Olá, pessoal! Essa é minha segunda história aqui no site. Entro de vez em quando pra ler umas histórias de sexo, porque curto muito. Vou contar pra vocês a história com a Yamila e meu reencontro com ela depois de 20 anos.
Uma breve introdução de como a conheci e quando fomos namorados, pra vocês entenderem o relato. Se não quiser, pode pular direto pro título "começo do relato".
Conheci a Yamila em La Plata quando tinha 19 anos (hoje tenho 41). Sou de uma cidade do interior e tava estudando informática. Naquela época, era moda adicionar minas no MSN, mesmo que você nunca tivesse pego o contato delas — um amigo te passava e você adicionava também.
Foi assim que a conheci. Acontece que ela era de uma cidade perto da minha, e a gente se deu super bem na hora, porque o pai dela era caminhoneiro e, por coincidência, era amigo de uma pessoa da minha cidade que morava a quatro quadras da minha casa. Na época, ela tinha 20 anos e trabalhava como babá de manhã, cuidando do filho de um médico da cidade dela, e à tarde atendia numa banca de jornal.
A gente tinha uma química muito boa. Eu passava na banca pra tomar mate, mas nunca tive coragem de chegar nela porque ela era uma gostosa — tinha uma cinturinha e uma bunda que eram a perfeição. Ela quase não tinha peito, mas tinha um olhar e uma voz doce que me deixavam louco.
Um dia, criei coragem e chamei ela pra sair. Ela, toda animada, topou na hora. Fui buscá-la no apartamento onde morava com o irmão, que quase nunca tava lá porque vivia na casa da namorada.
Quando vi ela descendo, fiquei em choque. Não sei como me segurei pra não deixar o pau duro na hora, porque era de parar o coração. Ela tava com uma minissaia jeans, umas botinhas e uma camiseta branca curta que deixava a barriguinha e o umbigo de fora, com um decote fechado (já que não tinha muito peito), mas dava pra ver os biquinhos marcados.
Chegamos no bar, pedimos umas cervejas e começamos a conversar sobre a gente. Num momento, começou a tocar música pra dançar, e a gente foi dançar normal. Quando chegou a parte do cuarteto, não ia perder a oportunidade de jeito nenhum de dar uma umas peitudas enormes a cada voltinha que, com a aceitação dela, viraram depois beijinhos no pescoço até a gente sentar nuns sofazinhos que tinha pra dar o nosso primeiro beijo.
Beijos que depois, dançando de novo, terminaram em amasso mútuo, e aí a tesão já não dava pra disfarçar, meu volume tava bem visível.
Levo ela pra casa e no caminho já tava imaginando a puta trepada que ia dar nela e que aquele bundão perfeito ia ser meu. Chegamos, eu via ela meio nervosa, ela me chama pra entrar. Quando entramos, vou beijar ela pra começar e ela meio que me esquiva e me dá a revelação mais chocante. Ela fala: "Eu gosto muito de você, mas capaz que você pensa algo de mim que eu não sou." Falo: "Não penso nada, você me parece muito legal e também gosto muito de você." "Bom, não sei como te dizer." Aí penso por dentro: "Não pode ser." E pergunto: "Você é virgem?" "Não, não... bom, quase. A verdade é que tenho vergonha de falar, mas transei com uma pessoa só, umas 5 ou 6 vezes no total na minha vida, e depois vim morar aqui em La Plata. Mas não conheci nenhum cara direito, uns babacas que só mandam mensagem sexta-feira pra sair e depois somem, outros clientes da banca que só querem me comer, até te conhecer e, bom, gostei de você porque você passa na banca, a gente conversa, depois me liga pra saber o que tô fazendo e agora saímos. Com certeza você achou que ia passar uma noite do caralho, mas tenho vergonha de dizer que não sei trepar com 20 anos."
Naquela hora fiquei chocado e não sabia o que dizer, então falei a verdade: eu também não tinha tido uma vida sexual intensa, tinha tido uma namorada com quem transei normal dos 16 aos 17 e mais 2 ou 3 mulheres no tempo que tava em La Plata. Então os dois tínhamos muito pra aprender, e isso acalmou ela pra caralho. O clima já tinha esfriado e não dava pra recomeçar pra transar, senão eu ia ficar como mais um que queria comer ela e só. Então propus a gente conversar sobre sexo. O que ela queria ou buscava num parceiro, chegando à conclusão de que ela queria aprender a transar basicamente e ter mais confiança na hora do sexo, e que estava aberta a aprender muitas coisas.
