Hoje vou contar pra vocês a vez que, por causa do peido da minha namorada e da chuva, eu comi um cara. Bianca, minha namorada, tinha me provocado o dia inteiro, naquela noite a gente tinha uma festa e meus pais estavam viajando, então ela ia dormir lá em casa. Ela ficou me contando as coisas que queria fazer e que tinha comprado lingerie especial pra aquela noite. Na festa, obviamente a provocação era ainda maior com as roçadas na dança e os beijos, em várias oportunidades eu coloquei a mão por baixo da saia dela e dava pra sentir o quanto ela tava molhada. Quando a festa acabou, a gente voltou pra minha casa, que era a poucas quadras, e o melhor amigo dela, Gabriel, veio junto. Todo mundo no meu grupo suspeitava que ele era gay, mas o cara tinha namorada e sempre negava. Assim que saímos do lugar, vimos que vinha uma tempestade de verão daquelas bravas, e quando a gente tava chegando na minha casa, desabou. Minha namorada, que tava bem bêbada, me pediu pra deixar o amigo entrar pra esperar um Uber até a casa dele. Eu queria me matar, a única coisa que eu queria era comer ela. B: Vem cá, gordito, deixa a Gabi esperar com a gente – me provocando e acariciando meu braço –
Y: Ela não vai mais embora e eu preciso te comer
B: A gente tem o resto da noite e o fim de semana inteiro pra transar, te prometo que vou compensar você
Y: ok, então deixa ela subir Subimos pro apartamento. Ofereci umas roupas pra Gabi e fui me trocar no quarto dos meus pais. Quando voltei pra sala, encontrei minha namorada completamente apagada no sofá grande – o álcool tinha vencido ela – e o amigo dela sentado na outra ponta do sofá. Sentei numa das poltronas individuais, puto pra caralho, sabendo que não ia conseguir gozar e queria me matar. O cara tentava puxar papo, mas eu tava tão seco que ele percebeu que não era bem-vindo ali, e minha raiva era com ele. G: Tem alguma coisa comigo?
Y: Não, não, esquece
G: Fala, não sou otário, o que foi
Y: É nada, Gabi, que nessa altura eu já devia estar comendo ela, não conversando com você – enquanto olhava minha mina largada no sofá, mostrando uma calcinha fio-dental de renda rosa que dava pra ver que tava molhada
G: Ah, desculpa, você tem razão, não percebi
Y: Já foi, vou bater uma antes de dormir
G: Capaz que não precisa, eu não tenho buceta igual ela, mas tenho uma boca e uma bundinha que tão morrendo de vontade de sentir um pau
Nessa hora ela se levantou e puxou pra baixo o moletom que eu tinha emprestado, deixando à mostra uma calcinha fio-dental preta de renda, se aproximou de mim e se ajoelhou aos meus pés
G: Vai, deixa eu chupar ele pelo menos, a Bianca vive falando do seu pau e eu tô morrendo de vontade de provar Não sei se foi o álcool ou o tesão, mas baixei a calça e a cueca de uma vez, e o cara, sem dizer uma palavra, meteu meu pau na boca dele e começou a chupar como se a vida dele dependesse daquilo. Enquanto isso, eu via ele com uma das mãos começando a acariciar a própria virilha, e escapava pelo lado um pauzinho pequeno que começava a endurecer. Não sei quanto tempo ele ficou me chupando, ele fazia incrível, e a imagem da minha mina na nossa frente me deixava ainda mais excitado. Y: vai me fazer gozar
G: é isso que eu quero, seu gozo
Y: vai tomar tudo?
G: tudo, não mentia, Bian, sua pica é linda, adoro ela Não aguentei mais e gozei na boca dela, literalmente ela engoliu até a última gota e quando eu tirei, ela passou a língua pra deixar bem limpinha. Y: chupaste muitas pirocas, puta?
G: é a minha segunda, tô indo bem?
Y: muito bem Gabi parou, a imagem da bucetinha dela por trás da fio dental, longe de me assustar, acho que me deixou ainda mais excitado, e passei a mão, o que fez ela gemer. Ela se virou como se fosse voltar pro sofá e, pra ser sincero, o cara tinha uma raba linda, melhor até que a da minha namorada. Y: Pra onde cê vai?
G: Me trocar
Y: Isso não acabou Eu puxei ele pra perto de mim, afastei a tanga e, sem falar nada, comecei a chupar a bunda dele e a dilatar a rabeta com meus dedos enquanto passava a mão na pica dele. Depois de um tempo assim, percebi que ele tava com a pica dura de novo, então me joguei no sofá e puxei ele pra cima de mim. Y: Aquela bundinha minúscula tua, já usou também?
