o que fazer: uma senhora se masturbando na frente dela e pedindo clemência pelos seus pecados, enquanto a colega dela abaixava a saia para experimentar umas meias de renda e uma calcinha fio dental.
Aproximei Jenny de mim e disse que precisava da clemência e do perdão dela, que eu era uma pecadora e precisava que ela me desse um beijo para receber sua bênção. Relutantemente, notei que ela se aproximou. Acariciei seu braço, puxando o rosto dela para perto do meu: "Por favor, me dá um beijo, preciso sentir carinho de alguém. Sou uma perdida, uma alma abandonada que todo mundo abusa e pisa. Me beija, Jenny." Ela ia me dar um beijo na bochecha, mas virei o rosto dela e a beijei na boca, suavemente. Como percebi que a peguei desprevenida, decidi atacar o mais rápido possível: com uma mão, acariciava a bunda dela enquanto a apertava contra mim, e com a outra, muito rapidamente, desabotoei o sutiã dela por trás.
Mesmo tentando, ela não conseguiu se afastar de mim e caiu na cama ao meu lado. Me movi rápido e montei em cima dela, segurando seus braços e continuando a beijá-la na boca para calar seus protestos. Cinco segundos depois, ela cedeu e começou a ficar excitada com minhas carícias e beijos apaixonados. A natureza dela se soltou, uma paixão intensa tomou conta. Era a primeira experiência dela depois de muitos anos se negando o mínimo contato físico com homens e mulheres, achando que aquilo era um pecado mortal. Ela estava selvagem debaixo de mim, com as mãos apoiadas na minha bunda, acariciando, sentindo uma excitação avassaladora, enquanto eu tirava aquele vestido horrível e recatado, desabotoando aquela quantidade enorme de botões, com nossas bocas se mordendo. mutuamente, gemindo ondas transbordantes de prazer. Pepa, vestida com seu modelito sexy, meia-calça, sutiã minúsculo e tanguinha transparente, nos olhava alucinada. Ela, que achava que Jenny era a mulher mais forte e segura, a mais fria, mais pura e distante do pecado, estava na cama beijando com desespero uma prostituta. Pepa estava surpresa, mas ao mesmo tempo muito excitada, e vi de relance que ela babava e se acariciava os peitinhos enquanto via nossa cena de sexo.
Ela se aproximou da cama e, sem nos interromper, foi tirando os sapatos de Jenny e acariciando seus pés, pernas e abaixando sua saia. Por fim, agarrou sua calcinha e puxou de uma vez, deixando à vista a buceta peluda e quase ruiva de Jenny, e umas pernas muito brancas e sardentas, mas muito macias e desejáveis. Foi acariciando ela enquanto eu continuava com minhas carícias no ombro dela, nos lóbulos da orelha e no começo dos seus peitões, suas auréolas rosadas clarinhas e seus biquinhos rosados e pontudos. Muito excitada ela estava, e dava pra ver nessas partes da anatomia que crescem por conta própria, descontroladamente, e pelo molhada que sua pererequinha parecia ao afastar aqueles pelos.
Ela gemia, muito intensamente, quase gritava, que queria mais, que aquilo era o auge e que não ligava se era pecado ou se Deus a castigava, pro diabo com a castidade. Pepa estava sentada nos joelhos de Jenny com total acesso à minha bunda, costas, etc., me acariciava os quadris, a cintura. Eu sentia uns arrepios enormes com aquelas carícias novatas e inexperientes, mas desejosas de me dar prazer, de acertar, de que eu a ensinasse a gozar pela primeira vez na sua vida casta, vida da qual ela ia sair pra nunca mais voltar e pra aproveitar o melhor da vida, pra beber em goles e saborear às colheradas.
Tivemos uma quantidade enorme de orgasmos. Quando uma gozava, a gente se dedicava a dar prazer pra outra até que as três estivéssemos plenamente satisfeitas. Trocamos várias vezes de posição: em cima, embaixo, montando, numa cadeira, em... A mesa da cozinha, tomando banho juntas... Passamos a manhã inteira e parte da tarde, comemos o que eu consegui encontrar na geladeira, o tempo todo peladas, nos acariciando e nos beijando. Minhas amigas religiosas decidiram que iam falar com os chefes da congregação cristã e, se não dessem uma solução, procurariam um jeito mais libertino de viver, mas também mais prazeroso.