O relacionamento durou 2 anos, e os primeiros 3 meses foram os mais divertidos pra mim porque a gente vivia transando. No começo, ela tinha meio que ficado obcecada pela minha pica e vivia me chupando, dizia "tenho que melhorar" e ria, e eu tinha ficado obcecado pela bunda perfeita que ela tinha, vivia chupando o cu dela e a bucetinha rosada, e sempre comia ela nas posições onde eu pudesse apoiar a bunda e ouvir o plaf plaf plaf, de quatro, ela me dando o cu e as mãos na parede, eu deitado e ela de costas vendo aquela bunda subir e descer e amassando com as mãos. Digo que eram os mais divertidos porque a inexperiência dos dois rendia várias situações engraçadas.
Passada a quentura dos primeiros meses, viramos um casal "NORMAL", transávamos umas 3 vezes por semana e até o primeiro ano e meio foi a melhor parte do relacionamento, onde aprendemos pra caralho os dois, íamos testando o que gosta e o que não gosta, desvirginei o cu dela, coisa que me deixou louco, depois ela começou a gostar e até enchia ele de porra, já não era mais transar por transar, mas tentávamos aprender um com o outro. Mais pro final, com muita confiança, fazíamos umas loucuras, tipo aquela vez que transamos enquanto ela atendia o mercadinho hahaha. Eu tava sentado num banquinho, de bermuda, tirei a pica pra fora e ela sentada na minha frente, apoiando os braços no balcão com um vestidinho, afastou a calcinha fio dental e dava uns pulinhos pra não perceberem, mas foi no fim de janeiro em La Plata, não tem ninguém na rua e o mercadinho era meio afastado do centro, e assim tivemos várias experiências desse tipo.
O relacionamento terminou porque conversamos e a real é que a gente se dava muito bem, mas nenhum dos dois tava apaixonado pelo outro e com 22 anos já Nós aprendemos muito sexualmente um com o outro, tanto ela quanto eu, não íamos sentir vergonha de estar com alguém e não saber transar e continuar sem estar apaixonados não fazia nenhum sentido e podia até estragar a coisa bonita que a gente tinha tido.
Começo da história: isso aconteceu neste verão em Monte Hermoso com a Yamila. Sempre mantive contato até hoje, de vez em quando a gente se escrevia pra saber como estavam nossas vidas, eu cumprimentava ela no aniversário, etc. Ela formou a família dela, teve 2 filhos, que eu parabenizei quando nasceram, assim como eu formei a minha com o amor da minha vida, que já contei no relato anterior.
Ela formou a família dela na cidade dela, pra onde voltou porque não queria que os filhos crescessem na cidade grande, e isso traz consequências, costumes diferentes, as pessoas não são tão abertas em muitos sentidos, muitas são muito religiosas. E tendo uns 40 anos, no auge sexual dela e com os filhos já crescidos, ela tinha realizado o sonho dela e agora queria aproveitar a vida com o marido, basicamente experimentar coisas que não tinha vivido, ser um pouco mais liberal sexualmente. Numa das nossas conversas normais sobre como estava a vida dela, ela me conta dessa situação e que o marido é bem "normal" sexualmente, e ela quis fazer umas coisas mais loucas e o marido ficava com vergonha. Comentei que na semana seguinte eu tinha que ir pra Monte Hermoso a trabalho e se ela quisesse a gente podia se ver e tomar um café na casa dela, já que ela morava perto dali, e a gente conversava. Aí ela me disse que tinha amigas lá e a gente podia se encontrar em Monte Hermoso.
Chegou o dia, a gente se encontrou e quando eu vi ela não podia acreditar: com 40 anos, ela tinha exatamente o mesmo corpo que aos 20, depois de ter tido 2 filhos. Embora eu visse fotos no Instagram dela, achava que eram filtros e fotos editadas pra inflar o ego. Era fim de tarde e fomos a um barzinho, tomamos umas cervejas e conversamos. A verdade é que minha intenção era relembrar os velhos tempos e nada mais, já que nunca fui infiel à minha mulher nem Também não passava pela minha cabeça, porque como eu disse, pra mim ela era o amor da minha vida. Mas depois de um tempo no bar, ela me pergunta: "Será que a gente podia dar uma caminhada na praia?" E eu respondi: "Bora". A gente relembrou os velhos tempos e ela confessou que com o marido já tinha morrido um pouco a paixão, porque ele era muito fechado sexualmente. Aí ela me confessa: "Sabe quanto tempo faz que não me dão uma boa foda igual a que a gente tinha, quando você enchia minha bunda de porra?" E riu. "Tô na melhor idade e quero experimentar coisas novas, mas tenho um marido muito otário. Que homem não ia querer ter uma mulher assim?" Eu falei: "Nem me fala, sabe como eu voltaria pra você se não tivesse compromisso?" Naquele instante, a gente ficou se olhando cara a cara, e os dois sabiam o que ia rolar. A partir dali, a gente se beijou como se fosse o primeiro beijo que a gente deu quando se conheceu.
