Mi sexualidad con mi sobrino - parte 1

Minha putinha tinha acabado de morrer. Já eram 10 anos com ela e eu me sentia péssimo. Ela era parte da família. E do outro lado do quarto, ouvia uns gemidos; constantes, abafados, e o rangido de uma cama de madeira, alguns sussurros que dava pra entender como putaria. Não tava com humor pra nada, só queria dormir, mas essa mistura de tristeza com raiva e um pouco de tesão tava me deixando louca. Depois de vários minutos, eles pararam.


No dia seguinte, quando acordei, vi meu sobrinho saindo. Na verdade, ele é sobrinho por afinidade, é neto da irmã do meu pai. Meio complicado, eu sei. Ele me cumprimentou, já que saímos quase ao mesmo tempo, e eu respondi, mas ainda estava irritada, não tinha dormido direito.


Fui os restos da minha putinha que criaram. Cheguei em casa e comecei a chorar, minha irmã me consolou um pouco. A partir daquele dia, me sentia sozinha. Nem eu nem minha irmã tínhamos casado. No entanto, já tínhamos filhos, mas nossos parceiros não moravam com a gente. Que estranho hoje em dia (sarcasmo).


Comecei a sair com minha irmã pra viajar e nos distrair, ela também tava triste porque a casada se sentia sozinha. A verdade é que ajudou pra caralho, porque a gente se aproximou mais. Nunca fomos tão unidas, mesmo tendo vivido a vida toda aqui.


Nessas férias, a gente foi pra praia. Pra ser sincero, fez muito bem pra nós duas. Mas também, pelo menos eu, percebi que meu corpo já não era mais o mesmo. O Oscar, o cara com quem eu tava saindo e que às vezes dormia comigo, não era lá essas coisas, pra ser sincera. Ele é bem passivo e na cama, meio morno. Mas na minha idade, ter alguém do meu lado já é lucro. Ou pelo menos é o que eu penso. Olha meu corpo, meus quadris, mesmo sendo meio largos, já têm umas estrias e celulite, não sou perfeita. Mas, apesar disso, minha bunda é carnuda. Tenho uma barriguinha e sou baixinha. Meus peitos são pequenos, até diria o tamanho, mas vocês nem sabem, são tipo do tamanho de umas toranjas normais.


A gente tava na piscina, as duas de short e camiseta por cima do biquíni. Bem coisa de coroa, né? Mas é o que a gente é. Entramos no mar uma hora depois e, como era de se esperar, saímos todas molhadas. Aí encontramos um casal de caras. O cara ficou me encarando, a camiseta toda colada no corpo. Ele me olhou com tesão e eu vi que tava com o pau todo marcado na sunga. Fiquei excitada e peguei a toalha pra ir me enxaguar. Me senti estranha.


No jantar, decidi vestir um vestido. Não me sentia totalmente à vontade, porque minhas pernas já não são mais as mesmas. Mas, no fim das contas, não posso ficar me preocupando sempre com o que vão pensar, então vesti. Saímos pra jantar e conversei tranquilamente com minha irmã sobre nossas vidas. Ambas concordamos que no amor não tivemos sorte, mas temos nossos filhos; ela uma filha e eu um filho, nenhum mora mais com a gente. Compartilhamos algumas experiências e me senti mais calma. Dois caras, um pouco mais novos, tipo uns cinco anos, nos chamaram pra dançar. Eles não dançavam tão bem, mas foi divertido. O que dançou comigo me deu uma cantada e foi gostoso se sentir desejada.


Quando cheguei no quarto, quase não consegui dormir. Percebi que, mesmo meu corpo não sendo perfeito nem me achando gostosa, ou não me considero assim, ainda atraía vários caras. Ou será que os homens são tão tarados que pegam qualquer coisa com bunda? Pode ser, mas eu segurava os olhares e isso já bastava. A ideia ficou na minha cabeça.


Talvez pra vocês pareça um pouco exagerado, mas eu cresci numa família meio reservada e preocupada com a expectativa dos outros. Sem muito carinho, meu pai morreu quando eu era jovem e minha mãe era dura. No fim de toda essa bagagem, acabamos sem uma família de verdade e levei muitos anos pra aceitar isso.


Quando voltei das férias, me sentia bem pra caralho, mas foi foda deixar aquela saudade de casa pra trás. Tentei me segurar e tocar minha vida o mais normal possível. Na entrada do prédio, encontrei meu sobrinho Marco. A gente se cumprimentou e ele ajudou a subir as malas. Batemos um papo, demos umas risadas. Lembrei que meu computador (que era dos dois) tava quebrado e perguntei se ele podia dar uma olhada depois. Ele disse que sim e a gente trocou os números. Nem tínhamos o número um do outro, e olha que moramos tão perto!


