Segunda vez pas con trans

Bueno, dessa vez vou contar minha segunda experiência gay como passivo. Uma das maiores fantasias que quase todo homem tem são as travestis ou transexuais, e eu não era exceção. Alguma vez nas minhas noites de excessos tive o prazer de comer uns bundinhas gostosos de transexual, mas dessa vez, já com a experiência de ter sido penetrado, queria ir além. Conheci ela pelo Facebook, num grupo de solteiros e solteiras, ela postava "procuro garoto curioso com namorada" e lá fui eu. Mensagem vai, mensagem vem, fotos e vídeos, marcamos o encontro. Na casa dela, bem tranquilo, relax total. Dessa vez não teve sunga pra mim, porque ela disse que não gostava disso, preferia o homem vestido de homem. Bom, cheguei na casa dela, era sábado à tarde, lembro, um pouco de nervoso no começo da minha parte, mas ela logo fez passar. Ela abre a porta e me faz entrar, pessoalmente era muito mais gostosa do que nas fotos, uma paraguaia, altura média, peitos pequenos e uma bunda redonda e empinada, cabelo comprido escuro, lindo, a cara de femme fatale me deixava louco, era uma boneca. Ela disse que trabalhava como cabeleireira, então não tinha os trejeitos de transexual que trabalha como acompanhante, era praticamente uma mulher. Ela me oferece algo gelado e sentamos na cama, conversa agradável e de repente ela pega minha mão e leva até a virilha dela, já tava duro e quente aquilo. "Como é que cê tá?" eu pergunto... "Tô muito tesuda", ela diz, "quero que você me chupe agora", ela ordenou com cara de malvada e isso me excitou na hora. "Ajoelha", ela manda, se levanta e senta num pufe que tinha na frente da cama. Ela tava vestida de saia curta e regata, tira o pau da calcinha e ali estava na minha frente, um pau reto, grosso e bem cabeçudo, uns 22 centímetros fácil de medir, totalmente depilado, até os ovos. Limpinho, zero cheiro. Ela pega minha cabeça e vai forçando devagar e dá a ordem. "Chupa, promíscuo", ela disse, e nossa, a adrenalina subiu, enfiei tudo na boca e fui saboreando, era muito... Suave, muito bem cuidado. Lambi e chupei com muita vontade, estava muito gostoso. Acariciava os ovos dele suavemente e ela empurrava minha nuca. "Você gosta, né?" "Adoro", falei com a boca cheia. Aquela rola pulsava entre meus lábios. Fiquei assim uns 15 minutos fácil, não me cansava e ela curtia. Tocava os peitos dela como dava e a bunda enquanto chupava a rola dela. "Vou ver essa bunda", ela fala me tirando da posição de chupador. "Vira." Me levanto, e ela começa a tirar minha calça por trás, abaixa minha roupa e esfrega o pau dela entre minhas nádegas, acariciava minha barriga e meu peito, e beijava minhas costas. Me coloca na beira da cama e abre minha bunda, se ajoelha agora e começa a chupar meu cuzinho. Eu delirava de prazer enquanto ela chupava e batia uma pra minha rola, que já tava durona. "Mmmm", ela fala, "que piranha você é... Tira minha calcinha", ela pede. Tiro, tiro a camiseta dela também e ficamos os dois completamente nus, nos acariciamos e nos perdemos em uns beijos com gosto de sexo, muito intensos. Ela deita na cama e fala: "Sobe e me olha." O pau dela totalmente duro, lindo, me chamava. Subo e vou encaixando, coloco um pouco de saliva e deixo ele se perder dentro de mim. Tava tão excitada que nem percebi que ele não tinha colocado camisinha, e não me importei. Deixei ele me penetrar, senti a carne dura e macia ao mesmo tempo dentro de mim, me dilatei completamente pra acomodar aquela besta, e comecei a dar pulinhos, entrava e saía. Ela mexia nos meus mamilos e segurava minhas mãos. Tava me fazendo amor, lindo. Mudamos de posição, fico de quatro bem aberto e ela continua com a tarefa, as unhas compridas arranhavam minhas costas enquanto me fazia de mulher dela. Tava metendo com tudo, era muito bom. "Acho que vou gozar", ela fala. "Deita de lado." Deitamos de conchinha e ela enfiou de novo, lambia minha orelha e me acariciava muito, e começou a procurar minha rola, sem parar de comer meu cu, começou a bater uma pra mim. Continuei assim e cada vez mais excitados nós dois estávamos até que ela me diz: vou te dar a minha, me dá a sua. Ela me vira, me coloca de barriga pra cima e começa a se masturbar em cima de mim, me olhava e eu também me masturbava até que não aguentamos mais e cada um gozou o seu, ela ejaculou no meu peito e na minha barriga e eu gozei tudo em mim e um pouco respingou nela. Filha da puta, ela disse, que cu apertado você tem. E eu digo pra ela: que pedaço de pau incrível, você me comeu gostoso. E não nos cuidamos, eu pergunto: o que aconteceu? Não acontece nada, ela diz, tenho parceiro, o que não era garantia de nada, mas arrisquei na hora... Ela me convidou pra tomar banho juntos. Entramos no chuveiro e nos lavamos um ao outro com muitos carinhos e muito afeto. Beijinhos de despedida e antes de ir embora ela me diz: toma. E me dá de presente a calcinha fio dental dela da Victoria's Secret, vinho com renda, que ainda guardo de lembrança. Dou outro beijo nela e falo: você é a primeira transexual que eu como. Agora, ela disse, você é minha promíscua pra sempre.

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