Sem perder mais tempo, fomos pro hotel onde eu tava hospedado. Chegamos e não parávamos de nos agarrar e apalpar de um jeito do caralho. Já era meio tarde, então pensei que ia ser algo rápido, porque ela tinha que voltar pra cidade dela com a família. Aí ela falou: "Espera, que eu resolvo isso." Mandou uma mensagem pro marido dizendo que ia ficar pra jantar na casa da amiga e que umas 6 da manhã saía de lá pra não viajar de noite. "Agora a gente tem a noite toda pra transar e você me dar uma boa foda como faz tempo que não me dão." Óbvio que fiquei surpreso e perguntei: "Que tão ruim é teu marido na cama?" Ela respondeu: "Não é ruim, mas é muito básico. Antes dos filhos, ele chupava pouco minha buceta e sexo convencional, tudo rotineiro e chato. A bunda, se ele fez três vezes, foi muito, e porque eu pedi, porque se fosse por ele, nunca fazia. Depois dos filhos, com sorte a gente transa de frente, e só se os filhos não tão em casa, porque ele tem vergonha deles ouvirem. Assim é minha vida", ela contou. E eu não podia acreditar no que tava ouvindo. A pica subiu a mil, então a primeira coisa que fiz foi... agarrar ela pela cintura, apertar ela contra meu corpo e meter a língua até a garganta, enquanto as duas mãos amassavam aquela bunda linda. ela não ficou atrás: desabotoou meu jeans, abaixou o zíper e meteu a mão dentro da cueca, pegando na minha pica e começando a bater uma. parou de me beijar pra dizer como sentia falta daquela pica e como sentia falta do jeito que a gente transava. continuamos nos pegando, minhas mãos foram pra dentro da buceta dela e comecei a dedar, e quando sentiu os dedos entrando, soltou um suspiro: mmmmm que delícia. o tesão já tava aumentando, então a Yamila abaixou minha cueca, deixando minha pica dura pra caralho. se ajoelhou, deu um beijinho na cabeça dela e disse: mmm finalmente vou ter você de novo dentro de mim, como senti sua falta. começou a chupar, primeiro a cabeça da pica, enfiando na boca devagar, aos poucos, saindo e entrando, saboreando, até enfiar a pica toda pra dentro, fazendo um boquete profundo. aí eu coloquei as duas mãos na cabeça dela e empurrei pra ela se engasgar com minha pica e se sentir uma puta, coisa que ela amou. nessa hora, as investidas aumentaram e eu quase tava comendo ela pela boca. ela tava curtindo como nunca, se engasgando com a pica e não queria que parasse, falava: pelo amor de deus!!! quando foi que eu não me senti tão puta assim. minha pica já tava explodindo, então tive que parar. me despi, e ela também se despiu. quando ela tava tirando a calça, ficou com a bunda virada pra mim, de fio dental preto, que me deixou louco. sem aguentar mais, me ajoelhei, agarrei ela pela cintura e enfiei a cara toda naquela raba, fazendo aquele famoso br br e começando a chupar tudo. Yamila soltou uns gemidos de prazer: ahhh sim, continua, faz tempo que não chupam minha bunda mmmm, mmmmm. fiquei um tempo entre chupar a bunda dela e dedar ela. depois ela se despiu de vez e joguei ela em cima da cama pra aproveitar ela por completo antes de comer. comecei pelos peitos dela e Fui descendo até a buceta dela, que eu saboreei e chupei por vários minutos. Os gemidos dela e a respiração estavam muito agitados, e meu pau tava explodindo. "Mete em mim agora, não aguento mais!!!!! Quero teu pau todinho dentro!!!" Peguei a ponta do meu pau, brinquei um pouco na entrada da buceta dela, que já tava molhadíssima, e enfiei de uma vez até o fundo. Ela soltou um gemidinho de prazer: "Ahhhhh!!!!! Siiim... não lembrava que você era tão grosso!!!! Mmm, como eu gosto... tô enchendo bem essa sua buceta, putinha!!!" "Siiim, a do meu marido não sinto tanto..." Comecei com umas estocadas suaves de missionário pra ela se acostumar, aumentando o ritmo até as estocadas ficarem bem profundas, e colocando os joelhos dela no peito, tava literalmente furando a buceta dela, e ela tava curtindo pra caralho. "Ahhh, siiiim, não para, não para, arrebenta