De mi madre a mi esposa

Fala galera, voltei com uma história que aconteceu comigo. Deixem comentários e pontos pra ver o que acham. Valeu e até mais, falou!

Tudo começou quando eu tinha 18 anos, minha mãe tinha 36, minha irmã 16 e meu pai 42. Minha mãe era dona de casa e meu pai era um formado gordo, muito enjoado e bêbado. Meus pais cresceram com a mentalidade de que o homem é quem manda em casa, dá pra entender, já que na época em que foram criados, essa educação foi passada pra gente. Meu pai nunca demonstrava sentimento e sempre foi muito rígido comigo, era na base da porrada e grito. Um dia, enquanto bebia, ele falou:

— Olha, filho da puta, um dia se eu faltar, você tem que se virar pra cuidar da casa e cuidar muito bem da sua irmã e da sua mãe.

Supostamente esse era meu dever, mas o fato de ele ser tão duro comigo fez com que eu tivesse um sentimento forte de admiração, desejo e amor pela minha mãe, já que, diferente do meu pai, ela era muito gentil, atenciosa e carinhosa comigo.

Minha mãe era muito gostosa, o corpo dela era de uma deusa, com curvas bem definidas, uns peitos perfeitos e uma bunda de infarto. O cabelo dela era loiro e ela sempre usava uma tiara, os olhos eram castanhos claros e ela sempre usava roupas largas, nada justo, combinando com saltos e meias pretas.

Sem dúvida, minha mãe era muito gostosa, tanto que eu sonhava em casar com uma mulher parecida com ela. Teve vezes que senti inveja do meu pai, porque às vezes eu ouvia eles transando e minha mãe gemendo. Cheguei até a espiar eles, meu pai não durava muito, uns 5 minutos e já dormia. Eu pensava: que mulherão e ele não dar o carinho que ela merece nem tratar ela direito. Depois da morte do meu pai, aconteceram umas coisas que mudaram minha vida. Tive que assumir a casa como ele queria, então arrumei um trampo pra pagar todas as contas. No começo foi difícil conseguir emprego, porque ninguém queria contratar um... Garota de 18 anos, mas consegui um trampo num escritório porque sabia usar computador. Os primeiros dias foram meio tensos, já que era meu primeiro emprego, mas depois de duas semanas já tinha me acostumado. Também fiz vários amigos com quem batia papo na hora do almoço. Assim, minha vida foi mudando aos poucos, e o pagamento era muito bom. Sem perceber, já tinham passado três meses, e eu estava me acostumando com minha nova vida.

Um dia, quando cheguei em casa, vi minha mãe chorando na sala. Preocupado, me aproximei dela.

Eu: O que aconteceu, mãe? Por que você está chorando?

Mãe: Ah, filho, é sua irmã. Você já sabe como ela tem se comportado essas semanas. Além disso, hoje me ligaram da escola: ela reprovou em duas matérias. Já tentei castigar, mas ela não me obedece. Não sei mais o que fazer.

Já tinha notado como minha irmã estava ficando mais rebelde. Era porque minha mãe não era muito rígida com ela. Quem sempre nos castigava era meu pai. Ele sempre dava palmadas com o cinto sempre que tirávamos notas ruins ou nos comportávamos mal. E como ele não está mais aqui para castigá-la, ela faz o que quer.

Eu: Entendo, mãe. O que ela precisa é de mão firme, igual meu pai fazia.

Mãe: Eu sei, filho, mas...

Eu: De agora em diante, vou educar minha irmã. Espero que você não se meta quando eu estiver dando bronca nela.

Mãe: Mas, filho, tem certeza do que está dizendo?

Eu: Sim, mãe. Ou você quer que ela continue com essa atitude?

Mãe: Não.

Ela disse enquanto baixava a cabeça com tristeza.

Eu: Tenho que me responsabilizar por vocês, esse é meu dever agora. Preciso dar uma lição nela, senão ela nunca vai entender. Então espero que você concorde e não questione as decisões que eu tomar daqui pra frente.

Mãe: Tá bom. Agora você é o homem da casa. Você tem minha total obediência nas decisões que tomar daqui pra frente.

Eu: Obrigado, mãe.

