Minha primeira vez...

No ano em que entrei no ensino médio, meu pai sofreu um grande golpe financeiro que abalou nossa família. Isso o forçou a procurar trabalho, e ele conseguiu um emprego como pintor numa oficina de funilaria e pintura. Trabalhavam só eles dois: Roberto, o dono, de 50 anos, que fazia a funilaria, e meu pai, que pintava. A oficina dava para a rua, e no fundo se comunicava com a casa do Roberto, onde ele morava com a mulher, uma quarentona com um traseiro impressionante.

Para ganhar uma grana, eu ia dar uma mãozinha todos os dias à tarde, já que de manhã eu estudava. No segundo ano indo lá, eu já tinha confiança tanto com o Roberto quanto com a mulher dele, era quase como um filho pra eles, ou pelo menos me tratavam assim.

Num sábado, tive que ficar depois do meio-dia, hora de fechar, porque precisava terminar de lixar um carro pro meu pai polir na segunda-feira de manhã cedo. Por volta das 15h, deu vontade de tomar um mate, e entrei na cozinha da casa pra buscar erva. Fiz tudo em silêncio total, pra não incomodar, já que eles poderiam estar dormindo a sesta. Mas não estavam: dava pra ouvir a cama rangendo, o colchão gemendo, e a mulher dele gemendo.

Totalmente inconsciente e sem noção, me aproximei na ponta dos pés e, atravessando o corredor, cheguei até a porta do quarto. Por uma fresta, dava pra ver o Roberto em cima da mulher dele, metendo com força, enquanto ela, com as pernas abraçadas na cintura dele, enterrava as unhas nas costas dele e, no ritmo de cada embate, dizia: "Isso... assim... assim... assim... mais... assim... ahhhh... assim assim".

A imagem era hipnótica pra minha pouca idade, e aqueles gemidos me deixavam louco, a ponto de, sem perceber, começar a bater uma. Os corpos deles estavam na diagonal na cama, com as cabeças do meu lado, então a mulher dele não podia me ver, mas devo ter feito algum barulho, porque o Roberto levantou o olhar e, fixando o olhar em mim, em vez de ficar bravo ou assustado, fez uma careta de cumplicidade pedindo silêncio e começou a comê-la bem forte. Num movimento, indo pra trás, ele... Arrastei com ele, ficando ajoelhado e com ela montando de costas para mim. Levantava e abaixava ela segurando a bunda, o que permitia que eu tivesse uma visão clara do pau dele entrando e saindo da buceta. Não voltamos a cruzar os olhares naquele momento, mas tenho certeza que toda aquela foda ele fez para que eu visse. O orgasmo dela coincidiu com o meu, então, apertando bem forte o pau, tentei não manchar nada. Saí sem fazer barulho até a oficina, mas poucos segundos depois chega o Roberto, pelado, com o pau duro e me pergunta: - Por que você foi embora...? Eu ainda não tinha terminado e na verdade não terminei... Sem saber o que dizer, morto de vergonha, falei: - Desculpa... fui buscar um chá e... - Relaxa, gostei que você tenha nos visto. Gostou de ver? - Sim... óbvio. E, me pegando pela mão, ele me levou de volta até o quarto. Na cama estava a mulher dele, totalmente nua, com uma venda nos olhos, tocando a buceta e metendo um dedo com suavidade. Roberto me faz um sinal para ficar quieto e, nos aproximando da cama, ele acaricia o rosto da mulher e, pegando a mão com a qual ela se acariciava, diz: - Posso experimentar? E chupa os dedos dela... ela sorri. Ele aproxima a mão dela de novo da buceta, ela mete os dedos, juntando mais fluidos, e dessa vez Roberto, em vez de levá-los à boca dele, leva à minha. Chupei com timidez, ele repetiu a manobra e, quando viu que eu gostei, fazendo novamente um sinal de silêncio, me inclinou na cama indicando que eu chupasse a buceta da mulher dele. Fiz isso e, quando ouvi o primeiro gemido, o mundo foi outro para mim. Comecei a chupar com desespero, ele subiu na cama e, tirando a venda dos olhos dela, permitiu que ela percebesse que era eu quem estava chupando. Ela tentou parar tudo, mas ele, conhecendo-a bem, pegando-a pelos cabelos, colocou o pau na boca dela e me ordenou: Para de chupar e vem aqui. Me aproximei deles e ele... puxando minha calça pra baixo ela disse: chupa esse cara, deixa ele louco. Deixou o pau dele, e trocou pelo meu, minhas pernas tremiam de medo e prazer. Tudo ficou girando... por isso nem percebi quando acabei de costas e ela, subindo por cima de mim e passando uma mão entre as pernas, pegou meu pau e sentou sem pressa, deixando ele deslizar até o fundo. Aquele Ahhhhh... que saiu da garganta dela ainda ecoa na minha cabeça, foi a primeira vez que fiz uma mulher gozar... ela se jogou pra trás, e apoiando as mãos nos meus tornozelos quebrava a cintura num lindo e violento vai e vem. Roberto estava se masturbando deitado do nosso lado, e terminamos eu dentro dela, ela com meu pau dentro e roberto na mão dele salpicando com a porra a perna da mulher dele e metade do meu pecho. A despedida do Roberto foi: nem preciso dizer que ninguém fica sabendo disso, né?

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