Creampie Bully Mudança de Gênero 3

Depois de horas me comendo, aquele filho da puta me deixou parada ao lado da cama dos meus pais, apoiada com metade do corpo no colchão e as pernas tremendo no chão. Ele enfiava a pica na força bruta, rasgando meu cu sem um segundo de trégua.
— Me fala como você gosta que eu arrebente seu rabo, vai, fala, puta. — Disse o Braian com um tom prepotente, dando uma porrada seca da bacia contra minha bunda.
— Não tô gostando nada, filho da puta, você tá me matando por dentro! — Falei entre lágrimas e gemidos de dor, apertando os lençóis dos meus pais.
— Cala a boca e me agradece por te fazer minha puta e abrir seu cu do jeito que você merece. — Ele gritou com raiva, me puxando pelo cabelo pra me jogar pra trás.
— Vai pro inferno, lixo! Quando eu voltar a ser ho... — Falei, tentando falar no meio da dor insuportável.
— Quem caralho você acha que tá interrompendo, seu pedaço de puta?! — Ele gritou cheio de fúria, cortando minha frase na hora por causa da minha falta de respeito.
Sem me dar tempo de respirar, ele agarrou forte minhas cadeiras e começou a meter o dobro da força e profundidade no meu cu, enfiando os 23 cm de uma vez até eu ver estrelas.
— AAAAHHH! PELO AMOR DE DEUS, PARA, VOCÊ TÁ ME DESTROÇANDO TODA! — Uivei destruída, sentindo a carne do cu se abrir ao vivo.
— Olha como você aperta minha pica com essa bunda, a qualquer hora eu vou gozar tudo dentro de você. — Ele disse com uma risada macabra.
— P-por favor... p-para... não goza... — Falei gaguejando, exausta e sem ar.
— Viu como você gosta que eu goze dentro? Olha como você pede pra continuar, seu pedaço de puta. — O maldito me humilhou, virando tudo que eu dizia pra usar contra mim enquanto enfiava bem fundo.
De repente, ele agarrou meu pescoço com uma mão rude, jogando minha cabeça pra trás pra me encarar.
— Escolhe rápido, puta: onde você quer que eu goze, na sua buceta ou no seu cu? — Ele disse com um sorriso sádico.
— Você é um maldito... ¡¿e o que aconteceria se você me engravidasse?! Goza na minha cara, nos meus peitos ou fora, eu imploro! Falei chorando desesperada.
— Nem fodendo que vou gozar fora, agora quero dentro. Ou você escolhe ou eu escolho, puta. Ele gritou pra mim, me dando uma estocada brutal.
— Não, por favor... escolhe você mas fora... Supliquei com a voz trêmula.
— Então vou gozar bem dentro da sua buceta virgem e te deixar de barriga. Ele disse rindo na minha cara.
— NÃO! Na buceta não, por favor! Goza no meu cu, te imploro por favor! Falei aterrorizada, preferindo a dor do que uma gravidez.
— Você vai ter que implorar bem e pedir por favor se quiser que eu jogue no rabo, vai, começa a suplicar. Ele ordenou debochado.
— Te imploro, Braian! Por favor, goza no meu cu, te suplico! Falei entre soluços desesperados.
— Não tô te ouvindo nada, puta, pede chorando. Ele disse, me dando uma sacudida que me fez gritar.
— Por favor te peço, joga todo o esperma no meu cu mas não me deixa grávida! Supliquei me afogando nas minhas próprias lágrimas.
— Implora mais alto, puta, diz que quer que eu encha sua raba de porra. Me exigiu meu valentão, curtindo minha humilhação.
— Imploro pela sua porra no meu cu! Por favor, Braian, faz o que quiser mas na buceta não! Falei totalmente quebrada.
— Pede mais uma vez bem submissa, puta barata. Ele disse com tom dominante.
— Por favor, te suplico de joelhos, goza no meu cu e não arruína minha vida! Falei entregando todo meu orgulho.
