Bom, quis postar essa parte um pouco mais rápido que a anterior pra não perder a continuidade. Como eu vinha contando nos relatos anteriores, fui submetida e transformada em uma puta pelo namorado da minha irmã, Cris. Bom, depois da primeira vez que transamos, ele me escreveu mandando uma foto de como ele se masturbava com minha calcinha que ele tinha roubado na última vez que ficamos juntos. Isso me excitou demais, então decidi mandar fotos minhas também enquanto me masturbava. A verdade é que me sentia mal por saber que ele era o namorado da minha irmã e eu tava sendo a amante dele. Isso me incomodava, e tinha dias que eu não conseguia olhar diretamente no rosto da minha irmã, mas isso não impedia que pelo WhatsApp eu mandasse fotos da minha bunda, buceta e peitos pro namorado dela. Ele só dizia que com o tempo a culpa ia passar, e eu obedecia. Um dia ele falou que tava muito excitado e queria ir na minha casa. Eu pensei que de boa, podia vir, já que minha irmã tava estudando e meus pais trabalhando, então eu tava sozinha em casa. Ele chegou em poucos minutos, e desde que abri a porta, já vi que naquele dia ele tava com muita vontade, e eu ia ser quem ia aliviar ele. Cris: Oi, gata. Mía: Oi, pai. Vai me dar castigo hoje? Falei com um sorriso safado, sabendo o que ia rolar. Cris: Claro que sim, sua puta. Subimos pro segundo andar, e ele sentou no sofá e puxou o pau pra fora. Eu sabia o que ele queria. Pelo WhatsApp, ele já tinha me falado várias vezes o que ia fazer comigo, mas quando eu tava com tesão, isso não importava. Se ele quisesse, eu era a punheta pessoal dele. Cris: Primeiro, tira toda a roupa. Depois, quero que você chupe meu pau pra lubrificar, entendeu, puta? Eu, sem tirar os olhos do pau dele, comecei a fazer o que ele mandou. Mía: Tô assim, tá bom? Falei enquanto mostrava meu corpo todo pelado pros olhos dele, que já tavam me devorando. Cris: Sim, assim você tá muito gostosa. E sabe, você tem uns peitos mais gostosos que os da sua irmã. Agora vem e começa a chupar. Me ajoelhei e... Comecei lambendo o pau dele de cima a baixo, o cheiro e o gosto que tinha era embriagante. Depois de alguns minutos, coloquei ele na minha boca e deixei que ele tomasse o controle, pegando no meu cabelo e fazendo uma "booty" pra controlar a velocidade que ele fodia minha boca. Eu mexia minha língua o máximo que podia enquanto chupava todo aquele pau delicioso dele, e assim ficamos por alguns minutos.
Cris: "Pronto, vagabunda, agora se ajoelha no sofá de quatro e se abre bem que eu quero ver seus buracos de puta."
Eu amo quando ele fala assim comigo e me rebaixa como uma mera vagabunda, é muito excitante ele me insultar desse jeito. Obedeci as ordens dele e apoiei meu rosto no sofá enquanto minhas mãos abriam minhas nádegas pra deixar bem visível minha buceta e meu cu.
Cris: "Que puta safada você é pra obedecer tão bem as instruções."
Ele começou a tatear meu corpo, primeiro acariciando os lábios da minha buceta de forma suave e lenta. Eu sentia o olhar dele no meu corpo, era lascivo, mas eu gosto. Depois de brincar um pouco, ele enfiou dois dedos na minha buceta já molhada, arrancando um gemido da minha garganta. Ele continuou brincando com os dedos dentro de mim, aumentando pra três dedos. Eu sentia minha buceta bem aberta e quente.
Mia: "Ah, por favor... ahhh... para com isso... me fode... me fode como uma puta bem puta que adora que usem o corpo dela como um brinquedo sexual... deixa minha buceta ser seu masturbador... me marca como sua mulher."
