20 anos depois com a Yamila

Olá, pessoal! Essa é minha segunda história aqui no site. Entro de vez em quando pra ler umas histórias de sexo, porque curto muito. Vou contar a história com a Yamila e meu reencontro com ela depois de 20 anos.

Uma breve introdução de como a conheci e quando a gente namorou, pra vocês entenderem melhor o relato. Se quiser, pode pular direto pro título "começo da história".

Conheci a Yamila em La Plata quando eu tinha 19 anos (hoje tenho 41). Sou de uma cidade do interior e tava estudando informática. Naquela época, era moda adicionar minas no MSN, mesmo que você nunca tivesse pegado o contato delas — um amigo te passava e você adicionava também.

Foi assim que a conheci. Acontece que ela era de uma cidade perto da minha, e a gente se deu super bem na hora. O pai dela era caminhoneiro e, por coincidência, era amigo de uma pessoa da minha cidade que morava a quatro quadras da minha casa. Na época, ela tinha 20 anos e trabalhava como babá de manhã, cuidando do filho de um médico da cidade dela, e à tarde atendia numa banca de jornal.

A gente tinha uma química muito boa. Eu passava na banca pra tomar mate com ela, mas nunca tive coragem de chegar nela porque ela era uma gostosa — tinha uma cinturinha e uma bunda que eram a perfeição. Ela quase não tinha peito, mas tinha um olhar e uma voz doce que me deixavam louco.

Um dia, criei coragem e chamei ela pra sair. Ela, toda empolgada, topou na hora. Fui buscá-la no apartamento onde morava com o irmão, que quase nunca tava lá porque vivia na casa da namorada.

Quando vi ela descendo, fiquei em choque. Não sei como consegui me segurar pra não deixar o pau duro na hora, porque ela tava de matar. Vestia uma minissaia jeans com umas botinhas e uma camiseta branca curta, que deixava a barriguinha e o umbigo de fora, com um decote fechado (já que ela não tinha muito peito), mas dava pra ver os biquinhos marcando um pouco.

Chegamos no bar, pedimos umas cervejas e começamos a conversar sobre a gente. Num momento, começou a tocar música pra dançar, e a gente foi dançar normal. Quando chegou a parte do cuarteto, não ia perder a oportunidade de jeito nenhum de dar uma agarrada nela. umas peitudas enormes em cada voltinha que, com a aceitação dela, viraram beijinhos no pescoço, até que a gente sentou nuns sofazinhos que tinha pra dar o nosso primeiro beijo.
Beijos que, depois, dançando de novo, terminaram em amasso mútuo, e aí já não dava mais pra disfarçar o tesão, e meu volume tava bem evidente.
Acompanhei ela até em casa e no caminho já tava imaginando a trepada doida que ia dar nela e que aquele bundão perfeito ia ser meu. Chegamos, eu vi que ela tava meio nervosa, ela me chama pra entrar, quando entramos vou beijar ela pra começar e ela meio que me esquiva e me dá a revelação mais chocante. Ela fala: "cê me gusta pra caralho, mas capaz que cê pensa algo de mim que eu não sou." Falei: "não penso nada, cê me parece muito gente boa e também gosto muito de você." "Bom, não sei como te falar..." Aí pensei por dentro: "não pode ser." E perguntei: "cê é virgem?" "Não, não... bom, quase. A verdade é que tenho vergonha de falar, mas transei com uma pessoa só, umas 5 ou 6 vezes na vida toda, e depois vim morar aqui em La Plata. Mas não conheci nenhum cara direito, só uns babacas que te mandam mensagem sexta-feira pra sair e depois somem, outros clientes da lojinha que só querem me comer, até que te conheci e, bom, cê me gustou porque passa na lojinha, a gente conversa, depois cê me liga pra saber como tô e agora saímos. Com certeza cê pensou que ia passar uma noite bombástica, mas tenho vergonha de dizer que não sei transar direito com 20 anos."
Naquele momento fiquei impactado e não sabia o que dizer, então falei a verdade: eu também não tinha tido uma vida sexual intensa, tinha tido uma namorada com quem transei normal dos 16 aos 17, e mais 2 ou 3 mulheres no tempo que tava em La Plata. Então os dois tínhamos muito pra aprender, e isso acalmou ela pra caralho. O clima já tinha esfriado e não dava pra recomeçar pra transar, senão eu ia parecer só mais um querendo comer ela e nada mais. Então propus a gente conversar sobre sexo. O que ela queria ou buscava num parceiro, chegando à conclusão de que ela queria aprender a transar basicamente e ter mais confiança na hora do sexo, e que estava aberta a aprender muitas coisas.
O relacionamento durou 2 anos, sendo que os primeiros 3 meses foram os mais divertidos pra mim porque a gente vivia transando. No começo, ela meio que ficou obcecada pelo meu pau e vivia me chupando, falava "tenho que melhorar" e ria, e eu fiquei obcecado pela bunda perfeita que ela tinha, vivia chupando o cu dela e a bucetinha rosada, e sempre comia ela nas posições onde eu pudesse apoiar a bunda e ouvir o plaf plaf plaf, de quatro, ela me dando o cu e as mãos na parede, eu deitado e ela de costas vendo aquela bunda subir e descer e amassando ela com as mãos. Digo que eram os mais divertidos porque a inexperiência dos dois gerava várias situações engraçadas.

