Minha esposa gostosa

Meu nome é Jennifer, embora nem sempre tenha me chamado assim — antes me chamava Luis. Comecei como a maioria de nós, vestindo as roupas da minha mãe, irmãs, primas e, mais tarde, as da minha esposa. Mas no meio disso tive experiências com garotas e algumas donas que conhecia na internet, onde eu sempre fazia o papel de submissa feminizada. Minha primeira experiência com uma dona foi com uma que conheci num chat e, depois de conversarmos algumas vezes, marcamos um dia num bar para nos conhecermos. No encontro, eu tinha que ir de calcinha e sutiã preto de renda, que comprei no mesmo dia, e mostrar a nota fiscal pra provar que não estava enganando ela. Cheguei um pouco antes dela. Quando ela chegou, sentamos numa mesa no fundo, pedimos algo e começamos a conversar. — Tá vestindo o que eu mandei? — Sim, minha dona. — Mostra pra eu ver. — Aqui? — Algum problema? Porque se for assim, a gente pega a porta e cada um vai pro seu lado. — Não. — Então levanta a blusa pra eu ver o sutiã. Com muita vergonha, já que o bar tava cheio. — Agora a calcinha. Do jeito que você tá sentada, desabotoa o botão, abaixa o zíper, levanta um pouco e me mostra. — Sim, minha dona. — Beleza, vejo que teve bom gosto na escolha. Por dentro você já é mulher, agora falta fazer por fora. Quando terminamos, fomos pra casa dela, que não ficava longe dali. No caminho, conversamos sobre os limites que já tínhamos combinado no chat. Eram bem simples: eu não queria nada pesado e nada de homens. Só seria a putinha submissa dela, mas com esses limites. Quando chegamos na casa dela, ela me mandou tirar a roupa e conferiu se eu estava bem depilada, como ela tinha pedido. E começou minha transformação. Ela me vestiu com um uniforme de empregada bem curto, que quando eu me abaixava deixava minha bunda toda de fora, umas meias pretas, uma cinta-liga e uns saltos agulha de uns dez centímetros, com os quais tive muita dificuldade pra me manter em pé, e uma peruca ruiva. Quando terminou, me mandou apoiar os cotovelos uma mesa deixando toda a minha bunda exposta. - você disse que nunca tinha colocado nada no cu, além de algum dedo de vez em quando. - sim, minha ama - então a partir de hoje, quando estiver comigo, você vai sempre usar esse vibrador enfiado no seu cu de putinha. - sim, minha ama. Tinha uns 10 centímetros, primeiro ela baixou um pouco minha calcinha, lubrificou um pouco e foi enfiando devagar, enfiou e tirou umas quantas vezes, depois subiu minha calcinha e mandou eu segui-la. Eu mal conseguia andar entre os saltos e aquilo enfiado no meu cu, dava uns passinhos bem curtos, mas ao mesmo tempo muito femininos. Ela me levou até onde estavam os produtos de limpeza, me deu um espanador e mandou eu tirar o pó. Bem na hora que a gente ia pra sala de jantar, aquilo começou a vibrar no meu cu e, como eu não esperava, me fez cair no chão, arrancando uma gargalhada dela. - vai se acostumando, porque quando eu tiver vontade, vou ativar com o controle remoto. Enquanto eu ia limpando, ela apertava o botãozinho e eu tinha que parar e me apoiar onde dava, de tanto prazer que sentia. - o que foi, neném? Parece que você tá excitada. - siiiim, minha ama - como eu adoro te ver assim, vendo essas poses tão femininas que você faz quando se apoia, dobrando as perninhas um pouco, do jeito que você faz, hahaha. Eu gemia de prazer enquanto ela falava e aumentava um pouco mais a velocidade. Já tinha gozado várias vezes e estava com a calcinha bem molhada, o que era bem desconfortável. - parece que a neném tá adorando. - siiiiiiiim. Assim continuou até eu terminar de tirar o pó. Ela me mandou subir pro quarto, onde me fez trocar de roupa. Me deu uma calcinha fio dental rosa, um top branco, uma saia de colegial com tons rosados que deixava metade da bunda de fora, e umas