Tô há um tempão lendo contos eróticos e agora vejo que surgiu a oportunidade de escrever o meu. Vou contar sobre minha esposa e como ela me chifrou com o primeiro namorado dela. Uma vez tivemos que morar na casa da minha mãe porque eu não ganhava o suficiente pra alugar uma casa. Nessa casa tinha dois telefones, já que celular ainda não existia. Minha esposa quase sempre falava no telefone, e eu achava que era uma amiga. Um dia, resolvi entrar no quarto da minha mãe, onde estava o outro telefone, e com todo cuidado levantei o fone e escutei a conversa. Ela mal articulava as palavras, só ria, mas ele dizia que não aguentava de vontade de fazer de novo. Ela falou que não podia conversar e desligou. Eu desliguei o outro telefone com cuidado pra não fazer barulho e fui pro quarto onde ela tinha entrado e perguntei quem era. Ela ficou nervosa e começou a chorar. Na hora eu falei: "Você tá saindo com outro, né?" Ela perguntou: "Como você descobriu?" E eu respondi que tinha escutado pelo outro telefone. Forcei ela a me contar tudo com todos os detalhes, e ela começou assim:
Ele se chama Ismael, foi meu namorado quando éramos adolescentes. Nós nos formamos juntos, mas os pais dele mandaram ele estudar na Costa Rica e agora que voltou é engenheiro. Ele veio me procurar, mas me encontrou casada com você. Mesmo assim, continuou insistindo pra eu me divorciar de você, mas eu disse que não dava, porque já tínhamos um filho. Ele falou que sempre me amou, e eu senti o mesmo. A gente se beijou, e ele disse que os pais dele queriam me ver. Eu acreditei e entrei no carro dele, mas quando chegamos, os pais tinham saído. Ele disse pra esperarmos. Sentei num sofá e deitei meu bebê de um ano numa cadeira, porque ele tinha dormido. Ele se aproximou e continuou me beijando, eu não consegui resistir. Dali ele me levou pra cama no colo, tirou só a calcinha, e eu falei pra ele não meter na minha buceta porque você usava camisinha e eu tava escondendo isso. Eu disse pra ele colocar no meu ânus. Ele ficou felizão, porque nunca tinha feito isso com uma mulher por ali. Falei pra ele procurar algo pra lubrificar, e ele foi na cozinha e trouxe um pote de manteiga. Passou com o dedo, enfiando e tirando bem devagar. Eu tava excitada pra caralho e mandei ele meter. Ainda não tinha visto o pau dele até ele tirar pra fora — era maior que o seu, então pedi pra ele enfiar com cuidado, e ele fez isso. Minhas pernas estavam por cima dos ombros dele, igual você faz comigo quando mete por ali também, e eu via entrando e saindo. Ele falava: "que delícia que você é, seu marido é um homem de sorte, nem todo mundo tem uma mulher que gosta de dar o cu". Quando ele disse isso, eu comecei a gozar, e ele também gozou bem fundo no meu reto. Ele ficou deitado em cima de mim, ainda com minhas pernas nos ombros dele, até o pau dele murchar e sair. Bateu uma vontade de ir ao banheiro, e quando saí, ele já tinha arrumado a cama. A gente sentou na sala, e daí a pouco os pais dele chegaram. Depois de uma hora conversando, falei pra ele me trazer em casa, porque você não demorava pra chegar. Ele ainda pediu desculpas. Sinceramente, eu tava tão excitada com o que ela me contou que falei: "Te perdoo, mas com a condição de que vou te comer no cu quando quiser e você vai engolir meu esperma, e sempre vai me contar a verdade". Perguntei se ela ainda amava ele, e ela respondeu que sim, que ele tinha sido o amor da vida dela e que tentou esquecê-lo comigo, mas não deu certo. Então falei: "Se você quer ele tanto assim, te dou permissão pra continuar saindo com ele, já que é um cara legal, mas com a condição de que ele pense que eu não sei de nada. Só faz anal e oral, e me conta tudo nos mínimos detalhes." Ainda emprestei uma câmera de rolo daquela época e pedi pra ela fazer várias fotos enquanto chupava e dava o cu, com o rosto dela aparecendo em todas. Depois de três anos transando, falei pra minha esposa que a gente tivesse outro filho, e aí saiu. Grávida, mas depois que o menino nasceu, percebi que era dele. Ela engravidou dele porque a semelhança era inconfundível. Aceitei como meu e, depois de vinte anos, eles ainda tão transando. Meus filhos já são adultos e logo vão trabalhar fora. Agora minha esposa tira as fotos com o celular e me manda pelo WhatsApp, mas não deixa ele tirar nem mandar, só mostra pra ele. Uma vez, estando na cama com ela, ela me mostrou um vídeo onde ele gozava na boca dela e, depois de mostrar, ela engolia tudo. Assim termina essa história que, embora seja real, sei que muitos vão pensar que não é, mas isso não é o importante. O objetivo é aconselhar outros leitores: se suas esposas derem chifre em vocês, não fiquem bravos com elas. Pelo contrário, incentivem-nas a continuar e assim viverão mais felizes.
