Meu nome é Jennifer, embora nem sempre tenha me chamado assim. Antes eu me chamava Luis. Comecei como a maioria de nós, vestindo as roupas da minha mãe, irmãs, primas e, mais tarde, da minha esposa. Mas no meio disso tudo, tive experiências com garotas e algumas amas que conhecia na internet, onde eu sempre fazia o papel de submissa feminizada.
Minha primeira experiência com uma ama foi com uma que conheci num chat. Depois de conversarmos algumas vezes, marcamos um dia num bar para nos conhecermos. No encontro, eu tinha que ir usando uma calcinha e um sutiã preto de renda, que deveria comprar no mesmo dia, e mostrar a nota fiscal pra ela ver que eu não estava mentindo. Cheguei um pouco antes dela. Quando ela chegou, sentamos numa mesa no fundo, pedimos algo e começamos a conversar.
— Tá usando o que eu mandei?
— Sim, minha ama.
— Me mostra.
— Aqui?
— Algum problema? Porque se for assim, a gente pega a porta e cada um vai pro seu lado.
— Não.
— Então levanta a blusa pra eu ver o sutiã.
Com muita vergonha, já que o bar estava cheio de gente.
— Agora a calcinha. Do jeito que você tá sentado, desabotoa, abaixa o zíper, levanta um pouco e me mostra.
— Sim, minha ama.
— Legal, vejo que teve bom gosto na escolha. Por dentro você já é mulher, agora falta fazer por fora.
Quando terminamos, fomos pra casa dela, que não era longe dali. No caminho, conversamos sobre os limites que já tínhamos combinado no chat. Eram bem simples: eu não queria nada pesado e nada com homens. Eu seria só a putinha submissa dela, mas dentro desses limites.
Quando chegamos na casa dela, ela me mandou tirar a roupa e conferiu se eu estava bem depilada, como ela tinha pedido. E começou minha transformação. Ela me vestiu com um uniforme de empregada bem curto, que quando eu me abaixava deixava minha bunda toda de fora, umas meias pretas, uma cinta-liga e uns saltos agulha de uns dez centímetros — com os quais tive muita dificuldade pra ficar em pé — e uma peruca ruiva. Quando terminou, ela me mandou apoiar os cotovelos em... uma mesa deixando toda minha bunda exposta. - você disse que nunca tinha colocado nada no cu, além de um dedo ou outro. - sim, minha senhora - pois a partir de hoje, quando estiver comigo, você vai sempre usar esse vibrador enfiado no seu cu de putinha. - sim, minha senhora. Tinha uns 10 centímetros, primeiro ela baixou um pouco minha calcinha, lubrificou um pouco e foi enfiando devagar, enfiou e tirou umas quantas vezes, depois subiu minha calcinha e mandou eu segui-la. Eu mal conseguia andar entre os saltos e aquilo enfiado no meu cu, dava uns passinhos bem curtos, mas ao mesmo tempo muito femininos. Ela me levou até onde estavam os produtos de limpeza, me deu um espanador e mandou eu tirar o pó. Bem quando a gente ia em direção à sala de jantar, aquilo começou a vibrar no meu cu e, como eu não esperava, me fez cair no chão, arrancando uma gargalhada dela. - vai se acostumando, porque quando eu tiver vontade, vou ativar com o controle remoto. Enquanto eu ia limpando, ela apertava o botãozinho e eu tinha que parar e me apoiar onde dava, de tanto prazer que sentia. - o que foi, neném? Parece que você tá excitada. - siiiim, minha senhora - como eu adoro te ver assim, vendo essas poses tão femininas que você faz quando se apoia, dobrando as perninhas um pouco, do jeito que você faz, hahaha. Eu gemia de prazer enquanto ela falava e aumentava um pouco mais a velocidade. Já tinha gozado várias vezes e estava com a calcinha bem molhada, o que era bem desconfortável. - parece que a neném tá aproveitando. - siiiiiiiim. Assim continuou até eu terminar de tirar o pó. Ela me mandou subir pro quarto, onde me fez trocar de roupa. Me deu uma calcinha fio dental rosa, um top branco, uma saia de colegial com tons de rosa que deixava metade da bunda de fora e umas meias brancas com lacinhos rosa. Me fez dar uma volta pelo quarto e pelo corredor, enquanto ela continuava acelerando o vibrador. Enquanto isso, ela colocou um cintaralho que me fez chupar por um bom tempo e, mais tarde, tirou o vibrador do meu cu e, me colocando na posição de putinha, ficou me... Fodendo por um bom tempo. - Você se comportou como uma boa putinha, já pode vestir sua roupa, a calcinha fio-dental você deixa e pega esse sutiã rosa e coloca, e pode ir. Depois te aviso pra outro dia, e você vem com a roupa íntima que está usando agora. - Tá bom, ama. Tivemos várias outras sessões até que conheci