Hoje vão dois capítulos que espero que vocês curtam muito.
acho que o tesão é forte demais
mas vale a pena pra continuar essa história
VALEU PELOS PONTOS
OS COMENTÁRIOS
E AOS QUE ME SEGUEM
AGORA É SÓ APROVEITAR
Já fazia três meses desde a última vez que vimos o José, e uma noite a Laurita me disse que precisava falar comigo.
Quê, tá sentindo falta dele?
Laura, é que não desce, meu bem. Acho que o filho da puta me deixou grávida.
De novo um filho dos outros? E o que você pretende fazer agora?
Laura, quero que dessa vez alguém tome conta, preciso falar com ele, isso não é brincadeira.
E se a fera quiser te comer de novo?
Laura, não vou deixar ele, quero que você saiba, que o negão se vire.
Tá bom, eu cuido disso, mas só se a gente for ver junto.
Claro que sim.
Mil coisas passaram pela minha cabeça ao mesmo tempo, já não adiantava mais manter as aparências, eu era o rei dos cornos, sem dúvida nenhuma. Dois filhos e nenhum meu, tinha que aceitar as gozações que ia sofrer, mas estranhamente tudo isso me excitava pra caralho. Falei com o Sergio e reservei a chácara por um dia só, seria um sábado inteiro e, como não foi planejado por causa da pressa, eles não viriam. Não consegui me segurar e também convidei a Adriana, o tesão me venceu e a Laura não se opôs. No sábado, chegamos com ela na chácara. A princípio, não íamos direto ao choque, preferimos curtir a chácara naquele dia e deixar a conversa com o negro José pra depois. Dessa vez não teve churrasco, foi massa e vinho, apesar da recepção que tivemos do negro. A Adriana e a Laura na cozinha conversando, e eu fui dar uma volta pela chácara com uma cerveja na mão. Depois de um tempo, cruzei com o José, que estava passeando com o cachorro dele.
José não esperava vocês por aqui, fico muito feliz que tenham vindo, já tô me acostumando a comer a sua mulher.
Bom, não foi pra isso que a gente veio, acho que ela não quer dar pra você.
José é a única que encara minha pica e ela adora, eu sei que ela ama minha pica tanto quanto você.
Não, eu não gosto da sua pica, sofro muito com ela, não gozo, muito pelo contrário.
José tirou a pica pra fora da calça e, sem vergonha nenhuma, mostrou pra mim. Ela era linda, gigante e gostosa, tão grande que dava medo em qualquer um.
José, você sabe que, junto com sua mulher, é o único que aguentou a parada? Outro dia veio uma família com um cara promíscuo, você não tem ideia de como eu passei mal.
Por quê?
O José, o cara, só criou coragem pra chupar ela. Quando eu virei ele, mal coloquei a cabeça, tu não sabe como ele gritou. Eu arrebentei o cu dele, mas não consegui enfiar tudo. Não sei como ele fez, mas se soltou e escapou de mim, se trancou em casa e não saiu mais. Mas você, corno manso, você também é o melhor. Sabe o que eu gosto em você? Que você não é viadinho, não fica de frescura. Pelo contrário, você também é bem macho quando come a travesti. Isso me excita em você. Vai, vem, tira essa vontade, olha como eu tô.
O pau dele ainda tava meio borrachudo, tava quase me convencendo, mas ainda tava com medo.
Não, não, por favor, não
José, vai, chupa ela um pouquinho, juro que vou ser muito bonzinho com você.
Você vai fazer devagar? Vai me tratar bem, eu quero gozar também, me promete?
José, mas é claro que sim, você vai aproveitar muito, tá? Vai ver, vou te comer devagarinho assim, pra você trazer sua mulher de novo pra mim.
Bom, tá bom.
