Sou Viviana, ou como me conhecem nessa página "Rubiainfiel". Já tinha passado um pouco mais de um ano desde que o Gastón me comeu na casa humilde dele. Eu tinha 30 anos, meu marido 31 e meu menino 6 (sei que dá tesão em vocês saber que sou casada e tenho um filho, por isso vou contar a idade que a gente tinha em alguns dos relatos). Bom... estava voltando do escritório do meu pai em CABA (vou omitir o endereço por razões óbvias). Parei no sinal, olhei pro lado e vi dois catadores revirando uns sacos. Vê-los ali, mexendo no lixo, fez eu sentir um formigamento na minha buceta. Estacionei meu carro na quadra seguinte e voltei a pé até onde eles estavam. Achei que já tinham ido embora, mas estavam lá, tirando uns papéis, garrafas, papelões, etc. Fiquei olhando por alguns segundos, pra ver como eram fisicamente e, se fossem bonitos, procuraria ter contato com eles. Um era alto, bonito, vestindo uma camiseta branca suja, calça jeans e tênis, um moreno lindo. O outro, em compensação, era baixo, um pouco gordo e muito feio, vestindo uma camiseta amarela, bermuda do River Plate e chinelos. Me aproximei e disse... Eu: Boa tarde, meninos. Na empresa onde trabalho tem muito papelão que pode ser útil pra vocês, amanhã venham mais ou menos nesse horário que eu faço vocês entrarem pra procurar. Uma vez por mês a gente descarta muitos quilos. Perguntei os nomes deles, o bonito se chamava Ricardo e o feio, Nicolas. Anotei o endereço num papel e dei pra eles. Anotei os nomes deles num papel pra dar pro segurança da empresa. Cumprimentei o Ricardo com um beijo na bochecha, colocando uma das minhas mãos no ombro dele, pra ele ganhar confiança. O Nicolas também cumprimentei com um beijo na bochecha, mas sem tocá-lo. No dia seguinte, o segurança da empresa me ligou dizendo que Ricardo e Nicolas estavam lá embaixo. Disse que já descia. Eu estava vestida com uma calça social preta, blusa branca e paletó da mesma cor da calça (roupa de executiva), tinha o cabelo preso e batom. vermelho(Como toda uma mulher decente 😏) Eu, para o segurança - Pode ir, eu guio eles. Segurança - Tem certeza, Arquiteta? Eu - Sim, sem problema. Eu disse sorrindo. Eu, para Ricardo e Nicolas. - Sigam-me, por favor. Fui caminando na frente pelo corredor da empresa onde estavam as caixas. Supus que enquanto caminhava eles estavam olhando minha bunda, já que a calça social era bem justa, até acho que marcava o fio dental. Deixei eles lá, juntando as caixas e voltei para meu escritório. Depois de 10 minutos voltei para ver como estavam indo. Grande foi minha surpresa ao ver Ricardo juntando as caixas, sozinho. Eu - E seu colega? Ricardo - Teve que ir ajudar a mãe dele. Levo isso para o carro e vou embora, obrigado. "Que bom, o estorvo foi embora" pensei. Eu - Pronto, leva isso e vem aqui que tenho que te dizer uma coisa. Meu futuro amante levou as caixas para fora e o esperei no corredor. Eu - Bom, amanhã vamos ter mais, então vem, mas vem sozinho porque não vou poder deixar os dois entrarem(Obviamente isso era mentira. Eu sou a dona, posso deixar entrar quem eu quiser) Mas vem você, não seu amigo. Ele me olhou surpreso, concordou com a cabeça e sorriu. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha. Nos olhamos por alguns segundos. A atração entre nós era forte. Estávamos com vontade de nos beijar, mas nenhum de nós teve coragem de dar esse passo. Levantei no dia seguinte às 6 da manhã, tomei banho e me vesti com um fio dental branco, bem enfiado na bunda, sutiã da mesma cor, saia azul, alguns centímetros acima do joelho, com zíper atrás, blusa com botões branca e blazer azul. O cabelo estava preso e optei por um batom rosa. Peguei minha bolsa com várias coisas, entre elas preservativos e um lubrificante anal. Queria que aquele macho me arrombasse o cu. Cheguei na minha empresa por volta das 9:30, cumprimentei o guarda de segurança e disse que hoje um dos garotos de ontem viria buscar caixas e papéis que estavam no