Ele se chama Ismael, foi meu namorado quando éramos adolescentes. Nós nos formamos juntos, mas os pais dele mandaram ele estudar na Costa Rica e agora que voltou é engenheiro. Ele veio me procurar, mas me encontrou casada com você. Mesmo assim, continuou insistindo pra eu me divorciar de você, mas eu disse que não dava, porque já tínhamos um filho. Ele falou que sempre me amou, e eu senti o mesmo. A gente se beijou, e ele disse que os pais dele queriam me ver. Eu acreditei e entrei no carro dele, mas quando chegamos, os pais tinham saído. Ele disse pra esperarmos. Sentei num sofá e deitei meu bebê de um ano numa cadeira, porque ele tinha dormido. Ele se aproximou e continuou me beijando, eu não consegui resistir. Dali ele me levou pra cama no colo, tirou só a calcinha, e eu falei pra ele não meter na minha buceta porque você usava camisinha e eu tava escondendo isso. Eu disse pra ele colocar no meu ânus. Ele ficou felizão, porque nunca tinha feito isso com uma mulher por ali. Falei pra ele procurar algo pra lubrificar, e ele foi na cozinha e trouxe um pote de manteiga. Passou com o dedo, enfiando e tirando bem devagar. Eu tava excitada pra caralho e mandei ele meter. Ainda não tinha visto o pau dele até ele tirar pra fora — era maior que o seu, então pedi pra ele enfiar com cuidado, e ele fez isso. Minhas pernas estavam por cima dos ombros dele, igual você faz comigo quando mete por ali também, e eu via entrando e saindo. Ele falava: "que delícia que você é, seu marido é um homem de sorte, nem todo mundo tem uma mulher que gosta de dar o cu". Quando ele disse isso, eu comecei a gozar, e ele também gozou bem fundo no meu reto. Ele ficou deitado em cima de mim, ainda com minhas pernas nos ombros dele, até o pau dele murchar e sair. Bateu uma vontade de ir ao banheiro, e quando saí, ele já tinha arrumado a cama. A gente sentou na sala, e daí a pouco os pais dele chegaram. Depois de uma hora conversando, falei pra ele me trazer em casa, porque você não demorava pra chegar. Ele ainda pediu desculpas. Sinceramente, eu tava tão excitada com o que ela me contou que falei: "Te perdoo, mas com a condição de que vou te comer no cu quando quiser e você vai engolir meu esperma, e sempre vai me contar a verdade". Perguntei se ela ainda amava ele, e ela respondeu que sim, que ele tinha sido o amor da vida dela e que tentou esquecê-lo comigo, mas não deu certo. Então falei: "Se você quer ele tanto assim, te dou permissão pra continuar saindo com ele, já que é um cara legal, mas com a condição de que ele pense que eu não sei de nada. Só faz anal e oral, e me conta tudo nos mínimos detalhes." Ainda emprestei uma câmera de rolo daquela época e pedi pra ela fazer várias fotos enquanto chupava e dava o cu, com o rosto dela aparecendo em todas. Depois de três anos transando, falei pra minha esposa que a gente tivesse outro filho, e aí saiu. Grávida, mas depois que o menino nasceu, percebi que era dele. Ela engravidou dele porque a semelhança era inconfundível. Aceitei como meu e, depois de vinte anos, eles ainda tão transando. Meus filhos já são adultos e logo vão trabalhar fora. Agora minha esposa tira as fotos com o celular e me manda pelo WhatsApp, mas não deixa ele tirar nem mandar, só mostra pra ele. Uma vez, estando na cama com ela, ela me mostrou um vídeo onde ele gozava na boca dela e, depois de mostrar, ela engolia tudo. Assim termina essa história que, embora seja real, sei que muitos vão pensar que não é, mas isso não é o importante. O objetivo é aconselhar outros leitores: se suas esposas derem chifre em vocês, não fiquem bravos com elas. Pelo contrário, incentivem-nas a continuar e assim viverão mais felizes.
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