Oi, hoje vou contar uma das fodas que eu peguei, porque li um post e me fez reviver um pouco a experiência.
Pra vocês terem uma ideia, tenho uns 1,57m, sem peitos, bunda grande obviamente por causa da minha altura, cabelo moreno e sempre um sorriso no rosto.
Tava estudando na plata quando precisei ir pra Buenos Aires resolver umas paradas e voltar no mesmo dia. Meu destino era Once, como vocês sabem. O calor insuportável de Buenos Aires faz a gente usar a roupa mais confortável possível, então coloquei uma calça soltinha e fininha pra aguentar o calorão. Sendo uma big booty, é inevitável que com o tempo qualquer roupa que eu vista não grude na bunda, e isso chama muita atenção do povo que me vê andando.
Entrei numa galeria pra procurar fio dental/cueca box pra vender na pensão onde eu morava, assim ajudava a pagar o aluguel. Quando entrei, era óbvio que tavam olhando pro meu rabo, uns soltavam comentários tipo "que bunda gostosa", "olha que popozão", "oi linda, tudo bem?", essas coisas. Achei uma barraca que era a certa, tinha preços bons levando três peças e se levasse uma dúzia ganhava desconto. Comecei a escolher e notei que em cima de uma prateleira tinha uns conjuntos Calvin Klein que não estavam expostos, então pedi pro rapaz se ele podia me mostrar. O cara não me deu muita bola porque dava pra ver que eu ia comprar pouco comparado com o resto do povo que tava comprando, aí a irmã dele (acho que era a irmã) falou "eu alcanço pra você". Quando tentou, não chegava.
Eu, sendo um pouco mais alta que ela, falei "não se importa se eu ajudar?". Ela respondeu que se eu topasse subir no banquinho, que fosse, que ela me segurava. E foi isso, subi no banquinho e os conjuntos estavam bem altos. Já ao subir, senti que tavam me olhando. Quando olhei de canto, não tinha uma pessoa que não tava me comendo com os olhos. Minha calça super apertada fazia a bunda marcar demais, e não vou negar que curti um pouco ser olhada. Tentei me esticar e não alcançava os conjuntos. O irmão vendedor dessa mina começou a prestar atenção em mim e disse que me ajudava. Eu já tava puta porque ele não me atendia, quis descer e os conjuntos caíram no chão. Desci do banquinho. e comecei a juntar eles me abaixando num lugar tão pequeno, de repente o cara me deu uma encostada que dava pra sentir o pau inteiro bem no meio das minhas duas nádegas, falei "nossa, desculpa" e ele respondeu "tranquilo, o lugar é pequeno mesmo", continuei juntando e percebi que ele já tava me encostando de propósito, e foi um momento em que meus pensamentos se contradiziam entre querer que ele continuasse encostando e mandar ele pra puta que pariu. No fim, depois de mais duas encostadas, comprei meus conjuntos e voltei pra La Plata, não tive coragem de falar nada.
Peguei os conjuntos e me preparei pra voltar pra La Plata, fui pra Plaza Miserere em Once, fila interminável e subi no Plaza, um ônibus que por acaso era de um andar só e lotado.
Já tava cansada, só queria voltar. Subi desviando de gente e encontrei um lugar na terceira parte do ônibus onde tinha um espaço.
Fiquei parada lá, morrendo de calor, mas com sorte o ar-condicionado funcionava, me segurei num banco e fui em pé com os olhos semiabertos, curtindo o ar no meio da multidão, quando de repente sinto alguém se colocar atrás de mim com dois sacos de lixo cheios de roupa e me fala "Desculpa, moça, não guardei embaixo com medo de roubarem", não liguei e continuei ouvindo música pra viagem passar mais rápido.
A viagem começou. Eu, muito cansada de passar o dia inteiro com calor em Buenos Aires, parecia que tava quase em transe, meio dormindo, de repente o cara com os sacos roçava a mão em mim, mas era coisa da viagem, passou um tempo e o roçar já não era mais ocasional, ficou mais constante.
Num momento sinto a palma da mão agarrando minha bunda direita de leve, aquela sensação de um estranho me tocando, me fez lembrar da encostada que o vendedor já tinha me dado, 5 minutos depois a mão dele já tava firme na minha bunda sem disfarçar.
Na hora pensei, ele não me conhece, em La Plata eu desço, que delícia que me encostaram, e pensei em todos aqueles que olharam minha bunda, questão que me deixei. Levar.