Passada a quentura dos primeiros meses, viramos um casal "NORMAL", transávamos umas 3 vezes por semana e até o ano e meio foi a melhor parte do relacionamento, onde aprendemos pra caralho os dois, íamos testando o que gosta, o que não gosta. Eu desvirginei o cu dela, coisa que me deixou louco, depois ela começou a gostar e até enchia ele de porra. Já não era transar por transar, mas tentávamos aprender um com o outro. Mais pro final, com muita confiança, fazíamos umas loucuras, tipo a vez que transamos enquanto ela atendia o mercadinho hahaha. Eu tava sentado num banquinho, de bermuda, tirei o pau pra fora e ela sentada na minha frente, apoiando os braços no balcão, com um vestidinho, afastou a calcinha fio dental e dava uns pulinhos pra não perceberem. Mas foi no fim de janeiro em La Plata, não tem ninguém na rua e o mercadinho ficava meio afastado do centro, e assim tivemos várias experiências desse tipo.

O relacionamento terminou porque conversamos e a real é que a gente se dava muito bem, mas nenhum dos dois tava apaixonado pelo outro e com 22 anos já... Nós aprendemos muito sexualmente um com o outro, tanto ela quanto eu, não íamos sentir vergonha de estar com alguém e não saber transar e continuar sem estar apaixonados não fazia nenhum sentido e podia até estragar a coisa bonita que a gente tinha tido.

Começo da história: isso aconteceu neste verão em Monte Hermoso com a Yamila. Sempre mantive contato até hoje, de vez em quando a gente se escrevia pra saber como estavam as nossas vidas, eu a cumprimentava no aniversário, etc. Ela formou a família dela, teve 2 filhos, que eu parabenizei quando nasceram, assim como eu formei a minha com o amor da minha vida, que já contei no relato anterior.

Ela formou a família dela na cidade dela, pra onde voltou porque não queria que os filhos crescessem na cidade grande, e isso traz consequências, costumes diferentes, as pessoas não são tão abertas em muitos sentidos, muitas são muito religiosas, e tendo uns 40 anos, no auge sexual dela e com os filhos já crescidos, ela tinha realizado o sonho dela e agora queria aproveitar a vida com o marido, basicamente experimentar coisas que não tinha vivido, ser um pouco mais liberal sexualmente. Em uma das nossas conversas normais de como vai a vida, ela me conta dessa situação e que o marido é bem "normal" sexualmente e ela quis fazer umas coisas mais loucas e o marido ficava com vergonha. Comentei que na semana seguinte eu tinha que ir pra Monte Hermoso a trabalho e se ela quisesse a gente podia se ver e tomar um café na casa dela, já que ela morava perto dali, e a gente conversava. Aí ela me disse que tinha amigas lá e a gente podia se encontrar em Monte Hermoso.

Chegou o dia, a gente se encontrou e quando eu vi ela não podia acreditar: com 40 anos, ela tinha exatamente o mesmo corpo que aos 20, depois de ter tido 2 filhos. Embora eu visse fotos no Instagram dela, achava que eram filtros e fotos editadas pra inflar o ego. Era fim de tarde e fomos a um barzinho, tomamos umas cervejas e conversamos. A verdade é que minha intenção era relembrar os velhos tempos e só, já que nunca fui infiel à minha mulher nem Também não passava pela minha cabeça, porque como eu disse, pra mim ela era o amor da minha vida. Mas depois de um tempo no bar, ela me pergunta: "Será que a gente podia dar uma caminhada na praia?" E eu falei: "Bora". Aí a gente relembrou os velhos tempos e ela confessou que com o marido já tinha morrido um pouco a paixão, porque ele era muito fechado sexualmente. Foi aí que ela soltou: "Sabe quanto tempo faz que não me dão uma boa fodida como a que a gente tinha? Quando você enchia minha bunda de porra", e deu risada. "Tô na melhor idade e quero experimentar coisas novas, mas tenho um marido muito bocó. Que cara não ia querer ter uma mulher assim?" Eu respondi: "Nem me fala, sabe como eu voltaria pra você se não tivesse uma parceira?" Naquele instante, a gente ficou se olhando cara a cara, e os dois sabiam o que ia rolar. A partir dali, a gente se beijou como se fosse o primeiro beijo que trocamos quando nos conhecemos.