meu escritório, que me avisasse quando chegasse. O guarda disse que tudo bem e me Fui para o meu escritório. Por volta das 14h30, o segurança me ligou dizendo que o Ricardo tinha chegado, mas sozinho. Eu, para o segurança: "Beleza, já desço". Desci nervosa e excitada. Disse ao segurança que eu cuidava da situação e fui com o Ricardo buscar as caixas. Fomos conversando sobre coisas que não vêm ao caso. Chegamos na sala das caixas e o garoto entrou para pegar o que tinha lá. Eu fiquei do lado de fora, observando ele fazer isso. Depois de alguns minutos, verifiquei se não vinha ninguém, tranquei a porta do corredor, voltei e entrei na sala com o jovem. Eu: "Te incomoda se eu ficar aqui?" Ricardo: "Não", me disse timidamente. Eu: "Quantos anos você tem?" Ricardo: "Tenho 19 anos." Eu: "Um bebê." O "bebê" ficou corado e continuou empilhando as caixas uma em cima da outra. Vi que ele tava com dificuldade para amarrar, porque elas ficavam se mexendo de um lado para o outro, então coloquei um dos meus pés (estava de salto fino) em cima das caixas para que ele pudesse amarrar melhor. O garoto olhava minhas pernas de relance enquanto amarrav a nos beijarmos desesperadamente, enquanto ele apertava minha bunda. Eu: "Vai me foder?" Ricardo: "Vou sim, toda, sua puta." Ele levantou minha saia, mas eu o segurei, disse que ali não, que me esperasse na esquina e em dez minutos eu iria. O garoto foi. Ajeitei minha saia, fechei os botões da blusa, coloquei o casaco, fui ao meu escritório cancelar compromissos e liguei para meu marido dizendo que chegaria tarde porque tinha que fazer compras. O corno não desconfiou de nada. Procurei meu carro e fui falar com o segurança... Eu, para o guarda: "Vou embora, só volto amanhã." Guarda: "Tudo bem, Arquiteta." Eu: "O que o carro está fazendo aí?" (fingindo que não sabia) Guarda: "Ricardo deixou aí e saiu correndo." Eu: "Tudo bem, guarda na garagem que ele com certeza volta para buscar mais tarde." Dobrei a esquina onde Ricardo estava. Eu: "Vem, sobe." Ricardo: "Achei que você não viria e que só estava brincando... Era lógico pensar isso, já que não é muito comum alguém da minha classe querer ter algo com um pobre. Soa classista, mas vocês sabem que é verdade. Para onde vamos?" Eu: "Para um hotel, mas você paga." (Supus que ele não teria dinheiro, então disse isso para que me convidasse para a casa dele, para poder realizar meu fetiche, que é transar com pobres nas casas deles, sem conforto.) Ricardo: "Mas eu não tenho dinheiro." Eu: "Você mora sozinho e onde?" Ricardo: "Moro com meus pais na favela... mas agora eles estão viajando." Eu: "Perfeito, me fode na sua casa." Uma hora de viagem e chegamos a duas quadras da entrada da favela. Deixei meu carro estacionado e fomos a pé até a casa de Ricardo. Os vizinhos do cara me olhavam surpresos. Isso, longe de me incomodar, me deixava mais excitada e aumentava meu tesão. Finalmente chegamos à casa de Ricardo. Uma casa média, de madeira, em um terreno bem grande, com boa vegetação, cercada por duas árvores grandes que davam muita sombra. Ao lado havia uma igreja evangélica onde o pastor estava dando um sermão, gritando como um louco. Bom... entramos na casa, mais exatamente para a cozinha e começamos a nos beijar, eu tirei a camiseta dele, ele tentou tirar meu casaco mas eu disse não, que primeiro ele fosse lavar as mãos. Não suporto que sujem minha roupa. Esperei sentada numa cadeira com as pernas cruzadas, até ele voltar. Ricardo - Ufff que pernas lindas. Eu - Gostou? Ele - Siiim, muito. O machinho tirou meu casaco e eu o detive de novo quando ele ia me tirar a blusa Eu - Ahh ahh, a blusa ainda não, primeiro quero chupar seu pau, disse com voz de safada. Me ajoelhei na frente dele, abaixei o shorts e a cueca, passando a língua nos lábios. Surgiu feito uma mola um pau de uns 20 centímetros, meio duro. Masturbei ele com uma mão, enquanto com a outra massageava suas bolas, até ficar completamente rígido. Peguei