Desculpem a demora pra todo mundo que tá acompanhando essa história.
aqui vai mais um capítulo pra vocês
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo.
VALEU PELOS PONTOS
OS COMENTÁRIOS
E SE COLOCAREM NOS FAVORITOS, DEIXEM ALGO AÍ
Sempre desconfiei que minha namorada era uma puta completa, mas nunca imaginei que chegaria tão longe. Por isso, decidimos que não teria um terceiro envolvido. Nosso sexo continuava bom, mas muito mais espaçado. Eu não sabia se ela tava dando pra outros, mas eu continuava com o delegado, que às vezes me comia no vestiário. Sabia que ele fazia isso pra conseguir vantagens, era o jeito dele de me usar. Além disso, ele tinha guardado o segredo. Agora, o Fede tinha começado a escola junto com o Adrian, o que dava a ela um pouco mais de tempo pra me botar chifre. Essa dúvida corroía minha cabeça. Nas poucas vezes que meus amigos me visitavam, sempre vinham com as namoradas. Meu primo tinha sumido, e com meu pai e meu tio, nada era mais a mesma coisa. Supunha que, por causa da viagem e dos meninos, ela já não via o José. Imaginava como ela sentiria falta de um pau daqueles, embora soubesse que não teria meu apoio. Foi exatamente aí que tudo explodiu, e justamente numa noite de domingo eu coloquei a questão pra ela. Ela deixou bem claro que, entre aquele pau enorme e eu, ela ficava comigo. Além disso, apesar de todos os meus defeitos, eu era o pai dos filhos dela, e os meninos me viam assim. E a verdade é que nisso ela tinha toda a razão do mundo. Segundo ela, os meninos ocupavam todo o tempo dela, e quando sentia necessidade de sexo, me procurava pra saciar. As coisas tinham mudado muito pra ela, e agora ela tava mais focada em outras coisas. Tava obcecada com a questão da renda e da economia.
É que tu não pode trabalhar, amor. Quem cuida das crianças?
Laura até podia fazer isso de casa, sei lá, mas pros meninos tem umas coisas que tão faltando, e de você não posso cobrar mais do que já faz por eles, meu anjo.
Eu te apoio nisso, mas por onde a gente começa?
Laura, bom, se você me apoia, pensa em alguma coisa.
Se tivesse cobrado por cada foda que você deu, já seria milionária agora.
Laura, bom, ainda tô em tempo, meu anjo.
Já deve ter vários candidatos, né? Ou não?
Laura, tem um que morre de vontade de me pegar, mas justamente esse você não aguenta, e eu também não, depois do que ele te fez.
Menos com aquele, com qualquer um.
Laura, você continua me negando o que eu vi, meu bem, mas eu sei que você me adora e aquilo era uma fantasia sua e minha, o que acontece é que você ficou com vergonha.
Não quero passar por isso nunca mais.
Laura e o delegado continuam te comendo, amor? Com ele eu me diverti pra caralho.
De vez em quando, não vou negar porque é perda de tempo.
Laura, você continua sendo o mesmo promíscuo gostoso e, mesmo assim, eu não te desprezo. Pelo contrário, se você soubesse como me excita cada vez que te vejo sendo tão promíscuo e sem-vergonha, me dá vontade de te devorar inteiro, meu amor. Você é o melhor de longe. O que rolou com o José foi lindo pra mim e me fez me apaixonar ainda mais por você. Esse é o safado que eu quero.
Esse José é muito perverso, escolhe quem quiser, mas não ele.
Laura, você tem medo que a próxima seja um cavalo?
Dele eu espero qualquer coisa, embora a parada do cachorro tenho certeza que foi ideia sua, você queria aquilo e convenceu ele a fazer.
Laura, você também gostou pra caralho quando me comeu também, e sempre pensei que essa foi sua ideia, então devolvi o favor, promíscua.
Bom, agora estamos quites, não se fala mais nisso.
Laura, acho que você morre de vontade de me ver com outros caras, ou tô enganado?
