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Capítulo 9
Acordo

So she opened her eyes and blinked, struggling against the heaviness of them. The sun flooded the room that, immediately recognized as her sister's. She turned her face towards her left side and found her there, with half her face buried in the pillow. A slight trail of saliva emerged from her open lips, bathing the small scar and her hair was a tangle of coppery curls that shone under the morning light. Her lips curved into a languid smile. Even asleep, disheveled and drooling, Lu seemed to her the most beautiful woman on the planet. She tried to sit up, but she felt a slight pain in her groin. Vivid memories of the previous night invaded her, from the incident at Zeus to the party at home and stopping at sex. A wave of images and sensations hit her suddenly and closed her legs like a reflex. She was feeling an incipient excitement again, remembering every caress, every touch, every word, every grip. She tried to remember the last time she had reached such an intense orgasm in the past, one that made her faint as this did. And couldn't. She wanted to blame the alcohol, but immediately denied it with a resigned smile. It was such a stupid excuse that she discarded it immediately. The context, the 'scene', as they called it inside the world of submissives and dominants, was the main culprit. Having exposed herself in such a passive way to a stranger and the feeling of vulnerability she felt when she was without underwear under a revealing dress with her friends, acting normally, hiding a secret that only she and her sister knew, had caused her excitement to reach ridiculous levels. And despite all the risks it entailed, she felt safe because Lu was with her and she was aware that she wouldn't let anything happen to her. She felt a hint of moisture rising in her groin that forced her to stop weighing things. Havia algo muito mais importante em que tinha que pensar agora. Apesar de ter sido a noite anterior tão maravilhosa, sabia que tinham que falar disso seriamente, esvaziar o que sentiam era necessário e saber em que porto se encontravam, e estava segura que sua irmã pensava o mesmo.
— Bom dia — a voz de Lu soou pastosa e suave. Eu sorri embalada e acariciei o cabelo espesso revoltado.
— Olá — respondi com languidez. A menor ainda acusava rastros de cansaço e a deliciosa sensação de dor continuava presente.«Delicioso dor», saiu-me um tornilhoPensou. — O que horas são? — Surpreendeu-se com a pergunta, procurou em todas as direções o seu celular, mas não sabia onde o havia deixado. Talvez na sala ou jogado em algum sofá da sala. Encontrou o telefone da sua irmã e o acionou. — Eh… quase onze horas. — Somos uns bocados preguiçosos — esticou-se bruscamente e introduziu o braço direito por baixo da sábana, correndo-a e enroscando-o sobre o ventre nu de So. A menor se surpreendeu com o gesto e ficou olhando o braço fornido que lhe proporcionava um toque suave. A menor voltou a emredar os dedos na desprolija cabellosa e começou a massagear suavemente o couro cabeludo. So acusou por primeira vez que sua irmã estava nua. Não recordava se havia feito isso enquanto mantinham relações, mas era a primeira vez que a via como Deus a trouxe ao mundo em um contexto tão íntimo que não duvidou em examiná-la. Recorreu à coluna que dividia a larga espalda e admirou os músculos da mesma. Descobriu que tinha um par de hematomas perto das costelas e um arranhão sobre o ombro direito, muito provavelmente causados durante algum partido ou prática recente. Seu cu, ainda nessa posição, mostrava-se voluptuoso e esbelto, a pele era muito mais pálida que os braços ou pernas, dando-lhe um aspecto mais delicado e feminino. So sentiu a necessidade incipiente de dar um mordisco, mas se contve. Mesma necessidade nasceu quando repassou os músculos tonificados dos joelhos e pantorrilhas. Inclusive sentiu um impulso de jogar com a fina corrente dourada que adornava seu tornozelo... com a língua. — Lu… — os pensamentos pecaminosos se acumulavam sem controle e So pensou que devia esclarecer a situação de uma vez por todas. — Ainda não — respondeu a maior, com a voz amortecida pela almofada. — Comamos primeiro, estou morrendo de fome. Nesse momento, um rugido emergiu do estômago de So, provocando uma pequena risada em sua irmã e o rubor nela. Terminou rindo também antes de despire-se e preparar-se para sair da cama.
2
O delicioso sanduíche de presunto e queijo fumava tão atraente que as duas garotas o devoraram em questão de minutos. Agora comiam um segundo prato com a mesma fome voraz. Apenas conversaram durante o tempo que estavam sentadas à mesa e a única conversa que trocaram foi para se entenderem e ver o capítulo sete deArcanaLas duas mulheres sentiam certa tensão no ambiente à medida que os minutos passavam e isso estava custando às duas. So sentia que o terreno firme que havia estado recuperando na relação com sua irmã mais nova pendia de um fio e se tornava outra vez uma areia movediça que a fazia insegura, o que lhe provocava pânico. Um medo que se refletia no repique do seu pé contra o chão enquanto ela olhava para o nada absoluto.
Lu a mirou fixamente e percebeu a expressiva mirada de sua irmã mais nova. Os olhos esmeraldas pareciam empanados por um vaho de incerteza e entendia perfeitamente porque estava assim. Depois de tudo, ela também sentia medo, mas este vinha projetado por um cenário completamente diferente.
Deu um último bocado à sua comida e limpou a comissura dos lábios com a toalha. Suspirou sonoramente e penteou o cabelo para trás, um gesto que não passou despercebido para So. Lu sentia que havia algum tipo de código estabelecido que havia sido quebrado, havia ultrapassado as barreiras morais em sua totalidade e que havia podrido tudo. Na sua mente, sua adorada irmã estava começando a sentir um óbvio rechazo por ela e não podia culpar, ela mesma havia começado a sentir um asco insipiente que tentou eliminar durante a rápida ducha que se deu antes do desjejum. Percibia sua pele pegajosa por seu próprio suor misturado com o de So, fazendo-a sentir suja e indigna. Se tallou o corpo com força, quase como se quisesse lastimar-se, castigando-se a si mesma por ter forçado a situação até levá-la ao limite.
Mas não sabia quantas equivocadas estava. Lógico de facto. Eu também o faria e... — Espere, o que? — So olhou com a testa franzida. — Estás dizendo que eu te forcei? — Eh... — Lu hesitou um momento, escolhendo cuidadosamente as palavras adequadas. — Não foi assim? — Vamos ver — Ana Sofía levou os dedos às suas têmporas e os massageou, acusando um dor de cabeça em surgimento. Não podia acreditar no que estava ouvindo. — Não sou estúpida, sabes? — Começou seu discurso. — Sei muito bem onde me meto, o caminho que tomo e seus possíveis destinos. Mas sobretudo, sei as consequências, ou pelo menos intuo-as Não sou uma mocinha manipulável a quem todo mundo pode levar pela mão para onde lhe deu vontade, Lu. Tenho critério e me decepciona que tenhas essa percepção de mim. — Não tenho essa percepção de ti — se defendeu com firmeza. Ofendia-o que So acreditasse que a tivesse em tão baixa estima. — Pois não parece — respondeu séria. — Não me forceaste a nada, de acordo? Ao menos não de forma literal, quero dizer... — se envergonhou, lembrando alguns detalhes. — Eu estava de acordo, me deixei levar porque eu quis e participei por iniciativa própria...em tudo. — señalou-a com o dedo. — Assim, não faças o papel de mártir e deixa de culpar. Lu tragou grosso e desviou a mirada. Estava avergonhada de si mesma e repreendia mentalmente por ter se imaginado um cenário que agora lhe parecia narcisista. Repassou todo o discurso de So, especialmente aquele em tudo do final. Sabia a que se referia e sabia que o sexo havia sido consensuado, mas isso só lhe fazia pensar que agora as duas estavam mal,Muito mal. Ana Lucía viu o sexo como o epicentro do prazer humano, uma experiência que não podia limitar-se à estrutura quadrada que lhe havia sido outorgada pela sociedade e por isso havia explorado tantas coisas até alcançar a cúspide de seu próprio goce. Sabia que ainda lhe restava um longo recorrido, tinha como tese de vida que as pessoas nunca deixavam de se descobrir, que cada um era um universo que mudava constantemente. No entanto, também tinha claros os limites e agora, ambas se encontravam muito afastadas deles.
— Então... Onde estamos agora? — Perguntou cautelosa.
— Não sei — respondeu igualmente precavida. Sinceramente não sabia em que ponto estavam nesse momento.
— Primeiro, aclararemos que ambas queríamos fazer isso — explicou Lu. Sua irmã assentiu. — Agora devemos decidir... Queremos seguir fazendo isso?
A menor sentiu medo da resposta que sua irmã poderia ter para essa pergunta. Ela estava consciente do que queria; à merda a sociedade e o que digam, o prazer que havia sentido na noite anterior não o havia experimentado nos vinte e um anos de experiência que tinha na vida. Mas também entendia que a única capaz de gerar isso nela era a mulher que tinha à frente, quem era sangue de sua sangre, o que fazia completamente aterrador.
— Você quer? — Perguntou vacilante, sentindo-se incapaz de responder sem saber os desejos de Lu antes.
A maior pensou e suspirou. Sua cabeça batalhava com todas as possíveis consequências, tanto negativas quanto positivas... e as negativas ganhavam por muitos pontos de diferença. No entanto, sempre foi uma mulher de riscos, de se lançar ao vácuo em busca do seu bem-estar e essas decisões, demasiado temerárias para muitos, lhe haviam levado a viver uma vida plena.
