Meu marido vivia enchendo minha cabeça com ideias e fantasias sexuais. Eu estava cada vez mais com medo de seguir o jogo, sabia que ele não ia se contentar com o que já tínhamos conseguido e que viria mais. Um dia ele me ligou no trabalho e disse que tinha uma surpresa pra mim. Passei a tarde toda pensando no que ele estaria tramando agora. Quando cheguei em casa, ele mandou eu ir pro quarto e vestir a roupa que estava em cima da cama. Era um vestidinho amarelo, bem justinho em cima e nos peitos só um par de triângulos pra cobrir os bicos, com umas tiras nas costas e da cintura pra baixo era mais solto, mas muito, muito curto. Também tinha uma tanga amarela — eram três tiras que se juntavam num triângulo pequeno. Por último, um par de sandálias bem altas, vermelhas, que amarravam no tornozelo com uma tira. Coloquei a tanga e senti como se não tivesse nada, minhas nádegas ficaram totalmente de fora. Depois calcei os sapatos, que eram altos pra caralho. Me olhei no espelho e adorei ver como o salão empinava ainda mais minha bunda. Aí vesti o vestido e percebi que, se inclinasse um pouco a cabeça, dava pra ver todas as minhas pernas e o começo das nádegas. Meus bicos marcavam nos triângulos de tecido fino. Dei uns passos pelo quarto me sentindo uma modelo, fiquei até um pouco excitada.
Quando desci, meu marido me olhou com muito desejo. Ele tinha um pacote nas mãos e me entregou. Abri olhando nos olhos dele. Era um kit de dois consolos. O primeiro era mais ou menos do tamanho do pau dele, que é bem grande. O consolo era rosa e um pouco mais grosso. Peguei na minha mão e olhei nos olhos dele com tesão. Ele olhou pro pacote pra eu abrir o outro consolo. Esse sim era muito maior, mais de 25 centímetros de comprimento e bem grosso, preto, com marcas de veias. Parecia o pau de um negão, muito grande. Tive certeza de que aquilo não ia entrar em mim. Olhei pro meu marido com medo nos olhos e ele disse: "Fica tranquila, você vai ver como vai. Você se acostuma e curte. Ele me pegou pela cintura de novo e me beijou com paixão, dizendo: "essa noite você vai gozar como nunca". Serviu duas taças grandes de vinho, e enquanto a gente bebia, começou a acariciar minhas costas nuas, depois roçou meus peitos pela lateral do vestido. Me olhava intensamente, se aproximou e me beijou no pescoço — ele sabe como isso me excita. Continuou beijando minhas orelhas, chupando e lambendo. Senti que começava a ficar molhada. Ele enfiou a mão por baixo do vestidinho e, fácil, acariciou minhas nádegas, me apertou contra o pau duro dele — senti ele bem ereto. A gente se beijou de novo e ele me deitou no sofá grande, puxou minha calcinha fio dental pra baixo e descobriu minha buceta, beijando com ternura meus lábios e o clitóris. Passava a língua devagar, recolhendo meus líquidos. Desceu até meu cu e beijou, esticou a língua e percorreu todo o contorno, depois tentou entrar, molhando todo o esfíncter. Que delícia sentir a língua dele entrando no meu cu — cada vez eu baixava mais o quadril pra facilitar os movimentos. Com as mãos, ele apertava meus peitos, pressionava meus mamilos, que estavam bem duros.
Ele acariciou meu corpo todo, percorreu toda a minha pele, e num momento senti que ele abria minha vagina com os dedos, mas eram muito grossos. Baixei o olhar e vi que ele tentava enfiar o consolo rosa. Abri mais as pernas. Ele não metia tudo, só um pouco, girava, enfiava só a ponta e depois tirava, deixando roçando meus lábios maiores. Olhei nos olhos dele, implorando por mais. Ele tirou e chupou meu clitóris com vontade — senti que o orgasmo chegava. Parou de chupar e colocou o consolo de novo na entrada. Abri o zíper da calça dele e, com um pouco de dificuldade por ele estar tão duro, tirei o pau pra fora. Tava duro, grande e quente. Coloquei ele em cima do consolo, tocando meu clitóris, enquanto ele continuava enfiando o consolo devagar, mais pra dentro. Era uma sensação única: o pau dele roçando meu clitóris e o consolo lá dentro. Delicioso. O orgasmo veio. Tão de repente que quase caí do sofá, Alberto me segurou pela cintura e me puxou toda pra baixo, ficamos no chão, eu com as pernas bem abertas enquanto continuava enfiando o consolo bem fundo, metia o máximo que dava e mexia em círculos, tava superquente, minhas pernas e quadril tremiam de tesão, aos poucos ele tirou o brinquedo pra na sequência meter o pau dele com força.