minha buceta, filha da puta!" Eu continuei furando até ela ter o primeiro orgasmo. "Agora é minha vez", ela disse, e subiu em cima, começou a cavalgar como uma desesperada, colocando as duas mãos no meu peito e dando umas sentadas enormes. Minhas mãos amassavam aqueles cachetes lindos da bunda, que vinham acompanhados de tapas, até que num momento comecei a meter os dedos no cu dela pra ir preparando o terreno — obviamente não ia ficar sem aproveitar uma bunda daquelas. Quando enfiei o dedo, ela começou a morder os lábios e a gozar. "Mmm, vai encher meu cuzinho de leite??" ela perguntou. "Claro", eu falei, "você vai sair daqui com esse cuzinho bem arrombado, sua puta, não é isso que você queria??" "Siiim, adorava quando você me enchia de leite, que lembranças boas." Ela continuou cavalgando mais um tempo até que eu mandei ela ficar de quatro — já tava doido pra aproveitar aquela bunda linda. Ela se posicionou na hora, comecei chupando o cu e a buceta dela por um tempo, enquanto ia dilatando mais um pouco com vários dedos e muito lubrificante. Aí falei: "Você tinha razão, não... você usou, tava bem fechadinha, putinha. e ela me fala: "viu que não tô mentindo?" eu encostei a ponta da pica na entrada do cu dela e fui enfiando devagar, tirando e colocando a cabeça e um pouco mais de pica. ela começou a sentir e soltou uns gemidos longos: "aiii, devagar até eu me acostumar, mmmm, quanto tempo que não me fazem o cu, mmmmm, siiiim..." fui enfiando cada vez mais fundo, eu também tava curtindo pra caralho: "ahhh, filha da puta, não acredito que você tem o mesmo cu dos 20 anos e eu tô arrombando de novo." as estocadas eram cada vez mais fortes e a pica já entrava toda, batendo minhas bolas na buceta dela... os gemidos dela eram cada vez mais altos: "ahhh, não para!!! arromba meu cu, vai!!! quando foi que não me comeram assim?" nessa hora eu já não aguentava mais de tesão, então agarrei a cintura dela com as duas mãos e comecei a meter com tudo, com uma força desgraçada, até gozar uma quantidade enorme de porra dentro daquele cu.
os dois ficamos exaustos depois dessa foda do caralho, então deitamos um do lado do outro pra descansar um pouco. ela fala: "que foda linda, meu deus." eu respondo: "isso é só o começo." o que veio depois foi uma sequência de coisas onde não só continuei arrombando o cu dela, deixando bem aberto e bem vermelho de tanta estocada, mas também meti na buceta dela, que já não cabia mais uma gota de porra — eu tinha esvaziado completamente as bolas. acho que nunca tínhamos transado daquele jeito, nem quando éramos namorados.
quando terminamos, ela falou a mesma coisa: "nunca tinha deixado meu cu desse jeito, nem quando éramos namorados." parece que tanta abstinência dela tinha deixado os dois muito excitados. dormimos os dois de conchinha e, quando o alarme tocou pra acordar e ela ter que voltar, a verdade é que pensamos em uma rapidinha de despedida. começamos a nos pegar, mas a real é que minha pica já tava difícil de acordar. falei: "você me deixou seco, sem uma gota. Você já é muito viciada, ela ri, mas beleza, só que com um presentinho eu tenho que ir, então terminei chupando a buceta e o cu dela de despedida.
A gente continua em contato como sempre, e uns dias atrás ela me conta que o fornecedor que levava mercadoria pro negócio dela em outra cidade se aposentou e quem assumiu foi o filho, um cara de uns 30 anos que ela não conhecia. Entre uma conversa e outra, ela acabou dando pra ele no depósito, ele meteu uma senhora fodida nela e ficou louco com a raba dela, obviamente. Aí ela me confessou que a raba dela já tem dono, que ela pretende entregar no próximo encontro e continuar vivendo experiências diferentes que o marido otário não quer realizar com ela.
Como ele é de outra cidade e vem mais ou menos a cada 15 dias, caiu como uma luva, já que não teria problema nenhum com suspeitas do marido ou de gente da cidade de que ela tá traindo.