— Dir-lhe-ei uma coisa — disse. — É arriscado, é condenado pela sociedade, a moral e qualquer coisa que te venha à cabeça... e infelizmente, não nos apelidamosTargarien —So soltou uma gargalhada à frente da ocorrência, sentindo que a tensão esvaziava com a risa—, porque nossa família o condenaria muito mais rápido. Mas… — …, Mas? — Mordia-se o lábio inferior, presa de nervosismo. — Ninguém precisa saber de nada... vivemos sozinhas, não devemos nada a ninguém, mas o melhor para todos é que o que for que passe entre nós, fique só entre nós... ¿Entendes? Sopesou as palavras da irmã e chegou à mesma conclusão. — Então… — Então és minha sumisa — Lu pôs os cotovelos sobre a mesa, entrelaçou os dedos e usou-os para sustentar o queixo. Sua longa perna esticou até que os dedos alcançaram as pantorrilhas. Rasgou suavemente a pele com o indicador do polegar. Contornou todo o músculo da perna direita e se adentrou entre os muslos, alcançando seu sexo. — Sou — reafirmou. — Vou-te comprar um presente — disse sem parar de acariciar o pubis com os dedos dos pés. A suave tecelagem da braga começava a encharcar-se. — Um presente? — Questionou, sentindo os primeiros lametos da excitação. — Ah... — Emitiu, sentindo como sua irmã colocava os calcanhares sobre os apoios altos da cadeira e tomava uma posição quase deitada, com seu peso sendo sustentado apenas pela espinha alta e as pernas abertas. Estava se entregando a ela. — Já verás — finalizou, retirando o pé e levantando-se da mesa. Ficou-se perplexa, estava disposta a se entregar, a se deixar levar e Lu havia decidido deixá-la com o calor do seu pussy queimando quase dolorosamente. Reacomodou-se na cadeira e fechou as pernas como se alguém pudesse ver a grande mancha escura em sua roupa interior. — ¡Eres el diablo, Ana Lucía Menotti! — Não viste nada, mocosa. Não viste nada… 3 O ranger de sapatos no tablóncillo ressonava em todo o ginásio. O ambiente úmido e carregado era acompanhado dos silbatazos dados pelo treinador e os jades das jogadoras que corriam a toda velocidade de um extremo ao outro, elevadas pelas ordens e gritos de alientos dos preparadores físicos. Desde a segunda fila das gradas, So observava com atenção o treinamento. Sues coxas estavam juntas, evitando que a minifalda tableada que havia decidido usar esse dia mostrasse mais do que devia. O coto direito apoiava-se no seu muslo direito e o mento descansava na mão. As unhas estavam prolijamente pintadas com uma camada de cor granate que combinava perfeitamente com suas chuteiras Vans do mesmo cor e, curiosamente, com seu cabelo. O celular descansava na sua mão esquerda, a qual cruzava sobre as pernas, instintivamente em direção à sua mochila cuidadosamente colocada na cadeira seguinte.
Os olhos esmeralda de So enfocabam-se na outra pelirroja que sobressaía do resto. Sempre lhe surpreendia como, em comparação à vida cotidiana, Lu não se via tão gigante dentro da cancha. Inclusive havia um par de garotas mais altas que ela. O que ressaltava, e sobradamente, era no apartado físico; a menor das Menotti observava como as largadas zancadas de sua irmã lhe faziam avançar à maioria de suas companheiras em cada sprint. Também lhes permitiam reagir mais rápido para voltar após que sua mão esquerda descendsse até a linha.
So se imaginou a si mesma cumprindo um regime físico como o que fazia o time nos dias de mercredi e imediatamente negou com a cabeça. Era impossível, morreria no primeiro dia. Nem mesmo entendia como sua irmã suportava esse tipo de treinamento e terminava como se tivesse dado um pequeno passeio trotando pelo parque, enquanto o resto das jogadoras terminavam completamente exaustas.
Um forte silbato as sacou de suas cavilaciones e imediatamente, as atletas se detiveram. — ¡A lanzar tiros libres, senhoritas! ¡Dois grupos, o primeiro que chegue a trinta se larga, o que perde faz cinco sprints mais!
As garotas se dividiram sem muito problema em dois grupos de seis jogadoras e cada um se dirigiu para cada cesta. Para sua sorte, sua irmã estava no lado mais próximo dela. O pecho de Lu subía e descia exageradamente produto do esforço físico. A franelilla negra estava praticamente aderida à sua pele pelo suor que empapava seu corpo. Seu cabelo quase anaranjado jaz recolhido em uma Booty de cavalo alta, com os pequenos bucles húmidos caindo até a nuca. O pequeno short branco se esforçava por conter os voluptuosos glúteos, transparentando-se levemente na zona mais voluminosa de ambos. So se perdeu por um segundo nessa vista lasciva, até que o grito de vitória de uma das garotas do time de Lu fez reagir. O treinamento havia terminado.
A jovem se levantou da cadeira e desceu as escadas com calma, até se colocar ao bordo da pista. Saudou a um par de garotas do time que havia conhecido anteriormente e esperou paciente para que sua irmã se aproximasse.
Lu havia sido chamada pelo treinador, quem lhe comunicou um par de coisas que queria trabalhar na prática tática do viernes. Precisava da sua base estrela totalmente em sintonia com a estratégia, ela era a diretora de orquestra das Águias. Um aperto de mãos finalizou a conversação na metade da cancha, deu meia-volta e começou a caminhar até a banca. Uma gigantesca sonrisa se desenhou apenas se percatou da presença de sua irmã, acelerou o passo para chegar o mais rápido possível. So reconhecia perfeitamente qual era o bolso de sua irmã e ali estava, parada justo detrás dele.
— Olá — saudou So, repreendendo-se mentalmente quando se percatou da coqueteria que exalava cada um dos seus gestos.
— Ey… — respondeu Lu, rindo levemente ao ver a expressão típica no rosto de sua irmã quando se repreendia a si mesma. — Como vai o seu dia? Já terminaram suas aulas?
— Sim — afirmou. — Eu disse aos meninos que te esperaria para ir para casa juntas.
— Tens muito tempo esperando? —
Sentou-se no banco, secando seu rosto com uma toalha de mão antes de tomar seu termo. Levou o recipiente até a altura de seus lábios e o apertou para que o jato d'água gelada entrar na boca, refrescando-a imediatamente.Nah— So took one of Lu's hair waves that now lay within his reach and began to play with it. — I have about ten minutes only. They ran and threw. — Less good you didn't arrive earlier. Andreina vomited. — Ugh… — ¡I heard you, Menotti! — A brunette girl much taller than Lu but also thinner shouted. So thought she must be over 1.90 meters easily. The girls closest to her laughed and So saw the blush coloring her face, felt something of pity for that girl who made herself seem giant. Her reserved and introverted nature was far from her intimidating physical appearance. At least for someone as small as she. — I think it's time for me to go home and take a shower — Lu said. — That's what I was going to say. If we could pass by the house before leaving... — The tone was pleading. As if he were begging. — We can — replied with a smile as she pulled off her wet t-shirt and put it in her backpack. So's eyes instinctively moved to her sister when she realized that the only garment protecting her bare torso was the sports bra. However, she discovered that she wasn't the only one who had felt the desire to see her and discovered that at least a couple of girls were recreating with the sight of Lu's strong abs. She furrowed her brow and wondered how many of those girls her sister had been with. Immediately dismissed the thought. It was something she didn't want to know. — Ready? — Asked, trying to dispel the thoughts. — Yes — affirmed once she passed the long-sleeved sweatshirt over her head. She took the backpack, stood up and began walking towards the exit, followed by her sister. Now it was Lu who felt the need to see So's legs barely covered by the short beige skirt. — Less good you didn't bring your bike today... I don't know how you would have gotten on it with that skirt. — But you were the one who asked me to wear it today... — I know — a lopsided smile was more que fosse suficiente para que So intuísse que algo rondava a mente de Lu. E com esse simples gesto que parecia casual, bastou para sentir como seu estômago se contraía e um piquinho de excitação despertava seu desejo. 4 Os edifícios e lojas comerciais passavam como uma película através da janela. As ruas atestadas de pessoas que iam a seu próprio ritmo, dentro de sua própria bolha e as bocinas dos carros cada vez que um semáforo se pusesse em vermelho, verde ou amarelo. Não importava, todo mundo parecia ter pressa. So sempre pensou que o centro da cidade dava mais medo de dia que à noite, embora sua irmã lhe dissesse que estava louca por pensar aquilo. Durante as noites, não havia essa maré de gente que parecia mover-se comoZumbis, atropelando-se e aglomerando-se entre si, tampoco havia esse tráfego infernal e, especialmente, não existia esse estresse que parecia contagiar todo o mundo. O único bom era a diversidade de lojas que se encontravam abertas ao público. O que buscava, encontraría no centro.
Voltou a ver ela, Lu manteve a mirada para frente, o reflexo que se colava pelo parabrisas lhe dava de cheio no rosto, os olhos almendrados pareciam mais dourados do que de costume, quase amarelos e a pele bronzeada parecia brilhar ao igual que sua cabelera. Havia muito tempo que não havia reparado nas semelhanças faciais que compartilhava com ela, sua nariz ou os olhos, mesmo a forma do mento. Olhou-se no espelho retrovisor e descobriu quase idêntica, o que lhe fez sorrir e sorrisar ao mesmo tempo. A voz da cordura gritava-lhe que tudo o que pensava nesse momento estava mal, mas isso lhe provocava uma graça tão irônica que por momentos, acreditava ser maligna.
Aproveitou o pequeno vislumbre para verificar seu maquilhagem, havia decidido usar um pintalabios vermelho tão intenso que seus lábios se viam mais grossos e provocativos, combinando perfeitamente com sua cabelera e o corante da saia e esmalte de unhas. A blusa de seda negra apenas se transparentava com a luz que a banhava, deixando uma sugestiva, mas sutil visão do seu soutien. Olhou para baixo, garantindo-se que o par de botões estrategicamente desabotoado na parte superior mostrasse apenas o nascimento do seu escote. Sorriu ao se sentir satisfeita, cruzou elegantemente as pernas estilizadas pelo tacão de cinco centímetros das sandália e se acomodou no assento.
O veículo começou a descer a velocidade até parar frente a um local desconhecido. — Espere-me aqui — susurrou Lu antes de sair do veículo.
Rodeou o carro, introduzindo uma mão nos seus vaqueros azuis. O pantalão tinha leves rasgaduras estrategicamente posicionadas nos muslos, criando um desenho atraente. O sweater wide hid his worked physical, but left naked his right shoulder covered with small coffee spots and the clavicle hinted coquettishly at the outline of his chest. The bell ringing at the entrance and the leather boot resonating announced his arrival. Lu greeted the employee and handed her a bill. The girl read it carefully and with a gesture indicated he should wait for a moment. The smallest one observed attentively from the vehicle, the place seemed to be an artisanal workshop of leather goods and jewelry. In the showcases, wallets, purses, belts, and another jewel stood out. When the saleswoman returned, she handed him a small leather-covered box in purple color. Lu put it in his bag, thanked her, and walked back to the car. -- Now yes, Andrés. Let's go to the site. -- What is that? -- Curious, tried to open the wallet, but her sister snatched it from her hands. -- Leave the gossip, gossiper -- she said with a playful smile. -- Did you say gossip? -- Questioned with a fake offended tone. Lu let out a laugh. -- Yes, because you are one. So he stuck out his tongue and went back to sit down in the seat. -- Where are we going? -- To get something, I told you -- looked ahead again, with lips shining from paint, slightly smiling. -- But first, we're going to a special place. Curiosity ran through her entire system, but she knew it was useless to ask him directly, so it was better to wait patiently until they arrived. The boy drove around for about 15 minutes more, leaving the city center behind. They were practically at the other end of the city, a less crowded and more urban area, but still showed picturesque streets, with food places, a couple of coffee bars that caught their attention and one or another minimarket. The car turned onto the next corner and stopped in front of a white gate. There were no signs, no ads, nothing like that, in fact, at first glance it seemed uma casa bastante grande. O portão abriu-se após o menino se identificar, permitindo-lhes acesso. Um caminho rodeado por arbustos e flores-de-canela conduziu-os até o edifício. A fachada evidenciava que se tratava de uma casa antiga que havia sido reformada, pintada cuidadosamente com o mesmo cor branco. Ele se ergueu até quatro andares sobre elas e notei que havia vários ventanales de grande tamanho.Um hotel?Se perguntou, mas não se atreveu a fazer isso em voz alta.