Mãe: É bom ter um homem em casa. Tenho que buscar sua irmã na... escola, enquanto sua mãe descansa, amor.
Eu: Sim, vai com cuidado.

A atitude que minha mãe tinha tomado era diferente do normal, o beijo e o sorriso que ela me deu fizeram eu sentir umas coisas inexplicáveis. Depois que minha mãe saiu pra buscar minha irmã, fiquei vendo TV, esperando elas chegarem pra começar o castigo da minha irmã. Naquele dia, muita coisa ia mudar, e eu precisava deixar isso bem claro.

Uma hora depois, a porta da frente se abriu, entrando minha mãe e minha irmã. Minha irmã tinha traços muito finos, combinados com o cabelo loiro, que faziam ela parecer muito gostosa. Ela tava usando o uniforme da escola: uma saia azul xadrez, uma blusa branca, meias brancas até o joelho e sapatos pretos de salto baixo. Sem dúvida, puxou a beleza da minha mãe.

Irmã: Oi, irmão. Mãe, vou ficar no meu quarto, me avisa quando a comida estiver pronta.
Eu: Onde cê pensa que vai? Senta no sofá que tenho que falar com você (gritando).

Irmã: E agora, o que foi que deu em você? Já sentei, fala logo o que você quer.

Minha mãe foi pra cozinha sem dizer nada, e eu fiquei de pé na frente da minha irmã e falei:

Eu: Você tá de castigo: sem TV, sem celular, sem computador e sem sair com seus amigos, até eu ver que você começou a melhorar suas notas e sua atitude.

Ela, surpresa com o que eu tava dizendo, levantou do sofá e gritou:

Irmã: Cê ficou maluco, é? Por que eu tô de castigo? E mais, quem você pensa que é pra me castigar? Você é só meu irmão, não meu pai.

Eu: Primeiro, você tá de castigo por reprovar em duas matérias, responder pra mãe e não obedecer ela no que ela manda. Segundo, agora eu não sou só seu irmão, sou o homem da casa, e quem vai cuidar de te educar e mandar aqui.

Eu me aproximei dela, agarrei o cabelo dela com força. Agora você vai saber quem manda aqui, puxando ela pelo cabelo, levei ela pro quarto dela.

Quando entrei no quarto, joguei minha irmã na cama. Ela se virou e me olhou. Com medo, ela disse:
— O que você vai fazer comigo?

Comecei a tirar o cinto da calça e falei:
— Quero que você se incline e coloque as mãos na cama.
— Para com essa brincadeira, já te falei que você é meu irmão, não é meu pai pra me dar palmadas.
— Não vou repetir de novo. Faça o que eu mandei! Ou senão vou te forçar e vai ser pior.

Minha irmã, vendo que eu não estava brincando e que ia bater de verdade, disse com medo:
— Por favor, irmão, vou me comportar, mas pelo amor de Deus, para com esses jogos.

Vendo que ela não me obedecia, me aproximei dela e puxei ela pelo cabelo até a escrivaninha. Minha irmã, chorando, dizia:
— Para, você tá me machucando, por favor, me perdoa, juro que vou me comportar e estudar pra recuperar essas duas matérias, mas não me dá palmadas, por favor.

Ignorando, eu a deitei com o peito e o rosto sobre a escrivaninha. Os braços dela seguravam o meu braço, onde eu a prendia pelo cabelo, tentando se soltar sem sucesso. Na posição em que ela estava, a bunda dela ficou totalmente exposta na cueca branca. Balancei meu braço direito com força, batendo na bunda dela, enquanto minha irmã, chorando, dizia:
— Ai, dói, para com isso, por favor!

Pá... o segundo tapa que dei foi mais forte. A adrenalina que eu tinha me impedia de pensar claramente no que estava acontecendo. No quinto tapa, a bunda dela começou a ficar vermelha, enquanto ela continuava implorando para eu parar. Conforme eu continuava batendo, a excitação sexual que eu sentia só aumentava.