— Assim que eu gosto, puta, olha como você me pede pra te usar. Ele disse com uma risada macabra.
Se agarrou com raiva dos meus quadris e, rindo da minha desesperação, enfiou os 23 cm dele de uma só vez final no meu cu.
— AAAAAHHHHHH! AIAAAAH... NÃO TÃO DENTRO, POR FAVOR! Uivei descontrolada, sentindo o esperma fervendo jorrar e encher tudo por dentro enquanto o pau dele pulsava.
O maldito tirou a carne dele de uma vez e um som molhado de sucção ecoou. Forte no quarto. Jogada na cama dos meus pais, levei uma mão pra trás e abri um pouco minha bunda pra tentar me limpar. Quando olhei meus dedos, vi que estavam cobertos daquele esperma grosso e fedido dele, enquanto a maré quente escorria pelas minhas pernas.
— Olha que gostosa que você ficou, com o cu todo aberto, deformado e cheio da minha porra. — Braian falou, dando risada do meu estado.
Fiquei largada naquela posição humilhante, com a bunda exposta, sem sentir as pernas, toda quebrada por dentro e com a dignidade em pedaços no quarto dos meus velhos.Creampie Bully Mudança de Gênero 3●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Fazia horas que eu tava enterrada debaixo do corpo dele, deitada de costas na cama dos meus pais, com as pernas abertas de ladinho e completamente exposta. O Braian tava me comendo de um jeito bruto e selvagem, enfiando os 23 cm dele na minha buceta virgem sem um segundo de piedade, fazendo o colchão chiar a cada batida seca da pélvis dele nas minhas coxas.
— Qual é, puta? Tá doendo meu pau aí dentro? — Falou o Braian com um sorriso sádico, tirando onda na minha cara enquanto enfiava tudo de novo.
— N-não... nem sinto — Falei com a voz toda quebrada e me afogando em lágrimas, mentindo na cara dele porque me recusava a dar o gostinho de ele curtir meu sofrimento.
— É, claro, se faz de durona... Nós dois sabemos bem como eu tô alargando e partindo no meio essa sua buceta virgem com meus 23 centímetros — Respondeu ele, soltando uma gargalhada cruel enquanto acelerava as estocadas no limite.
— AIAAAAH! Para um pouco, filho da puta! — Gritei toda quebrada, apertando os lençóis dos meus pais com raiva enquanto sentia a pele esticar ao vivo.
Sem aliviar nem um milímetro, o desgraçado deu um empurrão seco e gozou dentro de mim. Senti o pau grosso dele pulsar no fundo das minhas entranhas e os jatos quentes de porra dispararem direto no meu útero. Por puro instinto e pela sobrecarga brutal na carne, meu corpo traidor desabou e me fez ter um orgasmo involuntário, me fazendo tremer da cabeça aos pés.
— Olha como o teu orgasmo escorre enquanto eu encho toda essa buceta, puta... Você adorou que eu meti bem fundo — Me humilhou o meu valentão, rindo alto das minhas contrações.
— Não! É mentira, não gostei nada! Você é um nojento de merda! — Falei negando desesperada, chorando de pura raiva e vergonha pela reação do meu corpo.
O cara apoiou uma das mãos caleadas na minha barriga, fazendo pressão pra baixo enquanto tirava devagar o pau da minha buceta dolorida. Levantei a cabeça como pude pra ver a cena e vi a carne dele saindo coberta de porra e dos meus próprios fluidos. Naquele segundo, a realidade cruel me acertou em cheio: o filho da puta tinha gozado tudo dentro de mim. Deixei a cabeça cair no travesseiro, destruída por dentro, chorando sem parar enquanto um pânico doído tomava meu peito.
— Ah, que gostoso que foi isso, por favor! Que buceta boa que tu tem agora, Marcos. Ele falou com um ar de superioridade, se limpando com o lençol dos meus pais.