Me ajoelhei na frente daquela pica e enquanto chupava ela, entre gemidos ele dizia que eu tava dando o melhor boquete. Quando já tava bem dura, ele quis enfiar tudo dentro da minha boca, mas não conseguiu — a pica dele era grande demais pra minha boca e me fez engasgar. Ele aproveitou minha indefensão e foi pro meu cu. Eu já tinha batido uma enquanto chupava ele e, claro, tinha gozado. Senti quando ele abriu minhas pernas e eu disse
Devagarzinho, por favor, lembra da sua promessa
Ele não respondeu, só molhou meu buraco com força, apoiou a cabeça da pica dele. Eu tava tranquilo, achei que ia ser bem carinhoso e que ele ia meter devagar. Isso não aconteceu. Ele me pegou pelas cadeiras e, de um só empurrão, meteu até as bolas. Me matou, filho da puta. Não consegui segurar o grito de dor e minhas lágrimas caíram sozinhas. O filho da puta tinha me enganado e tava rindo enquanto me comia com força.
Devagar, você disse que ia me comer bem devagarzinho.
José e tu achou que eu era otário, agora tu é todo meu, vou arrebentar bem essa sua bunda, seu viadinho folgado, aqui quem manda sou eu, tu só serve pra me dar o cu, se comporta direito e não chora, viado.
Tá doendo muito, tira ela, por favor, não aguento mais, você vai me matar, tira logo, não suporto mais, não quero mais, chega, chega, tira, tira, eu te imploro.
Ele respondia com mais violência aos meus pedidos e ria deles. Pra minha sorte, logo acabou. Ele tava com muita abstinência, mas não parava de meter gozando dentro do que um dia foi meu cu, e não parou até o pau dele morrer. Só aí ele tirou, e eu caí igual um saco de areia. O cachorro lambeu meu cu, e pensei no pior. O negão era capaz de tudo, mas por sorte não aconteceu mais nada. Ele me deixou largado no mato, enquanto eu me perguntava como podia ser tão otário. Tinha me enganado e me senti usado. Me levantei como pude e continuei andando, apesar da dor no cu que tava. Depois de um bom tempo, fui pra casa. O almoço já tava quase pronto. Procurei a Laurita e a Adriana em silêncio. Do quarto vinham uns gemidos. Espiei, e lá estavam elas, se rolando na cama. Foi foda ver como se beijavam, se apalpavam, enquanto a Laura batia uma pra Adriana e ela fazia o mesmo com a bocetinha dela. Me deixou duro de novo. Até que, depois de um tempão, vi a Laurita sentar em cima da Adriana, enfiando o pau dela na buceta, metendo fundo com chupada de cu também, e na hora começar a cavalgar, gemendo igual uma louca, pra terminar fazendo um sessenta e nove. Meu pau tava pulsando, assim como meu cu e meu corpo. As duas ficaram lá conversando baixinho, até que a Adriana disse pra ela...
Adriana, vamos pra cozinha, o Oscar pode chegar a qualquer momento.
Aí eu saí silenciosamente de casa e entrei batendo a porta, as duas estavam esquentando o macarrão, peguei outra cerveja e dei um beijo nela, sabia que na boca dela eu sentiria o gosto ácido dos sucos da Adriana, tava fervendo de tesão, mas de repente quis saber se ela ia me contar, coisa que não aconteceu em momento nenhum. Comemos e saímos pra caminhar, o dia tava fresco.
Tá se divertindo, amor?
Laura, se ela beber, já fico mais tranquila. Acho que é hora de falar com o José.
Perfeito, mas você sabe que ele vai te comer, não é mesmo?
Laura, espero que não, céus, porque você já sabe que se ela quiser, com certeza consegue e acaba comigo toda.
E isso não é o que você quer, minha vida?
Adriana deixa você ir tranquila, melhor ela ir sozinha, a gente vai pra casa e espera ela lá.
Depois ela conta tudo pra gente, não é, meu céu?
Laura, mas claro, vocês vão, eu tenho que arrumar isso.