Não, a verdade é que você tem razão e, conhecendo você, sei que outros tão te comendo escondido de mim e, de verdade, queria ver eles.
Laura, mesmo que você não acredite, não é bem assim. Os meninos não me deixam tempo livre. Claro, eles vão pra escola, mas também tenho outras coisas pra fazer. Quando é que eu vou fazer as compras, por exemplo? Também não quero que fiquem apontando o dedo, tipo: "lá vai o filho da puta". Por que você não traz o delegado um dia e leva os meninos pra praça? Isso sim seria bom.
Nem fodendo, é se expor demais, amor. Melhor seria sair desse círculo, não acha? Por enquanto, deixa eu ver se consigo algum trampo pra você.
Laura, isso seria maravilhoso.
Naquela noite, a gente transou forte de novo como não fazia há um tempão, num momento ela quis comer meu cu e aí tudo foi pro caralho, ela me deixou de bruços com um travesseiro na minha cintura e enquanto me comia com o consolo dela, ficava falando
Laura, assim promíscua, assim, geme como você gemia com o José quando ele te arrombava, assim vou te deixar aberta, igualzinho aquele cachorro te deixou, você gosta disso, olha só como seu pauzinho sobe, meu promíscuo, só de lembrar já brota a porra, promíscuo, você gosta assim, assim com força, sente como eu te arrebento toda.
Não para, gostosa, não para, assim assim, me dá mais forte, isso, arrebenta minha bunda igual aquele preto filho da puta.
Cada vez enterrava o consolador com mais força no meu pobre cu, a ponto de tirar ele completamente e meter de novo com força. Gozei três vezes como uma verdadeira puta no cio enquanto ela continuava me humilhando com o José. Num momento, ela colocou a buceta dela na minha boca, tava doendo tudo, mas mesmo assim chupei com gosto, com o consolador enfiado até o fundo do meu cu. No outro dia no trabalho, não parei de pensar nisso. A puta queria me levar com o José de novo a todo custo, e foi me comendo a cabeça até eu ceder, mesmo sabendo muito bem o que me esperava se eu fizesse isso. Eu só queria ver ela enfestada, se possível, não queria cair de novo. Foi assim que num sábado decidi sair só com ela, nós dois sozinhos, e os meninos ficaram com a minha mãe. Como era de se esperar, a Laura vestiu um vestidinho curto e decotado, os sapatos de salto fino e a bolsinha, mais puta impossível. Mas mesmo assim não aconteceu nada, em nenhum momento deixei ela sozinha. Quando voltamos pra casa, depois de chegar, a gente trepou como nunca. Ficamos assim até que um dia, ao chegar em casa, me esperava uma surpresa: a Laura tinha conseguido trabalho numa remiseria à noite, num horário que não tinha como recusar, das 21h às 7h da manhã. Dava tempo exato pra levar os filhos pra escola, só teria a quinta-feira livre. Coloquei mil obstáculos, mas não tive escolha a não ser aceitar, sabendo que ela ia ter pica todas as noites. E logo imaginei ela enfestada desde o primeiro dia. Por sorte, era uma remiseria de outro bairro, embora a essa altura eu não ligasse muito, já que todo mundo já devia saber dos meus chifres enormes. Tentei não dar importância, mesmo morrendo de vontade de saber como ela era comida, embora várias vezes eu comentasse e ela negasse na hora. "Onde se come, não se caga", dizia a puta. Até que numa quinta-feira, depois de muito insistir, ela acabou confessando.
Laura, de verdade quer saber se os motoristas me comem? Bom, sim, papai, mas não toda noite porque quase não temos tempo.
Vai, não seja ruim, me conta tudo desde o começo.
Laura, você nunca quis que eu transasse escondido e não estou fazendo isso, claro que tô morrendo de vontade de você deixar. Faz anos que não tenho uma festinha e acho que seria como a primeira, onde me detonaram, mas você sabe o que eu realmente quero.