Nesse ponto, minha mente e corpo estavam muito quentes, o que me deixava mais submissa. Eu não me importava com mais nada além de foder, e foi isso que ele fez. Ele tirou uma caixa de camisinhas do bolso, abriu uma e fez eu me virar pra colocar na minha boca.
Cris: "Vamos, vagabunda, coloca a camisinha em mim pra eu começar a te usar, porque eu também já tô doido pra usar sua buceta de puta."
Sem hesitar, me joguei nele e coloquei a camisinha com a boca, depois me virei e reboli a bunda, pedindo pra ele destruir meu ventre. Só ouvi uma risadinha antes de sentir o membro dele... Abriu caminho entre as paredes da minha buceta e me fez gemer sem parar, ia me deixar louca do jeito que ele se mexia, era incrível, não sei quantas vezes ele já tinha transado, mas pra uma inexperiente como eu, ele parecia um deus do sexo, e quando achei que não podia sentir mais prazer, ele começou a me dar tapas na bunda, me pegando de surpresa e fazendo eu apertar minha buceta a cada tapa.
Cris: Adoro!.... Ah sim... Adoro teu corpo....o jeito que ele se encaixa no meu...o jeito que ele fica safado...vai, vagabunda, se mexe mais.
Mia: Sim, papai...sou sua...continua me comendo....usa meu corpo pra satisfazer teus desejos....sou sua putinha....você é o namorado da minha irmã, mas eu sou sua mulher.
Até eu mesma não me reconhecia quando transava com ele, era como se minha mente ficasse em branco, só uma coisa me trouxe de volta à realidade: quando ele começou a brincar com meu cu com o polegar, o que no começo me deixou confusa.
Mia: O que cê tá fazendo?
Cris: Qual é, não gostou?
Mia: Não sei... humm, mas continua.
Cada vez que ele tocava meu cu, eu arqueava as costas e apertava minha buceta.
Cris: Sabe, tenho uma fascinação por sexo anal, mas sua irmã tem medo e não quer deixar eu arrombar o cu dela, então quero fazer isso com você.
O que ele disse me surpreendeu muito, porque eu achava que minha irmã já tinha entregado o corpo todo pra ele, saber que não era assim me excitou pra caralho e, claro, deixei ele brincar mais com meu cu.
Mia: Então, papai, meu cu é todo seu.
Quando falei essas palavras, pude notar claramente o pau dele inchar mais e ele começou a me meter com mais força, quase dava pra sentir a ponta do pau dele acariciando a entrada do meu útero, e isso me fazia delirar de prazer. A gente se perdeu tanto no sexo que esqueci que minha irmã ia chegar, só paramos quando ouvimos a porta da entrada abrir.
Mia: Merda, é minha irmã.
Cris: Pega tua roupa e vai pro banheiro.
Rapidamente peguei toda minha roupa e corri como pude pro banheiro pra me trancar lá, quando cheguei, senti enquanto minhas pernas cediam pelo medo e pela foda que eu tinha levado, eu estava tremendo muito, então me deixei cair no banheiro enquanto colava o ouvido na porta pra escutar a conversa. K: meu amor! O que você tá fazendo aqui?. Cris: oi bebê, tava com muita saudade de você e queria te dar uma surpresa. Na minha mente, ao ouvir isso, eu pensei: maldito mentiroso, você tava arrebentando o útero da irmã dela, o que você tava com saudade era da minha buceta. K: ah meu amor, que lindo, acho que a Mia te abriu. Aliás, cadê ela? Cris: tá no banheiro, acabou de entrar. Que tal a gente ir pro seu quarto? K: tá bem, meu amor. Ao ouvir isso, senti ciúmes porque não tinha conseguido terminar de transar com o Cris e minha irmã ia receber o que era meu por direito, mas não tava a fim de reclamar nada porque quase meu coração saiu pela boca de susto. Então, quando ouvi a porta fechar, fui pro meu quarto e fiquei na cama pensando no que ele tinha me dito. Como sabia que eles iam estar