Sempre quis ser uma gostosa bandida

Fala, galera! Essa é a minha primeira história aqui no site e também a minha primeira depois de muito tempo. Tô voltando aos poucos com a prática, qualquer dica ou ajuda é bem-vinda!

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Não me surpreendeu nada quando a Lourdes falou que tava afim daquele cara. Ele era o mais gato da sala; simpático, educado, muito na dele com a atitude e tinha uns olhos que despiam a alma só com um olhar. Se eu fosse supersticiosa, acreditaria se me dissessem que ele era um bruxo, porque a magia dos olhos verdes dele hipnotizava na hora. Por outro lado, me dava curiosidade saber por que ela tava interessada nele, se sentia a mesma magia, ou se era outra coisa que tava causando essa atração nela.Não se iluda, ela tá em outra categoria.— falei pra ela, tentando baixar um pouco as expectativas dela —Além disso, falam muita coisa sobre ele. Por que você ia querer ficar com um cara desses?E era verdade. Na faculdade, os boatos rolavam o tempo todo, e ele não escapava. O mais forte deles era que ele era um mulherengo, que sempre tava com uma mina diferente e que era uma pessoa extremamente superficial. Não me surpreendia nada, com certeza ele devia ter facilidade com as pessoas; carisma não faltava.

Por outro lado, tinha quem comentasse que o Diego não sentia atração por mulheres, afinal, nunca tínhamos visto ele com uma namorada e nunca soubemos de nenhuma mina que tivesse ficado com ele. Fosse verdade ou não, eu gostava que ele sabia manter a vida privada dele como tal.

Tinha sido uma aula chata, a professora falou por horas sobre um assunto irrelevante e que muita gente já conhecia. Quase tinha dormido, mas o barulho da sala esvaziando me acordou. Eu e a Lou saímos juntas, mas ela parecia decidida. Ela se separou de mim com um sorriso e foi direto encarar o Diego. Olhei pra ela da minha posição, ainda tentando acordar, meio incrédula com a confiança que ela tinha naquele momento e com ciúmes de que ela tinha dado o primeiro passo.

Pra minha surpresa, ele respondeu com um sorriso. Não dava pra ouvir o que eles diziam, mas parecia bem animado. Ela se virou e levantou a mão pra me cumprimentar, claramente indo embora com ele.

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Não sei o que rolou entre eles naquele dia, mas foi quase uma semana depois que eu descobri que tinham começado a sair. Ela me contou com um sorriso, toda feliz e esperançosa. Da minha parte, senti uma sensação bem agridoce, embora não pudesse me sentir traída porque nunca confessei pra ela minha atração pelo Diego.

A aula passou sem graça nem glória. Não teve muita comunicação entre a gente naquele dia e não voltamos a nos falar até o sábado, quando fiz uma videochamada pra Lou.Shh, não fala nada.— eu disse, enfatizando com um dedo sobre meus lábios —Fica quieta, cala a boca.Silenciei a videochamada e coloquei o celular no criado-mudo, apontando a câmera pra minha cama. Sentei na cama, pisquei um olho e parei de dar atenção ao celular por um tempo.

Diego abriu a porta do meu quarto e entrou com dois copos. Tava lindo, como sempre, os olhos verdes dele pareciam lanternas brilhando na luz fraca do abajur do meu criado-mudo. Levantei e fui até ele, mas antes virei pra olhar o celular com um sorriso bem safado. Mordi o lábio e encarei ele direto.Você tá muito gostoso hoje.— paquerei sem medo algum —, você tá sempre gostoso, mas sei lá, hoje você tá mais gostoso aindaEla riu do que eu disse. Com certeza recebia cantada direto, e o que eu tinha falado não era lá essas coisas. Mesmo assim, ela retribuiu com um sorriso. Deixou os copos em cima da cômoda e, sem dar tempo pra mais nada, coloquei minhas mãos no peito dela e avancei pra dar um beijo na boca dela.