da minha bolsa uma régua que uso para trabalhar e medi. Um pênis lindo, de 19 centímetros, bem grosso como eu gosto. Meu brinquedo sexual do dia me perguntou se o tamanho estava bom. A pergunta me deu risada mas respondi que estava ótimo, que praticamente cresceu um centímetro por ano (Lembrem que ele tinha 19 anos). Passei a língua por todo o comprimento do pau e o coloquei na boca, começando a chupar, metendo ele inteiro, masturbando, para depois enfiar de novo. Ricardo agarrou minha cabeça e me fodeu na boca selvagemente, enquanto gemendo me deixava ainda mais excitada. Engasguei com aquele falo enorme. Tirei a blusa, o sutiã e comecei a fazer um boobs fuck com os grandes peitos herdados da minha mãe. Masturbava ele com meus peitos olhando e mordendo meu lábio inferior com cara de safada. Parei de chupar seu pau, me levantei, o abracei apoiando meus peitos em seu peito e disse para ele tirar minha saia. Ele obedeceu, abaixou o zíper da saia e ela caiu no chão. Me coloquei em cima da mesa, pedindo para ele chupar meus peitos. Pensei que fosse direto nos meus mamilos, como alguém inexperiente, mas não, primeiro ele massageou meus peitos, para depois beijá-los, finalmente lambendo meus mamilos em círculos e chupá-los. Ele chupou um mamilo, depois o outro, parando por alguns segundos para apertar meus peitos com as mãos, mas com muito cuidado. O pastor continuava gritando, dando seu sermão sobre os pecados capitais. Eu — Esse pastor grita mais do que eu no sexo. Ricardo — É, toda quinta-feira eles se reúnem, disse ele antes de voltar a chupar meus peitos. Soltei um gemido de prazer, e não era para menos, já que Ricardo estava fazendo um ótimo trabalho. Ricardo — Você gosta? Eu — Sim, meu amor, tirando minha calcinha. Tirei meu peito direito da boca dele, perguntei onde ficava seu quarto, peguei a caixa de camisinhas e fomos até lá. Entramos, um quarto pequeno, com uma cama de casal, um criado-mudo e uma TV pequena. Deitamos na cama, começamos a nos beijar, Ricardo acariciava minhas pernas torneadas e passou a me masturbar, esfregando minha buceta e enfiando os dedos. Eu — Chupa minha buceta, macho. Abri bem as pernas e o machão começou a comer minha buceta, percorrendo minha xota com a língua, sem deixar um único lugar sem lamber. Provocando alguns gemidos em mim. Eu fico louca de prazer quando comem minha buceta. Olhei para meu homem com cara de puta, mordendo meu lábio inferior. Eu — Não para, ahhh sii ahh. Que gostoso!!! Ricardo chupava e lambia com desespero minha buceta depilada, de ponta a ponta, chupando meu clitóris em círculos, me provocando um prazer enorme. Eu — Ayyy que delícia, filho da puta, disse ao sentir seus dedos dentro de mim. Eu — Me fode, papi, não aguento mais, quero você dentro de mim. Antes de colocar a camisinha, beijei seu pescoço, continuei pelo torso, sua cintura, chupei suas bolas por alguns segundos, colocando um testículo na boca, depois o outro. Coloquei o preservativo, subi em cima dele, colocando a ponta do seu pau na entrada da minha buceta, e me deixei cair. Soltamos um gemido em unísono e comecei a mover meus quadris rapidamente, para frente e para trás. Usei os gritos do pastor dando seu sermão para camuflar meus gritos de gozo. Eu - Ahhh, siiim ahhh ahhh mmm ahhh. Mexi meus quadris em círculos, voltei a rebolar o bumbum pra frente e pra trás, olhei pro meu amante e seu rosto estava em êxtase, com os olhos fechados e a boca entreaberta. Soltei meu cabelo jogando o celular no chão, comecei a pular por cima do meu homem, meu amante do dia, que eu ia dispensar, dizendo pra ele não me procurar nunca mais. Meus peitos e cabelo balançavam, enquanto eu pulava de cavalinho em cima do Ricardo. Dava pra ouvir o som da minha bunda batendo nele. Que delícia é o sexo, sua puta do caralho!!! Pastor evangélico - A terra do pecado e da fornicação. Será que ele estava falando de Sodoma e Gomorra? Não importa. Nunca essas palavras foram tão bem