Lu avançou e tocou a porta duas vezes. Instantes depois, uma mulher mais velha abriu. — ¡Ana! — Saudou com muita confiança, abraçando-a e beijando-lhe as bochechas.
So manteve-se à margem, observando curiosamente a cena. Aquela senhora vestia um conjunto elegante de saia reta até os tornozelos de cor vermelha ao lado de uma blusa branca que deixava ambos os ombros descobertos. Um imenso colar que parecia ser de ouro adornava seu pescoço, fazendo jogo com um anel precioso em seu anular. Parecia ser mais ou menos do tamanho de Lu, mas os gigantescos saltos de agulha das sandálias que calçava quase a colocavam à altura de Lu.
Ana Sofia intuiu que tinha uns 40 e tantos anos, o cabelo era ruivo ceniza, penteado cuidadosamente em cascata para seu lado direito. Tinha olhos penetrantes cafezados tão escuros como o tronco dos árvoles.
— Maria — Lu devolveu o cumprimento. — Como você está?
— Muito bem, muito bem — a mulher mostrou-lhes a estancia e as duas irmãs se adentraram. Deu uma sonrisa amigável à menor antes de falar. — Muito prazer, Maria Reyes.
— Oh… Ana Sofía — duvidou em dizer seu sobrenome. — Um prazer.
— Você estava muito tempo sem vir, não? — Cuestionou rodeando um grande mesa e sentando-se sobre uma cadeira presidencial. Detrás de ela havia um grande monitor com a imagem de um vídeo musical, no entanto, o que mais captou a atenção de So foi o escaparate exhibidor que havia detrás.
Os olhos percorreram rapidamente os objetos que jaziam cuidadosamente acomodados para que qualquer pessoa que entrasse os visse. Entre eles, destacavam-se chicotes de diferentes estilos, consoladores, mordazas e vários objetos de couro que desconhecia totalmente. Desviou o olhar rapidamente, sentindo-se uma criança pequena vendo algo que não devia. Sua face ardia e ela sabia, mas não podia fazer nada.
— Não tanto, alguns meses — Lu observava de reojo a reação de sua irmã. rechazará aquilo que batalha com o desejo. Não esperou mais e foi direto ao grano. — Eh… Maria, tens o que te pedi? — Alguma vez lhe falhei a uma de minhas clientes? — A mulher sorriu ególatra e extraiu uma pequena caixa quadrada de cor prateada de um dos gavetos e estendeu-a. — Segundo andar, quarto violeta — finalizou, concedendo-lhe uma chave com um pequeno chaveiro com o talho de uma flor de caiena de cor violeta. Lu tomou as chaves e em seguida agarrou-se à mão de Lu. Não a viu, mas a menor sentiu o toque frio e um leve tremor. Estava nervosa. 5
Aferida fortemente à mão de sua irmã, lutou contra os nervos. Tentou manter um semblante sereno, mas o leve tremor que percorria seu corpo era impossível de disfarçar. Ainda assim se arranjou para guiar as com templança até as escadas.
Cada degrau que subiam parecia um símbolo a uma ansiedade que começava a sentir-se fisicamente. O aperto de mãos fez-se muito mais intenso quando alcançaram o andar indicado por Maria, ao ponto que se desenhou uma mueca de dor no rosto de So. Ainda assim, não se atreveu a dizer nada, creia que a mínima alteração destruiria o ambiente que sua irmã queria criar.
O lugar yacía solitário e em silêncio, como se houvessem entrado a uma dimensão isolada do resto do mundo. Um imenso corredor se estendia frente a elas e apenas havia quatro portas de cores diferentes; vermelha, rosa, verde e, ao final, a violeta.
So podia ouvir o som do seu coração com clareza e quando começou a caminhar, os saltos dos tacões ressoaram como um instrumento de percussão. A linda porta estava pintada pulcramente de um violeta pálido e tinha uma linda flor de caiena gravada em suas molduras.
Lu introduziu a chave e a fechadura se desabou com um suave som metálico.
A porta se abriu e So segurou a respiração de forma involuntária enquanto seus pés se moveram com passo vacilante para dentro. Imediatamente soube que aquele lugar não era um simples hotel. A habitación era muito mais ampla que a do quarto de qualquer outro alojamento que conhecia. As paredes estavam pintadas de um tom púrpura muito mais escuro que o da porta ou o chaveiro. Lu deixou as chaves sobre um pequeno móvel que havia ao lado direito da entrada, debaixo de uma televisão de cerca de trinta polegadas. O som metálico capturou a atenção de So, quem olhou para sua irmã caminhar tranquilamente até a cama.
Um colchão imenso estava no meio da habitação, como se tratasse do epicentro de um grande quarto de jogos. Sua vista percorreu cada objeto que havia na habitação; na parede do lado esquerdo havia uma grande Cruz de São André empotrada, forrada de uma tela vermelha que se apreciava ao toque suave e com uma pequena tarima de madeira polida. As sujeções eram de um couro brilhante, ancladas a correntes de metal que brilhavam sob a luz branca das lâmpadas.
No fundo, pendurado das grossas vigas de metal que atravessavam o teto, havia uma espécie de arnês. Estava feito do mesmo material, sujeito por correntes grossas que indicavam que podiam suportar o peso de uma pessoa. Curiosamente, dos grossos travesaños também destacavam argollas grossas soldadas firmemente ao metal, que pareciam cuidadosamente feitas para ser usadas com as cordas de diferentes cores e grossuras, enroladas e penduradas em um gancho cravado na parede.
Lado direito destacava um móvel similar aos potros usados pelos ginastas, com a salvedade de que este se estreitava sobremaneira na parte superior, tomando uma forma triangular quando se apreciava de frente. A parte superior não era mais larga que um listão de madeira e se estimava acolchada e forrada de couro marron. A parte se via rígida, de madeira polida e com sujeções fixas de couro para as quatro extremidades, e mesmo surpreendeu ao ver que havia sido feita à medida para o pescoço.
Havia um par de móveis mais que So não pôde reconhecer, mas que se notavam eram terribly uncomfortable, as if they were being treated like torture instruments. He even noticed that one was too similar to the wooden shackles used in ancient times to imprison malefactors. The other seemed more like a rudimentary exploration table than anything else, with legs included. Only it wasn't just a simple polished wood table with a base on top where chains hung with strong fasteners.
Each thing he observed seemed scarier than the previous one. He swallowed thickly and felt the accumulation of sensations barricading itself in his stomach mouth. He couldn't understand what he was feeling at that moment; shame and fear were clear, but he could also perceive anxiety and excitement adhering to him like asíbiote,tão faminto e exigente de ser satisfeito. Imediatamente sentiu como sua barriga começava a emitir um calor incontrolável que se espalhava até seu rosto. — Bom — a voz de Lu soou áspera, rouca, mas calma, quase autoritária. Imediatamente captou a atenção da sua irmã. — Há alguns dias decidimos que continuaremos com... isso. Com onosso— A palavra nossa ressonou nos ouvidos de So. Era como se oficializava que realmente tinham algo, uma relação formal. — Além disso, confirmaste que és minha sumisa? És você? — Sou — disse como uma autômata, quase desesperada por se escutar o mais sincera possível. — Bem... — deu um passo adiante, com a caixa morada nas mãos. — As relações normalmente se selam com anéis, certo? — a menor movia a cabeça lentamente como gesto afirmativo. — Alguns usam pulseiras, colares... aqui não é diferente — abriu o cesto e So sentiu que seu coração se paralisava. Um colar de couro negro brilhante, acomodado delicadamente sobre um colchão de espuma forrado de terciopelo apresentou-se ante seus olhos. As costuras estavam cuidadosamente cosidas com fio prateado em uma zona da garganta, destacava uma pequena argola de prata com forma de coração. O couro apenas tinha um centímetro de largura, sendo tão discreto que aparentava mais ser uma gargantilha que um colar. Ainda assim, So sentiu que aquilo era o mais parecido a um anel de compromisso que alguma vez lhe haviam regalado. Com sumo cuidado, Lu o sacou da caixa e fez um sinal para sua irmã se virar. Quando obedeceu, retirou delicadamente a melena rojiza e rodeou o pescoço com o acessório. So acusou o firme ajuste em sua garganta, sentindo o couro aferrando-se à sua pele e o coração permanecendo fijo sobre sua garganta. As mãos de Lu a sustiveram nos ombros e a guiaram até o grande espelho montado na parede do fundo. Quando So observou seu reflexo, sentiu que o colar apertava mais, impedindo-a mesmo respirar, ou era ela que havia esquecido fazer isso. O coração martelava no peito, a imagem que viam seus olhos a fez sentir maniatada, como se seu corpo tivesse deixado de pertencer-lhe e agora fosse da mulher atrás dela. Não entendia por quê sentia aquilo, mas muito menos compreendia por que lhe fazia tão agradável. Aquela delgada tirinha de couro não se parecia em nada com... o mais mínimo em colares que havia visto na internet, mas era seu e com o passar dos segundos, foi caindo na conta do que isso significava; pertencia a alguém.A sua irmã.Sua respiração acelerou ao ponto em que precisou abrir a boca para deixar que o ar fresco corresse corretamente até os seus pulmões. Um dedo polegar carinhoso percorreu seu lábio inferior e posteriormente seu mento.
— Tócalo — susurrou Lu no seu ouvido.
Um calafrio percorreu a coluna vertebral e o sexo se contraiu. A mão direita trepidante foi tomada com firmeza pela de sua irmã, guiada lentamente até o acessório. Os dedos vacilantes apenas o tocaron, sentindo a suavidade e firmeza do couro. Apreciou cada detalhe; os bordos, os remaches frios e a dureza da fina prata.
Uma sensação estranha se espalhou na yema dos dedos, como se lhe queimasse, mas era um ardor placentero.
O desejo começou a desbordar em sua entreperna e inundou seus sentidos. Olhou para Lu, primeiro através do reflexo e posteriormente diretamente quando girou para ficar frente a ela. A maior sorriu ladeada, transmitindo-lhe toda a segurança que precisava.
Se estava nas suas mãos, tudo estava bem.
— Te gosta? — perguntou com um tom conciliador, separando-se dela e sentando-se na cama.
— Me encanta… — voltou a se mirar no espelho. Sentindo e olhando cada detalhe.
