El novio de mi hermana me hizo su putita pt.3

Bom, quis postar essa parte um pouco mais rápido que a anterior pra não perder a continuidade. Como eu vinha contando nos relatos anteriores, fui submetida e transformada em uma putinha pelo namorado da minha irmã, o Cris. Bom, depois da primeira vez que a gente transou, ele me escreveu mandando uma foto de como ele se masturbava com a minha calcinha que ele tinha roubado na última vez que a gente ficou junto. Isso me excitou pra caralho, então decidi mandar fotos minhas também enquanto me masturbava. A verdade é que me sentia mal por saber que ele era namorado da minha irmã e eu tava sendo amante dele. Isso me incomodava, e tinha dias que eu não conseguia olhar na cara da minha irmã, mas isso não impedia que pelo WhatsApp eu mandasse fotos da minha bunda, buceta e peitos pro namorado dela. Ele só dizia que com o tempo a culpa ia passar, e eu acreditava nele. Um dia ele falou que tava muito excitado e queria ir na minha casa. Eu pensei que de boa, ele podia vir, já que minha irmã tava estudando e meus pais trabalhando, então eu tava sozinha em casa. Ele chegou em poucos minutos, e desde que abri a porta, já vi que naquele dia ele tava com muita vontade, e eu ia ser quem ia aliviar ele. Cris: Oi, gata. Mía: Oi, pai. Vai me dar castigo hoje? Falei com um sorriso safado, sabendo o que ia rolar. Cris: Claro que sim, sua putinha. Subimos pro segundo andar, e ele sentou no sofá e puxou o pau pra fora. Eu sabia o que ele queria. Pelo WhatsApp, ele já tinha me falado várias vezes o que ia fazer comigo, mas quando eu tava com tesão, isso não importava. Se ele quisesse, eu era a punheta pessoal dele. Cris: Primeiro, tira toda a roupa. Depois, quero que você chupe meu pau pra lubrificar, entendeu, putinha? Eu, sem tirar os olhos do pau dele, comecei a fazer o que ele mandou. Mía: Tô assim, tá bom? Falei enquanto mostrava meu corpo todo pelado pros olhos dele, que já tavam me devorando. Cris: Sim, assim você tá muito gostosa. E sabe, você tem uns peitos mais gostosos que os da sua irmã. Agora vem e começa a chupar. Eu me ajoelhei e... Comecei lambendo o pau dele de cima a baixo, o cheiro e o gosto que tinha era inebriante. Depois de alguns minutos, coloquei na minha boca e deixei ele tomar o controle, pegando no meu cabelo e fazendo uma "booty" pra controlar a velocidade que ele fodia minha boca. Eu mexia minha língua o máximo que podia enquanto chupava todo aquele pau delicioso, e assim ficamos por uns minutos.

Cris: "Pronto, vadia. Agora se ajoelha no sofá de quatro e se abre bem, quero ver seus buracos de puta."

Eu amo quando ele fala assim comigo e me rebaixa como uma mera vadia, é muito excitante ele me insultar desse jeito. Obedeci as ordens dele e apoiei meu rosto no sofá enquanto minhas mãos abriam minhas nádegas pra deixar ele ver bem minha buceta e meu cu.

Cris: "Que puta lasciva você é pra obedecer tão bem as instruções."

Ele começou a tatear meu corpo, primeiro acariciando os lábios da minha buceta de forma suave e lenta. Eu sentia o olhar dele no meu corpo, era lascivo, mas eu gosto. Depois de brincar um pouco, ele enfiou dois dedos na minha buceta já molhada, arrancando um gemido da minha garganta. Ele continuou brincando com os dedos dentro de mim, aumentando pra três dedos. Eu sentia minha buceta bem aberta e quente.

Mia: "Ah, por favor... ahhh... para com isso... me fode... me fode como uma vadia bem vadia que adora que usem o corpo dela como um brinquedo sexual... deixa minha buceta ser seu masturbador... me marca como sua mulher."

Nesse ponto, minha mente e meu corpo estavam muito quentes, o que me deixava mais submissa. Eu não me importava com mais nada além de foder, e foi isso que ele fez. Ele tirou uma caixa de camisinhas do bolso, abriu uma e mandou eu virar pra colocar na minha boca.

Cris: "Vamos, vadia. Coloca a camisinha em mim pra eu começar a te usar, porque eu também já tô com vontade de usar sua buceta de puta."