ditas, já que na casa ao lado tinha uma mulher casada, com um filho pequeno, fornicando e sendo infiel ao marido com um homem 11 anos mais novo que ela. Virei de costas pro cara e continuei cavalgando ele mais um pouco, até que não aguentei mais e saí de cima dele, ficando de conchinha. Ele entendeu muito bem o que eu queria, se posicionou atrás de mim, abriu minhas pernas e começou a me comer de ladinho. Ele apertava meus peitos, mas como suas mãos eram pequenas e meus peitos grandes, ele não conseguia cobrir eles por completo. Ele falava coisas no meu ouvido, que eu não consegui escutar, por causa dos gritos do pastor dando o discurso e os meus de prazer. Eu - Ahh siim ahh, não para ahh. Ayy senhor Jesus Cristo, que prazer!!! (Isso eu falei instigada pelo pastor) Nem meu marido me fode tão bem quanto você, cara!!! Ele continuou me comendo de ladinho por alguns minutos, até que eu pedi pra mudar. Eu - Missionário!!!, eu gritei. Tava com muita sede, então fui na cozinha tomar um pouco de água, voltando rapidamente pro quarto. Deitei de barriga pra cima e o Ricardo em cima de mim, mexia seu quadril enquanto eu acariciava suas costas e ia descendo até sua bunda, agarrando uma nádega com cada mão. Nós dois estávamos encharcados de suor. Eu - Faz a minha bunda!!! Vai na minha bolsa que tem um lubrificante anal lá. Ricardo foi e eu esperei deitada de bruços, de pernas abertas, pronta para ser fodida. Ricardo — Que rabo!!! Depois de chupar minha bunda, ele passou o lubrificante e foi enfiando seu pau no meu cu. Finalmente entrou, deitou-se em cima de mim, começou o vai e vem. Aquela maravilhosa mistura de prazer e dor, característica do sexo anal. Meu orgasmo era iminente. O pastor tinha parado de gritar, então eu também tive que limitar meus gritos de prazer. E gozei mesmo, meu corpo não aguentou mais e eu vim em um orgasmo, que fez minhas pernas tremerem. Um orgasmo maravilhoso. Ricardo tinha saído de cima de mim, e ficou me observando, se masturbando vendo meu corpo tendo aquele orgasmo extremamente prazeroso. Me surpreendeu que ele não tinha gozado, mas não ia deixá-lo assim. Me ajoelhei na frente dele, tirei a camisinha, chupei seu pau e ele gozou em segundos na minha boca, engolindo sua porra jovem. Eu — Cadê o banheiro? Ricardo apontou, peguei minha presilha de cabelo no chão, fui e antes de entrar no banheiro procurei minha maquiagem para retocar. Entrei no banheiro, sequei o suor com uma toalha, limpei minhas partes íntimas com papel higiênico. Fui para a cozinha buscar minha roupa. Pensei em me trocar ali e ir embora, mas precisava esclarecer algumas coisas com o moleque. Eu — Não quero que você volte à minha empresa, você, muito menos seu amigo. Ricardo — Por quê? Eu — Porque eu estou dizendo. O que aconteceu entre você e eu foi uma tarde de prazer que não vai se repetir. Está claro? Ricardo — Sim. O que fiz para que ele visse minha bunda pela última vez foi... coloquei meu fio dental e minha saia dando as costas. Depois fiquei de frente para ele ver meus peitos, coloquei o sutiã, a blusa (colocando-a dentro da minha saia), o casaco, amarrei meu cabelo, os sapatos de salto, dei um beijo de despedida na boca dele e fui embora. Quando saía, só se ouvia o barulho dos meus sapatos. Fui até meu carro, no caminho recebi vários elogios, alguns safados e outros "normais". Olhei um pouco o bairro e havia casas, precárias (como a do Gastão) e outras bem-feitas. Na saída Tinha uma senhora, uns 50 anos, gordinha, mas com um rosto bonito, anotando algo em uns papéis. Me aproximei e perguntei...
Eu – Você é assistente social?
Ela – Sim. E você? – me perguntou, me olhando de cima a baixo, surpresa. Acho que ficou surpresa ao me ver bem vestida, porque sim, minhas roupas são caras.
Eu – Não, eu não sou, mas gosto de ajudar as pessoas. Te deixo meu número e se um dia você for a alguma favela, me liga que eu te acompanho.
Ela – Tá bom – pegando o papel com meu número de telefone anotado.