A mão firme dele no meu cu era muito parecida com quando você tem um namorado que te apalpa cada vez que lava a louça ou se abaixa, esse tipo de agarramento.
Me mexi um pouco pra ele perceber que não tava passando despercebido, e ao me mexer, sinto algo fazendo pressão em todo o meu ânus, a única coisa que nos separava era o tecido fino da minha calça. Minha buceta começou a ficar molhada imaginando o que podia ser aquilo que me pressionava. Eu ia pra frente e ele apertava, e quando eu voltava pra trás, ele não cedia na pressão, e ao recuar, sentia meu ânus se dilatando e a calcinha fio dental entrando toda. Então decidi fazer um movimento e me desvencilhar. Quando passei a mão pra trás e me desembaracei, notei que estava levemente úmido, e aí me deu um calafrio: esse cara estava encostando o pau sem roupa em mim? Logo depois, sinto algo quente, que não era a mão dele, me tocando meio seco e sim... era o pau dele. O homem que estava atrás de mim estava encostando o pau sem roupa no meu cu. De novo, tive sentimentos misturados entre nojo e tesão, mas sinceramente, o tesão foi maior.
Me fiz de sonsa e decidi aproveitar. Quando senti a pressão de novo, comecei a me molhar cada vez mais, sentia a cabeça daquela rola no meu cu e isso me excitava. Disfarçadamente, me toquei por cima da roupa um pouco e já comecei a perder o controle.
O homem que estava atrás de mim se apoiou e percebeu que eu estava gostando, porque sem querer eu empinava a raba, e esse foi o começo de tudo. Ele arrumou as sacolas mais perto de mim, dos lados, e se grudou em mim. A mão dele amassava minha bunda e o pau dele estava entre minhas nádegas. Eu, totalmente molhada, parei de me tocar e só me segurei firme no banco, me entregando nas mãos daquela pessoa.
Ele amassava meu cu com muita força e começou a abrir, deixando o pau cada vez mais perto de me penetrar por cima da roupa. O peito dele estava praticamente nas minhas costas, e a gente estava coberto pelas sacolas dos lados. Já entregue pela excitação, escapei um suspiro que parece que esquentou ele ainda mais. Isso fez com que ele parasse de amassar meu cu por fora da minha calça fina e passasse a meter a mão por baixo dela.
Não vou negar que nessa parte eu senti medo, mas o medo me paralisou e o tesão me soltou. Ele enfiou a mão e, devagar, foi descendo até passar o dedo pelos meus lábios da buceta (totalmente molhados) e levou todo aquele líquido pro meu cu. Quando chegou no meu ânus, tocou firme, e como eu já vinha me apoiando a viagem inteira até ali, já estava bem dilatada. Senti a ponta do dedo dele no meu cu, entrando o começo, e por reflexo me joguei pra trás e o dedo entrou inteiro.
Quando isso aconteceu, ele sussurrou no meu ouvido: "Neném, que gulosa você é". Petrificada pelo medo e submissa pelo tesão, não disse nada, só aproveitava aquele dedo que entrava e saía do meu cu. De repente, ele tirou o dedo e eu morria de vergonha. Sabia que meu destino (La Plata) não estava longe, e justo quando eu pensava em, assim que chegássemos, descer rápido sem olhar pra trás, senti no meu cu como se ele estivesse enfiando 3 dedos bem Tô toda molhada, ele me segura com as duas mãos na cintura e me puxa um pouco pra trás, e eu só sinto um calorão, era a cabeça do pau dele que tinha enfiado no meu cu. Um jato só era na minha buceta e o cara me bombou devagar umas seis vezes e ficou com o pau enfiado no meu cu por uns segundos, eu sentia ele pulsando, como ele aumentava e diminuía de grossura, sim, ele tava enchendo meu cu inteiro de porra.
Minha tara era nível cu planetário, já não tava pensando em nada, só focada naquela sensação dele pulsando dentro do meu cu. Naquele instante ele sussurra no meu ouvido: "foi a melhor viagem da minha vida, a gente se vê outra hora".
Quando ele falou isso, me deu um desespero tão grande que fiquei imóvel. Esse homem ajeitou minha calça e, não muito mais que cinco minutos que pareceram uma eternidade pra mim, fez a gente chegar no destino. Desci apavorada, mas toda molhada e com o cu cheio de porra. Os dias seguintes me deixaram muito assustada, com medo de pegar alguma doença ou algo assim, mas hoje em dia, com o tempo passando, toda vez que me toco, faço pensando naquele dia.