Espero que tenham gostado da história e podem deixar o comentário de vocês.
Uma breve introdução de como a conheci e quando fomos namorados, pra vocês entenderem o relato. Se não quiser, pode pular direto pro título "começo do relato".
Conheci a Yamila em La Plata quando tinha 19 anos (hoje tenho 41). Sou de uma cidade do interior e tava estudando informática. Naquela época, era moda adicionar minas no MSN, mesmo que você nunca tivesse pego o contato delas — um amigo te passava e você adicionava também.
Foi assim que a conheci. Acontece que ela era de uma cidade perto da minha, e a gente se deu super bem na hora, porque o pai dela era caminhoneiro e, por coincidência, era amigo de uma pessoa da minha cidade que morava a quatro quadras da minha casa. Na época, ela tinha 20 anos e trabalhava como babá de manhã, cuidando do filho de um médico da cidade dela, e à tarde atendia numa banca de jornal.
A gente tinha uma química muito boa. Eu passava na banca pra tomar mate, mas nunca tive coragem de chegar nela porque ela era uma gostosa — tinha uma cinturinha e uma bunda que eram a perfeição. Ela quase não tinha peito, mas tinha um olhar e uma voz doce que me deixavam louco.
Um dia, criei coragem e chamei ela pra sair. Ela, toda animada, topou na hora. Fui buscá-la no apartamento onde morava com o irmão, que quase nunca tava lá porque vivia na casa da namorada.
Quando vi ela descendo, fiquei em choque. Não sei como me segurei pra não deixar o pau duro na hora, porque era de parar o coração. Ela tava com uma minissaia jeans, umas botinhas e uma camiseta branca curta que deixava a barriguinha e o umbigo de fora, com um decote fechado (já que não tinha muito peito), mas dava pra ver os biquinhos marcados.
Chegamos no bar, pedimos umas cervejas e começamos a conversar sobre a gente. Num momento, começou a tocar música pra dançar, e a gente foi dançar normal. Quando chegou a parte do cuarteto, não ia perder a oportunidade de jeito nenhum de dar uma umas peitudas enormes a cada voltinha que, com a aceitação dela, viraram depois beijinhos no pescoço até a gente sentar nuns sofazinhos que tinha pra dar o nosso primeiro beijo.
Beijos que depois, dançando de novo, terminaram em amasso mútuo, e aí a tesão já não dava pra disfarçar, meu volume tava bem visível.
Levo ela pra casa e no caminho já tava imaginando a puta trepada que ia dar nela e que aquele bundão perfeito ia ser meu. Chegamos, eu via ela meio nervosa, ela me chama pra entrar. Quando entramos, vou beijar ela pra começar e ela meio que me esquiva e me dá a revelação mais chocante. Ela fala: "Eu gosto muito de você, mas capaz que você pensa algo de mim que eu não sou." Falo: "Não penso nada, você me parece muito legal e também gosto muito de você." "Bom, não sei como te dizer." Aí penso por dentro: "Não pode ser." E pergunto: "Você é virgem?" "Não, não... bom, quase. A verdade é que tenho vergonha de falar, mas transei com uma pessoa só, umas 5 ou 6 vezes no total na minha vida, e depois vim morar aqui em La Plata. Mas não conheci nenhum cara direito, uns babacas que só mandam mensagem sexta-feira pra sair e depois somem, outros clientes da banca que só querem me comer, até te conhecer e, bom, gostei de você porque você passa na banca, a gente conversa, depois me liga pra saber o que tô fazendo e agora saímos. Com certeza você achou que ia passar uma noite do caralho, mas tenho vergonha de dizer que não sei trepar com 20 anos."
Naquela hora fiquei chocado e não sabia o que dizer, então falei a verdade: eu também não tinha tido uma vida sexual intensa, tinha tido uma namorada com quem transei normal dos 16 aos 17 e mais 2 ou 3 mulheres no tempo que tava em La Plata. Então os dois tínhamos muito pra aprender, e isso acalmou ela pra caralho. O clima já tinha esfriado e não dava pra recomeçar pra transar, senão eu ia ficar como mais um que queria comer ela e só. Então propus a gente conversar sobre sexo. O que ela queria ou buscava num parceiro, chegando à conclusão de que ela queria aprender a transar basicamente e ter mais confiança na hora do sexo, e que estava aberta a aprender muitas coisas.