Graças a essa assistente social, tive várias experiências sexuais com gente de baixa renda. Mas claro, ela nunca descobriu minhas verdadeiras intenções.
Nunca mais vi o Ricardo (sei que na manhã seguinte depois que transamos, ele foi só buscar o carro dele). Quem eu voltei a ver foi o amigo dele. Cruzei com ele perto de uma das estações do trem Belgrano Norte. O filho da puta estava me seguindo. Acerelerei o passo, mas ele me alcançou. Deixando claro: era por volta das 21h, uma rua vazia, bem escura. Ele se aproximou e me disse para não gritar, que tinha uma faca.
Eu – Não me faz nada, por favor, tenho um pouco de dinheiro.
Ele – Não quero grana, puta. Você já sabe o que eu quero.
Acho que o Ricardo contou que a gente se pegou. E agora que me lembro, nunca falei pro Ricardo não contar pra ninguém. E mesmo se tivesse falado, não garante que ele me obedecesse.
A essa altura, conto pra vocês que eu estava vestida com uma calça jeans justa, calcinha fio-dental branca, blusa com botões da mesma cor e sutiã branco.
Ele me levou a um canto, margeando os trilhos, num lugar até que bem iluminado, embora cercado por vegetação que escondia um pouco o que a gente ia fazer. Atrás tinha um muro e mais atrás dava pra ver os trilhos do Belgrano. Ele não era muito inteligente, senão me teria levado a um lugar mais escuro. Ou talvez quisesse ver o que estava fazendo.
Eu – Me solta, por favor, me deixa ir.
Ele – Cala a boca, puta. Não me deixa mais irritado com você.
Acho que ele estava irritado porque eu tinha transado com o Ricardo, mas não com ele. Não podia me culpar, Ricardo era bonito, mas ele era muito feio mesmo. Se uma garota ler essa história, vai me entender. Ele desabotoou minha blusa (agradeço que não tenha rasgado), tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos desesperadamente, um e depois o outro. O medo que senti se transformou em prazer e soltei um gemido. Ele: "Tá gostando, né, putinha?" Não disse nada. O estuprador tentou me beijar na boca, mas virei o rosto, o que o deixou bravo e ele mostrou a faca, me assustando e não me deixando outra opção a não ser beijar aquele homem tão feio. Ele me beijou nos lábios, mas eu os mantive fechados. Ele: "Colabora, gostosa. Abre a boca." Eu queria que tudo acabasse, então colaborei, abrindo meus lábios. Nos beijamos, enquanto ele enfiava a língua na minha boca. Ele tinha um bafo de cerveja que me dava nojo. Por instinto, levei minha mão até a virilha dele, apalpando um pau curto. Meu toque fez ele baixar a guarda e tentei escapar, mas sem sucesso. Ele: "Vai ter que engolir meu pau, sua puta de merda." Eu: "Eu chupo, mas depois me deixa ir, por favor, te imploro." Ele: "Ajoelha e me mama!!!" Fiz o que ele mandou, me ajoelhei, abaixei a calça dele e chupei o pau. Um pau de uns 15 centímetros, mas bem grosso, com um gosto de sujeira, parecia que o porco não tomava banho há dias. Ele: "Chupa minhas bolas", disse ele gemendo. Lambi as bolas dele, coloquei na boca, tirei, passei a língua no pau e o coloquei de volta na boca. É incrível, mas eu estava ficando excitada. Masturbei ele e o coloquei de novo na boca, chupei as bolas, assim, alternando entre chupar o falo e os testículos. Eu: "Que pau gostoso você tem!!!" Ele: "Gostou?" Eu: "Adorei!!!" Comecei a masturbá-lo com a boca aberta, disposta a fazê-lo gozar engolindo a porra, em parte porque eu queria e em parte para que ele me deixasse ir rápido. Ele: "Levanta, que vou te comer." Eu: "Não!!! Isso não, não estou com camisinha." Ele me ameaçou de novo com a faca, colocando-a perto do meu rosto. Ele: "Abaixa e senta!!!" Já não importava mais nada, baixei minha calça, a calcinha fio-dental, me inclinei pra frente apoiando minhas mãos nas minhas pernas. O feio começou a chupar minha bunda e minha buceta, me fazendo soltar alguns gemidos de prazer. Ele se levantou, meteu em mim, me agarrando pela cintura e começou a me foder rapidamente. Dava pra ouvir minha bunda batendo contra a pelve dele. Nós dois estávamos gostando, gemendo devagar pra não fazer barulho. No tempo que ficamos lá o trem já tinha passado duas vezes, o mesmo trem que eu precisava pegar pra voltar, já que meu carro estava no conserto.