Depois de dar 10 palmadas, soltei o cabelo dela e me afastei. Senti que alguém estava nos observando por trás da porta. Depois, descobri que era minha mãe que estava espiando. Na hora, não dei importância, porque minha mente estava ocupada com a ereção que eu tinha. Não acreditava que tinha ficado excitado dando palmadas nela. Fiquei perdido nos meus pensamentos por vários minutos até que reagi e falei pra ela: Irmã:
Eu: Troque de roupa e faça sua lição de casa. Te aviso que se não mudar sua atitude e não melhorar suas notas, vou te castigar de novo. Agora aqui quem manda sou eu e vai ser feito o que eu digo, entendeu?
Minha irmã continuava deitada na escrivaninha, chorando sem me responder. Então eu disse de novo:
— Entendeu?
Ela, na mesma posição, chorando, disse:
— Sim.
Coloquei o cinto e saí do quarto. Fui para o meu quarto terminar uns relatórios do trabalho. Mal conseguia me concentrar no que fazia; as imagens da minha irmã vinham à minha mente e eu não conseguia esquecê-las. Assim se passou uma hora até que minha mãe nos chama para jantar. Ao descer, percebi que minha irmã estava reclamando com ela. Decidi bisbilhotar a conversa.

Irmã: Por que você deixou meu irmão fazer isso comigo?! Por que não falou nada, mãe?!

Mãe: Desculpa, filha. Agora ele é o homem da casa. Ele paga tudo, até sua educação, e por isso tem que ser feito o que ele diz. E eu vou obedecer às decisões que ele tomar. Então agora se comporte direito para ele não te castigar de novo.

Irmã: Você ficou louca, mãe?!

Mãe: Não, filha. Shh, e para de gritar que seu irmão vai te ouvir, do jeito que você fala comigo, e vai te bater de novo.

Minha irmã não disse mais nada. Só se sentou. Vendo que a situação já tinha se acalmado, fui me sentar à mesa enquanto dizia para minha mãe:

Eu: Acabei de ouvir gritos, mãe. O que foi tudo isso?
Olhei para minha irmã e falei: — Por acaso não te falei para mudar sua atitude e não faltar com respeito à mãe? Quer que eu te bata de novo?

Minha irmã ficou com uma cara de medo. Claro que eu estava fingindo que não sabia de nada. Só queria ver qual seria a reação dela: se ia me desafiar ou me respeitar. Vendo a reação dela, soube que já começava a me respeitar. Minha mãe interrompeu meus pensamentos dizendo:

Mãe: Não, filho. Sua irmã não estava gritando comigo, só estava me contando uma coisa com muita empolgação. Entusiasmo, por isso que você ouviu vozes altas, né, amor? — disse minha mãe enquanto olhava pra minha irmã.
— Sim — respondeu minha irmã, tímida.
Suspirei e falei enquanto me sentava:

Eu: Ah, bom, já vai servindo a comida, mãe, que eu tenho que terminar um negócio do escritório.
Mãe: Sim, amor, já vou te servir.

Depois de comer, fui pro meu quarto terminar os relatórios, até que minha mãe interrompeu dizendo:

Mãe: Já vou dormir, amor. Falta muito no seu trabalho?

Eu: Não, mãe, já tô quase terminando. Falta umas horas, e depois vou dormir.

Mãe: Tá bom, filho, descansa.

Ela disse enquanto me dava um beijo na bochecha.

Eu: Sim, mãe, descansa também.

E assim meu dia terminava. Agora eu era quem tomava as decisões em casa e, sem perceber o poder que exercia, minha personalidade mudaria pra uma mais dominante, principalmente por causa dos acontecimentos dos dias seguintes, que fariam a relação de mãe e filho virar homem e mulher.

Depois de castigar minha irmã, nos dias seguintes ela melhorou a atitude. Minha mãe tava muito feliz porque agora ela obedecia e não respondia, mas eu não conseguia tirar da cabeça as imagens de mim castigando minha irmã. Não só isso, também imaginava minha mãe no lugar da minha irmã, eu dando palmadas nela. Só de pensar nessa situação, eu ficava excitado e acabava me masturbando 3 ou 4 vezes.

