O namorado da minha irmã me fez de putinha pt. 2

Depois de um tempo, vou continuar essa história. Tive alguns problemas que atrasaram. Desde o dia em que descobri que o namorado da minha irmã sabia de tudo, me sentia desconfortável perto dele. Por um lado, sabia que se deixasse ele se aproximar demais, acabaria cedendo, e isso era errado, já que ele era o namorado da minha irmã. Mas por outro, meu corpo e minha mente não conseguiam esquecê-lo. Então, para o meu bem, mantive distância o máximo que pude, embora às escondidas me masturbasse pensando no pau dele e no jeito que ele se comportava durante o sexo. Era muito diferente: sua forma elegante e calma de agir na frente dos meus pais contrastava muito com o macho dominante que submetia minha irmã e a fazia agir como uma simples puta. Eu adorava as noites quando todos dormiam, colocava meus fones e assistia a vídeos de BDSM enquanto me masturbava pensando no Cris. Imaginava como seria se um dia ele aparecesse de surpresa em casa, me encontrasse sozinha e me tomasse como dele, se comesse toda minha buceta e depois eu chupasse ele todinho, para então ele tomar minha virgindade e me fazer gemer sem parar até minhas pernas tremerem. E, nossa, as noites ficavam longas me tocando, mas logo minhas fantasias se tornariam realidade. Cris vinha sempre em casa, pois minha mãe o convidava para almoçar, então era comum vê-lo por lá. Mas, de um tempo para cá, ele começou a se aproximar mais de mim, não importava quem estivesse presente. E, sinceramente, era difícil me conter, e às vezes eu cedia e deixava ele fazer o que quisesse. Um dia, à tarde, saí do banho usando apenas uma toalha, quando percebi que ele estava sentado no sofá. Quando apareci, ele fixou o olhar em mim e com a mão sinalizou para eu me aproximar. Mas, tentando ignorar, caminhei em direção ao meu quarto, até que vi ele se levantar, agarrar minha cintura e entrar no quarto comigo.
Cris: Vamos, pequena, por que está fugindo?
Mia: Eu... não estou fugindo.
Cris: Então... o que é? que tal se fazemos alguma coisa? Ele deslizou as mãos pela minha toalha e pegou meus seios, apertando de um jeito meio brusco, como se quisesse testar a resistência deles.
Mia: você não pode fazer isso, você é o namorado da minha irmã.
Cris: sim, mas digamos que tenho planos pra você.
Mia: que planos?
Ele continuou com meus seios, mas dessa vez pegou meus mamilos com uma mão enquanto a outra tirou minha toalha e depois desceu pra minha buceta. Foi aí que senti um choque elétrico percorrer meu corpo.
Mia: por favor, para.
Cris: não, vou parar quando eu quiser.
Ele continuou me masturbando e cada vez enfiava mais os dedos dentro da minha buceta, enquanto eu abria as pernas pra dar mais espaço.
Cris: nossa, você não demorou muito pra ceder. Quer brincar com mais alguma coisa?
Mia: sim... vou fazer o que você mandar.
Cris: assim que eu gosto, putinha.
Quando ele disse essas palavras no meu ouvido, eu gostei muito e fiquei toda arrepiada.
Cris: vem aqui que você vai experimentar uma coisa.
Enquanto dizia isso, ele sentou na minha cama e tirou o pau pra fora pra que eu chupasse. Não hesitei nem um segundo antes de abrir a boca e tentar enfiar tudo, mas pela minha falta de experiência quase engasguei, o que ele achou meio engraçado. Depois, ele guiou minha boca de volta pro pau dele e dessa vez fui mais devagar. Parecia que ele estava gostando muito, então continuei por alguns minutos. Para ser o primeiro pau que experimentei na vida, gostei bastante. Depois, ele me colocou de quatro e lambeu minha buceta ao mesmo tempo que dava palmadas na minha bunda, fazendo eu gemer.
Mia: ahh, isso... continua, continua chupando minha buceta, lambe tudo.
Depois de me deixar toda molhada e desejando mais, ele colocou o pau na entrada da minha vagina, fazendo pequenos movimentos pra frente e pra trás, roçando em mim sem me penetrar.
Cris: agora quero que você diga.
Mia: dizer o quê?
Cris: quero que diga que a partir de hoje você vai ser minha putinha e que agora você me pertence. Quero que seja minha e de mais ninguém.
Hesitei por alguns minutos.
Mia: tudo bem... sou sua putinha e de mais ninguém... eu te pertenço, então me faz sua. Ele não hesitou e de uma vez me penetrou, fazendo-me sentir dor. Ele havia tirado minha virgindade e, mesmo doendo, conforme ele se movia, a dor foi passando e se transformando em prazer. Ele ia mudando o movimento dos quadris: às vezes era rápido, com penetrações não muito profundas, e em outras, suas penetrações eram mais lentas, porém mais profundas. Ele estava me deixando louca de prazer, e foi quando ele se aproximou do meu ouvido:

Cris: Nossa, que irmãzinha safada você é, está gozando com o pau do seu cunhado.

Mia: Sim... sou uma irmãzinha má.

Cris: Que puta traidora. Adoro como você aperta meu pau.

Mia: Eu adoro. Meu corpo é seu, faça o que quiser com ele.

Minha mente sentia tanto prazer que era difícil parar de gemer. De repente, senti algo quente inundando minha barriga.

Cris: Boa garota, recebeu sua primeira carga.

Mia: Vou ficar grávida?

Cris: Não, tranquila. Você vai tomar uma pílula do dia seguinte, mas eu fico com isso.

Ele pegou minha calcinha e guardou no bolso, depois se arrumou e se dirigiu à porta.

Cris: Vou manter contato com você pelo WhatsApp. Não esqueça que agora você me pertence.

Mia: Entendo.

Depois que ele foi embora, me levantei devagar para ver o sêmen escorrendo da minha buceta. Com uma das mãos, peguei um pouco do sêmen e levei à boca. Gostei do gosto.

Bem, depois daquele dia, nossa relação ficou mais forte e cada vez nos aproximamos mais, mas isso conto em outra história. Por enquanto, espero que tenham gostado do relato, e peço desculpas se não soube narrar bem, mas vou melhorando com todas as anedotas que vou contando. Algumas são bem pervertidas, mas divertidas.

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