— Não é um colar definitivo, por isso, se deseas, podes qui… —
— Não — uma palavra contundente que soou quase desesperada, virando para encará-la.
A surpresa inicial deu lugar a uma expressão doce. Lu sorriu satisfeita, observando como lhe parecia bela sua irmã usando o colar que ela mesma havia mandado confeccionar. Sentia-se orgulhosa, era o primeiro colar que mandava perfeccionar e personalizar a medida; cada costura, o cor de couro, a argola com forma de coração, o grosor. Cada detalhe importava e passou dias projetando-o para ser suficientemente discreto e poder usar em qualquer momento se desejasse.
— Obrigada… — não sabia porquê disse isso, mas sentia uma necessidade incontida de agradecer.
Estava consciente que o colar não era um simples presente. Tinha um significado implícito que Era muito mais profundo, do que qualquer pessoa poderia imaginar, mas também entendia que tinha uma carga de morbosidade e até sadismo, no entanto, ela o sentia como o objeto de maior valor que lhe haviam dado alguma vez. Mirou sua irmã e seu rosto enrubescido furiosamente.
— Não é tudo — esgrimiu Lu, tomando uma pose mais altanera.
Havia cruzado as pernas e suas mãos se apoiavam nos lados. Seu peito estava erguido, lhe dando um aspecto muito mais alto do que tinha normalmente. Seus olhos haviam tomado essa expressão afiada que conseguia desarmar sua irmã.
Não se deu conta quando ou onde havia sacado a pequena caixa plateada que descansava sobre seu regazo, justamente na entreperna. — Toma-a — ordenou com uma sonrisa quase diabólica.
Caminhou com passo vacilante e tomou a caixa entre seus dedos. Temblava de emoção e excitação, mas não a abriu imediatamente. — O que é? — Perguntou vacilante.
— Para que o acordo se complete — começou a explicar. Pôs-se de pé e aproximou-se com passos firmes e seguros. Tomou a parte superior da caixa com muito cuidado e sem arrebatá-la das mãos. — Devo entregarte um presente —Transgressor, mas tenho de me assegurar de que o receberás satisfeita. — Transgressor? — A mente de So parecia uma locomotiva com sobrecarga de carvão funcionando a toda máquina. Essa palavra tinha demasiadas definições, mas nenhuma era inteiramente positiva. Com as faces vermelhas e passando saliva pela garganta com dificuldade, assentiu afirmativamente. — Aceito-o. — Sem importar o que haja dentro? — Sim... — Confias em mim? — Confio em ti… A pequena caixa se abriu, revelando um objeto cônico, tão brilhante como a prata da argola que agora adornava sua garganta. Não ultrapassava os quatro centímetros de diâmetro ou os cinco de altura, com uma base fina que terminava em uma bela joia cor granate. So não era ilusa, tampouco era uma ignorante do tema, sabia perfeitamente o que era aquele objeto e imediatamente, a simples visão provocou ondas de prazer. Lu tomou tanto o brinquedo como a caixa e caminhou até a cama até se sentar, fez um sinal para sua irmã com o dedo indicador para que se aproximasse e ela obedeceu. — Vire-se — ordenou autoritariamente, com voz rouca. So fez sem rechistar. As hábeis mãos da maior se posaram sobre os glúteos, palpando-os e apertando-os. Primeiramente timidamente, então sem pudor algum. Subiu a saia e a vista do cu com um pequeno pedaço de tecido de encaixe negro incrustado entre ambos músculos excitou-a. Voltou à sua tarefa, recreando-se com a visão e a sensação que lhe dava o suave e voluptuoso toque. Levou os lábios para o glúteo esquerdo e lhe deu um beijo suave e húmido antes de dar-lhe uma leve palmada que imediatamente enrubescia a zona. Foi fazer o mesmo com o direito antes de agarrar os dedos indicador e médio no laço da thong. Tirou a prenda com autoridade e ela desceu até os tornozelos, sua irmã nua lhe dava uma vista que lhe provocava demasiados maus desejos, mas se contida. Devia fazer as coisas bem, com calma. Devia manter a compostura. Voltou a massajar, essa vez com mais ímpeto. Abriu as nádegas, o estreito buraco do ânus e o úmido pussy ficaram à sua mercê. Um leve gemido entrou nos seus ouvidos, aumentando sua urgência. Elevou o rosto e viu sua irmã com os olhos muito apertados e com a boca levemente aberta, suas mãos se haviam fechado em punhos com tanta força que os nudos estavam brancos. Quis beijá-la, mas arruinaria a atmosfera morbosa que se esforçara em criar. Deixou sua mão direita separando o mais possível o cu e levou o dedo indicador da esquerda até seu sexo. Com o anverso, recorreu toda a abertura, sentindo os pliegues resbaladizos e viscosos, repetiu a ação com o reverso, ouvindo agora sim, um coro de solos eróticos.
O dedo deslizou-se até cinco vezes em ambas direções, assegurando-se de chegar em uma ou duas ocasiões até o clítoris que já se encontrava completamente inchado. Incluiu um segundo dedo, o médio, e repetiu o processo por cerca de um minuto, com seus 60 segundos completos.
Ela se encontrava com a espinha arqueada e os pés em pontas. Os espasmos da estimulação lhe haviam feito tomar uma posição onde seu cu havia quedado em pompa e seus ombros se haviam inclinado para frente. Seus joelhos tremiam de tensão e pequenas gotas de fluxo já humedeciam o piso abaixo dos seus pés.
Quando os dedos estiveram suficientemente lubrificados, mudou de objetivo, começando um movimento ascendente, roçando a pele sensível da zona entre a vagina e o ânus até alcançar o delicado buraco. Usou ambos os dedos para massajar externamente, assegurando-se de que a lubrificação o cobrisse em abundância. Levou a ponta do dedo médio e fez pressão, sentindo a força com que este se fechava.
— Relaxa — mandou. Ela nesse momento se deu conta de como tensa estava. Tinha medo mesmo de virar para ver ela. Respirou profundamente e tentou relaxar seus músculos.
Lu voltou a passar o dedo médio entre os lábios vaginais antes de conduzi-lo até o cu. Fez pressão uma vez mais, sentindo a entrada muito mais fácil. Aumentou a força, apreciando que o buraco cedia, deixando-o entrar. Retirou-o para repetir a ação até que as duas primeiras falanges se haveram perdido em seu interior.
Susspirou e jadeou ao advertir a invasão. Apertou os dentes quando um pequeno ardor começava a molestar, mas não disse nada, limitando-se a concentrar-se em facilitar o caminho quando sua irmã tentou entrar nela uma vez mais.
Não podia ver se havia entrado por completo, mas sentiu tão profundo que notou cada milímetro de longitude abandonando-a quando Lu a sacou. Susspirou sonoramente quando a unha acariciava a pele ao redor, aliviando a sensação molesta que lhe abrigava. O tacto parou apenas para começar a invasão total.
Um gemido sonoro incontido escapou de seus lábios quando sua irmã entrou com uma só estocada. Cada nervio em seu interior foi estimulado, mesmo pelos nós dos dedos chocando contra os glúteos. Lu girou a mão para um lado e depois para o outro, removendo seu interior. Quando deixou de perceber uma pressão dolorosa ao redor da base do seu dedo, intuiu que se havia acostumbrado ao grosso. Immediatamente começou um vaivém em seu interior, sacando-o e metendo-o a um ritmo constante. Adicionou um segundo dedo que acusou uma resistência muito mais frágil e com muito menos esforço, se perdeu no interior do buraco elástico.
So se sentia estranha. Era a primeira vez que jogava com essa parte tão pecaminosa e a sensação não era desagradável, mas tampouco era o prazer ensordecedor que sentia quando era estimulada pela vagina. Ainda assim, apreciar que seu cu já não oferecia nenhuma resistência e apenas acusava um leve, mas delicioso roçado nublava todos seus sentidos. Inclusive, chegou a pensar que agora, era seu ânus o que sugava com glotonería. E esse pensamento a levou ao primeiro espasmo previo ao orgasmo.
Lu se sentiu satisfeita ao apreciar a expansão e elasticidade que havia ganhado o cu de sua irmã. So agora se mostrava dispuesta, entregada à sonorização e, de facto, estava. Arrependia-se de não ter se atrevido a explorar esta parte do seu corpo no passado e experimentar um prazer que a estava levando ao clímax. Foi tanto o seu gozo que se sentiu abandonada quando os dedos saíram do seu interior.
Lu abriu ambas nádegas, apreciando o dilatado buraco alguns segundos. Tomou o plug anal com a mão esquerda, usando os dedos indicador e anular para sustentá-lo e o polegar para mantê-lo fixo. Repetiu a mesma ação e lubrificou-o com o agora abundante lubrificante natural da sua irmã. Quando concluiu que era suficiente, paseou-o em direção ascendente, até posicionar a ponta na entrada.
A menor deu um respingo e abriu os olhos quando acusou o frio metal. Girou a cabeça para ver o que estava acontecendo e viu sua irmã apontando diretamente ao seu traseiro com o brilhante joguete. Immediatamente sentiu como o estranho objeto começava a invadir e a preencher, expandindo seu ânus a níveis muito maiores do que haviam conseguido os dedos de Lu.
Apretou os dentes e a veia da sua garganta se tensou, mas contrariamente sua pelve se relaxou. Esta nova irrupção era muito maior, acusando até dor quando a parte mais grossa forçou a entrada. Immediatamente sentiu os mordiscos no seu glúteo direito, provocando-lhe centelhas de prazer que sacudiram o seu interior de prazer.
Sem se dar conta, ela mesma forçou a entrada, tragando-se o plug e tapando-se.
Quando sua mente esteve lo suficientemente lúcida, sentiu como se um raio a atravessava e a partia em dois. Estava aberta, rota e a vergonha trouxe à sua mente a palavra transgressor, ressoando em todos os seus sentidos. Sua irmã o havia dito, se o advertira e ainda assim ela o aceitou gustosa.
Sem uma luz cegadora e um suave click a sacaram de suas cavilaciones.
Lu se levantou, acariciou seu cu uma vez mais e a tomou do pescoço, obrigando-a a endireitar-se. Posicionou seu telefone celular frente aos seus olhos e uma imagem a... assaltou seu cu em primeiro plano, com sua pussy inchada e babeante ao lado de uma bela e brilhante joia justamente onde devia estar seu ânus, adornando-a. E assim, não pôde evitar derreter-se num orgasmo arrasador.BFF, talvez o capítulo mais longo até agora XD mais de 7K de palavras, mas o contrato está assinado!
Muitas graças por seguir até o momento, se gostarem do relato, deem-me saber através dos comentários. Também recordem que podem seguir-me no Twitter como @andy_relatos, onde publico coisas aleatórias e outras relacionadas com esta e outras histórias nas quais estou trabalhando. Também podem entrar na minhaMágicaonde estão todos os meus links, assim me ajudam em outras plataformas.