— Vai se foder, lixo! Que merda que vai ser se eu ficar grávida!? Gritei entre soluços, apavorada com o que tava por vir.
— Não vem me cobrar nada, puta, eu não vou criar nem sustentar filho de uma puta barata igual você. Ele respondeu com desprezo total, me olhando de cima.
— Como assim não vai assumir!? O moleque seria seu, pedaço de monstro! Falei chorando sem controle, sentindo o líquido morno acumulado dentro de mim.
— Já vou te avisar: se ficar com um barrigão aí, é responsabilidade sua por andar se dando igual uma puta na rua. Ele disse com um tom frio e cortante.
— Você é um filho da puta! Você me pegou à força e gozou dentro de mim sem me ouvir! Falei com o peito ofegante e a voz quebrada de dor.
— A justiça ou quem for vai cagar pra isso, porque todo mundo no bairro sabe o tipo de puta que você é. Ele gritou, me dando um tapa seco na coxa exposta.
— Você não pode ser tão sem coração! Você destruiu minha vida, é a pior coisa que já me aconteceu. Falei me afogando nas minhas próprias lágrimas, sentindo a humilhação queimar minha pele.
— Se ficar grávida, se vira sozinha, paga você ou cria você, porque eu nem fodendo vou te dar um centavo. Ele disse, marcando cada palavra com um desprezo absoluto.
— Te odeio... te odeio com toda a minha alma, tomara que você morra, Braian. Falei com a voz destruída, sem forças nem pra tentar. me tirar da cama.
— Me odeia o quanto quiser, mas a porra tá bem dentro da sua pussy e ninguém tira. Me sentenciou meu valentão, rindo na minha cara sem nenhum remorso.
Enquanto ele arrumava a roupa de esporte, fiquei pensando comigo como esse filho da puta, o mesmo que me humilhou e torturou a vida inteira na escola, tinha arruinado minha existência por completo. Ele me transformou nisso, me usou como quis, me comeu brutalmente e gozou dentro de mim sem se importar com meu futuro. E ainda tinha a cara de pau de falar todas aquelas barbaridades com a maior frieza do mundo.
— Que gostosa você fica assim, pedaço de puta, bem aberta de pernas, de barriga pra cima, com a pussy arrebentada e escorrendo toda a minha porra no colchão dos seus pais. Disse Braian com uma gargalhada cortante, curtindo meu estado de destruição total.
— Vai pra puta que pariu, seu doente do caralho, sai da minha casa! Falei xingando ele com a pouca força que me restava, enquanto fechava os olhos de vergonha.
— Daqui eu saio quando quiser, puta, e lembra bem que essa não vai ser a última vez que você vai servir de lixeira pra mim. Ele disparou com uma última risada debochada, me deixando largada, arrebentada, com a buceta exposta e escorrendo o sêmen dele na cama.Dinheiro●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Eu tava há horas de quatro naquele colchão imundo, feito uma puta submissa, quebrada e humilhada. Meu cu tava superaberto, deformado e destruído pela pica de 23 centímetros desse filho da puta, que não parava de me empurrar com uma fúria sem alma.
— Olha como eu deixei essa sua bunda, pedaço de puta, lembro como era virgem, fechada e apertada antes de eu pegar você. — Disse o Braian com um ar de superioridade, dando um impacto seco na minha bacia.
— V-você é um f-filho da p-puta... — Falei g-gaguejando, mal conseguindo falar de tanta dor insuportável.
— Me agradece por abrir seu cu e por ter o trabalho de te usar como minha puta, vai. — Ele gritou com raiva, me puxando pelo cabelo com violência.
— V-vai pra p-porra, seu l-lixo! — Falei xingando ele com a voz falhada e o rosto colado no travesseiro.
— Quem é que manda pra porra aqui, seu pedaço de puta?! — Ele gritou cheio de ódio.
Sem hesitar um segundo, ele me segurou firme pela cintura e começou a me comer o dobro de forte e fundo pelo cu pra me castigar pela minha falta de respeito.