A ideia de que ela estava escondendo de mim as coisas que fazia quando eu não estava fez minha imaginação voar longe, quantas vezes ela teria dado sem eu saber? Será que desde o começo eu fui corno? Era bem possível que sim, chegamos em casa e comecei a conversar com a Adriana.
Cê acha que vai ser só uma conversa?
Adriana agora deve estar chupando a pica desesperada, sua mulher é muito puta, tão puta que foi capaz de comer aquela pica que nenhuma profissional quer, nessa quinta você vai ter que trazer ela direto amor e quando ela estiver de barriga vão fazer fila pra foder ela
Quem?
Adriana, os problemas que esse negão vai te trazer, meu céu, ou, se você quiser, os que eu mesmo trouxer pra vocês.
Tipo as que você trouxer?
Adriana, sabe a grana que eu faço sua esposa ganhar, meu anjo? Não queria ver como ela se vende gostoso e ainda ganha uma grana?
Nunca me passou pela cabeça.
Essa ideia ficou martelando na minha cabeça, fomos pro quarto e começamos a trepar enquanto a Adriana não parava de me esquentar com as palavras dela.
Adriana, amor, que buceta linda você tem, o negrão arrebentou seu cuzinho, meu céu? Deixa eu ver, deixa eu olhar, nossa, como ele deixou você, bebê, deve estar ardendo, não é? Vê se isso acalma, sua promíscua, não sei como você consegue sentar, olha que vermelho que tá.
Enfiou a boca no meu buraquinho e logo me penetrou com a língua, na hora me fez gemer.
Adriana, amorzinho, quer que eu meta a pica em você? Se visse como sua buceta tá pulsando.
Mete logo, não acho que vai doer.
Embora a rola da Adriana não se comparasse com a do negão, ela não tinha muito do que reclamar. Ela me penetrou bem devagar, fez eu sentir a vara de carne dela até chegar nas bolas, e aí me sentou em cima dela. Do nada, começou a me humilhar, falando o quanto eu era viado e que ela ia trazer os machos dela pra me comerem também. Gozei sem nem me tocar, e depois chupei a rola dela agradecendo pela trepada. Tava nessa quando a Laurita entrou e subiu na cama.
Arrebenta a buceta dela, quero que ela me limpe a pica, tô cheio de porra do negão e também quero a sua.
Engoli o pouco de porra que a Laura tinha, enquanto a Adriana me comia de novo, mas agora com força. Ficamos assim boa parte da tarde, tomamos banho e fomos pra casa. Quando chegamos, tomamos uns mates só nós dois, e foi aí que a Laura me contou o que rolou com o José.
Laura, vou te contar tudo, mas hoje à noite você dorme com o cu bem cheio. Entrei na casa dele e dei a notícia, ele me disse que você já tinha contado e que, de tanta alegria que sentiu, arrebentou o seu rabo. Falei que ele tinha que assumir a responsabilidade, e ele só riu. Disse que essa era a consequência de ser tão, mas tão piranha, e que ele só ia se encarregar de me foder, que era pra isso que tinha vindo. Me levou pro quarto dele enquanto se despia, perdi a cabeça, meu amor. Rachou minha buceta em quatro e me deixou assim. O amor dele, a única coisa que podemos esperar é que nos dê a pica enorme dele.
Passo, amor, não quero saber mais nada desse preto.
Laura, bom, eu também não, mas vou dar uma passada lá de vez em quando, meu céu.
Te comeu gostoso, não é mesmo? No fim das contas, foi pra isso que você foi, bebê. A verdade é que ele me destruiu, me fez mijar em cima de mim, meu amor. Ele diz que sou a única que deixa ele meter aquela pica, e eu acredito. Depois da pica dele, por uns dias você não consegue fazer nada, ela te arrebenta, bebê. Agora não sei como você aguenta ele no cu, até a de um cavalo você já pode engolir. Adoro que você seja tão puto, meu amor, somos um pro outro. Agora vai procurar o Fede, nem sabe como eu sinto falta dele.