Vemos-nos na semana que vem!
Capítulo 9
Acordo

So she opened her eyes and blinked, struggling against the heaviness of them. The sun flooded the room that, immediately recognized as her sister's. She turned her face towards her left side and found her there, with half her face buried in the pillow. A slight trail of saliva emerged from her open lips, bathing the small scar and her hair was a tangle of coppery curls that shone under the morning light. Her lips curved into a languid smile. Even asleep, disheveled and drooling, Lu seemed to her the most beautiful woman on the planet. She tried to sit up, but she felt a slight pain in her groin. Vivid memories of the previous night invaded her, from the incident at Zeus to the party at home and stopping at sex. A wave of images and sensations hit her suddenly and closed her legs like a reflex. She was feeling an incipient excitement again, remembering every caress, every touch, every word, every grip. She tried to remember the last time she had reached such an intense orgasm in the past, one that made her faint as this did. And couldn't. She wanted to blame the alcohol, but immediately denied it with a resigned smile. It was such a stupid excuse that she discarded it immediately. The context, the 'scene', as they called it inside the world of submissives and dominants, was the main culprit. Having exposed herself in such a passive way to a stranger and the feeling of vulnerability she felt when she was without underwear under a revealing dress with her friends, acting normally, hiding a secret that only she and her sister knew, had caused her excitement to reach ridiculous levels. And despite all the risks it entailed, she felt safe because Lu was with her and she was aware that she wouldn't let anything happen to her. She felt a hint of moisture rising in her groin that forced her to stop weighing things. Havia algo muito mais importante em que tinha que pensar agora. Apesar de ter sido a noite anterior tão maravilhosa, sabia que tinham que falar disso seriamente, esvaziar o que sentiam era necessário e saber em que porto se encontravam, e estava segura que sua irmã pensava o mesmo.
— Bom dia — a voz de Lu soou pastosa e suave. Eu sorri embalada e acariciei o cabelo espesso revoltado.
— Olá — respondi com languidez. A menor ainda acusava rastros de cansaço e a deliciosa sensação de dor continuava presente.«Delicioso dor», saiu-me um tornilhoPensou. — O que horas são? — Surpreendeu-se com a pergunta, procurou em todas as direções o seu celular, mas não sabia onde o havia deixado. Talvez na sala ou jogado em algum sofá da sala. Encontrou o telefone da sua irmã e o acionou. — Eh… quase onze horas. — Somos uns bocados preguiçosos — esticou-se bruscamente e introduziu o braço direito por baixo da sábana, correndo-a e enroscando-o sobre o ventre nu de So. A menor se surpreendeu com o gesto e ficou olhando o braço fornido que lhe proporcionava um toque suave. A menor voltou a emredar os dedos na desprolija cabellosa e começou a massagear suavemente o couro cabeludo. So acusou por primeira vez que sua irmã estava nua. Não recordava se havia feito isso enquanto mantinham relações, mas era a primeira vez que a via como Deus a trouxe ao mundo em um contexto tão íntimo que não duvidou em examiná-la. Recorreu à coluna que dividia a larga espalda e admirou os músculos da mesma. Descobriu que tinha um par de hematomas perto das costelas e um arranhão sobre o ombro direito, muito provavelmente causados durante algum partido ou prática recente. Seu cu, ainda nessa posição, mostrava-se voluptuoso e esbelto, a pele era muito mais pálida que os braços ou pernas, dando-lhe um aspecto mais delicado e feminino. So sentiu a necessidade incipiente de dar um mordisco, mas se contve. Mesma necessidade nasceu quando repassou os músculos tonificados dos joelhos e pantorrilhas. Inclusive sentiu um impulso de jogar com a fina corrente dourada que adornava seu tornozelo... com a língua. — Lu… — os pensamentos pecaminosos se acumulavam sem controle e So pensou que devia esclarecer a situação de uma vez por todas. — Ainda não — respondeu a maior, com a voz amortecida pela almofada. — Comamos primeiro, estou morrendo de fome. Nesse momento, um rugido emergiu do estômago de So, provocando uma pequena risada em sua irmã e o rubor nela. Terminou rindo também antes de despire-se e preparar-se para sair da cama.
2
O delicioso sanduíche de presunto e queijo fumava tão atraente que as duas garotas o devoraram em questão de minutos. Agora comiam um segundo prato com a mesma fome voraz. Apenas conversaram durante o tempo que estavam sentadas à mesa e a única conversa que trocaram foi para se entenderem e ver o capítulo sete deArcanaLas duas mulheres sentiam certa tensão no ambiente à medida que os minutos passavam e isso estava custando às duas. So sentia que o terreno firme que havia estado recuperando na relação com sua irmã mais nova pendia de um fio e se tornava outra vez uma areia movediça que a fazia insegura, o que lhe provocava pânico. Um medo que se refletia no repique do seu pé contra o chão enquanto ela olhava para o nada absoluto.
Lu a mirou fixamente e percebeu a expressiva mirada de sua irmã mais nova. Os olhos esmeraldas pareciam empanados por um vaho de incerteza e entendia perfeitamente porque estava assim. Depois de tudo, ela também sentia medo, mas este vinha projetado por um cenário completamente diferente.
Deu um último bocado à sua comida e limpou a comissura dos lábios com a toalha. Suspirou sonoramente e penteou o cabelo para trás, um gesto que não passou despercebido para So. Lu sentia que havia algum tipo de código estabelecido que havia sido quebrado, havia ultrapassado as barreiras morais em sua totalidade e que havia podrido tudo. Na sua mente, sua adorada irmã estava começando a sentir um óbvio rechazo por ela e não podia culpar, ela mesma havia começado a sentir um asco insipiente que tentou eliminar durante a rápida ducha que se deu antes do desjejum. Percibia sua pele pegajosa por seu próprio suor misturado com o de So, fazendo-a sentir suja e indigna. Se tallou o corpo com força, quase como se quisesse lastimar-se, castigando-se a si mesma por ter forçado a situação até levá-la ao limite.
Mas não sabia quantas equivocadas estava. Lógico de facto. Eu também o faria e... — Espere, o que? — So olhou com a testa franzida. — Estás dizendo que eu te forcei? — Eh... — Lu hesitou um momento, escolhendo cuidadosamente as palavras adequadas. — Não foi assim? — Vamos ver — Ana Sofía levou os dedos às suas têmporas e os massageou, acusando um dor de cabeça em surgimento. Não podia acreditar no que estava ouvindo. — Não sou estúpida, sabes? — Começou seu discurso. — Sei muito bem onde me meto, o caminho que tomo e seus possíveis destinos. Mas sobretudo, sei as consequências, ou pelo menos intuo-as Não sou uma mocinha manipulável a quem todo mundo pode levar pela mão para onde lhe deu vontade, Lu. Tenho critério e me decepciona que tenhas essa percepção de mim. — Não tenho essa percepção de ti — se defendeu com firmeza. Ofendia-o que So acreditasse que a tivesse em tão baixa estima. — Pois não parece — respondeu séria. — Não me forceaste a nada, de acordo? Ao menos não de forma literal, quero dizer... — se envergonhou, lembrando alguns detalhes. — Eu estava de acordo, me deixei levar porque eu quis e participei por iniciativa própria...em tudo. — señalou-a com o dedo. — Assim, não faças o papel de mártir e deixa de culpar. Lu tragou grosso e desviou a mirada. Estava avergonhada de si mesma e repreendia mentalmente por ter se imaginado um cenário que agora lhe parecia narcisista. Repassou todo o discurso de So, especialmente aquele em tudo do final. Sabia a que se referia e sabia que o sexo havia sido consensuado, mas isso só lhe fazia pensar que agora as duas estavam mal,Muito mal. Ana Lucía viu o sexo como o epicentro do prazer humano, uma experiência que não podia limitar-se à estrutura quadrada que lhe havia sido outorgada pela sociedade e por isso havia explorado tantas coisas até alcançar a cúspide de seu próprio goce. Sabia que ainda lhe restava um longo recorrido, tinha como tese de vida que as pessoas nunca deixavam de se descobrir, que cada um era um universo que mudava constantemente. No entanto, também tinha claros os limites e agora, ambas se encontravam muito afastadas deles.
— Então... Onde estamos agora? — Perguntou cautelosa.
— Não sei — respondeu igualmente precavida. Sinceramente não sabia em que ponto estavam nesse momento.
— Primeiro, aclararemos que ambas queríamos fazer isso — explicou Lu. Sua irmã assentiu. — Agora devemos decidir... Queremos seguir fazendo isso?
A menor sentiu medo da resposta que sua irmã poderia ter para essa pergunta. Ela estava consciente do que queria; à merda a sociedade e o que digam, o prazer que havia sentido na noite anterior não o havia experimentado nos vinte e um anos de experiência que tinha na vida. Mas também entendia que a única capaz de gerar isso nela era a mulher que tinha à frente, quem era sangue de sua sangre, o que fazia completamente aterrador.
— Você quer? — Perguntou vacilante, sentindo-se incapaz de responder sem saber os desejos de Lu antes.
A maior pensou e suspirou. Sua cabeça batalhava com todas as possíveis consequências, tanto negativas quanto positivas... e as negativas ganhavam por muitos pontos de diferença. No entanto, sempre foi uma mulher de riscos, de se lançar ao vácuo em busca do seu bem-estar e essas decisões, demasiado temerárias para muitos, lhe haviam levado a viver uma vida plena.