O relacionamento durou 2 anos, e os primeiros 3 meses foram os mais divertidos pra mim porque a gente vivia transando. No começo, ela tinha meio que ficado obcecada pela minha pica e vivia me chupando, dizia "tenho que melhorar" e ria, e eu tinha ficado obcecado pela bunda perfeita que ela tinha, vivia chupando o cu dela e a bucetinha rosada, e sempre comia ela nas posições onde eu pudesse apoiar a bunda e ouvir o plaf plaf plaf, de quatro, ela me dando o cu e as mãos na parede, eu deitado e ela de costas vendo aquela bunda subir e descer e amassando com as mãos. Digo que eram os mais divertidos porque a inexperiência dos dois rendia várias situações engraçadas.
Passada a quentura dos primeiros meses, viramos um casal "NORMAL", transávamos umas 3 vezes por semana e até o primeiro ano e meio foi a melhor parte do relacionamento, onde aprendemos pra caralho os dois, íamos testando o que gosta e o que não gosta, desvirginei o cu dela, coisa que me deixou louco, depois ela começou a gostar e até enchia ele de porra, já não era mais transar por transar, mas tentávamos aprender um com o outro. Mais pro final, com muita confiança, fazíamos umas loucuras, tipo aquela vez que transamos enquanto ela atendia o mercadinho hahaha. Eu tava sentado num banquinho, de bermuda, tirei a pica pra fora e ela sentada na minha frente, apoiando os braços no balcão com um vestidinho, afastou a calcinha fio dental e dava uns pulinhos pra não perceberem, mas foi no fim de janeiro em La Plata, não tem ninguém na rua e o mercadinho era meio afastado do centro, e assim tivemos várias experiências desse tipo.
O relacionamento terminou porque conversamos e a real é que a gente se dava muito bem, mas nenhum dos dois tava apaixonado pelo outro e com 22 anos já Nós aprendemos muito sexualmente um com o outro, tanto ela quanto eu, não íamos sentir vergonha de estar com alguém e não saber transar e continuar sem estar apaixonados não fazia nenhum sentido e podia até estragar a coisa bonita que a gente tinha tido.
Começo da história: isso aconteceu neste verão em Monte Hermoso com a Yamila. Sempre mantive contato até hoje, de vez em quando a gente se escrevia pra saber como estavam nossas vidas, eu cumprimentava ela no aniversário, etc. Ela formou a família dela, teve 2 filhos, que eu parabenizei quando nasceram, assim como eu formei a minha com o amor da minha vida, que já contei no relato anterior.
Ela formou a família dela na cidade dela, pra onde voltou porque não queria que os filhos crescessem na cidade grande, e isso traz consequências, costumes diferentes, as pessoas não são tão abertas em muitos sentidos, muitas são muito religiosas. E tendo uns 40 anos, no auge sexual dela e com os filhos já crescidos, ela tinha realizado o sonho dela e agora queria aproveitar a vida com o marido, basicamente experimentar coisas que não tinha vivido, ser um pouco mais liberal sexualmente. Numa das nossas conversas normais sobre como estava a vida dela, ela me conta dessa situação e que o marido é bem "normal" sexualmente, e ela quis fazer umas coisas mais loucas e o marido ficava com vergonha. Comentei que na semana seguinte eu tinha que ir pra Monte Hermoso a trabalho e se ela quisesse a gente podia se ver e tomar um café na casa dela, já que ela morava perto dali, e a gente conversava. Aí ela me disse que tinha amigas lá e a gente podia se encontrar em Monte Hermoso.
Chegou o dia, a gente se encontrou e quando eu vi ela não podia acreditar: com 40 anos, ela tinha exatamente o mesmo corpo que aos 20, depois de ter tido 2 filhos. Embora eu visse fotos no Instagram dela, achava que eram filtros e fotos editadas pra inflar o ego. Era fim de tarde e fomos a um barzinho, tomamos umas cervejas e conversamos. A verdade é que minha intenção era relembrar os velhos tempos e nada mais, já que nunca fui infiel à minha mulher nem Também não passava pela minha cabeça, porque como eu disse, pra mim ela era o amor da minha vida. Mas depois de um tempo no bar, ela me pergunta: "Será que a gente podia dar uma caminhada na praia?" E eu respondi: "Bora". A gente relembrou os velhos tempos e ela confessou que com o marido já tinha morrido um pouco a paixão, porque ele era muito fechado sexualmente. Aí ela me confessa: "Sabe quanto tempo faz que não me dão uma boa foda igual a que a gente tinha, quando você enchia minha bunda de porra?" E riu. "Tô na melhor idade e quero experimentar coisas novas, mas tenho um marido muito otário. Que homem não ia querer ter uma mulher assim?" Eu falei: "Nem me fala, sabe como eu voltaria pra você se não tivesse compromisso?" Naquele instante, a gente ficou se olhando cara a cara, e os dois sabiam o que ia rolar. A partir dali, a gente se beijou como se fosse o primeiro beijo que a gente deu quando se conheceu.