Senti os braços dela me envolverem e deslizarem pelas minhas costas. Cheguei mais um passo perto e pressionei o corpo contra o dela. Ela estava tão gostosa e era tão bom sentir ela em mim que não consegui segurar a empolgação. Aprofundei o beijo, enfiando minha língua na boca dela, ela aceitou e correspondeu, as mãos dela percorreram minhas costas e se aventuraram a pousar na minha bunda. Comecei a desabotoar a camisa dela, deixando à mostra uns peitorais bem definidos que apareciam a cada botão que eu soltava.Ah, mano, não sei o que tá rolando comigo, nunca tinha acontecido uma parada assim.— menti.é que você pode me aguentar.Me separei dele e levantei minha blusa pra mostrar meus peitos duros e a pele arrepiada ao redor. Totalmente excitada. Ele deu um sorrisinho, mas as mãos safadas dele traíram aquele comportamento tão estoico que ele tinha até então, e se atiraram nas minhas tetas, começando a massagear enquanto os dedos indicadores brincavam com meus bicos.

Minhas mãos desceram enquanto ele se distraía. Eu tinha prática em soltar cintos, e fiz isso sem olhar, sem tirar os olhos dos olhos dele enquanto o via se perder nas minhas curvas. A calça dele caiu e minhas mãos tocaram um tecido bem macio que escondia um pau bem duro que pulsava pedindo pra sair.Que bom que não sou a única que tá assim.Dessa vez fui eu quem fez o sorriso safado que ele já tinha repetido duas vezes. Dei um beijinho nos lábios dele, bem suave, e me ajoelhei na frente dele. Olhei bem nos olhos dele enquanto meus dedos pegavam na borda da cueca dele e baixei o olhar pra ver como ela ia saindo aos poucos conforme eu ia puxando pra baixo.
Na minha frente, pulou feito uma fera à espreita e ficou dura, esperando. Não esperei muito, peguei a rola dele com as duas mãos e passei a língua nos lábios enquanto dava um último olhar nos olhos dele antes de meter na minha boca. Ele terminou de tirar a camisa e eu comecei a chupar, de mais devagar pra mais rápido. Eu tinha me agarrado com força nas nádegas dele pra ter estabilidade, ele colocou uma das mãos na minha nuca e acompanhava meus movimentos, embora às vezes apertasse pra eu meter mais fundo na boca. Cada vez que eu soltava, dava pra ver como ela tava cada vez mais melada de saliva, e isso parecia excitar ele pra caralho.

Desci uma das mãos e meti por baixo da minha saia pra começar a me masturbar enquanto chupava ele. Ele colocou a outra mão na minha nuca e começou a comer minha boca sem piedade. Metia até o fundo e tirava por uns segundos pra me dar um respiro. Ela tava dura que nem pedra, e eu sentia essa dureza ainda mais evidente cada vez que ele tirava e batia no meu rosto com ela.

Não aguentei mais, me levantei e minha blusa caiu no chão quando finalmente tirei. Arranhei o peito dele com as unhas e me virei pra me ajoelhar na cama, ficando de frente pro celular, mas evitei olhar. A ligação não tinha caído.

Rebolava a bunda de um lado pro outro pra provocar o Diego e convidar ele a vir. Ele se aproximou, apalpou minhas nádegas por um momento, mas as mãos dele me agarraram e me empurraram pra me virar. Fiquei com as costas apoiadas no colchão, e as mãos dele começaram a me masturbar por cima da calcinha fio dental. Ele me olhou fixo, eu mordi os lábios pra mostrar que tava gostando do que ele fazia.

Meu primeiro gemido da noite escapou quando senti o formigamento de Os dedos dele acariciando devagar. Ele comentou como eu tava molhada, mas tão distraída pelo prazer, não lembro exatamente o que disse. Me virou de novo, de quatro outra vez. Escondi o rosto entre os braços e empinei a bunda, pronta pra ele, que não demorou pra puxar minha calcinha fio dental e começar a me provocar encostando aquela pica tão dura na minha buceta encharcada.

Um gemido profundo saiu junto com o momento em que ele me penetrou. Senti ela percorrer meu corpo inteiro até a barriga dele bater nas minhas nádegas. Ele tava tão melado pela minha saliva e eu tão lubrificada que entrou como uma luva. Começou a me comer de pouquinho. Os olhos dele estavam perdidos na minha bunda, e então levantei o olhar pra ver o celular. A Lourdes tava chocada, mas dava pra ver que ela olhava com muita atenção. Não sei dizer o que sentia, porque não sei mesmo, mas também não tava muito preocupada naquele momento.