— Dir-lhe-ei uma coisa — disse. — É arriscado, é condenado pela sociedade, a moral e qualquer coisa que te venha à cabeça... e infelizmente, não nos apelidamosTargarien —So soltou uma gargalhada à frente da ocorrência, sentindo que a tensão esvaziava com a risa—, porque nossa família o condenaria muito mais rápido. Mas… — …, Mas? — Mordia-se o lábio inferior, presa de nervosismo. — Ninguém precisa saber de nada... vivemos sozinhas, não devemos nada a ninguém, mas o melhor para todos é que o que for que passe entre nós, fique só entre nós... ¿Entendes? Sopesou as palavras da irmã e chegou à mesma conclusão. — Então… — Então és minha sumisa — Lu pôs os cotovelos sobre a mesa, entrelaçou os dedos e usou-os para sustentar o queixo. Sua longa perna esticou até que os dedos alcançaram as pantorrilhas. Rasgou suavemente a pele com o indicador do polegar. Contornou todo o músculo da perna direita e se adentrou entre os muslos, alcançando seu sexo. — Sou — reafirmou. — Vou-te comprar um presente — disse sem parar de acariciar o pubis com os dedos dos pés. A suave tecelagem da braga começava a encharcar-se. — Um presente? — Questionou, sentindo os primeiros lametos da excitação. — Ah... — Emitiu, sentindo como sua irmã colocava os calcanhares sobre os apoios altos da cadeira e tomava uma posição quase deitada, com seu peso sendo sustentado apenas pela espinha alta e as pernas abertas. Estava se entregando a ela. — Já verás — finalizou, retirando o pé e levantando-se da mesa. Ficou-se perplexa, estava disposta a se entregar, a se deixar levar e Lu havia decidido deixá-la com o calor do seu pussy queimando quase dolorosamente. Reacomodou-se na cadeira e fechou as pernas como se alguém pudesse ver a grande mancha escura em sua roupa interior. — ¡Eres el diablo, Ana Lucía Menotti! — Não viste nada, mocosa. Não viste nada… 3 O ranger de sapatos no tablóncillo ressonava em todo o ginásio. O ambiente úmido e carregado era acompanhado dos silbatazos dados pelo treinador e os jades das jogadoras que corriam a toda velocidade de um extremo ao outro, elevadas pelas ordens e gritos de alientos dos preparadores físicos. Desde a segunda fila das gradas, So observava com atenção o treinamento. Sues coxas estavam juntas, evitando que a minifalda tableada que havia decidido usar esse dia mostrasse mais do que devia. O coto direito apoiava-se no seu muslo direito e o mento descansava na mão. As unhas estavam prolijamente pintadas com uma camada de cor granate que combinava perfeitamente com suas chuteiras Vans do mesmo cor e, curiosamente, com seu cabelo. O celular descansava na sua mão esquerda, a qual cruzava sobre as pernas, instintivamente em direção à sua mochila cuidadosamente colocada na cadeira seguinte.
Os olhos esmeralda de So enfocabam-se na outra pelirroja que sobressaía do resto. Sempre lhe surpreendia como, em comparação à vida cotidiana, Lu não se via tão gigante dentro da cancha. Inclusive havia um par de garotas mais altas que ela. O que ressaltava, e sobradamente, era no apartado físico; a menor das Menotti observava como as largadas zancadas de sua irmã lhe faziam avançar à maioria de suas companheiras em cada sprint. Também lhes permitiam reagir mais rápido para voltar após que sua mão esquerda descendsse até a linha.
So se imaginou a si mesma cumprindo um regime físico como o que fazia o time nos dias de mercredi e imediatamente negou com a cabeça. Era impossível, morreria no primeiro dia. Nem mesmo entendia como sua irmã suportava esse tipo de treinamento e terminava como se tivesse dado um pequeno passeio trotando pelo parque, enquanto o resto das jogadoras terminavam completamente exaustas.
Um forte silbato as sacou de suas cavilaciones e imediatamente, as atletas se detiveram. — ¡A lanzar tiros libres, senhoritas! ¡Dois grupos, o primeiro que chegue a trinta se larga, o que perde faz cinco sprints mais!
As garotas se dividiram sem muito problema em dois grupos de seis jogadoras e cada um se dirigiu para cada cesta. Para sua sorte, sua irmã estava no lado mais próximo dela. O pecho de Lu subía e descia exageradamente produto do esforço físico. A franelilla negra estava praticamente aderida à sua pele pelo suor que empapava seu corpo. Seu cabelo quase anaranjado jaz recolhido em uma Booty de cavalo alta, com os pequenos bucles húmidos caindo até a nuca. O pequeno short branco se esforçava por conter os voluptuosos glúteos, transparentando-se levemente na zona mais voluminosa de ambos. So se perdeu por um segundo nessa vista lasciva, até que o grito de vitória de uma das garotas do time de Lu fez reagir. O treinamento havia terminado.
A jovem se levantou da cadeira e desceu as escadas com calma, até se colocar ao bordo da pista. Saudou a um par de garotas do time que havia conhecido anteriormente e esperou paciente para que sua irmã se aproximasse.
Lu havia sido chamada pelo treinador, quem lhe comunicou um par de coisas que queria trabalhar na prática tática do viernes. Precisava da sua base estrela totalmente em sintonia com a estratégia, ela era a diretora de orquestra das Águias. Um aperto de mãos finalizou a conversação na metade da cancha, deu meia-volta e começou a caminhar até a banca. Uma gigantesca sonrisa se desenhou apenas se percatou da presença de sua irmã, acelerou o passo para chegar o mais rápido possível. So reconhecia perfeitamente qual era o bolso de sua irmã e ali estava, parada justo detrás dele.
— Olá — saudou So, repreendendo-se mentalmente quando se percatou da coqueteria que exalava cada um dos seus gestos.
— Ey… — respondeu Lu, rindo levemente ao ver a expressão típica no rosto de sua irmã quando se repreendia a si mesma. — Como vai o seu dia? Já terminaram suas aulas?
— Sim — afirmou. — Eu disse aos meninos que te esperaria para ir para casa juntas.
— Tens muito tempo esperando? —
Sentou-se no banco, secando seu rosto com uma toalha de mão antes de tomar seu termo. Levou o recipiente até a altura de seus lábios e o apertou para que o jato d'água gelada entrar na boca, refrescando-a imediatamente.Nah— So took one of Lu's hair waves that now lay within his reach and began to play with it. — I have about ten minutes only. They ran and threw. — Less good you didn't arrive earlier. Andreina vomited. — Ugh… — ¡I heard you, Menotti! — A brunette girl much taller than Lu but also thinner shouted. So thought she must be over 1.90 meters easily. The girls closest to her laughed and So saw the blush coloring her face, felt something of pity for that girl who made herself seem giant. Her reserved and introverted nature was far from her intimidating physical appearance. At least for someone as small as she. — I think it's time for me to go home and take a shower — Lu said. — That's what I was going to say. If we could pass by the house before leaving... — The tone was pleading. As if he were begging. — We can — replied with a smile as she pulled off her wet t-shirt and put it in her backpack. So's eyes instinctively moved to her sister when she realized that the only garment protecting her bare torso was the sports bra. However, she discovered that she wasn't the only one who had felt the desire to see her and discovered that at least a couple of girls were recreating with the sight of Lu's strong abs. She furrowed her brow and wondered how many of those girls her sister had been with. Immediately dismissed the thought. It was something she didn't want to know. — Ready? — Asked, trying to dispel the thoughts. — Yes — affirmed once she passed the long-sleeved sweatshirt over her head. She took the backpack, stood up and began walking towards the exit, followed by her sister. Now it was Lu who felt the need to see So's legs barely covered by the short beige skirt. — Less good you didn't bring your bike today... I don't know how you would have gotten on it with that skirt. — But you were the one who asked me to wear it today... — I know — a lopsided smile was more que fosse suficiente para que So intuísse que algo rondava a mente de Lu. E com esse simples gesto que parecia casual, bastou para sentir como seu estômago se contraía e um piquinho de excitação despertava seu desejo. 4 Os edifícios e lojas comerciais passavam como uma película através da janela. As ruas atestadas de pessoas que iam a seu próprio ritmo, dentro de sua própria bolha e as bocinas dos carros cada vez que um semáforo se pusesse em vermelho, verde ou amarelo. Não importava, todo mundo parecia ter pressa. So sempre pensou que o centro da cidade dava mais medo de dia que à noite, embora sua irmã lhe dissesse que estava louca por pensar aquilo. Durante as noites, não havia essa maré de gente que parecia mover-se comoZumbis, atropelando-se e aglomerando-se entre si, tampoco havia esse tráfego infernal e, especialmente, não existia esse estresse que parecia contagiar todo o mundo. O único bom era a diversidade de lojas que se encontravam abertas ao público. O que buscava, encontraría no centro.
Voltou a ver ela, Lu manteve a mirada para frente, o reflexo que se colava pelo parabrisas lhe dava de cheio no rosto, os olhos almendrados pareciam mais dourados do que de costume, quase amarelos e a pele bronzeada parecia brilhar ao igual que sua cabelera. Havia muito tempo que não havia reparado nas semelhanças faciais que compartilhava com ela, sua nariz ou os olhos, mesmo a forma do mento. Olhou-se no espelho retrovisor e descobriu quase idêntica, o que lhe fez sorrir e sorrisar ao mesmo tempo. A voz da cordura gritava-lhe que tudo o que pensava nesse momento estava mal, mas isso lhe provocava uma graça tão irônica que por momentos, acreditava ser maligna.
Aproveitou o pequeno vislumbre para verificar seu maquilhagem, havia decidido usar um pintalabios vermelho tão intenso que seus lábios se viam mais grossos e provocativos, combinando perfeitamente com sua cabelera e o corante da saia e esmalte de unhas. A blusa de seda negra apenas se transparentava com a luz que a banhava, deixando uma sugestiva, mas sutil visão do seu soutien. Olhou para baixo, garantindo-se que o par de botões estrategicamente desabotoado na parte superior mostrasse apenas o nascimento do seu escote. Sorriu ao se sentir satisfeita, cruzou elegantemente as pernas estilizadas pelo tacão de cinco centímetros das sandália e se acomodou no assento.
O veículo começou a descer a velocidade até parar frente a um local desconhecido. — Espere-me aqui — susurrou Lu antes de sair do veículo.
Rodeou o carro, introduzindo uma mão nos seus vaqueros azuis. O pantalão tinha leves rasgaduras estrategicamente posicionadas nos muslos, criando um desenho atraente. O sweater wide hid his worked physical, but left naked his right shoulder covered with small coffee spots and the clavicle hinted coquettishly at the outline of his chest. The bell ringing at the entrance and the leather boot resonating announced his arrival. Lu greeted the employee and handed her a bill. The girl read it carefully and with a gesture indicated he should wait for a moment. The smallest one observed attentively from the vehicle, the place seemed to be an artisanal workshop of leather goods and jewelry. In the showcases, wallets, purses, belts, and another jewel stood out. When the saleswoman returned, she handed him a small leather-covered box in purple color. Lu put it in his bag, thanked her, and walked back to the car. -- Now yes, Andrés. Let's go to the site. -- What is that? -- Curious, tried to open the wallet, but her sister snatched it from her hands. -- Leave the gossip, gossiper -- she said with a playful smile. -- Did you say gossip? -- Questioned with a fake offended tone. Lu let out a laugh. -- Yes, because you are one. So he stuck out his tongue and went back to sit down in the seat. -- Where are we going? -- To get something, I told you -- looked ahead again, with lips shining from paint, slightly smiling. -- But first, we're going to a special place. Curiosity ran through her entire system, but she knew it was useless to ask him directly, so it was better to wait patiently until they arrived. The boy drove around for about 15 minutes more, leaving the city center behind. They were practically at the other end of the city, a less crowded and more urban area, but still showed picturesque streets, with food places, a couple of coffee bars that caught their attention and one or another minimarket. The car turned onto the next corner and stopped in front of a white gate. There were no signs, no ads, nothing like that, in fact, at first glance it seemed uma casa bastante grande. O portão abriu-se após o menino se identificar, permitindo-lhes acesso. Um caminho rodeado por arbustos e flores-de-canela conduziu-os até o edifício. A fachada evidenciava que se tratava de uma casa antiga que havia sido reformada, pintada cuidadosamente com o mesmo cor branco. Ele se ergueu até quatro andares sobre elas e notei que havia vários ventanales de grande tamanho.Um hotel?Se perguntou, mas não se atreveu a fazer isso em voz alta.