ocupados, comecei a pesquisar sobre sexo anal enquanto me tocava com um dedo no meu cu. Puta merda, o assunto era muito excitante. Só de ver como umas putas eram fodidas no cu enquanto se tocavam no clitóris já me fez desejar aquilo também. Passou mais ou menos uma semana daquele evento até eu decidir mandar uma foto pro Cris no WhatsApp. A foto era eu de pernas abertas, uma mão masturbando minha buceta e a outra enfiando um dedo no meu cu. Junto com a foto, mandei uma mensagem: Mia: papai, da outra vez a gente não conseguiu terminar de brincar. Que tal você vir hoje e acabar comigo? Cris: uau, amei essa foto, gata. Já tô indo pra sua casa pra gozar no seu cu. Mia: tô te esperando aqui, papai. Saber que ele vinha me deu uma sensação quente no ventre e comecei a ficar muito excitada. Decidi esperar ele sem roupa pra facilitar o serviço. Ele não demorou muito pra chegar e, quando abri a porta, pude ver a surpresa dele com meu presente. Cris: caralho, cada dia você fica mais puta. Mia: só pra você, meu dono, ninguém mais. mais pode me ter
Cris: sabia mesmo como me excitar
Sem perder tempo, subimos para o segundo andar, onde eu dei um dos melhores boquetes da minha vida por alguns minutos, já que o que ele mais queria naquele dia era tirar minha virgindade anal e, sinceramente, eu também tava doida pra dar. Então me coloquei de cara no chão, abrindo minha bunda com as duas mãos, igual da outra vez, e senti uma coisa bem gelada no meu cu.
Mía: ah... o que é isso?
Cris: um lubrificante, não quero quebrar meu brinquedo
Eu sorri ao ouvir isso e depois senti ele lambendo e chupando meu cu. Putz, que boquete ele me deu enquanto lambia e brincava com os dedos, esfregando meu ânus até que finalmente criou coragem pra enfiar um dedo. Tenho que admitir que foi meio desconfortável, mas essa sensação foi passando aos poucos, fui me acostumando até sentir ele enfiar o segundo dedo. Aí ardeu um pouco, mas eu tava tão excitada que quase não doeu. Uns minutos depois:
Cris: então, minha putinha, tá na hora de abrir essa bucetinha anal deliciosa e te transformar na minha puta completa
Mía: tá bem, meu amor, abre meu cu e faz dele teu brinquedo, igual minha buceta ou minha irmã
Cris: caralho, você sabe o que falar pra me excitar. Mas vem cá, se posiciona aqui
Ele me colocou na mesma posição, só que com meu corpo virado pra escada.
Cris: beleza, agora sim, tudo pronto pra começar
Ele colocou uma camisinha e ficou brincando um pouco com a ponta do pau na entrada do meu cu. Eu tava nervosa e com um pouco de medo, mas não ia desistir, então só respirei fundo e senti o pau dele abrindo caminho pelo meu ânus devagar, expandindo as paredes e moldando elas. Doeu um pouco e ardeu.
Cris: ohhh... gata, você não faz ideia do que é isso, tô amando. Tá bem?
Mía: tô sim, pai, mas me dá um tempinho, ainda arde
Cris: tranquilo, vou devagar
Senti o pau dele saindo devagar do meu cu antes de entrar de novo com cuidado. Mentalmente, agradeci por ele não ter virado um bicho e destruído meu cu a ponto de me deixar toda rasgada. Ele foi, aos poucos, se... Movendo mais rápido e o que no começo foi dor, virou prazer.
Mía: Não sabia que pelo cu dava pra sentir tanto prazer... hummm... tô gostando.
Cris: Também, tua bunda tá me deixando louco, sua puta, tu aperta gostoso demais.
Ele batia nas minhas nádegas com as mãos enquanto me segurava com força pra penetrar mais fundo no meu cu. Senti que ele queria me partir, mas eu gostava daquilo. Ouvir a voz dele excitada e ofegante atrás de mim enquanto o pau dele abria minha buceta do cu, puta merda, a experiência tava me deixando louca.
