Minha parceira me humilha

Vou numa escola onde, dos 19 alunos, contando comigo, só tem 3 caras. Você pensaria que é uma bênção, mas é exatamente o contrário. Tenho 1,65m, sou magro, com traços meio femininos, não sou forte e não sou muito sociável. Por causa disso tudo, sou o alvo favorito da minha valentona, Catalina, uma garota bonita, alta (1,76m) e muito forte comparada a mim. Ela adora me encher o saco e, mesmo que eu tente me defender, não tem muito o que fazer. Além de ser mais forte, a mãe dela é a diretora e a mima pra caralho, então ela sempre sai impune. Mas um dia ela levou tudo ao extremo.

Eu tava no pátio da escola quando notei a Catalina me pegando pelos ombros. Também vi a Belén, a melhor amiga dela.
Catalina: "E aí, putinha, tudo bem?"
Eu ignorei o insulto e respondi seco:
Eu: "O que você quer?"
Catalina ficou levemente irritada, mas continuou falando de boa:
Catalina: "Um passarinho me contou que você tem o pau minúsculo, certeza que é verdade. Pode me mostrar?"
Eu fiquei puto com o comentário:
Eu: "Que porra é essa que você tá falando?"
Catalina começou a passar a mão na minha calça, enquanto sussurrava:
Catalina: "Tira ele agora, pu-ti-nha."
Já tava de saco cheio. Afastei a mão dela e falei, já irritado:
Eu: "Para de me encher o saco."
Mal terminei a frase, Catalina me deu uma joelhada forte nas bolas. Antes que eu reagisse, ela me puxou pelos braços e me deu outra joelhada forte, aproveitando que me segurava pra girar o joelho de um lado pro outro enquanto esmagava meus ovos. Ficou nisso por uns segundos eternos e agonizantes até que ela me jogou no chão de barriga pra cima. Não dava pra acreditar, num instante ela me dominou completamente. Eu tava segurando as lágrimas de dor e humilhação, mas isso era só o começo.
Catalina: "Bom, vamos ver esse pau."
Eu vi a Belén começar a gravar enquanto a Catalina abaixava minha calça e minha cueca, e aí eu já tava chorando. Assim que ela terminou de tirar minha cueca, ouvi uma gargalhada forte:
Catalina: "KKKKKKKK, OLHA ISSO! SABIA QUE ERA UMA VADIA, MAS NEM TANTO. Eu me sentia totalmente impotente, a verdade é que meu pau não passava dos 4 cm e agora estavam filmando aquilo, mas isso não foi o pior. As risadas tão altas da Catalina chamaram a atenção das minhas outras colegas, que agora estavam vendo como eu era humilhado por completo.

Catalina: "Sabe de uma coisa? Só tem uma coisa que um merda como você merece ser: você vai virar meu escravo."

Ela disse essa última frase com total seriedade e firmeza, como se fosse uma ordem, mas eu estava puto da vida.

Eu: "Vou te matar, filha da pu…"

Não consegui terminar a frase. Antes disso, o chute da Catalina já estava enterrado nas minhas bolas, e não foi só um. Catalina começou a me chutar sem parar, sem piedade nenhuma, finalizando com uma pisada incrivelmente forte. Ela começou a falar, enquanto torcia e esmagava meu orgulho com o salto dela.

Catalina: "Não foi uma proposta, foi uma ordem. Entendeu, vadia?"

Eu não sabia o que fazer. Obviamente, não ia me humilhar daquele jeito, mas dizer que estava sentindo uma dor insuportável seria pouco. Não sei como ainda estava consciente, e me dava medo pensar no que aconteceria se eu desmaiasse na frente dela. Não tinha outra opção. Apesar da humilhação enorme, respondi do jeito mais submisso que consegui.

Eu: "Sim, entendi… senhora."

Catalina riu de leve, parou de me pisar e se sentou num banco que tinha perto.

Catalina: "Bom, escravo. Termina de tirar a roupa e fica de quatro, igual a putinha que você é."

Eu obedeci, cheio de vergonha.

Catalina: "Ótimo, vejo que você está entendendo, escravo. Agora…"

Catalina tirou o sapato do pé direito, mostrando a meia branca, estendeu ele na minha direção e disse, sádica:

Catalina: "Lamba."

Eu não entendia como tinha chegado naquele ponto. Tudo tinha acontecido rápido demais, mas não podia fazer nada. Ela realmente me dominou completamente, sem que eu pudesse fazer nada a respeito. Totalmente dominado, me arrastei até o pé dela e, na frente de todas as minhas colegas e da câmera da Belém, comecei a lamber o pé que tinha me dominado. Catalina não conseguia esconder a alegria, era como se tivesse esperado por isso a vida inteira. Catalina: sempre soube que você ia acabar assim, putinha, desde que te vi percebi que só servia pra ser meu escravo, essa é sua missão na vida, a única coisa que você presta, é isso que você merece. Catalina continuou me insultando daquele jeito enquanto eu lambia o pé dela submisso, enquanto todas as minhas colegas riam e tiravam fotos de como eu era totalmente escravizado, não existiam lágrimas pra expressar toda a angústia que eu tava sofrendo, toda a humilhação, vergonha e impotência que eu tava passando sem poder fazer nada, realmente era escravo dela. Ela me obrigou a lamber o outro pé dela, a desfilar pelado e a dizer na frente de todo mundo que eu era uma puta de pau curto. Eventualmente, a campainha tocou e ela mandou eu me vestir. Depois disso, de alguma forma, o resto do dia foi normal, durante o que sobrou da escola a Catalina agiu como se nada tivesse acontecido, embora eu tenha visto minhas colegas me olhando, fazendo comentários e rindo. No fim da aula, quando todo mundo tava indo embora, a Catalina me deu um tapão na bunda e sussurrou: Catalina: te espero amanhã, escravo, isso tá só começando. Eu assenti assustado e continuei andando pra casa, quando cheguei me deitei e vi como nos chats não paravam de passar fotos, vídeos e zoação do que aconteceu, eu não pude fazer nada além de chorar até dormir.

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