O caso é que as menininhas, jovens, virgens, lindas com certeza mas muito recatadas no jeito de vestir e se arrumar, não deixavam transparecer nenhuma intenção safada ou quente, tudo eram palavras agradáveis, sobre a vida tão ruim que levamos nas cidades, sobre como o dinheiro é ruim, a ganância, a inveja e que Deus na sua palavra a Bíblia diz que os cristãos não deveriam ser assim e que está muito próximo um castigo da parte dele que vai limpar a terra de tudo que é ruim. Tudo aquilo me soou como uma dessas seitas evangélicas, Testemunhas de Jeová ou talvez Mórmons.
Mas por favor, entrem um pouquinho na minha casa, acho que não devemos falar disso na porta. Bom, não queremos atrapalhar, só vamos deixar umas revistas pra senhora ler e se quiser a gente volta outro dia... Não, não, não sei se vou estar em casa outro dia com vontade de ouvir vocês, melhor vocês me contarem do que se trata tudo isso e a gente toma alguma coisa enquanto isso? Querem um cafezinho? Muito obrigada, a gente não tá acostumada a ser tratada tão bem.
Uma era alta e loira, disfarçadamente olhei as curvas dela, embora as roupas fossem largas e não deixassem ver muito, mas dava pra ver que tinha uns peitos bons, bem grandes, e também um quadril largo porque a saia modestíssima ia até abaixo do joelho. aumentava muito de tamanho na região dos quadris, deixando imaginar uma bunda bem proeminente. Olhos azuis e bem vivos, pele muito branca, parecia norte-americana, talvez missionária daquele país, com umas sardas no nariz muito excitantes pra mim. Meio tímida, embora levasse a voz de comando, mas frequentemente olhava pra baixo quando eu intervinha ou mostrava minha discordância do que ela dizia. A outra era o oposto, morena, mais baixa, peitos menores e um pouco mais provocante dentro da modéstia, claramente espanhola e mais nova, mas mais descarada e moderna, saia mais moderna e quadris grandes também, mais gordinha, mais curvada, exceto no caso dos peitos. Olhos pretos e olhar mais desafiador, gênio mais direto e falante. Vamos, meninas, não me digam que vocês acreditam nessa história de que Deus vai fazer algo contra os avarentos ou ladrões, nunca fez. Claro que vai fazer bem em breve. E o que vocês acham do sexo? É bom se amar uns aos outros, não é? Elas se entreolharam meio coradas, principalmente a loira. A morena tentava esconder um sorrisinho, o que me deixou ver que ela era mais quente que a companheira, ou na vida dela não praticava tanto o que pregava, principalmente nesse capítulo puritano. Sexo é algo que só deve ser praticado dentro do casamento, e só entre homem e mulher. Eu não sei por que ela estava tentando me responder sobre lésbicas ou gays, eu não tinha tocado nesse assunto, mas claro, meu jaleco se abria um pouco e minha perna se mexia nervosa enquanto eu falava e sorria, talvez um pouco provocadora. Com certeza, fazer isso com aquelas santinhas estava me excitando, e só de pensar que podia seduzir umas beatas já estava molhando minha calcinha. Vamos, Deus entenderia, essas coisas são naturais, ele nos fez sexuais e com grandes desejos, a gente não tem culpa, se ele nos fez assim é pra gente usar e se divertir, não acham? E por que só sexos diferentes? Será que vocês já experimentaram com uma mulher? Pelo amor, como é que você tem coragem de dizer isso? Claro que não, não queremos ser destruídas por Deus por um pecado tão grave. Parecia que aquilo ia ser difícil demais, porque eu não via um pingo de abertura naquelas moças, inacreditável que no século 21 ainda tenha gente jovem tão atrasada. Eu continuava a conversa como se nada, mas ia abrindo minha bata semitransparente, deixando ver um pouco da minha anatomia, minhas meias pretas e cinta-liga apareciam perfeitamente. Percebi que a mais moreninha, Pepa, não tirava os olhos de mim e notei um brilho no olhar e boca entreaberta que a fez engolir saliva timidamente, acho que porque ela pressentia que não iam sair dali tão cedo. Jenny continuava citando versículos da Bíblia onde condenavam as relações homossexuais e