G: Não, é virgem
Y: A partir de hoje, não é mais
G: Você tá me deixando louca, papai, olha se a Bian acorda
Y: Quem sabe ela não se anima e começa a chupar essa piroquinha que você tem – fiz ela sentar em cima de mim, apoiando a rola entre as nádegas enquanto a masturbava –
G: Você vai meter em mim?
Y: Quando você pedir por favor
G: Sério? Por favor, não espera mais, mete em mim, me come toda, me come igual você come a Bian Levantei ele um pouquinho e apontei meu pau pro cuzinho dela, ela começou a descer devagar mas tava doendo
E: relaxa
G: é muito grossa, melhor eu te chupar de novo
E: nada disso, hoje você vai levar pirocada como uma boa putinha Acelera a punheta no pau dele e parece que isso ativou ele, que se deixou cair sozinho, engolindo o pau inteiro. Deu um gritinho que pensei que ia acordar minha namorada, mas só fez ela se mexer um pouco. Nos olhos da Gabi tinham lágrimas, e ela começou a se levantar. Pensei que tinha se assustado e ia querer ir embora, mas não. Ela começou a se mover, cada vez mais forte, e a gemer. Y: cê gosta, viu, putinha?
G: adoro, vai me dar a porra toda?
Y: toda, você vai embora com a buceta cheia de porra
G: sim, por favor Não sei quanto tempo passou, mas ela começou a gozar. Mesmo tendo uma rola pequena, gozou pra caralho, sujando as pernas dela e as minhas. E as contrações da bunda dela simplesmente ordenharam minha pica. Eu me deixei ir dentro dela enquanto minha mão tapava a boca dela pra abafar os gemidos que iam acordar minha namorada. Quando finalmente gozei, ela ficou uns segundos sentada em cima de mim, recuperando o fôlego, e depois de uns segundos se levantou — dava pra ver a porra escorrendo da bunda dela. E antes que ela fizesse qualquer coisa, eu puxei a calcinha fio-dental de volta e ajeitei nela, e ela só voltou pro sofá onde minha namorada estava, arrumando a calça. Não trocamos mais uma palavra. A última coisa que saiu da boca dela foi um "obrigada". Eu fui tomar banho e, quando saí só de toalha, minha namorada estava acordada, embora ainda bêbada. Sentei no sofá grande com as duas do meu lado, e minha namorada começou a brincar com a mão na minha toalha, o que obviamente fez minha pica endurecer e escapar dela.
B: "Desculpa, Gabi, não olha, mas não aguento mais."
Bianca, sem dizer uma palavra, tirou a calcinha e montou de frente em mim, enfiando toda a rola que minutos antes tinha estado no amigo dela dentro da buceta dela, que estava realmente molhada. E enquanto me beijava, começou a me comer. Eu pude ver o amigo dela tirar a pica da calça e começar a bater uma nos vendo, mas não sei se gozou de novo. Depois de alguns minutos, eu gozei de novo, dessa vez dentro da minha namorada, e aí me despedi delas e fui pra minha cama, não aguentava mais. Caí no sono. No dia seguinte, quando acordei, só minha namorada estava dormindo do meu lado. Nunca soube quando o amigo dela foi embora.
Y: Ela não vai mais embora e eu preciso te comer
B: A gente tem o resto da noite e o fim de semana inteiro pra transar, te prometo que vou compensar você
Y: ok, então deixa ela subir Subimos pro apartamento. Ofereci umas roupas pra Gabi e fui me trocar no quarto dos meus pais. Quando voltei pra sala, encontrei minha namorada completamente apagada no sofá grande – o álcool tinha vencido ela – e o amigo dela sentado na outra ponta do sofá. Sentei numa das poltronas individuais, puto pra caralho, sabendo que não ia conseguir gozar e queria me matar. O cara tentava puxar papo, mas eu tava tão seco que ele percebeu que não era bem-vindo ali, e minha raiva era com ele. G: Tem alguma coisa comigo?
Y: Não, não, esquece
G: Fala, não sou otário, o que foi
Y: É nada, Gabi, que nessa altura eu já devia estar comendo ela, não conversando com você – enquanto olhava minha mina largada no sofá, mostrando uma calcinha fio-dental de renda rosa que dava pra ver que tava molhada
G: Ah, desculpa, você tem razão, não percebi
Y: Já foi, vou bater uma antes de dormir
G: Capaz que não precisa, eu não tenho buceta igual ela, mas tenho uma boca e uma bundinha que tão morrendo de vontade de sentir um pau
Nessa hora ela se levantou e puxou pra baixo o moletom que eu tinha emprestado, deixando à mostra uma calcinha fio-dental preta de renda, se aproximou de mim e se ajoelhou aos meus pés
G: Vai, deixa eu chupar ele pelo menos, a Bianca vive falando do seu pau e eu tô morrendo de vontade de provar Não sei se foi o álcool ou o tesão, mas baixei a calça e a cueca de uma vez, e o cara, sem dizer uma palavra, meteu meu pau na boca dele e começou a chupar como se a vida dele dependesse daquilo. Enquanto isso, eu via ele com uma das mãos começando a acariciar a própria virilha, e escapava pelo lado um pauzinho pequeno que começava a endurecer. Não sei quanto tempo ele ficou me chupando, ele fazia incrível, e a imagem da minha mina na nossa frente me deixava ainda mais excitado. Y: vai me fazer gozar
G: é isso que eu quero, seu gozo
Y: vai tomar tudo?