— AAAAAAHHHHH! N-NÃO, PELO AMOR DE DEUS! — Uivei despedaçada, sentindo a carne rasgar ao vivo.
— Grita bem alto, puta, que é assim que eu gosto de ver como eu te destruo toda! — Ele disse com uma risada macabra.
— P-para... p-pelo amor de Deus, te i-imploro! — Supliquei chorando sem parar, sentindo meu corpo colapsar.
— Se você quer que eu pare de te dar, vai ter que me implorar bem submissa pra gozar dentro de você de uma vez. — Ele ordenou debochado.
— N-nem f-fodendo eu peço i-isso, você é um m-monstro! — Falei entre soluços, tentando não ceder.
— Ah, não é? Então vou continuar destruindo sua bunda até você desmaiar. — Ele respondeu, acelerando o ritmo sem piedade.
— AIAAAAH! P-por favor, B-braian! — Supliquei me afogando nas minhas próprias lágrimas.
— Me implora, puta, ou não paro mais. — Meu valentão disse, aproveitando cada um dos meus espasmos.
— N-não aguento m-mais a dor, você me m-mata por — D-dentro! Gritei, apertando os lençóis com raiva.
— Continua chorando que eu não tô nem aí pro teu sofrimento. Ele me disse com desprezo total.
— P-por piedade, B-braian, t-tem compaixão! Supliquei totalmente quebrada, sentindo a humilhação absoluta.
— A única piedade que vou ter é encher tua buceta de porra se você pedir bem de joelhos. O maldito repetiu.
Com a mente destruída e a dor queimando minhas entranhas, engoli meu último resto de orgulho e aceitei me entregar.
— T-tá bom... t-te peço p-por favor... Falei gaguejando e tremendo toda.
— Não tô ouvindo nada, puta, implora bem alto pelo meu leite. Ele disse, me dando um puxão bruto.
— I-imploro p-pelo teu l-leite! P-por favor g-goza dentro e t-tira! Gritei desfeita.
— Fala de novo, não me convenceu, implora de verdade, puta. Exigiu com tom autoritário.
— I-imploro p-pela tua p-porra, B-braian, t-te suplico! Falei chorando sem parar.
— Mais uma vez, bem alto pra ficar claro. Ordenou rindo na minha cara.
— P-por favor, i-imploro p-pelo teu s-sêmen, f-faz o que q-quiser m-mas g-goza logo! Supliquei humilhada ao máximo.
— De novo, vai, que ainda não acreditei em nada. O filho da puta disse.
— I-imploro p-pela tua p-porra, p-por favor t-te peço de c-cabeça baixa! Falei num fio de voz destruído.
— Repete mais uma vez, puta barata. Exigiu rindo da minha agonia.
— I-imploro p-pelo teu l-leite, B-braian, g-goza e t-tira p-por favor! Gritei entregando toda minha dignidade.
— Mais uma e talvez eu te faça o favor. Ele disse com sadismo.
— P-por favor, i-imploro p-pela tua p-porra no m-meu c-uzinho! Supliquei quebrada pelo cansaço.
— Assim que eu gosto, puta, ver como você se humilha sozinha. Ele disse convencido.
O cara tirou a pica devagar até deixar só a cabeça pra fora. Pensei por um segundo que no final ele ia ter piedade e gozar fora, mas me enganei feio.
— Achou que ia escapar, né, puta? Vadia? Ela disse com uma risada cortante.
Sem me dar tempo de reagir, o desgraçado me enfiou de novo da cabeça até a base com uma única estocada selvagem, deixando enterrado no fundo do meu cu.
— AAAAHHHHHHHH! Gritei descontrolada enquanto sentia os quadris dele batendo na minha bunda e o pau dele pulsando, jorrando jatos escaldantes de porra que enchiam minha rabeta.
Depois de gozar completamente, ele tirou o pau de uma vez. Um gemido abafado de alívio absoluto escapou do meu peito ao sentir que finalmente tinha tirado aquela massa de dentro de mim.