meias brancas com lacinhos rosa. Ela me fez andar um pouco pelo quarto e pelo corredor, enquanto continuava apertando o vibrador no meu cu. Enquanto isso, ela colocou um cinto de strap-on que me fez chupar por um bom tempo e, depois, tirou o vibrador do meu cu e, me colocando de quatro como uma putinha, ficou... fodendo por um bom tempo. - você se comportou como uma boa putinha, já pode vestir sua roupa, a calcinha fio-dental você deixa, e pega esse sutiã rosa e coloca, e pode ir. Eu te aviso pra outro dia e você vem com a roupa íntima que está usando agora. - sim, senhora. Tivemos várias outras sessões até que conheci uma garota da minha idade, a Gemma, sem experiência, mas que dizia ser dominante e estava procurando um cara como eu pra começar. Então comecei a sair com ela. No começo, tive que ir guiando ela, até que ela foi aprendendo rápido e, aos poucos, foi incorporando coisas novas. Mas com o tempo, aconteceu algo que mudou a vida dos dois: a gente acabou se apaixonando. Dois anos depois, decidimos casar e alugamos um apartamento, onde eu finalmente pude ter meu próprio closet. Durante a semana, como os dois trabalhavam, dividíamos as tarefas de casa. Nos fins de semana, eu sempre tinha que fazer tudo vestido de mulher: às vezes de empregada, outras como uma mulher normal. E depois ela brincava um pouco comigo, me transformando na putinha dela, me penetrava, e então, como qualquer casal, a gente transava de forma normal. Com o tempo, talvez por monotonia, fomos deixando essas práticas de lado aos poucos, menos as relações de casal. Eu continuava me vestindo de mulher, mas cada vez menos também. Até que um dia fui demitido do trabalho e passei a ser o dono de casa durante a semana inteira. O tempo foi passando, e eu não achava nada. Já tinha passado um ano, e eu nem procurava mais, tinha me acomodado naquela vida. Com o salário dela e meu seguro-desemprego, a gente conseguia se virar. Já fazia mais de seis meses que eu não me vestia de mulher. Um dia, peguei minha roupa de empregada e comecei a fazer as tarefas de novo assim. Quando ela chegou, eu ainda estava daquele jeito, mas ela não disse nada, porque achou normal. A partir daí, comecei a me vestir de novo alguns dias, até que virou todo dia. O tempo foi passando, e faltavam seis meses de seguro-desemprego. Comecei a procurar trabalho de novo. mas não tinha jeito, e fui entrando numa depressão, e isso afetou nosso relacionamento de casal, eu nunca tinha vontade de fazer amor, sempre arrumava alguma desculpa, mais comum em mulheres do que em homens. Ficamos três meses sem fazer nada, depois mais dois, e depois disso, nunca mais. Meu seguro-desemprego tinha acabado, e eu tava recebendo aquele auxílio que dão depois, mas com isso a gente não chegava no fim do mês. Um dia, a Gemma disse que precisávamos conversar. — Isso não pode continuar assim, você tem que achar algo já. Além disso, em casa você tá sempre ausente, sempre calado, ou melhor, calada, porque faz tempo que não te vejo vestido de homem, e de relação sexual nem vou falar, já esqueci a última vez. — Eu sei, mas não aparece nada, e toda essa agonia me faz agir assim, não tenho vontade de nada. E essa coisa de me vestir assim, voltei pra tentar me animar um pouco, porque sempre gostei, comecei de novo e no fim tomou conta de mim, me sinto confortável assim. — Não me incomoda que você ande assim, mas o que não quero é que me deixe de lado. Se você tá mal, se apoia em mim. — Você tem razão, mas tô destruído e não consigo me animar com nada. Só me esqueço um pouco quando me visto assim, enquanto escolho a roupa, visto, e enquanto faço as tarefas assim, não fico tão angustiado. — Me promete que vai tentar virar o jogo? — Sim. Passaram quase dois meses, e um dia ela me chamou pra subir no quarto. — Veste isso que tá em