No trabalho, me arrumei um pouco mais do que o normal. Meia-calça, saia e blusa branca com um blazer. Meu quadril tava bem marcado e meus peitos, embora já meio caídos, com o sutiã ficavam no lugar haha. Eu percebia os olhares dos alunos e de alguns colegas. Trabalho numa escola como administrativa. Minhas colegas falaram que eu tava bonitona, que fazia tempo que não me arrumava. Isso me deu um pouco mais de confiança e eu retribuí o elogio. Saímos pra comer e a gente se divertiu pra caramba, verdade. Conversamos muito sobre homem, coisa que a gente nunca tinha feito. Por exemplo, eu não sabia que a Clara, uma senhora já casada, via pornô e fantasiava em dar o cu. Na idade dela, uns 45 anos, nunca tinha feito. Curioso, ela disse que não tinha intimidade com o marido. A Sara contou que gostava de ser maltratada, de ouvir putaria e que com o marido dela era assim. Eu falei que o marido dela não parecia ser desse tipo. Todas nós rimos. Eu confessei que queria ser comida de jeito selvagem. Uma vez tive um namorado mais novo que me tratou na pancada na cama. Mas desde então, ninguém mais.


Preciso confessar que eu não tinha apresentado o Oscar nas reuniões do trabalho. Ele sempre ia mal arrumado e a atitude dele é de um cara mais tranquilo e passivo. Mas, isso sim, me faz rir pra caralho. Por favor, homens, se vistam bem, façam suas mulheres rirem e sejam perguntadores sobre o que elas mais gostam. Não vá que elas te ponham um par de chifres.


Bom, naquela noite subimos pro quarto. Não contei pra ninguém. A gente tem um quarto tipo de serviço que usamos como quarto de hóspedes. Lá eu costumo dormir quando o Oscar vem ficar e minha irmã fica no apartamento. Vocês já sabem, por privacidade. Por isso ouvi meu sobrinho transando, porque os quartos são juntos. Quando cheguei de noite, a gente se esquentou muito e meteu. Mas fiquei com vontade, não passamos do papai-e-mamãe e de ladinho, e bem pouco tempo. Queria mais, mas ele ou não queria mais ou não conseguia. Me masturbei e tentei deixar ele duro de novo, mas já não deu. Nem tive mais vontade de continuar me tocando.


Pra completar a noite, meu sobrinho tava com alguém. Eu ouvia gemidos, mas eram mais como gritinhos, daquela voz fina e irritante. Mas isso não impedia de eu ficar excitada, ainda mais do jeito que eu tava. Ela falava umas coisas pro meu sobrinho tipo: "me dá mais, sim, enterra tudo em mim, vamos, quero pica". Nunca tinha feito assim e até me surpreendi um pouco, mas também tava muito tesuda. Aguentei uns vinte minutos nessa. E o Oscar roncando, puta merda.


No outro dia não encontrei eles. Saí cedo pro trabalho. Tomei banho, me arrumei e mais um dia. O dia inteiro fiquei pensando em conversar com o Oscar sobre nossos relacionamentos. Mil cenários imaginei.


Quando cheguei em casa à noite depois do trabalho, lembrei que tinha que renovar meu INE (identificação no México) e descobri que meu computador não tava pegando internet. Reiniciei o modem, fiz tudo normal e nada. Aí mandei mensagem pro Marco. Ele respondeu em alguns minutos e disse que passava aqui em uma hora, quando chegasse do trampo. Quando ele chegou, minha irmã tava indo pro mercado da semana. Foi aí que bateu o tesão da minha vida. Olhei pra ele e lembrei da noite. Também fiquei olhando pra ele, já era um homem, parecia forte. Devo dizer que praticamente vi ele crescer, agora tem 26 anos. E nem preciso falar, mas ele tem uma bunda gostosa e um volume que, puta merda, acho que não é normal. Vi quando ele se abaixou debaixo da escrivaninha pra ver o modem que tava lá embaixo e o CPU. Sim, eu sei, meu computador é velho.


Sem perceber, eu tava excitada e meu coração batia forte. Devia ser uma combinação de tudo. As conversas com minhas amigas, o sexo bosta da noite anterior, os gemidos daquela mina e os pensamentos que não consegui tirar da cabeça nessas semanas todas.