Já sei, tu quer dar praquele José de novo, quando é que vai esquecer aquele negão?
Laura, quando eu tiver outra pica igual a essa
Acho que agora, depois de tanto tempo, se o negão te pegar, ele te arrebenta. Isso é verdade, só vem trepando comigo. Com certeza seus buracos fecharam, e ele vai abrir de novo, porque você já sabe, é a única que aguentou um pau desse tamanho. Nem as putas da cidade deixam ele meter.
Laura, mas eu não sou a única, meu bem. Na verdade, acho que a outra me ganha de longe, tenho certeza, ele me disse todo orgulhoso.
O que aquela fera te disse?
Laura, a melhor puta, a que realmente aguentou e deixou ele comer como queria foi você, amor. Tenho certeza de que o que o negão realmente sente falta é da sua puta de verdade. Acho que se ele soubesse que com o cachorro ia te perder pra sempre, nunca teria deixado. Ele não parava de falar que não tinha outra bunda igual à sua, e por isso não fazia isso comigo. Coitadinho, deve estar bem arrependido.
Pobrezinho? Pobre de mim com o que aquele negão me fez sofrer
Laura, acho que aprendeu a lição. Sabe o que é ficar dois anos sem meter?
Se nisso tu tem razão, mas isso é problema dele, eu não quero saber de voltar pra lá.
Laura: E se a gente fosse com a Adriana? Com ela você fica mais tranquilo, meu bem, vai, faz isso por mim.
Assim te deixa bem prenha de novo? Nem fodendo, espero que os caras da remiseria não façam isso.
Laura, já te falei que ali não rola nada, meu bem. Além disso, eu poderia voltar a tomar os remédios, mesmo que o que eu mais quero é ter uma filha sua de verdade, minha vida.
Uma filha minha? E por que filha?
Laura, imagina só como seria o céu, com certeza um corpo gostoso e sendo igualzinha ao pai, bem putinha, você não ia querer?
Eu adoraria
Laura, então se você me deixar grávida, a gente vai ver o José?
É um trato.
aqui vai mais um capítulo pra vocês
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo.
VALEU PELOS PONTOS
OS COMENTÁRIOS
E SE COLOCAREM NOS FAVORITOS, DEIXEM ALGO AÍ
Sempre desconfiei que minha namorada era uma puta completa, mas nunca imaginei que chegaria tão longe. Por isso, decidimos que não teria um terceiro envolvido. Nosso sexo continuava bom, mas muito mais espaçado. Eu não sabia se ela tava dando pra outros, mas eu continuava com o delegado, que às vezes me comia no vestiário. Sabia que ele fazia isso pra conseguir vantagens, era o jeito dele de me usar. Além disso, ele tinha guardado o segredo. Agora, o Fede tinha começado a escola junto com o Adrian, o que dava a ela um pouco mais de tempo pra me botar chifre. Essa dúvida corroía minha cabeça. Nas poucas vezes que meus amigos me visitavam, sempre vinham com as namoradas. Meu primo tinha sumido, e com meu pai e meu tio, nada era mais a mesma coisa. Supunha que, por causa da viagem e dos meninos, ela já não via o José. Imaginava como ela sentiria falta de um pau daqueles, embora soubesse que não teria meu apoio. Foi exatamente aí que tudo explodiu, e justamente numa noite de domingo eu coloquei a questão pra ela. Ela deixou bem claro que, entre aquele pau enorme e eu, ela ficava comigo. Além disso, apesar de todos os meus defeitos, eu era o pai dos filhos dela, e os meninos me viam assim. E a verdade é que nisso ela tinha toda a razão do mundo. Segundo ela, os meninos ocupavam todo o tempo dela, e quando sentia necessidade de sexo, me procurava pra saciar. As coisas tinham mudado muito pra ela, e agora ela tava mais focada em outras coisas. Tava obcecada com a questão da renda e da economia.
É que tu não pode trabalhar, amor. Quem cuida das crianças?