Eu - Ahh ahh, siim ahhh Papi si sii mmm papi sii ahh
Ele - Você gosta, putinha?
Eu - Sim, muito... buceta. Vou gozar, papi, vou gozar.
E tive um orgasmo intenso. Ele continuou me comendo, com movimentos suaves, até que acelerou, o que me deu a entender que ele ia gozar.
Eu - Goza fora, por favor, te imploro.
Por sorte ele me obedeceu, tirou de mim. Me virei e vi o sêmen dele caindo no chão, uma quantidade grande de porra saindo dos ovos dele. Me abaixei e chupei o pau dele com vestígios de sêmen. Umas gotas de porra caíram nos ovos dele. Passei a língua pra limpar. Ele subiu a calça, ajeitou a roupa.
Ele - Obrigado.
Me agradeceu como se eu tivesse dado água pra ele.
Eu - De nada.
Ele foi embora e eu fiquei uns segundos me limpando e ajeitando a roupa. Quando saí de lá, dois homens me viram. Caminhei alguns metros, me virei e vi eles revirando o lugar onde eu estava. Será que perceberam que a gente estava transando? Talvez sim, porque a alguns metros vi o Nicolas se afastando, e pela distância que a gente estava os quatro, esses homens facilmente poderiam ter visto ele saindo de onde eu estava. O trem estava vindo, então corri pra pegar e por sorte consegui. Durante a viagem fiquei lembrando do que tinha acontecido e não pude evitar de rir. "Isso me acontece por ser putinha", pensei. Nunca mais vi o Nicolas também. Duas semanas depois a assistente social me ligou pra perguntar se eu a acompanhava na favela... Será que eu disse que sim? Isso vocês ficam sabendo no próximo relato. Os saudação: "Rubiainfiel
Eu – Você é assistente social?
Ela – Sim. E você? – me perguntou, me olhando de cima a baixo, surpresa. Acho que ficou surpresa ao me ver bem vestida, porque sim, minhas roupas são caras.
Eu – Não, eu não sou, mas gosto de ajudar as pessoas. Te deixo meu número e se um dia você for a alguma favela, me liga que eu te acompanho.
Ela – Tá bom – pegando o papel com meu número de telefone anotado.
Graças a essa assistente social, tive várias experiências sexuais com gente de baixa renda. Mas claro, ela nunca descobriu minhas verdadeiras intenções.
Nunca mais vi o Ricardo (sei que na manhã seguinte depois que transamos, ele foi só buscar o carro dele). Quem eu voltei a ver foi o amigo dele. Cruzei com ele perto de uma das estações do trem Belgrano Norte. O filho da puta estava me seguindo. Acerelerei o passo, mas ele me alcançou. Deixando claro: era por volta das 21h, uma rua vazia, bem escura. Ele se aproximou e me disse para não gritar, que tinha uma faca.
Eu – Não me faz nada, por favor, tenho um pouco de dinheiro.
Ele – Não quero grana, puta. Você já sabe o que eu quero.
Acho que o Ricardo contou que a gente se pegou. E agora que me lembro, nunca falei pro Ricardo não contar pra ninguém. E mesmo se tivesse falado, não garante que ele me obedecesse.
A essa altura, conto pra vocês que eu estava vestida com uma calça jeans justa, calcinha fio-dental branca, blusa com botões da mesma cor e sutiã branco.
Ele me levou a um canto, margeando os trilhos, num lugar até que bem iluminado, embora cercado por vegetação que escondia um pouco o que a gente ia fazer. Atrás tinha um muro e mais atrás dava pra ver os trilhos do Belgrano. Ele não era muito inteligente, senão me teria levado a um lugar mais escuro. Ou talvez quisesse ver o que estava fazendo.
Eu – Me solta, por favor, me deixa ir.
Ele – Cala a boca, puta. Não me deixa mais irritado com você.
