mi hermana , mi cuñado y yo

Minha parceira e meus filhos foram para o sítio, e eu fiquei em casa, já que naquela sexta-feira saí tarde do trabalho. Minha irmã me mandou uma mensagem lá pelas cinco da manhã, pedindo por favor para deixar ela e o namorado ficarem na minha casa. Eles tinham um aniversário no centro, e ficaria complicado voltar da capital para o interior. Não hesitei em dizer que sim, que minha casa era a casa dela. Até aí, tudo normal.

Esperei por eles na sala, assistindo televisão. Chegaram, nos cumprimentamos e eles me contaram alguns detalhes soltos da festa. Não estava muito interessada, mas naquela hora não tinha mais nada para fazer. Ela me pediu se podia tomar um banho antes de dormir, e eu disse que sim. Enquanto ela tomava banho, fiquei com Jairo, o namorado dela, na sala. Parecia ser um cara de poucas palavras, mas no olhar dele havia uma intensidade que me deixou um pouco desconfortável. Tentei puxar conversa para não ficar entediada, mas estava difícil. Desisti e me propus a continuar assistindo ao filme, quando finalmente ele começou a falar comigo.

Ele disse que agora sabia por que minha irmã era tão gostosa. Eu respondi que ela era muito mais gostosa que eu, e ele protestou com veemência, dizendo que eu estava errada. Não percebi em que momento ele tirou a camisa. Eu estava com um short bem curto e uma camiseta comprida. Era uma noite quente. Também não percebi que ele estava sentado cada vez mais perto de mim. Ele me encarava fixamente, com a respiração ofegante. Eu não tirava os olhos da tela. Quando o desconforto ficou extremo, me levantei com a desculpa de ir ver se minha irmã precisava de alguma coisa.

Quando entrei no banheiro, a vi e fiquei maravilhada. As curvas dela eram muito sexys, suas formas milf e arredondadas eram bem parecidas com as minhas. Ela me viu entrar e sorriu. Perguntou o que eu tinha achado do namorado dela, e eu disse que ele estava bem. Que o importante era que ele a fizesse feliz. Ela disse que sim, que era muito feliz, que finalmente tinha encontrado alguém que a comesse bem. Eu ri como uma boba, dizendo que ela não precisava tanta informação.
Dirigi-me para a cozinha. Servi-me um copo d'água e, quando estava prestes a beber, senti uma respiração ofegante nas minhas costas... e algo muito duro pressionando minha bunda. Fiquei paralisada. Duas mãos me seguraram pela cintura, me forçando a arquear para trás, o que fazia eu sentir cada vez mais aquela dureza que me pressionava por cima da roupa. Em um sussurro, perguntei o que ele estava fazendo. A única resposta que recebi foi sentir as mãos que me seguravam pela cintura subirem até meus peitos. Ele os acariciou, apertou, me fez sentir dor. Virei-me e o empurrei, enquanto percebia que ele estava totalmente nu. O tamanho do pau dele era incrível. Longo, grosso, com uma cabeça grande, acompanhado por dois ovos de dimensões generosas. "Ajoelhe-se", ele disse sem mais delongas. Obedeci e levei minha boca direto para aquele pau lindo que me encarava. Passei minha língua na cabeça fazendo círculos, depois percorri todo o comprimento, ida e volta, várias vezes. Veias vermelhas imensas marcavam a superfície, dando um aspecto monstruoso que fez minha buceta começar a ficar molhada. Enfiei ele inteiro na boca. Cuspi várias vezes enquanto chupava e masturbava. Animei-me a experimentar essas bolas, e estavam uma delícia. Só uma já enchia minha boca inteira. Ele gozou de maneira abrupta e em grande quantidade dentro da minha boca. Ele tapou minha boca com uma mão, me obrigando a engolir toda a porra. Me fascinou.