Lu avançou e tocou a porta duas vezes. Instantes depois, uma mulher mais velha abriu. — ¡Ana! — Saudou com muita confiança, abraçando-a e beijando-lhe as bochechas.
So manteve-se à margem, observando curiosamente a cena. Aquela senhora vestia um conjunto elegante de saia reta até os tornozelos de cor vermelha ao lado de uma blusa branca que deixava ambos os ombros descobertos. Um imenso colar que parecia ser de ouro adornava seu pescoço, fazendo jogo com um anel precioso em seu anular. Parecia ser mais ou menos do tamanho de Lu, mas os gigantescos saltos de agulha das sandálias que calçava quase a colocavam à altura de Lu.
Ana Sofia intuiu que tinha uns 40 e tantos anos, o cabelo era ruivo ceniza, penteado cuidadosamente em cascata para seu lado direito. Tinha olhos penetrantes cafezados tão escuros como o tronco dos árvoles.
— Maria — Lu devolveu o cumprimento. — Como você está?
— Muito bem, muito bem — a mulher mostrou-lhes a estancia e as duas irmãs se adentraram. Deu uma sonrisa amigável à menor antes de falar. — Muito prazer, Maria Reyes.
— Oh… Ana Sofía — duvidou em dizer seu sobrenome. — Um prazer.
— Você estava muito tempo sem vir, não? — Cuestionou rodeando um grande mesa e sentando-se sobre uma cadeira presidencial. Detrás de ela havia um grande monitor com a imagem de um vídeo musical, no entanto, o que mais captou a atenção de So foi o escaparate exhibidor que havia detrás.
Os olhos percorreram rapidamente os objetos que jaziam cuidadosamente acomodados para que qualquer pessoa que entrasse os visse. Entre eles, destacavam-se chicotes de diferentes estilos, consoladores, mordazas e vários objetos de couro que desconhecia totalmente. Desviou o olhar rapidamente, sentindo-se uma criança pequena vendo algo que não devia. Sua face ardia e ela sabia, mas não podia fazer nada.
— Não tanto, alguns meses — Lu observava de reojo a reação de sua irmã. rechazará aquilo que batalha com o desejo. Não esperou mais e foi direto ao grano. — Eh… Maria, tens o que te pedi? — Alguma vez lhe falhei a uma de minhas clientes? — A mulher sorriu ególatra e extraiu uma pequena caixa quadrada de cor prateada de um dos gavetos e estendeu-a. — Segundo andar, quarto violeta — finalizou, concedendo-lhe uma chave com um pequeno chaveiro com o talho de uma flor de caiena de cor violeta. Lu tomou as chaves e em seguida agarrou-se à mão de Lu. Não a viu, mas a menor sentiu o toque frio e um leve tremor. Estava nervosa. 5
Aferida fortemente à mão de sua irmã, lutou contra os nervos. Tentou manter um semblante sereno, mas o leve tremor que percorria seu corpo era impossível de disfarçar. Ainda assim se arranjou para guiar as com templança até as escadas.
Cada degrau que subiam parecia um símbolo a uma ansiedade que começava a sentir-se fisicamente. O aperto de mãos fez-se muito mais intenso quando alcançaram o andar indicado por Maria, ao ponto que se desenhou uma mueca de dor no rosto de So. Ainda assim, não se atreveu a dizer nada, creia que a mínima alteração destruiria o ambiente que sua irmã queria criar.
O lugar yacía solitário e em silêncio, como se houvessem entrado a uma dimensão isolada do resto do mundo. Um imenso corredor se estendia frente a elas e apenas havia quatro portas de cores diferentes; vermelha, rosa, verde e, ao final, a violeta.
So podia ouvir o som do seu coração com clareza e quando começou a caminhar, os saltos dos tacões ressoaram como um instrumento de percussão. A linda porta estava pintada pulcramente de um violeta pálido e tinha uma linda flor de caiena gravada em suas molduras.
Lu introduziu a chave e a fechadura se desabou com um suave som metálico.
A porta se abriu e So segurou a respiração de forma involuntária enquanto seus pés se moveram com passo vacilante para dentro. Imediatamente soube que aquele lugar não era um simples hotel. A habitación era muito mais ampla que a do quarto de qualquer outro alojamento que conhecia. As paredes estavam pintadas de um tom púrpura muito mais escuro que o da porta ou o chaveiro. Lu deixou as chaves sobre um pequeno móvel que havia ao lado direito da entrada, debaixo de uma televisão de cerca de trinta polegadas. O som metálico capturou a atenção de So, quem olhou para sua irmã caminhar tranquilamente até a cama.
Um colchão imenso estava no meio da habitação, como se tratasse do epicentro de um grande quarto de jogos. Sua vista percorreu cada objeto que havia na habitação; na parede do lado esquerdo havia uma grande Cruz de São André empotrada, forrada de uma tela vermelha que se apreciava ao toque suave e com uma pequena tarima de madeira polida. As sujeções eram de um couro brilhante, ancladas a correntes de metal que brilhavam sob a luz branca das lâmpadas.
No fundo, pendurado das grossas vigas de metal que atravessavam o teto, havia uma espécie de arnês. Estava feito do mesmo material, sujeito por correntes grossas que indicavam que podiam suportar o peso de uma pessoa. Curiosamente, dos grossos travesaños também destacavam argollas grossas soldadas firmemente ao metal, que pareciam cuidadosamente feitas para ser usadas com as cordas de diferentes cores e grossuras, enroladas e penduradas em um gancho cravado na parede.
Lado direito destacava um móvel similar aos potros usados pelos ginastas, com a salvedade de que este se estreitava sobremaneira na parte superior, tomando uma forma triangular quando se apreciava de frente. A parte superior não era mais larga que um listão de madeira e se estimava acolchada e forrada de couro marron. A parte se via rígida, de madeira polida e com sujeções fixas de couro para as quatro extremidades, e mesmo surpreendeu ao ver que havia sido feita à medida para o pescoço.
Havia um par de móveis mais que So não pôde reconhecer, mas que se notavam eram terribly uncomfortable, as if they were being treated like torture instruments. He even noticed that one was too similar to the wooden shackles used in ancient times to imprison malefactors. The other seemed more like a rudimentary exploration table than anything else, with legs included. Only it wasn't just a simple polished wood table with a base on top where chains hung with strong fasteners.
Each thing he observed seemed scarier than the previous one. He swallowed thickly and felt the accumulation of sensations barricading itself in his stomach mouth. He couldn't understand what he was feeling at that moment; shame and fear were clear, but he could also perceive anxiety and excitement adhering to him like asíbiote,tão faminto e exigente de ser satisfeito. Imediatamente sentiu como sua barriga começava a emitir um calor incontrolável que se espalhava até seu rosto. — Bom — a voz de Lu soou áspera, rouca, mas calma, quase autoritária. Imediatamente captou a atenção da sua irmã. — Há alguns dias decidimos que continuaremos com... isso. Com onosso— A palavra nossa ressonou nos ouvidos de So. Era como se oficializava que realmente tinham algo, uma relação formal. — Além disso, confirmaste que és minha sumisa? És você? — Sou — disse como uma autômata, quase desesperada por se escutar o mais sincera possível. — Bem... — deu um passo adiante, com a caixa morada nas mãos. — As relações normalmente se selam com anéis, certo? — a menor movia a cabeça lentamente como gesto afirmativo. — Alguns usam pulseiras, colares... aqui não é diferente — abriu o cesto e So sentiu que seu coração se paralisava. Um colar de couro negro brilhante, acomodado delicadamente sobre um colchão de espuma forrado de terciopelo apresentou-se ante seus olhos. As costuras estavam cuidadosamente cosidas com fio prateado em uma zona da garganta, destacava uma pequena argola de prata com forma de coração. O couro apenas tinha um centímetro de largura, sendo tão discreto que aparentava mais ser uma gargantilha que um colar. Ainda assim, So sentiu que aquilo era o mais parecido a um anel de compromisso que alguma vez lhe haviam regalado. Com sumo cuidado, Lu o sacou da caixa e fez um sinal para sua irmã se virar. Quando obedeceu, retirou delicadamente a melena rojiza e rodeou o pescoço com o acessório. So acusou o firme ajuste em sua garganta, sentindo o couro aferrando-se à sua pele e o coração permanecendo fijo sobre sua garganta. As mãos de Lu a sustiveram nos ombros e a guiaram até o grande espelho montado na parede do fundo. Quando So observou seu reflexo, sentiu que o colar apertava mais, impedindo-a mesmo respirar, ou era ela que havia esquecido fazer isso. O coração martelava no peito, a imagem que viam seus olhos a fez sentir maniatada, como se seu corpo tivesse deixado de pertencer-lhe e agora fosse da mulher atrás dela. Não entendia por quê sentia aquilo, mas muito menos compreendia por que lhe fazia tão agradável. Aquela delgada tirinha de couro não se parecia em nada com... o mais mínimo em colares que havia visto na internet, mas era seu e com o passar dos segundos, foi caindo na conta do que isso significava; pertencia a alguém.A sua irmã.Sua respiração acelerou ao ponto em que precisou abrir a boca para deixar que o ar fresco corresse corretamente até os seus pulmões. Um dedo polegar carinhoso percorreu seu lábio inferior e posteriormente seu mento.
— Tócalo — susurrou Lu no seu ouvido.
Um calafrio percorreu a coluna vertebral e o sexo se contraiu. A mão direita trepidante foi tomada com firmeza pela de sua irmã, guiada lentamente até o acessório. Os dedos vacilantes apenas o tocaron, sentindo a suavidade e firmeza do couro. Apreciou cada detalhe; os bordos, os remaches frios e a dureza da fina prata.
Uma sensação estranha se espalhou na yema dos dedos, como se lhe queimasse, mas era um ardor placentero.
O desejo começou a desbordar em sua entreperna e inundou seus sentidos. Olhou para Lu, primeiro através do reflexo e posteriormente diretamente quando girou para ficar frente a ela. A maior sorriu ladeada, transmitindo-lhe toda a segurança que precisava.
Se estava nas suas mãos, tudo estava bem.