Um dia, tomei a decisão de que ela não me visse mais como filho, mas como homem. Então, firme com o que tinha planejado, fui até a sala onde minha mãe estava e falei:

— Mãe, tem um minuto? Quero falar com você.
— Sim, filho — disse ela enquanto desligava a TV —, o que foi, amor? Aconteceu alguma coisa?
— Não, não é nada grave, mãe. Só queria perguntar se amanhã você tá livre, porque quero te convidar pra um encontro.

Ela só sorriu e respondeu:
— Amanhã, como é domingo, não tenho nada pra fazer, então adoraria ir com você num encontro.
— Obrigado, mãe. Se prepara. —Vou te dar o melhor dia, gostosa —falei enquanto dava um beijo na bochecha dela.
—Claro, amor, vou estar esperando ansiosa pelo nosso encontro.

O dia passou normal, jantamos e depois fomos dormir. Eu não conseguia pegar no sono de tão empolgado que estava, até que finalmente consegui dormir.

No dia seguinte, estava me preparando para o encontro com a minha mãe e colocando em prática o plano de fazer com que ela não me visse mais como filho. Coloquei um terno preto e, sem mais delongas, esperei ela descer para irmos. Perdido nos meus pensamentos, ouço minha mãe dizer:

—Já estou pronta, amor, vamos.

Quando olhei para ela, fiquei de boca aberta de tão surpreso com o quanto ela era linda. Ela estava usando um vestido preto justo de manga curta, que chegava acima do joelho. O vestido fazia os peitos e a bunda dela se destacarem. Uns saltos pretos, lábios vermelhos... Enquanto admirava a beleza dela, um grito me trouxe de volta à realidade.

—Filha, seu irmão e eu já vamos! Aí você esquenta se tiver fome e se comporta.
—Sim, mãe!

Minha mãe me olhou e, com uma risada provocante, disse:

—Vamos, filho.
—Sim —respondi enquanto me dirigia para fora de casa.

Enquanto estávamos no carro, minha mãe me olhou e disse:

—E aonde você pretende me levar, filho?

Para realizar meu plano, eu precisava que, durante aquele dia, ela não me chamasse de filho. Então, olhando nos olhos dela, falei:

—Ei, mãe, estava pensando: para tornar nosso encontro mais interessante, durante o dia todo vamos nos chamar como se fôssemos amantes. O que você acha da ideia?

Surpresa com o que eu tinha dito, ela só me deu um sorriso e respondeu:

—Querido, aonde você pretende me levar?
—Estava pensando em irmos primeiro ao cinema ver aquele filme de romance que você tanto queria ver, amor.
—Sério, querido? Estou muito animada! Minhas amigas me falaram que o filme é muito bom.
—Que bom que você gostou da ideia, amor.

Durante todo o caminho, fomos conversando, até que finalmente chegamos. Ela vai sair do carro quando eu digo:

—Espera... querida — saio rápido do carro e me apresso pra abrir a porta pra ela.
Ela desce com toda elegância e me diz:
— Obrigada, amor, você é um verdadeiro cavalheiro.
Eu só sorrio e a gente segue pra entrada do cinema, nisso minha mãe me segura pelo braço e, inclinando a cabeça, me pergunta:
— Aconteceu alguma coisa, querido?
— Não, nada, love, vamos — falei enquanto sorria pra ela.
Qualquer um que nos visse agir assim diria que éramos amantes, pensando que tudo estava saindo perfeitamente. Sem mais, fomos comprar pipoca e refrigerantes, depois fomos pra sala e sentamos na fileira de trás. O filme durou umas hora e meia, foi divertido, e parece que minha mãe gostou muito. Depois de sair do cinema, convidei ela pra jantar. Durante o jantar, ficamos conversando sobre várias coisas, parecia que meu encontro era um sucesso, mas eu precisava dar o próximo passo: beijá-la. Quando voltávamos pra casa, vi um parque e falei:
— Meu love, você gostaria de dar uma volta naquele parque?
— Sim, querido, vamos.
Minha mãe me pegou pelo braço e, sem mais, começamos a caminhar, até que decidimos sentar num banco. Foi quando ela me disse:
— Foi um dia maravilhoso, querido. Sem dúvida, você vai fazer feliz qualquer outra garota da sua idade.
Reparo que as últimas palavras ela fala com uma cara triste, então eu pego na mão dela e digo:
— Só tem uma mulher que eu quero fazer feliz, e é você, meu love.
— Obrigada pelas suas doces palavras, love, mas um dia você vai arrumar uma namorada e eu vou ficar sozinha.
— Claro que não, só tem uma mulher nesse mundo que pode me fazer feliz — falo enquanto olho nos olhos dela.
A gente se olha por uns minutos até que minha mãe se levanta e diz:
— É hora de voltar pra casa.
— É, vamos voltar pra casa.