A verdade é que ela tinha razão em tudo. Fui atrás dele, cheguei em casa e fui dormir. No outro dia, trabalhava.
acho que o tesão é forte demais
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Já fazia três meses desde a última vez que vimos o José, e uma noite a Laurita me disse que precisava falar comigo.
Quê, tá sentindo falta dele?
Laura, é que não desce, meu bem. Acho que o filho da puta me deixou grávida.
De novo um filho dos outros? E o que você pretende fazer agora?
Laura, quero que dessa vez alguém tome conta, preciso falar com ele, isso não é brincadeira.
E se a fera quiser te comer de novo?
Laura, não vou deixar ele, quero que você saiba, que o negão se vire.
Tá bom, eu cuido disso, mas só se a gente for ver junto.
Claro que sim.
Mil coisas passaram pela minha cabeça ao mesmo tempo, já não adiantava mais manter as aparências, eu era o rei dos cornos, sem dúvida nenhuma. Dois filhos e nenhum meu, tinha que aceitar as gozações que ia sofrer, mas estranhamente tudo isso me excitava pra caralho. Falei com o Sergio e reservei a chácara por um dia só, seria um sábado inteiro e, como não foi planejado por causa da pressa, eles não viriam. Não consegui me segurar e também convidei a Adriana, o tesão me venceu e a Laura não se opôs. No sábado, chegamos com ela na chácara. A princípio, não íamos direto ao choque, preferimos curtir a chácara naquele dia e deixar a conversa com o negro José pra depois. Dessa vez não teve churrasco, foi massa e vinho, apesar da recepção que tivemos do negro. A Adriana e a Laura na cozinha conversando, e eu fui dar uma volta pela chácara com uma cerveja na mão. Depois de um tempo, cruzei com o José, que estava passeando com o cachorro dele.
José não esperava vocês por aqui, fico muito feliz que tenham vindo, já tô me acostumando a comer a sua mulher.
Bom, não foi pra isso que a gente veio, acho que ela não quer dar pra você.
José é a única que encara minha pica e ela adora, eu sei que ela ama minha pica tanto quanto você.
Não, eu não gosto da sua pica, sofro muito com ela, não gozo, muito pelo contrário.
José tirou a pica pra fora da calça e, sem vergonha nenhuma, mostrou pra mim. Ela era linda, gigante e gostosa, tão grande que dava medo em qualquer um.
José, você sabe que, junto com sua mulher, é o único que aguentou a parada? Outro dia veio uma família com um cara promíscuo, você não tem ideia de como eu passei mal.
Por quê?
O José, o cara, só criou coragem pra chupar ela. Quando eu virei ele, mal coloquei a cabeça, tu não sabe como ele gritou. Eu arrebentei o cu dele, mas não consegui enfiar tudo. Não sei como ele fez, mas se soltou e escapou de mim, se trancou em casa e não saiu mais. Mas você, corno manso, você também é o melhor. Sabe o que eu gosto em você? Que você não é viadinho, não fica de frescura. Pelo contrário, você também é bem macho quando come a travesti. Isso me excita em você. Vai, vem, tira essa vontade, olha como eu tô.
O pau dele ainda tava meio borrachudo, tava quase me convencendo, mas ainda tava com medo.
Não, não, por favor, não
José, vai, chupa ela um pouquinho, juro que vou ser muito bonzinho com você.
Você vai fazer devagar? Vai me tratar bem, eu quero gozar também, me promete?
José, mas é claro que sim, você vai aproveitar muito, tá? Vai ver, vou te comer devagarinho assim, pra você trazer sua mulher de novo pra mim.
Bom, tá bom.
