el novio de mi hermana me hace su putita pt1

Bom, hoje vou contar como o namorado da minha irmã fez o que quis comigo. Não sou muito boa em contar histórias, mas me excita falar sobre isso, então aos poucos vou trazendo relatos de tudo que rola atualmente na minha casa. Tudo começou quando, de repente, minha irmã trouxe um cara pra casa. Ela tinha conhecido ele anos atrás na academia onde estudaram juntos, e durante a pandemia eles ficaram muito próximos e acabaram virando um casal. Até aquele momento, eu só tinha ouvido algumas descrições que minha irmã me fez, mas nunca tinha visto ele pessoalmente. Ele é um cara meio alto, tem 1,71m, cabelo e olhos pretos. A questão é que, depois de apresentá-lo pra família, minha irmã começou a trazê-lo mais vezes pra casa e, às vezes, eles se encontravam escondidos pra se beijar, já que meus pais são meio rígidos. Um dia, depois de voltar cedo da minha academia por causa da ausência de um professor, entrei em casa sem fazer muito barulho e só queria descansar. Mas quando terminei de subir as escadas, notei que a porta do quarto da minha irmã estava mal fechada. Então me aproximei pra falar com ela, mas antes que pudesse fazer ou dizer qualquer coisa, vi pela pequena abertura minha irmã pelada. Isso me surpreendeu e me afastei. Tentei ir pro meu quarto, mas não conseguia deixar de sentir curiosidade, então com cuidado me aproximei de novo pra ver o que tava rolando. Percebi que minha irmã estava ajoelhada e nua, enquanto o namorado dela estava sentado na beira da cama. Depois de alguns segundos, notei que ela tava chupando o pau dele enquanto ele segurava o cabelo dela e dizia coisas tipo: "vai, vadia, satisfaz teu dono, gosto que você seja uma putinha submissa", etc. Isso me excitou muito, ainda mais quando minha irmã ficou de quatro e me deixou ver os buracos dela. Não é que eu seja incestuosa, mas minha irmã tem um corpo gostoso. Depois de ficar observando um tempo, o Cris levantou minha irmã e começou a masturbar ela de um jeito bruto com uma mão, enquanto a outra segurava ela pelo... pescoço, os gemidos da minha irmã e as súplicas dela pra ser fodida me excitaram ainda mais, então me acomodei e meti a mão na calça pra começar a me tocar enquanto via eles transando, já que ele colocou uma camisinha e mandou minha irmã abrir a buceta pra ele. O jeito dominante que ele tratava ela e como ela obedecia de forma submissa me deixava cada vez mais excitada. Eu tava na primeira fila vendo o pau do Cris bombando na minha irmã e ela gemendo igual uma puta. Ele continuava insultando e humilhando minha irmã com palavras tipo: "você é minha puta suja", "vou rasgar sua buceta, puta", "adoro quando meu brinquedo aperta a buceta pra mim" ou "logo você não vai passar de um depósito de porra". Cada palavra que ele dizia me deixava mais e mais excitada, até que, sem querer, enquanto me masturbava, bati o pé em alguma coisa e fiz barulho. Eles pararam de transar na hora, e minha irmã falou pro Cris ver o que foi. Eu levantei como pude sem fazer mais barulho e corri pro meu quarto, me enfiando debaixo da cama. Meu coração tava a mil enquanto ouvia os passos do Cris e da minha irmã. Eles chegaram perto do meu quarto e eu consegui ouvir o que falavam. Kia: "Cris, cê acha que minha irmã pode ter nos visto?" Cris: "Acho que não, gata, ela deve estar na faculdade ainda. Melhor a gente continuar o que tava fazendo." Kia: "Mas se minha irmã chegar, ela pode nos pegar, e isso seria um problema." Cris: "Fica tranquila, putinha, ninguém vai saber do seu segredo. Ninguém vai descobrir que você é meu brinquedo sexual." Kia: "Tá bom, então vamos voltar pro meu quarto." Cris: "Não, quero fazer aqui." Kia: "Cê tá louco? É o quarto da minha irmã, a gente não pode aqui." Cris: "Claro que pode, puta. Vai ser rápido, então se apoia na cama dela e abre sua buceta, ou quer um castigo?" Kia: "Não, castigo não. Tá bom, vamos fazer, mas rápido." Vi os pés da minha irmã se posicionarem na frente da minha cama e depois os do Cris atrás dela. Sem perder tempo, voltaram a foder como animais, agora no meu quarto. Lugar de excitação, sentia medo de que descobrissem que eu estava debaixo da cama. Queria saber como conseguiria sair dessa situação, mas ao mesmo tempo era difícil pensar com todo o barulho que eles faziam. Dava pra ver o movimento dos pés deles e como minha irmã aguentava as investidas do Cris enquanto gemia, e de vez em quando dava pra ouvir umas palmadas. Depois de alguns minutos, finalmente ouvi eles chegando ao orgasmo e vi o Cris se separar da minha irmã, deixando cair algumas gotas de porra no chão. Cris: Você esteve fabulosa, putinha. Kia: Obrigada, papai. Igualmente, seu pau estava uma delícia. Cris: Amo que você seja uma putinha tão pervertida. Kia: E eu amo que seja você quem me deixa assim. Cris: Agora quero fazer mais algumas coisas, mas no seu quarto. Então vamos, putinha. Kia: Sim, mas deixa eu limpar isso primeiro — se referindo às gotas de porra. Cris: Deixa pra lá, a putinha da