cima da cama, quero brincar um pouco. Tinha um conjunto de tanguinha com um espartilho de renda, umas meias, tudo vermelho, sapatos de salto preto e uma peruca loira. Ela me maquiou como uma puta e me fez sentar na cama, enquanto pegava o celular e vi que mandava uma mensagem. Cinco minutos depois, bateram na porta. — Fica aqui que vou ver quem é. Na hora, ela entra com um cara de uns 30 anos no quarto. — O que esse homem tá fazendo aqui? — falei nervoso e assustado. — Olha, as coisas não mudam, pelo contrário, cada vez tão piores. Faz Meses que vivo com uma mulher em vez de com um homem, e me parece que dentro de você tem uma mulher reprimida que você tem medo de deixar sair, e eu vou te ajudar a tirá-la — mas que porra esse cara tá fazendo aqui. — Muito fácil pra saber se você tem uma mulher dentro de você: você vai chupar ele. — Como assim vou chupar ele? Nada disso, já pode pegar a porta e vazar. — Você vai fazer o que eu mandar. Enquanto me dava um tapa. — Eu não quero chupar nada. Ela me deu outro tapa — Você vai fazer na boa ou na ruim, ou você faz ou ele te obriga e vai ser pior. — Mas por que você tá fazendo isso comigo? — Quero saber o que você é, se é um homem ou uma puta, então já sabe: fica de joelhos e começa a chupar ele. — Porra, não quero. Ela fez um sinal, ele se aproximou e me pegou pelo pescoço, me forçando a me ajoelhar. — Tá bom, para, eu faço. Eu abaixei a calça de moletão que ele tava usando e a cueca, e fiquei na frente da rola dele, peguei com as mãos com muito nojo e, de olhos fechados, meti na boca, enquanto ela explicava: — Olha, você vai escolher o que quer ser daqui pra frente. Se quiser continuar como até agora, quando ver que ele vai gozar, tira a boca e deixa gozar no chão, e você só vai ter tido a experiência de chupar uma rola. E se quiser ser uma travesti puta, que vai dar bom pra gente ganhar um dinheiro extra, ele tem que gozar na sua boca. Enquanto eu ia chupando, ela gravava tudo. Fiquei uns 20 minutos assim até que senti que ele ia gozar e parei de chupar, mas não saiu nada. — Tá esperando o quê? Continua, ainda não gozou. Eu meti de novo na boca, e não deu nem 10 segundos, ele descarregou tudo dentro de mim e na minha cara quando eu tirei a boca. Eu fiquei naquela posição chorando enquanto ele jogava 10 euros no chão e ia embora. — Você foi muito bem, Jennifer, sabia que ia escolher certo. E como puta, não vai faltar trabalho, eu cuido disso. — Eu não vou trabalhar como puta. — Você já fez. Querido, assim fazendo ele gozar na sua boca. — Eu não queria, mas vocês me armaram uma cilada, ele ia gozar e eu parei de chupar, e você me fez recarregar de novo. — Devia ter sido mais esperta, se tivesse pegado com a mão antes de colocar de novo na boca, ele teria gozado no chão, e agora você podia continuar como sempre, mas agora tem que assumir as consequências. Além disso, olha pelo lado bom, as duas vão ter trabalho. — Que não vou trabalhar de puta. — Bom, como quiser, mas o vídeo que gravei pode chegar a pessoas que você não ia gostar. — Porra, não me faz isso, é só um mau momento que tô passando, você sabe que te amo. — Eu sei, mas eu quero um homem em casa, não uma mulher, e há pouco você me mostrou isso. Em vez de encarar ele com um par de bolas quando ele te pegou pelo pescoço, você se comportou como uma mulher submissa, se ajoelhou e começou a chupar ele. Eu achava que você tinha mais sangue. — E o que você queria? Que a gente se pegasse na porrada? — Isso não teria acontecido. A gente ficou mais um tempão discutindo, mas não consegui mudar a ideia dela. Se eu não fizesse o que ela mandava, o vídeo ia ser enviado por engano, e no final, pra fechar, ela me disse: — Nosso relacionamento começou comigo sendo sua dona e você minha putinha submissa, e agora vai voltar a ser assim. Você vai me