Diego tinha me agarrado pela cintura e começou a me comer mais forte. Sentia nossos corpos batendo palmas ao se chocarem, e cada tentativa minha de respirar era acompanhada por um gemido de prazer, e é que, mesmo não sendo tão grande, ele tava tão duro que eu sentia em cada terminação nervosa do meu corpo.

Ele me puxou pelos cabelos e me levantou contra ele. Minhas costas bateram no peito nu dele enquanto ele continuava em pé ao lado da cama, empurrando e tirando sem parar. Respirava no meu ouvido, me esquentando ainda mais.

Levei minhas mãos até as dele e fiz ele agarrar meus peitos, me incomodava como eles balançavam a cada estocada, e ao mesmo tempo senti o prazer dos dedos dele quando imediatamente beliscou meus mamilos e mordeu minha orelha. Levantei minha saia e comecei a masturbar meu clitóris enquanto ele continuava me comendo sem descanso. Comecei a ouvir os gemidos dele cada vez mais fortes, fruto do cansaço e da excitação que ele sentia.

Me virou de novo, olhei na cara dele e mordi um dedo enquanto esperava, embora ele tivesse a mesma intenção. porque ele tirou meu dedo da minha boca e colocou o dele, que eu mordi na hora e enchi de saliva.
As mãos dele abriram minhas pernas, minha buceta odiava a brisa da janela na sua superfície molhada a cada segundo que ele a deixava de fora. Mas o sofrimento dela acabou quando o pau dele voltou a percorrê-la por inteiro para enchê-la. Abri bem minhas pernas e deixei que ele continuasse me comendo do jeito que quisesse. Eu estava me tornando completamente dele na minha cama, e não dava pra aproveitar mais a maneira como ele me comia.Como é que tá se sentindo? Melhor que a da Lourdes?— perguntei provocando ele, e sabendo que ela estava me ouvindo —Ela fica molhada igual a mim?Minha surpresa foi quando a resposta dela foi um«não», mas não pelo simples fato da palavra, mas pela explicação que veio depois: Ele ainda não tinha comido ela. Foi um baque de adrenalina muito forte que senti, mas isso me encheu de prazer.
Levantei o olhar pra ver o celular e tirar uma onda com ela, mas a surpresa voltou quando vi a imagem na tela. Ela estava se masturbando, e eu podia ver a cara de prazer dela, corada e ofegante, enquanto os ombros mostravam o movimento das mãos. Foi uma acumulação de sensações que finalmente me levou ao orgasmo. Meu corpo tremeu, minhas pernas tremeram ainda mais, e eu acompanhei com um gemido intenso que Diego recompensou com estocadas mais rápidas e profundas.

Ele parou por um momento, me deu um respiro e um tempo pra me recuperar, mas logo depois eu fiquei de joelhos no chão, juntando meus peitos com as duas mãos enquanto ele se masturbava na minha frente. Até que finalmente todo o leite branco e quente dele caiu na minha pele.
Respirei fundo pra acalmar a tesão, e me sentei encostando as costas na cama. Me virei mais uma vez pra olhar o celular, a chamada tinha terminado. Diego sentou do meu lado, falou alguma coisa, mas meus ouvidos não escutaram nada do que ele dizia, minha mente tinha muita coisa pra processar.

Foi aí que eu entendi. Longe de incomodar ela, percebi que minha amiga era uma corna, daquelas que ficam excitadas sendo corna e vendo o parceiro com outras pessoas; e eu, era a que comia o namorado dela e satisfazia essa tara específica. Com certeza ia render uma longa conversa entre nós duas...

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Esse conto foi sob encomenda, é uma fantasia na qual eu sou meio alheia e novata, mas tentei cumprir tudo que a garota (Lourdes) que tinha essa fantasia foi me ensinando... O que acharam?
Tenho um canal no telegram onde vou postando contos aos poucos, se quiserem dar uma olhadinha, é cam_snow

2 comentários - Sempre quis ser uma gostosa bandida

Me imaginé todo mientras lo leía, está muy bien hecho, y el final no me lo esperaba. Seguí escribiendo más, por favor! 🔥🔥