Sem perder mais tempo, fomos pro hotel onde eu estava hospedado. Chegamos e não parávamos de nos agarrar e nos apalpar de um jeito do caralho. Já era meio tarde, então pensei que ia ser algo rápido, porque ela tinha que voltar pra cidade dela com a família. Aí ela falou: "Espera que eu resolvo". Mandou uma mensagem pro marido dizendo que ia ficar pra jantar na casa da amiga e que umas 6 da manhã saía de lá pra não viajar de noite. "Agora a gente tem a noite toda pra transar e você me dar uma boa fodida como não fazem há muito tempo." Óbvio que fiquei surpreso com aquilo e perguntei: "Que tão ruim é teu marido na cama?" Ela respondeu: "Não é ruim, mas é muito básico. Antes dos filhos, ele me chupava pouco a buceta e sexo convencional, tudo rotineiro e entediante. A bunda, se me comeu umas 3 vezes, é muito, e foi porque eu pedi, porque se fosse por ele, nunca faria. Depois dos filhos, com sorte a gente transa de frente, e só se as crianças não estão em casa, porque ele tem vergonha deles ouvirem. Assim é minha vida", ela contou. E eu não podia acreditar no que ouvia. A pica subiu na hora. Então a primeira coisa que fiz foi... agarrar ela pela cintura, apertar ela contra o meu corpo e meter a língua até a garganta dela, enquanto as duas mãos apalpavam aquela bunda linda. ela não ficou atrás: desabotoou o botão da minha calça jeans, abaixou o zíper e meteu a mão dentro da cueca, pegando na minha pica e começando a bater uma pra mim. parou de me beijar pra dizer como sentia falta daquela pica e como sentia falta do jeito que a gente transava. continuamos nos pegando, minhas mãos foram pra dentro da buceta dela e comecei a dedar ela, e quando sentiu os dedos entrando, soltou um suspiro: mmmmm, que lindo. o tesão já tava aumentando, então a Yamila abaixou minha cueca, deixando minha pica dura pra caralho. se ajoelhou, deu um beijinho na cabeça dela e falou: mmm, finalmente vou ter você de novo dentro de mim, como senti sua falta. começou a chupar, primeiro a cabeça da pica, enfiando na boca devagar, aos poucos, saindo e entrando, saboreando, até enfiar a pica toda pra dentro, fazendo um boquete profundo. aí eu coloquei as duas mãos na cabeça dela e empurrei pra ela se engasgar com a minha pica e se sentir uma putinha, coisa que ela amou. nessa hora, as investidas aumentaram e eu quase tava comendo ela pela boca. ela tava aproveitando como nunca com a engasgada de pica que tava tomando e não queria que parasse, falava: pelo amor de Deus!!! quando foi que eu não me senti tão puta assim. minha pica já tava explodindo, então tive que parar. me despi e ela também se despiu. quando ela tava tirando a calça, ficou com a bunda virada pro meu lado, com uma calcinha fio dental preta que me deixou louco. sem aguentar mais, me ajoelhei, agarrei ela pela cintura e enfiei a cara toda naquela raba, fazendo aquele famoso br br e começando a chupar tudo. a Yamila soltou uns gemidos de prazer: ahhh, siiiim, continuiii, faz tempo que não chupam minha bunda, mmmm, mmmmm. fiquei um tempão entre chupar a bunda dela e dedar ela. depois ela se despiu de vez e joguei ela em cima da cama pra aproveitar ela por completo antes de comer. comecei pelos peitos dela e... Fui descendo até a buceta dela, que saboreei e chupei por vários minutos. Os gemidos e a respiração dela estavam muito agitados, e meu pau tava explodindo. "Mete logo, não aguento mais!!!!! Quero teu pau todinho dentro!!!!" Peguei a ponta do meu pau, brinquei um pouco na entrada da pussy dela, que já tava molhadíssima, e enfiei de uma vez até o fundo. Ela soltou um gemidinho de prazer: "Ahhhhh!!!!! Siiiiim... não lembrava que você era tão grosso!!!! Mmmm, como eu gostoooo, tô enchendo bem essa pussy, putinha!!!!" "Siiiim, o do meu marido não sinto tanto..." Comecei com umas estocadas suaves de missionário pra ela se acostumar, aumentando o ritmo até as estocadas ficarem bem profundas, e colocando os joelhos dela no peito, tava literalmente furando a pussy dela, e ela tava adorando como uma louca. "Ahhh, siiiim, não para, não para, arrebenta minha pussy, filha da puta!" Continuei furando até ela ter o primeiro orgasmo. "Agora é minha vez", ela disse, e subiu em cima, começou a cavalgar como uma desesperada, colocando as duas mãos no meu peito e dando umas sentadas enormes. Minhas mãos amassavam aqueles lindos cachetes da bunda, que vinham acompanhados de tapas, até que num momento comecei a enfiar os dedos no cu dela pra ir preparando o terreno. Claro que não ia ficar sem aproveitar uma bunda daquelas. Quando enfiei o dedo, ela começou a morder os lábios e gozar. "Mmmm, vai encher meu cuzinho de porra??" ela perguntou. "Claro", eu disse, "você vai sair daqui com esse cuzinho todo arrombado, sua puta, não é isso que você quer?" "Siiim, adorava quando você me enchia de porra, que lembranças boas." Ela continuou cavalgando mais um tempo até que eu mandei ela ficar de quatro. Já tava doido pra aproveitar aquela bunda linda. Ela se ajoelhou na hora, comecei chupando o cu e a pussy dela um pouco, enquanto ia dilatando mais com vários dedos e muito lubrificante. Aí eu falei: "Você tinha razão, não... você usou, tava bem fechadinha, putinha. e ela me diz: "viu que não tô mentindo?" eu encosto a ponta da pica na entrada do cu dela e vou enfiando devagar, tirando e colocando a cabeça e um pouco mais de pica. ela começa a sentir e solta uns gemidos longos: "aiii, devagar até eu me acostumar, mmmm, quanto tempo que não me fazem o cu, mmmmm, siiiim..." vou enfiando cada vez mais fundo, eu também tava adorando pra caralho: "ahhh, filha da puta, não acredito que você tem o mesmo cu dos 20 anos e eu tô arrombando de novo." as estocadas eram cada vez mais fortes e a pica já entrava toda, batendo minhas bolas na pussy dela... os gemidos dela eram cada vez mais altos: "ahhh, não para!!! arromba meu cu, vai!!! quanto tempo que não me comiam assim." nessa hora eu já não aguentava mais de tesão, então segurei a cintura dela com as duas mãos e comecei a meter com tudo, com uma força desgraçada, até gozar uma quantidade enorme de porra dentro daquele cu.

