Arrebentei a Buceta da Minha Namorada

Aos meus vinte e poucos anos, eu namorava uma mina que, apesar de ser bonita, o que mais se destacava nela era a magreza extrema e o rosto infantil. Ela parecia muito mais nova do que a maioridade que tinha acabado de completar. Cada vez que eu comia ela, meu tesão explodia, porque contrastava o corpo e a cara de menina com o jeito puta que ela ficava. Eu comia ela maravilhosamente bem e ela era muito boa cavalgando. Demorei alguns meses para que ela deixasse eu fazer o cu, e três oportunidades para conseguir fazer completo até o fundo. Ela tinha um bum pequeno e apertado, e por mais devagar que eu fosse, doía o suficiente para ver ela apertando os lençóis com os punhos enquanto cerrava os dentes tentando aguentar. Eu me propus a fazer de um jeito que ela gostasse, então interrompia a foda, descia para chupar, até sentir ela relaxada, e tentava de novo. Era óbvio que os nervos a faziam contrair, então eu abandonava a tentativa e, comendo a buceta linda que ela tinha, eu a comia bem forte falando obscenidades. Isso a deixava muito excitada, então em uma dessas eu digo:
— Eu adoro essa buceta que você tem… é apertadinha, mas estica o necessário para aguentar ela dentro por mais forte que eu te coma, parece de borracha…
— Fizeram ela de borracha, come como quiser que eu aguento tudo.
A resposta autêntica e inesperada dela foi um soco no meu ego, despertando uma curiosidade mórbida que crescia no meu cérebro, dando espaço para imaginar ela em situações que refletissem esse "fizeram ela de borracha"… imaginei ela estuprada, estuprada em grupo, transando com um negro de pau grande, transando e recebendo um dildo enorme… até que da minha boca, sem nenhuma intenção, escapou a pergunta que desencadeou tudo: como foi que fizeram ela de borracha? Preciso saber!
Ela ficou quieta, não assustada, mas avaliando ou especulando se respondia ou não. Astuto e manipulador, eu disse: Se foi seu passado, não tem por que me incomodar, eu também tenho o meu, com coisas boas e ruins, mas é meu passado e não posso mudá-lo, na verdade… tem muita coisa que me alegra ter vivido, outras poucas que, mesmo não tendo sido tão boas ou não tendo finais felizes, me excitam demais, a ponto de mais de uma vez me masturbar fantasiando ou relembrando. Seu passado não me incomoda, mas se você me deixa na dúvida, essa dúvida pode me machucar, porque não consigo parar de pensar em qualquer coisa. Ela riu e disse: — não seja melodramático, é uma bobagem, só que tenho medo de você ficar paranoico, já que o que aconteceu foi há dois anos, mas ainda vejo a pessoa: ano passado eu comi o Adrian, meu professor de canto, corria o boato entre todas as alunas que ele tinha uma rola deformada de tão grande, e ficou na minha cabeça que eu queria dar pra ele, então um sábado, depois da aula, fui embora e voltei vinte minutos depois no apartamento dele, com a desculpa de que esqueci meu casaco. Ele me fez entrar, e depois de fechar a porta senti ele me abraçar por trás, e ao perceber que eu fiquei parada ele se aproximou encostando toda a rola dele na minha bunda. Juro que mentalmente é impossível de imaginar, parecia que ele encostava uma latinha de refrigerante de tão grossa que parecia, só que mais longa, muito mais longa... Deitei ela debaixo de mim, de bruços... enfiei pela boceta e disse... conta tudo. Ela contou: — virei, ele me beijou na boca, e empurrou minha cabeça me obrigando a ficar de joelhos, abaixei a calça dele, e uma rola de 25 x 7 apareceu na minha frente, abri a boca quase hipnotizada, mas custei a chupar, ele percebeu, me levantou, e me inclinando contra um sofá baixo puxou meu moletom com calcinha e tudo, e molhada só pelos meus fluidos de tesão ele meteu tudo de uma vez violenta, gritei de dor, mas o orgasmo veio antes de terminar de gritar... minhas pernas começaram a tremer e ele me pegou com um segundo orgasmo, nunca tinha vivido isso... as lágrimas escorriam dos meus olhos e minha boceta se contraía sem que ele fizesse um único movimento.