— Pronto, tia, acho que já deu.
— Vamos ver, filho, deixa eu ver se entra na internet — sentei na cadeira pra esperar.
— Já devia, tia. Ia sair ou por que tão arrumada, tia?
— haha, que isso, filho, sempre vou assim pra trabalhar
— Se eu vi ela esses dias, ela tá se vestindo diferente, não me diga que ela arranjou um gato por aí kkk
— A gente se arruma pra si mesma, não pros homens.
— Já já, tia, era brincadeira, eu sei — tava me sentindo meio agressiva.
—Mas é que… me arrumei diferente, era uma blusinha que tava largada aqui.
— Ficou bom, tia. Olha, clica aí, isso aí, e sua internet é essa. Acho que só tava desconfigurado, mas já reiniciei tudo e troquei o nome.
— Ah, beleza, já posso entrar, filho, muito obrigado. Agora tenho que me apressar pra resolver o documento do INE. Ei, quer um café?
— Se tia, tá bem
A gente ficou batendo papo sobre um monte de coisa boba, divertida. Percebi que o Marco era seguro, carismático e tinha um humor inteligente. Além disso, a gente falou umas paradas sobre a vida e eu notei que ele tinha um bom senso crítico. Mas depois as coisas mudaram pra um clima estranho que me deixou com tesão, mas também me deu medo.
— E aí, como vai com o Oscar, tia? A boa vida com ele, acorda super tarde, queria ser ele kkk
— hahaha é um preguiçoso, mas fazer o quê, ele também trabalha de tarde.
—Ah, já nem sabia, eu não conseguiria trabalhar de noite, que eu fico acordada.
— Que tal se você ficar acordada até tarde, haha
— Por que a senhora tá dizendo isso, tia? — aí eu senti que tinha caído numa armadilha, ou que eu mesma tinha me entregado.
— Bom, você não vai dormir, hahaha — ri nervosa
— bem, tia, umas amigas com quem eu saio — me senti decepcionada
— Você tem muita?
— Não, verdade, foi só uma vez. Não sabia que dava pra ouvir, tia, haha, desculpa.
— Se for alguma coisa — ela estava nervosa
— Eu nunca ouvi eles, haha
— Que absurdo, filho! Eu não grito desse jeito — me arrependi de falar, mas escapou.
— Talvez nunca tenham feito ela gritar
— Já chega! Temos que parar.
— Não queria te ofender, tia, achei que a gente tava brincando
— Tá de boa, não se preocupa. Valeu pela parada da internet.
— Tá bom tia, descansa, a gente se vê.


Aquela noite passei pensando em tudo. Não estava sendo eu mesma. Só consegui concluir que tava com tesão e mal cuidada, por mais que soe mal. E que nunca tinha realmente curtido minha sexualidade, apesar de já ter tido sinais de que não era indiferente aos homens.


Meus dedos estavam se esfregando contra meu pijama; acariciando minha buceta, pressionando os lábios. Enfiei a mão na minha calcinha e senti a umidade escapando, meus dedos ficaram cheios da viscosidade e, esfregando contra meus lábios, parecia que eles se beijavam. Não consegui evitar tocar meu botão e, com as pontas dos dedos, ir de um lado para o outro, pressionando, fazendo círculos. Por vontade própria, dois dos meus dedos deslizaram sem resistência para dentro de mim, se movendo deliciosamente, meu quadril empurrava pedindo um homem, mas os dedos brincavam lá dentro, tocando, roçando, entrando e saindo cada vez mais rápido e voltando aos meus lábios com mais sucos do que antes. Meu quadril empurrava forte contra o roçar dos meus dedos no meu clitóris. Minha outra mão entrou em ação, clamando por outro par de dedos, entrando e saindo, enquanto a outra mão acariciava meu clitóris faminto. Meu quadril teimoso, como se resistisse e pedisse um pedaço maior, minha mão teimosa entrando e saindo até que eu gozei.


Meu coração batia forte, querendo fugir, e com susto percebi que tinha molhado os lençóis. Nunca tinha me masturbado assim, nem tirado aquilo pra fora. Mas eu estava suando, acelerada, excitada, faminta.




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3 comentários - Mi sexualidad con mi sobrino - parte 1

10 pts, me dejaste caliente con esta historia esperando la continuación
Gracias !! Espero que más gente lo Vite y escriba 🙂
Falta la.continuacion
Si lo sé jaja espero más gente nos de puntos para saber que les has encantado 😀