Segredos da mamãe

Bom, o que aconteceu foi algo fora do normal, mas também é algo que poderia acontecer com qualquer um. "O pudor que eu tinha foi se dissolvendo diante do esplendor da minha mãe". Toda história tem seu começo, e essa não seria diferente. É óbvio que nenhum homem em sã consciência vai sentir desejo pela própria mãe, bem, a menos que algo tenha despertado esse desejo, e foi exatamente o que aconteceu comigo. Desde que me entendo por gente, sempre fomos só eu e minha mãe. Ela se separou do meu pai muito cedo, e meus irmãos foram morar com ele. Eu fiquei sozinho com ela, então nossa relação era muito boa. Ela, por sua vez, é uma mulher que não precisa trabalhar pesado, porque com a pensão do meu pai e uma aposentadoria que ela tem, a gente consegue viver bem. Ela cuida da casa, então sempre que eu estava em casa, a via, mas nunca tinha olhado pra ela com malícia. Às vezes, batia aquela curiosidade de como era uma mulher nua, mas, por sorte, tinha a internet, então nunca desviei meus olhos para ela, embora já tivesse visto ela pelada algumas vezes. E, pra idade dela, ela estava muito bem, não vou negar, mas com internet você busca o que quiser.

Tudo mudou numa tarde de verão. Eu saía cedo do colégio e, como sempre, ela estava em casa. Mas, quando cheguei, tudo estava muito quieto, parecia vazio. Entrei devagar em casa e ouvi uns barulhos. No começo, pareciam choros, ou algo chiando. Fiquei assustado e entrei na maciota, mas, enquanto andava, os choros foram ficando mais claros e se transformaram em gemidos. Fiquei muito confuso, mas, conforme me aproximava do quarto da minha mãe, sabia que era de lá que vinham aqueles gemidos. Assustado, me escondi e espiei, e a imagem que vi me deixou paralisado. Por dentro, eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Rapidamente, me afastei da porta e tentei pensar com a cabeça fria, porque a imagem que tinha visto era a minha mãe completamente nua, deitada na cama com as pernas totalmente abertas e expostas, e naquela posição ela estava se masturbando. com os dedos dela; Eu tava muito confuso, por dentro me perguntava se era realmente ela, mas não queria olhar de novo porque tinha medo de ser descoberto, já que, mesmo não sendo óbvio que ela me visse na porta, ela podia só levantar o olhar e mirar pra porta. Mas me enchi de confiança e me arrisquei de novo, analisei um pouco a situação, e era ela sim, jogada toda pelada, com os peitos de fora e a buceta também à mostra. Percebi que ela não me via, não, porque tava de olhos fechados e a cabeça virada pro teto. Me escondi de novo e meu corpo se encheu de adrenalina e excitação, não sabia se ia embora, continuava olhando, chamava ela ou o quê, mas obviamente eu queria continuar olhando e obviamente minha excitação ia aumentar. Aos poucos, aquela mulher que eu tinha como a coisa mais sagrada e que nunca tinha visto com outros olhos ia se transformando numa mulher bem promíscua que preenchia meus desejos. Então olhei de novo pra terminar de analisar tudo: ela tava deitada como eu disse, uma das mãos nos peitos e a outra dentro da própria buceta, debaixo dela tinha uma toalha cinza, do lado estavam a calcinha dela e o computador do mesmo lado apontado pra ela, do outro lado tinha uns cremes (lubrificantes), suponho, um vibrador e mais nada. Aos poucos, minha mente ia segregando mais adrenalina e por isso eu ia ficando mais excitado, quando menos esperava tava duro pra caralho. Continuei olhando enquanto pensava um pouco de tudo: quanto tempo minha mãe tava fazendo isso, quanto tempo ela tava aí hoje, e pelo que eu calculava, já tava há um bom tempo. Dava pra ver o suor na testa dela, o cansaço nos gemidos, dava pra ouvir e perceber que ela tava muito molhada. Analisando tudo isso, sentia que ia ficando mais excitado até que ela parou e eu me escondi, todo assustado. Olhava de canto quase e via que ela tinha pegado o vibrador, encheu ele de creme e aos poucos foi introduzindo dentro dela. Aquilo me motivou. muito mais, então não resisti e fiz o que qualquer um teria feito: tirei meu pau pra fora e comecei a me tocar. Fazia bem devagar, tentando não fazer barulho, mas vendo como ela ia intensificando o movimento das mãos com o vibrador, eu também ia acelerando o meu. Só conseguia olhar pra ela e fazer meu serviço. Já tinha perdido toda a vergonha que poderia ter tido, e naquele ponto eu já tava quase gozando e pensando em entrar pra falar algo, mas não ia estragar o momento, então decidi continuar. E que ideia boa! Aos poucos, o movimento dela e os gemidos foram aumentando, e inconscientemente eu fiz o mesmo. Só que eu não aguentei mais de dois minutos e gozei. Ela continuou assim por uns cinco minutos até que os gemidos ficaram mais intensos, o corpo dela tensionou, vi quando soltou o vibrador e as pernas dela se fecharam quase de uma vez. Tudo ficou em silêncio e, segundos depois, ela soltou um gemidão. Não dava pra acreditar: tanto ela quanto eu tínhamos terminado. Eu já tava me recuperando, ela ainda tava tirando o vibrador, que por sinal saiu ensopadíssimo, e depois ficou lá largada na cama, toda ofegante, olhando pro teto. Eu só olhava pra ela, de cima a baixo, via a buceta dela bem molhada, escorrendo um líquido meio branco meio transparente. E quando olhei pro chão, me assustei pra caralho porque minha porra tava lá. A primeira coisa que fiz foi tirar a camisa e limpar rápido, pensando que ela não podia sair e encontrar aquilo ali. Fui pra porta, que tinha deixado entreaberta, porque quando entrei tava assustado com os sons e nem deu tempo de fechar (ainda bem que não fechei, porque faz barulho e minha mãe ia se assustar). Peguei minhas coisas, guardei tudo e fechei. Na hora, ouço minha mãe me chamando e respondo: "Oi, mãe, cheguei. Cheguei um pouco mais cedo." E quase que na mesma hora ela sai com um roupão vermelho, toda suada, ofegante e assustada, e me perguntou por que eu tinha chegado. Cedo e expliquei pra ela, e perguntei por que ela tava tão vermelha. Ela se desculpou muito bem, disse que tava fazendo exercício e que ia tomar banho naquele momento. Abracei ela e demos um beijo no rosto pra nos cumprimentar. Passei a mão na bunda dela e perguntei como ela tava (uma conversa normal). Ela disse que tava bem, só cansada e blá blá blá. Enquanto tava ali com ela, notei um cheiro estranho. Falei pra ela, e ela ficou sem graça, disse que era suor e que ia tomar banho rápido por causa disso, e entrou no banheiro. Voltei pra deixar minhas coisas e fui pro quarto dela ver se não tinha deixado rastros. Pra minha sorte, não. Mas o que me ajudou pra caralho foi ver que tudo ainda tava em cima da cama do mesmo jeito que eu tinha visto (o vibrador, a toalha, a calcinha dela e, o mais importante, o computador dela destravado). ———- O que vocês teriam feito com esses presentinhos ali? Se quiserem saber o que eu fiz e o que vi no computador dela pra continuar com meu plano, me apoiem que logo eu posto a segunda parte.

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