Ouvir ela me contando isso no meio da foda me fez perceber como ela ficava excitada só de lembrar... por isso decidi ir além:
- Ele te comeu o cu?
- Não conseguiu...
- Por que não?
- É burro?... ouviu o que eu disse?.... ele tem uma rola de 25 x 7..... eu que medi!!!
- Mas ele tentou e você não aguentou?
- Era impossível de aguentar!!
- Se não doesse tanto, você teria gostado que ele enfiasse tudo de uma vez como fez na buceta?
- Uffff... sempre fantasiei com isso, teria adorado, mas ainda bem que não tentei.
- Então imagina que essa é a dele!!!!
E sem dar tempo pra ela processar nada, num movimento só tirei da buceta dela e enfiei até as bolas no cu. Se doeu em mim, não quero imaginar o que ela sentiu, mas ouvi ela abafar um grito mordendo o travesseiro, depois arqueou a cintura levantando aquele bumbum, e com as mãos abriu bem as nádegas tentando enterrar até o último milímetro. Ela não falava, não gemida nem dizia nada, só senti o corpo dela relaxar, e sentia os espasmos e contrações do cu dela, e das pernas, sentia o abdômen endurecer a cada contração, até que pareceu se acalmar depois do orgasmo inconfundível, mas ao relaxar por três segundos, voltava a sentir o corpo dela convulsionando num novo orgasmo. Não consegui continuar metendo, muito contra minha vontade, já que era a primeira vez que conseguia enfiar tudo no cu dela. Ela de bruços, mordendo o travesseiro, parava e, sem nenhum movimento meu ou dela, entrava num novo orgasmo. Contei uns 4 ou 5, até que ela relaxou completamente, e virando a cabeça e me dando uma lambida na boca disse:
- Me come o cu bem forte..... tô com fogo.
Saí de dentro dela, e ao primeiro gesto de reprovação por ter tirado, levantei ela pela cintura fina obrigando-a a ficar apoiada nos joelhos, e quando ela quis se apoiar nas mãos pra ficar de quatro não deixei, só peguei as mãos dela, e as Levei até suas nádegas, e ela, entendendo tudo, abriu o quanto pôde, e com a bochecha apoiada na cama me olhava com sua carinha de putinha ingênua. Pude ver seu cuzinho, bem fechado mesmo tendo acabado de ser penetrado, mas ao lamber, dava pra notar que a resistência anterior tinha desaparecido, e ele se abria sozinho a cada lambida. Deixei saliva suficiente na sua bunda, e apresentando minha cabeça, vi ela empurrar bem devagar até engolir inteira de novo. Seu orgasmo coincidiu com o último milímetro, mas dessa vez eu não liguei... comecei a meter nela com um vai e vem violento, às vezes curto e super leve, e outras... onde eu tirava por completo e enfiava de uma vez com tudo. Terminei quase possuído, segurando ela pelos quadris como se estivesse me masturbando com sua bunda... até que a coloquei de bruços, com as pernas fechadas e admirando suas nádegas de menina, encaixei meu pau na entrada e fodi segurando seus bracinhos cruzados nas costas na altura da cintura. A imagem era de uma violação, e meu pau grosso entrando no seu cuzinho minúsculo era quase irreal... foi demais para o meu tesão, e descarreguei rios de porra dentro dela, quando tirei... ela ainda estava gozando. Deitei ao lado dela, e olhando nos seus olhos no meio de um sorriso disse: - Quero que a gente faça um trio com ele. - Você é um filho da puta, mas vou te dar esse gosto.



5 comentários - Arrebentei a Buceta da Minha Namorada

Suertudo!!! Espero se de pronto...y lo cuentes pronto!!
yojamas +1
Decime que ya tenes la continuacion de este relato...
Asi hay que cojerlas duro y mas de uno van 10 y sale ese trio avisame