uma garota da minha idade, a Gemma, sem experiência, mas que dizia ser dominante e estava procurando um cara como eu pra começar. Então comecei a sair com ela. No começo, tive que ir guiando ela, até que ela foi aprendendo rápido e, aos poucos, foi incorporando coisas novas. Mas com o tempo, aconteceu algo que mudou a vida dos dois: a gente acabou se apaixonando. Dois anos depois, decidimos casar e alugamos um apartamento, onde eu finalmente pude ter meu próprio closet. Durante a semana, como os dois trabalhavam, dividíamos as tarefas de casa. Nos fins de semana, eu sempre tinha que fazer tudo vestido de mulher. Às vezes, me vestia de empregada, outras vezes, como uma mulher normal. E depois ela brincava um pouco comigo, me transformando na putinha dela, onde ela me penetrava. E então, como qualquer casal, a gente transava normal. Com o tempo, talvez por monotonia, fomos deixando essas práticas de lado aos poucos, menos o sexo de casal. Eu continuava me vestindo de mulher, mas cada vez menos também. Até que um dia fui demitido do trabalho e passei a ser o dono de casa durante a semana inteira. O tempo foi passando, e eu não achava nada. Já tinha passado um ano, e eu nem procurava mais, tinha me acomodado naquela vida. Com o salário dela e meu seguro-desemprego, dava pra seguir em frente. Já fazia mais de seis meses que eu não me vestia de mulher. Um dia, peguei minha roupa de empregada e comecei a fazer as tarefas de novo assim. Quando ela chegou, eu ainda estava do mesmo jeito, mas ela não falou nada, porque achava normal. A partir daí, comecei a me vestir de novo alguns dias, até que virou todo dia. O tempo foi passando, e já faltavam seis meses de seguro-desemprego. Comecei a procurar trabalho de novo. mas não tinha jeito e fui entrando numa depressão, e isso afetou nosso relacionamento, eu nunca tinha vontade de fazer amor, sempre dava alguma desculpa mais comum em mulheres do que em homens, ficamos 3 meses sem fazer nada e depois mais 2, e depois disso nunca mais, meu seguro-desemprego já tinha acabado e eu tava recebendo a ajuda que dão depois, mas com isso a gente não chegava no fim do mês. Um dia a Gemma disse que a gente precisava conversar. — Isso não pode continuar assim, você tem que arrumar algo já, além disso em casa você tá sempre ausente, sempre calado ou melhor calada porque faz tempo que não te vejo vestido de homem, e sobre a relação nem vou falar, já esqueci a última vez. — Eu sei, mas não aparece nada, e toda essa agonia me faz agir assim, não tenho vontade de nada, e me vestir assim voltei pra tentar me animar um pouco, porque como sempre gostei, comecei de novo e no fim tomou conta de mim e me sinto confortável assim. — Não me incomoda que você ande assim, mas o que não quero é que me deixe de lado, se você tá mal, se apoia em mim. — Você tem razão, mas tô afundado e não consigo me animar com nada, só esqueço um pouco quando me visto assim enquanto escolho a roupa, visto ela e enquanto faço as tarefas assim não me sinto sufocado. — Você me promete que vai tentar virar o jogo? — Sim. Passaram quase 2 meses mais e um dia ela me chamou pra subir no quarto. — Veste isso que tá em cima da cama, quero brincar um pouco. Tinha um conjunto de tanga com um corset de renda, umas meias tudo vermelho, sapatos de salto preto e uma peruca loira, ela me maquiou como uma puta e me fez sentar na cama, enquanto pegava o celular e vi que mandava uma mensagem, 5 minutos depois bateram na porta. — Fica aqui que vou ver quem é. Na hora ela entra com um homem de uns 30 anos no quarto. — O que esse homem tá fazendo aqui? — falei nervoso e assustado. — Olha, as coisas não mudam pra melhor, cada vez tão piores, faz Faz meses que vivo com uma mulher em vez de um homem, e me parece que dentro de você tem uma mulher reprimida que você tem medo de deixar sair, e eu vou te ajudar a tirá-la — mas que porra esse cara tá fazendo aqui. — Muito fácil pra saber se você tem uma mulher dentro de você: você vai chupar ele. — Como assim vou chupar ele, nada disso, já pode pegar a porta e vazar. — Você vai fazer o que eu mandar. Enquanto me dava um tapa na cara. — Eu não quero chupar nada. Ela me deu outro tapa — Você vai fazer na boa ou na ruim, ou você faz ou ele te obriga e vai ser pior. — Mas por que você tá fazendo isso comigo? — Quero saber o que você é, se é um homem ou uma puta, então já sabe, fica de joelhos e começa a chupar ele. — Porra, não