— Te gosta? — perguntou com um tom conciliador, separando-se dela e sentando-se na cama.
— Me encanta… — voltou a se mirar no espelho. Sentindo e olhando cada detalhe.
— Não é um colar definitivo, por isso, se deseas, podes qui… —
— Não — uma palavra contundente que soou quase desesperada, virando para encará-la.
A surpresa inicial deu lugar a uma expressão doce. Lu sorriu satisfeita, observando como lhe parecia bela sua irmã usando o colar que ela mesma havia mandado confeccionar. Sentia-se orgulhosa, era o primeiro colar que mandava perfeccionar e personalizar a medida; cada costura, o cor de couro, a argola com forma de coração, o grosor. Cada detalhe importava e passou dias projetando-o para ser suficientemente discreto e poder usar em qualquer momento se desejasse.
— Obrigada… — não sabia porquê disse isso, mas sentia uma necessidade incontida de agradecer.
Estava consciente que o colar não era um simples presente. Tinha um significado implícito que Era muito mais profundo, do que qualquer pessoa poderia imaginar, mas também entendia que tinha uma carga de morbosidade e até sadismo, no entanto, ela o sentia como o objeto de maior valor que lhe haviam dado alguma vez. Mirou sua irmã e seu rosto enrubescido furiosamente.
— Não é tudo — esgrimiu Lu, tomando uma pose mais altanera.
Havia cruzado as pernas e suas mãos se apoiavam nos lados. Seu peito estava erguido, lhe dando um aspecto muito mais alto do que tinha normalmente. Seus olhos haviam tomado essa expressão afiada que conseguia desarmar sua irmã.
Não se deu conta quando ou onde havia sacado a pequena caixa plateada que descansava sobre seu regazo, justamente na entreperna. — Toma-a — ordenou com uma sonrisa quase diabólica.
Caminhou com passo vacilante e tomou a caixa entre seus dedos. Temblava de emoção e excitação, mas não a abriu imediatamente. — O que é? — Perguntou vacilante.
— Para que o acordo se complete — começou a explicar. Pôs-se de pé e aproximou-se com passos firmes e seguros. Tomou a parte superior da caixa com muito cuidado e sem arrebatá-la das mãos. — Devo entregarte um presente —Transgressor, mas tenho de me assegurar de que o receberás satisfeita. — Transgressor? — A mente de So parecia uma locomotiva com sobrecarga de carvão funcionando a toda máquina. Essa palavra tinha demasiadas definições, mas nenhuma era inteiramente positiva. Com as faces vermelhas e passando saliva pela garganta com dificuldade, assentiu afirmativamente. — Aceito-o. — Sem importar o que haja dentro? — Sim... — Confias em mim? — Confio em ti… A pequena caixa se abriu, revelando um objeto cônico, tão brilhante como a prata da argola que agora adornava sua garganta. Não ultrapassava os quatro centímetros de diâmetro ou os cinco de altura, com uma base fina que terminava em uma bela joia cor granate. So não era ilusa, tampouco era uma ignorante do tema, sabia perfeitamente o que era aquele objeto e imediatamente, a simples visão provocou ondas de prazer. Lu tomou tanto o brinquedo como a caixa e caminhou até a cama até se sentar, fez um sinal para sua irmã com o dedo indicador para que se aproximasse e ela obedeceu. — Vire-se — ordenou autoritariamente, com voz rouca. So fez sem rechistar. As hábeis mãos da maior se posaram sobre os glúteos, palpando-os e apertando-os. Primeiramente timidamente, então sem pudor algum. Subiu a saia e a vista do cu com um pequeno pedaço de tecido de encaixe negro incrustado entre ambos músculos excitou-a. Voltou à sua tarefa, recreando-se com a visão e a sensação que lhe dava o suave e voluptuoso toque. Levou os lábios para o glúteo esquerdo e lhe deu um beijo suave e húmido antes de dar-lhe uma leve palmada que imediatamente enrubescia a zona. Foi fazer o mesmo com o direito antes de agarrar os dedos indicador e médio no laço da thong. Tirou a prenda com autoridade e ela desceu até os tornozelos, sua irmã nua lhe dava uma vista que lhe provocava demasiados maus desejos, mas se contida. Devia fazer as coisas bem, com calma. Devia manter a compostura. Voltou a massajar, essa vez com mais ímpeto. Abriu as nádegas, o estreito buraco do ânus e o úmido pussy ficaram à sua mercê. Um leve gemido entrou nos seus ouvidos, aumentando sua urgência. Elevou o rosto e viu sua irmã com os olhos muito apertados e com a boca levemente aberta, suas mãos se haviam fechado em punhos com tanta força que os nudos estavam brancos. Quis beijá-la, mas arruinaria a atmosfera morbosa que se esforçara em criar. Deixou sua mão direita separando o mais possível o cu e levou o dedo indicador da esquerda até seu sexo. Com o anverso, recorreu toda a abertura, sentindo os pliegues resbaladizos e viscosos, repetiu a ação com o reverso, ouvindo agora sim, um coro de solos eróticos.
O dedo deslizou-se até cinco vezes em ambas direções, assegurando-se de chegar em uma ou duas ocasiões até o clítoris que já se encontrava completamente inchado. Incluiu um segundo dedo, o médio, e repetiu o processo por cerca de um minuto, com seus 60 segundos completos.
Ela se encontrava com a espinha arqueada e os pés em pontas. Os espasmos da estimulação lhe haviam feito tomar uma posição onde seu cu havia quedado em pompa e seus ombros se haviam inclinado para frente. Seus joelhos tremiam de tensão e pequenas gotas de fluxo já humedeciam o piso abaixo dos seus pés.
Quando os dedos estiveram suficientemente lubrificados, mudou de objetivo, começando um movimento ascendente, roçando a pele sensível da zona entre a vagina e o ânus até alcançar o delicado buraco. Usou ambos os dedos para massajar externamente, assegurando-se de que a lubrificação o cobrisse em abundância. Levou a ponta do dedo médio e fez pressão, sentindo a força com que este se fechava.
— Relaxa — mandou. Ela nesse momento se deu conta de como tensa estava. Tinha medo mesmo de virar para ver ela. Respirou profundamente e tentou relaxar seus músculos.
Lu voltou a passar o dedo médio entre os lábios vaginais antes de conduzi-lo até o cu. Fez pressão uma vez mais, sentindo a entrada muito mais fácil. Aumentou a força, apreciando que o buraco cedia, deixando-o entrar. Retirou-o para repetir a ação até que as duas primeiras falanges se haveram perdido em seu interior.
Susspirou e jadeou ao advertir a invasão. Apertou os dentes quando um pequeno ardor começava a molestar, mas não disse nada, limitando-se a concentrar-se em facilitar o caminho quando sua irmã tentou entrar nela uma vez mais.
Não podia ver se havia entrado por completo, mas sentiu tão profundo que notou cada milímetro de longitude abandonando-a quando Lu a sacou. Susspirou sonoramente quando a unha acariciava a pele ao redor, aliviando a sensação molesta que lhe abrigava. O tacto parou apenas para começar a invasão total.
Um gemido sonoro incontido escapou de seus lábios quando sua irmã entrou com uma só estocada. Cada nervio em seu interior foi estimulado, mesmo pelos nós dos dedos chocando contra os glúteos. Lu girou a mão para um lado e depois para o outro, removendo seu interior. Quando deixou de perceber uma pressão dolorosa ao redor da base do seu dedo, intuiu que se havia acostumbrado ao grosso. Immediatamente começou um vaivém em seu interior, sacando-o e metendo-o a um ritmo constante. Adicionou um segundo dedo que acusou uma resistência muito mais frágil e com muito menos esforço, se perdeu no interior do buraco elástico.
So se sentia estranha. Era a primeira vez que jogava com essa parte tão pecaminosa e a sensação não era desagradável, mas tampouco era o prazer ensordecedor que sentia quando era estimulada pela vagina. Ainda assim, apreciar que seu cu já não oferecia nenhuma resistência e apenas acusava um leve, mas delicioso roçado nublava todos seus sentidos. Inclusive, chegou a pensar que agora, era seu ânus o que sugava com glotonería. E esse pensamento a levou ao primeiro espasmo previo ao orgasmo.
Lu se sentiu satisfeita ao apreciar a expansão e elasticidade que havia ganhado o cu de sua irmã. So agora se mostrava dispuesta, entregada à sonorização e, de facto, estava. Arrependia-se de não ter se atrevido a explorar esta parte do seu corpo no passado e experimentar um prazer que a estava levando ao clímax. Foi tanto o seu gozo que se sentiu abandonada quando os dedos saíram do seu interior.
Lu abriu ambas nádegas, apreciando o dilatado buraco alguns segundos. Tomou o plug anal com a mão esquerda, usando os dedos indicador e anular para sustentá-lo e o polegar para mantê-lo fixo. Repetiu a mesma ação e lubrificou-o com o agora abundante lubrificante natural da sua irmã. Quando concluiu que era suficiente, paseou-o em direção ascendente, até posicionar a ponta na entrada.
A menor deu um respingo e abriu os olhos quando acusou o frio metal. Girou a cabeça para ver o que estava acontecendo e viu sua irmã apontando diretamente ao seu traseiro com o brilhante joguete. Immediatamente sentiu como o estranho objeto começava a invadir e a preencher, expandindo seu ânus a níveis muito maiores do que haviam conseguido os dedos de Lu.
Apretou os dentes e a veia da sua garganta se tensou, mas contrariamente sua pelve se relaxou. Esta nova irrupção era muito maior, acusando até dor quando a parte mais grossa forçou a entrada. Immediatamente sentiu os mordiscos no seu glúteo direito, provocando-lhe centelhas de prazer que sacudiram o seu interior de prazer.
Sem se dar conta, ela mesma forçou a entrada, tragando-se o plug e tapando-se.
Quando sua mente esteve lo suficientemente lúcida, sentiu como se um raio a atravessava e a partia em dois. Estava aberta, rota e a vergonha trouxe à sua mente a palavra transgressor, ressoando em todos os seus sentidos. Sua irmã o havia dito, se o advertira e ainda assim ela o aceitou gustosa.
Sem uma luz cegadora e um suave click a sacaram de suas cavilaciones.
Lu se levantou, acariciou seu cu uma vez mais e a tomou do pescoço, obrigando-a a endireitar-se. Posicionou seu telefone celular frente aos seus olhos e uma imagem a... assaltou seu cu em primeiro plano, com sua pussy inchada e babeante ao lado de uma bela e brilhante joia justamente onde devia estar seu ânus, adornando-a. E assim, não pôde evitar derreter-se num orgasmo arrasador.BFF, talvez o capítulo mais longo até agora XD mais de 7K de palavras, mas o contrato está assinado!
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