Bom, depois da experiência do post anterior, que foi a primeira vez juntos com a Ce, durante a semana teve mensagens e tal, mas sempre num tom normal, sem nada pesado. Enquanto eu trabalhava, ela me contava sobre a filha dela, a família e tudo mais, até que um dia ela disse: "queria que a gente ficasse sozinho de vez, tenho uma ideia". Obviamente, como toda pessoa precavida, eu queria saber qual era a ideia dela, e só fui descobrir na sexta-feira depois do almoço.
Enquanto eu fazia meu trampo e esperava dar o horário de saída pra curtir minha folga, chega uma mensagem com uma foto dela: as pernas dela na banheira com uma latinha de cerveja, e a legenda: "te espero assim aqui, meu love". Eu não entendi muito, perguntei onde ela tava, e ela me mandou o endereço de uma avenida conhecida da cidade que leva a um parque grande. Enquanto a gente conversava, ela repetia que tava me esperando, que era pra eu ir quando saísse do trampo, e mandou uma foto de babydoll preto e sutiã vermelho que mal dava pra ver na borda.
Umas 19 horas, saí do trabalho, fui pra casa, tomei banho, me barbeie e, principalmente, me preparei: uma camiseta Shogun e um moletom de rugby que ficava bem em mim. Arrumei uma mochila com perfume e mais roupa, e fui pra parada de ônibus. Peguei o serviço rápido que vai de onde eu moro até o centro da cidade. Por sorte, eu conhecia bem a direção, porque sempre ia com os amigos pro parque perto dali ou comprar no 24 horas da região. Passei lá, comprei umas cervejas em lata e um Fernet, e continuei andando.
Quando cheguei, vi um prédio relativamente novo. Toquei a campainha, e ela disse: "já vou descer, love". Quando desceu, me recebeu de jeans azul e camiseta branca — lembro perfeitamente. Subimos, comemos, bebemos, e lá pras 4 da manhã, na hora de ir deitar, ela saiu do banheiro de babydoll e roupão preto. Já na cama, começamos com beijos, ela montou em cima de mim, eu acariciava e beijava ela toda. Ela desceu e começou a chupar como se não houvesse amanhã, usando os peitos dela. Pra uma boa boquete de peitos, quando eu não aguentei mais e deitei ela pra fazer um oral gostoso, ela tinha a buceta pequena e bem depilada, lisinha que nem seda, o que me deixava mais louco ainda. Brinquei com o clitóris dela com a língua, penetrei devagar com ela também, e num momento pedi pra ela sentar na minha cara e esfregar a buceta em mim enquanto eu deixava a língua pra fora. Ela, aos gritos de prazer, aceitou e ficou assim uns 10 minutos até encher minha cara com os sucos dela. Com a buceta já pronta, fui por cima e comecei o mete e sai devagar, enquanto ela me arranhava as costas e gritava que queria mais pau. Acelerei um pouco enquanto ela gozava de novo e ficava quase mole debaixo de mim. Trocamos de posição, ela veio por cima e começou a rebolar que nem uma louca, gritando de prazer, e a cama se afastava da parede. Lembro que na minha mente eu fazia força pra não gozar do jeito que ela se mexia — tinha que aproveitar aquele momento ao máximo. Num instante, com ela por cima, ela fala que quer gozar, aí eu acompanho os movimentos dela com estocadas de baixo pra cima até sentir todo o mel escorrendo em mim, e ela treme, fica com os olhos virados por uns segundos e para. Peço pra ela ficar de quatro, coloco ela de quatro na cama e começo o mete e sai bem até o fundo, e ela, enquanto gritava, pedia pra eu gozar. Continuei metendo de quatro por um tempo, dando tapas na bunda e curtindo a buceta dela, com vontade de arrombar o cuzinho virgem que ela tinha. Enquanto tava de quatro, ela pediu pra virar de barriga pra cima. Comecei de novo o mete e sai, aumentando o ritmo pra conseguir gozar também, quando ela pediu pra eu gozar na barriga dela. Com toda a porra na ponta, tirei o pau, mas o primeiro jato não foi na barriga — acertou o cabelo dela, e o resto caiu no ventre. Ela, exausta, me beijou e falou: "Não aguento mais, bebê". Eu falei a mesma coisa e fomos tomar banho juntos. No chuveiro, aproveitei pra chupar um pouco a buceta dela debaixo d'água, até ela pedir pra parar, dizendo que não aguentava mais gozar. Aí chupei o cuzinho dela por um segundo e senti que ela... Se contorceu de prazer e, no fundo, pensei: vou arrebentar essa buceta em algum momento. Depois fomos deitar por volta das 7, acordando perto das 11 da manhã. Tivemos um dia normal, como se fôssemos um casal, e perto das 17h fui pra minha casa, já que no domingo eu trabalhava. Estando na minha casa, deitado no sábado, ela me manda uma mensagem com uma foto da cama e diz: "abandonou sua mulher? Adorei transar com você e aproveitei cada minuto." Respondi que eu também, e me despedi pra dormir. Deixo fotos de referência. Espero que tenham gostado do post. Tenho mais histórias com ela. Aos poucos vou aprender a relatar melhor. Se gostaram, avisem que trago mais.