obedecer em tudo, e dessa vez os limites quem ponho sou eu. Olha por esse lado: eu vou ser sua gostosa e você a puta. Da minha boca saiu: — Sim, minha dona. — Assim que eu gosto. No dia seguinte de manhã, Gemma me disse que ia sair pra fazer umas compras que precisava pra mim, que eu vestisse meu uniforme de empregada e fizesse toda a faxina da casa. Ela chegou quase na hora do almoço. Depois de comer, me mandou subir pro quarto. — Tira a roupa que você vai trocar de roupa, porque daqui a pouco vai chegar um cliente. Em cima da cama tinham várias saias, tops, lingerie e uns sapatos de salto alto brancos. Ela me fez vestir uma tanga branca, sutiã e um top branco com uma minissaia branca que deixava metade da Meu cu pra fora, meia-calça, cinta-liga e os sapatos, me maquiei igual uma puta e mandei uma mensagem no celular. Em 5 minutos bateram na porta, era o mesmo cara do dia anterior. — Então, Jennifer, por ser a primeira vez, você vai se deixar levar por ele, aproveita o corpo dele como qualquer mulher aproveitaria o seu macho. Agora você é a mulher dele e tá morrendo de vontade de ser possuída.

Ele me pegou pela cintura e, sem eu esperar, me colou no corpo dele e começou a me beijar, enfiando a língua até minha garganta. Enquanto me beijava, a Gemma falou pra eu ir passando as mãos pelo corpo dele enquanto desabotoava a camisa, e depois seguir pra calça. Quando ele ficou só de cueca, ele pegou minha mão e levou até o pau dele, e por cima da cueca comecei a massagear o pau dele, até que ele mandou eu tirar e começar a bater uma pra ele. Aí, colocando a mão no meu ombro, me fez ajoelhar pra chupar ele. Eu, submisso, fiz. Quando já tava bem duro, a Gemma me passou uma camisinha e mandou eu colocar com a boca. Na sequência, me levantou e me colocou de quatro na cama, na posição de puta. Até aquele momento eu tava tipo hipnotizada, me deixava fazer e fazia o que mandavam, mas na hora que lubrificou meu cu e eu vi que ele tava apontando o pau pra minha bunda, fiquei nervosa e tensa. A Gemma, que percebeu, se colocou na minha frente e começou a me dar uns beijos na boca que me relaxaram. Fui sentindo ele abrindo caminho no meu cu devagar, e como a dor ia aumentando enquanto ele entrava. Enquanto isso, a Gemma começou a falar no meu ouvido: — Relaxa, puta. No começo dói, mas quando tiver tudo dentro, você perde todo o medo de virar uma travesti puta. E no momento que soltar seu primeiro gemido de prazer, vai perceber que tá num caminho sem volta, cheio de prazer e felicidade. Agora você sente dor, mas já tá morrendo de vontade que ele continue, e já sabe que sua vocação vai ser dar prazer com a boca e com o cu pra todo mundo. paus que eu te dei. Aos poucos, aquilo virou prazer e eu já gemia que nem uma putinha, e a Gemma tinha razão, ele gozou, eu queria mais. Ele se levantou, se vestiu, jogou 20 euros na cama e foi embora. — Parece que você curtiu, que jeito de gemer e que cara de prazer que você fazia. — No começo não, mas depois sim. — A partir de agora, você vai ter muitos dias assim, e o Carlos, o cara que tirou sua virgindade, vai vir mais vezes, e pra ele você faz o que ele quiser de graça. É um colega meu do trabalho, gay. O dinheiro que ele te pagou fui eu que dei, não podia entregar sua bunda virgem pra qualquer um. — Ele parece um cara legal. — Hahaha, que foi, cê gostou dele? — Não, só tô dizendo que parece legal. — Bom, agora você já é uma puta de verdade, só falta algum detalhe, tipo uns peitões bons, e pra isso eu já pensei em você começar a tomar hormônio, mas isso a gente conversa depois. A partir daí, minha vida mudou muito. No dia seguinte, já tive meu primeiro cliente, um cara de uns 40 anos que só queria um boquete, e assim foram passando os dias, uns eu tinha três, outros nenhum. Um dia, a Gemma me trouxe um