Ele baixou meu vestido pra beijar meus peitos e com as mãos apertava minhas nádegas, eu coloquei minhas pernas em volta do quadril dele, ele continuava me penetrando num ritmo acelerado, trouxe o consolo pro meu cu, ao sentir ele molhado com meus próprios fluidos eu relaxei e ele foi enfiando devagar, era bem grosso e não cabia, ele continuou pressionando até sentir que a ponta entrava, senti que outro orgasmo tava chegando, quando senti o cu começar a vibrar, pedi pra ele ficar parado, meu orgasmo me fez gritar como nunca, ele me beijava e enfiava a língua
Sentir o pau duro dele bem fundo na minha buceta enquanto enfiava a ponta do consolo rasgando meu cu; foi indescritível, aquele orgasmo durou um tempão até eu sentir meu marido me jorrando com o leite dele, foi uma delícia; meu marido me olhando docemente nos olhos, me disse; como vai ser quando eu meter o consolo preto em você?
Quando desci, meu marido me olhou com muito desejo. Ele tinha um pacote nas mãos e me entregou. Abri olhando nos olhos dele. Era um kit de dois consolos. O primeiro era mais ou menos do tamanho do pau dele, que é bem grande. O consolo era rosa e um pouco mais grosso. Peguei na minha mão e olhei nos olhos dele com tesão. Ele olhou pro pacote pra eu abrir o outro consolo. Esse sim era muito maior, mais de 25 centímetros de comprimento e bem grosso, preto, com marcas de veias. Parecia o pau de um negão, muito grande. Tive certeza de que aquilo não ia entrar em mim. Olhei pro meu marido com medo nos olhos e ele disse: "Fica tranquila, você vai ver como vai. Você se acostuma e curte. Ele me pegou pela cintura de novo e me beijou com paixão, dizendo: "essa noite você vai gozar como nunca". Serviu duas taças grandes de vinho, e enquanto a gente bebia, começou a acariciar minhas costas nuas, depois roçou meus peitos pela lateral do vestido. Me olhava intensamente, se aproximou e me beijou no pescoço — ele sabe como isso me excita. Continuou beijando minhas orelhas, chupando e lambendo. Senti que começava a ficar molhada. Ele enfiou a mão por baixo do vestidinho e, fácil, acariciou minhas nádegas, me apertou contra o pau duro dele — senti ele bem ereto. A gente se beijou de novo e ele me deitou no sofá grande, puxou minha calcinha fio dental pra baixo e descobriu minha buceta, beijando com ternura meus lábios e o clitóris. Passava a língua devagar, recolhendo meus líquidos. Desceu até meu cu e beijou, esticou a língua e percorreu todo o contorno, depois tentou entrar, molhando todo o esfíncter. Que delícia sentir a língua dele entrando no meu cu — cada vez eu baixava mais o quadril pra facilitar os movimentos. Com as mãos, ele apertava meus peitos, pressionava meus mamilos, que estavam bem duros.
Ele acariciou meu corpo todo, percorreu toda a minha pele, e num momento senti que ele abria minha vagina com os dedos, mas eram muito grossos. Baixei o olhar e vi que ele tentava enfiar o consolo rosa. Abri mais as pernas. Ele não metia tudo, só um pouco, girava, enfiava só a ponta e depois tirava, deixando roçando meus lábios maiores. Olhei nos olhos dele, implorando por mais. Ele tirou e chupou meu clitóris com vontade — senti que o orgasmo chegava. Parou de chupar e colocou o consolo de novo na entrada. Abri o zíper da calça dele e, com um pouco de dificuldade por ele estar tão duro, tirei o pau pra fora. Tava duro, grande e quente. Coloquei ele em cima do consolo, tocando meu clitóris, enquanto ele continuava enfiando o consolo devagar, mais pra dentro. Era uma sensação única: o pau dele roçando meu clitóris e o consolo lá dentro. Delicioso. O orgasmo veio. Tão de repente que quase caí do sofá, Alberto me segurou pela cintura e me puxou toda pra baixo, ficamos no chão, eu com as pernas bem abertas enquanto continuava enfiando o consolo bem fundo, metia o máximo que dava e mexia em círculos, tava superquente, minhas pernas e quadril tremiam de tesão, aos poucos ele tirou o brinquedo pra na sequência meter o pau dele com força.
Ele baixou meu vestido pra beijar meus peitos e com as mãos apertava minhas nádegas, eu coloquei minhas pernas em volta do quadril dele, ele continuava me penetrando num ritmo acelerado, trouxe o consolo pro meu cu, ao sentir ele molhado com meus próprios fluidos eu relaxei e ele foi enfiando devagar, era bem grosso e não cabia, ele continuou pressionando até sentir que a ponta entrava, senti que outro orgasmo tava chegando, quando senti o cu começar a vibrar, pedi pra ele ficar parado, meu orgasmo me fez gritar como nunca, ele me beijava e enfiava a língua
Sentir o pau duro dele bem fundo na minha buceta enquanto enfiava a ponta do consolo rasgando meu cu; foi indescritível, aquele orgasmo durou um tempão até eu sentir meu marido me jorrando com o leite dele, foi uma delícia; meu marido me olhando docemente nos olhos, me disse; como vai ser quando eu meter o consolo preto em você?
3 comentários - Brincando com meu marido