Me ajoelhei na frente daquela pica e enquanto chupava ela, entre gemidos ele dizia que eu tava dando o melhor boquete. Quando já tava bem dura, ele quis enfiar tudo dentro da minha boca, mas não conseguiu — a pica dele era grande demais pra minha boca e me fez engasgar. Ele aproveitou minha indefensão e foi pro meu cu. Eu já tinha batido uma enquanto chupava ele e, claro, tinha gozado. Senti quando ele abriu minhas pernas e eu disse
Devagarzinho, por favor, lembra da sua promessa
Ele não respondeu, só molhou meu buraco com força, apoiou a cabeça da pica dele. Eu tava tranquilo, achei que ia ser bem carinhoso e que ele ia meter devagar. Isso não aconteceu. Ele me pegou pelas cadeiras e, de um só empurrão, meteu até as bolas. Me matou, filho da puta. Não consegui segurar o grito de dor e minhas lágrimas caíram sozinhas. O filho da puta tinha me enganado e tava rindo enquanto me comia com força.
Devagar, você disse que ia me comer bem devagarzinho.
José e tu achou que eu era otário, agora tu é todo meu, vou arrebentar bem essa sua bunda, seu viadinho folgado, aqui quem manda sou eu, tu só serve pra me dar o cu, se comporta direito e não chora, viado.
Tá doendo muito, tira ela, por favor, não aguento mais, você vai me matar, tira logo, não suporto mais, não quero mais, chega, chega, tira, tira, eu te imploro.
Ele respondia com mais violência aos meus pedidos e ria deles. Pra minha sorte, logo acabou. Ele tava com muita abstinência, mas não parava de meter gozando dentro do que um dia foi meu cu, e não parou até o pau dele morrer. Só aí ele tirou, e eu caí igual um saco de areia. O cachorro lambeu meu cu, e pensei no pior. O negão era capaz de tudo, mas por sorte não aconteceu mais nada. Ele me deixou largado no mato, enquanto eu me perguntava como podia ser tão otário. Tinha me enganado e me senti usado. Me levantei como pude e continuei andando, apesar da dor no cu que tava. Depois de um bom tempo, fui pra casa. O almoço já tava quase pronto. Procurei a Laurita e a Adriana em silêncio. Do quarto vinham uns gemidos. Espiei, e lá estavam elas, se rolando na cama. Foi foda ver como se beijavam, se apalpavam, enquanto a Laura batia uma pra Adriana e ela fazia o mesmo com a bocetinha dela. Me deixou duro de novo. Até que, depois de um tempão, vi a Laurita sentar em cima da Adriana, enfiando o pau dela na buceta, metendo fundo com chupada de cu também, e na hora começar a cavalgar, gemendo igual uma louca, pra terminar fazendo um sessenta e nove. Meu pau tava pulsando, assim como meu cu e meu corpo. As duas ficaram lá conversando baixinho, até que a Adriana disse pra ela...
Adriana, vamos pra cozinha, o Oscar pode chegar a qualquer momento.
Aí eu saí silenciosamente de casa e entrei batendo a porta, as duas estavam esquentando o macarrão, peguei outra cerveja e dei um beijo nela, sabia que na boca dela eu sentiria o gosto ácido dos sucos da Adriana, tava fervendo de tesão, mas de repente quis saber se ela ia me contar, coisa que não aconteceu em momento nenhum. Comemos e saímos pra caminhar, o dia tava fresco.
Tá se divertindo, amor?
Laura, se ela beber, já fico mais tranquila. Acho que é hora de falar com o José.
Perfeito, mas você sabe que ele vai te comer, não é mesmo?
Laura, espero que não, céus, porque você já sabe que se ela quiser, com certeza consegue e acaba comigo toda.
E isso não é o que você quer, minha vida?
Adriana deixa você ir tranquila, melhor ela ir sozinha, a gente vai pra casa e espera ela lá.
Depois ela conta tudo pra gente, não é, meu céu?
Laura, mas claro, vocês vão, eu tenho que arrumar isso.
A ideia de que ela estava escondendo de mim as coisas que fazia quando eu não estava fez minha imaginação voar longe, quantas vezes ela teria dado sem eu saber? Será que desde o começo eu fui corno? Era bem possível que sim, chegamos em casa e comecei a conversar com a Adriana.