Enquanto me levantava, minha irmã apareceu, totalmente nua e ainda molhada. "Começaram sem mim?" perguntou com um olhar divertido. Meu cunhado me deu a mão para me ajudar a levantar e me guiou até meu quarto. Minha irmã nos seguiu. Eles me pediram para me ajoelhar sobre a cama. Minha irmã ficou ao meu lado e sorria absurdamente. "Vocês estão drogados?", perguntei. O que os fez gargalhar. Minha irmã me beijou intensamente, enfiando sua língua até o fundo da minha garganta. Respondi ao beijo de maneira intuitiva. Enquanto estávamos nisso, ela tirou minha camiseta, afastando-se um pouco para... me senti melhor. "Vane, sempre adorei seus peitos. Você não tem ideia de quantas vezes me masturbei imaginando chupá-los por inteiro", ela disse. E eu respondi: "E o que está esperando?". Essas palavras vieram de um lugar muito distante do meu inconsciente. Nunca tinha imaginado uma cena assim com minha irmã. Sentia que algo estava errado. Que não podia estar desejando ela daquela forma. Ela sorria cada vez mais feliz. Chupou eles com uma suavidade que era desconhecida para mim. Meus peitos são grandes, redondos e firmes, uma verdadeira iguaria digna de ser apreciada. Por isso todas as vezes que os chuparam foram meio brutas, intensas. Mas ela fazia com carinho, com uma ternura e uma suavidade que me encantou.

Enquanto brincávamos, meu cunhado estava sentado numa poltrona que tenho ao lado da cama. Nos observava e se masturbava sorridente. Minha irmã ia da minha boca pros meus peitos, dos meus peitos pra minha boca. Naquele momento senti o quanto o short estava me apertando, e o tirei sem parar de beijá-la. Pela mão, ela me fez deitar na cama. Deitou-se sobre mim, mas na direção oposta. Beijou minha buceta com beijos suaves e rápidos, pra seguir com linguadas e pequenas mordidas que me faziam tremer. Eu imitava cada um dos seus movimentos. Sua buceta era pequenina, rosada, exatamente igual à minha. Nos chupávamos cada vez com mais intensidade, enchendo a boca uma da outra com deliciosos fluidos. Acabei como uma putinha.

Procurei eles com os olhos e os encontrei transando na poltrona. Ele sentado, e ela cavalgando o pau dele com seus olhos de fogo cravados em mim. Não conseguia acreditar no que via. Minha buceta estava ardendo.mi hermana , mi cuñado y yoA cena que eu tinha diante dos meus olhos me atraía como um ímã. Caminhei devagar e me posicionei de frente para eles. O olhar desafiador da minha irmã me deixava louco. Acariciei o rosto dela, algo que durou apenas um instante, já que ela levou meus dedos à boca e os chupou com grande maestria sem parar de cavalgar. Com a mão livre, acariciei e apertei seus lindos peitos, enquanto ela começou a massagear minha buceta. O prazer que ela estava me dando é indescritível.

De repente, ela parou de cavalgar e, num salto, ficou de pé ao meu lado. Eu sabia o que ela queria. Sem hesitar, montei no pau do meu cunhado, ficando frente a frente, para explodir de prazer. Ao sentir aquele pau lindo dentro de mim, um orgasmo me sacudiu por completo. Minha irmã teve que me segurar por trás, senão eu cairia de costas. Sentia seus peitos duros nas minhas costas e suas mãos apertando os meus com força. Encontrei os olhos do meu cunhado e nos beijamos apaixonadamente. Comecei a cavalgá-lo cada vez com mais força. Depois de dez ou quinze minutos deixando a vida nessa foda, senti ele gozar dentro de mim. Minha buceta ficou encharcada daquela porra que parecia ferver. Sentei no colo dele e notei como o pau continuava igual de grande e duro. Minha irmã se ajoelhou e começou a chupá-lo. Ia de um lado para o outro, do pau dele para a minha buceta, tomando aquele coquetel de fluidos quentes. Gozei de novo.

Minha irmã também sentou no colo do meu cunhado. Nossos corpos pareciam apenas um. Nos beijamos os três apaixonadamente, suados e com muita vontade de continuar.

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