Laura até podia fazer isso de casa, sei lá, mas pros meninos tem umas coisas que tão faltando, e de você não posso cobrar mais do que já faz por eles, meu anjo.
Eu te apoio nisso, mas por onde a gente começa?
Laura, bom, se você me apoia, pensa em alguma coisa.
Se tivesse cobrado por cada foda que você deu, já seria milionária agora.
Laura, bom, ainda tô em tempo, meu anjo.
Já deve ter vários candidatos, né? Ou não?
Laura, tem um que morre de vontade de me pegar, mas justamente esse você não aguenta, e eu também não, depois do que ele te fez.
Menos com aquele, com qualquer um.
Laura, você continua me negando o que eu vi, meu bem, mas eu sei que você me adora e aquilo era uma fantasia sua e minha, o que acontece é que você ficou com vergonha.
Não quero passar por isso nunca mais.
Laura e o delegado continuam te comendo, amor? Com ele eu me diverti pra caralho.
De vez em quando, não vou negar porque é perda de tempo.
Laura, você continua sendo o mesmo promíscuo gostoso e, mesmo assim, eu não te desprezo. Pelo contrário, se você soubesse como me excita cada vez que te vejo sendo tão promíscuo e sem-vergonha, me dá vontade de te devorar inteiro, meu amor. Você é o melhor de longe. O que rolou com o José foi lindo pra mim e me fez me apaixonar ainda mais por você. Esse é o safado que eu quero.
Esse José é muito perverso, escolhe quem quiser, mas não ele.
Laura, você tem medo que a próxima seja um cavalo?
Dele eu espero qualquer coisa, embora a parada do cachorro tenho certeza que foi ideia sua, você queria aquilo e convenceu ele a fazer.
Laura, você também gostou pra caralho quando me comeu também, e sempre pensei que essa foi sua ideia, então devolvi o favor, promíscua.
Bom, agora estamos quites, não se fala mais nisso.
Laura, acho que você morre de vontade de me ver com outros caras, ou tô enganado?
Não, a verdade é que você tem razão e, conhecendo você, sei que outros tão te comendo escondido de mim e, de verdade, queria ver eles.
Laura, mesmo que você não acredite, não é bem assim. Os meninos não me deixam tempo livre. Claro, eles vão pra escola, mas também tenho outras coisas pra fazer. Quando é que eu vou fazer as compras, por exemplo? Também não quero que fiquem apontando o dedo, tipo: "lá vai o filho da puta". Por que você não traz o delegado um dia e leva os meninos pra praça? Isso sim seria bom.
Nem fodendo, é se expor demais, amor. Melhor seria sair desse círculo, não acha? Por enquanto, deixa eu ver se consigo algum trampo pra você.
Laura, isso seria maravilhoso.
Naquela noite, a gente transou forte de novo como não fazia há um tempão, num momento ela quis comer meu cu e aí tudo foi pro caralho, ela me deixou de bruços com um travesseiro na minha cintura e enquanto me comia com o consolo dela, ficava falando
Laura, assim promíscua, assim, geme como você gemia com o José quando ele te arrombava, assim vou te deixar aberta, igualzinho aquele cachorro te deixou, você gosta disso, olha só como seu pauzinho sobe, meu promíscuo, só de lembrar já brota a porra, promíscuo, você gosta assim, assim com força, sente como eu te arrebento toda.
Não para, gostosa, não para, assim assim, me dá mais forte, isso, arrebenta minha bunda igual aquele preto filho da puta.