— Agradece pela foda que te dei, seu pedaço de vadia. Disse Braian rindo alto.
Ainda de quatro na cama, abri um pouco as pernas e me virei para olhar de lado, encarando ele com um ódio puro e profundo queimando meus olhos.
— V-vai se f-foder... s-seu m-monstro de m-merda... Falei entre soluços, vendo como meu cu ficou completamente aberto, deformado e escorrendo toda a porra quente dele no colchão.
— Olha como deixei essa rabeta, seu pedaço de vadia, bem aberta e escorrendo meu leite, você só serve pra isso. Me sentenciou meu valentão com desprezo, rindo na minha cara enquanto eu ficava destruída e humilhada na penumbra.creampie●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Eu tava há horas de quatro no colchão dos meus velhos, feito uma puta arrebentada, quebrada e humilhada. Tinha a buceta toda aberta e rasgada pelos 23 centímetros desse desgraçado, que não parava de me meter com selvageria.
— Olha como eu deixei sua buceta, seu pedaço de puta, lembra como ela era virgem, fechada e apertada antes de eu pegar você? — Falou Braian com ar de superioridade, esmagando a pélvis contra minha bunda.
— V-você é um f-filho da p-puta... — Falei g-gaguejando, mal conseguindo falar por causa da dor insuportável que me partia ao meio.
— Me agradece por abrir sua buceta e por ter o trabalho de usar ela quando eu bem entender, anda. — Gritou ele bravo, me puxando pelo cabelo pra jogar minha cabeça pra trás.
— V-vai pro i-inferno, seu l-lixo m-merda! — Falei xingando ele com a voz trêmula e afogada em choro.
— Quem é que você manda pro inferno, seu pedaço de puta!? — Gritou ele cheio de raiva.
Sem piedade nenhuma, me segurou firme pela cintura e começou a me comer o dobro mais forte e fundo na buceta pra me castigar pela falta de respeito.
— AAAAHHHH! N-NÃO, PELO AMOR DE DEUS! — Uivei despedaçada, sentindo a carne queimar por dentro.
— Grita bem alto, puta, que é assim que eu gosto de ver como eu te abro toda! — Falou ele com uma risada macabra.
— P-para... p-por favor, te i-imploro! — Supliquei chorando sem parar, apertando os lençóis com raiva.
— Se você quer que eu pare de te meter, vai ter que me implorar bem submissa pra gozar dentro de você de uma vez. — Ordenou ele debochando.
— N-nem f-fodendo eu te p-peço isso, você é um m-monstro! — Falei tentando resistir, mordendo os lábios.
— Ah, não é? Então vou continuar arrebentando sua buceta até você não aguentar mais. — Respondeu ele, acelerando as metidas sem dó.
— AIAAAAH! P-por favor, B-braian! — Supliquei me afogando nas minhas próprias lágrimas.
— Me implora, puta, ou vou acabar de destruir sua buceta. — Falou ele. meu bully, aproveitando cada um dos meus espasmos.
— N-não aguento m-mais a dor, você m-me m-mata por dentro! Gritei toda despedaçada.
— Continua chorando, que o teu sofrimento não me importa porra nenhuma. Ele me disse com total desprezo.
— P-por piedade, B-braian, t-tem compaixão! Supliquei completamente quebrada de cansaço.
— A única piedade que vou ter é encher tua pussy de cum se você me pedir de joelhos. O maldito repetiu.
Com a mente destruída e o corpo em pedaços, não me restou outra opção senão engolir o orgulho.
— T-tá b-bom... t-te p-peço p-por f-favor... Falei g-aguejando e t-tremendo toda.
— Não tô te escutando nada, slut, pede bem alto pelo meu sêmen. Ele disse, me dando uma estocada brutal.
— P-peço p-pelo t-teu s-sêmen! P-por favor g-goza dentro e t-tira ela! Gritei afogada em lágrimas.