quero. Ela fez um sinal pra ele, ele se aproximou e me pegou pelo pescoço, me forçando a ficar de joelhos. — Tá bom, para, eu faço. Eu abaixei a calça de moletão que ele tava usando e a cueca, e fiquei na frente da pica dele, peguei com as mãos com bastante nojo e, de olhos fechados, coloquei na minha boca, enquanto ela explicava: — Olha, você vai escolher o que quer ser daqui pra frente: se quer continuar como até agora, quando ver que ele vai gozar, tira a boca e deixa gozar no chão, e você só vai ter tido a experiência de chupar uma pica; e se quiser ser uma puta travesti, que vai ser bom pra gente ganhar um dinheiro extra, ele tem que gozar na sua boca. Enquanto eu ia chupando, ela gravava tudo. Fiquei uns 20 minutos assim até que senti que ele ia gozar e parei de chupar, mas não saiu nada. — Tá esperando o quê? Continua, ele ainda não gozou. Coloquei de novo na boca, e não deu nem 10 segundos, ele descarregou tudo dentro de mim e no meu rosto quando tirei da boca. Eu fiquei naquela posição chorando enquanto ele jogava 10 reais no chão e ia embora. — Você foi muito bem, Jennifer, sabia que ia escolher certo. Como puta, não vai faltar trabalho, eu cuido disso. — Eu não vou trabalhar como puta. — Você já Querido, assim fazendo ele gozar na sua boca. — Eu não queria, mas vocês me armaram uma cilada, ele ia gozar e eu parei de chupar, e você me fez recarregar de novo. — Devia ter sido mais esperta, se você tivesse pegado com a mão antes de colocar de novo na boca, ele teria gozado no chão, e agora você podia continuar como sempre, mas agora tem que arcar com as consequências. Além disso, olha pelo lado bom, as duas vão ter trabalho. — Que não vou trabalhar de puta. — Bom, como quiser, mas o vídeo que eu gravei pode chegar a pessoas que você não ia gostar. — Porra, não me faz isso, é só um mau momento que tô passando, você sabe que eu te amo. — Eu sei, mas eu quero um homem em casa, não uma mulher, e há pouco você me mostrou isso. Em vez de encarar ele com um par de bolas quando ele te pegou pelo pescoço, você se comportou como uma mulher submissa, se ajoelhou e começou a chupar ele. Eu pensava que você tinha mais sangue. — E o que você queria, que a gente se pegasse na porrada? — Isso não teria acontecido. A gente ficou mais um tempão discutindo, mas não consegui fazer ela mudar de ideia. Que se eu não fizesse o que ela dizia, o vídeo por engano seria enviado, e por último, pra fechar, ela me disse: — Nosso relacionamento começou comigo sendo sua ama e você minha puta submissa, e agora vai voltar a ser assim. Você vai me obedecer em tudo, e dessa vez os limites quem ponho sou eu. Olha por esse lado: eu vou ser sua gostosa, e você a puta. Da minha boca saiu: — Sim, minha ama. — Assim que eu gosto. No dia seguinte de manhã, Gemma me disse que ia sair pra fazer umas compras que precisava pra mim, que eu vestisse meu uniforme de empregada e fizesse toda a faxina em casa. Ela chegou quase na hora do almoço. Depois de comer, ela me mandou subir pro quarto. — Tira a roupa que você vai trocar de roupa, porque daqui a pouco vai chegar um cliente. Em cima da cama tinham várias saias, tops, lingerie e uns sapatos de salto bem alto, brancos. Ela me fez vestir uma tanga branca, sutiã e um top branco com uma minissaia branca que deixava metade da Meu cu pro ar, meia-calça, cinta-liga e os sapatos, me maquiei feito uma puta e mandei uma mensagem no celular. Em 5 minutos bateram na porta, era o mesmo homem do dia anterior. — Então, Jennifer, por ser a primeira vez, você vai se deixar levar por ele. Aproveita o corpo dele como qualquer mulher aproveitaria o seu macho. Agora você é a mulher dele e tá morrendo de vontade que ele te possua.
Ele me pegou pela cintura e, sem eu esperar, me colou contra o corpo dele e começou a me beijar, enfiando a língua até minha garganta. Enquanto me beijava, a Gemma me disse pra eu ir passando as mãos pelo corpo dele enquanto desabotoava a camisa, e depois seguir pra calça. Quando ele ficou só de cueca, ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Por cima da cueca, comecei a massagear o pau dele, até que ele mandou eu tirar a cueca e começar a masturbar ele. Aí, colocando a mão no meu ombro, me fez ajoelhar pra eu chupar ele. Eu, submisso, fiz. Quando já tava bem duro, a Gemma me passou uma camisinha e mandou eu colocar com a boca. Na sequência, me levantou e me fez ficar de quatro na cama, na posição de puta.