Sem hesitar, me joguei nele e coloquei a camisinha com a boca, depois me virei e rebolo o rabo, pedindo pra ele destruir minha barriga. Só ouvi uma risadinha antes de sentir o membro dele... Abriu caminho entre as paredes da minha buceta e me fez gemer sem parar, ia me deixar louca do jeito que ele se mexia, era incrível, não sei quantas vezes ele já tinha transado, mas pra uma inexperiente como eu, ele parecia um deus do sexo. E quando achei que não podia sentir mais prazer, ele começou a me dar tapas na bunda, me pegando de surpresa e fazendo eu apertar minha buceta a cada tapa.
Cris: Adoro!... Ah, sim... Adoro seu corpo... o jeito que ele se encaixa em mim... o jeito que ele fica safado... vai, vadia, se mexe mais.
Mia: Sim, papai... sou sua... continua me comendo... usa meu corpo pra satisfazer seus desejos... sou sua putinha... você é o namorado da minha irmã, mas eu sou sua mulher.
Até eu mesma não me reconhecia quando transava com ele, era como se minha mente ficasse em branco. Só uma coisa me trouxe de volta à realidade: quando ele começou a brincar com meu cu com o polegar, o que no início me deixou confusa.
Mia: O que cê tá fazendo?
Cris: Qual é, não gostou?
Mia: Não sei... hum, mas continua.
Cada vez que ele tocava meu cu, eu arqueava as costas e apertava minha buceta.
Cris: Sabe, tenho uma fascinação por sexo anal, mas sua irmã tem medo e não quer deixar eu arrombar o cu dela, então quero fazer com você.
O que ele disse me surpreendeu muito, porque eu achava que minha irmã já tinha entregado o corpo todo pra ele. Saber que não era assim me excitou pra caralho, e claro que deixei ele brincar mais com meu cu.
Mia: Então, papai, meu cu é todo seu.
Quando falei essas palavras, pude notar claramente o pau dele inchar mais, e ele começou a me meter com mais força. Quase dava pra sentir a ponta do pau dele acariciando a entrada do meu útero, e isso me fazia delirar de prazer. A gente se perdeu tanto no sexo que esqueci que minha irmã estava pra chegar. Só paramos quando ouvimos a porta da entrada abrir.
Mia: Merda, é minha irmã.
Cris: Porra, pega sua roupa e vai pro banheiro.
Rapidamente peguei toda minha roupa e corri como pude pro banheiro pra me trancar lá. Quando cheguei, senti enquanto minhas pernas cediam pelo medo e pela foda que eu tinha levado, eu estava tremendo muito, então me deixei cair no banheiro enquanto colava o ouvido na porta pra ouvir a conversa. K: meu amor! O que você faz aqui?. Cris: oi bebê, tava com muita saudade de você e queria te dar uma surpresa. Na minha mente, ao ouvir isso, eu pensei: maldito mentiroso, você tava arrebentando a barriga da irmã dela, o que você tava com saudade era da minha buceta. K: ah meu amor, que lindo, acho que a Mia te abriu. Aliás, cadê ela? Cris: tá no banheiro, acabou de entrar. Que tal a gente ir pro seu quarto? K: tá bem, meu amor. Ao ouvir isso, senti ciúmes porque não tinha conseguido terminar de transar com o Cris e minha irmã ia receber o que era meu por direito, mas não tava a fim de reclamar nada porque quase meu coração saiu pela boca de susto. Então, quando ouvi a porta fechar, fui pro meu quarto e fiquei na cama pensando no que ele tinha me dito. Como sabia que eles iam estar ocupados, comecei a pesquisar sobre sexo anal enquanto me tocava com um dedo no meu cu. Puta merda, o assunto era muito excitante. Só de ver como umas putas eram fodidas no cu enquanto se tocavam no clitóris já me fez desejar aquilo também. Passou mais ou menos uma semana daquele evento até eu decidir mandar uma foto pro Cris no WhatsApp. A foto era eu de pernas abertas, uma mão masturbando minha buceta e a outra enfiando um dedo no meu cu. Junto com ela, mandei uma mensagem: Mia: papai, da outra vez a gente não conseguiu terminar de brincar. Que tal você vir hoje e acabar comigo? Cris: uau, amei essa foto, gata. Já tô indo pra sua casa pra gozar no seu cu. Mia: tô te esperando aqui, papai. Ao saber que ele vinha, senti uma sensação quente na barriga e comecei a ficar muito excitada. Decidi esperar ele sem roupa pra facilitar o serviço. Ele não demorou muito pra chegar e, quando abri a porta, pude ver a surpresa dele com meu presente. Cris: caralho, cada dia você fica mais puta. Mia: só pra você, meu dono, ninguém mais. mas pode me ter
Cris: sabia que você sabe como me excitar