— Fala de novo, não me convenceu, pede de verdade, slut. Ele exigiu autoritário.
— P-peço p-pelo t-teu cum, B-braian, t-te i-imploro! Falei chorando sem consolo.
— Mais uma vez, bem alto pra ficar claro pra mim. Ele ordenou rindo na minha cara.
— P-por f-favor, p-peço p-pelo teu s-sêmen, f-faz o que q-quiser m-mas g-goza logo! Supliquei humilhada.
— De novo, vai, que ainda não acreditei em nada. O filho da puta disse.
— P-peço p-pelo teu cum, p-por f-favor t-te p-peço! Falei num fio de voz destruído.
— Repete mais uma vez, slut barata. Ele exigiu aproveitando minha agonia.
— P-peço p-pelo teu s-sêmen, B-braian, g-goza e t-tira ela p-por f-favor! Gritei entregando toda minha dignidade.
— Mais uma e capaz que te faço o favor. Ele disse com sadismo.
— P-por f-favor, p-peço p-pelo teu cum na m-minha buceta! Supliquei completamente quebrada.
— Assim que eu gosto, slut, ver como você se humilha sozinha. Ele disse convencido.
O cara tirou a cock devagar até deixar só a cabeça pra fora. Pensei por um segundo que no fim ia ter pena de mim, mas me enganei feio. Ele pegou meu braço, colocou à força, atrás das costas, e enfiou os 23 cm de uma só vez até o fundo da minha buceta, enquanto gozava e me enchia toda. Soltei um grito de alívio seco quando finalmente tirou o pau escorrendo porra.
— Me agradece pela foda, pedaço de puta. Disse o Braian rindo do meu estado.
— A-agradeço... Falei humilhada e destruída do colchão.
O desgraçado me deu um tapa seco na bunda, riu na minha cara e foi pro corredor arrumando a calça. Fiquei largada de novo de barriga pra cima, com as pernas abertas, a buceta exposta e escorrendo o leite dele.
— Ah, que gostoso que foi isso! Ele disse da porta, olhando como eu fiquei.
— Vai se foder, lixo! Que merda vai ser se eu engravidar!? Gritei chorando desesperada.
— Não vem me cobrar nada, não vou criar nem sustentar filho de uma puta barata que nem você. Ele respondeu com desprezo.
— Como assim não vai assumir!? O filho ia ser seu, pedaço de monstro! Falei fora de mim.
— Se ficar um bucho aí dentro é responsabilidade sua por andar se dando igual uma puta. Ele disse com frieza.
— Você é um filho da puta, me obrigou a tudo! Falei com o peito ofegante.
— Ninguém liga, todo mundo sabe o tipo de puta que você é. Ele gritou com desprezo.
— Você arruinou minha vida, te odeio com toda a minha alma! Falei me afogando nas lágrimas.
— Se vira sozinha com a barriga, porque eu não vou te dar um centavo. Ele disse me olhando de cima.
— Você é um monstro... tomara que você morra, Braian. Falei com a voz quebrada.
— Me odeia o quanto quiser, mas a porra tá bem dentro da sua pussy. O cara sentenciou.
Pensei comigo mesma como esse desgraçado arruinou minha vida, me usou, me comeu e gozou dentro de mim sem se importar com nada.
— Como você fica linda assim de puta, bem aberta de pernas e quebrada, toda cheia do meu sêmen. Ele disse com uma gargalhada cortante.
— Vai pra merda, você é um doente do caralho! Falei xingando ele. enquanto ele ria e me deixava largada na penumbra.creampie anal●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Fiquei largada de quatro na cama, tremendo de dor e exausta. Tava vestindo a minissaia que o maldito me obrigou a usar pra realizar a fantasia dele, levantada acima do quadril enquanto ele me humilhava lembrando como me atormentava no colégio. Minha buceta tava superaberta, inchada e rasgada pelos 23 centímetros que ele enfiava sem freio.