Até aquele momento, eu tava como se estivesse hipnotizada, me deixava fazer e fazia o que mandavam. Mas na hora que ele lubrificou meu cu e eu vi que ele tava apontando o pau pra minha bunda, fiquei nervosa e tensa. A Gemma, que percebeu, se colocou na minha frente e começou a me dar uns beijos na boca que me fizeram relaxar. Fui sentindo ele abrindo caminho no meu cu devagar, e como a dor ia aumentando enquanto ele entrava. Enquanto isso, a Gemma começou a falar no meu ouvido: — Relaxa, puta. No começo dói, mas quando você tiver ele todo dentro, vai perder todo o medo de se tornar uma travesti puta. E no momento que você soltar seu primeiro gemido de prazer, vai perceber que tá num caminho sem volta, cheio de prazer e felicidade. Agora mesmo você sente dor, mas já tá morrendo de vontade que ele continue. E você já sabe que sua vocação vai ser dar prazer com sua boca e com seu cu pra todo mundo. paus que eu te proporcionei. Aos poucos aquilo foi virando prazer e eu já tava gemendo igual uma putinha, e a Gemma tinha razão, ele gozou, eu queria mais. Ele levantou, se vestiu, jogou 20 euros na cama e foi embora. — Parece que você curtiu, que jeito de gemer e que cara de prazer que você fazia. — No começo não, mas depois sim. — De agora em diante você vai ter muitos dias assim, e o Carlos, o cara que tirou sua virgindade, vai vir mais vezes, e pra ele você faz o que ele quiser de graça. É um colega meu do trabalho, gay. O dinheiro que ele te pagou fui eu que dei, não podia entregar seu cu virgem pra qualquer um. — Ele parece um cara legal. — Hahaha, que foi, cê gostou dele? — Não, só tô falando que ele parece legal. — Bom, agora você já é uma putinha de verdade, só falta algum detalhe, tipo uns peitões bons, e pra isso eu já pensei em você começar a tomar hormônio, mas isso a gente conversa mais pra frente. A partir daí minha vida mudou muito. No dia seguinte já tive meu primeiro cliente, um homem de uns 40 anos que só queria um boquete, e assim foram passando os dias, uns eu tinha três clientes, outros nenhum. Um dia a Gemma chegou com um presente, abri e era uma buceta postiça, uma belezinha, e eu ia estrear com o Carlos, que tinham uma surpresa preparada pra mim no domingo. A buceta é tipo uma calcinha fio dental, tem uma cavidade onde enfia o pau com um buraco no final que deixava eu mijar sentada, e a pontinha ficava de fora parecendo um clitóris, e atrás um buraco em formato de coração pra ser penetrada. Chegou o domingo e de tarde ela me deu um vestido vermelho bem justo com metade da bunda de fora, um corset, calcinha de renda e uns sapatos de salto alto, tudo vermelho. Primeiro coloquei minha buceta postiça e depois o resto. Depois de vestida, como sempre, mandei uma mensagem e em cinco minutos bateram na porta. Enquanto eu esperava no quarto, logo entraram o Carlos acompanhado de outro homem e a Gemma, que falou comigo: — Hoje você vai realizar uma fantasia. Muitas mulheres têm essa fantasia: fazer um ménage com dois homens. Dito isso, ele foi embora e fechou a porta. Eu não sabia como começar, mas o Carlos sabia. Ele me pegou pela cintura, me puxou contra ele e colou a boca na minha, enquanto o outro homem começava a apalpar minha bunda, se colando em mim por trás, me fazendo um sanduíche no meio. O Carlos parou de me beijar, e o outro segurou minha cabeça, virou e enfiou a língua toda na minha boca. Ficaram um tempo trocando beijos, um meteu a mão por baixo da minha calcinha, tocando meu suposto clitóris, o outro tirou meu vestido. O Carlos me empurrou para baixo, eu abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele, enquanto o outro se despia e colocava o pau dele do lado do outro. Assim que vi, já sabia o que fazer: fui alternando de um para o outro. Quando o Carlos ficou bem duro, colocou uma camisinha e, me colocando na posição de putinha, foi metendo no meu novo buraquinho, enquanto o outro enfiava o pau na minha boca. Com as estocadas por trás, o outro pau ia até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar, mas me fazendo gozar como uma cadela no cio. Eu gozei na mesma hora que o outro homem gozou na minha boca. Quando o Carlos gozou, me trocaram de posição. O outro ficou atrás de mim e, na posição de conchinha, metia com força, enquanto o Carlos segurava minha cabeça e me forçava a chupar o pau dele. Isso me deixava ainda mais excitada. Quando ele gozou na minha boca e no meu rosto, se afastou, enquanto o outro continuava me fodendo até gozar. Os dois se deitaram na cama, e eu fiquei no meio, pensando que tinha acabado, mas não. Assim que me acomodei, o outro levantou minha cabeça e me mandou começar a chupar de novo, e logo o Carlos colocou minha mão no pau dele para eu masturbar. O que eu tinha na boca já estava bem duro de novo, e ele me pegou, me fez sentar em cima e começar a cavalgar. Na hora, eu gemia e gritava como uma cadela no cio, e o Carlos se levantou e... Me agarrou pela cabeça e começou a meter na minha boca com força, eu engasgava mas ele continuava, eu já tava sem forças e não conseguia mais rebolar em cima da outra. O outro me virou, colocou os braços por trás dos meus joelhos, abrindo bem minhas pernas, e continuou me comendo gostoso. E o Carlos voltava a enfiar o pau na minha boca. Ficar assim, sem poder gritar de prazer, me deixava ainda mais excitada. O que tava me fodendo gozou, enchendo meu cu de porra, enquanto o Carlos se ajoelhava, se masturbou até o fim e gozou na minha cara. Aí acabou tudo, eles se vestiram e foram embora, me deixando largada na cama, toda melada de esperma. A Gemma entrou no quarto. — Você curtiu, né, putinha. — Siiiiim. — Que inveja que eu tava de você te vendo pela câmera. — Você viu tudo? — Vi. Vai tomar um banho, não vá ter algum cliente e você não estar pronta.