Enquanto eu fazia meu trampo e esperava dar o horário de saída pra curtir minha folga, chega uma mensagem com uma foto dela: as pernas dela na banheira com uma latinha de cerveja, e a legenda: "te espero assim aqui, meu love". Eu não entendi muito, perguntei onde ela tava, e ela me mandou o endereço de uma avenida conhecida da cidade que leva a um parque grande. Enquanto a gente conversava, ela repetia que tava me esperando, que era pra eu ir quando saísse do trampo, e mandou uma foto de babydoll preto e sutiã vermelho que mal dava pra ver na borda.
Umas 19 horas, saí do trabalho, fui pra casa, tomei banho, me barbeie e, principalmente, me preparei: uma camiseta Shogun e um moletom de rugby que ficava bem em mim. Arrumei uma mochila com perfume e mais roupa, e fui pra parada de ônibus. Peguei o serviço rápido que vai de onde eu moro até o centro da cidade. Por sorte, eu conhecia bem a direção, porque sempre ia com os amigos pro parque perto dali ou comprar no 24 horas da região. Passei lá, comprei umas cervejas em lata e um Fernet, e continuei andando.
Quando cheguei, vi um prédio relativamente novo. Toquei a campainha, e ela disse: "já vou descer, love". Quando desceu, me recebeu de jeans azul e camiseta branca — lembro perfeitamente. Subimos, comemos, bebemos, e lá pras 4 da manhã, na hora de ir deitar, ela saiu do banheiro de babydoll e roupão preto. Já na cama, começamos com beijos, ela montou em cima de mim, eu acariciava e beijava ela toda. Ela desceu e começou a chupar como se não houvesse amanhã, usando os peitos dela. Pra uma boa boquete de peitos, quando eu não aguentei mais e deitei ela pra fazer um oral gostoso, ela tinha a buceta pequena e bem depilada, lisinha que nem seda, o que me deixava mais louco ainda. Brinquei com o clitóris dela com a língua, penetrei devagar com ela também, e num momento pedi pra ela sentar na minha cara e esfregar a buceta em mim enquanto eu deixava a língua pra fora. Ela, aos gritos de prazer, aceitou e ficou assim uns 10 minutos até encher minha cara com os sucos dela. Com a buceta já pronta, fui por cima e comecei o mete e sai devagar, enquanto ela me arranhava as costas e gritava que queria mais pau. Acelerei um pouco enquanto ela gozava de novo e ficava quase mole debaixo de mim. Trocamos de posição, ela veio por cima e começou a rebolar que nem uma louca, gritando de prazer, e a cama se afastava da parede. Lembro que na minha mente eu fazia força pra não gozar do jeito que ela se mexia — tinha que aproveitar aquele momento ao máximo. Num instante, com ela por cima, ela fala que quer gozar, aí eu acompanho os movimentos dela com estocadas de baixo pra cima até sentir todo o mel escorrendo em mim, e ela treme, fica com os olhos virados por uns segundos e para. Peço pra ela ficar de quatro, coloco ela de quatro na cama e começo o mete e sai bem até o fundo, e ela, enquanto gritava, pedia pra eu gozar. Continuei metendo de quatro por um tempo, dando tapas na bunda e curtindo a buceta dela, com vontade de arrombar o cuzinho virgem que ela tinha. Enquanto tava de quatro, ela pediu pra virar de barriga pra cima. Comecei de novo o mete e sai, aumentando o ritmo pra conseguir gozar também, quando ela pediu pra eu gozar na barriga dela. Com toda a porra na ponta, tirei o pau, mas o primeiro jato não foi na barriga — acertou o cabelo dela, e o resto caiu no ventre. Ela, exausta, me beijou e falou: "Não aguento mais, bebê". Eu falei a mesma coisa e fomos tomar banho juntos. No chuveiro, aproveitei pra chupar um pouco a buceta dela debaixo d'água, até ela pedir pra parar, dizendo que não aguentava mais gozar. Aí chupei o cuzinho dela por um segundo e senti que ela... Se contorceu de prazer e, no fundo, pensei: vou arrebentar essa buceta em algum momento. Depois fomos deitar por volta das 7, acordando perto das 11 da manhã. Tivemos um dia normal, como se fôssemos um casal, e perto das 17h fui pra minha casa, já que no domingo eu trabalhava. Estando na minha casa, deitado no sábado, ela me manda uma mensagem com uma foto da cama e diz: "abandonou sua mulher? Adorei transar com você e aproveitei cada minuto." Respondi que eu também, e me despedi pra dormir. Deixo fotos de referência. Espero que tenham gostado do post. Tenho mais histórias com ela. Aos poucos vou aprender a relatar melhor. Se gostaram, avisem que trago mais.

3 comentários - A amiga gostosa da minha irmã