Sem perder mais tempo, fomos pro hotel onde eu tava hospedado. Chegamos e não parávamos de nos agarrar e apalpar de um jeito do caralho. Já era meio tarde, então pensei que ia ser algo rápido, porque ela tinha que voltar pra cidade dela com a família. Aí ela falou: "Espera, que eu resolvo isso." Mandou uma mensagem pro marido dizendo que ia ficar pra jantar na casa da amiga e que umas 6 da manhã saía de lá pra não viajar de noite. "Agora a gente tem a noite toda pra transar e você me dar uma boa foda como faz tempo que não me dão." Óbvio que fiquei surpreso e perguntei: "Que tão ruim é teu marido na cama?" Ela respondeu: "Não é ruim, mas é muito básico. Antes dos filhos, ele chupava pouco minha buceta e sexo convencional, tudo rotineiro e chato. A bunda, se ele fez três vezes, foi muito, e porque eu pedi, porque se fosse por ele, nunca fazia. Depois dos filhos, com sorte a gente transa de frente, e só se os filhos não tão em casa, porque ele tem vergonha deles ouvirem. Assim é minha vida", ela contou. E eu não podia acreditar no que tava ouvindo. A pica subiu a mil, então a primeira coisa que fiz foi... agarrar ela pela cintura, apertar ela contra meu corpo e meter a língua até a garganta, enquanto as duas mãos amassavam aquela bunda linda. ela não ficou atrás: desabotoou meu jeans, abaixou o zíper e meteu a mão dentro da cueca, pegando na minha pica e começando a bater uma. parou de me beijar pra dizer como sentia falta daquela pica e como sentia falta do jeito que a gente transava. continuamos nos pegando, minhas mãos foram pra dentro da buceta dela e comecei a dedar, e quando sentiu os dedos entrando, soltou um suspiro: mmmmm que delícia. o tesão já tava aumentando, então a Yamila abaixou minha cueca, deixando minha pica dura pra caralho. se ajoelhou, deu um beijinho na cabeça dela e disse: mmm finalmente vou ter você de novo dentro de mim, como senti sua falta. começou a chupar, primeiro a cabeça da pica, enfiando na boca devagar, aos poucos, saindo e entrando, saboreando, até enfiar a pica toda pra dentro, fazendo um boquete profundo. aí eu coloquei as duas mãos na cabeça dela e empurrei pra ela se engasgar com minha pica e se sentir uma puta, coisa que ela amou. nessa hora, as investidas aumentaram e eu quase tava comendo ela pela boca. ela tava curtindo como nunca, se engasgando com a pica e não queria que parasse, falava: pelo amor de deus!!! quando foi que eu não me senti tão puta assim. minha pica já tava explodindo, então tive que parar. me despi, e ela também se despiu. quando ela tava tirando a calça, ficou com a bunda virada pra mim, de fio dental preto, que me deixou louco. sem aguentar mais, me ajoelhei, agarrei ela pela cintura e enfiei a cara toda naquela raba, fazendo aquele famoso br br e começando a chupar tudo. Yamila soltou uns gemidos de prazer: ahhh sim, continua, faz tempo que não chupam minha bunda mmmm, mmmmm. fiquei um tempo entre chupar a bunda dela e dedar ela. depois ela se despiu de vez e joguei ela em cima da cama pra aproveitar ela por completo antes de comer. comecei pelos peitos dela e Fui descendo até a buceta dela, que eu saboreei e chupei por vários minutos. Os gemidos dela e a respiração estavam muito agitados, e meu pau tava explodindo. "Mete em mim agora, não aguento mais!!!!! Quero teu pau todinho dentro!!!" Peguei a ponta do meu pau, brinquei um pouco na entrada da buceta dela, que já tava molhadíssima, e enfiei de uma vez até o fundo. Ela soltou um gemidinho de prazer: "Ahhhhh!!!!! Siiim... não lembrava que você era tão grosso!!!! Mmm, como eu gosto... tô enchendo bem essa sua buceta, putinha!!!" "Siiim, a do meu marido não sinto tanto..." Comecei com umas estocadas suaves de missionário pra ela se acostumar, aumentando o ritmo até as estocadas ficarem bem profundas, e colocando os joelhos dela no peito, tava literalmente furando a buceta dela, e ela tava curtindo pra caralho. "Ahhh, siiiim, não para, não para, arrebenta minha buceta, filha da puta!" Eu continuei furando até ela