— Olha que linda que fica essa minissaia em você, pedaço de puta, tão patética quanto quando você se escondia de mim no colégio antes de eu te pegar. — Disse o Braian com ar de superioridade, dando um tapa seco na minha bunda.
— V-você é um f-filho da p-puta... — Falei g-gaguejando, mal conseguindo falar por causa da dor que me partia ao meio.
— Me agradece por abrir essa sua buceta e por usar essa minissaia que botei em você pra eu me divertir. — Ele gritou com raiva, puxando meu cabelo pra trás.
— V-vai pro i-inferno, seu l-lixo! — Falei xingando ele com a voz embargada pelo choro.
— Quem é que você manda pro inferno?! — Ele berrou cheio de fúria.
Ele se segurou firme no meu quadril e começou a me comer o dobro mais forte e fundo na buceta pra me castigar pela falta de respeito.
— AAAAHHHH! N-NÃO, PELO AMOR DE DEUS! — Uivei despedaçada, sentindo que tava me rasgando por dentro.
— Grita bem alto, puta, que eu adoro ver como você sofre! — Ele disse com uma risada macabra.
— P-para... p-por favor, eu t-tô implorando! — Supliquei chorando sem parar.
— Se você quer que eu pare, vai ter que implorar bem submissa pra eu gozar dentro de você de uma vez. — Ele ordenou com deboche.
— N-nem f-fodendo, você é um m-monstro! — Falei tentando resistir.
— Ah, não é? Então vou continuar rasgando essa sua buceta até você desmaiar. — Ele respondeu, acelerando o ritmo.
— AIAAAAH! P-por favor, B-braian! — Supliquei me afogando em lágrimas.
— Me implora, puta, ou não tiro mais. — Disse meu valentão, curtindo cada sacudida.
— N-não aguento m-mais a dor, você vai me m-matar! — Gritei. desfeita.
— Continua chorando, que a sua dor não me importa porra nenhuma. Ele disse com desprezo total.
— P-pelo amor de Deus, B-braian, t-tem compaixão! Supliquei, quebrada.
— A única compaixão que vou ter é encher tua buceta de porra se você me pedir de joelhos. Repetiu o maldito.
Engolindo o orgulho, não tive outra escolha senão ceder.
— T-tá bom... t-te peço p-por f-favor... Falei gaguejando.
— Não te ouço, puta, implora bem alto pelo meu sêmen. Ele disse, me dando uma estocada brutal.
— I-imploro p-pelo s-sêmen! P-por favor g-goza dentro e t-tira! Gritei desesperada.
— Fala de novo, implora de verdade, puta. Exigiu autoritário.
— I-imploro p-pela sua p-porra, B-braian, t-te s-suplico! Falei chorando.
— Mais uma vez, bem alto. Ordenou rindo na minha cara.
— P-por f-favor, i-imploro p-pelo s-sêmen, f-faz o q-que quiser m-mas g-goza logo! Supliquei.
— De novo, vai. Disse o filho da puta.
— I-imploro p-pela sua p-porra, p-por f-favor t-te p-peço! Falei num fio de voz.
— Repete mais uma vez, puta barata. Exigiu.
— I-imploro p-pelo s-sêmen, B-braian, g-goza e t-tira p-por f-favor! Gritei entregando toda minha dignidade.
— Mais uma e talvez eu te faça o favor. Disse com sadismo.
— P-por f-favor, i-imploro p-pela sua p-porra n-na m-minha buceta! Supliquei completamente quebrada.
— Assim que eu gosto, puta, ver como você se humilha. Disse convencido.
Ele tirou a pica devagar até deixar só a cabeça pra fora. Pensei que ia ter pena de mim, mas me enganei: me segurou firme pelos quadris e enfiou os 23 cm até o talo de uma só vez, enquanto gozava e enchia minha buceta toda.
Quando terminou, tirou a pica e meu corpo vencido se deixou cair de quatro de bruços no colchão, totalmente exausto e cheio de porra.