Minha primeira experiência com uma ama foi com uma que conheci num chat. Depois de conversarmos algumas vezes, marcamos um dia num bar para nos conhecermos. No encontro, eu tinha que ir usando uma calcinha e um sutiã preto de renda, que deveria comprar no mesmo dia, e mostrar a nota fiscal pra ela ver que eu não estava mentindo. Cheguei um pouco antes dela. Quando ela chegou, sentamos numa mesa no fundo, pedimos algo e começamos a conversar.
— Tá usando o que eu mandei?
— Sim, minha ama.
— Me mostra.
— Aqui?
— Algum problema? Porque se for assim, a gente pega a porta e cada um vai pro seu lado.
— Não.
— Então levanta a blusa pra eu ver o sutiã.
Com muita vergonha, já que o bar estava cheio de gente.
— Agora a calcinha. Do jeito que você tá sentado, desabotoa, abaixa o zíper, levanta um pouco e me mostra.
— Sim, minha ama.
— Legal, vejo que teve bom gosto na escolha. Por dentro você já é mulher, agora falta fazer por fora.
Quando terminamos, fomos pra casa dela, que não era longe dali. No caminho, conversamos sobre os limites que já tínhamos combinado no chat. Eram bem simples: eu não queria nada pesado e nada com homens. Eu seria só a putinha submissa dela, mas dentro desses limites.
Quando chegamos na casa dela, ela me mandou tirar a roupa e conferiu se eu estava bem depilada, como ela tinha pedido. E começou minha transformação. Ela me vestiu com um uniforme de empregada bem curto, que quando eu me abaixava deixava minha bunda toda de fora, umas meias pretas, uma cinta-liga e uns saltos agulha de uns dez centímetros — com os quais tive muita dificuldade pra ficar em pé — e uma peruca ruiva. Quando terminou, ela me mandou apoiar os cotovelos em... uma mesa deixando toda minha bunda exposta. - você disse que nunca tinha colocado nada no cu, além de um dedo ou outro. - sim, minha senhora - pois a partir de hoje, quando estiver comigo, você vai sempre usar esse vibrador enfiado no seu cu de putinha. - sim, minha senhora. Tinha uns 10 centímetros, primeiro ela baixou um pouco minha calcinha, lubrificou um pouco e foi enfiando devagar, enfiou e tirou umas quantas vezes, depois subiu minha calcinha e mandou eu segui-la. Eu mal conseguia andar entre os saltos e aquilo enfiado no meu cu, dava uns passinhos bem curtos, mas ao mesmo tempo muito femininos. Ela me levou até onde estavam os produtos de limpeza, me deu um espanador e mandou eu tirar o pó. Bem quando a gente ia em direção à sala de jantar, aquilo começou a vibrar no meu cu e, como eu não esperava, me fez cair no chão, arrancando uma gargalhada dela. - vai se acostumando, porque quando eu tiver vontade, vou ativar com o controle remoto. Enquanto eu ia limpando, ela apertava o botãozinho e eu tinha que parar e me apoiar onde dava, de tanto prazer que sentia. - o que foi, neném? Parece que você tá excitada. - siiiim, minha senhora - como eu adoro te ver assim, vendo essas poses tão femininas que você faz quando se apoia, dobrando as perninhas um pouco, do jeito que você faz, hahaha. Eu gemia de prazer enquanto ela falava e aumentava um pouco mais a velocidade. Já tinha gozado várias vezes e estava com a calcinha bem molhada, o que era bem desconfortável. - parece que a neném tá aproveitando. - siiiiiiiim. Assim continuou até eu terminar de tirar o pó. Ela me mandou subir pro quarto, onde me fez trocar de roupa. Me deu uma calcinha fio dental rosa, um top branco, uma saia de colegial com tons de rosa que deixava metade da bunda de fora e umas meias brancas com lacinhos rosa. Me fez dar uma volta pelo quarto e pelo corredor, enquanto ela continuava acelerando o vibrador. Enquanto isso, ela colocou um cintaralho que me fez chupar por um bom tempo e, mais tarde, tirou o vibrador do meu cu e, me colocando na posição de putinha, ficou me... Fodendo por um bom tempo. - Você se comportou como uma boa putinha, já pode vestir sua roupa, a calcinha fio-dental você deixa e pega esse sutiã rosa e coloca, e pode ir. Depois te aviso pra outro dia, e você vem com a roupa íntima que está usando agora. - Tá bom, ama. Tivemos várias outras sessões até que conheci uma garota da minha idade, a Gemma, sem experiência, mas que dizia ser dominante e estava procurando um cara como eu pra começar. Então comecei a sair com ela. No começo, tive que ir guiando ela, até que ela foi aprendendo rápido