tudo que não fosse casto e dentro do casamento. Ela não prestava tanta atenção no que eu estava fazendo porque estava focada nos argumentos. Minha mão ia abrindo minha bata aos poucos e se enfiando por baixo da minha calcinha fio dental que já estava visível, eu ia me acariciando devagar e soltava um gemido bem baixinho, meu rosto se contorcia de puro prazer que eu queria mostrar pra elas. Pepa estava nervosa e não parava de me olhar, de observar meu corpo, estava ficando com calor e a situação a deixava muito excitada, mesmo que ela tentasse evitar ou disfarçar. Jenny finalmente percebeu que eu não estava prestando atenção nos versículos dela nem na Bíblia, e que eu estava me divertindo, me masturbando na presença das duas religiosas caretíssimas. Ela olhou pra Pepa e notou que ela estava muito nervosa, mordendo o lábio inferior e, sem conseguir evitar, ficava excitada vendo eu me dedilhar sem me importar que elas estivessem ali. Mas decidi apertar mais o cerco e fingi que estava tendo um orgasmo, soltei um grito e desmaiei, com a bata aberta e meu sutiã apertando meus peitões também à mostra. Elas se entreolharam e se aproximaram de mim, sem saber o que fazer, cochichavam se eu estava bem, se queria um pouco de água. Fingi que estava voltando a mim, devagar, pedia pra elas... Tô com uma preguiça danada de me levarem pra cama, me sentindo muito estranha e queria que continuassem me contando mais coisas, por favor. Na hora, Pepa me levantou com os braços dela e nossos peitos se apertaram por um instante. Eu agarrei ela pela cintura, fui sentindo o corpo dela: peitos bons, mamilos durinhos, talvez ela tivesse excitada. Cheirava muito bem, era vaidosa, cintura fina e quadril largo. Minhas mãos desceram disfarçadamente pra bunda dela, apalpando a calcinha por cima da roupa. Era uma calcinha meio grande e sem graça. Disfarcei que tava escorregando e aproveitei pra passar a mão nas pernas dela por trás. Dava pra sentir que eram durinhas e bem torneadas.
Jenny me segurava do outro lado, e os peitos dela também ficaram perto de mim, com certeza maiores que os da Pepa. A virilha dela roçou na minha cintura por uns segundos, e eu senti um monte de Vênus bem saliente, macio, provavelmente por causa de uma boa quantidade de pelinhos na região da buceta.
Do jeito que deram, me deitaram de barriga pra cima na cama. Meu quarto tava meio bagunçado e, na cômoda, tinha vários tipos de meia-calça, sutiã, calcinha e fio dental, tudo bem provocante. Notei que a Pepa ficou olhando pra eles, talvez pensando se eu era uma puta ou, no mínimo, muito promíscua e fetichista. Mas com certeza ela gostou do que viu, até passou a mão em alguns modelinhos, sentindo um tesão especial pelo toque macio de algumas peças.
Eu vi de relance, fingi que tava voltando a mim. "Desculpa mesmo, é que não tô me sentindo bem. Se você gostou dessa roupa, pode experimentar alguma coisa." "Não, desculpa, minha mão escapou, é que aquele modelinho me atraiu." "Moça, a gente tem muita coisa pra fazer e, se a senhora já tá melhor e não quer que a gente deixe algum livro da Bíblia..." "Por favor, fiquem mais um pouco, preciso de companhia. Considerem como uma das obras de caridade de vocês, ajudando uma alma perdida e pecadora." (Fingi o papo de que eu era uma prostituta arrependida, achando que por aí conseguiria fazer elas ficarem.) "Insisto, experimenta a roupa que quiser. Ali tem um espelho e você pode fechar a porta." "A senhora não se importa?" "Claro que não. Foi um pouco constrangedor. Assenti dando minha aprovação e continuei com aquela cara de fragilidade, com uma mão por baixo da minha calcinha fio dental, acariciando meus lábios vaginais, e a outra por baixo do sutiã, tocando um peito na região da auréola e me aproximando do mamilo. O roupão já não me cobria mais, eu estava de lingerie. Jenny não sabia o que fazer: uma senhora se masturbando na frente dela e pedindo clemência pelos seus pecados, enquanto a colega dela abaixava a saia para experimentar umas meias de renda e uma calcinha fio dental.