Cada vez enterrava o consolador com mais força no meu pobre cu, a ponto de tirar ele completamente e meter de novo com força. Gozei três vezes como uma verdadeira puta no cio enquanto ela continuava me humilhando com o José. Num momento, ela colocou a buceta dela na minha boca, tava doendo tudo, mas mesmo assim chupei com gosto, com o consolador enfiado até o fundo do meu cu. No outro dia no trabalho, não parei de pensar nisso. A puta queria me levar com o José de novo a todo custo, e foi me comendo a cabeça até eu ceder, mesmo sabendo muito bem o que me esperava se eu fizesse isso. Eu só queria ver ela enfestada, se possível, não queria cair de novo. Foi assim que num sábado decidi sair só com ela, nós dois sozinhos, e os meninos ficaram com a minha mãe. Como era de se esperar, a Laura vestiu um vestidinho curto e decotado, os sapatos de salto fino e a bolsinha, mais puta impossível. Mas mesmo assim não aconteceu nada, em nenhum momento deixei ela sozinha. Quando voltamos pra casa, depois de chegar, a gente trepou como nunca. Ficamos assim até que um dia, ao chegar em casa, me esperava uma surpresa: a Laura tinha conseguido trabalho numa remiseria à noite, num horário que não tinha como recusar, das 21h às 7h da manhã. Dava tempo exato pra levar os filhos pra escola, só teria a quinta-feira livre. Coloquei mil obstáculos, mas não tive escolha a não ser aceitar, sabendo que ela ia ter pica todas as noites. E logo imaginei ela enfestada desde o primeiro dia. Por sorte, era uma remiseria de outro bairro, embora a essa altura eu não ligasse muito, já que todo mundo já devia saber dos meus chifres enormes. Tentei não dar importância, mesmo morrendo de vontade de saber como ela era comida, embora várias vezes eu comentasse e ela negasse na hora. "Onde se come, não se caga", dizia a puta. Até que numa quinta-feira, depois de muito insistir, ela acabou confessando.
Laura, de verdade quer saber se os motoristas me comem? Bom, sim, papai, mas não toda noite porque quase não temos tempo.
Vai, não seja ruim, me conta tudo desde o começo.
Laura, você nunca quis que eu transasse escondido e não estou fazendo isso, claro que tô morrendo de vontade de você deixar. Faz anos que não tenho uma festinha e acho que seria como a primeira, onde me detonaram, mas você sabe o que eu realmente quero.
Já sei, tu quer dar praquele José de novo, quando é que vai esquecer aquele negão?
Laura, quando eu tiver outra pica igual a essa
Acho que agora, depois de tanto tempo, se o negão te pegar, ele te arrebenta. Isso é verdade, só vem trepando comigo. Com certeza seus buracos fecharam, e ele vai abrir de novo, porque você já sabe, é a única que aguentou um pau desse tamanho. Nem as putas da cidade deixam ele meter.
Laura, mas eu não sou a única, meu bem. Na verdade, acho que a outra me ganha de longe, tenho certeza, ele me disse todo orgulhoso.
O que aquela fera te disse?
Laura, a melhor puta, a que realmente aguentou e deixou ele comer como queria foi você, amor. Tenho certeza de que o que o negão realmente sente falta é da sua puta de verdade. Acho que se ele soubesse que com o cachorro ia te perder pra sempre, nunca teria deixado. Ele não parava de falar que não tinha outra bunda igual à sua, e por isso não fazia isso comigo. Coitadinho, deve estar bem arrependido.
Pobrezinho? Pobre de mim com o que aquele negão me fez sofrer
Laura, acho que aprendeu a lição. Sabe o que é ficar dois anos sem meter?
Se nisso tu tem razão, mas isso é problema dele, eu não quero saber de voltar pra lá.
Laura: E se a gente fosse com a Adriana? Com ela você fica mais tranquilo, meu bem, vai, faz isso por mim.
Assim te deixa bem prenha de novo? Nem fodendo, espero que os caras da remiseria não façam isso.
Laura, já te falei que ali não rola nada, meu bem. Além disso, eu poderia voltar a tomar os remédios, mesmo que o que eu mais quero é ter uma filha sua de verdade, minha vida.
Uma filha minha? E por que filha?
Laura, imagina só como seria o céu, com certeza um corpo gostoso e sendo igualzinha ao pai, bem putinha, você não ia querer?
Eu adoraria
Laura, então se você me deixar grávida, a gente vai ver o José?
É um trato.
5 comentários - O cu da minha mina 25 - trato é trato