e, aos poucos, foi incorporando coisas novas. Mas com o tempo, aconteceu algo que mudou a vida dos dois: a gente acabou se apaixonando. Dois anos depois, decidimos casar e alugamos um apartamento, onde eu finalmente pude ter meu próprio closet. Durante a semana, como os dois trabalhavam, dividíamos as tarefas de casa. Nos fins de semana, eu sempre tinha que fazer tudo vestido de mulher. Às vezes, me vestia de empregada, outras vezes, como uma mulher normal. E depois ela brincava um pouco comigo, me transformando na putinha dela, onde ela me penetrava. E então, como qualquer casal, a gente transava normal. Com o tempo, talvez por monotonia, fomos deixando essas práticas de lado aos poucos, menos o sexo de casal. Eu continuava me vestindo de mulher, mas cada vez menos também. Até que um dia fui demitido do trabalho e passei a ser o dono de casa durante a semana inteira. O tempo foi passando, e eu não achava nada. Já tinha passado um ano, e eu nem procurava mais, tinha me acomodado naquela vida. Com o salário dela e meu seguro-desemprego, dava pra seguir em frente. Já fazia mais de seis meses que eu não me vestia de mulher. Um dia, peguei minha roupa de empregada e comecei a fazer as tarefas de novo assim. Quando ela chegou, eu ainda estava do mesmo jeito, mas ela não falou nada, porque achava normal. A partir daí, comecei a me vestir de novo alguns dias, até que virou todo dia. O tempo foi passando, e já faltavam seis meses de seguro-desemprego. Comecei a procurar trabalho de novo. mas não tinha jeito e fui entrando numa depressão, e isso afetou nosso relacionamento, eu nunca tinha vontade de fazer amor, sempre dava alguma desculpa mais comum em mulheres do que em homens, ficamos 3 meses sem fazer nada e depois mais 2, e depois disso nunca mais, meu seguro-desemprego já tinha acabado e eu tava recebendo a ajuda que dão depois, mas com isso a gente não chegava no fim do mês. Um dia a Gemma disse que a gente precisava conversar. — Isso não pode continuar assim, você tem que arrumar algo já, além disso em casa você tá sempre ausente, sempre calado ou melhor calada porque faz tempo que não te vejo vestido de homem, e sobre a relação nem vou falar, já esqueci a última vez. — Eu sei, mas não aparece nada, e toda essa agonia me faz agir assim, não tenho vontade de nada, e me vestir assim voltei pra tentar me animar um pouco, porque como sempre gostei, comecei de novo e no fim tomou conta de mim e me sinto confortável assim. — Não me incomoda que você ande assim, mas o que não quero é que me deixe de lado, se você tá mal, se apoia em mim. — Você tem razão, mas tô afundado e não consigo me animar com nada, só esqueço um pouco quando me visto assim enquanto escolho a roupa, visto ela e enquanto faço as tarefas assim não me sinto sufocado. — Você me promete que vai tentar virar o jogo? — Sim. Passaram quase 2 meses mais e um dia ela me chamou pra subir no quarto. — Veste isso que tá em cima da cama, quero brincar um pouco. Tinha um conjunto de tanga com um corset de renda, umas meias tudo vermelho, sapatos de salto preto e uma peruca loira, ela me maquiou como uma puta e me fez sentar na cama, enquanto pegava o celular e vi que mandava uma mensagem, 5 minutos depois bateram na porta. — Fica aqui que vou ver quem é. Na hora ela entra com um homem de uns 30 anos no quarto. — O que esse homem tá fazendo aqui? — falei nervoso e assustado. — Olha, as coisas não mudam pra melhor, cada vez tão piores, faz Faz meses que vivo com uma mulher em vez de um homem, e me parece que dentro de você tem uma mulher reprimida que você tem medo de deixar sair, e eu vou te ajudar a tirá-la — mas que porra esse cara tá fazendo aqui. — Muito fácil pra saber se você tem uma mulher dentro de você: você vai chupar ele. — Como assim vou chupar ele, nada disso, já pode pegar a porta e vazar. — Você vai fazer o que eu mandar. Enquanto me dava um tapa na cara. — Eu não quero chupar nada. Ela me deu outro tapa — Você vai fazer na boa ou na ruim, ou você faz ou ele te obriga e vai ser pior. — Mas por que você tá fazendo isso comigo? — Quero saber o que você é, se é um homem ou uma puta, então já sabe, fica de joelhos e começa a chupar ele. — Porra, não quero. Ela fez um sinal pra ele, ele se aproximou e me pegou pelo pescoço, me forçando a ficar de joelhos. — Tá