No caminho de volta, eu tava me amaldiçoando por ter perdido uma grande chance de beijá-la. Quando chegamos em casa, percebo que minha irmã tava discutindo com uma das amigas da minha mãe. Me aproximo da minha irmã e pergunto:
— Aconteceu alguma coisa?
— Irmão, essa senhora tava insistindo em falar com Mamãe e que ela não se escondesse e pagasse o que devia.
Minha mãe, ao ouvir a conversa, interrompe e olha para a senhora, preocupada, e diz:
—Claudia, te falei que ia te pagar, só me espera. Por que você veio?
—Você vem dizendo isso há um mês e eu não vejo o dinheiro — disse ela, muito puta.

Eu não sabia por que minha mãe devia dinheiro pra aquela senhora, então cortei a conversa, olhei pra minha mãe e perguntei:
—Por que você deve dinheiro pra essa mulher?
Minha mãe só baixou a cabeça, sem me responder, quando a senhora me diz:
—Foi há um mês, numa festa, a gente jogava pôquer e sua mãe acabou perdendo quatro mil pesos.

Eu fiquei chocado, porque tanto meu pai quanto minha mãe não gostavam de apostar, e se um dia nos vissem apostando, iam nos punir feio, já que isso prejudicaria nosso futuro. Então não sei por que minha mãe apostaria essa grana toda. Olhei pra ela, que continuava de cabeça baixa. Tirei minha carteira, paguei o valor e falei pra senhora:
—Aqui está o que minha mãe te deve. Tá resolvido. Vamos embora, mãe, irmã, vamos pra dentro de casa.
—É, eu também vou. Tchau, Raquel — disse a senhora, se despedindo da minha mãe.

Ao entrar em casa, olhei pra minha irmã e falei:
—Vai pro teu quarto, que preciso falar com a mamãe.
—Mas, irmão?
—Obedece teu irmão, vai pro teu quarto — disse minha mãe, sentando no sofá.
—Tá bom, vou dormir — falou minha irmã.
—Pode ir, filha, descansa.

Minha irmã foi pro quarto. Ficamos só eu e minha mãe na sala. Ela não dizia nada, só de cabeça baixa. Eu pensei que essa era minha chance de realizar as fantasias que tinha com ela. De repente, ouço a voz da minha mãe:
—Desculpa, filho. Eu sei que seu pai e eu sempre ensinamos vocês a nunca apostar, e no fim acabei dando um mau exemplo pra vocês.
—Por que você fez isso?
—Tava triste pela perda do seu pai, queria me distrair, então fui a... A festa de umas amigas, depois elas queriam que a gente jogasse pôquer. Eu já ia vazar da festa, mas elas insistiram que era só pra jogar um pouco, e que ia me fazer bem pra espairecer. No começo, a gente só jogava sem apostar nada, mas depois começaram a apostar. Pra ser sincero, eu tava me divertindo, então decidi apostar uma graninha e depois cair fora. Mas no final, acabei perdendo os 4 mil pesos. Eu não tinha o dinheiro ali na hora, então falei pra Claudia que ia pagar, mas que esperasse. No fim, esse mês só consegui juntar 2 mil pesos. Ia dar pra ela e pedir mais um tempo, mas não pensei que ela viria aqui em casa. Desculpa, filho, eu decepcionei vocês — disse minha mãe, baixando a cabeça.

— Tudo bem, mãe, eu entendo. Mas já que você fez merda, eu tenho que te punir — falei, olhando pra ela.

— Eh, filho, eu entendo sua raiva, mas... vai me punir igual à sua irmã mesmo?

— Sim, então você decide, mãe. Vamos pro seu quarto na boa ou na marra.