Mía: Amo... continua arrombando meu cu... me faz sua puta anal... usa tua escrava sexual.
Cris: Vou gozar.
Mía: Eu também vou, papai.
Eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo anal e, sinceramente, toda a situação me deixava muito excitada. Ele começou a se mover mais rápido e eu tentava apertar meu cu o máximo que podia pra gente gozar junto. Bem na hora que eu ia chegar lá, ouvi uns passos na escada e o que eu mais temia aconteceu: minha irmã tava na minha frente, vendo o namorado dela me foder que nem um bicho.
Mía: Cris... espera... minha irmã...
Antes de eu conseguir falar qualquer coisa, senti a descarga de porra do Cris no meu cu e isso foi o suficiente pra me levar ao orgasmo também. Imagino a cara de puta que eu devia ter feito na frente da minha irmã. Depois disso, comecei a chorar. Eu tinha traído minha irmã e não sabia o que fazer. Será que o jogo tinha acabado?
Vou deixar esse relato por aqui. Espero que vocês gostem, e em breve vou postar uma atualização do que aconteceu. Vêm muitas histórias por aí. E vi que alguém perguntou minha idade: eu tenho 19 anos, minha irmã e o namorado dela têm 22. Se tiverem mais dúvidas, perguntem à vontade que eu vou respondendo nos próximos relatos. Até a próxima.
Cris: "Pronto, vagabunda, agora se ajoelha no sofá de quatro e se abre bem que eu quero ver seus buracos de puta."
Eu amo quando ele fala assim comigo e me rebaixa como uma mera vagabunda, é muito excitante ele me insultar desse jeito. Obedeci as ordens dele e apoiei meu rosto no sofá enquanto minhas mãos abriam minhas nádegas pra deixar bem visível minha buceta e meu cu.
Cris: "Que puta safada você é pra obedecer tão bem as instruções."
Ele começou a tatear meu corpo, primeiro acariciando os lábios da minha buceta de forma suave e lenta. Eu sentia o olhar dele no meu corpo, era lascivo, mas eu gosto. Depois de brincar um pouco, ele enfiou dois dedos na minha buceta já molhada, arrancando um gemido da minha garganta. Ele continuou brincando com os dedos dentro de mim, aumentando pra três dedos. Eu sentia minha buceta bem aberta e quente.
Mia: "Ah, por favor... ahhh... para com isso... me fode... me fode como uma puta bem puta que adora que usem o corpo dela como um brinquedo sexual... deixa minha buceta ser seu masturbador... me marca como sua mulher."
Nesse ponto, minha mente e corpo estavam muito quentes, o que me deixava mais submissa. Eu não me importava com mais nada além de foder, e foi isso que ele fez. Ele tirou uma caixa de camisinhas do bolso, abriu uma e fez eu me virar pra colocar na minha boca.
Cris: "Vamos, vagabunda, coloca a camisinha em mim pra eu começar a te usar, porque eu também já tô doido pra usar sua buceta de puta."
Sem hesitar, me joguei nele e coloquei a camisinha com a boca, depois me virei e reboli a bunda, pedindo pra ele destruir meu ventre. Só ouvi uma risadinha antes de sentir o membro dele... Abriu caminho entre as paredes da minha buceta e me fez gemer sem parar, ia me deixar louca do jeito que ele se mexia, era incrível, não sei quantas vezes ele já tinha transado, mas pra uma inexperiente como eu, ele parecia um deus do sexo, e quando achei que não podia sentir mais prazer, ele começou a me dar tapas na bunda, me pegando de surpresa e fazendo eu apertar minha buceta a cada tapa.
Cris: Adoro!.... Ah sim... Adoro teu corpo....o jeito que ele se encaixa no meu...o jeito que ele fica safado...vai, vagabunda, se mexe mais.
Mia: Sim, papai...sou sua...continua me comendo....usa meu corpo pra satisfazer teus desejos....sou sua putinha....você é o namorado da minha irmã, mas eu sou sua mulher.