bom, para, eu faço. Eu abaixei a calça de moletão que ele tava usando e a cueca, e fiquei na frente da pica dele, peguei com as mãos com bastante nojo e, de olhos fechados, coloquei na minha boca, enquanto ela explicava: — Olha, você vai escolher o que quer ser daqui pra frente: se quer continuar como até agora, quando ver que ele vai gozar, tira a boca e deixa gozar no chão, e você só vai ter tido a experiência de chupar uma pica; e se quiser ser uma puta travesti, que vai ser bom pra gente ganhar um dinheiro extra, ele tem que gozar na sua boca. Enquanto eu ia chupando, ela gravava tudo. Fiquei uns 20 minutos assim até que senti que ele ia gozar e parei de chupar, mas não saiu nada. — Tá esperando o quê? Continua, ele ainda não gozou. Coloquei de novo na boca, e não deu nem 10 segundos, ele descarregou tudo dentro de mim e no meu rosto quando tirei da boca. Eu fiquei naquela posição chorando enquanto ele jogava 10 reais no chão e ia embora. — Você foi muito bem, Jennifer, sabia que ia escolher certo. Como puta, não vai faltar trabalho, eu cuido disso. — Eu não vou trabalhar como puta. — Você já Querido, assim fazendo ele gozar na sua boca. — Eu não queria, mas vocês me armaram uma cilada, ele ia gozar e eu parei de chupar, e você me fez recarregar de novo. — Devia ter sido mais esperta, se você tivesse pegado com a mão antes de colocar de novo na boca, ele teria gozado no chão, e agora você podia continuar como sempre, mas agora tem que arcar com as consequências. Além disso, olha pelo lado bom, as duas vão ter trabalho. — Que não vou trabalhar de puta. — Bom, como quiser, mas o vídeo que eu gravei pode chegar a pessoas que você não ia gostar. — Porra, não me faz isso, é só um mau momento que tô passando, você sabe que eu te amo. — Eu sei, mas eu quero um homem em casa, não uma mulher, e há pouco você me mostrou isso. Em vez de encarar ele com um par de bolas quando ele te pegou pelo pescoço, você se comportou como uma mulher submissa, se ajoelhou e começou a chupar ele. Eu pensava que você tinha mais sangue. — E o que você queria, que a gente se pegasse na porrada? — Isso não teria acontecido. A gente ficou mais um tempão discutindo, mas não consegui fazer ela mudar de ideia. Que se eu não fizesse o que ela dizia, o vídeo por engano seria enviado, e por último, pra fechar, ela me disse: — Nosso relacionamento começou comigo sendo sua ama e você minha puta submissa, e agora vai voltar a ser assim. Você vai me obedecer em tudo, e dessa vez os limites quem ponho sou eu. Olha por esse lado: eu vou ser sua gostosa, e você a puta. Da minha boca saiu: — Sim, minha ama. — Assim que eu gosto. No dia seguinte de manhã, Gemma me disse que ia sair pra fazer umas compras que precisava pra mim, que eu vestisse meu uniforme de empregada e fizesse toda a faxina em casa. Ela chegou quase na hora do almoço. Depois de comer, ela me mandou subir pro quarto. — Tira a roupa que você vai trocar de roupa, porque daqui a pouco vai chegar um cliente. Em cima da cama tinham várias saias, tops, lingerie e uns sapatos de salto bem alto, brancos. Ela me fez vestir uma tanga branca, sutiã e um top branco com uma minissaia branca que deixava metade da Meu cu pro ar, meia-calça, cinta-liga e os sapatos, me maquiei feito uma puta e mandei uma mensagem no celular. Em 5 minutos bateram na porta, era o mesmo homem do dia anterior. — Então, Jennifer, por ser a primeira vez, você vai se deixar levar por ele. Aproveita o corpo dele como qualquer mulher aproveitaria o seu macho. Agora você é a mulher dele e tá morrendo de vontade que ele te possua.
Ele me pegou pela cintura e, sem eu esperar, me colou contra o corpo dele e começou a me beijar, enfiando a língua até minha garganta. Enquanto me beijava, a Gemma me disse pra eu ir passando as mãos pelo corpo dele enquanto desabotoava a camisa, e depois seguir pra calça. Quando ele ficou só de cueca, ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Por cima da cueca, comecei a massagear o pau dele, até que ele mandou eu tirar a cueca e começar a masturbar ele. Aí, colocando a mão no meu ombro, me fez ajoelhar pra eu chupar ele. Eu, submisso, fiz. Quando já tava bem duro, a Gemma me passou uma camisinha e mandou eu colocar com a boca. Na sequência, me levantou e me fez ficar de quatro na cama, na posição de puta.