presente, abri e era uma buceta postiça, uma maravilha, e eu ia estrear com o Carlos, que tinham uma surpresa preparada pra mim no domingo. A buceta se veste como uma calcinha fio dental, tem uma cavidade onde enfia o pau com um buraco no final que me deixava mijar sentada, e a pontinha ficava de fora parecendo um clitóris, e atrás um buraco em formato de coração pra ser penetrada. Chegou o domingo, e à tarde ela me deu um vestido vermelho bem justo, com meio rabo de fora, um corset, calcinha de renda e uns sapatos de salto alto, tudo vermelho. Primeiro coloquei minha buceta, depois o resto, e uma vez vestida, como sempre, mandei uma mensagem e em cinco minutos bateram na porta. Enquanto eu esperava no quarto, logo entrou o Carlos acompanhado de outro homem e a Gemma, que falou comigo: — Hoje você vai realizar uma fantasia. Muitas mulheres têm essa vontade, fazer um ménage com dois homens. Dito isso, ela foi embora e fechou a porta. Eu não sabia como começar, mas o Carlos sabia. Ele me pegou pela cintura, me apertando contra ele, colando a boca dele na minha, enquanto o outro cara começava a passar a mão na minha bunda, se colando em mim por trás, fazendo um sanduíche entre os dois. O Carlos parou de me beijar, e o outro me segurou pela cabeça, virou e enfiou a língua inteira na minha boca. Ficaram um tempão trocando beijos comigo, um enfiou a mão por baixo da minha calcinha, mexendo no meu suposto clitóris, o outro tirou meu vestido. O Carlos me empurrou para baixo, eu abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele, enquanto o outro se despia e colocava o pau dele do lado do outro. Assim que vi, já sabia o que fazer: fui alternando de um pro outro. Quando o Carlos ficou bem duro, colocou uma camisinha e, me colocando na posição de putinha, foi enfiando no meu novo buraquinho, enquanto o outro enfiava na minha boca. Com as estocadas que vinham por trás, o outro pau chegava até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar, mas me fazendo gozar como uma safada. Eu gozei na mesma hora que o outro cara gozou na minha boca. Quando o Carlos gozou, me trocaram de posição. O outro ficou atrás de mim e, na posição de conchinha, enfiava com força, e o Carlos me pegava pela cabeça e me forçava a chupar o pau dele. Isso me deixava ainda mais tesuda. Quando ele gozou na minha boca e no meu rosto, se afastou, enquanto o outro continuava me comendo até acabar gozando. Os dois se deitaram na cama, eu fiquei no meio, achando que já tinha acabado, mas não. Assim que me acomodei, o outro levantou minha cabeça e me mandou começar a chupar de novo, e na sequência o Carlos colocou minha mão no pau dele pra eu masturbar. O que eu tinha na boca já tava bem duro de novo, e ele me pegou e me fez sentar em cima e começar a cavalgar. Na hora, eu gemia e gritava que nem uma putinha, e o Carlos ficou de pé, me Ele me pegou pela cabeça e começou a meter na minha boca, enfiando tudo. Eu estava engasgando, mas ele continuou. Eu já tava sem forças e não conseguia mais rebolar em cima da outra. O outro me virou, colocou os braços atrás dos meus joelhos, abrindo bem minhas pernas, e continuou me comendo gostoso. E o Carlos enfiava de novo na minha boca. Ficar assim, sem poder gritar de prazer, me deixava ainda mais tesuda. O que tava me comendo gozou, enchendo meu cu de porra, enquanto o Carlos se ajoelhava, se masturbava até o fim e gozou na minha cara. Aí acabou tudo. Eles se vestiram e foram embora, me deixando largada na cama, toda melada de sêmen. A Gemma entrou no quarto. — Você gostou, né, putinha. — Siiim. — Que inveja de você, enquanto eu te via pela câmera. — Você viu tudo? — Vi. Vai tomar um banho, não vá ter algum cliente e você não estar pronta.

1 comentários - Minha esposa gostosa

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