Acho que ele estava irritado porque eu tinha transado com o Ricardo, mas não com ele. Não podia me culpar, Ricardo era bonito, mas ele era muito feio mesmo. Se uma garota ler essa história, vai me entender. Ele desabotoou minha blusa (agradeço que não tenha rasgado), tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos desesperadamente, um e depois o outro. O medo que senti se transformou em prazer e soltei um gemido. Ele: "Tá gostando, né, putinha?" Não disse nada. O estuprador tentou me beijar na boca, mas virei o rosto, o que o deixou bravo e ele mostrou a faca, me assustando e não me deixando outra opção a não ser beijar aquele homem tão feio. Ele me beijou nos lábios, mas eu os mantive fechados. Ele: "Colabora, gostosa. Abre a boca." Eu queria que tudo acabasse, então colaborei, abrindo meus lábios. Nos beijamos, enquanto ele enfiava a língua na minha boca. Ele tinha um bafo de cerveja que me dava nojo. Por instinto, levei minha mão até a virilha dele, apalpando um pau curto. Meu toque fez ele baixar a guarda e tentei escapar, mas sem sucesso. Ele: "Vai ter que engolir meu pau, sua puta de merda." Eu: "Eu chupo, mas depois me deixa ir, por favor, te imploro." Ele: "Ajoelha e me mama!!!" Fiz o que ele mandou, me ajoelhei, abaixei a calça dele e chupei o pau. Um pau de uns 15 centímetros, mas bem grosso, com um gosto de sujeira, parecia que o porco não tomava banho há dias. Ele: "Chupa minhas bolas", disse ele gemendo. Lambi as bolas dele, coloquei na boca, tirei, passei a língua no pau e o coloquei de volta na boca. É incrível, mas eu estava ficando excitada. Masturbei ele e o coloquei de novo na boca, chupei as bolas, assim, alternando entre chupar o falo e os testículos. Eu: "Que pau gostoso você tem!!!" Ele: "Gostou?" Eu: "Adorei!!!" Comecei a masturbá-lo com a boca aberta, disposta a fazê-lo gozar engolindo a porra, em parte porque eu queria e em parte para que ele me deixasse ir rápido. Ele: "Levanta, que vou te comer." Eu: "Não!!! Isso não, não estou com camisinha." Ele me ameaçou de novo com a faca, colocando-a perto do meu rosto. Ele: "Abaixa e senta!!!" Já não importava mais nada, baixei minha calça, a calcinha fio-dental, me inclinei pra frente apoiando minhas mãos nas minhas pernas. O feio começou a chupar minha bunda e minha buceta, me fazendo soltar alguns gemidos de prazer. Ele se levantou, meteu em mim, me agarrando pela cintura e começou a me foder rapidamente. Dava pra ouvir minha bunda batendo contra a pelve dele. Nós dois estávamos gostando, gemendo devagar pra não fazer barulho. No tempo que ficamos lá o trem já tinha passado duas vezes, o mesmo trem que eu precisava pegar pra voltar, já que meu carro estava no conserto.
Eu - Ahh ahh, siim ahhh Papi si sii mmm papi sii ahh
Ele - Você gosta, putinha?
Eu - Sim, muito... buceta. Vou gozar, papi, vou gozar.
E tive um orgasmo intenso. Ele continuou me comendo, com movimentos suaves, até que acelerou, o que me deu a entender que ele ia gozar.
Eu - Goza fora, por favor, te imploro.
Por sorte ele me obedeceu, tirou de mim. Me virei e vi o sêmen dele caindo no chão, uma quantidade grande de porra saindo dos ovos dele. Me abaixei e chupei o pau dele com vestígios de sêmen. Umas gotas de porra caíram nos ovos dele. Passei a língua pra limpar. Ele subiu a calça, ajeitou a roupa.
Ele - Obrigado.
Me agradeceu como se eu tivesse dado água pra ele.
Eu - De nada.
Ele foi embora e eu fiquei uns segundos me limpando e ajeitando a roupa. Quando saí de lá, dois homens me viram. Caminhei alguns metros, me virei e vi eles revirando o lugar onde eu estava. Será que perceberam que a gente estava transando? Talvez sim, porque a alguns metros vi o Nicolas se afastando, e pela distância que a gente estava os quatro, esses homens facilmente poderiam ter visto ele saindo de onde eu estava. O trem estava vindo, então corri pra pegar e por sorte consegui. Durante a viagem fiquei lembrando do que tinha acontecido e não pude evitar de rir. "Isso me acontece por ser putinha", pensei. Nunca mais vi o Nicolas também. Duas semanas depois a assistente social me ligou pra perguntar se eu a acompanhava na favela... Será que eu disse que sim? Isso vocês ficam sabendo no próximo relato. Os saudação: "Rubiainfiel
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