Sem perder tempo subimos para o segundo andar, onde dei uma das melhores boquetas que já fiz por alguns minutos, já que o que ele mais queria naquele dia era tirar minha virgindade anal e, pra ser sincera, eu também tava louca pra dar. Então me coloquei de cara no chão e abrindo minha bunda com as duas mãos, igual da outra vez, e senti algo bem gelado no meu cu.

Mía: ah... o que é isso?
Cris: um lubrificante, não quero quebrar meu brinquedo

Sorri ao ouvir isso e depois senti ele lambendo e chupando meu cu. Caralho, que boquete ele me deu enquanto lambia e brincava com os dedos, esfregando meu cu até que finalmente se animou a meter um dedo. Devo admitir que foi meio desconfortável, mas essa sensação foi sumindo aos poucos, fui me acostumando até sentir ele meter o segundo dedo. Aí ardeu um pouco, mas eu tava muito excitada, então doeu bem pouco. Uns minutos depois:

Cris: bom, minha putinha, tá na hora de abrir essa buceta anal deliciosa e te transformar na minha puta completa
Mía: tá bem, meu amor, abre meu cu e transforma ele no teu brinquedo, igual minha buceta ou minha irmã
Cris: caralho, você sabe o que falar pra me excitar, mas vem aqui e se posiciona

Ele me colocou na mesma posição, só que com meu corpo virado pra escada.
Cris: bom, agora sim, tudo pronto pra começar

Ele colocou uma camisinha e depois ficou brincando um pouco com a ponta do pau na entrada do meu cu. Eu tava nervosa e com um pouco de medo, mas não ia desistir, então só respirei fundo e senti o pau dele, aos poucos, abrindo caminho pelo meu cu, expandindo as paredes e moldando elas. Senti um pouco de dor e ardência.

Cris: ohh... gata, você não sabe como isso é gostoso, tô amando. Você tá bem?
Mía: tô sim, papai, mas me dá um tempinho, ainda arde
Cris: tá bem, vou devagar

Senti o pau dele saindo devagar do meu cu antes de entrar de novo de forma suave. Mentalmente agradeci por ele não ter virado um bicho e destruído meu cu a ponto de me deixar toda rasgada. Ele foi, aos poucos, se... Movendo mais rápido e o que no começo foi dor se transformou em prazer.
Mia: Não sabia que pelo cu dava pra sentir tanto prazer... hummm... tô gostando.
Cris: Também, tua bunda tá me deixando louco, sua puta, você aperta gostoso demais.

Ele batia nas minhas nádegas com as mãos enquanto me segurava com força pra meter mais fundo no meu cu. Senti que ele queria me partir, mas eu gostava daquilo. Ouvir a voz dele excitada e ofegante atrás de mim enquanto o pau dele abria minha bunda... puta merda, a experiência tava me deixando louca.

Mia: Amo... continua arrombando meu cu... me faz sua puta anal... usa sua escrava sexual.
Cris: Vou gozar.
Mia: Eu também vou, papai.

Eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo anal e, sinceramente, a situação toda me deixava muito excitada. Ele começou a se mover mais rápido e eu tentava apertar meu cu o máximo que podia pra gozarmos juntos. Bem na hora que eu ia chegar lá, ouvi uns passos na escada e o que eu mais temia aconteceu: minha irmã tava na minha frente, vendo o namorado dela me foder que nem um bicho.

Mia: Cris... espera... minha irmã...

Antes de conseguir falar qualquer coisa, senti a porra do Cris jorrar no meu cu e isso foi o suficiente pra me levar ao orgasmo também. Imagino a cara de puta que eu devia ter feito na frente da minha irmã. Depois disso, comecei a chorar. Eu tinha traído minha irmã e não sabia o que fazer. Será que o jogo tinha acabado?

Vou deixar esse relato por aqui. Espero que vocês gostem e em breve vou postar uma atualização do que aconteceu. Vêm muitas histórias por aí. E vi que alguém perguntou minha idade: eu tenho 19 anos, minha irmã e o namorado dela têm 22. Se tiverem mais dúvidas, perguntem à vontade que eu respondo nos próximos relatos. Até a próxima.

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