Aproximei Jenny de mim e disse que precisava da clemência e do perdão dela, que eu era uma pecadora e precisava que ela me desse um beijo para receber sua bênção. Relutantemente, notei que ela se aproximou. Acariciei seu braço, puxando o rosto dela para perto do meu: "Por favor, me dá um beijo, preciso sentir carinho de alguém. Sou uma perdida, uma alma abandonada que todo mundo abusa e pisa. Me beija, Jenny." Ela ia me dar um beijo na bochecha, mas virei o rosto dela e a beijei na boca, suavemente. Como percebi que a peguei desprevenida, decidi atacar o mais rápido possível: com uma mão, acariciava a bunda dela enquanto a apertava contra mim, e com a outra, muito rapidamente, desabotoei o sutiã dela por trás.
Mesmo tentando, ela não conseguiu se afastar de mim e caiu na cama ao meu lado. Me movi rápido e montei em cima dela, segurando seus braços e continuando a beijá-la na boca para calar seus protestos. Cinco segundos depois, ela cedeu e começou a ficar excitada com minhas carícias e beijos apaixonados. A natureza dela se soltou, uma paixão intensa tomou conta. Era a primeira experiência dela depois de muitos anos se negando o mínimo contato físico com homens e mulheres, achando que aquilo era um pecado mortal. Ela estava selvagem debaixo de mim, com as mãos apoiadas na minha bunda, acariciando, sentindo uma excitação avassaladora, enquanto eu tirava aquele vestido horrível e recatado, desabotoando aquela quantidade enorme de botões, com nossas bocas se mordendo. mutuamente, gemindo ondas transbordantes de prazer. Pepa, vestida com seu modelito sexy, meia-calça, sutiã minúsculo e tanguinha transparente, nos olhava alucinada. Ela, que achava que Jenny era a mulher mais forte e segura, a mais fria, mais pura e distante do pecado, estava na cama beijando com desespero uma prostituta. Pepa estava surpresa, mas ao mesmo tempo muito excitada, e vi de relance que ela babava e se acariciava os peitinhos enquanto via nossa cena de sexo.
Ela se aproximou da cama e, sem nos interromper, foi tirando os sapatos de Jenny e acariciando seus pés, pernas e abaixando sua saia. Por fim, agarrou sua calcinha e puxou de uma vez, deixando à vista a buceta peluda e quase ruiva de Jenny, e umas pernas muito brancas e sardentas, mas muito macias e desejáveis. Foi acariciando ela enquanto eu continuava com minhas carícias no ombro dela, nos lóbulos da orelha e no começo dos seus peitões, suas auréolas rosadas clarinhas e seus biquinhos rosados e pontudos. Muito excitada ela estava, e dava pra ver nessas partes da anatomia que crescem por conta própria, descontroladamente, e pelo molhada que sua pererequinha parecia ao afastar aqueles pelos.
Ela gemia, muito intensamente, quase gritava, que queria mais, que aquilo era o auge e que não ligava se era pecado ou se Deus a castigava, pro diabo com a castidade. Pepa estava sentada nos joelhos de Jenny com total acesso à minha bunda, costas, etc., me acariciava os quadris, a cintura. Eu sentia uns arrepios enormes com aquelas carícias novatas e inexperientes, mas desejosas de me dar prazer, de acertar, de que eu a ensinasse a gozar pela primeira vez na sua vida casta, vida da qual ela ia sair pra nunca mais voltar e pra aproveitar o melhor da vida, pra beber em goles e saborear às colheradas.
Tivemos uma quantidade enorme de orgasmos. Quando uma gozava, a gente se dedicava a dar prazer pra outra até que as três estivéssemos plenamente satisfeitas. Trocamos várias vezes de posição: em cima, embaixo, montando, numa cadeira, em... A mesa da cozinha, tomando banho juntas... Passamos a manhã inteira e parte da tarde, comemos o que eu consegui encontrar na geladeira, o tempo todo peladas, nos acariciando e nos beijando. Minhas amigas religiosas decidiram que iam falar com os chefes da congregação cristã e, se não dessem uma solução, procurariam um jeito mais libertino de viver, mas também mais prazeroso.
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