Espero que tenham gostado da minha experiência viajando de Once até La Plata.
Pra vocês terem uma ideia, tenho uns 1,57m, sem peitos, bunda grande obviamente por causa da minha altura, cabelo moreno e sempre um sorriso no rosto.
Tava estudando na plata quando precisei ir pra Buenos Aires resolver umas paradas e voltar no mesmo dia. Meu destino era Once, como vocês sabem. O calor insuportável de Buenos Aires faz a gente usar a roupa mais confortável possível, então coloquei uma calça soltinha e fininha pra aguentar o calorão. Sendo uma big booty, é inevitável que com o tempo qualquer roupa que eu vista não grude na bunda, e isso chama muita atenção do povo que me vê andando.
Entrei numa galeria pra procurar fio dental/cueca box pra vender na pensão onde eu morava, assim ajudava a pagar o aluguel. Quando entrei, era óbvio que tavam olhando pro meu rabo, uns soltavam comentários tipo "que bunda gostosa", "olha que popozão", "oi linda, tudo bem?", essas coisas. Achei uma barraca que era a certa, tinha preços bons levando três peças e se levasse uma dúzia ganhava desconto. Comecei a escolher e notei que em cima de uma prateleira tinha uns conjuntos Calvin Klein que não estavam expostos, então pedi pro rapaz se ele podia me mostrar. O cara não me deu muita bola porque dava pra ver que eu ia comprar pouco comparado com o resto do povo que tava comprando, aí a irmã dele (acho que era a irmã) falou "eu alcanço pra você". Quando tentou, não chegava.
Eu, sendo um pouco mais alta que ela, falei "não se importa se eu ajudar?". Ela respondeu que se eu topasse subir no banquinho, que fosse, que ela me segurava. E foi isso, subi no banquinho e os conjuntos estavam bem altos. Já ao subir, senti que tavam me olhando. Quando olhei de canto, não tinha uma pessoa que não tava me comendo com os olhos. Minha calça super apertada fazia a bunda marcar demais, e não vou negar que curti um pouco ser olhada. Tentei me esticar e não alcançava os conjuntos. O irmão vendedor dessa mina começou a prestar atenção em mim e disse que me ajudava. Eu já tava puta porque ele não me atendia, quis descer e os conjuntos caíram no chão. Desci do banquinho. e comecei a juntar eles me abaixando num lugar tão pequeno, de repente o cara me deu uma encostada que dava pra sentir o pau inteiro bem no meio das minhas duas nádegas, falei "nossa, desculpa" e ele respondeu "tranquilo, o lugar é pequeno mesmo", continuei juntando e percebi que ele já tava me encostando de propósito, e foi um momento em que meus pensamentos se contradiziam entre querer que ele continuasse encostando e mandar ele pra puta que pariu. No fim, depois de mais duas encostadas, comprei meus conjuntos e voltei pra La Plata, não tive coragem de falar nada.
Peguei os conjuntos e me preparei pra voltar pra La Plata, fui pra Plaza Miserere em Once, fila interminável e subi no Plaza, um ônibus que por acaso era de um andar só e lotado.
Já tava cansada, só queria voltar. Subi desviando de gente e encontrei um lugar na terceira parte do ônibus onde tinha um espaço.
Fiquei parada lá, morrendo de calor, mas com sorte o ar-condicionado funcionava, me segurei num banco e fui em pé com os olhos semiabertos, curtindo o ar no meio da multidão, quando de repente sinto alguém se colocar atrás de mim com dois sacos de lixo cheios de roupa e me fala "Desculpa, moça, não guardei embaixo com medo de roubarem", não liguei e continuei ouvindo música pra viagem passar mais rápido.
A viagem começou. Eu, muito cansada de passar o dia inteiro com calor em Buenos Aires, parecia que tava quase em transe, meio dormindo, de repente o cara com os sacos roçava a mão em mim, mas era coisa da viagem, passou um tempo e o roçar já não era mais ocasional, ficou mais constante.
Num momento sinto a palma da mão agarrando minha bunda direita de leve, aquela sensação de um estranho me tocando, me fez lembrar da encostada que o vendedor já tinha me dado, 5 minutos depois a mão dele já tava firme na minha bunda sem disfarçar.
Na hora pensei, ele não me conhece, em La Plata eu desço, que delícia que me encostaram, e pensei em todos aqueles que olharam minha bunda, questão que me deixei. Levar.
A mão firme dele no meu cu era muito parecida com quando você tem um namorado que te apalpa cada vez que lava a louça ou se abaixa, esse tipo de agarramento.