— Agradece pela foda, pedaço de puta. Disse Braian rindo.
— O-obrigada... Falei humilhada e destruída.
O maldito me deu um tapa seco na bunda, riu de mim e Ela fingiu que ia embora enquanto eu ficava deitada de costas com as pernas abertas, a minissaia levantada e a buceta exposta escorrendo cum.
— Ah, que gostoso que foi isso! Disse ela olhando como eu fiquei.
— Vai se foder! E se eu engravidar!? Gritei desesperada.
— Não vem me cobrar nada, não vou criar filho de uma puta barata igual você. Respondeu com desprezo.
— Como assim não vai assumir!? O moleque seria seu! Falei fora de mim.
— Se ficar um barrigão aí dentro é sua responsabilidade por ficar se dando. Disse com frieza.
— Você é um filho da puta, me obrigou a tudo! Falei com o peito ofegante.
— Ninguém liga, todo mundo sabe o que você é. Gritou com desprezo.
— Você arruinou minha vida, te odeio! Falei me afogando em lágrimas.
— Se vira sozinha com a barriga, não vou te dar um centavo. Disse me olhando de cima.
— Você é um monstro... tomara que morra. Falei com a voz quebrada.
— Me odeia o quanto quiser, o cum tá dentro de você. Sentenciou o cara.
— Por favor, Braian... te imploro, assume o moleque se eu estiver grávida. Roguei chorando, me sentindo patética.
— Já te falei que não vou assumir porra nenhuma, para de encher o saco. Disse virando as costas.
— Por favor, te peço de joelhos, não nos abandona se eu tiver um filho seu! Supliquei desesperada.
— Não enche o meu saco, puta, de mim você não tira um centavo de graça. Gritou irritado.
— Por favor, Braian, assume, te imploro pelo que você mais ama! Repeti várias vezes, chorando sem parar.
— Por favor, te peço... assume a responsabilidade, não me fode assim. Supliquei destruída.
— Te falei que não, não vou pagar um tostão por um moleque. Disse com desprezo.
— Te imploro, por favor, pelo menos me ajuda com os gastos se eu engravidar! Roguei me arrastando pela cama.
— Por favor... te peço pelo que for, assume... Falei chorando sem consolo.
— Tá bom, escuta bem, puta: o único jeito de você ver Um mango é você me pagar pra te comer. Um peso por cada foda que eu te der, ouviu? Ele disse rindo na minha cara.
— Um peso por foda!? Isso é uma miséria, seu doente do caralho! Falei indignada.
Não acredito no que meu valentão tava me dizendo, ia me pagar um peso, ia me transformar na putinha barata dele.
— É isso ou nada, vagabunda. Aceita ou se fode, porque vou te comer do mesmo jeito todas as vezes que eu quiser, então pelo menos vai ganhar uma grana. Ele respondeu me segurando pelo queixo.
— T-tá bom... aceito... Falei humilhada, engolindo a raiva pra ter algo pra bancar o futuro.
— Agora me implora pra eu vir te usar e te fazer de putinha quando eu quiser. Ele ordenou.
— P-por favor, Braian... vem me usar todas as vezes que quiser pra pagar pelo nosso futuro filho. Supliquei entre lágrimas.
— Pede direito, fala que quer ser minha puta paga. Ele exigiu.
— Te imploro, vem comer p-por dinheiro e me faz de sua puta toda semana! Falei chorando de vergonha.
— Me implora mais alto, vai. Ele ordenou, curtindo minha queda.
— Por favor, me usa quando quiser e me paga esse peso por foda, te imploro! Falei humilhada.
— Me agradece por te pagar por algo que eu ia te fazer de graça de qualquer jeito, puta barata. Ele disse me dando um último tapa na coxa.
— O-obrigada por me pagar... Falei num fio de voz, destruída por completo enquanto ele se afastava rindo às gargalhadas.humilhacao

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