Até aquele momento, eu tava como se estivesse hipnotizada, me deixava fazer e fazia o que mandavam. Mas na hora que ele lubrificou meu cu e eu vi que ele tava apontando o pau pra minha bunda, fiquei nervosa e tensa. A Gemma, que percebeu, se colocou na minha frente e começou a me dar uns beijos na boca que me fizeram relaxar. Fui sentindo ele abrindo caminho no meu cu devagar, e como a dor ia aumentando enquanto ele entrava. Enquanto isso, a Gemma começou a falar no meu ouvido: — Relaxa, puta. No começo dói, mas quando você tiver ele todo dentro, vai perder todo o medo de se tornar uma travesti puta. E no momento que você soltar seu primeiro gemido de prazer, vai perceber que tá num caminho sem volta, cheio de prazer e felicidade. Agora mesmo você sente dor, mas já tá morrendo de vontade que ele continue. E você já sabe que sua vocação vai ser dar prazer com sua boca e com seu cu pra todo mundo. paus que eu te proporcionei. Aos poucos aquilo foi virando prazer e eu já tava gemendo igual uma putinha, e a Gemma tinha razão, ele gozou, eu queria mais. Ele levantou, se vestiu, jogou 20 euros na cama e foi embora. — Parece que você curtiu, que jeito de gemer e que cara de prazer que você fazia. — No começo não, mas depois sim. — De agora em diante você vai ter muitos dias assim, e o Carlos, o cara que tirou sua virgindade, vai vir mais vezes, e pra ele você faz o que ele quiser de graça. É um colega meu do trabalho, gay. O dinheiro que ele te pagou fui eu que dei, não podia entregar seu cu virgem pra qualquer um. — Ele parece um cara legal. — Hahaha, que foi, cê gostou dele? — Não, só tô falando que ele parece legal. — Bom, agora você já é uma putinha de verdade, só falta algum detalhe, tipo uns peitões bons, e pra isso eu já pensei em você começar a tomar hormônio, mas isso a gente conversa mais pra frente. A partir daí minha vida mudou muito. No dia seguinte já tive meu primeiro cliente, um homem de uns 40 anos que só queria um boquete, e assim foram passando os dias, uns eu tinha três clientes, outros nenhum. Um dia a Gemma chegou com um presente, abri e era uma buceta postiça, uma belezinha, e eu ia estrear com o Carlos, que tinham uma surpresa preparada pra mim no domingo. A buceta é tipo uma calcinha fio dental, tem uma cavidade onde enfia o pau com um buraco no final que deixava eu mijar sentada, e a pontinha ficava de fora parecendo um clitóris, e atrás um buraco em formato de coração pra ser penetrada. Chegou o domingo e de tarde ela me deu um vestido vermelho bem justo com metade da bunda de fora, um corset, calcinha de renda e uns sapatos de salto alto, tudo vermelho. Primeiro coloquei minha buceta postiça e depois o resto. Depois de vestida, como sempre, mandei uma mensagem e em cinco minutos bateram na porta. Enquanto eu esperava no quarto, logo entraram o Carlos acompanhado de outro homem e a Gemma, que falou comigo: — Hoje você vai realizar uma fantasia. Muitas mulheres têm essa fantasia: fazer um ménage com dois homens. Dito isso, ele foi embora e fechou a porta. Eu não sabia como começar, mas o Carlos sabia. Ele me pegou pela cintura, me puxou contra ele e colou a boca na minha, enquanto o outro homem começava a apalpar minha bunda, se colando em mim por trás, me fazendo um sanduíche no meio. O Carlos parou de me beijar, e o outro segurou minha cabeça, virou e enfiou a língua toda na minha boca. Ficaram um tempo trocando beijos, um meteu a mão por baixo da minha calcinha, tocando meu suposto clitóris, o outro tirou meu vestido. O Carlos me empurrou para baixo, eu abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele, enquanto o outro se despia e colocava o pau dele do lado do outro. Assim que vi, já sabia o que fazer: fui alternando de um para o outro. Quando o Carlos ficou bem duro, colocou uma camisinha e, me colocando na posição de putinha, foi metendo no meu novo buraquinho, enquanto o outro enfiava o pau na minha boca. Com as estocadas por trás, o outro pau ia até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar, mas me fazendo gozar como uma cadela no cio. Eu gozei na mesma hora que o outro homem gozou na minha boca. Quando o Carlos gozou, me trocaram de posição. O outro ficou atrás de mim e, na posição de conchinha, metia com força, enquanto o Carlos segurava minha cabeça e me forçava a chupar o pau dele. Isso me deixava ainda mais excitada. Quando ele gozou na minha boca e no meu rosto, se afastou, enquanto o outro continuava me fodendo até gozar. Os dois se deitaram na cama, e eu fiquei no meio, pensando que tinha acabado, mas não. Assim que me acomodei, o outro levantou minha cabeça e me mandou começar a chupar de novo, e logo o Carlos colocou minha mão no pau dele para eu masturbar. O que eu tinha na boca já estava bem duro de novo, e ele me pegou, me fez sentar em cima e começar a cavalgar. Na hora, eu gemia e gritava como uma cadela no cio, e o Carlos se levantou e... Me agarrou pela cabeça e começou a meter na minha boca com força, eu engasgava mas ele continuava, eu já tava sem forças e não conseguia mais rebolar em cima da outra. O outro me virou, colocou os braços por trás dos meus joelhos, abrindo bem minhas pernas, e continuou me comendo gostoso. E o Carlos voltava a enfiar o pau na minha boca. Ficar assim, sem poder gritar de prazer, me deixava ainda mais excitada. O que tava me fodendo gozou, enchendo meu cu de porra, enquanto o Carlos se ajoelhava, se masturbou até o fim e gozou na minha cara. Aí acabou tudo, eles se vestiram e foram embora, me deixando largada na cama, toda melada de esperma. A Gemma entrou no quarto. — Você curtiu, né, putinha. — Siiiiim. — Que inveja que eu tava de você te vendo pela câmera. — Você viu tudo? — Vi. Vai tomar um banho, não vá ter algum cliente e você não estar pronta.
1 comentários - Yo la puta mi mujer mi chulo