Me mexi um pouco pra ele perceber que não tava passando despercebido, e ao me mexer, sinto algo fazendo pressão em todo o meu ânus, a única coisa que nos separava era o tecido fino da minha calça. Minha buceta começou a ficar molhada imaginando o que podia ser aquilo que me pressionava. Eu ia pra frente e ele apertava, e quando eu voltava pra trás, ele não cedia na pressão, e ao recuar, sentia meu ânus se dilatando e a calcinha fio dental entrando toda. Então decidi fazer um movimento e me desvencilhar. Quando passei a mão pra trás e me desembaracei, notei que estava levemente úmido, e aí me deu um calafrio: esse cara estava encostando o pau sem roupa em mim? Logo depois, sinto algo quente, que não era a mão dele, me tocando meio seco e sim... era o pau dele. O homem que estava atrás de mim estava encostando o pau sem roupa no meu cu. De novo, tive sentimentos misturados entre nojo e tesão, mas sinceramente, o tesão foi maior.
Me fiz de sonsa e decidi aproveitar. Quando senti a pressão de novo, comecei a me molhar cada vez mais, sentia a cabeça daquela rola no meu cu e isso me excitava. Disfarçadamente, me toquei por cima da roupa um pouco e já comecei a perder o controle.
O homem que estava atrás de mim se apoiou e percebeu que eu estava gostando, porque sem querer eu empinava a raba, e esse foi o começo de tudo. Ele arrumou as sacolas mais perto de mim, dos lados, e se grudou em mim. A mão dele amassava minha bunda e o pau dele estava entre minhas nádegas. Eu, totalmente molhada, parei de me tocar e só me segurei firme no banco, me entregando nas mãos daquela pessoa.
Ele amassava meu cu com muita força e começou a abrir, deixando o pau cada vez mais perto de me penetrar por cima da roupa. O peito dele estava praticamente nas minhas costas, e a gente estava coberto pelas sacolas dos lados. Já entregue pela excitação, escapei um suspiro que parece que esquentou ele ainda mais. Isso fez com que ele parasse de amassar meu cu por fora da minha calça fina e passasse a meter a mão por baixo dela.
Não vou negar que nessa parte eu senti medo, mas o medo me paralisou e o tesão me soltou. Ele enfiou a mão e, devagar, foi descendo até passar o dedo pelos meus lábios da buceta (totalmente molhados) e levou todo aquele líquido pro meu cu. Quando chegou no meu ânus, tocou firme, e como eu já vinha me apoiando a viagem inteira até ali, já estava bem dilatada. Senti a ponta do dedo dele no meu cu, entrando o começo, e por reflexo me joguei pra trás e o dedo entrou inteiro.
Quando isso aconteceu, ele sussurrou no meu ouvido: "Neném, que gulosa você é". Petrificada pelo medo e submissa pelo tesão, não disse nada, só aproveitava aquele dedo que entrava e saía do meu cu. De repente, ele tirou o dedo e eu morria de vergonha. Sabia que meu destino (La Plata) não estava longe, e justo quando eu pensava em, assim que chegássemos, descer rápido sem olhar pra trás, senti no meu cu como se ele estivesse enfiando 3 dedos bem Tô toda molhada, ele me segura com as duas mãos na cintura e me puxa um pouco pra trás, e eu só sinto um calorão, era a cabeça do pau dele que tinha enfiado no meu cu. Um jato só era na minha buceta e o cara me bombou devagar umas seis vezes e ficou com o pau enfiado no meu cu por uns segundos, eu sentia ele pulsando, como ele aumentava e diminuía de grossura, sim, ele tava enchendo meu cu inteiro de porra.
Minha tara era nível cu planetário, já não tava pensando em nada, só focada naquela sensação dele pulsando dentro do meu cu. Naquele instante ele sussurra no meu ouvido: "foi a melhor viagem da minha vida, a gente se vê outra hora".
Quando ele falou isso, me deu um desespero tão grande que fiquei imóvel. Esse homem ajeitou minha calça e, não muito mais que cinco minutos que pareceram uma eternidade pra mim, fez a gente chegar no destino. Desci apavorada, mas toda molhada e com o cu cheio de porra. Os dias seguintes me deixaram muito assustada, com medo de pegar alguma doença ou algo assim, mas hoje em dia, com o tempo passando, toda vez que me toco, faço pensando naquele dia.
Espero que tenham gostado da minha experiência viajando de Once até La Plata.
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