Naquela situação e vendo a oportunidade que tinha, minha atitude dominante começou a aparecer. Só de pensar na cena já me deixava excitado. De repente, vejo minha mãe levantar do sofá e ir pro quarto dela. Eu, com um sorriso, acompanho ela por trás.

Entramos no quarto dela. Vou até a penteadeira da minha mãe pegar a cadeira e colocar num espaço amplo onde eu pudesse punir ela. Tiro meu colete e sento na cadeira. Olho pra minha mãe e falo:

— Levanta o vestido.

Minha mãe continuava sem dizer nada. Quando vejo ela começando a me obedecer, notei que ela levantava o vestido de um jeito provocante. Quando chegou na cintura, fiquei surpreso com a roupa íntima que ela tava usando. Era uma calcinha preta de renda com uma cinta-liga que combinava com as meias pretas dela. Ver aquela cena me excitou ainda mais, e sem perder tempo, falei:

— Deita de bruços no meu colo, Raquel.

Dessa vez, chamei ela pelo nome porque queria que ela soubesse. que não era filho dela naquele momento, quem ia castigar ela seria o homem dela. O que mais me surpreendeu foi o que ela disse:
— Sim, Amo.
A resposta que ela deu eu não esperava. Será que essa situação tá excitando ela? Por que ela me chamou de amo? Será que ela é submissa? Os pensamentos que eu tinha só me deixavam mais excitado. Quando vejo que minha mãe já tinha se acomodado na posição que eu mandei, eu falo:
— Você vai levar Dez palmadas com a minha mão, e espero que aprenda a lição, Raquel.
— Sim, amo, vou receber com prazer, já que esse é meu castigo por ter me comportado mal — disse minha mãe enquanto rebolava a bunda.
O que tava acontecendo? Sem dúvida, nunca esperava essa atitude da minha mãe. Pensei que ia demorar pra ela me ver como o homem dela, já que a atitude dela era de uma mulher séria. Ver essa postura submissa da minha mãe tava me surpreendendo e excitando.
Levanto minha mão e bato com força na bunda direita dela. Só ouvi um gemido leve da minha mãe. Levanto a mão de novo, mas dessa vez acerto a bunda esquerda. Fui batendo alternando entre direita e esquerda até completar as 10 palmadas. Com minha mãe de bruços e a bunda vermelha, falei:
— Espero que tenha aprendido a lição, Raquel.
— Sim, amo, não vou mais desobedecer.
Eu sabia que isso não podia acabar aqui. Essa era minha chance de fazer ela minha. Então, com isso na cabeça, mando ela ficar de pé. Quando ela levanta, eu me levanto da cadeira e olho nos olhos dela. Ela devolve o olhar e diz:
— Acho que preciso ir me trocar.
Seguro o braço dela e, sem dizer nada, dou um beijo na boca dela. Ela não me rejeita, só se encaixa no beijo, e percebo as mãos dela indo pra minha cabeça. Pego ela pela cintura e carrego até a parede do quarto sem parar de beijar. Quando vou tirar minha camisa, ouço a campainha, e minha mãe separa os lábios dos meus e diz:
— Preciso ir ver quem tá batendo na porta, amo. Eu estava beijando o pescoço dela, impedindo que escapasse, notei que ela continuava me chamando de "amo", o que me excitou ainda mais do que eu já estava. Mas a campainha não parava de tocar desesperadamente, o que me desconcentrava, porque quem estava tocando era bem irritante.

Irritado, me afastei dela, fui pegar meu colete, mas antes de sair do quarto, falei pra minha mãe:
— Vou ver quem é. Não quero que você saia do quarto até eu voltar. Se me desobedecer, vou te castigar de novo, entendeu?
— Sim, amo, vou esperar — disse minha mãe, enquanto arrumava o vestido dela.

Desci rápido pra resolver a história da campainha e voltar logo pro quarto, mas não sabia que naquele dia eu não ia conseguir avançar mais com minha mãe, porque a pessoa que estava batendo na porta ia estragar meus planos, e pegá-la ia ter que ficar pra outro dia.

Continua...

4 comentários - De mi madre a mi esposa

Muy bien relato q rico espero en el otro hagas tuya a tu hermana también saludos