sua irmã não vai notar. Melhor vir e me obedecer. Kia: Tá bom, papai. Cris: Anda de quatro até seu quarto. Kia: Sim, meu amo. Minha irmã se colocou de quatro e saiu junto com o Cris do meu quarto. Antes deles irem, pude ver que da buceta da minha irmã pendia a camisinha, escorrendo a porra do Cris. Assim que eles foram embora, saí de debaixo da cama e senti meu peito finalmente se acalmando um pouco. Eu estava numa mistura de medo e excitação, mas a excitação era maior, porque nunca tinha tido contato com sexo e aquilo tinha sido uma aula ao vivo. Me levantei e fui com cuidado até onde estavam as gotas de porra. Por tesão e curiosidade, me aproximei pra cheirar. Não cheirava nada bem, mas o cheiro era tão penetrante que senti que tinha chegado no fundo do meu cérebro, me deixando ainda mais excitada. E sem pensar, estiquei a língua e lambi. Também não tinha um gosto bom, mas serviu pra minha buceta ficar ainda mais quente. Então, sem conseguir me segurar mais, abaixei a calça e vi que minha buceta estava toda melada, mas não liguei e comecei a... Comecei a me masturbar pensando que o lugar da minha irmã, que o Cris tratava como puta dele, era eu. Ficava imaginando como seria sentir o pau inteiro dele na minha buceta, como seria ser tratada igual ele tratava minha irmã. E quanto mais me perdia nos meus pensamentos, mais sujos eles ficavam, a ponto de me imaginar eu e minha irmã sendo as putas do Cris. Com esse pensamento, tive um pequeno orgasmo. Depois disso, me levantei como pude e, com as pernas ainda tremendo, me esgueirei pra ver se eles tinham percebido minha presença em casa. Por sorte, eles estavam tão focados em transar que nem notaram, então aproveitei e saí de casa silenciosamente pra ir a um parque perto dali. Esperei uns 10 minutos pra voltar pra casa e, dessa vez, entrei fazendo barulho de propósito e subindo as escadas devagar. Quando cheguei lá em cima, vi os dois sentados na sala conversando. Kia: Oi, Mia. Como foi na academia? Cris: Oi, Mia. Mia: Oi, Kia e Cris. Foi bem, mas tô meio cansada. Cris: Claro, imagino. Não se preocupa, vai pro teu quarto e descansa. Mia: Valeu, Cris. Te vejo depois. Fui pro meu quarto e não dormi, fiquei fantasiando com o que tinha acontecido naquele dia. Aí teve que passar quase uma semana até eu ver o Cris de novo, mas tudo mudou naquele dia. Quando eu o vi de novo, foi porque minha irmã o convidou pra um almoço em família. Naquele dia, ela tinha saído pra resolver umas coisas, enquanto eu ajudava minha mãe a preparar o almoço. De repente, ele chegou. Minha mãe disse pra eu levá-lo pra sala e a gente conversar enquanto ela terminava. Eu disse que tudo bem, desci pra abrir a porta, cumprimentei e subi com o Cris, que foi até a cozinha cumprimentar minha mãe e depois voltou comigo pra sentarmos na sala e ver TV. Mia: O que você quer ver? Cris: Qualquer coisa. Mia: Tem certeza? Comecei a procurar algo pra ver junto com ele, tentando não deixar transparecer meu nervosismo, porque desde o dia em que os peguei transando, me sentia meio desconfortável ficando a sós com ele. Mas aí, ele... Me aproximo e coloco a mão dele na minha coxa, bem perto da minha buceta.
Mia: O que foi, Cris?
Ele se aproximou do meu ouvido e disse:
Cris: Sei que da outra vez você me viu transando com sua irmã. Gostou do espetáculo?
Naquele momento, senti como se ficasse tensa e pálida, quase desmaiando. Tinha sido descoberta.
Mia: Eu... eu não...
Gaguejei sem saber o que dizer.
Cris: Notei quando você espiou pela porta pra ver o que a gente fazia, e também notei que você estava se masturbando enquanto nos observava. Que pervertida você é, hein, Mia.
Eu continuava sem saber o que dizer ou responder ao que ele falava, porque minha mente entrou em pânico, e ele soube como aproveitar.
Cris: Sabe, Mia, você também é muito gostosa.
Ele disse enquanto subia a mão até minha buceta e começava a me acariciar por cima da roupa.
Cris: Fica tranquila, só se deixa levar e você vai se sentir igual à sua irmã.
Mia: Espera... minha mãe...
Antes que eu pudesse continuar argumentando, ele enfiou a mão dentro da minha calça e começou a me masturbar diretamente. Foi ali que minha vontade quebrou, porque eu passava dias imaginando ele me pegando. Sabia que ele era o namorado da minha irmã, mas não conseguia resistir. Bem, pra ser sincera, não queria resistir.
Cris: Boa garota, se deixa levar.
Cris me apalpava e me dava beijinhos na bochecha até que, de repente, parou, bem quando eu já estava começando a me sentir muito bem.
Mia: Por que você parou?
Cris: Depois a gente continua, Mia.
Ele se levantou e foi embora, me deixando toda excitada. Enquanto se afastava, vi ele levar à boca os dedos com que tinha me masturbado.
Cris: Dona, precisa de ajuda com alguma coisa?
Esse foi o começo da minha perdição. Por enquanto, vou parar essa história aqui, mas logo continuo, então não se preocupem.

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Por favor, aprendé a redactar en español ates de seguir escribiendo.