Até eu mesma não me reconhecia quando transava com ele, era como se minha mente ficasse em branco, só uma coisa me trouxe de volta à realidade: quando ele começou a brincar com meu cu com o polegar, o que no começo me deixou confusa.
Mia: O que cê tá fazendo?
Cris: Qual é, não gostou?
Mia: Não sei... humm, mas continua.
Cada vez que ele tocava meu cu, eu arqueava as costas e apertava minha buceta.
Cris: Sabe, tenho uma fascinação por sexo anal, mas sua irmã tem medo e não quer deixar eu arrombar o cu dela, então quero fazer isso com você.
O que ele disse me surpreendeu muito, porque eu achava que minha irmã já tinha entregado o corpo todo pra ele, saber que não era assim me excitou pra caralho e, claro, deixei ele brincar mais com meu cu.
Mia: Então, papai, meu cu é todo seu.
Quando falei essas palavras, pude notar claramente o pau dele inchar mais e ele começou a me meter com mais força, quase dava pra sentir a ponta do pau dele acariciando a entrada do meu útero, e isso me fazia delirar de prazer. A gente se perdeu tanto no sexo que esqueci que minha irmã ia chegar, só paramos quando ouvimos a porta da entrada abrir.
Mia: Merda, é minha irmã.
Cris: Pega tua roupa e vai pro banheiro.
Rapidamente peguei toda minha roupa e corri como pude pro banheiro pra me trancar lá, quando cheguei, senti enquanto minhas pernas cediam pelo medo e pela foda que eu tinha levado, eu estava tremendo muito, então me deixei cair no banheiro enquanto colava o ouvido na porta pra escutar a conversa. K: meu amor! O que você tá fazendo aqui?. Cris: oi bebê, tava com muita saudade de você e queria te dar uma surpresa. Na minha mente, ao ouvir isso, eu pensei: maldito mentiroso, você tava arrebentando o útero da irmã dela, o que você tava com saudade era da minha buceta. K: ah meu amor, que lindo, acho que a Mia te abriu. Aliás, cadê ela? Cris: tá no banheiro, acabou de entrar. Que tal a gente ir pro seu quarto? K: tá bem, meu amor. Ao ouvir isso, senti ciúmes porque não tinha conseguido terminar de transar com o Cris e minha irmã ia receber o que era meu por direito, mas não tava a fim de reclamar nada porque quase meu coração saiu pela boca de susto. Então, quando ouvi a porta fechar, fui pro meu quarto e fiquei na cama pensando no que ele tinha me dito. Como sabia que eles iam estar ocupados, comecei a pesquisar sobre sexo anal enquanto me tocava com um dedo no meu cu. Puta merda, o assunto era muito excitante. Só de ver como umas putas eram fodidas no cu enquanto se tocavam no clitóris já me fez desejar aquilo também. Passou mais ou menos uma semana daquele evento até eu decidir mandar uma foto pro Cris no WhatsApp. A foto era eu de pernas abertas, uma mão masturbando minha buceta e a outra enfiando um dedo no meu cu. Junto com a foto, mandei uma mensagem: Mia: papai, da outra vez a gente não conseguiu terminar de brincar. Que tal você vir hoje e acabar comigo? Cris: uau, amei essa foto, gata. Já tô indo pra sua casa pra gozar no seu cu. Mia: tô te esperando aqui, papai. Saber que ele vinha me deu uma sensação quente no ventre e comecei a ficar muito excitada. Decidi esperar ele sem roupa pra facilitar o serviço. Ele não demorou muito pra chegar e, quando abri a porta, pude ver a surpresa dele com meu presente. Cris: caralho, cada dia você fica mais puta. Mia: só pra você, meu dono, ninguém mais. mais pode me ter
Cris: sabia mesmo como me excitar
Sem perder tempo, subimos para o segundo andar, onde eu dei um dos melhores boquetes da minha vida por alguns minutos, já que o que ele mais queria naquele dia era tirar minha virgindade anal e, sinceramente, eu também tava doida pra dar. Então me coloquei de cara no chão, abrindo minha bunda com as duas mãos, igual da outra vez, e senti uma coisa bem gelada no meu cu.