os dois ficamos exaustos depois dessa foda do caralho, então deitamos um do lado do outro pra descansar um pouco. ela diz: "que foda linda, meu deus." e eu respondo: "isso é só o começo." o que veio depois foi uma sequência de coisas onde não só continuei arrombando o cu dela, deixando bem aberto e bem vermelho de tanta estocada, mas também meti na pussy dela, que já não aguentava mais uma gota de porra — eu tinha esvaziado completamente as bolas. acho que nunca tínhamos transado daquele jeito, nem quando éramos namorados.

quando terminamos, ela falou a mesma coisa: "nunca tinha deixado meu cu desse jeito, nem quando éramos namorados." parece que tanta abstinência dela tinha deixado os dois muito excitados. dormimos de conchinha e, quando o despertador tocou pra acordar e ela ter que voltar, a verdade é que pensamos em um rapidinha de despedida. começamos a nos pegar, mas a real é que minha pica já tava difícil de acordar. falei: "você me deixou seco, sem uma gota. Já é
Você já é muito viciada, ela ri, mas beleza, só que com um presentinho eu tenho que ir, então terminei chupando a buceta e o cu dela de despedida.

Seguimos em contato como sempre, e uns dias atrás ela me conta que o fornecedor que levava mercadoria pro negócio dela de outra cidade se aposentou e quem assumiu foi o filho, um cara de uns 30 anos que ela não conhecia. Entre uma conversa e outra, ela acabou dando pra ele no depósito, ele meteu uma senhora foda e ficou louco com a raba dela, obviamente. Então ela me confessou que a raba dela já tem dono, que pretende entregar pra ele no próximo encontro e continuar vivendo experiências diferentes que o marido otário não quer realizar.

Como ele é de outra cidade e vem mais ou menos a cada 15 dias, caiu como uma luva, já que não teria problema nenhum com suspeitas do marido ou de gente da cidade sobre ela estar sendo infiel.

Espero que tenham gostado da história e podem deixar o comentário de vocês.

0 comentários - 20 anos depois com a Yamila