G: tudo, não mentia, Bian, sua pica é linda, adoro ela Não aguentei mais e gozei na boca dela, literalmente ela engoliu até a última gota e quando eu tirei, ela passou a língua pra deixar bem limpinha. Y: chupaste muitas pirocas, puta?
G: é a minha segunda, tô indo bem?
Y: muito bem Gabi parou, a imagem da bucetinha dela por trás da fio dental, longe de me assustar, acho que me deixou ainda mais excitado, e passei a mão, o que fez ela gemer. Ela se virou como se fosse voltar pro sofá e, pra ser sincero, o cara tinha uma raba linda, melhor até que a da minha namorada. Y: Pra onde cê vai?
G: Me trocar
Y: Isso não acabou Eu puxei ele pra perto de mim, afastei a tanga e, sem falar nada, comecei a chupar a bunda dele e a dilatar a rabeta com meus dedos enquanto passava a mão na pica dele. Depois de um tempo assim, percebi que ele tava com a pica dura de novo, então me joguei no sofá e puxei ele pra cima de mim. Y: Aquela bundinha minúscula tua, já usou também?
G: Não, é virgem
Y: A partir de hoje, não é mais
G: Você tá me deixando louca, papai, olha se a Bian acorda
Y: Quem sabe ela não se anima e começa a chupar essa piroquinha que você tem – fiz ela sentar em cima de mim, apoiando a rola entre as nádegas enquanto a masturbava –
G: Você vai meter em mim?
Y: Quando você pedir por favor
G: Sério? Por favor, não espera mais, mete em mim, me come toda, me come igual você come a Bian Levantei ele um pouquinho e apontei meu pau pro cuzinho dela, ela começou a descer devagar mas tava doendo
E: relaxa
G: é muito grossa, melhor eu te chupar de novo
E: nada disso, hoje você vai levar pirocada como uma boa putinha Acelera a punheta no pau dele e parece que isso ativou ele, que se deixou cair sozinho, engolindo o pau inteiro. Deu um gritinho que pensei que ia acordar minha namorada, mas só fez ela se mexer um pouco. Nos olhos da Gabi tinham lágrimas, e ela começou a se levantar. Pensei que tinha se assustado e ia querer ir embora, mas não. Ela começou a se mover, cada vez mais forte, e a gemer. Y: cê gosta, viu, putinha?
G: adoro, vai me dar a porra toda?
Y: toda, você vai embora com a buceta cheia de porra
G: sim, por favor Não sei quanto tempo passou, mas ela começou a gozar. Mesmo tendo uma rola pequena, gozou pra caralho, sujando as pernas dela e as minhas. E as contrações da bunda dela simplesmente ordenharam minha pica. Eu me deixei ir dentro dela enquanto minha mão tapava a boca dela pra abafar os gemidos que iam acordar minha namorada. Quando finalmente gozei, ela ficou uns segundos sentada em cima de mim, recuperando o fôlego, e depois de uns segundos se levantou — dava pra ver a porra escorrendo da bunda dela. E antes que ela fizesse qualquer coisa, eu puxei a calcinha fio-dental de volta e ajeitei nela, e ela só voltou pro sofá onde minha namorada estava, arrumando a calça. Não trocamos mais uma palavra. A última coisa que saiu da boca dela foi um "obrigada". Eu fui tomar banho e, quando saí só de toalha, minha namorada estava acordada, embora ainda bêbada. Sentei no sofá grande com as duas do meu lado, e minha namorada começou a brincar com a mão na minha toalha, o que obviamente fez minha pica endurecer e escapar dela.
B: "Desculpa, Gabi, não olha, mas não aguento mais."
Bianca, sem dizer uma palavra, tirou a calcinha e montou de frente em mim, enfiando toda a rola que minutos antes tinha estado no amigo dela dentro da buceta dela, que estava realmente molhada. E enquanto me beijava, começou a me comer. Eu pude ver o amigo dela tirar a pica da calça e começar a bater uma nos vendo, mas não sei se gozou de novo. Depois de alguns minutos, eu gozei de novo, dessa vez dentro da minha namorada, e aí me despedi delas e fui pra minha cama, não aguentava mais. Caí no sono. No dia seguinte, quando acordei, só minha namorada estava dormindo do meu lado. Nunca soube quando o amigo dela foi embora.
1 comentários - primera experiencia bi