Mía: ah... o que é isso?
Cris: um lubrificante, não quero quebrar meu brinquedo
Eu sorri ao ouvir isso e depois senti ele lambendo e chupando meu cu. Putz, que boquete ele me deu enquanto lambia e brincava com os dedos, esfregando meu ânus até que finalmente criou coragem pra enfiar um dedo. Tenho que admitir que foi meio desconfortável, mas essa sensação foi passando aos poucos, fui me acostumando até sentir ele enfiar o segundo dedo. Aí ardeu um pouco, mas eu tava tão excitada que quase não doeu. Uns minutos depois:
Cris: então, minha putinha, tá na hora de abrir essa bucetinha anal deliciosa e te transformar na minha puta completa
Mía: tá bem, meu amor, abre meu cu e faz dele teu brinquedo, igual minha buceta ou minha irmã
Cris: caralho, você sabe o que falar pra me excitar. Mas vem cá, se posiciona aqui
Ele me colocou na mesma posição, só que com meu corpo virado pra escada.
Cris: beleza, agora sim, tudo pronto pra começar
Ele colocou uma camisinha e ficou brincando um pouco com a ponta do pau na entrada do meu cu. Eu tava nervosa e com um pouco de medo, mas não ia desistir, então só respirei fundo e senti o pau dele abrindo caminho pelo meu ânus devagar, expandindo as paredes e moldando elas. Doeu um pouco e ardeu.
Cris: ohhh... gata, você não faz ideia do que é isso, tô amando. Tá bem?
Mía: tô sim, pai, mas me dá um tempinho, ainda arde
Cris: tranquilo, vou devagar
Senti o pau dele saindo devagar do meu cu antes de entrar de novo com cuidado. Mentalmente, agradeci por ele não ter virado um bicho e destruído meu cu a ponto de me deixar toda rasgada. Ele foi, aos poucos, se... Movendo mais rápido e o que no começo foi dor, virou prazer.
Mía: Não sabia que pelo cu dava pra sentir tanto prazer... hummm... tô gostando.
Cris: Também, tua bunda tá me deixando louco, sua puta, tu aperta gostoso demais.
Ele batia nas minhas nádegas com as mãos enquanto me segurava com força pra penetrar mais fundo no meu cu. Senti que ele queria me partir, mas eu gostava daquilo. Ouvir a voz dele excitada e ofegante atrás de mim enquanto o pau dele abria minha buceta do cu, puta merda, a experiência tava me deixando louca.
Mía: Amo... continua arrombando meu cu... me faz sua puta anal... usa tua escrava sexual.
Cris: Vou gozar.
Mía: Eu também vou, papai.
Eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo anal e, sinceramente, toda a situação me deixava muito excitada. Ele começou a se mover mais rápido e eu tentava apertar meu cu o máximo que podia pra gente gozar junto. Bem na hora que eu ia chegar lá, ouvi uns passos na escada e o que eu mais temia aconteceu: minha irmã tava na minha frente, vendo o namorado dela me foder que nem um bicho.
Mía: Cris... espera... minha irmã...
Antes de eu conseguir falar qualquer coisa, senti a descarga de porra do Cris no meu cu e isso foi o suficiente pra me levar ao orgasmo também. Imagino a cara de puta que eu devia ter feito na frente da minha irmã. Depois disso, comecei a chorar. Eu tinha traído minha irmã e não sabia o que fazer. Será que o jogo tinha acabado?
Vou deixar esse relato por aqui. Espero que vocês gostem, e em breve vou postar uma atualização do que aconteceu. Vêm muitas histórias por aí. E vi que alguém perguntou minha idade: eu tenho 19 anos, minha irmã e o namorado dela têm 22. Se tiverem mais dúvidas, perguntem à vontade que eu vou respondendo nos próximos relatos. Até a próxima.
4 comentários - O namorado da minha irmã me fez de puta pt.3