ter o primeiro orgasmo. "Agora é minha vez", ela disse, e subiu em cima, começou a cavalgar como uma desesperada, colocando as duas mãos no meu peito e dando umas sentadas enormes. Minhas mãos amassavam aqueles cachetes lindos da bunda, que vinham acompanhados de tapas, até que num momento comecei a meter os dedos no cu dela pra ir preparando o terreno — obviamente não ia ficar sem aproveitar uma bunda daquelas. Quando enfiei o dedo, ela começou a morder os lábios e a gozar. "Mmm, vai encher meu cuzinho de leite??" ela perguntou. "Claro", eu falei, "você vai sair daqui com esse cuzinho bem arrombado, sua puta, não é isso que você queria??" "Siiim, adorava quando você me enchia de leite, que lembranças boas." Ela continuou cavalgando mais um tempo até que eu mandei ela ficar de quatro — já tava doido pra aproveitar aquela bunda linda. Ela se posicionou na hora, comecei chupando o cu e a buceta dela por um tempo, enquanto ia dilatando mais um pouco com vários dedos e muito lubrificante. Aí falei: "Você tinha razão, não... você usou, tava bem fechadinha, putinha. e ela me fala: "viu que não tô mentindo?" eu encostei a ponta da pica na entrada do cu dela e fui enfiando devagar, tirando e colocando a cabeça e um pouco mais de pica. ela começou a sentir e soltou uns gemidos longos: "aiii, devagar até eu me acostumar, mmmm, quanto tempo que não me fazem o cu, mmmmm, siiiim..." fui enfiando cada vez mais fundo, eu também tava curtindo pra caralho: "ahhh, filha da puta, não acredito que você tem o mesmo cu dos 20 anos e eu tô arrombando de novo." as estocadas eram cada vez mais fortes e a pica já entrava toda, batendo minhas bolas na buceta dela... os gemidos dela eram cada vez mais altos: "ahhh, não para!!! arromba meu cu, vai!!! quando foi que não me comeram assim?" nessa hora eu já não aguentava mais de tesão, então agarrei a cintura dela com as duas mãos e comecei a meter com tudo, com uma força desgraçada, até gozar uma quantidade enorme de porra dentro daquele cu.
os dois ficamos exaustos depois dessa foda do caralho, então deitamos um do lado do outro pra descansar um pouco. ela fala: "que foda linda, meu deus." eu respondo: "isso é só o começo." o que veio depois foi uma sequência de coisas onde não só continuei arrombando o cu dela, deixando bem aberto e bem vermelho de tanta estocada, mas também meti na buceta dela, que já não cabia mais uma gota de porra — eu tinha esvaziado completamente as bolas. acho que nunca tínhamos transado daquele jeito, nem quando éramos namorados.
quando terminamos, ela falou a mesma coisa: "nunca tinha deixado meu cu desse jeito, nem quando éramos namorados." parece que tanta abstinência dela tinha deixado os dois muito excitados. dormimos os dois de conchinha e, quando o alarme tocou pra acordar e ela ter que voltar, a verdade é que pensamos em uma rapidinha de despedida. começamos a nos pegar, mas a real é que minha pica já tava difícil de acordar. falei: "você me deixou seco, sem uma gota. Você já é muito viciada, ela ri, mas beleza, só que com um presentinho eu tenho que ir, então terminei chupando a buceta e o cu dela de despedida.
A gente continua em contato como sempre, e uns dias atrás ela me conta que o fornecedor que levava mercadoria pro negócio dela em outra cidade se aposentou e quem assumiu foi o filho, um cara de uns 30 anos que ela não conhecia. Entre uma conversa e outra, ela acabou dando pra ele no depósito, ele meteu uma senhora fodida nela e ficou louco com a raba dela, obviamente. Aí ela me confessou que a raba dela já tem dono, que ela pretende entregar no próximo encontro e continuar vivendo experiências diferentes que o marido otário não quer realizar com ela.
Como ele é de outra cidade e vem mais ou menos a cada 15 dias, caiu como uma luva, já que não teria problema nenhum com suspeitas do marido ou de gente da cidade de que ela tá traindo.
Espero que tenham gostado da história e podem deixar o comentário de vocês.
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