Cê acha que vai ser só uma conversa?
Adriana agora deve estar chupando a pica desesperada, sua mulher é muito puta, tão puta que foi capaz de comer aquela pica que nenhuma profissional quer, nessa quinta você vai ter que trazer ela direto amor e quando ela estiver de barriga vão fazer fila pra foder ela
Quem?
Adriana, os problemas que esse negão vai te trazer, meu céu, ou, se você quiser, os que eu mesmo trouxer pra vocês.
Tipo as que você trouxer?
Adriana, sabe a grana que eu faço sua esposa ganhar, meu anjo? Não queria ver como ela se vende gostoso e ainda ganha uma grana?
Nunca me passou pela cabeça.
Essa ideia ficou martelando na minha cabeça, fomos pro quarto e começamos a trepar enquanto a Adriana não parava de me esquentar com as palavras dela.
Adriana, amor, que buceta linda você tem, o negrão arrebentou seu cuzinho, meu céu? Deixa eu ver, deixa eu olhar, nossa, como ele deixou você, bebê, deve estar ardendo, não é? Vê se isso acalma, sua promíscua, não sei como você consegue sentar, olha que vermelho que tá.
Enfiou a boca no meu buraquinho e logo me penetrou com a língua, na hora me fez gemer.
Adriana, amorzinho, quer que eu meta a pica em você? Se visse como sua buceta tá pulsando.
Mete logo, não acho que vai doer.
Embora a rola da Adriana não se comparasse com a do negão, ela não tinha muito do que reclamar. Ela me penetrou bem devagar, fez eu sentir a vara de carne dela até chegar nas bolas, e aí me sentou em cima dela. Do nada, começou a me humilhar, falando o quanto eu era viado e que ela ia trazer os machos dela pra me comerem também. Gozei sem nem me tocar, e depois chupei a rola dela agradecendo pela trepada. Tava nessa quando a Laurita entrou e subiu na cama.
Arrebenta a buceta dela, quero que ela me limpe a pica, tô cheio de porra do negão e também quero a sua.
Engoli o pouco de porra que a Laura tinha, enquanto a Adriana me comia de novo, mas agora com força. Ficamos assim boa parte da tarde, tomamos banho e fomos pra casa. Quando chegamos, tomamos uns mates só nós dois, e foi aí que a Laura me contou o que rolou com o José.
Laura, vou te contar tudo, mas hoje à noite você dorme com o cu bem cheio. Entrei na casa dele e dei a notícia, ele me disse que você já tinha contado e que, de tanta alegria que sentiu, arrebentou o seu rabo. Falei que ele tinha que assumir a responsabilidade, e ele só riu. Disse que essa era a consequência de ser tão, mas tão piranha, e que ele só ia se encarregar de me foder, que era pra isso que tinha vindo. Me levou pro quarto dele enquanto se despia, perdi a cabeça, meu amor. Rachou minha buceta em quatro e me deixou assim. O amor dele, a única coisa que podemos esperar é que nos dê a pica enorme dele.
Passo, amor, não quero saber mais nada desse preto.
Laura, bom, eu também não, mas vou dar uma passada lá de vez em quando, meu céu.
Te comeu gostoso, não é mesmo? No fim das contas, foi pra isso que você foi, bebê. A verdade é que ele me destruiu, me fez mijar em cima de mim, meu amor. Ele diz que sou a única que deixa ele meter aquela pica, e eu acredito. Depois da pica dele, por uns dias você não consegue fazer nada, ela te arrebenta, bebê. Agora não sei como você aguenta ele no cu, até a de um cavalo você já pode engolir. Adoro que você seja tão puto, meu amor, somos um pro outro. Agora vai procurar o Fede, nem sabe como eu sinto falta dele.
A verdade é que ela tinha razão em tudo. Fui atrás dele, cheguei em casa e fui dormir. No outro dia, trabalhava.
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